Será que o Brasil precisa de um Chê Guevara? (Parte 2)

Uma resposta libertária ao dilema do Brasil e países periféricos

Isto posto. Agora, desconsidere absolutamente tudo o que eu falei. Vamos voltar ao zero para poder nos ater só a questão que mais importa, por trás de tudo isso, a saber:

A questão monopólios estatais e suas privatizações e concessões criminosas

Não há nação Livre sem Estado Libertário de Direito Jusnatural

Para entender o que é uma nação livre, isto é, um conjunto de pessoas povos e livres que se reconhecem como iguais em direito sobre o bem comum sobre a terra que habitam como um mesmo território. Precisamos primeiro entender o que é uma pessoa livre de fato.

Povos sem soberania sobre seu território não são nações livres

Povos que supostamente detém a posse de seu pais, mas não detém a propriedade de fato das suas riquezas não podem extrair nem usufruir do rendimento desse capital fundamental que é o seu patrimônio nacional, não são donos nem soberanos de nada, mas literalmente servos feudais do seu próprio território, nascem e pertence a ele como obrigação de servi-lo e não de se servir dele com igualdade e equidade de necessidades vitais.

Povos sem terras não são nações livres.

Povos que supostamente são donos de sua terra, mas não tem de fato nenhuma posse comum ou rendimento, não tem sequer um pedaço de chão de onde extrair a sua subsistência, ou um bendito pedaço de pão que não tenha que ser ganho da mão de um governante ou patrão não são pessoas livres quanto mais nações.

O problema é que o bem publico e o patrimônio nacional, embora muita gente ache que não é de ninguém tem sim dono. E não é de quem for mais violento ou quem chegar primeiro, mas de todos, de toda e qualquer pessoa que por direito a vida o direito legitimo de lutar por ele e o dever por inteligencia e humanidade de celebrar a paz pela participação no bem comum.

Um povo é dono de seu território, pela mesma razão que as peixes são os donos dos mares, os pássaros do céu e todos os seres vivos do mundo donos da Terra. A Terra nos pertence por direito natural de usufruto, mas não é nossa para perdê-la, entregá-la nem muito menos para destruí- la; O habitat, o território a terra pertence aos seus habitantes não apenas humanos mas todos habitantes naturais que formam o ecossistema natural, mas não como direito absoluto de posse, mas de usufruto. Não pertence exclusivamente e absolutamente a ninguém. Mas sim a todos tanto como direitos de usufruto e participação tão iguais quanto os próprios deveres de preservação uns perante os outros como comunidade humana, quanto em respeito e observância aos direitos iguais dos futuros herdeiros desse legado, as novas gerações.

Ou seja, você não tem como prometer ser um servo político ou escravo, não sem ignorância fraude ou mentira, porque a renuncia a sua livre vontade é impossível. Você pode trair sua vida, pode entregar seu pescoço ao inimigo, ou cortá-lo por conta própria, mas não tem como trair e entregar em correntes o sua própria alma, não tem como trair e prender seu próprio espirito libertário, porque seu espirito libertário não é só o verdadeiro senhor da sua vida, seu espirito é a sua própria vida e a maior prova cabal disso é que só há uma forma de se separar a livre vontade do seu corpo, alienar a liberdade da vida, de separar a essência da forma de alienar a liberdade da vida: com a morte.

E o que vale para o seus corpo vale para todas as suas propriedades materiais inalienáveis sejam elas exclusivas como ele, sejam elas compartilhadas como a Terra. Você não tem como renunciar as propriedades mais essenciais, porque elas compõem sua liberdade mais fundamental: sua identidade. Sua identidade como individuo autônomo e ente em comunhão livre com o mundo.

Você não tem como vender ou entregar sua terra a outra nação. Não sem matar a si mesmo material e imaterialmente, não sem perder a sua liberdade identidade. Não sem condenar-se a buscar enquanto tiver vida por esse sentido livre e natural de vida perdido. Porque o chão sobre os seus pés, a ar que entra nos seu peito, e a água que faz parte do corpo, não são suas para dar, mas suas para usufruir e proteger. Suas para lutar por ela, com toda sua força de vontade, tal e qual sua própria vida e seu próprio corpo, sob pena de condenar-se e condenar seus filhos e os filhos dos seus filhos a morte lenta e dolorosa da pior das privação da liberdade, a carestia. A morte por falta de acesso livre ao meios vitais e ambientais do qual o nenhum ser vivo raça ou especie podem sobreviver a extinção sem.

Logo o que nosso governo está entregando, ou melhor vem entregando a 500 anos. Gente e natureza como recursos humanos e naturais não pertence a eles, nem para monopolizar nem muito menos para predar ou alienar. Todos os seus contratos são por direito natural nulos. Ladrões que vendem para seus cúmplices, interceptadores o produtos do seu roubo reiterado da nossa vida. Culpados do roubo do nosso bem comum. Traficantes criminosos dos seus irmãos e carne humana. Usurpadores de direitos políticos e econômicos. Traidores da nossa terra e do nosso povo vendido como escravos em troca de moedas e favores dos impérios nos centro geopolíticos e financeiros mundos.

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X-Textos: Não recomendado para menores de idade e adultos com baixa tolerância a contrariedade, críticas e decepções de expectativas. Contém spoilers da vida.

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