Somos todos iguais, meu irmão, porque somos negros. E somos todos negros, porque somos iguais. Só nos falta agora o que nos faltou sempre, sermos livres…

Somos todos iguais. Estamos todos vulneráveis ao supremacismo. O que muda não é só tempo e lugar em que cada um descobrirá inevitavelmente isso, mas antes o como:

. Se por solidariedade a carne do outro,

. ou sofrimento na própria carne.

. Se quebrando a inevitável cadeia de causas e consequências que lhe espera.

Ou apenas esperando para que o futuro bata a sua porta e tarde demais ele descubra, como no poema de Brechet, que quem sempre foi enquanto dormia e se escondia… o próximo.

X-Textos: Não recomendado para menores de idade e adultos com baixa tolerância a contrariedade, críticas e decepções de expectativas. Contém spoilers da vida.

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