Trump ataca: O que um supercomputador diria aos brasileiros se ele tivesse um? Se ele fosse feito made in Brazil vocês foram feitos de Idiotas, de novo.

Mas nem é preciso de um supercomputador para isso, um preto véio e duas cachimbadas ou um pouco menos de demagogia alá God’s Will e mais Maquiavel já bastava para deixarmos de ser os SpaceMonkeys do monkeybusiness.

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E eis que o Brasil vai caindo de novo nas ultimas fases do golpe dessa guerra hibrida. Guerra de propaganda. E propaganda de terror. Porque é isso o que eles estão fazendo. Seja como idiotas se passando por espertos ou espertos se passando por idiotas, o efeito é o mesmo. Terrorismo puro é o nome técnico do que esses agentes sabotadores infiltrados estão fazendo. Tanto Lula e seus militantes, quanto Bolsonaro e seus militantes estão fazendo. Grave no caso de um ex-presidente que responde por crimes de corrupção e não de assassinato, mais grave ainda no caso de Bolsonaro pela posição de poder que ele ocupa, ou pelo menos deveria se comportar como se fosse um presidente de uma suposta república democrática ainda que tão somente para efeitos representativos. Mas a ordem e da progressão é outra, é de retrocesso para preservar privilégios centenários domésticos e domínios internacionais. (…)

Muitos espertos achando que estão fazendo todo mundo de idiota, sempre brigando, ora até colaborando um com outro desde que seja para manobrar as massas, prontos para enfiar a faca nas suas respectivas costas, mas sem perceber um pequeno detalhe, enquanto tramam, eles também já caíram numa trama muito maior e vença quem vencer sua vitória será de Pirro, porque não vai levar, porque quem leva é quem está bancando a briga para levar os espólios dela. Talvez eles até saibam disso, e pensem que levam vantagem na trairagem. Não sei. Mas se enganem porque também serão feitos de idiotas e traídos, se é que já não estão sendo e sequer nem perceberam que já caíram numa armadilha. (…) -Do AI-5 ao excludentes de licitude: Do terrorismo paraestatal do “Partidão” ao terrorismo estatal

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Dizem que não custa nada avisar. É mentira. Custa. Mas calar sai mais caro. Dito isto quero contradizer quem diz que o mundo inteiro vai em breve entrar em guerra. Não, não vai. Já entrou. Ou melhor, depende. Depende do tipo de guerra que esta pessoa está se referindo. Porque para quem não sabe: o mundo inteiro, querendo ou não, já está em guerra, naquela que se convencionou chamar de guerra híbridas. (…)

Guerra hibridas é portanto o nome que se convencionou chamar esse tipo de conflito, porém eis que a guerra já está perdida nos manuais porque esta guerra já não é só mais hibrida, em termos de táticas e estratégias, mas de organismos, tecnologias inclusive financeiras, sociais, e jurídico-jurisdicionais internacionais. Estados-Nações e corporações transnacionais hibridas não são só armas, elas já são players nessa guerra. E player muitas são mais poderosas e na prática não só interferem não raro controlam direta ou diretamente organismos nacionais ou internacionais menores, leia-se como menos poder politico econômico, militar, financeiro e tecnológico. Poder ou capital, tanto faz eles não são metaforicamente sinônimos, eles de fato rigorosamente intercambiáveis incluso como meios de troca.

Tão antigo quanto a guerra é a corporação, ou organismo necessário para formar a moral de tais grupos. Integrar ou desintegrá-los com ou sem emprego da força de fato como arma, porque outros instrumentos e expedientes não só facilitam e diminuem os custos da produção e manutenção desses organismos. Eles são determinantes da competitividade, porque quanto maior for a necessidade do emprego da força de fato não só para desmobilizar a organização do inimigo, mas para mobilizar a própria organização você já perdeu a guerra e nem sabe. O problema é que a questão da moral é pensada de forma tosca e primitiva dentro de um padrão de adestramento ou ordenação ideológico, simbólico, mental, psicológico, cultural. Quando é um problema ou melhor fenômeno muito mais antigo que a própria preconcepção da moralidade ou sua normatização e redução como código ou mandamentos éticos, ou meros estados de disposição ou predisposição psico-comportamental ou sugestional ao comando alheio, especialmente como introjeção de ideologias ou respostas emocionais reflexo-condicionadas.

(…) É o significado do 11 de Setembro de 2001 que marca o início do século e dessa guerra que não é contra o Terror, mas é a guerra do Terror hibrida, sim mas generalizado ou globalizado. Não existe lugar no mundo, nem nacionalidade que esteja completamente livre e segura, completamente imune ao terror. Uma guerra feita não só de propaganda pelo ato do terror, mas pelo terror como ato de propagação do terror como propaganda do terrorismo já dentro de uma logica sistêmica de looping infinito, onde o terrorismo não é mais método, ou tática, contra-tática, mas verdadeiro estado de guerra não declarado difuso e disseminado cuja finalidade é o fortalecimento é o estado de vigilantismo corporativo global, porém não daquele velho modelo de Estados-Nações, mas já de uma nova ordem tecno-burocracia ou melhor de cibertecnocracia privato-estatal transnacional. Muito bem armada com e não só com ciência e tecnologia para tanto, mas com uma visão paradigma e pragmática de mundo como a qual a retrasado pensamento provinciana ainda agarrados em seus mitos salvadores da pátrio, refugos demago-ideológicos meramente adaptados improvisadamente para usar e empregar essas novas tecnologias de ponta, e ser sequer perceber serem usados e empregado como pontas de lança por elas podem competir, quanto mais fazer frente. E justamente pela razão acima explicitada, estão sendo também eles usados, porque operam num plano campo de batalha lógico ou melhor semântico-epistemológico que sequer tem ciência e tecnologia para dominam. Permitam-se ser mais claro e incisivo sequer tem consciência de que em seus credos obtusos e ideológicos estão sendo dominados e subjugados e manipulados ideologicamente como poderiam haver de ter qualquer ciência ou desenvolver qualquer tecnologia de ataque ou defesa que opere nesse plano sistêmico operacional de manipulação, controle e dominação que não é o meramente geopolítico, econômico cultural ou mesmo o psicológico. Não é o da mera arquitetura ou engenharia de métodos, sistemas ou processamento de dados, ou metadados, mas da metainformação semiótica e epistêmica não como guerra de tele-informação ou desinformação, não é por narrativas, projeções e ideologias, mas pela fé, verdade e realidade, nada menos do que o estado de sã consciência do real e sua valoração paradigmática.

Neste neste exato momento que escrevo, o problema em tempo real do Brasil (e mundo) não que estejamos sofrendo (só) de ataques desordenados de falsas bandeiras, e ou (xor) de macacos descoordenados na cristaleiras, mas um genuíno ataque orquestrado, e não meramente ideológico, mas epistemológico. Um ataque do tipo cavalo-de-troia. Não só tecnológico, mas institucional, cultural, psicológico, mas sobretudo epistemológico, e num plano semântico epistemo inédito. Inédito em manipulação não só dos projeção e narrativa dos fatos e eventos mas das capacidades sensoriais e cognitivas das pessoas ou mais precisamente das suas propriedades e faculdades intelectuais inaudito, para o qual guru, pastor ou liderança carismática ou escolástica alguma não só preparou a população, nem mesmo as melhores cabeças pensantes, incluso a sua própria, também vulnerável como todo o inconsciente coletivo.

Muito mais avançado não só em termos de manipulação das massas alienadas pelas ideologias e ideólogos domesticas dos países periféricos, mas também das inteligencias estatais e ideólogos provincianos incluso os honestos. Porque os desonestos a arquitetura do capitalismo privato-estatista já resolveu o problema faz com propaganda cultural de valores e moral dúbia e claro engenharia militar-financeira: golpes de estado e propina bem guardada em paraísos jurídico-fiscais.

Estamos vivendo não um choque de civilizações, mas de desigualdades de ciência e tecnológicas e (info)capitais usadas como armas para fins estratégicos no sentido clássico da palavra, fins militares mesmos. E claro financeiros, comerciais industriais econômicos informacionais, que no fundo não deixam nas horas derradeiras de serem provedores de recursos singularmente estratégicos a aumentar não a mera desigualdade de visão e mentalidade, ou se preferir consciência, mas a supremacia que define a hegemonia não só entre potencias, mas antes entre nações impotentes subdesenvolvidas e as desenvolvidas, estás sim que vão disputar quem irá disputar que irá prevalecer e desenhar o mapa-mundi e como ele deve ser visto de cima para baixo, ou da direita para esquerda, ou até mesmo se redondo, dinâmico e plural ou planificado, centralizado e estático.

Uma batalha não só entre nativos e alienígenas com armas infinitamente superiores. Mas como armas de alucinógenas não só químicas, psicológicas culturais, ou culto-ideológicas, demago-ideológicas capazes de desintegrar a moral e união de um povo. dividir para conquistar. Um ataque que nem sequer estamos vendo, e se vendo, não entendendo direito. Porque nem sequer temos lentes semióticas para lidar como esse tipo de guerra que não é da (des)informação, mas metainformação.

Uma guerra que sequer estamos vendo direito o verdadeiro inimigo, porque não é a mera guerra por mentes e coração dos seculos retrasados, mas por almas matters e espíritos das coisas, a guerras do futuro que não são info-tecnológicas mas conscio-noológicas. É a guerra não pelo domínio domestico dos campos formais da matéria e informação. É a guerra cosmopolítica e pelos campos seminais e siderais metafísicos da metatransformação das formas, informações, e metainformação. Nada menos que o domínio da preconcepção alienada do céus e terras e seu destinos que está em jogo. E logo não é a tao que as pessoas sintam que lhe faltam o chão ou que o céu parece desaparece desabar sobre suas cabeças. Porque o olho determina a razão (e loucura) da visão paradigmática de mundo. E os paradigmas estão em plena convulsão, revolução e guerra pelo espirito do não só do tempo ou do espaço, mas da fio condutor da vida, a volição não dos movimentos que já eram, mas que hão de vir a ser.

Não é só a luta de narrativas entre o bem o mal. O buraco é mais em cima. É a luta pelo domínio da livre-arbítrio e sua arbitragem, a livre vontade. O domínio sobre a força elementar e universal, a liberdade, sem a qual não existe o fenômeno da moral, e a noção de bem e mal não passam de mera programação de códigos éticos e morais alienados projetados e introjetados do parasita ao hospedeiro, e não um estado de espirito ou consciência nativo emancipado autodeterminado de fato independente e ciente e dono do seu destino como futuro. O próprio domínio do jogo da predeterminações e autodeterminações das predestinações, ou próprio destinação das pessoas, povos, nações, gêneses e gerações. Nada menos que tudo que está posto na mesa de apostas, e na revolução e guerra que se inicia nessa era que marca a idade contemporânea não de um novo século, mas de fato um novo milênio.

Incluso agora o não só o democrático mas o da própria coisa pública. Para quem não sabe, não só o pilar fundamental de uma verdadeira democracia, mas sua alma. O espirito republicano que está para a fundação e fundações das democracias tanto as clássicas quanto as modernas como a alma está para o corpo. O respeito sagrado ao bem comum como não só como mera coisa mas bem maior, como bem público é a alma matter da revolução das democracia por oposição a todas as formas de tirania.

Mas que espirito republicano? Se não temos capacidade de processamento de dados para cair na real dos problemas atuais infraestruturais de desenvolvimento qual estamos décadas atrasados, que dirá para lidar de mentalidade, que neste caso estamos séculos. Como uma inteligencia pública que não consegue compreender que a falta de garantia de um minimo vital na era do fim do empreguismo e trabalhismo será fatal pode compreender que o ataque a instituições basilares da fundações democracia e republicana é uma ataque de sabotagem, consciente ou não, da nação?

Como escapar desse debate retrasado e embate retardado de disneylândia tupinicana decaída acontecendo agora? Se não temos capacidade de processamento de dados nem metadados para sair dessa armadilha, não temos inteligencia nem natural nem artificial para escapar dessas maquinações e artifícios e armações alheias? Porque o que está acontecendo é que estamos (de novo) caindo na armadilha. Até porque nunca escapamos completamente dela, ou saímos desse buraco. Pois enquanto nos desintegramos numa luta tribalista faticidade e insana por hegemonia de fés, cultos, ídolos, ideologias, demagogias, enquanto estamos nos armando e sendo armados para nos matar por senhores e seus pregadores vendidos da guerra e discórdia, eles esfregam as mãos, para enfim tomar o que queriam sem precisar fazer o sujo, a riqueza das terras arrasadas e corpos pilhados de uma nação agora governada por tiranos ainda mais constitucionalmente provincianos e vassalos e alienígenas, ditadores de republicas de bananas, ou reizinhos de dinastias tropicais provincianas.

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Enquanto nos países subdesenvolvidas, a inteligência dos estados maiores, a idiocracia provinciana luta essa guerra hibrida usando os velhos e ultrapassados manuais do “conquistar mentes e corações” do século XIX e XX, meramente reciclados e maquiados. e adaptados tanto ao respectivo espetro idio-ideológica das suas bolhas quanto as tecnologias de última geração importada que (importante provém) a formação destas bolhas; ou seja enquanto os idiocratas tupiniquins lutam peça hegemonia domestica da idiotia sobre sua população nativa. Essa ciber parceira privato-estatal, essa novas companhia das índias, destinada a fazer negócios, não na ou só da China, ou made USA, mas já de outro mundo. Negócios cujos provedores são fermentas hibridas jurídico corporativas e tecnológica transnacionais usadas como armas em todo e qualquer campo incluso do saber. E que operam forma cada vez mais autônoma e automatizada, neste caso operando a guerra da demago-ideológica da desinformação através da tecnologias da tele-comunicação e informação de forma inteligente contra a pseudo-inteligencia dos ultrapassados serviços de inteligencias dos Estados-Nações, expropriação propriedades intelectuais e intelectos tanto do patrimônio nacional, estado, população e da próprio serviço de inteligencia, retroalimentando o capital informacional e financeiro destas máquinas tanto no plano financeiro quanto operacional como info-capital na exata medida que não só fazem de otários, ou de idiotas úteis, manobrando a próprias elites “pensantes” provincianas como massas, mas literalmente subtraindo delas seu capital cognitivo intelectual, em todos os planos e dimensões: privacidade, segredo, propriedade intelectual, e principalmente intelectualidade. Impondo a conformação do real alienado não só dependente, adulterado e irreal, mas já anêmico, ignorante, desconexo, alucinado, sabotado, cheio de bugs, backdoors, e o mais importante sem nenhuma propriedade, autoridade, autodeterminação, soberania, liberdade e capacidade autônoma de intelecção salvo a falsificada a induzida por não realidade virtual construída não mera projeção ideológica mas por introjeção semântico-epistemológica da servo-alienação, e uma alienação não só servo-idiota, mas miseravelmente imbecil e ignorante , ignorante da sua miséria e imbecilização prepotente de esperteza desprovida de identidade. Algo que repito já existia, produzir tecnologia automatizada para produzir autômatos ou vice-versa é em essência a base do ciclo da necro capitalização da vida e liberdade alheia que reproduz a lógica dos sistemas de capitais inclusive como processo revolucionário de industrialização e produção de novas “maquinas” ou recursos e “empregos humanos”. Mas jamais numa escala de produção em massa e reprodução industrial via tecnologia da automação tão derradeira automatizada dos métodos processos e comportamentos dos seres humanos para a automação dos recursos e meios de sistema tão eficiente de domínio-domesticação das populações (e lideranças) alheias como massa massificada de autômatos como uma idiocracia de servo-idiotas que se acham geniais. Fenômeno que também ocorre nas potenciais e não só nos países subdesenvolvidos. Sinal de que a queda não uma guerra contra os subdesenvolvidos. E sim que somos o elo mais fraco da corda. Mas um sistema em plena ruína ou falência, ou como mencionei em ataque ou liquidação.

Assim sendo, enquanto trabalhamos com dados de uma realidade falsificada, quem falsifica não só a realidade, mas a expropria vai se necrocapilizar sua inteligencia artificial alienígena, tanto da nossa propriedade intelectual nativa popular informal e informacional, quanto das faculdades intelectuais e formadoras imprescindível para lidar com a realidade. Enquanto perdemos tempo precioso nos entretendo com passatempos, ou paralisados por brigas de insanos imbecilizados tanto os maniacos por poder quanto seguidores fanatizados por esses ensandecidos. Os estados maiores superpotentes, alimentam e manipulam dando o ringue, e claro, as disputas para que essa primitivo semiótica e episteme dos idiocratas e seus servo-idiotas monopolizem e paralisem e até desintegrem de vez as nações. Fazendo destes idiotas-idiocratas e suas desserviço de pregação da discórdia fraternicida, o serviço do idiota-voluntário da pátria que em verdade serve o senhor da guerra alienista alienígena. Agora se não for um otário mas sim vendido, isso ninguém quer realmente saber, porque a prova cabal, é a recompensa de governar como tirano traidor do seus própria terra e irmãos.

Esses idioto-idiocratas são portanto nada mais nada menos que a ponta de lança de uma tecnologia de ponta que usa literalmente como base lançamento da sua dominação. De modo que se IAs de alimentam dos pobres coitados como turcos mecânicos, ela ataca usando esses idiotas úteis como suas longa manus que fazem da sua ultrapassada guerra não base não só desintegração nacional mas da infiltração e alienação de modo que enquanto quem se julga as cabeça dessa máquina a manipular os membros desse povo como se fossem seus ovelhas, são eles que estão prestes a serem tosquiados. Justiça poética para os lobos que se virem como pregadores vestidos de ovelhas. Só tem um problema: nos vamos juntos e mais rápido do que daria para se divertir. De tal modo que quando terminar este alerta ele já estará parcialmente tardio porque sou um, eles uma legião não só de autômatos, mas montada e submersa numa Matrix de cálculos e projeções de IAs com estímulos e recompensas artificias que daria inveja em Skinner e seus pombos sem tornozeleiras.

Estamos portanto diante de um ataque programado e coordenado não só instituições contra as instituições democráticas, mas já contra as republicanas. Um ataque que aparente “vandalismo”, “terrorismo”, ou a propaganda pelo ato não só contra edificações, ideias, mas contra o espirito da coisa, mas contra instituições centenárias que foram responsáveis pelos poucos e atrasados avanços cooperativo e competitivos para o progresso socieconômico e sobretudo humano do Brasil no cosmopolítica do Mundo: a diplomacia, ciência, história, abolição, trabalho, economia, industria, movimentos sociais, organizações civis, religiões, tolerâncias e liberdades de credos e convivências pacificas, e até vejam a academia, a justiça e os militares. (…)-Autognose: Da alma matter da Democracia ao corpo do bem comum como República durante as Guerras

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Acordem. Será que não entenderam ainda que essa esquerda e direita que aparelharam o estado estarão para além da baixeza dos gangsterismo estatal, eles são bolcheviques e fascistas, são totalitários. Especialistas em plantar dentro do estado, os elementos mais idiotas e sem escrúpulos para executar as ações mais baixas. Mais Seja acusando o adversário como eterno bode expiatório, seja acusando aliados, para eliminar a concorrência interna e centralizar e monopolizar cada vez mais o poder total no núcleo central. Destroem pessoas, incendiam instituições, queimam pontes, disseminam a discórdia, e propagam o terror em ato e pregação. O que eles precisam fazer para atentar de forma mais explícita que isso?

Independente ou não do grau de consciência do seu entreguismo são agentes provocadores. E depois de entregar, achando que vão receber a sua paga em riqueza e poder, que andam de mãos dadas, vão fazer o que sempre fizeram e continuam a fazer eliminar quem não tem mais valia, povo, empregado, aliados, arquivos, incluso os vivos. É a natureza do estadista-estatopata e suas hostes. Os tiranos, caudilhos, ditadores de esquerda e direita que assolam não por isso mesmo nunca deixam de ser subdesenvolvidos. Até porque plantar essas pragas alternadas ou adentram no poder é uma das chaves para manter o domínio neocolonialista sobre essas nações. Importante é não ter um democracia genuína, mas sim caçadores, feitores e escravocratas da própria gente e ladrões terceirizados da própria terra, fazendo o serviço sujo, para que eles sequer precisem sujar as mãos na lama e sangue, só recebem mesmo os lucros e dividendos.

Em outras palavras vão ser necrocapitalizados política e economicamente não só por falsos adversários políticos que não passam de fantoches uns sabendo e gostando outros não, uns deixando e gostando, outros fingindo que não deixam e não gostam, outros só descobrindo tarde demais, mas mesmo assim, continuando… E todos fantoches e espantalhos querendo ou não de lobos ou ou lobistas maiores, uns de graça outros nem tanto. Esse é o teatro das representações, que em verdade é um jogo de interpretações onde o ator pode até improvisar suas falas, mas não pode fugir do roteiro senão nunca mais atua em nenhuma produção dessa industria. E se você notou qualquer semelhança com as outras industrias da apropriação cultural e entretenimento pop, não é mera coincidência. Ambas funcionam sob a mesma lógica de mercado de capitais, mesmo quando não tem exatamente os mesmo proprietários financeiros.

E o problema não é funcione pela lógica dos mercado de capitais, o problema é a população enquanto sociedade esteja não só excluída dela, alias excluída não, expropriada, um eufemismo para roubada do seu patrimônio. Porque esses players tanto privados e estatais não jogam e apostam esse jogo de risco fatal com seu patrimônio particular, isso é mito, eles cobrem custos e perdas, impõem com patrimônio nacionais, mas dividem lucros e dividendos exclusivamente entre eles e ainda chamam isso de capitalismo. O maior golpe financeiro de marketing até porque é aplicado com a própria lei e o Estado: o capitalismo estatal inclusive disfarçado de estado minimo de bem estar social e até socialismo. Tanto faz o rotulo no rotulo ou as proporções do veneno. Mata, liberalismo ou rapidamente, no socialismo, mas mata. A formula do liberalismo é socialismo é a mesma. Em ambos há a casta da elite burocrata e os amigos do rei acima da sociedade dos burgo-idiotas. Assim como abaixo deles está os excluídos o povão que sustenta a porra toda nas costas. A diferença é que no capitalismo os burgo-idiotas, as ditas classes medias, os bolhas, são uma maioria. No socialismo, ou outros regimes primitivos pré-capitalistas como o escravagismo ou feudalismo, o povão os excluídos da sociedade, os miseráveis são a maioria.

Outro dia, vi um cara reclamando que o Brasil era uma terra do nunca, outro dizendo que não era um pais de merda. Ambos fazem analises de regimes socieconômicos com termos toscos melhores que muita gente erudita. É exatamente isso. Nunca foi socialista, nunca foi, liberal, nunca foi propriamente capitalista. Deixou de ser um aristocracia, sem deixar ser oligarquia, largou se ser um bando de nobreza feudal que nada mais era do que um bando de ladrões que se confere ares de nobreza, para se tornar uma republica de ladrões, o que é em termos modernos exatamente o mesmo: um bando de ladrões que usa as prerrogativas legais agora do direito constitucional e não mais divino para legalizar seus barbaridade e vandalismo e crimes não só contra o patrimônio nacional e a nação, mas contra a pessoa humana e humanidade.

E se a defecam na cadeira presidencial querem se esconder no parlamento, ou parlamentarismo. Cagam no parlamento. Se escondem atrás da Suprema Corte. Suprema embosteada, cagado em todas as instituições democráticas e republicanas, o que fazer para não largar o osso? Chama a monarquia. Solução tardia de ditadura espanhola.(Agora quem acompanha meus entendeu porque o tamanho da minha atenção dedicada aos mínimos detalhes do processo da política interna catalã-espanhola). Há quem olhe e analise padrões de movimentos. Melhor entender como funciona os padrões mentais, ou no casa a mentalidade no caso a falsa conservadora. Porque a verdadeira há que se respeitar porque não são reacionários, nem muitos menos parasitas, necrófagos. Eles querem preservar sua cultura. Querem preservar seus usos e costumes. Não querem se misturar. Muitos indígenas também não. E isso deve ser respeitado. Não querer ser moídos nesse holocausto necrocapitalista de nativo que se acha igual.- Necrocapitalismo: a maquinaria da expropriação da intelecção em ação

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Essa foi engraçada, se fosse piada. Eu que sou versado no dialeto do machismo dinossáurico, tenho uma piada boa, para facilitar a comunicação impoliticamente correta com as outras tribos nativas, tudo para fumar um cachimbo da paz, mano, de tão preocupado que vocês estavam com os anões do MST comerem o cu de vocês, e casarem virgem com o bom partido do cawbotsão americano. Acordaram na noite de nupcias num puteiro mexicano, arrombado com um acampamento inteiro da KKK montado dentro do seu rabo e agora, quando você peida, toca corneta para a ordem unida da legião estrangeira do Bannon. E enquanto os EUA tentam se livrar do polenz-durak putiliano na Casa Branca, as repúblicas de bananas vão ficando com suas versões tupiniquins do protonazismo, da época que instituto de genética ainda se chamava eugenia, e soluções finais eram na base de fogueira, inquisição e tráfico mercantilista, sem computação nem computadores da IBM nem linha de produção fordista. Nem é claro o apoio do financismo.

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Aliás, deixa eu corrigir o título. Deixarmos, o caralho. Pau no cu, Bozo. Se não respeitam ele, problema dele. Respeito é para quem sem discriminação de sexo, raça, origem, riqueza, credo, cultura, farda, nacionalidade etc…

O que não falta nesse mundo é gringo e tupiniquim para enfiar uma faca na sua costas.

Assim como para olhar para você e o mundo como você olha ele, o mundo, sem guerra, muros e trincheiras, brigas intrigas e trairagens e discórdia. Na paz. Solidária tanto como só com a real do estranho do outro lado do mundo, mas com a realidade do próximo renegado.

Menos ouvidos aos branco esclerosados das casas brancas e grandes vendido que não pára de cagar e mais voz ao povo que negro e jovem que continua sendo exterminado por esses mortos-vivos e sua eterna pregação e demagogia hoje “ideologia” mas, pode chamar de cultura da hipocrisia e trairagem, guerra e miséria disfarçada de paz e riqueza. Bem, paz e riqueza para uns, guerra e miséria para outros. Tudo depende de que lado do muro você está. Dentro ou fora do campo de concentração que você esta. Do trabalho e morte? Ou do capital e bem-estar social? Porque a “verdade que liberta” incluso a da ordem e progresso depende da amostragem e eliminação do drama desvio padrão, seja como o coringa semiótico do azar, e destino, ou da vontade de deus, tanto faz, o método se pseudo-cientifico ou teocrático, o resultado do holocausto do paradigma predeterminista eugenista é o mesmo. Negro drama.

“Você deve estar pensando o que você está pensando o que você tem a ver com isso.” diz o filosofo Mano Brown. Peço licença para dar um exemplo. Porque Forrest Gump, é mato.

Lógico que tem bug, especialista em grilagem doméstica nessa história, mas desde o velho proálcool dos milicos, vocês não fazem ideia do que é gringo de olho grande e gordo, para fazer desse 14 bis mais um mero Boeing made by Irmãos Wright. Porque é assim que especiarias das índias e índios viram o legitimo molho e chá das 17h inglês, aculturado idiota. Negro drama? Preto da casa? Não, esse é o “branco” drama do branco da casa. Que só porque não nasceu pretinho, acha que vai entrar para família real dos disneylandios.

Necrocapitalismo. Leva embora não só a matéria-prima, as cabeças, mas a inovação e deixa o lixo tóxico e ultrapassado incluso como culto, ideologia política, econômica e cultural e religiosa desintegrado e domesticadora. E ainda coloca sabotadores para que a gente pague a conta não só financeira, mas cultural. Eles explodem o oriente médio. Mas guardem o que o digo. Veja quem são os imbecis que estão literalmente importando uma briga religiosa ideológica e cultural que não é, não pertence e é completamente alienígena a nossa cultura:

Quer ser o Irã nazista do Mundo Cristão. Um bando de idiotas teleguiados não só para queimar o capital diplomático brasileiro, mas colocar o Brasil na ponta de lança e alça de mira de conflito religiosos internacionais, tirando outros países e nacionalidades de inimigos numero 1 do mundo oriental. Anotem o que eu digo: além de importarem essas igrejas kkk caça-niqueis americanas que de protestantes não tem nada, para enfiar o Brasil no meio da briga israel-palestina para ver se exportam além de assassinatos em escolas também atendados em mesquitas e sinagogas, porque já não bastava a violência contra negros e índios, tem que começar a também judeus e árabes aqui no Brasil.

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E não se enganem não são só os ianques, são todos os tubarões que atacam vendo sangue jorrar. De uma nação cuja extremos do espectro político não são senão o mesmo da manifestação de um inconsciente coletivo bipolar psicopatologicamente doente e manipulado de forma doentia por um estado de carestia, carência, violência e terror, no qual a população dividida e apartada vai se fragmentando, desintegrando e perdendo não só sua integridade, dignidade, mas sua personalidade, sua brasilidade, natividade, sua identidade oscilando tanto uma mesma que não é senão uma psique patológica que vai do vitimismo ao perseguissionismo conspiratório paranoide decaindo nas síndromes infantiloides paternalistas e patriarcais que favorecem os cultos populistas às personalidades, a idolatria à ditadura, a propagação das ditaduras e tiranias tão violentas e panóticas hipercríticas com os indefesos e impotentes domesticamente, fracas, cegas, corruptas e subservientes com as superpotências. A hipocrisia como sistema de governo provinciano, seja como ditadura de direita ou esquerda disfarçado não só de falsa democracia, mas sobretudo de falsa representação da Nação. Porque em verdade não passa da representação consciente ou não de interesses estrangeiros contra sua própria terra e população e futuro.

Minto se eles não sabem nem quem são, e nem sequer que já morreram e esqueceram de enterrar, como é que vão prever ou entender alguma coisa, mesmo as mais previsíveis como a eleição de Trump, seu processo de impeachment, a prisão de Lula, a eleição de Bolsonaro. A queda da esquerda, a ascensão da direita neo nazi-fascista… as guerras e revoltas e pre-revoluções e pré-epidemias que estamos vivenciando. A quedas das democracias representativas, e ascensões das ditaduras tecno-corporativas privato-estatais necrocapitalistas. E as populações dos países subdesenvolvidos penando e morrendo como se fossem gado de abate para que as futuras geração da humanidade, leia-se a prole dos herdeiros dos países desenvolvidos tenha seus meios capitais e ambiente devidamente legados como patrimônio de “toda” a “humanidade”. Não isto ainda não aconteceu? Ou será que já não está acontecendo? Não importa. Se você está vivo, e não é exatamente um herdeiro, é sinal que podemos mudar o curso da história. Porque ele não muda sozinho.

Mas se eles não conseguem nem ler e processar a própria realidade. Como é que vão lidar e processar o que está acontecendo no mundo? Aliás como é que eles vão lidar com qualquer realidade se não conseguem processar nem refletir sobre nenhuma, não então tempo para dar uma reposta como projeção ou previsão de presente que dirá do futuro. Não processam direito nem passado sem adulterar memória… como vão acertar qualquer coisa? Como é que vamos falar de consciência critico-sistema para compor uma lógica de programação que somatize e equacione tanto as vulnerabilidades organizadas ambientais e artificiais internos quanto as ameaças externas orgânicas compõem todo o espectro da correlação quantitativa entre a gradação da ameaça em proporção inversa a defesa imunológica, se nem a inteligência do sistema nem sequer trabalha com dados semióticos reais, mas com sinais e signos dados por preconceituação, predefinição e prévaloração da realidade axiológicos desprovidos de inteligência metainformacional epistemológica? Cabeças pensantes mais idiotas que essas inteligencias artificiais de bosta que debulham sua cabeça? Ou seja, incapazes de reprogramar a lógica de programação e agenda, coisa que até os computadores do seus adversários já aprendendo a fazer e lendo seus movimento para dar nó neles. Coisa que diga-se de passagem parece cada dia mais fácil porque se o tal “nó cego”, não é mais um situação, mas o dito cujo…

Mas paro essa viajem por aqui. Porque é dessa pergunta que pretendo continuar… o texto que estava a escrever. E também porque se um supercomputador tivéssemos, ele não precisaria nem escrever um texto enorme, só mandaria dar play nesse vídeo, que cansei de repetir como referência. Porque com imagem e som talvez o leitor entendesse qual é a bendita metáfora que não é metáfora, é metainformação: os Apaches.

PS:

Um dos textos velhos…

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A propósito:

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X-Textos: Não recomendado para menores de idade e adultos com baixa tolerância a contrariedade, críticas e decepções de expectativas. Contém spoilers da vida.

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