“Textos longos, só palavrões e indignações repetidas”… melhor definição e avaliação dos meus escritos impossível

Fui desmascarado. Sim, não passo de uma mera cobaia de mim mesmo: The Brancaglione´s Experience… Deus vult, deus non vult?

Deus vult ou deus non vult?

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Tem palavras e expressões que a gente inventa, outros que a gente copia, consciente ou não. E se não o fizesse, tanto a invenção e a imitação não haveria linguagem nem comunicação. Alguns novos termos e expressões surgem naturalmente, outras não tem jeito, ou a gente inventa, ou fica sem palavras para dizer o que quer. “Senzala-mundi”, “escrúpulos precários”, e agora “indignações repetidas” são exemplos disto, neologismos expressões que incorporei ou me apropriei.

Indignação repetida, remete à ideia de um vício de linguagem, fetiche por se indignar, e a teimosia que não se sabe se estupida ou persistente em não deixar jamais de fazê-lo. O que quer esse individuo que fica se indignando em looping infinito feito um maluco de praça pregando no deserto? Perder de vez sua dignidade ou preservar o pouco que resta dela? E quem se importa? No fundo quem escreve e lê, pode não saber, mas até quando o faz como passatempo, pode não ter desistido de vez de trocar ideias no mundo dos vivos, mas enquanto estas ali naquele outro universo dos signos, está trocando ideias com vários tipos de pessoas não-vivas, ou melhor não vivas mais em corpo, mas vivas em potência como informação:

.as que deixaram algo escrito, mas já eram faz tempo porque já morreram .

.as que deixaram algo escrito e que não morreram, mas que também não estão mais aqui, já eram porque não são mais a mesma pessoa que um dia foram.

,e as que não estão mortas, muito pelo contrario tem todo o direito não só de um dia também vir a nascer, como até já nasceram, e também merecerem viver e saber se assim quiserem outras talvez versões, especialmente de história de vida, que não são do alheio, os meros observadores, mas a sua, seja enquanto objeto da observação alheia, ou como o realizador das suas próprias realizações e trajetórias e observações de vida. E neste caso nada melhor do que trocar uma ideia com você, ainda que este você já não existe mais.

Tem gente que até escreve diário para isso. Porque sabe que a memória muda o passado. E só poderá ter uma visão de quem realmente era e o que realmente viu, se ouvir da boca do seu antigo eu. Supondo é claro que seu antigo eu não seja um filho da puta e não tenha deixado um monte de mentiras registradas como se fossem a verdade. Estúpido, porque ele vai estar ferrando ele mesmo. Mas vai explicar para o eu egoísta atual para ser sincero para não ferrar o eu futuro do amanhã. Não, ele vai construir uma apologia de si mesmo, para dizer para si mesmo, como eu era incrível, mesmo sabendo que irá se danar com essas falsas memórias.

Qual o nome disso? Alguns chamam de envelhecer com dignidade. Eu chamo de demência plastificada ou mumificada, hoje em dia cada vez mais precoce. Um paradoxo, já que se vive por muito mais tempo, mas muito mais tempo como um velho mimado babão e cagão antes mesmo de ter um fio de cabelo branco.

O que não é o caso do jovem que me mandou uma critica absolutamente verdadeira:

“Textos longo, 95% só palavrões e indignações repetidas”

Esta é até mais educada polida e favorável do que eu mereço. Avaliou até bem demais o que escrevo. Deu 5 por cento do beneficio de duvida como não-palavrão. Lógico que 95 não é só palavrão, mas é 95 mesmo sem palavrão é em forma e conteúdo não só medíocre, mas só lixo. Não estou fazendo gracinha. É uma analise autocritica mesmo. Garanto. Quem minerar o trabalho aqui que não consegue nem com muita boa vontade nem tirar 10 por cento que se aproveite. Digo sem a menor autocomiseração 95 por cento dos escritos apresentados são ruins. E os outros 5 por cento? Também sem nenhuma falsa modéstia, diria que são absolutamente geniais se acredita em genialidade ou qualquer forma de explicação do sucesso derivada das heranças genealógicas. Mas como não acredito até porque se acreditasse, estava ferrado porque além de pobre sou medíocre. Tenho que usar o único capital que tenho, só muita, muita autodeterminação, e força de vontade, que também conhecida como teimosia, transformada em horas de trabalho laboral, ou mais precisamente em aprendizado e produção por acertos e erros. Eis aí, uma estimativa do resultado: 5 por cento? 5 por cento de talento? Não meu amigo. Cinco por cento, é o resultado estimado, chutado, do resultado, de um experimento simples que prova que até um idiota sem nenhum talento como eu, pode acertar da forma. Porque das previsões, ou seja na ciência das coisas mesmo sendo burro e ignorante, o resultado é o inverso. Gostem ou não de um ser um spoiler… da vida.

Burro com certeza, porque ao invés de tentar avisar os com razoável antecedência, deveria fazer como o Soros e não avisar ninguém, deveria apostar na desgraça e encher o cu de dinheiro. Deveria por exemplo, parar de distribuir renda básica de graça e ido para especulação com Bitcoin ao invés de ter colocado e indicado ele para as organizações sem fins lucrativos já em 2008 no dicionário do 3 Setor. Provando que não é retórica. Sou burro mesmo, e teimoso, porque continuo, insistindo em compartilhar minha visão e previsão em vez de lucrar, e pior ainda continuo distribuindo renda, e sem dinheiro público e sem levar um centavo. Otário para não dizer louco de acordo com os padrões nacionais e mundiais de sucesso e sanidade. Porque pregar é uma coisa, agora praticar, e continuar praticando sistematicamente e reiteradamente sem ser obrigado, como um uso e costume tem que ser muito idiota, louco ou burro. Eu sou os 3, invicto e convicto. E já que não posso sobreviver disto pretendo morrer direta ou indiretamente disto. O que é bem fácil.

Mas voltemos não às experiencias, veja bem como a minha vida e não com a dos outros. Que fique bem claro.

Assim se na minha experiencia de vida anterior minha proposta era verificar se até um pé rapado como eu poderia fazer alguma coisa significativa para provocar uma mudança concreta do combate a pobreza. E sim, pode. Muito embora estejam copiando tudo errado ainda lá fora. E por aqui ainda nem descobriram a roda. Sem problemas. Uma hora os gringos vão finalmente acertar a mão nas cópias. E quando os brasileiros que só copiam o que vem de fora, copiarem enfim vamos ter finalmente uma renda básica aplicada e não de fantasia no Brasil. Esperemos que não tarde demais ainda para mais gente.

Agora, na experiencia atual o conceito é outro, porque o problema é outro (e não vem ao caso). Nesta a ideia é aplicar a “piada” do macaco amarrado ao piano comigo por um tempo infinito comigo mesmo. Salvo que não tenho um tempo infinito, mas urgente, e que não é piada, porque não só cientista filho da puta, mas o ser humano faz coisa até pior e não só do macaco, mas seres bem mais semelhantes e próximos a ele, desde que não seja ele mesmo, para verificar suas teses. Eis a hipótese: poderia um bosta como eu fazer previsões com minhas teses malucas sobre o futuro do Brasil e do Mundo? Se tiver paciência ou curiosidade leia e tire suas próprias conclusões. Mas aviso importante. Escrito é igual restaurante, tem pra todos os gostos, os sofisticados, os populares, idades, uns mais sujos outros bem arrumados. Então cabe aqui um AVISO que vou incluso incorporar aos escritos.

Isso aqui é uma produção independente e para adultos maiores de 18 anos devidamente emancipados. Contém linguagem considerada inapropriada, ofensiva, e spoilers e criticas consideravas chatas de mal gosto. E portanto não é um texto recomendado a pessoas com baixa tolerância a contrariedade, a frustrações das suas expectativas, a falta de modéstia, a critica, ou a pessoas bestas ou metidas a bestas, pessoas medíocres e idiotas completamente desprovidas de talento, capacidade, autorização, titulação que acham que ousam achar que estão certas, ou pior acertando não sabem o seu lugar que é ficar caladas.

Isso aqui é a prova que qualquer macaquito é capaz não só de produzir mais, mas acertar mais do que muita gente que se acha erudita, desde que o macaco não esteja amarrado no piano alheio, mas livre e com tempo ocioso para tocar conforme a sua música e não a do amestrador. E nem precisa de um tempo infinito não. Só precisa deixar de ser um papagaio de pirata e vira-lata. Porque mesmo o lixo próprio é melhor do que a comer a bosta alheia jurando que é chocolate importado.

Como disse o professor Ney Matogrosso que nunca viu rastro de cobra nem couro de Lobisomem: tem gente que levanta bandeira: outros lutam e são a bandeira. Então ensina de novo essa sociologia performática de quem não é demagogo e nem ideólogo. Me ensina o que é ser Homem com H maiúsculo de ser Humano:

Gênio, o Ney? Não acredito em genialidade. Porque genialidade é preconceito de racista. Que quando encontra alguém que está fora do espectro da sua mediocridade ou interna em hospício ou idolatra. Para não ter que admitir duas coisas: que se todos tivessem as mesmas condições e oportunidades muitas gente produziria muito menos medíocres e ainda mais gente genial. E segundo que genialidade e talento é fruto de muito, mas muito trabalho, mas não do trabalho alienado e tutelado, mas do trabalho livre e livre pensamento.

E mesmo idiotas sem nenhum talento ou genialidade, mas com muito esforço, mesmo Davis podem derrotar os Golias, não porque deram sorte, mas porque acertaram a pedrada no meio da testa. Não importa quantas vezes tentaram.

Não importa que você não seja um gênio, mesmo que você seja um um artista, ou qualquer outro profissional medíocre, desde que sua atividade não esteja prejudicando ninguém. E quando digo prejudicar não é ofender gostos ou sensibilidades. Porque o mal cantor, o mal escritor, ele tem o direito de falar, desde que não invada o espaço do outro, desde que não berre na orelha de quem não quer ouvi-lo, desde que resguarde ao outro, essa coisa divina que a escrita tem, que é a possibilidade de quem não gostou. Simplesmente fecha, não precisa, nem disfarçar. Porque brasileiro tem dessas não sabe mandar se fuder. Não sabe lidar com critica. Não sabe lidar com xingamento. Só chora. Ou bate. Só sabe reclamar. Pro papai, pra mamão, pro bispo, pro governo. Partir para agressão, ou pedir intervenção… para mediação dos conflitos? Não, para terceirizar a repressão mesmo.

Não pode ouvir “você é um merda”. Quando tanto faz quanto tanto fez, a opinião do outro. Como tanto faz como tanto fez se ele seja ou não! Tem medo de falar. Tem medo de ouvir, tem medo de ver, tem medo que vejam que ele viu, tem medo que vejam que ele falou. Quem disse, amém ou quem não disse amém. Vive censurando, e sendo censurado. Vive querendo agradar e receber agrados e um mal-amado que quer bem-amado. Um coitado um bulido que quer sempre achar alguém mais coitado que ele para coitar e bulinar. Um perplexo e complexado, que se indigna até com a indignidade alheia. Mas e com quem rouba a dignidade? Aí me engane que eu gosto.

Reclama que o dicionario do google que no nordeste é uso e costume chamar puta de professora. Uma ofensa a categoria das professoras. Mas e as putas? As putas que se fodam. Não pode é chamar de puta a professora. Mas gente que tem que vender o corpo por trocado, ou professor tendo que vender seu trabalho em troca de pão, não pelo prazer de ensinar, mas como seu fosse puta, também que se foda.

O negócio é preservar a ditadura da hipocrisia. Porque a critica não da agressão simbólica, mas da própria hipocrisia do simbólico que se presta a acobertar a verdadeira violência de fato que não ferem sensibilidades burguesas, mas a carnes e psiques de levar no lombo e no cu, não o platônico e acadêmico, mas no esfincter e costas reais, fora das bolhas esses que se fodam, que se fodam, que isso é coisa de funkeiro de bandido, de marginal. Gentrificação pura, até na linguagem. Pobre tem que tomar no cu, mas gritar em latim e em três vias com a presença de um advogado constituído para não correr o risco de não ofender nem desacatar nem juri, juiz, tribunais supremos, opinião publica. Ou então fica calado e não reclama. Porque nesse mundo, o negócio até para lutar uns pelos outros tem que saber seu devido lugar de fala. Mas e o meu lugar de voz? Aí já está querendo demais.

Porque, caso libertário não tenha percebido ainda, especialmente libertário de país subdesenvolvido a especialidade seja da ciência, literatura, religião, industria, arte, cultura, política, economia, não é só a prática da apropriação lockeana honesta, mas a prática da apropriação lockeana seletiva, ou o que é a mesma coisa, por negação ao direito natural a vida e propriedade do outro sujeito que não foi considerado gente, por aqueles que se prejulgaram os únicos filhos de deus, e seus descentes, e a sua gene e descendentes portanto os únicos herdeiros do patrimônio da Terra. O nome disso? Racismo? Não holocausto mesmo. E por uma das formas mais desumanas de morte: inação, entre outras mais perveras e rápidas de eliminar ou tomar como propriedade (escravos) os ocupantes originais das terras.

Uma dessas formas canalhas de aquisição de bens alheios, ou de vencer uma guerra é a tática de cerco ou enceramento. Nela o general vence a batalha e se apropria da cidade, sem disparar um tiro. Ele domina as fontes de viveres e depois uma proposta irrecusável que irá dividir para conquistar: quem se render e reconhecer como senhor da sua propriedade será poupado poderá servi-lo, não como igual é claro, mas como servo e escravo na sua terra, mas sobreviverá. Quem teimar em resistir será eliminado. E quem não tiver forças para suportar a escravidão nem a resistência será eliminado de qualquer forma não representando custo de qualquer forma. Assim se processa a conquista. Assim se processa a apropriação original do capital. Feita a conquista assim se perpetua a dominação. Ou a reprodução do capital, por roubo parcelado. Porque quando se taxa uma propriedade está se roubando uma pessoa que ainda tem uma. E quando ela já perdeu tudo. Aí meu amigo bem vindo a classe dos escravos, quem não tem como pagar com posses, paga com o lombo ou o cu mesmo. Ou morre porque quem não trabalha não come, não importa se o ladrão seja o socialista ou liberal. E se o sujeito não quiser trabalhar para nenhum dos dois e quiser fazer como um “pioneiro” e descobrir a América? Larga a mão de ser bobo. Tá tudo dominado cercado e não é por só por gente que ganhou trabalhando, mas roubando e encercando e cobrando não taxa só sobre a produção da riqueza, mas antes pelo direito de não morrer de pobreza, ou o que é a mesma para neguinho sobreviver se obedecer, senão vai morrer de inação ou na porrada mesmo.

É a formação dos estados de fato e não em tese, ou contos, o estado como o conhecemos e vivenciamos enquanto a classes dos governantes e classes dos governados o povo. Uma diferença de graus predefina pela origem, pela gene e hereditariedade que constitui a posse e controle dos patrimônios legados e herdados incluso sobretudo usos e costumes institucionalizados e mantidos pela mesma razão primitiva a violência ou seu monopólio que vai cercando os recursos naturais e estratégicos tanto para reprodução da vida, quanto agora para ela já transformada em capital.

Uma propriedade, patrimônio honesto porque constituído portanto sem agressão nem privação de ninguém, outra pelo processo oposto, isto é pelo roubo, latrocínio, o oposto da produção de riqueza, portanto, o enriquecimento relativo, e não absoluto, que se produz por tirania e locupletação, ou simplesmente instituição da legalização do roubo e monopólio violento dos bens e recursos tão comuns e particulares por uma casta para a exploração da miséria e ignorância tanto para sustentar hordas de exércitos de pilhadores alienados violentos quanto bestas de cargas pacificadas e domesticadas para reproduzir a pilhagem dentro do território domestico, quando nos novos que serão ocupados de acordo com a necessidade de expansão da necessidade por novos recursos para manter a maquina estatal ou as novas tecnologias da sua industria funcionando.

Um processo que na medida que as máquinas ganham prevalência as bestas de carga e os até mesmo os cães de guarda perdem sua função, e portanto não só utilidade, mas valor, passando de meios ou recursos de produção, para custos, bocas a comer matérias primas. Uma superpopulação que se antes perdia seu valor de uso, razão de existir, o seu emprego dentro desse sistema quando ficava velha, hoje já nascem ultrapassado e são em número de cabeças uma ultrapassado. E portanto o que antes era a glória para o crescimento da riqueza das nações seu número de escravos. Hoje é um problema para a qualidade do bem-estar ambiental das classes governantes que tem outros robots para fazer a maior parte das tarefas e precisam de um numero bem menor deles para reproduzir seus capitais e transferir com segurança o legado da posse hereditária do mundo para quem de fato interessa e considera gente, justamente porque é o legatário de fato do patrimônio terrestre, ou bem comum como novo geração, como sua propriedade e capital tanto in natura e vivo quanto já morto e capitalizado como combustível pronto para ser queimado como combustível para produzir mais energia, desenvolvimento, tecnologia, progresso, industria, riqueza e capital.

Um processo de queima e apropriação não só dos vivos, mas das experiências de fato vividas, para a apropriação e transformação em narrativas de pessoas a confessar que de fato, não viveram nada, não produziram nada, não criaram nada, mas por se apropriarem de tudo, sabem tudo, incluso não só do trabalho dos mortos, mas da vida dos mortos. Até porque mortos não voltam das tumbas para reclamar o que se fez com eles, com o trabalho deles, como o nome deles, ou pior com o nome deles ou em nome da obra que eles deixaram. Por isso que em geral, quase nunca ativistas e autores libertários e marginais e subversivos não só não fazem sucesso em vida. Eles como o próprio povo, não existem em vida. Eles primeiro precisam morrer ou serem mortos. Para que depois os canalhas que vivem do roubo e apropriação do trabalho alheio finalmente possam se apropriar do seu trabalho sem que eles sequer gritem e apontem para os ladrões e tiranos que denunciam a vida inteira. É por isso que salvos os muito, mas muito agressivamente inoportunos que não necessariamente são geniais, são sempre as mesmas castas, sobrenomes, filhos dalgo, e dalguém, Porque os humildes não só morrem de fome, como viram repasto dos mesmo canibais que os mataram para depois comer.

Mas e então Deus quer, ou deus não quer?

Pois é… se até relógio parado acerta, e parado, pelo menos 1 vez por dia. Ninguém precisa de tempo infinito, só um pouco de tempo livre para pensar com sua própria cabeça para acertar os ponteiros e ter um pouco de consciência e até ciência não só dos fatos e suas verdades, mas como se produzem suas preconcepções incluso como falta de senso e noção. Embora tenha gente que não entenda nada, desse jogo lúdico de espelhos que a reflexão onde não raro ao falarmos dos outros dizemos mais sobre nós mesmos, e vemos nos outros aquilo que não queremos ver ou admitir em nós mesmos. Quem compreende esse jogo de pressuposições sabe do que estou falando. Quem não. Faça como digo que fiz, e não como faço que estou dizendo, se amarre ao piano de preferencia o da vida e descubra, antes de pregar, por que ouvir dizer o que é um skableslovski não é saber o que é um.

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X-Textos: Não recomendado para menores de idade e adultos com baixa tolerância a contrariedade, críticas e decepções de expectativas. Contém spoilers da vida.

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