S.O.S UBI : Em aberto Para Todos Proposta que Fiz Por Todos de Ação Social. Ren-da Bá-si-ca. Já

Agora em caráter de chamamento universal por uma renda básica universal

Numa hora dessas nem Trump consegue ser tão idiota, ou o que é a mesma coisa tão insolidário

Lição de casa feita (por enquanto). Pagamento do ano adiantado efetivado. Assim com todas as devidas providências tomadas para garantir que assim continuemos a proceder e prosseguir até que tudo isso acabe. Leia-se: ou até que nossos recursos e meios ou a crise terminem, o que vier primeiro. Posso, mandar deixar recado (póstumo por que esse perfil adianto já era).

E também, rápido e direto. Porque agora é mais do que óbvio, e nem precisa mais de explicações. Ou pelo menos não deveria…

Um convite à ação e realização que tenho feito por anos. E não só a todos os defensores e detentores do capital, gestores de fundos financeiros, bancos e governantes que tive a oportunidade de mostrar e demonstrar a importância da ação e realização profilática, preventiva, constante e perseverante, sustentada no tempo, em tempo e nos lugares certos sem discriminação, nem segregação. A importância do chamar as responsabilidades sociais para ajudar as pessoas que mais precisam a cumprir as suas, para que amanhã também não sejam eles cerceados das suas pela mesmas força maior das mesmas necessidades, carestia, e falta de solidariedade.

Porque não se morre só de coronavírus, mas caso ninguém tenha notado, a diferença, dos índices de morte, depende do tempo e capacidade de cada um para compreensão e resposta de cada país, que não são só governos, mas também da sociedade. E os lugares que compreendem mais cedo, e souberam cooperar com inteligência coletiva, traduziram isso em taxas menor de letalidade, os que não continuaram a cometer o pecado literalmente capital do egoísmo e idiocracia maiores.

O potencial é o mesmo, a espécie a mesma todos humanos, mas quem estava melhor preparado, ou mesmo prevaricando se corrigiu e reagiu em tempo, reduziu os riscos e danos que causou tanto a seu organismo em particular e coletivo que por óbvio estão integrados já que partilham um só bioma não só socioambiental, mas político, econômico e cultural, um complexo que termina o grau de consciência, ou inconsciência coletiva e particular que também vivem e sobrevivem em sã e sanidade metamatematicamente em simbiose, conforme as leis das probabilidades e cálculos estocásticos.

Traduzindo no popular, gente não faz fotossíntese e nem para o bem, nem para mal, e logo nem por bem nem por mal, podem parar quando não tem os recursos vitais e ambientais, para sustentar sua vida, que num mundo capitalizado e monetizado, desde que os mercados e bancos não fechem, chama-se dinheiro. E não muito, mas o suficiente para sustentar sua vida, que não por acaso, ou arbitrariamente, o decreto real, ou legal, de reis e presidentes ensandecidos, é por lei jusnatural e contrato social exatamente o valor necessário tanto para preservar sua vida quanto cumprir o próprio pacto social, seja em dias normais, seja em casos de calamidade pública, e até se necessário for no dia do juízo final. E o povo que assim tivesse um sistema ou rede de proteção, ou seguridade mútua não desse ou daquele, mas de todos, sem discriminação de ricos ou pobres, velhos ou crianças, doentes ou sãos, trabalhadores, empregados ou impedidos de trabalhar, enfim que não perdesse tempo nem dinheiro com burocracia e corrupção, teria defesa e imunidade contra todas as intempéries fossem elas quais fosse, um sistema universal de proteção da vida, liberdade da humanidade.

Para tanto não seria preciso e nem se deveria que os mais ricos contribuíssem mais, nem impositivamente. Bom, melhor e justo seria impedir sim que os locupletadores esse sim fossem parados, mas matematicamente, nem do dinheiro que estes roubam os justos e honestos e responsáveis precisariam para começar. Tudo que precisavam, e ainda tudo que só precisam mesmo agora, ou melhor agora mais do que nunca, é se associar livremente e contribuir como podem voluntariamente de acordo com o imperativo da sua consciência e ciência, até porque se não tiverem nem agora diante de fatos que não exigem mais cálculos nem tão complexos, mas só observações das perdas evidentes, não será esse texto que vai salvar nem os fenômenos nem curar epistemes, mas infelizmente a seleção natural que nem sempre é justa nem com os justos nem com injustos, nem com fortes nem com fracos incluso em capitais.

Um erro de cálculo, metainformacional, porque como diria o outro, você pode proteger e perpetuar seu patrimônio, inclusive o genético e memetico pessoal, familiar e nacional se valendo do capital e seus rendimentos, mas não o ontogenético. E as transformações ou mutações ontogenéticas, os eventos que gerem os seres e fenômenos ditos arbitrários ou imprevisíveis não alteram só a configuração ditas metafísicas ou transcendentais, mas as futuras que por vezes batem na porta não do objeto do observador do estudo ou emprego, mas do próprio sujeito mais cedo que o esperado, ou jamais esperado. Um erro capital, não só do capitalismo, ou das ciências políticas e econômicas. Mas todas. Um erro de inconsciência da ciência do capital das ciências: o potencial gerador de todas as possibilidades e probabilidades como dimensão comensurável não de todos saberes e seus campos, mas de todas as formas de existência como campo em suas devidas dimensões tempos-espaciais garantidas como corpo e movimento por tal Potência criadora e criativa: a liberdade. E que precisa de fontes materiais, alimentação mínimas ambientais e particulares: uma força para vontade, o mínimo vital e outra a ambiental.

Quem entende um mínimo de economia e biologia sabe que as pessoas não vão morrer só portanto por causa do coronavírus, mas por causa de um ciclo onde pedir que as pessoas e mercados não entrem em pânico, ou a economia não parem é vão e inútil. Por uma simples razão e que não pode se chamar de egoísmo para não entrar em pânico, há que não se ter motivos racionais para não entrar. Não se pode nem ter gente nem propagando a doença da desinformação, nem da imbecilidade, nem da omissão, nem da idiotia, seja por debilidade mental, maldade, mera especulação, interesses pecuniários, oportunismo, sado-mazoquismo outras taras e parafilias, inclusos as necrofílicas, terroristas, escatológicas e ilógicas.

Muito pelo contrário. É garantido a verdadeira segurança jurídica, a verdadeira justiça e contrato social que não é feito de papel, nem de reis, mas a real, posto que é a própria população como sociedade em movimento e não parada, co-solidária. O verdadeiro pacto social que em concórdia funda uma nação e cuja ausência é a discórdia e falta de ação social que mata o organismo e não só a riqueza da nações, mas a vida dela e suas células já desintegradas junto como o corpo, principalmente quanto este já é e está em estado de apoplexia institucional e gangrena faz tempo.

Ninguém, nem se fosse o mais rico dos bilionários sozinhos faria esse trabalho sozinho. Quem dirá o mais pobre. Todos precisam assumir a sua responsabilidade sem olhar se o outro está fazendo a sua parte ou não, sem colocar seu fardo no colo do outro, ou esperar que outro carregue, mas pelo contrário, pegando o fardo de quem pode carregar menos, porque tombou no caminho enquanto puder também carregá-lo. É a ética do verdadeiro guerreiro não o mata e luta, mas daquele que labuta até o fim, e não abandona o seu irmão de luta no verdadeiro campo de batalha, a vida. Nem nessa nem na outra. Irmãos de luta, irmãos de arma, de uma arte que é marcial, mas é a da semear a paz. A da vida.

Dediquei minha vida, a produtiva, a desenvolver e aprimorar e defender as vezes com agressividade verbal, e por isso peço perdão aos amigos e inimigos. Muitos pensam que escondi o jogo. Não o fiz. Está tudo em aberto para que outras organizações e até governos, desde que deixem de devorar e sacrificar gentes para se perpetuar, e passem a se sacrificar se necessário for para cumprir a finalidade de proteger a população, aliás como fazem os verdadeiros servidores públicos de interesse social, estejam eles dentro ou fora da máquina corporativa cumprindo sua razão existencial que não é social e humanitária, que é mais que razão ou função ou trabalho em troca de moedas: é sentido de vida. E feliz daquele que tem o privilégio não só de encontrar uma tarefa que ganhe, mas do qual se preciso for seja capaz até mesmo de pagar para fazê-lo o preço que for, pois encontrou uma razão pela qual não se morre de tanto trabalhar, mas se vive até depois de morrer, encontrou o sentido da vida: Liberdade.

Sempre é tempo. Sempre há tempo. Não importa se tenha 1 centavo, ou um bilhão. Se trancado, ou livre. Há sempre alguém precisando hoje mais do que você ou seus filhos vão também precisar tanto ou mais amanhã, desde que você trabalha vivo ou morto, por um. Para isso serve o legado, seja ele patrimônio financeiro ou informacional, genético.

Quanto ao outro, o metamaterial não se preocupe esse ao contrário dos demais, não é força motriz nem matriz política econômica, mas a episteme tanto da Ciência da Liberdade quando da Liberdade da Ciência incluso a das Futuras como métodos e processo de produção dos meios não alienados dos saberes. Porque o mal aqui é não ver, é não fazer as devidas previsões e provisões sistemáticas e operacionais para garantir o que alimenta a verdadeira potência e força que movem o cosmo e não o pára. O verdeiro capital dos capital que é medido em tempo de vida, perdida ou ganha no livro caixa ou liber da Vida e da Morte. A Liberdade.

Lembrem-se, de só estocar e especular todos vamos morrer estocando e especulando. É necessário produzir, se nem que de fato produzindo estão mais, há que o capital, circular na inversa medida e proporção da privação distribuição das pessoas, conforme a necessidade, do contrário até o sistema de exploração explode. Ou o consumo do necessário incluso a manutenção do estímulo à disposição da produção do absolutamente necessário aumenta, ou tudo se retrai e não só quebra, convulsiona e se arrebenta, porque é feito de seres vivos autônomos e não peças, autômatos.

Mais do que nunca as pessoas precisam das garantias incondicionais e universais do mínimo vital, do contrário é guerra, doença, fome e morte. Precisam ser menos egoísta, burro e ter só um pouco de inteligência coletiva, porque quem se governa pelo altruísmo interessado de um Tocqueville, terminado não miseravelmente tiranizado pela idiocracia de capitalistas ou comunista, ou nenhum deles porque morre tiranizado sem tiranos a anarquia sem liberdade: a idiocracia sem idiocratas: a da própria estupides, isso sim é que é morrer com honras e mérito em nome dos Ídios, Otas e Kratos.

Mas tudo isso é bobagem. Vou jogar aqui numa enorme lixeira em breve todos os artigos que vinha trabalhando, inacabados mesmo a quem interessar possa, como publicação póstuma desse perfil que por sinal já morreu como o próprio autor, que nunca foi nem escritor, mas dublê de ambos. Só serve como curiosidade e para efeito de alimento do registro das curiosidades.

O que interessa, ainda mais agora, é o que move de verdade o mundo, incluso contra fator autodeterminante que move o mundo, incluso em oposições a todas as disposições, teses e pressuposições incluso as presunçosas e omissas em contrário: a potencia e como força de vontade solidária e libertária. O resto é falsificação. É por isso mesmo que tantos estão a se sentir como se estivessem num filme. Não meu amigo, este não é o filme. O show de Truman, era antes, quando você via as pessoas, os refugiados se afogando intermediado pela bolha. Agora as bolhas estouraram, isto é a real. É como se vive e sobrevive do outro lado do muro quando não se tem renda, trabalho, ciência, dados nem capital. Como diria o replicante de Blade Runner. Uma sensação e tanto, não meu caçador de mim? Mas me responda você. Se é que você tem inteligência natural, e não artificial, é gente, e não um robot.

Fim do mundo? Com certeza o meu. Eu já era, bem antes do Corona. Já o seu, não sei. Depende de vocês. Pois sou de outra geração. A da obsolência programada. Uma feita para morrer sem reproduzir nem crescer, nunca jamais a uma razão maior que a anterior. Meros replicantes de genes, pater, algorítimos e patentes. Ou nem tanto assim…

Porque o vírus não discrimina ninguém, mas não se engane, gente sim. Os outros povos, e inclusive o seu próprio povo. De modo que é matemática, vai morrer muita gente, mais muito mais gente, entre as gentes que não são consideradas gente nem sequer por seus próprios governos e sociedade. E que não abrem a mão nem para dar bye, bye. Só bananas mesmo.

E solidariedade só como promessa, nota promissória e promessa de eleição. É por essa e por outro que a minha alma matter é a do esporte e não da academia e nem muito menos a do lixo da politica. Mais precisamente a do basquete… nas rua.

Resumo do fim da história

Porque o negócio, e lá é business mesmo, é o seguinte, na falta de um coração, ou alma improvisa e usa a cabeça, que tá valendo. Porque com coração do homem de lata, o cérebro do espantalho, a coragem do leão, e mais perdido que Doroty guiado pelo charlatão de Oz é que a gente não chega no lugar onde sempre estivemos, no passado se achando lindos, maravilhosos e abençoados por deus, mas dar pão em vez de pedrada, o olhar os lírios do campo nem fudendo, ou melhor como diriam os nazicristão, muito pelo contrário: foda-se, se achando o gringo, quando pra gringo é xicano, e pro xicano é gringo. Ou seja, um legítimo alienado ou alienígena e não só da sua própria terra e seu próprio corpo, mas alma, potência e natividade, um objeto não-voador sem- identidade própria.

Se Trump não peidar na tanga, e pagar mesmo tal “cheque” para todos os norte-americanos sem querer saber quem é preto ou branco, latino, nativo ou alienígena, democrata, republicano, ou comunista, ateu, puritano, franciscano, ou satanista, empregado, despregado, com, ou sem, cruz, arma, enfim. Se ele simplesmente pagar para todos o suficiente para sobreviverem, e não parar mais, nem depois da crise, o nome disso não é cheque, é renda básica e incondicional. Isso vai fazer de Trump, um santo? Não, ele continua sendo um o que é, por tudo que já fez e deveria responder nos tribunais inclusive internacionais. Mas pela mesma razão que nada apaga, um coisa, também não elimina a outra, supondo é claro que ele seja o responsável, por que feita estão, e seja de fato o responsável pelas vindouras, se estas de fato vieram mesmo a ser feitas. Coisas que não ponho a mão no fogo, porque seria desonestidade e idiotice.

Mas sim, tem nome Renda Básica quer goste ou não. E por aqui tenha-se mais medo até que o diabo da Cruz. Parece até água benta, que se disser ou escrever, o bagulho queima, ou se queima. Pois é. Imagina então praticar. Só que não. Aqui só tem idiota. Tem quem se faz. E tem quem é feito por quem se passa por, mesmo que sempre tenha um peixe maior ou se preferir um polenz durak menor, inclusive dependendo não só perspectiva, que pode ser só ilusão de ótica, semiótica, mas posição estratégica e circunstâncias. Coisas que na inrepública desfederativa da Terra de Nem Vera Nem Santa Cruzez e Credos… deixa pra lá. Por que aqui se copiado for, por governo que for será em regime de apartheid, com cabrestos e afins.

E se eu estiver errado. Já peço perdão de antemão, pela minha blasfêmia, contra as santas intenções destes que de sagrados governantes que não são loucos e nem vivem imitar errado o que nem sempre se copia nem certo, e nem do jeito certo… o que por sinal, não é nem mais um problema da esfera das propriedades adulteração das finalidades, e qualidade, mas de erros que resultam em dado até mesmo para quem não tem nada a ver com a história os consumidores da tecnologia, no caso a social, seja a reproduzida sem fidedignidade lá, ou re-reproduzida como lixo duas vezes mais reprocessado e reciclado aqui, a fonte natural das práxis solidárias tanto das transferências senão as como cabresto, por essa é americana mesmo, as libertárias.

Agora, muito pelo contrário, se fizerem muito certo, meus sinceros parabéns, e mesmos. Só não esquece depois também de ensinar a gente porque não custa nada compartilhar.

E a propósito, parabéns, só exclusiva e tão somente por isto, este benfeito e benfeitoria, porque benfeito é fato, e a para todos, para si eles, para os outros, e para eu que falei mal e queimei a língua, e para quem só falou e não fez nada. Se feito, é fato, e mesmo que mal feito, se não for um malfeito, é um benfeito e uma lição para todos, incluso, para quem mesmo sendo bom, falou e não fez, e agora tem que engolir, benfeitorias feitas com intenções duvidosas, ou que eles não tem a menor duvida que tem outras intenções. Volto a repetir, não existe vácuo, não de poder, mas de ação social. No vácuo da insolidariedade e irresponsabilidade da inação da falta de crítica, autocritica sobretudo a ação e realização ou correção dos próprios feitos, mal ou bons, o necropoder e necrocapital age e devora e ainda cobra mais imposto, seja lá de quem for, porque eles é que não vão pagar a conta não voluntariamente por definição dos termos e operações.

Mas isso para não roubar o lugar de fala de ninguém quem disse muito antes de mim, não fui eu, mas ele, que por sinal para registrar defendeu com todas as letras, e não com vouchers ou placebos, ou outros componentes que não fazem parte da formula nem da solução do tal remédio ou vacina da renda básica:

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A proposito para a gente que não é nada perto deles, essas pequenas diferenças podem ser irrelevantes, mas há que se observar Malcolm X com o mesmo senão ainda maior atenção no ativismo social de qualquer espectro pretenda ser de fato prática e ação libertária e não meramente teoria da ativismo libertário, também importantíssima, indissociáveis e complementares, mas distintas. (Até por que sem isso é só Heidegger)

E o que vale para os gesto e palavras em protestos e manifesto de ação, também vale para a própria ação que é manifesto do próprio ato sem obedecer, nem sequer desobedecer ninguém, mas simplesmente não clamar por, mas chamar para e fazer logo. O inverso do Getulismo, que clamava para os oligarquias fazerem as revoluções antes que o povo as fizessem, logo as armadas que nada fazem mas obstruem e quando melhor fazem, param de obstruir, ou devolvem migalhas do que tomaram, aqui o não peço, até para não contrariar ninguém que não gosta de ser interpelado nem contrariado, principalmente com reclamação, é fazer logo a revolução pacifica junto ao povo antes que as oligarquias ou populistas, juntos ou brigados, o façam usando das cooptações e divisões deles, e sobretudo contra eles mesmos. Uma estratégia parecida. Mas atualizada, porque eles os sistemas operacionais não param de se atualizar, e quem não atualiza seus procedimentos roda o deles e com eles, rico ou pobre, ou lumpem, ativista ou não.

Da primeira mesmo só tendo ouvido, confio e louvo porque não vi nem fiz, mas acredito, porque ninguém fala o que ele disse a seu tempo, e risco se não for verdade ou verdadeiro em suas intenções. Já a segunda, não posso nem ter dúvidas, por que se tivesse, não faria, e essa certeza, ninguém me tira, nem arranca, porque não vi nem ouvi falar essa história eu vivencia como memoria de vida. E contra ela não deponho em contrário, não me calo, mas me dá dois reais e o dinheiro do busão que eu te conto até de graça. Minto, agora não mais.

Quanta bobagem. A vaidade e empáfia mata. E não?

Preferem fazer tudo errado. Repetir os mesmos erros, ignorar os acertos. Competir para reinventar a roda. E se o negócio for então vacinas… aí deixa pra lá. Tem que fazer, porque renda básica é igual vacina, mesmo quando tem bandidagem no meio, vai fazer o quê, não dar? Voltar para o tempo que as pessoas morriam por falta de? Tem que dar a sopa. Depois a gente se livra da mosca, ou da merda que cagaram dentro. Dá um trabalho dos infernos. Melhor fazer direito antes, mas… sem elas não se vive, se morre da carestias e vulnerabilidade a todos os tipos de males, vírus e parasitas, os micro ou macro.

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Simplesmente é isso. Literalmente já não vale mais a pena. Porque se Lula é santo, Bozo é o messias, liberal-democrata norte americano é progressista, e petista é de esquerda. E Trump é agora não só defensor da boca pra fora, mas vai virar praticante renda básica, então, eu sou mesmo Napoleão. Aliás Napoleão, não. Dom Brancaleone de la mancha.

E que o que era feio, sob outras máscaras bonito fica, o insano vira, são, o são se revela o que é insano? Mas será que o benedito? Não. Necrocapitalismo, baby. Um copia, outra caga, o outro…

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X-Textos: Não recomendado para menores de idade e adultos com baixa tolerância a contrariedade, críticas e decepções de expectativas. Contém spoilers da vida.

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