URGENTE: O MAIOR CRIME DA HISTÓRIA VAI SER ENCOBERTO PELO CAPACHO TEMER

Para quê o “mercado” quer um presidente mafioso? Para editar a criminosa MP 784, que anistia os crimes dos bancos e do sistema financeiro. Perto desse roubo a Petrobras é assalto à padaria.

Quem são os herdeiros dos Barões Ladrões??? “Tem que esconder isso aí, viu?”

A parada da MP (decreto) é a seguinte: o criminoso se banqueiro ou financista, vai ao banco central e fecha acordo de leniência, ou seja paga uma grana pros caras, se livra dos crimes que cometeu e não é sequer denunciado!!! Basicamente é a legalização dos dois crimes que já cometem: o crime financeiro e a corrupção, através da legalização da compra da fiscalização como “regulamentação” desse tipo de roubo. E tudo isso a margem da constituição, lei e direito. É a ditadura da mafia política-financeira tirando a mascará e declarando guerra de pilhagem contra a república e a nação.

Ou seja agora que os políticos , incluso ministros de estado (e presidentes) -que não passam de capatazes dos verdadeiros chefes, dos verdadeiros donos do jogo que literalmente bancam esses criminosos- resolveram abrir o bico e deletar…. os criminosos financeiros vão se anistiar exatamente como seus lacaios políticos.

Não estamos só falando da anistia para um das fraudes mais bilionárias da história, mas uma das maiores fraudes contra o contrato social. Isso é anistiar o holocausto lento daquele que mata roubando sem colocar (diretamente) arma na cabeça de ninguém, mas tirando covardemente o pão da boca de quem mais precisa e menos pode oferecer resistência, em geral crianças, financiando a troca da infância pelas infantarias.

Eis a MP dos diabos:

Para você ter uma ideia a MP conseguiu a proeza de despertar a revolta nos polos mais opostos da direita e esquerda que (nem propriamente honesta é!!!) junto com a crítica contundente dos estudiosos independentes mais moderados e menos suspeitos. Segue três exemplos que compõe o coro dos brasileiros:

Direta (O antagonista)

A medida provisória que dá poder ao Banco Central para fechar acordos secretos de leniência com bancos é uma das ferramentas mais poderosas de Michel Temer para acabar com a Lava Jato.

Ilan Goldfajn poderá perdoar bancos e banqueiros sem prestar contas à sociedade, e as instituições financeiras restituirão uma ninharia aos cofres públicos.

Os benefícios concedidos à JBS são troco de bala se comparados aos que o BC dará aos bancos. Ninguém vai recorrer ao Supremo para questionar essa MP?

Esquerda (247)

Em meio a toda turbulência do julgamento de Temer no TSE, o governo editou medida provisória que é um escândalo: segundo a MP-784 bancos que forem flagrados por terem cometido crimes como lavagem de dinheiro ou outras operações ilegais na mira da Operação Lava Jato poderão ficar livres de processo administrativo ou até ter a investigação suspensa para “atender ao interesse público”, caso o investigado assine um termo de compromisso com o Banco Central.

Além disso, o acordo permitido pela medida provisória, publicada semana passada, prevê um valor para compensar as irregularidades. Na prática, poderá até passar uma borracha no passado, e a instituição que desobedeceu a lei poderá continuar operando normalmente. E o melhor, para os bancos, os termos desse acordo poderão ser sigilosos. Essas regras são previstas na medida provisória.

Além dos novos acordos de leniência para o sistema financeiro, a medida provisória prevê solução para permitir que as instituições que admitirem ou forem pegas com práticas irregulares continuem operando. O artigo 12 da MP prevê que o BC poderá deixar de instaurar ou mesmo suspender processo administrativo já aberto se “o investigado assinar termo de compromisso”.

Já se sabe que o ministro Fachin pediu à Justiça Federal do Paraná que investigue operações internacionais de empresas envolvidas na Lava Jato, especialmente se houve envolvimento de bancos nessas operações.

Moderados (Cojur)

O advogado e professor da USP Heleno Torres afirma que, ao tratar de acordo de leniência, a medida provisória viola o artigo 62 da Constituição Federal, que proíbe a edição de MP sobre direito penal, processual penal e processual civil.

“Se acordo de leniência não for entendido como matéria de direito penal ou de processo penal, sinceramente, acho que serei eu a ‘jogar a toalha’, porque aí já não terei como dominar o casuísmo que se instalou no direito brasileiro”, afirma o professor. Para ele, a questão deveria ter sido tratada em projeto de lei, o que permitiria discussão maior sobre o tema.

A possibilidade de o Banco Central manter em sigilo informações que foram delatadas também é criticada por Torres. “Mesmo que seja apresentado como processo administrativo, por meio desses acordos de leniência crimes serão relatados às autoridades do Banco Central. E ele não pode se omitir a apresentar essas informações ao Ministério Público Federal”, diz.

Ele aponta que esse tipo de omissão impede uma atuação livre do Ministério Público, que tem a titularidade das ações penais. “Esse tipo de instrumento não pode ser uma ilha para afastar o Ministério Público das investigações”, complementa.

A publicação da medida provisória, que já está em vigor, acontece em um momento que nomes de bancos começam a surgir em delações premiadas de outras investigações. O ex-ministro da Fazenda Antônio Palocci, que negocia delação premiada com os investigadores da “lava jato”, é delator de grande interesse do MP por suas conexões com o mercado financeiro.

Ok.

A dominação da sociedade é uma tríade cultural, politica e econômica: arquetipicamente representadas por bancos, estados e mídias, ou mais precisamente os 3 grandes monopólios: o do sistema financeiro, o das forças armadas, e das grandes mídias. Nenhum deles é completamente submisso a essa organização criminosa, e pode abrir pontos significativos de resistência estratégica. No entanto é na cultura, que a sociedade principalmente a sociedade desarmada e descapitalizada tem o que resta da sua liberdade natural podendo concorrer ainda que não em pé de igualdade com as mídias e pensamentos dominados e influenciar e até mesmo pressionar os setores financeiros-econômicos e políticos-jurídicos-militares, de baixo para cima diminuindo a pressão com que são esmagados por essa hierarquia piramidal.

Temos hoje ferramentes para a expressão e troca livre e descentralizadas de informação em tempo real a longas distancias e entre grande número de pessoas que jamais tivemos em tempo algum. Essa ferramenta pode ser usada como o maior instrumento de imbecilização cultural da história da humanidade se for apropriada por esse capitalismo de Estado (e como sabemos com os escândalos recentes dos leaks já vem sendo). Porém, também podem ser a chave para transformar esse processo de escravidão globalizada em libertação cosmopolita. Isso vai depender não apenas de como vamos nos apropriar desse mundo das ideias, mas da forma que vamos usá-lo para preservar ou mudar o mundo real, mas sobretudo de quem vai dominar e exatamente o quê. Serão os monopolizadores do mundo real e natural a dominar também a rede mundial ou será a rede mundial que vai enfim livrar o mundo dos monopolizadores? Essa é a guerra cultural do século XXI, que se travará nos campos do trabalho e renda, e dos privilégios e direitos. E cujo resultado final serão ou novas (e enfim verdadeiras) democracias ou nas velhas ditaduras e tiranias de sempre cada vez mais mal disfarçadas.

Você pode até fugir dessa luta. Mas não tenha ilusões ela não vai fugir de você. Bem-vindo ao nosso tempo.

Apresentação da Estrutura Social da Renda Básica em Basel, Suiça em 2010.

X-Textos: Não recomendado para menores de idade e adultos com baixa tolerância a contrariedade, críticas e decepções de expectativas. Contém spoilers da vida.

X-Textos: Não recomendado para menores de idade e adultos com baixa tolerância a contrariedade, críticas e decepções de expectativas. Contém spoilers da vida.