Voucher??? Não. Dinheiro. E sem demora nem Burocracia. Porque cada segundo perdido é uma vida posta em risco ou perdida por falta de previdência e seguridade social.

E a propósito voucher, cupom, vale. Bônus de guerra, nota promissória precatório, é jogo do mico. Ou seja, imposto disfarçado. Porque quem ficar com esse papel na mão vai morrer com ele na mão, sem jamais resgatá-lo ou ser resgatado. Uns antes da pandemia. Outros falidos quando o corona for mais uma das muitas doenças endêmicas que matam o povo sem alardar, no famoso: Custo Brasil. O Político da Imprevidência Social e seus Farsantes, Falsários, Promessas e Notas Promissórias, em Projeto, Leis, ou cartões e cupons. Se Burocracia mata e Tecnocrata é o Sicário. Mas bota na conta da Coroa, Coroa, e agora do Corona. E vamos abrir Cassino, porque o que eles gostam mesmo é de apostar com a vida das pessoas. Dos outros é claro. Porque o deles… o cu que é por onde eles pensam e falam, pisca.

Não sejam mão de vacas. Ou você acha que quem vai combater os verdadeiros monstros? Eles?

Então palmas de novo para elas… É assim que se fala e faz. Palmas para variar: ELAS.

E eles que vão carregar, médicos, lavradores, comerciantes, caminhoneiros o fardo…

Com ou sem ajuda de achar que é cavaleiro, mas não passa de sarna. Ou é você quem morre, sem que o vírus tenha hospedeiro, ou o hospedeiro sem o vírus? E seus intermediários, porque o vírus, não se esqueça não se propagam sem veículos de transmissão. E pegar até pegam em quem está definitivamente protegido. Mas as chances são menores e logo as matematicamente, física expectativas de vida são maiores. É literalmente o jogo da vida. Para quem não sabe os modelos computacionais com os quais se projeta uma epidemia ou pandemia. Informática industrial, aplicada à saúde ou a falta dela.

Então palmas para elas. E até mesmo quem dirige a Netflix.

Boazinha, ela? Não. Não é retardatária, nem retardada, mesmo. Pode até falir e quebrar, mas não vai ser porque não pediu para quem banca surdo, não se fez de surda, não só falou, mas fez o que devia. Ainda que tarde. E claro com interesses outros. Mas não interesse fez. E não o fez para errar. Mas acertar. Money.

Porque se as cadeias de produção se quebrarem de vez, aí não só os vales não vão valer nada, mas toda sorte e especie de papel, e modo de pagamento virtual. E aí vai ter que ser em natura. Ou você acha que eles estavam estocando ouro e vendendo papel de dívida fajuta para pobre para quê? Para financiar construção de privadas como essas aqui. Não vai se vestir de frango numa hora dessas. Bancar o caudilho ou o Gates.

Agora se eles resolverem “cumprirem suas obrigações” dando vale e cupons, a lá cruzeiros que tocam Roberto Carlos, quando o que as pessoas não querem vale, mas dindim. Faz o seguinte, isto se você sobreviver. Dá a Cesar o que é de Cesar. Pague imposto com voucher. Não só devolvendo os precatórios e nota promissórias deles. Mas emita também os seus. Porque você também deve e não nega, mas pago quando puder. E pague os servidores públicos que trabalham. Mas nunca mais, nessa ou na outra vida, dê um cheque em branco, para quem rouba não só trabalho, ou propriedade, mas tempo de vida, o seu e dos outros. Não perca seu tempo com eles. Emita um voucher.

Diga onde, quando e para que você quer que seu dinheiro seja usado e quando eles cumprirem seu dever, fizerem sua obra ou serviço, você libera a verba. Voucher é uma ótima ideia na mão do povo, é controladoria cidadã e social. No governo mais lulobolsonarismo na veia, e na cabeça. Veneno proto totalitário puro, e subdesenvolvido que não por acaso Banco de (Sub)Desenvolvimento adora. Cabresto. Tecnocratas e seus donos amam. Burocracia e corrupção amam. Porque engorda oligarquias e cleptocratas, mas mata povos paciente e médico que não tem hospital, só estado prisio-manicomial de imprevidência desmutal da sociedade livre. Você nunca viu esse filme? Há quem trabalhe na linha de frente lutando contra ele. E é um inferno: o Holocausto e prisão do medo da morte por privação primitiva, nas Urbes, Campos.

Paranoia ou ideologia? Respondo como Laplace fez para todo Napoleão ou filhotinho ensandecido: Não preciso desse tipo de hipótese. Nem nos cálculos nem na vida. Isto é Um Estado de (In)Previdência e a (In)Seguridade Social literalmente causado pela DESMUTUALIZAÇÂO SOCIAL E ECONÔMICA DO BEM COMUM E BOM SENSO (comomm e common sense) no sentido painiano da palavra do Brasil e do Mundo. Viralização da idolatro-idiotia, servo-idiocracia. Expropriação Metainformacional e Intelectual. Holocausto epistemológico e ontogenocídio da humanidade. Com certeza a morte em massa, e a despopulação de povos e redução expectativa e esperança de vida (estatístico-matemática) de populações e regiões inteiras num curto espaço de tempo. Qual a probabilidade disto? Simples, o tempo de duração da pandemia, que pode simplesmente virar uma endemia. Incertezas.

Até aqui. O comportamento era em maior ou menor grau, um vai passar. Foda-se. Agora o que é em maior ou menor grau o: fodeu. E agora? Uns rezam para deus, outros para ciência encontrarem uma cura? E outros acendem uma vela para os dois. Por via das duvidas. E se pergunta e quando isso acaba.

Cientificamente falando, ou rigorosamente falando, há uma hipótese que não acabe. Não quer dizer que a pandemia dure para sempre. Não ela vai acabar. Mesmo que não se encontre a vacina. Pode acontecer que simplesmente ocorra o que já vem ocorrendo com as outras gripes, do tipo influenza. Que vire uma endemia. E que não se tenha uma vacina para o deste ano, mas só do ano passado. Ou seja que todo ano morra, gente com a nova cepa da nova mutação do coronavírus. E que de certa forma todos pegaremos novos coronavírus desse tipo varias vezes na vida, até bater as botas. O que isso quer dizer? Quer dizer que enquanto a ciência não devolver o nível de vida ao menos para alguns privilegiados dependendo de quem terá acesso a vacina ou remédio, muito mais gente vai viver como muita gente pobre já vive hoje, ou como seus antepassados viviam no passado quando não tinha vacina contra algumas doenças, vão viver com expectativas de vida relativamente menores agora não em relação a este ou aquela outra população presente, mas a sua própria, num passado recente. Uma experiência nova para muitos povos já que fato, desde a revolução cientifica só fazia crescer a expectativa de vidas da maioria dos povos. E se não digo todos. É porque como já denuncie antes. Esses cálculos são sempre ufanistas para as populações ou classes genocidas.

Talvez os ultraricos tente viver em bolhas ou só saim delas usando trajes biohazard. Mas uma coisa é certa. Num dado momento alguém vai ter que trabalhar. E não serão eles. E muitos também continuarão sem poder fazê-lo e o que os eles farão, deixarão morrer e depois queimarão para salvar os vivos? Ok. Ninguém queria fazer isso, ninguém quis acreditar. Mas e agora, que todas sabem dos perigo de tamanho imprevidência e negligencia com a seguridade de todos? E agora que o inimigo não é mais invisível. E se sabe que uma pessoa que não tiver o que comer, justo ou injusta, que não tiver um leito, uma cama, que não dinheiro que compre, ou de graça pode ser deixada para morrer e queimada em forno (porque não se o papa ou o príncipe de Mônaco pegar e um bebe tiver a escolha não será o mais jovem , nem se o múmia tiver 1000 anos, e nem se o médico disser não). Chega de hipocrisia.

Porque nisto a ciência e a fé são regidas pela mesma prova de fogo: a da verdade na tempestade. Pois, o mestre que professa, seja ele profeta ou professor, não pode vacilar na crise do seu paradigma. Ou se põe a caminhar sobre as águas turbulentas sem afundar ou nem se coloca à prova. Pois se afundar será porque sua fé não era verdadeira exatamente como sua ciência. E eis que uma boa fé ou ciência de um novo paradigma ou advento vai a reboque do ancora, ou mala sem alça que vem professar ou prometer sem saber o que fala, sem falar o que faz, e sem fazer o que disse, e fazendo errado tudo que é certo. Já vi outros nessa senda. Saindo sem fazer o que não pararam de dizer para que vieram.

Porque não é em manada, nem no grito que os precursores e os trailblazers abrem as trilhas e caminho, mas com a arte do semear e colher liberdade e concórdia. Uma outra arte que não deixa de ter estratégias para tempos de guerra. E que por sinal não são feitas do improviso, movido pelo medo do movimento alheio ou desconhecido, mas pela antecipação e previdência até dos movimentos desconhecidos, improvisando de antemão a defesa lógica para não ficar paralisado, nem partir sem juízo nem razão para o intenso ataque.

Eu inventei isso? Não. Essa arte é mais velha do que andar para frente, ainda que no Brasil insista na burrice do andar para trás. Minutemens. Homens-Onda. Os agentes de campo da produção Justin in Time e em Tempo R-E-A-L da realidade sensível, concreta, no presente e futuro.

É o goleiro que não tenta adivinhar canto, nem espera para pular depois. Ele estuda, treina, e até da uma cornetada na oreia do atacante. E maximiza o tempo de resposta: e só não se move antes porque o arbitro, não deixa. Porque senão, não ficava debaixo da trave feito um dois de pais, mais partia para cima, feito uma locomotiva, não para quebrar, mas para que o atacante, nem pudesse tomar distancia. Que não podendo cortar nem trilhar, senão ele também passa lotado. Leva uma puta desvantagem. Tem menos chances. Matemática aplicada a física… de tudo por sinal. Porque sem matemática e física aplicada não só para formação das ou sua informação na guerra e na paz, mas da medida da dimensão das metas das potencias, e logo o potencial das metainformações e metaformações já aplicadas como força do impacto das mesmas seja como fenômeno natural ou artificial, isto é uma falta de meta capital que quando não é um jogo, ou brincadeira, mas assim tomado por incluso de loteria, ou cassino, pode ser fatal. Roleta russa-America-chinesa agora não mais só na cabeça do objeto cobaia-coitado-miserável, mas na sua, e de todos, incluso a deles.

Mas das projeção das suas metas, e o capital vetor sem ciência, consciência ou sequer inteligencia coletiva. Chances? Baixas. Já com outros instintos gregário-empático, e sobretudo com consciência e sobretudo a ciência as chances de acerto tanto das visões, previsões quanto das ações e precauções exponenciam da razão inversamente proporcional do mal ou ignorância ou estado de negação, seletivo ou não de todo esse bem comum ou da Humanidade.

Então não vai de novo tirando o X da questão, pega essa estrada e não larga dela mais. E bandeira branca, amor. Porque guerra é contra o mal da ignorância e a morte. E não contra o bem da vida, liberdade e paz. Então cuidado para não atacar o doente, ao invés da doença, que só se mata não nos sintomas, mas na raiz tanto da suas causas, quanto na prevenção de todas as suas possibilidades de manifestação fenomenal lógica, paralógica, analógica e ilógica contra a própria lógica e razão da luz da liberdade da ciência, consciência e comunhão de paz. Porque nem toda propaganda de terror é produzida só de desinformação ou micropartículas e ondas radioativas, tóxicas, naturais, artificiais, biológicas, químicas, psicológica, ou físico nucleares, mas estas da própria manipulação da potencia dos códigos ontogenéticos metainformação e metamaterial destes elementos e forças fundamentais, para a produção de partículas quanto de ondas que se propagam a uma razão exponencial não da função da onda, mas do campo gerador estocástico da sua manifestação e propagação regida pelo principio da incerteza, o fator indeterminante e não das pressuposições de predeterminação incluso os axiomáticos das teses e hipóteses vigentes ou mais prováveis e comprováveis.

É um ataque não só contra os sistemas e defesas imunológicas, mas paradigmáticos que para o bem ou mal os constituem como organismos em particulares e em coletividade, sejam esses organismo particularmente conscientes ou inconscientes coletivamente. Um dado mensurável da capacidade de previsão, prevenção e resposta inteligente coletiva desse organismo que se traduz em diferentes taxas (probabilístico-estatísticos) de sobrevivência (expectativas de [tempo] vida) em cada pessoa, num dado espaço e tempo, relação, e condição de vida. Uma equação. Onde que sem a somatória do X da formulação, seja como amostragem de comportamento do grupo, ou idealmente para cada átomo do conjunto universo, enquanto espectro assim mensurado do seu comportamento autodeterminado, permanece o que: um conjunto de apostas baseadas em pressuposições hipotéticas, e não um variável ou campo de probabilidades a compor a projeção da previsão do futuro para a tomada de ação e correção instantânea a todo instante e todo tempo, em tempo real.

Porém em observância do Kanban e jamais da sua generalização o Just in Time. Afinal o kanban que nasceu para para manter o alerta de sinais (comunicação) para que as provisões não parem. E não para a estupida redução de que custos ao limite da improvidência, imprudência e avareza de não ter as devidas provisões vitais, incluso dos servidores ou recursos que precisando estar sempre de prontidão para cumprir suas funções, já não o podem fazê-lo. O que de fato ocorre em desastres naturais vide o tsunami do Japão. Comunicação e Recursos Vitais não são custos, nem estoque (capital parado) são previdência e seguridade. E pais que não tem, sequer capilaridade, sistema nervoso, para saber onde está necrosado, onde falta, até porque se nega e renega a prover a circulação minima da livre oxigenação do seu sangue, é um pais em permanente autoasfixia, e gangrena. Não é por evidente um organismo nem dois organismo em relação mutual ou simbiótica, mas tantos quanto o forem os parasitas a devorar ou entredevorar sem seus Minutemen. Peter Druker explica, mas também o ronin, Miyamoto Musashi, e claro Alan Moore:

Porque quem vigia os vigilantes?

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Quem vigia eu não quero nem saber. Mas quem trabalha eu sei quem não vigia, nem atrasa. Mas esta sempre pronto. A qualquer tempo. faça sol, chuva, no dia me que chover canivete, ou no fim do mundo. Os minutemens.

Os fazendeiros e cidadãos que estão prontos para responder e entrar em ação (aqui a social senão vão achar que estou defendo guerrilhas) em um minuto, partisans, e não militantes, milicianos, e nem militontos. Os médicos e bombeiros. Os verdadeiros voluntários.

Porque essa crise pode ir longe. E de mão abertas, para bancar e trabalhar. Vamos precisar. O egoismo, está fazendo continuarem a entrarem em estado de negação. Acharem que amanhã. Tudo vai voltar a ser como era. Nem nos melhores cenários vai mais.

É tempo de contribuir mutualmente com recursos financeiros. Diretamente com quem você sabe que precisa. E quanto mais precisar e direto melhor. Pela ordem. Amanhã com ainda mais esforços, tanto maiores quanto menores forem os atuais. É pois um direito que dá reconhecimento a um fato ou lei jusnatural, tal e qual a declaração universal dos direitos humanos, feita ela haverá de ser. Resta saber qual é o tamanho das perdas que a humanidade precisará enfrentar ou causar mutuamente para chegar a esse entendimento consenso universal entre os sobreviventes. Bem a outra hipótese desnecessário explicar, qual é.

Voluntários da Pátria, e sua ALMA a Matter, o POVO porque desunidos somos um sindicato dos ladrões, unidos Somos a SOCIEDADE… VIVA.

Não acredito que numa hora dessas vou ter que perder tempo e escrever disso. Mas tenho. Voucher. É um vale que só serve conforme as condições especificadas na nota. Dinheiro é a mesma coisa. Ele vale o que está escrito na porra da nota. Quanto: tantos reais. Qual a diferença então? Aí fodeu. Principalmente quando o negócio é nota promissória de banco, governo, e pior esse governo que já não tem credibilidade, nem já em tempos normais com ele funcionando normalmente. Imagine com ele funcionando mal da cabeça, com um doido na estampa da nota de Nero, e ainda por cima não só com a província romana caindo, mas todo o mundo entrando na idade das trevas de novo, quem vai salvar doido, comer cocô, ou pegar nota promissório, só porque os doidivanas resolveram chamar de voucher. Pobre que tá morrendo, toma até injeção na testa, mas o comerciante, se não pegou o vírus do bolsobolivarianismo, esse não vai querer pagar a conta, porque sabe que esse aí, é como o promete e diz que paga tudo o que deve, mas como diz que não foi ele que prometeu, que outro pague, a China, talvez?

Vida loka, Jão. Verme, verme, é o quê, pastor, não pára nem no dia do juízo final, pára de bancar o maluco, nem o parasita. E o pior, é que, se funcionasse a bandidagem, quem ia ser louco de mandar parar o erro, ou a maldade, a custo de vidas? Denunciar sim. Mas até o corrigir se for gastar tempo, implicar em mortes, não pode. É um puta golpe oportunista. Porque numa hora dessas quem obstrui, coloca empecilhos, está impedindo da ajuda chegar, e portanto está matando gente. Pois bem, cadê a porra do dinheiro? Pelo mesmo princípio não só da economia, economicidade, urgência, mas da não continuidade desse crime já cometido contra a previdência, a seguridade, cadê o dinheiro?

Até Gilmar Mendes sabe, até porque nisto é doutor e lá na Alemanha que se recurso há, não há mais dilema entre a garantia do minimo vital e há reserva do possível. Aliás nunca houve porque se mecanismos financeiros de captação de recursos nos mercados futuros sempre houveram disponíveis para que o Estado se capitalizasse ou endividasse para outras finalidades, havia de haver também para essa que era a sua primeira proteger a vida dos seus cidadãos. E cada instante que ele prevarica, não é só o governo que está perdendo sua finalidade ou sua razão de ser, com todos que ele trai ou literalmente vai deixando a margem da sociedade, é o Estado. E não só por direito, mas de fato. Vai caindo na mesma condição de Bolsonaro se auto liquefazendo não porque está sendo atacado, mas porque é incapaz de dar cumprir sua função, e não adianta culpar ou atacar quem tenta denunciar ou tenta lhe explicar os fatos a ele ou a sociedade. O estado de direito não está caindo por falsificação dos fatos, mas sua incapacidade e seus agentes de corrigi-lo e corrigir-se até mesmo diante em dias de juízo e revelação de toda escatologia, e que exigem o exercício da luz da razão, e não mais escatologia, propaganda do terror, panico, discórdia, hipocrisia. Mas fiducia, crédito, credibilidade e em notas tanto públicas políticas quanto econômicas. Antes até que as econômicas percam também estas e seu valor perante as estrangeiras vide a Venezuela que nem precisou de outro parasita que não o das especies dos caudilhos. E a verdadeira ciência é como a natureza, ela não discrimina ideologias, e sim as bobagens que cada uma concretiza.

Então faz o seguinte pega e voucher e enfia para durante quatro meses sabe onde? no lugar dos seus salários. E enfia bem fundo nos seus próprios fundos, coloca para pagar quem não, quem vai perder o emprego e mais para sustentar o emprego incluso o INFORMAL de quem prestas serviços essenciais que não podem parar, e nem ir para o mundo virtual. Diferente do seu e do meu. Por isso. Que eu não espero. Nem fiquei esperando vocês acordarem para pagar, pago o que não só devo, mas preciso porque não sou só responsável mas não sou burro. Porque um dia a casa cai. Incluso se o papel, não vale, o que diz que vale, o vale. E não acredito (mentira) que chegamos mesmo a esse ponto. Um panarquista explicando a um hierarquista tem que explicar os papeis de cada um nesse grande teatro da vida para manter a ordem e o barco não afunde e senão todo mundo morra, que mais inocentes!!!!!!!!!!!! Eu sou da paz, ação e produção. Então mesmo que você não sejam, haverão de ser, não para o bem dos outros, mas seu próprio. Será que o vírus vai ter desenhar numa planilha? Ou um epidemiologista também vai ter que explicar? Vocês não aprende mesmo, não brinca com tecnologia que vocês não testaram, principalmente as das ciências e estudos sociais não de gabinete, mas os aplicados que lidam como vidas humanas. Isso é um erro quando não um crime.

Entre padre nosso ao vigário: eu imprimo papel moeda alternativo, vocês destroem sua valor e valia importância. Porque isso quebra o seu monopólio e autoridade central, desvaloriza a fiducia na sua moeda, que já está perdendo o valor frente as demais, entre outras coisas por falta de segurança previdência e imagem de um Cesar que não seja um Nero piroca-maniaco na porra da moeda. Não abre concorrência, não causa mais difusão e confusão. É esta nota. É este papel. E este valor. E ponto final. Parem de dar sinais e notas trocadas. Ou vão perder ainda mais capital social. Fiducia, capiche? A base de uma economia fiduciária. Confiança, reciprocidade. Palavra dada, ação cumprida e sem demora. Dinheiro na mão. Porque a autoridade de direito emana da fato e que não é força bruta, mas inteligência. Vide o vírus. Dá para trabalhar junto e em harmonia. Claro que dá. Mas em outras circunstâncias e com outros princípios fundamentos não só de trégua, mas um verdadeiro estado de paz.

Então não faz loteria, nem burocracia. Faz o que é melhor para as pessoas e não para a organização seja ela governamental ou não. Vocês nem fazem ideia do que boa-fé consigo fazer com um voucher. Imagine o que organizações de má-fé fariam. Ou será que isso que vocês querem e de novo, pela milésima vez, cá estou, bancando o tolo? Sem problemas. Tenho que. Não tenho escolha. Nem quem imprime dinheiro. Ou o quê. Vai colocar na nota de 1 real proibido comprar drogas ou usar para transportar propinas. Nos momentos derradeiros a irmã gêmea e siamesa da burocracia, também mata. A corrupção? Não esse é o pai. A hipocrisia. Mesmo. Tira essa mascara. E coloca o escopo correto porque não adianta escrever real, no que vocês mesmo tiram o valor. Liberalismo latino americano. Carestia e mercado negro no bolívar dos outros é refresco.

Veja como Voucher não é necessariamente um roubo ou uma roubada. Mas pode ser. No primeiro texto, conclamei as pessoas a contribuir com o projeto, imagine que eu emitisse uma moeda. Pergunta quem paga? Se é um projeto honesto como por exemplo o da minha amiga Fabi todos sabem que os envolvidos estão contribuindo automaticamente. Neste caso, o comerciante sabe isto não é assim? Que ele corre esse risco? Pior sabe o governo, o tecnocrata disso? Porque nem sempre sabe disso? Tem funcionário que é feito trouxa, acha que o chefe ou comandante vai honrar seus compromissos, promessas, notas inclusos as escritas e leva um nabo. O governo e bancos são devoradores de capitais, incluso o tempo e o sociais, com burocracia e descredibilidade, traficado como intermediários de falso crédito e agilidade. Veja novamente não confundir a ferramenta o financiamento mutuo, o capital, o governar-se, a seguridade social, a sociedade e os contratos sociais, e sua administrações e administradores públicos ou privados com as suas degenerências.

Porque se fosse numa sociedade privada ou pública o presidente, os acionistas e representantes legais dessem um golpe e tomassem o controle dos acionistas a família, a tribo, ou nação, os verdadeiros herdeiros da propriedade eles seria um sindicados de ladrões, privado ou estatal, privatizassem ou estatizam e continuariam a ser o que é um roubo. E unidos então ou mesmo uma grande mafia corporativa estato-privada e seus tecno-bureaus seus sicários, saiam esses coitados ou nem tão coitados assim disso, principalmente quando gostam e sabem muito bem o que estão fazendo e para quem.

Então se não é putaria e hipocrisia. Para de fazer merda. E faz o que é sério. E logo. Porque não dá mais para dizer que eu não sabia que estava morrendo gente. Quanto maiores as condições do programa na nota maiores as dificuldades que se impõe para a aquisição do bem e não o contrário. Logo maior o risco de alguém não conseguir nem se enquadrar nem cumprir a exigência. E logo bater as botas.

Tempo de validade expirado. O sujeito morre com a nota de brinquedo do monopólio na mão.

Cadeias de fornecimento quebrada, ou fornecedores fechados: o sujeito morre com a nota de brinquedo do monopólio na mão.

É muito ximango para pouco maragato nessa republica farroupilha sem trapos nem farrapos, nem lanceiros negros, digo de verdade.

Levanta uma bandeira branca, para quem só não mesmo se não quiser tem que ficar em paz. Meu deus do céu. Basta vocês, darem as minimas condições sem erro para que fiquem. Aos que estão presos nos presídios, e agora aos que estão presos em casa. Porque se o Brasil virar uma necrópoles, onde só quem teve meios para garantir a sobrevivência dos seus pais porque só os deles conseguiram sobreviver para contar a história. Quero ver vir depois chamar o papa, o pastor com suas ladainhas e jeremiadas para explicar. Porque o mundo é assim. É vontade e a lei de Deus quando é para enfiar os tributos e os dízimos no bolso. E a consciência e a responsabilidade de todos os cidadãos quando o cu finalmente fecha, incluso o de reis, presidentes e papas.

Embora a curva de aprendizado de quem pensa por esse olho e cobre favor exclusivamente da satisfação e entretenimento intestinos desses instintos lobo frontais, seja digamos mais retrasada e limítrofe como a dos próprios países onde esses organismos oportunistas se hospedam, mas isto são mera co-incidência, até porque não existem estudos científicos sobre estas co-incidências, cuja falta de estudos científicos também é mera coincidência já também é mera co-incidência que o capital que financia a ciência pertença à fundações empresarias, governamentais, e religiosas, que por sua vez não tem finalidade religiosa, lucrativa nem governamental, mas científica, religião, dinheiro, e governar é hobbie.

A razão social à finalidade humanitária e cientifica são com certeza a principal. É por isso que são uma verdadeira fonte, tesouro e banco de dados destes capitais e a ciência. Do outro. E por isso mesmo quando quero a verdade peço dinheiro ao cientista. A verdade de um pastor. Aceito precatório (com data de validade, faz-me rir) como forma de pagamento do governo. E ciência da previdência e seguridade social… de economista.

E eureka. Parem o relógio atômico do Einstein. Prendam Friedman que era comunista. Porque voucher! E que o povo faça fotossíntese. Porque assim como não existem germes, também não existe, oxigênio, não vejo. Nada do que eu não vejo. Nada do que eu não sinta. Nada do que não comece nem termine na ponta do meu nariz e umbigo existe. Scheele estava errado ao dizer que existe oxigênio. Só o flogisto. Que as pessoas se explodam. Porque pandemia no funeral dos outros é resfriado e histeria, espirrei é guerra contra a China ou os EUA. É o Armagedom. Mas e renda básica? Passa no caixa. Ou melhor depende. Se for de esquerda ele vai te dizer que os ricos, devem pagar a conta. Todos sem exceção, e como ele não é a exceção, mas também rico, só trabalha ele. Vamos bate lata, e chora junto, você a vazia, ele a de prata. Se de direita, será um pouco mais sincero. Vai te mandar trabalhar vagabundo? Ou tá pensando o que? Pensa que é fácil? vigiar você para ver se você está trabalhando e pagando as contas para trabalhar para eles? Dá trabalho. Por isso que tem mais gente trabalhando. Uns para vigiar. Outros, para coletar. Outros para te convencer a continuar trabalhando, até doente, ou parar de? Depois de passar milênios adestrando na fome e chibata para não parar nunca, nem morrendo. Se não é o fim de um Mundo, com certeza o fim de um velho mundo é. Mas não seja tão otimista, porque ao contrário do que dizem os palhaços bonzinhos, ou nem tanto da política, ou os políticos que só fazem palhaçadas, pior que está sim fica. É dado empírico. Mas não cientifica, porque ainda não publicado em paper, em inglês, revisado por seus pares, nem confirmado pela comunidade cientifica. Procedimento correto? Depende da analise de contraste, perto do arrancar a roupa e correr pelado gritando eureka, mesmo que tenha descoberto a roda, com certeza.

Eu sei, que nada sei, então melhor prevenir do que remediar, porque não só não de testei todos, salvo é claro correr pelado, não em nome da ciência nem da loucura, nem me professei cientista ou filosofo, porque isso seria crime de falsidade ideológica já que abandonei ambas sacrosantas Universidades do apostolado São Paulo tanto a de Filosofia quanto a de Ciências Moleculares, e a maior remuneração que já recebi na vida foi de 300 reais da FAPESP.

E isso não é ironia. É testemunho dado em conhecimento de causa e pela causa que agora não por minha causa, nem de ninguém é do Brasil. Coloca essa grana por cabeça, na mão do povo, e você vai ver de quantas renda básicas se fazem um Pelé, um Dumont, uma Cora Coralina, a inversa razão das probabilidades que foram enterrados agora não só jovens, mas até velhos nos caixões sem dinheiro na mão, mas como um cruz e agora também com um vale e um cartão de compras nas casas loterias e demais estabelecimentos autorizados.

Eis a arte do dar com uma mão e tirar com a outra, do dar cumprimento da obrigação no papel sem fazer nem gastar nada. Brasil. Quem vai pagar ver qual o resultado de mais essa roleta russa, mais esse experimento tecnocrático? Denunciar? De que adianta? Vamos nos unir e fazer pressão nas ruas? Quê ruas? Que pressão? Vamos falar? Vamos escrever manifestos? Para quem não vê, não lê, não quer nem saber? Escrevamos. Sejamos pois, previdentes. Sejamos conscientes. Respeitemos a pessoa humana. Imploremos. Eu não tenho vergonha de implorar. E de joelhos se preciso. Não façam isso com as pessoas. Perdão pelo meu exacerbo. Perdão se ofendo. Mas façam, mas façam direito. Porque não há maior maldade nesse mundo do que dar falsas esperanças e promessas para quem já não tem nada, senão o medo e a desconfiança e a traição por companheira, mais impostos, trabalhos forçados e precatórios e dividas para pagar e com juros sobre juros, e ainda tem que dar graças a deus. Porque tem gente que farinha de trigo com vidro moído tem. Se erro corrijam. e rápido, porque quem tarda falha tanto quanto com quem só fala e não faz. Mas quem promete e não faz. Ou entrega placebo no lugar do remédio. Esse se não o faz por engano, mas com o que acha que é ciência, pode não ser a cobaia, mas não é doutor é um verme maldito.

E não pensem que terminei não. Porque pobre é assim fica quieto e suporta até o que não devia, mas quando começa a reclamar não pára mais não. E quando perde as esperanças então de ser ouvido pelos demais. Aliás isso não é só com pobre. É da natureza humana, nem todo calar é consentimento, é ressentimento.

O pior é que aí que está o grande golpe final, mas quem aqui está com a razão? O povo ignorante que quer ir para ruas. Ou o tirano que quer pará-la? Obvio que com a razão o tirano. Mas a pergunta é, como é que uma pessoa chega a esse estado? De nem sequer saber o que é melhor para ela. O sonho de consumo dos autoritários e totalitários. E caso você não tenha notado o que é o produto aqui consumido eu explico. Gente e cérebro de gente. Imbecilizada. E idiotizada. Ao ponto de ficar igual aos bolsonaros, precisar ser tutelada feito um bando de debeis mentais, absoltos que se comportam não como déspotas esclarecidos ou ilustrados, que disfarçam sua taras psicopáticas por ter, poder e foder, mas doidos varridos e surtados, que não podem ser contrariados, com idade mental e emocional de crianças que não saíram da fase anal que brincam e acham graça de brincar com suas próprias fezes. Pessoas com baixíssima tolerância à contrariedade, e compreensão do mundo simbólico, figuras de linguagem, fantasia, realidade, hipersensibilidade a imagens contra a representação do seu e mundo, mas sem nenhuma compreensão do alheio nem o concreto sensível subjetivo, seja utopias as reações adversas e efeitos colateiras perigosos a ele e outras pessoas.

Como se chega, ou melhor como foi que chegamos a esse estado de condições que estamos? Onde um bando de imbecis, confundem união a submissão a tirania e idolatria ao totalitarismo e de novo?

Isso é o que estou tentando explicar para os meus filhos. E já deixei parcialmente explicado. E estou tentando terminar de escrever para eles. E não mais para nós. Porque perdão, para nós perdemos a nossa chance de impedir a última chamada desse trem em dezembro no caráter emergencial esse verdadeiro holocausto por falta de previdência e seguridade social universal. E em caráter mais de um momento histórico de potencial libertário da força motriz de todo capital social em 2013. Capital social e libertário perdido geracional amputado. Vácuo de poder totalitário teratológico criado. Entenda isso não é justiça divina. É matemática ontogenética toda maquina incluso a metafísica da historicidade que não se move sem potencia e combustão. Salvo o verdadeiro Tesla, o outro, é um embusteiro, sua máquina é como todo carro elétrico e não um fogão com rodas. O Estado e os Bancos idem, a diferença ou nem tanto é que as rodas que movem esse carro assim como suas suas fábricas são feitas de gente, bem como o motor de combustão idem coisas vivas ou animadas. Nada se move sem forças elementares, electromagnetismo, gravidade, as simples de forças lógicas simples.

As complexas de sistemas complexos. Quando você pega um animal ou pessoa e trata como um animal para executar uma tarefa repetitiva como se fosse uma máquina ou robô ou um besta, o animal já programado ou adestrado para executar movimentos ou comportamentos repetidos, loopings, de acordo com determinadas condições. Programadores de computadores assim como tecnocratas de programas assistências certamente entendem do que estou falando, assim como treinadores, professores ou neurocientistas, sabem muito bem das similaridades do condicionamento reflexo comportamental. Pavol-Skinner e depois, Mingura e outros experimentadores uns éticos outros nem tantos se cansaram de torturar gentes nesses experimentos econômicos, psicológicos e sociais. Para começar jamais um programa que envolva assistência social deveria passar nem perto da mão de uma pessoa desprovida da ciência ou consciência da história do que foi. Ver econometristas, economistas, matemáticos falando sobre isso, é como ver carcereiros nazistas, trumpista, ou até mesmo esses stalinistas e bolcheviques de merda passando pano em Jack, o estripador, eles não sabem o que é o holocausto urbano, e se sabem porque já passaram fome ou viram uma criança morrer porque algum filho da puta decretou que a mãe vai ter que ir na puta que os pariu provar que ela ou a criança existe para pegar o misere de enquanto ele choraminga com seus proventos, aposentadorias, jatos e o caralho do Lula com o furúnculo do bozo inflamado para ele espremer junto.

Nossa que revoltinha tá doidinho, leva pra casa. Não leva, sai da minha. E fui fazer morada junto da deles. Aprender na base. Porque piedade é coisa de cururu, e misericórdia então para quem não sabe é punhal espanhol, arma que não raro dizia para dar fim rápido e piedoso ao inimigo já abatido ou rendido, o que já em si é nojento, mas que por justamente confundir fácil o adversário até por ser pequena e quase nunca sair do bolso e da cinta era só tirada para se cravar nas costas mesmos, mais do aliado desavisado do que do inimigo porque esse já espera que pela frente é que os pregadores da industria da miséria da concórdia não vão atacar mesmo. Porque por definição seu negócio é, incluso das palavras, fazer mágica dos melhores ilusionistas semear: pobreza, problema para colher vender solução e riqueza. Notem que eu não disse que os problemas são uma ilusão porque nem sempre o filme de terror é só um filme. A propaganda do terror pode ser espetacular ou já pelo ato, tanto o discreto, secreto quanto o espetacular, ou hibrido. Mas a solução essa sim é sempre uma droga, seja como o triste espetáculo das falsas representações sociais como se fossem a cultura, ou a cultura do espetáculo já a própria da representação social, ou simplesmente simulacro da polis.

Voucher é uma ideia excelente tanto que é a base de todo código e lógica de programação do desenho da plataforma de Democracia Direta Governe-se, projeto que morreu no berço. Nem tudo deu certo. Mas fica a mensagem deixada pelo espírito da coisa, ou se preferir o logos, a metainformação dessa tecnologia social que morreu cedo sem viver nem crescer e que como ela não veio para disse para que veio, eu digo para que vinha, a saber: Quando ou se puder não aceite nota promissa nem promissória nem politica nem econômica. Emita. Não seja escravo de bancos nem privados nem Estatais. Pois eles, seja no socialismo ou capitalismo são um só. Se livre deles se reintegrado como pessoa. Una, a física, natural e inteligente, e não a corporativa, artificial, e alienada. Ou vai terminar comendo o que eles quiserem. Deixe totalitários, fundamentalistas religiosos e políticos chegarem ao poder e você vai terminar assim, comendo o que eles querem e ainda dando graças ao todo poderoso grande líder da seita, diga-se ele o próprio deus, seu filho ou mais modesto, só seu representante legal na terra, o único, porque monopólio supremacista e holocausto não alimentem concorrência. Nessas gerações comeram até sola de sapato. E povos trabalharam até morrer, e outros morreram na guerra, na bosta, ou em marchas ou campos de concentração de gentes de diferentes tipos, refugiados. Enfim… deu para entender.

Vote dando voucher. Pague em voucher. Na próxima eleição coloque condições só para usar para isso e neste lugar. E mais importante na hora de pagar o imposto. Só para isso, e não só para aquilo. Para pagar médicos. Não fundo eleitoral por exemplo. Até porque uma coisa caso ninguém percebeu precisa estar junta da outra. Pagar o médico precisa de fundos para isso e não para aquilo. E você que vem da onde? Não adianta reclamar. Se não há. É porque não tem recurso. Mas também se ele parar vai fazer o quê apelar para a violência, incluso a legal, ou negociar? Porque estado meu amigo é isso monopólio da violência, disfarçado de civilidade, e sempre leva quem tem o maior trabuco, ou pelo menos um trabuco na mesa. O resto, é como política, tribunal, cassino e tributo todo mundo sabe que é casa e o filho e amigo do dono que leva, mas não fala porque senão, recebe uma proposta irrecusável que depois todo mundo vai concordar do papa ou super-herói que é tudo mera coincidência, menos o morto, mas mortos não falam, mortos viram cinzam, sabão ou agora abudo por preços módicos sedento do necroregime incluso os próximos, os mesmos mas chama de Eco, que o capitão America pro Tarantino que o Bruce Lee é feio e que as baleias no rio Hudson são lindas. E o otário do Stalintarado já achou que eu já comprei o esqueiro dele também feito de pele de gente.

Não dê cheque em branco, para ninguém especialmente para quem deveria supostamente servi-lo e trabalhar, ser seu servidor e cumprir a missão escrita nesse cheque e o contrário. Exigir de você obrigações. Isso é o maior golpe da história, dado primeiros em pessoas ignorante analfabetas das letras e números. Agora que supostamente sabem ler contratos sociais. Ocupadas, preocupas, desocupadas e entretidas, demais,

Imbecilizadas, infantilizadas e medicalizadas demais para ler e entender tanto esses acordos sociais quanto mais para ler o próprio livro da vida e da morte que todo cosmo da natureza.

Só que não de quem de fato deve estar do povo. Porque se poder de tomada de decisão, que é a própria liberdade cai na mão de quem não é de direito fazer demandas, vira poder, e como todo poder tende a crescer, amadurecer se corromper e degenerar conforme seus custos e demandas e obrigações e censuras sobre a sociedade.

Da sociedade. Jamais dos governantes. Senão, você corre o risco de cair para onde estamos indo. Uma sociedade idiocratizada infantilizada e covarde que por mesquinha e covarde paga pau para ditaduras de esquerda ou direita. Achando lindo ditadura chinesa porque é governado por um deficiente mental. O que vocês querem, o Mourão. Vejam que com uma burguesia de esquerda ou direita dessas não é preciso golpes. Nunca teve. O golpe são eles. Eles não vivem sem estarem montados nas costas do povo. Não há um, nem dois parasitas. Mas três. O corona, os políticos, e a classe média, tanto a de direita, quanto de esquerda, a bacurau, que só fala, mas não faz só passa mandar a conta, e para o tal pequeno burguês. Que pela lei da relatividade não importa quão pequeno seja, pode ser minúsculo pode ser até um coitado dum camelo. São adeptos do foda-se. Do antes ele do que eu. Das transferências de renda, desde que alguém pague a conta. Não eu. Os mais ricos, gradam eles. Mas os mais ricos são seus patrões? Então os nem tanto… aquele meu vizinho. Whitefaces de uma mesma moeda. Como sei. Porque eu nasci, burguês. Fui treinado, criado para ser samurai e servir o shogunato brasileiro. Sou um traidor, um vagabundo, por homem onda, um proscrito, alguém que não pertence a classe nenhuma.

E só para constar a primeira morte do coronavírus.

Não não vou falar o que faltava. Porque se numa hora dessas as pessoas é a ela que faltava, é a nós que falta. Ao governo, e as burguesia de direita e incluso de esquerda que só choram e reclamam, mas que também tem pode ter flores na língua, mas escorpião no bolso como os nazi. Tutti buonna gente. Então julga livro pela capa não, nem guerreiro pela bandeira, quanto mais pela origem, ou mensagem. É em campo, ou campos, na ação e sobretudo na redenção que na ciência que as pessoas também provam quem verdadeiramente são ou não são. Porque é hora de levantar bandeira branca e ajudar a todos.

Porque não só os médicos, mas os lavradores, os caminhoneiros, os feirantes, os comerciantes, os porteiros, os caixeiros viajantes, camelos vão aguentar essa bomba, e muitos não tem emprego formal, muitos ficarão desempregados, muitos trabalharão no vermelho. A comida que chega no supermercado na mesa não cai do céu não. Dependente de toda uma cadeia solidária de interesses que não são só pecuniários, mas existenciais, e sociais, de coragem, e relações de gente que carrega essa pais nas costas, incluso os verdadeiros vagabundos cuja unica tarefa é se fingir de muito ocupado, preocupado e enquanto se presta aos interesses de quem de fato não faz senão cuidar de se locupletar da desocupação e expropriação da vida, trabalho e propriedade, liberdade, dignidade, autodeterminação, democracia, soberania, educação, livre sociedade, irmandade, concórdia e comunhão de paz. enquanto vão-lhes impondo como imposto e ou servidão outras ocupações obrigatórias, para lhes coitar, currar, como aristocracia, burocracia, tecnocracia oligarquia, feudal, colonial e agora ciberdesinformacional.

Que todos neonazis tupiniquins de esquerda e direita, seus judenrats, seus backdoors, seus cavalos de troia, biológico e epistemológico fundamentalistas idolatras (des)integralistas holocausticos e holográficos se explodam, mas deixem os porteiros empregados e desempregados em paz que nem na noite de natal, nem no day after, esses parasitas, param de brigar para ver quem como e quanto vai devorar. São mais falsos que suas promessas. E tão verdadeiros quanto o bitcoin bolivariano madurenho.

Depois não sabem porque no Brasil não se acredita em ciência. E como? No Brasil antes de julgar a população havemos de perguntar o quão infectado está o corpo das ciências, e saber se quem pratica as supostas faculdades cientificas as praticas em favor da ciências humanas, exatas e biológicas, ou de interesses outros e fundamentos científicos, mas em favor da produção da anti-ciência, a redução da mesma ferramentaria dos crimes contra a humanidade e logo luz da sua vocação a consciência para vida e liberdade de todos seres humanos. Uma verdade universal que ideologia nem ideólogo nem sequer ciência alguma pode violar porque não é só o ethos de toda prática da ciência. É a alma matter da Vida.

E quem a viola é, pode não ser um monstro. Mas é definitivamente um doente e precisa de tratamento humanitário e cientifico, mas não o manicomial, porque isso não é ciência é prejuízo e prejulgamento. É anti-ciência e desumanidade. Não é a fé na liberdade da razão, ciência e consciência. Mas o seu oposto, o caminho para a idade das trevas. E dá-lhe ignorância, desigualdade miséria e pestes.

Sei que falo com paredes que não me escutam, não me veem. Mas também sei que tem ouvidos, olhos e até mãos. Porque vira e mexe entram até em contato imediatos de 1,2, 3 grau comigo e até tentam me tocar. Umas amistosas outras ruins. Outros que nem sei quem são. Mas que na dúvida acabo afastando de mim porque gato escaldado tem medo até de água fria. Um recado, não para o hoje, nem para o amanhã.

Pessoas de um mundo completamente diferente do meu. Algumas amistosas. Outras nem tanto. Porque no mundo delas sou um completo alienígena. E que elas idem, no meu. Mas não se assustem. Não estou falando de ETS ou OVNIS. Mas de pessoas e habitantes do planeta Terra mesmo.

Pessoas físicas com corpo, inteligência e personalidade naturais.

Mesmo, gente, sem nenhum tipo de discriminação nem segregação de nenhuma espécie. Pura e simplesmente gente sem nenhum tipo de preconceito nem prejulgamento. Gente. Incluso as chamadas ou destratadas como indigentes, ou se fossem alienígenas, só porque indígenas, estranhas ou estrangeiras aos que acham que os outros não são suficientemente iguais, estão em número ou peso demais, ou são menos, ou inferiores vilões ou marginais porque não se prestam ou não se a seus super, ou supremos interesses desejos e agrados.

Conhecida, Desconhecida, Irreconhecida, Negada, Renegada. Uma ou 3 ou infinitas vezes até como digna de conhecimento, reconhecimento ou sequer do esforço da busca por saber se um dia existiu, ou não, se desapareceu, ou porque não. Onde, como, quando, porque sim, porque não. De onde veio, para onde vai. Qual será, o seu fim. Qual o seu sentido? Destino? Há um? Origem? Razão? Ela é passível enfim? Nada mais nada menos do uma pressuposição ou se preferir fé de que é quem procura talvez, talvez não, que desligado de tudo e todos, é e isso já é a primeira revelação ou achado da ciência da tomada de consciência da luz da razão que liberta: não acha mas será encontrado. E se isso será bom ou ruim, dependerá do juízo de quem acha e nunca de quem achado. O objeto, a cobaia, por definição não é cientista, nem o cientista que não é o dono da ciência de fato o o produtor das metas da ciência ou logicamente da Ciência da Produção da própria Ciência. A economia política da Ciência.

Que não é a Ciência da Economia Politica. Está servo, função matemática executada por gente ou máquina dos proprietários da Encomia Política da Matéria, Meios e Produção de Produtos, Controle, Qualidade e Consumo, transporte, comunicação e claro até de propriedades, faculdades, ou falta deles dos clientes usuários, não raro expropriados e roubados da informação, formação, metainformação, tanto a sua particular, quanto a comum, mas até mesmo prejudicados, retardados, infectados, e reprogramados emocional e ilógica, inconscientemente para se comportar também como meros traficantes, reprodutoras replicantes, retransmissores, propagadores da funções existenciais alheias em sacrifício do seu próprio código genético solidário-empático e sobretudo ontogenético libertário-gregário nativo e sobrevivência tanto como organismo em particular como coletividade.

De modo que num mesmo Universo nunca há 1 ciência e uma só consciência, mas no mínimo duas e tantas quanto houverem e se procuram encontrar comunicar e encontrar seja em guerra ou em paz nesse campo que elas mesmo produzem de concórdia ou discórdia da sua informação, ou desinformação que antes de o ser da sua formação é o da sua meta ou essência e transformação a ciência como consciência em paz ou em guerra, entre si ou consigo mesma. Dependo das suas disposições constitutivas que não só informativas, mas metamórficas, ou ontogenéticas ao código genético não só das ciências biológicas, físicas, matemáticas, mas as humanas, a toda a ciência integrada como fé na ciência como luz para toda a humanidade e não arma ou ferramente empregada ou serviço de interesses outros e alheios, políticos, ou econômicos, religiosos, não raro anti-científicos e desumanos. Porque, não são produzidos por interesses científicos,

A fé da luz da razão empírica. A fé de que é possível conhecer e fazer o bem através desse imperativo de humanidade e vocação da humanidade para a própria luz da busca da liberdade e verdade: a Ciência da Consciência.

E não com entidades jurídicas, corporativas, artificiais, burocratizas, privatizadas, nem estatizadas, nem as inteligencias artificiais, que se comportam portanto com se fossem, ETs, alienígenas, máquinas, IAs, deuses entre meros mortais, ou mesmo os nativos meros robôs, servos, terminais, terminais-burros, ou burros de carga ou cavalos de batalha, mesmo não o sendo.

Umas de posse ou em uso de telescópio, microscópios, maquinas de calcular e computar, e já não mais analógicos, mas digitais, e máquinas de calcular não digitais e até quânticos. Outros já com ferramentas muito mais potentes de visão e previsão que as do passado, capazes de ver aquilo que muitos chamam inclusive de futuro.

Ferramentas telescopia e microscopia digital, que em verdade não são ferramentas que aumentam o alcance da distancia, nem da dimensão dos objetos observados, mas compostas de uma outra lente de aumento, expansão e melhora da acuidade de outra visão: a do olho da razão. São telescópios que permitem a quem privilégiados por o possuir ou usar, assim poderão ver não só mais longe do que as outras pessoas, que por desventura só tiverem os olhos para ver os limites do seu delimitado horizonte seja o próprio, ou já o da sua cela, cegueira, ou paredes sejam elas feitas.

Telescópios e Microscópios que em verdade não usam só lentes analógicas, mas já lógico-digitais, isto é, números. Zeros e Uns. E agora, começam já o terceiro estado lógico o tal estado quântico que assim como o relativo todos falam pouco ninguém entendem, não de verdade. Isto é tem mesmo ciência, ou seja consciência de como estado da realidade funciona, ao ponto de conseguir transformar todo esse potencial como finalmente sabemos que estamos: não sabemos como estamos.

Isto não quer dizer que já estamos mortos, ou estamos vivos. Ou que somos mortos-vivos. Isto quer dizer que nós não somos quem pensávamos prepotentemente ser. Só os doutores da lei monroeinada das incerteza pan-germânicas: nós não somos só o her doctor, nós somos também o próprio gato, a puxar o gatilho contra a cabeça do gato-quântico shorediano hipotético, nós não somos apenas seres e não seres shaksperianos, somos seres não-seres, de branca-leônicos, gatos-pretos.

Ou outras ferramentas tecnológicas potentíssimas para efetuar tanto a observação quanto computar e processar os devidos cálculos lógicos que medir, mensural dimensionar, copiar, conceber, enfim fazer a espetrometria e projeção de tudo que é invisível ao radar e sensores das pessoas comuns, a percepção.

Ou mais precisamente seus radares e sensores.

Falando de visitantes de nativos de fora da terra, nem alienígenas ou mesmo indígena da suas melhores regiões e territórios do qual eu não sou o nativo.

Pessoas físicas jurídicas, e seus representantes que voltam se ligam e ligam para mim, conscientes ou não, que embora sejam pessoas e inteligencias naturais, por motivo de força maior estão a se comportar como se fossem pessoas, corpos de propriedades artificiais.

Primeiro nem me me vêm quando quando querem e e interessam veem como até entram em contato, para pedir mais. E até volta e meia entram em contado comigo, mas só.

Mas tem longa manus e bocas nervosas, para se tocar nem pegar nada. Cegueira, audição e ação e copi-reação seletiva. Sem problemas. Então presta atenção a quem manja de tecnologia de informação e produção de códigos de tecnologia social para a para todo o cosmos da polis e da urbes, nacional e internacional. Porque é para vocês mesmos que eu estou

Nunca abri nenhum código aberto de programa de plataforma ou tecnologia social que fosse que tivesse vírus, ou não tivesse sido testado na prática. Se outros pegaram e trocaram a lógica, a aplicação o problema é deles e dos modelos deles.

Sei que vocês os agentes governamentais não confiam no que eu falo, porque todos os programas nunca entreguei ou eles pegaram por sua conta e risco, códigos de programação de projetos sociais para eles que fossem capazes de funcionar. Mas ao contrário, deles nunca sabotei nada com cavalos de troia. Eles não funcionam.

O mundo não tem muitas divisões a direita e esquerda.

Não acreditou, que com tantas coisas mais importantes para fazer, vou ter que fazer isso: escrever. E sobre isso.

Com tanta gente precisando desesperadamente, com tanta gente morrendo e que vai morrer por falta de dinheiro. E eles fizeram mesmo isso: Colocaram mesmo Voucher. Não tem jeito, é mumbuca é voucher. Eles não se emendam jamais. O que eles não com uma mão não importa se com a direita ou esquerda não só já colocam o cabresto, como se preparam para tirar com a outra. E não é esse só o problema. Assim não só não funciona como deveria. Como se a coisa piorar pode nem sequer funcionar para muita gente, ou ninguém. Mais uma vez, bancaram o que são, neoliberais? também. Mas bolivarianos até a medula. Aliás, pior ainda, colocaram não, não, ainda: Vão. Já, Já. Esperem, mais um pouco, e na fila. Porque falta aprovar. Falta só combinar com a centrão e a oposição. E claro o Vírus? Dá um Voucher para eles, os vírus, digo os coronavírus, porque o outro não recebe em voucher, só em espécie e sem carimbo.

Isso é a prova capital de como a burocracia não só é burra e emburrece. Ela literalmente retarda e mata incluso os tecnocratas. Come tempo. Nada mais nada menos que tudo o que eles perderam de mais valioso, precisavam ganhar, menos se tem, e não podem desperdiçar. E pelo jeito sequer entenderam que exatamente o que desesperadamente estão ou deveriam estar tentando recuperar. Inclusive com medidas que vão além da renda básica e são oposto da que eles estão apostando novamente errado. Entenda, porque carece de explicações porque parecem medidas boas, e podem de fato funcionar, mas só se derem sorte. É como atravessar a rua sem olhar. Ou não lavar as mãos. Loteria e Cassino. E não previdência, nem seguridade social.

Voucher.

Para começar o voucher. É uma excelente. Ideia. Ou já era. Mas não do jeito que eles vendem. Mas justamente o contrário. Como tudo que eles vendem. Para quem não sabem Voucher é o seguinte, um cupom que você só pode usar para comprar determinadas coisas, nos lugares onde elas são vendidas, quando ou se estiverem abertos. Coisa que ninguém nunca parou para pensar. Porque não precisa, nem precisou. Salvo quem sempre precisou ou trabalhou com e por quem sempre precisa. Os tais lugares nem sempre estão abertos, nem sempre, tem o que a pessoa precisa, e como isso forma literalmente um esquema porque não tem o que os tais liberais tanto defendem ainda tiram vantagem das pessoas. Porque? Porque elas precisam e eles podem. Todos tiram vantagem, claro que não, mas isso não é mérito do sistema de voucher, mas defeito da burocracia. E isso não é grande problema. O problema é muito pior. Como fronteiras e rotas comercias, fechadas ou obstruídas, internacionais e mesmo regionais, as cadeias de transporte e produção e bastecimento se rompem e tais estabelecimentos credenciados e cadastrados, especialmente e justamente para recebem esse tipo de pagamento

Mas como explicar física e biologia e pior a economia da produção da cosmopolítica ciências para quem não

Já pensou se os problemas de verdade, quero dizer, os que o homem não cria como obstá-lo desnecessário e imaginário resolvessem assim, protelando e obstruindo a solução com papelada, seria o Paraíso e não a unica coisa que pode ser pior ainda pior do juízo final. O ter que esperar até para isso.

Então quando você ler as estatísticas e ver porque num pais desenvolvido, num lugar rico, e outro pobre, num governado por corruptos, tecnocratas ignorantes e egoístas, e outro, não exatamente santos, gênios ou honestos, mas nem tanto.

Filhos trancados em casa, implorando por atenção e que eu brinque com eles. E eu aqui escrevendo num aquário, onde não pesco, sou (o) pescado. Para paredes que não são cegas nem surdas, nem mudas, mas só só, tem bocas, olhos, ouvidos e principalmente longas manus para foder com os outros e comigo e tudo que eu já fiz e faço. Mas fazer o quê? Sentar e assistir?

Mas vou. Escrever. Escrever, não, laborar. Porque não sei fazer meu pão, nem do meu corpo nem minha alma. Não sei cantar, nem semear a terra. Mas aprendi a projetar e executar o que projeto de acordo com minhas posses ou possibilidades não as atuais ou dadas de presente, presente. Senão tava fodido e mal pago. Ou pior pedindo para me foderem e pagarem[1]. Ou pior, foderem como os outros e ainda por cima mandarem a conta, sem comentários.

Para começar a primeira é nem correr atrás, nem ficar esperando, mas para não se decepcionar, já nem projetar nada, nem esperar nada, e para não criar ansiedade aproveitar e fechar os olhos, porque não só correr, mas andar só o andar já cansa e causa ansiedade,

Ou fazer compras no supermercado, porque isso já fiz em janeiro. E só não fiz uma arca de Noé. Porque, primeiro Noé não sou. E segundo não tenho dinheiro. Mal consegui plantar ir plantar batatas como me mandaram e manda o humanitismo, não confundir o humanismo. Na filosofia de Quincas Borbas, sou definitivamente um perdedor.

E cá estou eu de novo. Trabalhando trancado na minha cela, ou home office. Auto isolado da família. Sem ver as pessoas que eu amo. Amigos. Falando sozinho, em guerra com um inimigo que é um parasita invisível que parece inofensivo, mas é mortal. E que ninguém acreditava que antes existia, até que enfim ele se revela. Tomando, providencias, sendo discriminado, chamado de louco e paranoico, porém que eu sabia que era real e que já matou muito gente e vai continuar matando. O coronavírus? Sim também. Mas esse é o efeito. Como o cientista, e o medico sabe para desenvolver um vacina e não só um remédio ele precisa combater o mal pela raiz.

Não vou bancar o santo não, nesses últimos 3 meses, não só estava louco, para escrever como de fato, escrevi, só não publiquei. Vicio maldito, esse e o de fumar tabaco. Se não morrer de um com certeza, ainda mais agora morro do outro.

Eu que não calei a porra da minha boca nem quando mandaram. Mas fechei por 3 meses para não ficar gritando fogo antes da hora, sem poder mais fazer nada nem previsões. Porque as previsões já haviam sido feitas nem continuar avisando dos perigos, porque aí seria ajudar a tacar mais fogo na lenha e terror no circo.

Porque assim como tem coisas que são obrigações de agir mesmo ao libertário por responsabilidade social. Há outras que são, como disse não vou nem perder, tempo, ainda mais agora, apontando para o o tamanho do crime que foi essa falta de prudencia, previdência e segurança social que foi e em certa medida continua sendo renegar esse direito universal a uma Renda Básica. tem tanta coisa mais importante. Mais preeminente que precisa ser feita e tanta vida, tempo, perdido.

Tanto tempo, vida, perdida, que de tão simples e necessário mais tão simples é como a próprio ar tão necessário ou que só conseguiram provar com ciência existia em 1772.

Sem problemas a circulação do sangue tão importante quanto, Mas não acredito que numa hora dessas vou ter que perder tempo precioso. Seu e meu tendo que explicar. Mas não pule. Por favor. Porque é importante, entender porque se eles não entenderem ainda. E nem você. Muita mais gente inocente vai morrer, vai saber quem. Por causa disso. Falta de inteligencia solidaria. Ou qualquer uma das coisas. Porque uma não existe sem a outra. E a proposito ao mesmo tempo.

Porque nem nessa hora se emendam, já dão pensando não como vão fazer para isso continue, e coisa assim, nunca mais se repita. Mas já como e quando vão poder retirá-la, e se não puderem como vão inverter o processo, transformar ele em uma forma de arrecadação para o tesouro, e imposição de mais obrigações tanto para o contribuinte quanto o beneficiário. E os cadáveres nem chegaram para esfriar e já estão colocando para ganhar em cima.

Isso não é nenhum esforço, nem mérito. Como estão dizendo. É obrigação governamental e responsabilidade social. Do Estado para com toda Sociedade, da alta sociedade e suas classes a baixas, e até quem está a margem dela, e suas redes e organizações. Mas não só dele mas da Sociedade não com o Governo, mas como toda população, incluso e principalmente com para que ninguém fique a margem ou excluído dela, haja ou não governo, de fato ou de direito, trabalhe ele contra ou não a sociedade. Seja a Sociedade plenamente livre, ou nem tanto. Ou seja senão uma sociedade feita de adultos plenamente emancipados, em capazes, e em são estado sanidade e consciência, ou senão ao menos o suficiente para exercer sua responsabilidade social sem cair ou decair na armadilha do estado carestia, nem de guerra a começar pela civil.

Há portanto 3 casos, onde um adulto que em outros casos jamais deveria estar preso não pode estar a solta quanto mais armado ou no poder: doente, louco ou já débil física ou mentalmente. É por essa razão não me interessa o que as pessoas fizeram ou deixaram de fazer. Porque não é tempo de briga, mas de paz e união. Não dá tempo, de apontar culpados, nem pedir desculpas. É nessa hora que quem fez tudo, certo não pode tremer, e mesmo quem fez tudo errado, tem sua derradeira chance de fazer alguma coisa que presta. Não é hora, de pregar medo, nem discórdia. É tempo de deixar as diferenças de lado. Nem que seja, só por enquanto, por interesse, e não se aprenda nada, é tempo de inteligencia solidaria e coletiva. E para quem souber quiser aprender alguma coisa que entenda, não é tempo de julgar as pessoas, mas de não julgar ninguém, e sim salvar, não é o tempo do juízo final, mas o da Redenção. Em face do momento derradeiro, seja ela qual for sua morte, ou a de outra, é quando alguém pode finalmente de se revelar, não como as outras pessoas dizem ou querem que você assim o seja, ou até mesmo como você tenha sempre sido, mas como você é. Algo que depende, única e exclusivamente da sua coragem de enfrentar o momento do momentos, o derradeiros. Nem todos tem nem terão tal chance.

Não dotados de não digo de plena ciência nem consciência, nem condições, saúde, sanidade, posses, poderes, para o completamente livre exercício da manifestação desse livre-arbítrio ou livre vontade vocação da humanidade para para a liberdade, nem como poderes ou posses totais, pois seria um tirano ou ditador, nem sequer como responsabilidade perfeita, pois seria onisciente e não meramente meramente humano, ou seja mais ou menos consciente dos atos e eventos, suas causas e eventos, que não só participa mas sofre em consequência, seja como incluso, como causador difuso, confuso, literalmente já em parafuso, em espiral e numa espiral de causas e consequências complexas onde mais importante do que contar a história, ou fazer história, da gênese desse circulo vicioso verdeira cela e cadeia escatológica que compõe esse arcabouço de eventos cronológicos, ou literalmente ditados pelo ordem de cronos, invertendo a seta psicofísica da termodinâmica do tempo, pela pela ordem da libertação pela força da vontade e determinação e sabedoria de metis

Literalmente invertendo a seta termodinâmica do tempo. Explodindo essa ditadura de cronos com a sabedoria roubada de metis.

Pode nem sequer ser chamado de esforço, pois é o cumprimento de obrigação. Feita não só do cessar de uma omissão, mas de seu descumprimento reiterado da mesma. Não nego que um esforço enorme gigantesco. Porém no sentido contrário. O burocrático da tecnocracia em negar e renegar o que para quem não sabe era pseudo-lei desde de 2004. Porque no Brasil toda lei que em favor da população, é gato. É feita não ser cumprida. Mas para ser contradição, senão as outras disposições em contrário, as suas próprias. De modo que quando não é simplesmente nula e sem efeito por sua própria conta, é por conta ou pondo na conta dos outros e claro da população, e uma conta cara. Uma mera representação sem efeito ou com efeito inverso ou adverso, feita a imagem e semelhança dos seus representantes e proponentes, que estão para a o universo da sociedade e o social em matéria como anti-matéria está para o universo cosmopolítico das cidadanias nos seus campos e cidades.

E sabe o que é o pior? Preciso é manter cada um deles, porque assim como eles sabiamente dividem a sociedade em diversas cabeças que se batem em discórdia sem encontrar uma verdadeira concórdia. Logo dominada. Também eles se dividem em diversas cabeças que discordam e também se batem, mas que ao contrário da sociedade não se deixam apartar de um mesmo corpo e interesse corporativo uno, e intestino o da máquina estatal.

Porém, para não dizer que completamente inútil, embora caríssima. Tem uma utilidade quando não é a simplesmente nula, ou sem efeito, seja porque fere direitos inalienáveis, seja porque não cumpre de fato nada, salvo não das oligarquias, feita de contradições, ou buracos dentro dela mesma para que como obrigação estatal seja portanto cumprida nunca ou conforme estava profetizado ou o que é a mesma coisa para quem sabe ler e interpretar mandos, desmandos ou mandamentos de toda ordem ou desordem pelos seu próprios código de programação analógico quando o mundo já tivesse acabado. Pois aí esta.

Isso não é esforço isso é prova de um crime. E material.

Tal provisão ao mínimo necessário com a falsa alegação de faltas de recursos, a tal de reserva do possível, ou seja que recursos sempre havia. O acesso e garantia ao mínimo necessário, nunca foi impossível não por falta de reserva do possível, recursos havia está aí, existia, alocada em outro lugar indevido.

Milagre! Deus Vult. Basta o cu fechar, e a água bater na bunda deles que os recursos aparecem. Onde será que estavam entesourados, no céu é que não eram esperando o dia do juízo final. Porque deus como a natureza não é ladrão. Mas pai e mãe dá aos filhos, justos ou injustos. Nem tão pouco é nazi nem fascista que deixa morrer os mais fracos em favor da sobrevivência e herança genética, memética ou território-patrimonial dos fortes, embora há quem interprete arbitrariamente ideologia maltusianas a esquerda ou direita a lei da seleção natural, desta forma e feita.

Afinal, quais interesses do executivo versus o legislativo, somados é claro ao butim do judiciário seriam mais importante do que isso garantir a vida, o necessário ao minimo vital? Porque previdência é isso. Seguridade mutua e universal para todos. Porque um dia a casa cai. E caiu. Mas como disse passado é passado. E é bandeira branco. E ideologias mortas. É hora da razão. Quando a água bate na bunda. E todos finalmente entendem o que é a escravidão: viver nessa prisão de feita de medo da morte como se fossemos meros replicantes, e não gente. Blade Runners.

Mas agora que a ficção cientifica e a vida no gueto virou realidade, para todos. Quero fazer um pedido, um pedido não implorar de joelhos, não por mim. Porque mim, por enquanto, porque filho da puta que sou já tomei dentro na medida das minhas possibilidades as medidas providencias desde de Dezembro quando parei de fazer previsões catastróficas e apocalípticas e holocaustos e afins. Porque?

  1. Fato consumado. Isso não é mais previsão é propagação do terror. Se você não tem medidas concretas para tomar.
  2. Não se pode paralisar nem com falta de ação, nem com desinformação. Ou até mesmo a informação de problemas, desacompanhas da devida solução propositiva: a ação de preferencia preventiva. Na falta de inteligencia e sensibilidade a reativa ou a mais rápida correção serve. Antes isso do que nada.

Então. Essas medidas não são só importantes. Elas são elementares, fundamentais básicas. Se não forem tomadas as pessoas morrem. É simples assim.

Estatísticas não interessam a seres invisíveis, leia-se microscópicos que atuam. Basta saber que melhor se quiser acreditar baseado no conhecimento de causa e experiencia de campo, ou usando o bom senso, que melhor seria pagar per capita, por cabeça de cada casa. E não por médias nem medianas. Por que a outra ponta, que não é irrelevante, e escapa destas estatísticas simples, que antes desaparecia como que por magica das estatísticas econométricas, pode até morrer de fome, mas não antes de tentar fazer o que é direito legitimo de todo ser vivo, buscar sobreviver, nem que seja só pedindo. Por numero de crianças quantas forem. Individual. No país da burocracia, quem não tem um comprovante de que seu filho existe? Infelizmente ainda existe. E infelizmente o governo está trabalhando contingenciamento e redução de danos, então reduza.

Talvez o leitor aqui pense, quem eu penso que sou? Com quem eu penso que estou falando? Quem eu sou. Não interessa cientificamente falando é X. Já com quem posso estar falando, eu sei. Paredes e estátuas que não escutam, ou melhor paredes que só escutam seletivamente, ouvem e veem não só o que querem e não deveriam. E se fazem de surdas e cegas para o que não deveriam. Mas não interessa, pois não modulo a verdade da informação, para não contrariar ou em função do estado de falta de ciência e consciência dos outros, mas em acordo com manifesta ação de ciência e consciência própria, devidamente mediada pela experiência racional não alheia, mas novamente autônoma.

Mas isso é papo técnico, logo para tecnocrata e cia. Eles fizeram o minimo emergencial, por enquanto, garantir o minimo vital. Essa é a vantagem da ação: mesmo quando falha alguns vão morrer pelo erro. Na falta todos. E na incorreção principalmente da omissão e falta de ação e eterno embate só da palavração todos que poderiam ser salvos, até mesmo aqueles por 30, 40,50, 60…100 reais dependo portanto quantos cada adulto autônomo que conseguir chegar a fonte, puderem sacar. Mas isso é só metade do caminho.

Falta outro serviço fundamental funcionando ao menos numa sociedade minimamente livre, ou que quer continuar a sê-lo, assim minimamente livre. Porque senão é Bolivarianismo de direita ou esquerda, é descivilização e militarização dos meios de produção mesmo, com choro e vela, ou sem, com oportunismo tirano ou não. Reclamar, portanto com ou sem fundamento, não adianta, porque se os mercados pararem. Alguém vai assumir o controle. E inclusive se não forem eles, serão outros.

A privação e necessidade move o estado de discórdia e guerra, a provisão dos viveres o da paz. E tanto mais rápido quanto maior for o vácuo da impotência da inação e coragem solidária , ou inversamente proporcional lento até a extinção tanto do ataque quanto o perigo frente as defesas da ação social-solidária que é mercado com razão e finalidade social. Que cobra quando pode e tem mesmo que cobrar. Mas dá de graça, quando quer e pode, e sempre quando pode e os outros precisam, se tiver o minimo de inteligencia e responsabilidade para viver em uma sociedade livre, e não num regime totalitário. Governa-se para não ser jamais governado. Usa sua liberdade com responsabilidade e até coragem, como os médicos o fazem, sempre que preciso. Sim todos temos que fazer nossa parte.

Dinheiro. Se o governo não tivesse como recursos, seria um voucher, cobrado novamente de toda população um imposto reverso. O que Delfim fez com o Brasil, o que Maduro faz com a Venezuela. Jogar papel sem valor que quem paga a conta, o imposto, é a população mais pobre que usa esse meio de pagamento. MAS ELE TEM. E QUEM O FINANCIA TEM. E PARA QUEM ELE TRABALHA TAMBÉM.

Renda Básica sem ação, só papel, é papo de maluco, que fala muito, paga nada e faz menos ainda, e ainda fatura em cima, e de cadáver.

Sem escorpião no bolso, e com mão aberta, não é o posto, é previsão, previdência, seguridade, segurança social. Paz justiça e liberdade sem tiranos nem tirania, nem idiotas e a direita e esquerda que só fazem reclamar e clamar para que deem mais dinheiro e poder para seus todos poderosos ídolos, que não fazem nada senão comer dinheiro e ato falho, confessamente, gentes e em contingentes. Idiocracias.

É o estado de insegurança social, que vira o panico e filme de terror, e terrorismo paraestatal, inclusive como todo bom vírus utilizando da falta de imunidade e defesas e doenças preexistênciais dos organismos e tecidos e células sociais, que literalmente perdem sua razão dadas e sustentadas por suas relações empático-gregárias. Mas usa o nome popular: AÇÃO POPULAR SOLIDÁRIA.

Corte quem só faz e não fala, não importa se é rico ou pobre. E a guerra de classes. Porque de um lado, ficam os que só falam mentiras e não fazem nada além de foder e chupinhar inclusive falando coisas maravilhosas. E das outros pessoas que mesmo sem ter aprendido a arte do saber falar, muitas analfabetas inclusive, que vivem sendo mandadas calar a boca, porque não sabem falar, sem que essa gente muito, muito sensível agora não suporta nem ouvi-lar de tamanha incorreção que é ficar sabendo do seus sofrimento ainda mais como reclamação. A censura disfarçada e correção politica que não espectro nem de direita nem de esquerda só tem incoerência mesmo. Só fala, pede, e manda a empregada fazer e ainda cobra imposto, dos ricos. Não dos pobres.

Então o rico tem que dar tudo e virar mendigo. Inverta a pergunta. Você tem que dar tudo e vivar mendigo? Quanto que você vai dar, e não cobrar. Para pedir que o outro também dê. Notem bem pedir, porque colocar a arma na cara dos outros, seja a sua, ou a do traficante ou miliciano ou mafioso legalizado ou não, não é, pedir é roubar. Salvo é claro que seja do ladrão. Mas não para si, mas para devolver para o dono, e sem enfiar no bolso, nem um centavo. Porque senão isto não é justiça, nem social nem burguesa, é roubo e quiça novamente latrocínio.

Porque sozinhos somos um bando de ladrões, e miseráveis, mas unidos somos o POVO.

Respeito. Respeito e confiança. É para quem tem. Previdência e Seguridade Social Direito Universal. E ciências autoriais de mutualidade social. Não adianta externalizar custos, nem clamar, transferir responsabilidades. Ou se assumi direitos e deveres em confiança e reciprocidade ou se delega, aliena e de duas não um mais sim três: golpe, falência e morte. Pois, a premonição e profecia se concretiza. E vai continuar se concretizando por profecia, é simplesmente cálculo que quando você aprende para um idiota ou idiocrata ele reage da seguinte forma:

Porra, mêu, caralho mermão, sai daqui, com essa boca de traíra, tá maluco, tá me jogando praga? E pior ainda se acontece. Porque querem cortar a cabeça do mensageiro.

Agora, atentem, e esse recado vai para os médicos, e cientistas, e todos que realmente salvaram vidas, hoje os que nada fazem aplaudem, para empurrar vocês para a vanguarda, enquanto se escondem na retaguarda. Sem problemas. Vocês não escolheram sua profissão atrás de pagas, nem de dinheiro, que dirá de aplauso ou váias, os verdadeiros é claro, que cumpre seu juramento que perdão o trocadalho, não de hipócrita, mas de hipócrates.

Não senhores, não confunda a piedade e misericordia com a verdadeira paixão que é a compaixão da solidaria e libertária. Piedade quando pedida é ato de rendição e quando dada o punhal que executa tal pedido para ser sacrificado. Quando oferecida é o ato de sacrifício que não é de quem executa o rendido, porque cravar uma faca no pescoço de ninguém, não é ritual de sacrifício para judas, os fariseus, nem do romanos, nem muito menos de pilatos Herodes, mas do cordeiro e só do cordeiro, tenha ele ciência da metamaterialidade do crime contra sua boa-fé ou não. Elementar, ainda que invisível aos olhos, meu caro amigo, ou irmão das armas desarmadas semióticas e epistemológicas.

Misericórdias eram um tipo uma faca longa e estreita, usada desde a Alta Idade Média para aplicar o golpe de morte (golpe de misericórdia, daí o nome da lâmina, derivada do latim misericórdia, “ato de misericórdia”) para um cavaleiro gravemente ferido. A lâmina era fina o suficiente para atravessar as lacunas entre placas de blindagem.[1]

Esta arma foi usada para despachar cavaleiros que haviam recebido ferimentos mortais, que nem sempre eram rapidamente fatais na era do combate com lâmina; poderia também ser usado como um meio de matar um adversário ativo, como durante uma luta de agarrar.[1] A lâmina podia ser empurrada através do visor ou buraco de olhos no elmo (com o objetivo de perfurar o cérebro), ou empurrado através de buracos ou pontos fracos em armaduras, como debaixo do braço (com o objetivo de perfurar o coração). A arma ficou conhecida a partir do século XII e apareceu nos armamentos de Alemanha, Pérsia e Inglaterra.[2][3]

Sim, perfurar o coração, furar os olhos quebrar as armaduras de Jorge. Quebrar a anima. Médicos sabem, que há mais que a genética falha não só por ela deve estar submetida a um ética. Mas a um ethos, que também não tem nada de paranormal, ele é o código ontogenético, ou o lógica da materialização. Ele é o sacerdote da ciência, que fez o que o super heróis, Supermoros peidam na tanga, não tem literalmente a moral para Ubermechens, colocar os palhaços assassinos no seu devido lugar. Porque a moral não vem do vácuo da arbitrariedade, ela vem da fé na luz da razão e ciência e que não se proclama em tese se adquire testando, testando com a experiencia que nunca para nem pode parar a de vida.

Porque quando se adultera a genética sem observância cientifica desta ciência da episteme da vida e liberdade, a metamaterialidade que não é regida pela lei da guerra mas da lei da vida, a lei da termodinâmica, busca novamente, o equilíbrio, a harmonia, ou seja, do nada que antes era vida, até mesmo das mais ínfimas formas de vida, que lutam para entrar em simbiose e mutualidade com as outras, renascem formas cada vez mais diversificadas, a uma vez, mais rápidas de vida, a partir da morte. A vida não importa qual seja sua forma, sempre vence quem a ataca.

Porque ela se alimenta de um fonte infinita de que não é energia, mas potencia física-matemática gerado de possibilidades, que não estão no passado arqueológico, na gênese, mas sempre no futuro que se atualiza permanentemente como uma singularidade, alterando a ciência e consciência, visões, previsões e teses, certezas e incertezas, que ou se corrigem e adaptam e aprendem a conviver a razão da força da autodeterminação do ambiente ou se extinguem. E isso não é uma luta entre raças, classes, nem especies, não é uma guerra como querem os totalitários e seus hipócritas e chupins das classes altas, medias ou e até mesmo baixas. Mas uma trabalho por equilíbrio re-adaptação e reequilibro orgânico constante.

Não é guerra, mas economia de paz contra a guerra. A mais difícil de todas as guerras de toda história da humanidade. Porque matar não é nada fácil. Mas ainda infinitamente mais difícil é salvar o companheiro de armas no meio do tiroteio de bombardeio. É esse o dilema atual. Entendam. Entendam como é mais difícil a luta atual que a da própria guerra incluso as ditas mundial.

Porque uma coisa é fazer guerra quando você tem a sua economia funcionando e está lutando em outro teatro de operações. Nestas guerras, salva para os países que são os teatros de operações como a Síria, e Europa os demais tem suas capitais e centros de produção e comunicação funcionando, e enquanto o tiverem podem manter o esforço de paz ou de guerra. Se tomada a capital ou esses centros. Já era. Perdeu, mané, perdeu playboy. Pode ser um vírus, pode ser 26 barbudos, pode ser vacas fardadas. Pode ser uma bomba, pode ser um bando doidos fugidos do hospício, não importa. Não importa. Porém falar, reclamar para doido, é a mesma coisa que falar ou não fazer nada, ou a pessoa está enganando os outros, ou se engando, ou talvez já desengana, não importa a gene do problema. Mas sim só a ação. Porque ação boa e verdadeira é como a má e falsa. Você e acontece. Depois, as causas assim como as consequências surgem incluso as cientificas se explicam. Por uma simples razão, elas não são feitas por milagre, mas de causas e consequências outras, ditadas não pela predeterminação alheia, que por definição aliena a autodeterminação suas e dos demais. Mas pelo conhecimento, reconhecimento e uso da própria força da determinação ou a força da vontade própria, como fator e vetor determinante da ação e reação que move a matriz, pela única fonte geradora ou transformadora da alimentação da energia nunca acaba, a potencia da Liberdade. Metafísica? Não metamatica da economia das Ciências Humanas. Incluso a Economia Política que antes de ser macro é micro, porque não há universo sem átomo, nem este sem suas partículas e ondas. E você é a partícula, você e onda. Akira, Ronins.

Porque se o Brasil é o País do Futuro da Utopia do alemão que viu Totalitarismo, ou do nosso profeta português dos Sermões há que se voltar de volta para o Futuro. Ação. E não papo de maluco, ou de gente que se finge de doido ou de morto para comer o cu até do coveiro.

E dá licença. Porque aqui não é lá. Aqui se a gente, para, de fala, corre, ajudar, e se banca e banca os irmão na santa paz, a gente morre igual eles e deles. Porque todo mundo morre. A questão nunca foi quando, como e para quê e por quem. O resto é golpe e de misericórdia.

Renda Básica, mas a verdeira, chega de presente de grego e cavalo de troia, seja ele de grego ou troiano, seja cagada de guerra mesmo. Se liga e faça você mesmo o que pode pelos outros o que eles imploram e precisam, e não o que você quer fazer com eles e não conta, inclusive na piolhagem. É tempo de bandeira branca. Não quero nem saber o que os outros fizeram, ou não fizeram de bom nem ruim. Mas para de falar e vamos fazer. Porque é tempo de redenção pelo ato.

E nem vem que não tem. Que botar criancinha bonitinha amarrada com bomba é estratégia velha, de yanques, cowrad, congue. Sai fora, Freaks. Num tem fátuo morganno aqui, não. Porque faz tempo que eu sei que até os anões um dia começaram pequenos.

Porque se vocês vão ser mesmo o bastião do nova ordem da humanidade, então como diria o Bruxo do conto de fadas de eslavo para eslavo, podem me matar, mas não me chame de humano. Porque eu não sou um deles.

Vida Loka.

E dá licença porque o bicho que é um homem, mulher ingrata que rouba e te mata, mas a culpa é sempre o do outro. Mas olho vivo na metanarrativa, e não na guerra de narrativa, senão se não aguenta nem ouvir historinha do chapeuzinho vermelho. E como vai aguentar a real? Não confunda o mensageiro com o apologista. Nem vice-versa. Nem o censurador disfarçado de sofredor, com quem de fato sofre, e que não é obrigado a ouvir o que não pode não quer, nem suporta. Quando tudo o que sai da boca mata. Quem aguenta se expõe, e ajuda a proteger os outros. Mas não é calando os demais. Mas protegendo quem é vulnerável da exposição. E garantindo que tudo aquilo que não pode jamais ser obstruído não pare de funcionar: vida e liberdade.

Eis a questão. Velhos vão ser mortos, crianças vão ser trancadas, tudo vai ser paralisada, para manter tudo como era até as últimas consequências? Ou vai se aprender que o povo não pode ficar rendida a merce da misericórdia dos seus próprios governos provincianos e impotentes ou pior das guerras dos superpotentes? Vamos assistir velhos sendo queimados, médicos morrendo e crianças sendo trancadas em casa. Porque não existe um sistema de previdência social preparado para todas as circunstâncias do mundo moderno, ou não? E se algum canalha disser que ninguém previu, nem se preveniu com ação e não só com papo. Mente. Leia esses escritos e as publicações da Renda Básica APLICADA, não como experimento, mas sem parar, e terá não só a prova que isso é possível. Como também a receita de como realizar isso sem ficar pedindo ditaduras de esquerda ou direita, comunistas, socialistas, nazifascitas, ou stalinistas, que por sinal caso não saibam tiram liberdades e não garantem segurança nenhuma. Vão é entrar em guerra sempre. E não é preciso ser vidente para prever, nem se prevenir disso. É só preciso ter um pouco de inteligencia coletiva e solidariedade. Ou mais precisamente um pouco, muito depois. E nem com todo dinheiro do mundo, depois que ele acabar, seja para todos ou só você. Lógica e matemática caso falte coração. Pascal explica.

Esquerda bacurau quer ganhar o Oscar desfilar em Cannes. Direta nazi, quer povo na senzala. Governo quer tributar. Banco quer receber divida. Advogado quer advogar pro diabo, e juiz quer soltar… todo mundo? Nunca só o diabo que pagar mais pros seus advogados. Então se liga, malandro, rico ou pobre. Inclusive, juiz, governante, advogado, esquerda, direita, nada disso interessa é teatro fora do lugar as artes, não é comunicação, propaganda, nem marketing. É só propaganda, engana e falsidade ideológica, quando não propagação de terror, ou já terrorismo de fato, como gerador, retransmissor incluso oportunista. Comunicação é dizer o vai faze, fazer o que disse, falar o que fez. E assumir e não transferir responsabilidade nem para fora, nem baixo. E cuidado com quem não assina embaixo o que fala, nem mostra o que fez. Se é que fez, ou está fazendo algo, além de mais uma vez falar para levar a ganhar em cima, e não fazer nada. O dinheiro tem chegar. E é como a informação por quanto mais pessoas passa, mas corrompido e faltando chega. Porque todo mundo quer tirar um pedaço. E quando você não quer pegar uma fatia, não só te acusar de louco, como querem fazer pior. Dinheiro da operação jamais pode estar embutido nos custos operacionais. Ou a instituição banca o custo, ou pede a contribuição em separado e prestas as contas. É assim que tem que ser. Seja ela governamental ou não. Ou do contrário até mendigo e o comercia tá pagando o imposto, sustentando sabe-se lá ou o quê. Armas talvez, contrabandeadas na dívida da moeda seja ela social ou não.

Dinheiro também é uma ferramenta. Uma faca, se usada como um bisturi salva vidas, se usada por carniceiros para praticar carnificinas, mesmo que for um bisturi, foge que é Jack, e ele sempre vem com aquela história vamos começar por partes, ou compartimentalizar as coisas, ou talvez saberes, e que tal gentes? Cada um numa caixa? Apartados em apartamentos, agora como tributos compulsoriamente e não como os loucos e lunáticos dos teóricos conspiratórios das fake news dizem que é tudo uma farsa. Mas porque o perigo existe! É feito em laboratório!!!! Não é do morcego!!! Importante ao cientista saber exatamente sem paranoia exatamente de onde veio, para saber para onde vai, para onde vai, e como detê-lo. E se não souber, calma. Que existem outros métodos e processos científicos. O que não interessa muito do ponto de vista estratégico agora, é quem choveu essa merda. Se é que a chuva, aqui tem um sujeito oculto, ou não. Interessa sim, tomar as providencias. Até para que poder parar e pensar, se for A ou B que medidas preventivas tomar. Porque agir e reagir sem pensar antes, seja contra inimigos naturais, reais já não funciona, os hipotéticos determinados por probabilidades o acerto já cai, mas os imaginários e fantásticos, aí as probabilidades vão decaindo a zero. E só não chegam completamente a zero. Porque o zero absoluto é uma impossibilidade físico-matemático, salvo se a própria potencia geradora das do logica ou padrão de possibilidades fenomenológicas e termodinâmicas autodeterminadas para o sujeitos, e indeterminadas improbabilisticamente aos observadores se extingua de vez, incluso como caos. Neste caso aí sim. Já é o fim do Universo, porque não só a vida como a conhecemos morreu, mas a sua fonte transformado eterna e infinita se apagou: a Liberdade. O equivalente para quem acredita em Deus, dele não só nos abandonar, mas cansado de existir, se matar. Não uma heresia. Mas uma contradição mais do que lógica, uma contradição ontológica.

Então como diria o racionais. Liberdade. E fé em Deus irmão, porque até do lixão nasce flor. E quem tiver ouvidos que escute e entenda a metanarrativa que não é de Violência, mas de Paz, Jão. Vida Loka.

Não quero parar tudo o que vocês estão fazendo, alias vocês só não, o padeiro, o lavrador, o trabalhador e servidor, o policial e o ladrão, sim até o lado e direito de quem carrega e é pregado na cruz, tio. Mas não prega nem prega que preguem nem a policia nem o ladrão, que dirá o médico que atende sem perguntar quem é quem. Como o verdadeiro herói. E só o é porque não julga mas cumpre sua missão que não é a de matar. Mas a de salvar vidas, não importa o custo, incluso a sua. Se o mundo gira e não parou, e nem foi ainda de vez terraplanado e planificado, é por causa deles. Tem gente que se esconde por trás do jaleco? Claro que tem. Assim como o terá, entre os pacientes. Mas você para o mundo. Para satisfazer a tara de controle ou vender controle. Ou banca o sistema mutual de confiança e reciprocidade universal? De desmutualizar, descapitalizar socialmente e vira peça do necropoder e sabão do necrocapitalista. Ou se liberta pelo trabalho vocacionado e não o holocaustico da sua vida e do próximo, e do próximo em progressão geométrica ou exponencial inversamente proporcional a falta de capacidade não de fazer guerra contra os organismo, mas de entrar em equilíbrio orgânico como eles. Porque caso você não saiba a cura, a vacina, não a remediação. Não se dá pela eliminação do inimigo, mas pela aquisição dos anticorpos.

A maioria dos inimigos continuam habitando e convivendo não só o planeta, mas o corpo, e alguns deles inclusive passam a entrar em simbiose, mutualismo como os organismo e são essenciais para o funcionamento do organismo, que é um bioma, é composto mais de micropartículas orgânicas epigenéticas do que das genéticas. Se isso não acontece, o organismo continua voltando e matando em ciclos endêmicos. Na arte da guerra biológica o velho principio mantenha seus amigos próximos, e os inimigos mais próximos ainda de preferencia como aliados, é fundamental. Porque do contrário, a longo prazo, ou mesmo a curto, dependo do grau de toxidade genética quanto morfogenética que esses organismo que não cuidamos de cuidar poderão acelerar suas mutação a razão da potencia, exponencial das mutações, que também dão origens ao canceres, a tentativa de diversificação dos seus códigos de interação com o ambiente hostil, seres, eventos ou fenômenos que para sua sobrevivência. É a lei da seleção natural aplicada a própria mutação que não é randômica, nem arbitrária, mas se acelera ou decai, as taxas de adaptação da vida. Ou em outros termos a facilidade ou dificuldades.

E se as privações dos meios vitais e ambientais não são tão toxico, e radioativo, ou mortal e acelerador das mutações teratológicas quanto a sua adulteração ou corrupção, também o são. Mas o sendo numa proporção menor funcionam acelerado do capacitação das forças motrizes. É por isso que o necrocapitalismo consciente ou não, usa da privação primitivas como motor alimentador da sua combustão de animas, de preferência sempre a uma razão mais amena. Para não estragar essa metamatéria-prima, na medida do possível da alienação o potencial autônomo. Porque sem nenhuma resposta autônoma a pessoa vai da condição inteligente para a negligente, desinteligente, e até a completa incapacidade de inteligir qualquer coisa, incluso ordens. É o ápice da brutalidade, brutalização da livre vontade, o estupro que senão coloca a pessoa em coma ou mata, mata a anima ou o que é a mesma coisa assassina lentamente, como um tiro ao invés na nuca na barriga. Causa morte? hemorragia estomacal, não disparo de arma de fogo.

Mas veja que mesmo nas piores privações e mais tóxicas condições de vida ainda sim, e traduzido cada vez em chances e percentuais menores é claro, ainda sim, há aqueles que seres e populações invés de ficar com sequelas, adquirem imunidade, se outras capacidades que não foram submetidos a tamanha pressão não tem, salvo em potencial para o desenvolvimento das mesmas. Essa capacidade super-ação ou reação. Não tem nada de super, nem de superior ou inferior, não ontogenética, por isso que mesmo desiguais inclusive geneticamente somos iguais, porque somos feitos da mesma essência ou metamaterial indestrutível e superdiversificável a metamaterialidade que se quanto mais é posta monstruosamente ou nazi sem consideração aos seus limites tanto seu atual potencial força de transformar-se não se muta como desejado pelo impositor e manipulador arbitrário de privações ou obstáculos, mas a uma razão desconhecida do manipulador, e em certa medida também do próprio manipulado.

Medida está dada:

1. Pelo desconhecimento da sua condição de cobaia, ou objeto. Ou o que é mesma coisa, das forças externas que agem sobre sue organismo tanto em particular quanto ambiental.

2. Da sua própria força de autodeterminação tanto particular quanto coletiva.

Duas coisas que cujo fator determinante é a força de autodeterminação. Ciente, consciente ou não.

Não da ciência e consciência da força de determinação e predeterminação de ambas, ou em redes complexas de todas as forças e potenciais que se integram e desintegram. Que são sempre uma proporção e incertezas. Probabilidades.

Mas incertezas que se equacionam a variação da somatória da preponderância a dos fatores determinantes: dadas pela função do grau de consciência dessa relação de forças motrizes e suas potências geradoras sobre os vetores (ele) e matrizes (mundos). De modo que a medida que a consciência de A da sua condição como sujeito autodeterminante da sua própria trajetória e logo dimensão temporal-espacial aumenta, também sobem suas capacidades de visão, previsão, ação e reação proativa ou responsiva a B.

De modo que quanto maior a consciência do observador sobre sua própria força de autodeterminação e potencial menor é do grau de certeza dos demais observadores quanto estado, trajetória, provável dimensão, atual e futura, menor a sua capacidade de atuação ou aplicação das forças.

Que não pode parar, porque carregar o Brasil nas costas, os justo e injustos, os que podem e não podem, incluso os chupim sem perguntar nada, nem julgar pela cara, nem pedir documentos, como os bombeiros para salvar ou prover vidas, ao invés de jogar pedras, ou dar promessas, ou notas promissórias. Deixo com vocês o ensinamento de Machado de Assis, aliás ele não um morto, para falar por ele, porque só os mortos lazarentos e portanto lázaros, que voltam podem falar a verdade que liberta:

Vai então, empacou o jumento em que eu vinha montado; fustiguei-o, ele deu dous corcovos, depois mais três, enfim mais um, que me sacudiu fora da sela, e com tal desastre, que o pé esquerdo me ficou preso no estribo; tento agarrar-me ao ventre do animal, mas já então, espantado, disparou pela estrada afora. Digo mal: tentou disparar, e efectivamente deu dous saltos, mas um almocreve, que ali estava, acudiu a tempo de lhe pegar na rédea e detê-lo, não sem esforço nem perigo. Dominado o bruto, desvencilhei-me do estribo e pus-me de pé.

— Olhe do que vosmecê escapou, disse o almocreve.

E era verdade; se o jumento corre por ali fora, contundia-me deveras, e não sei se a morte não estaria no fim do desastre; cabeça partida, uma congestão, qualquer transtorno cá dentro, lá se me ia a ciência em flor. O almocreve salvara-me talvez a vida; era positivo; eu sentia-o no sangue que me agitava o coração. Bom almocreve! enquanto eu tornava à consciência de mim mesmo, ele cuidava de consertar os arreios do jumento, com muito zelo e arte. Resolvi dar-lhe três moedas de ouro das cinco que trazia comigo; não porque tal fosse o preço da minha vida, — essa era inestimável; mas porque era uma recompensa digna da dedicação com que ele me salvou. Está dito, dou-lhe as três moedas.

— Pronto, disse ele, apresentando-me a rédea da cavalgadura.

— Daqui a nada, respondi; deixa-me, que ainda não estou em mim…

— Ora qual!

— Pois não é certo que ia morrendo?

— Se o jumento corre por aí fora, é possível; mas, com a ajuda do Senhor, viu vosmecê que não aconteceu nada.

Fui aos alforjes, tirei um colete velho, em cujo bolso trazia as cinco moedas de ouro, e durante esse tempo cogitei se não era excessiva a gratificação, se não bastavam duas moedas. Talvez uma. Com efeito, uma moeda era bastante para lhe dar estremeções de alegria. Examinei-lhe a roupa; era um pobre diabo, que nunca jamais vira uma moeda de ouro. Portanto, uma moeda. Tirei-a, via-a reluzir à luz do sol; não a viu o almocreve, porque eu tinha-lhe voltado as costas; mas suspeitou-o talvez, entrou a falar ao jumento de um modo significativo; dava-lhe conselhos, dizia-lhe que tomasse juízo, que o «senhor doutor» podia castigá-lo; um monólogo paternal. Valha-me Deus! até ouvi estalar um beijo: era o almocreve que lhe beijava a testa.

— Olé! exclamei.

— Queira vosmecê perdoar, mas o diabo do bicho está a olhar para a gente com tanta graça…

Ri-me, hesitei, meti-lhe na mão um cruzado em prata, cavalguei o jumento, e segui a trote largo, um pouco vexado, melhor direi um pouco incerto do efeito da pratinha. Mas a algumas braças de distância, olhei para trás, o almocreve fazia-me grandes cortesias, com evidentes mostras de contentamento. Adverti que devia ser assim mesmo; eu pagara-lhe bem, pagara-lhe talvez demais. Meti os dedos no bolso do colete que trazia no corpo e senti umas moedas de cobre; eram os vinténs que eu devera ter dado ao almocreve, em logar do cruzado em prata. Porque, enfim, ele não levou em mira nenhuma recompensa ou virtude, cedeu a um impulso natural, ao temperamento, aos hábitos do ofício; acresce que a circunstância de estar, não mais adiante nem mais atrás, mas justamente no ponto do desastre, parecia constituí-lo simples instrumento de Providência; e de um ou de outro modo, o mérito do ato era positivamente nenhum. Fiquei desconsolado com esta reflexão, chamei-me pródigo, lancei o cruzado à conta das minhas dissipações antigas; tive (por que não direi tudo?), tive remorsos.

Agora dá licença que eu quero viajar porque nem só desse pão vive o homem, e quem quiser que fique e venha, ficando ou indo…

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Fica aqui a dica, então porque não existe premonição nem profeta, o que existe é previsão e profissão e não só como arte da guerra, mas da paz. Não há solução magica, só os mágicos que contam os seus truques, e portanto não são ilusionistas, nem vendedores de ilusões, mas ou aqueles que desvendam truques ou pelo contrário usam do que os outros não entendem e não sabem como funciona para construir tecnologia incluso as sociais. O mesmo acontece como todas as artes, por sinal, que fora do seu lugar e razão socioambiental ou sentido existencial natural se tornam ou uma mentira deslavada ou espetáculo de horrores e erros crassos e dantescos.

Ou no lugar certo para as representações e atores inclusos tragicômicos cultura e educação: onde não se precisa aprender errando especialmente na vida sua e dos outros. Paulo Freire ajuda, porque o projeto é a escola, e a educação e a vida, sempre incluso quando esse processo é feito com ciência e consciência do ato que não é o simbolo e palavração sem significado, mas o a palavra e significado que ganha sentido pelo ação popular, que não necessariamente é comunista, mas há que ser solidária e libertária e popular, nunca populista, senão é fantasia e não obra e realização.

Vê-se que não falo portanto mais com esperanças no adulto, mas sim no futuro. Ou alguém acha que senão os mesmo guerreiros que sempre estão a me ouvir? Até o final. Bem mas vocês a paciências com os loucos e suas parasintaxes e que não são noias tem lá suas vantagens, não? A merda é a mesma, já a perplexidade, e falta de pré-caução nem tanto. Se as micromedidas vão funcionar, não sei. Mas. Melhor do nada, loucura, promessas, nota promissória, e reclamação. Obrigado, a todos que ouviram e contribuíram. Por causa de vocês, tem gente que hoje tem mais chances para viver. Poderiam ser mais? Com certeza. Mas seja lá o que for aconteça o que acontecer de esperar que vocês dessem uma mão e não só uma palavra amiga é que o futuro delas não foi decido num jogar ou discação de dados, falsos, verdadeiro, ou por falta de consideração como o x da questão. Não sei. Porque mesmo sem saber, vocês confiaram e não uma mais duas vezes. Porque nós estamos lá vendo. Vocês não.

Fazer vendo, é dolorido, de ver. Mas é uma tática fácil de mover sua própria vontade contra seus desejos. É praticamente impossível não fazer nada, salvo quando tudo dentro de você já está destruído por dentro, o que não é nem maldade, mas uma doença, e tratar as pessoas que sofrem desse mal ainda que mal façam, é não entender a condição humana, ou falta delas para o seu pleno ecodesenvolvimento incluso quando o que as pessoas carecem não são do básico, mas da atenção especial. E todos somos especiais. Por isso vejam que triste, e patético. a renda básica igual nem para ser igual deveria, mas equitativa devia, mas vai complicar o que mal se entende. Que aí é que nem o básico para começar tem.

Existe aqui um processo de engenharia que não só o social ou genética e memética, mas de desengenharia de produção e reprodução ontogenético. Isto não é meramente uma guerra de desinformação, é pela metainformação do código ontogenético do futuro. Uma ciência que envolve toda engenharia de produção, reprodução, programação da própria ciência e consciência dos métodos e processamento dos códigos ontogenéticos da metainformação dos seres e fenômenos. Uma ciência que emerge como processamento de dados e atua no plano do microcosmo e nanocosmo tanto biológico, quanto físico seja portanto da engenharia genética quanto informação, da edição, manipulação clivagem dos elementos fundamentais, sua clivagem, e substituição de banco de dados epigenéticos que determinam a suas respostas comportamentais imunológicas e imunologias as mais diversas variantes.

Não existe um problema na genética, física molecular, nuclear ou quântica, só soluções, salvo a desigualdade de ciência e portanto consciência da humanidade e logo entre pessoas e nações, que a matemática aplicada para determinar as certezas ou incertezas tanto de sucesso seja das previsões, experimentações ou já ações cientificas ou nem tanto subordinadas a interesses militares ou civis, leia-se para a paz ou guerra. Não tem uma ética como um corpo fenomenológico, ou logica epistêmica dos fenômenos. Essa ética ou ethos, é a razão, a lei que rege as causas e consequências portanto e não por acaso verificáveis e mensuráveis, e dimensionáveis no plano concreto de todas as clausulas e ações desprovidas da ciência exatas desse Ethos.

Mesmo agora com computadores quânticos capazes de sobrepor matrizes com a variável do campo da incerteza, essas analises de metadados quântica, embora superior a da lógica booleana ou digital, não é propriamente uma a emulação de uma analise, mas a simulação ou projeção aproximada estatístico-probabilística de uma. Não está a coletar amostra por amostra porque isto é impossível, já que não só se trata de infinidade de micropartículas em complexas correlações de forças não raro autodeterminadas, e não predeterminadas, mas por definição não-partículas. A própria potência geradora da força, a analise do campo de probabilidades físico-matemáticas que representa um ser-evento.

Tal objeto da observação embora não completamente indeterminado posto que sua campo de incerteza garante a certeza inversa e dela a possibilidade por exclusão o cálculo dos comportamentos prováveis posto que arbitrários ou erráticos ou caóticos, incluso quantificáveis por oposição ou contraste aos a interferência que produzem nos padrões ordenados. A espectrometria do caos ou do dado antes por improvável, ou até mesmo impossível, se prova possível e provável, porque deduzido desta formulação. Mesmo através dessa nova metodologia de cálculos se efetuadas apenas por contabilidade quântica, a ciência do código e sua ordenação se perde, assim como portanto a previsão da certeza de uma maior probabilidade não de acerto das causas e consequências das hipóteses aventadas e testadas, mas do grau de probabilidade de ter aventado todas as hipóteses possíveis.

Coisa que hoje cientificamente sequer é calculado, porque não existe nenhum método cientifico de produção e manipulação da ontogenética da humanidade sua consciência, embora se manipule produza e reproduza a sua manipulação não só fantasia e fantasmagoria ignorando suas consequências, mas já de forma descarada manipulando a ponta do iceberg dessas consciências e inconsciências coletivas metamaterialidade e metainformações que se transmitem instantaneamente posto que são um campo 5 dimensional, sem tempo nem espaço. E que alteram a própria gênese de toda natureza de forma que mais uma vez, o cientista a servir como um besta e ferramenta seus senhores que não são a ciência nem o povo, nem a humanidade, opera usando sem observar e renegando que aquilo que ele desconhece é um fato cientifico não binário digital, mas físico-matemático composto de infinitas possibilidades futuras para além das 4 dimensões e que não se calculam portanto nem rastreando ou fazendo toda a arqueologia da gênese dos eventos, nem projetando todas as possibilidades deste a partir dos dados aturais. Não são meramente campos (de) informação dados pela equacionalmente de cones futuros nem passados. Mas compostos que emergem a razão oposto dessa pressuposição totalitária, não são o objeto da sua visão predeterminista. Mas a singularidade que se manifesta como próprio existência auto determinidade segundo a razão de suas forças elementares. É uma função de força dada por sua potencia geradora. A sua certeza ou incerteza vem da observância deste fator determinante, que é autogeração ou forças elementares.

Ou o quê? Também acha a ciência totalitária que até os logos da potencia, ou padrões que geram a termodinâmica como possibilidades de combinação ou ordem tanto ordenada quanto desordenada, emerge da sua vontade da sua unica e exclusiva vontade e potencia e não da somatória desses nexos como interação complexa?

Notem portanto que soluções ad hoc como colocar um código de ética a parte ajudam, mas não salvam os fenômenos nem os seres. Porque nem a ciência a imbecilidade dos seres que se apropriam da ciência ou a usam segue tais códigos. Ou o que é mais importante. Fechar os olhos para como funciona a ontogenia não impede que eugenistas, predeterminista e totalitários, supremacistas e estatopatas, como chimpanzés numa cristaleiras façam ou crianças mimadas da mesma idade emocional-mental-conscio-consensual fazem quebram tudo, sem nem querer saber que merda vai depois. Perdoa-los porque não sabem o que fazem. 2000 mil anos depois. Deveria ser, mas não obrigação. Entender a psique? Já tem ciência que começou há pouco tempo estudar essa coisa chamada solidariedade. Que para todos efeitos dos patrões da ciência, não poderia existir. Como assim. E partindo de hipóteses também conhecidas como mandamentos ou pressupostos, perdeu-se um tempo desgraçado tentando provar que o côco, existe. Coisa por exemplo que a titulo de comparação de pressupostos ontológicos ninguém nunca o fez, não em sanidade que o egoismo existia. Ora afinal esse é o próprio pilar da velha cinância a do pau no cu do gato. Eu tenho certeza que sou eu, já o outro que prove a dele. A duvida é sempre razoável. Posto que agora há quem duvide que também exista, ou deva existir enquanto humanidade. Duvidas sempre da ciência metafísica, nunca da experimental. Posto que o verdadeiro niilista o honesto na duvida se existe, testa sua própria existência e não a do gato. E se tem certeza então que a humanidade não deve existir, demostra o resultado do seu exemplo para seus pares. Não contra seus pares. Uma diferença sutil que na hora por exemplo de distribuir rendas desaparece. Eu se não me julgo um completo imbecil, não dou minha renda, meu corpo, nem minha anima para outro gerenciar. Sou um homem da ciência. Um sujeito intelectual, já você não, você é meu objeto de observação ontem, estudo hoje, amanha de emprego nem queira saber, porque eu sei o que é melhor para você. E quando eu não souber. Lave bem as mãos. E todos sejamos responsáveis. E chama os general porque a experiencia não deu certo. Gentinha. Viu como eles precisam de instrução e tutela. Mas não estavam sob as suas? Pois é, precisam das classes intermediadoras e senhorais para instruí-los, porque sem elas não aprendem. E com não aprendendo posto que é pela experiencia, diz a ciência que se aprende a corrigir os pressuposições erradas sobretudo os preconceitos fundamentalista, precisam da senhorias para corrigi-las. Mas claro que eles são de outra classe de seres, os não dotados de ciência, e logo consciência o dirito da liberdade de desenvolve-la, posto que sempre há algo que sabendo o que é melhor para elas, e que não o faz porque para sobreviver as custas delas, jamais não é essas sua profissão, tanto que o faz de graça e para elas, e não precisa de tiranos. Isso evidentemente não vai levar a nenhuma idade das trevas, é ordem, progresso e progressismo, a próprio liberalismo, socialismo ambos cientificismos, a lucidez e a luz libertária da razão.

Nisso toda inteligência humana animal e vegetal, na verdade até a virótica é mais inteligente do que qualquer inteligencia artificial ou corporativa incluso a viva que ignore esse ethos. E mesmo as pessoas com inteligencias e sensos naturais ou artificias fracos e não os fortes como o meu. E com conexão de rede interna e externa que vivem caindo o tempo todo com as menores tempestades. Tem pessoas que dizem e acreditam em visões e percepções extraordinárias, extra sensoriais naturais e artificiais. Que podem ver as coisas antes dela acontecerem. Podem faze-las chegar ate ela sem mover um dedo. E se não dar vida, com certeza mata-las só com a palavra ou pensamento. Eu quando nem inteirão não consegui nem executar por vezes o que penso. Quase nunca consigo fazer o que falo. Nunca movi nada. A montanha nunca veio até mim. Sempre tive que ir até ela. E nem sempre ela sequer me recebeu, que dirá falou. Para conseguir o que eu queria, sempre tive que ter aquela pecinha magrinha que todo mundo que não tem nada vida, precisa aprender a não dar, nem vender ela mesma, o segredo da vida. Você pode dar tudo. Nessa vida, salvo a chave que faz rodar as coisas. Você. Salvo a quem por quem ou que vai te matar nessa vida, aquilo que você ama. Não porque isso vai te trair. Não é isso, logico que assim quem ama e espera não se morrer pelo aquilo que serve e vive, se sentirá traído, mas essa é uma criança que não entendeu como funciona a vida. Se sente corno, traído. Porque não entendeu a termodinâmica da vida. Você vai morrer.

Feliz de quem tem a chance e sabedoria e condição, vulgo liberdade de autodeterminar pelo ou para quê. A equação da vida é uma função existencial. Onde O sentido do eu de A pela mera somatória do elementos que compõe as propriedades ou faculdades ou elementos de A. Isto são objetos da matriz sujeito, não o verbo. Sua atração ou refração depende da função vetorial constituinte da mesma que é dada pela lógica ou razão que ele ordena ou indexa, os padrões dinâmicos da sua trajetória em função que desenha a forma geométrica ou arquitetura, quanto o que define a direção como que ela se produz enquanto própria dimensão da matriz. De modo que o matéria de atração ou gravidação é matéria de antigravitação e e antigravidade para a matéria constituinte da metamaterialidade constituída da potência geradora não só da matéria, mas do tempo-espaço. E aí você vai vendo que merda ou maravilha vai dar agora que o ser humano começa a redescobrir como manipular esse quinta-essencial ou substancia que não é a da unificação da física. Mas da vida. Ou do segredo da criação da vida. E se só falo assim mais abertamente e não em metáfora só agora e não antes. É justamente porque sempre soube que melhor ser relojoeiro que cientista molecular e ativista libertário de tecnologias sociais do que tecnocrata bureaus estato ou paraestatais. Mas agora segredo para quê? O que conto aqui não é nenhuma novidade não para quem é detentor privilegiado dessas ciências praticadas fora do principio da ciência. Como a manda as melhores práticas governança da NSA americana ou empresariais da CRIPTO. E as russas e chinesas? Seguem o mesmo acompliance e accountability do lido da criptoprocessamento de dados e metadados da produção cientifica para fins privativos-governamentais e cia. Ou você acha o quê que a ciência é uma virgem vestal que habita as nuvens platônicas como os bancos de dados da santa imaculada conceição das internetes livres e suas constantes atualizações de sistemas operacionais que não operam com métodos e processos de massificação semiótica e reengenharia de clivagem epistemológica. Não, isso é só eles só o cientista chinês preso, jamais ninguém pensaria em aplicar a ciência da metainformática para alterar a arquitetura ou introjetar códigos éticos utilizando técnicas de captura do tempo ou mesmo modelagem geométrico matemática dos algorítimos de comportamento, através da própria alteração ou edição dos códigos do própria padrão de comunicação entre os particulares elementares de um sistema orgânico ou não. Jamais.

Agora sem ironias. O problema dessa manipulação sem ciência e consciência e todas as devidas precauções que a ciência já deveria ter aprendido simplesmente do estudo e observação do pensamente anti-científico, e acientífico, ou da própria promiscuidade ou submissão da própria a estes. É justamente a falta de ciência ou negação da busca da mesma. que é uma disposição e predisposição a conhecer a verdade de acordo e produzir conhecimento em observância e consideração ao método que o produz não só a ciência enquanto tal, mas transforma a natureza de forma arbitraria e teratológica ou lógica e ordenada mesmo quando cria inovações artificiais que não só funcionam de acordo com interesses ou razões arbitrárias mas sustentadas pela própria ciência dessa episteme gerada de todo cosmo, como eco, ethos, polis, episteme, physis, liber, e a própria dita de todo esse logos.

Assim, quando manipular isotopos radioativos, códigos genéticos, simplesmente altera-los, pressuponde que as forças que o compõe geram a si mesma numa corre-la do ovo e galinha causas e efeitos fechados em conformidade atual estado de visão e conhecimento sem considerar os todas as possibilidades futuras, resultou em danos irreparáveis. E como saber o que não se sabe? Mas só se saberá pelas observações empíricas atuais. Jogando no lixo o mito de que:

  1. as causas ou eventos passadas determinam como se comportará as futuras nos efeitos já ordenados ou conhecidos pelas leis conhecidas e assim promulgadas (ate segunda ordem científica, mas até segunda ordem) pelo homus cientificos.
  2. as causas e eventos se não conhecidos ou reconhecidos pela lei da ciência não determinam o comportamento dos acontecimentos futuros, até lei da ciência consiga promulgue a lei e ordem.

E quantificado esses dois estados pela indexação de matrizes.

Mas é evidente que não vou conseguir terminar esses raciocínios, não em tempo. Que inclusive poderia ser simplificado, e depurado, por chatas e sucessivas e reiteradas, reflexões. Mas é epifania.

Então para encurtar a história, e fechar logo. O negócio é o seguinte todos nós fazemos esse processo de reengenharia reversa de manipulação ontogenética da metamaterialidade nossa de do cosmo, do dia que nascemos ao dia que morremos. A diferença e que não é pequena, já que um abismo de desigualdades e bombas nucleares metamórficas, é que agora alguns privilegiados, dominam com exclusividade essa tecnologia, o fazem usando o antigo método cientifico.

A ciência que se tornou portanto criminosa, ou já é tão imbecil quanto um bando de robôs assassino, porque ao identificar as evidencias concretas de novo campo morfogenético, ou metainformativo e não iniciar imediatamente a atualização do próprio método cientifico ao invés de aplicar um desatualizado que sabidamente é fundamenta na pressuposição de impossibilidade de cognição e mensuração, e existência do ponderável, mensurável, comensurável e até cognoscível como fenômeno da espectrometria cientifica.

Não é tão fora do normal assim antes, nem é tão fora do normal assim agora mas é um revolução industrial e cientifica e filosófica e religiosa, etc…completa. daquelas que ocorrem não de 100 em 100, mas de 1000 em 1000 anos, ou quiça 2000 porque dividem o tempo em antes e depois dela. O que ocorre aqui é agora, é um salto onde o ser humano passa da manipulação natural para artificial, e da artificial,para automatizada, e já começa a tomar e fazer ciência sem nenhuma ética nem consciência da ciência dos que chamaria alma das coisas, ou o campo de formação ou ligação entre tudo que existe.

O problema desde tipo de ciência desprovida de consciência, ou seja tão ciência da ontogenética dos campos morfogenéticos da metamaterialidade e que rigorosamente ela tem tanta ciência do mal que produz, quanto a eugenia e genética nazista, que hoje são convenientemente apartadas uma ciência outra pelo, mas no então não. E nem poderia ter porque nenhuma ciência baseada em chaves numa ontogenia cripto autoritária jamais estará segura nem a arquitetura da sua inteligencia que compõe sua inteligencia enquanto consciência coletiva jamais seja com gente ou IA será capaz de certificar de nada, que está por definição além da sua imaginação, porque é sua rede fenomenológica da produção do imagético: as ideias que não caem do céu, mas estão produzidas em lógica de programação em nuvem.E para lá retornam.

Porém, não como ideias, concepções mas como informação, ou mais precisamente da mesma forma que chegam metainformação,já alterada depois de processada. Esse é o segredo da vida e da alteração da programação da vida, e da reprogramação da vida. E no futuro da criação de seres verdadeiramente inteligentes, dotados de alma e ligados a rede do cosmo.

É isto que todo ser nesse universo faz vivo ou não e os vivos os fazem de forma mais complexa. pois são estruturas complexas. Fazem reengenharia reversa, da metainformação recebida, já transformada. Em outras palavras. Morrem.

Eles, e isso nos incluí, pegam a potencia metaformativa agora já como matéria que transforma a potencia das próprias interações e experiencias da vida, e usa literalmente como a matéria prima para reconstrução da sua alma matter. Há quem perca todo esse potencial literalmente fenomenal em calor, e viram cinzam, desperdiçam tempo, força, energia,matéria, em entropia, que não desaparece, retorna com potencial meta formativo. E ai que a merda acontece. Pois não meu amigo não é o fim, é só o começo ou recomeço de tudo literalmente. Esse metainformação realimenta a fonte geradora dos campos ontogenéticos da dimensão espaço-temporais de todas partículas elementares, todas as singularidades que emergem com fenômenos autogerados e autodeterminados enquanto lógica pela qual essa se constitui, que não vem do nada, mas desses padrões.

É deles que derivam portanto as chamadas forças motrizes, da vontade, consciência, vida. E é desses padrões geradores que a liberdade como potencia gerado da força de vontade literalmente em conexão, a metainformação se adultera pode estar corrompida, perdida, e ao invés de produzir e gerar vida, destruir, fazer a unica coisa que ontologicamente é capaz de fazer destruir. É a sombra espelhada do seu comportamento material, no plano metamaterialidade e que vai se desintegrando leia-se entrando em equilíbrio termodinâmico a medida que esse parasita não encontras as chaves noológicas para fazer a ligações.

Notem que esse processo causa danos severos às vítimas. Mas aqui vem o grande problema, dessa ciência que tocou a metainformação pensando manipular a metaformação que é a potencia, ou seja logos 5 dimensional por lógica o intocável, já que fractal, é o objeto de estudo da ciência que nunca está no objeto mas sempre na ciência do sujeitos. Na ciência que corta a carne nunca está na carne cortada, dela foge, nem nas mãos que segura a faca. De um escapa, e foge para não se perder, do outro se perde.

Logo não provoca só os danos dentro dos riscos calculados. Provoca danos sempre para além do seu controle. E na razão inversa dele. A vida ou reação dele como fonte criadora da liberdade. Não só capaz mas literalmente o metacapitor que faz a transformação do absolutamente nada em tudo. E não só em um ponto perdido no passado,mas em todo e qualquer lugar e instante do micro, macro, relativo, um gerador e transformador de potência constante que Tesla viu, não esse farsante fordista-eugenista de merda, não a fábrica, mas Tesla anteviu com gerador não de fonte de energia infinita, nem força mas potencia porque energia infinita, vacina universal, moto contínuo isso é ficção cientifica, já potencia é entidade matemática que manipulada para fins físicos e biológicos a partir da próprias correlações da própria materialidade, forças e inclusive outras potencia físico-matemáticas geram toda uma nova Ciências da Física , biologia e Ciência Humanas. As humanidades que precisa acordar que esse objeto de estudo é o que falta para essa vire ciência forte, e não fraca, um debate entre meras ideologias sem fundamento epistemológico: a verdade cientificamente verificável pela espectrometria da experimentação cientifica não dirigida por hipóteses fundamentalistas e dirigidas e contaminadas em sua cegueira seletiva e desonestidade intelectual que leão de chácara de cassino, ou fiel de igreja caça-níquel.

Porque?

Por uma razão importante não com a natureza da Liberdade da vida. Porque essa merda toda vai dar ainda mais merda. É muita pressuposição axiomática pouco calculo da fundamento da razão inversamente proporcional a insanidade prepotente a socrática: só sei que nada sei. E o quanto você sabe do que você não sabe é a ciência da consciência, ou do sucesso das previsões e realizações das ações, transformações cientes da ontogenética.

Vida a Liberdade. E delas o sucesso na principal o compartilhamento da sua metainformação que compõe novamente seu participação como advento no código metaformativo da potência criativa e TRANS geradora.

Uma outra concepção de valores e sucesso na vida, capaz de alertar as demais para o seguinte principio: Quando você esmaga ou elimina qualquer forma de vida, essa nem é eliminada, não existe anulação em termodinâmica, o sistema buscar a paz encontrar o equilíbrio, sem nunca chegar a ela. Porque a cada introdução de novas variáveis a complexidade lógica dos padrões, a coisa literalmente esquenta para esfriar novamente. Se errar explode, ou apaga.

Antigamente se bombardeavam por exemplo alimentos e até gentes molécula com radiação para produzir alterações esperadas segundo certo grau de certeza x incerteza das por certas probabilidades estatísticas baseados nos histórico assim quantificada. E ainda fazem, em outras palavras dava-se um tiro de 12 mais ou menos no lugar certo, e vê-se quem acertaram e vai reagir, a resposta é sempre fundamente, de ceto ou errado. Genética hoje coincidência ou não, exatamente o mesmo método de clivagem usado pelos vírus.

E já que eu troquei completamente de assunto, e nem olhei se a porra do texto do MP, se é que é MP do Guedes, ficou, como estava… porque sou um e não 300. E não vou escrever tudo de novo. O que tiver errado, fica sem efeito e valendo o espirito da coisa. Vamos ver o que interessa, porque há outros cenários onde a RB, nem voucher podem funcionar, que tenho analisado, ou rodado de fundo na minha cabeça em outra janela, enquanto escrevo…

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X-Textos: Não recomendado para menores de idade e adultos com baixa tolerância a contrariedade, críticas e decepções de expectativas. Contém spoilers da vida.

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