Ronins e a Pandemia do Novo Coronavírus: Do tempo do falar e do fazer.

Das medidas solidário-libertárias tomadas por esse lumpem* ativista errante que vos fala em palavração por medidas e contribuições sociovoluntárias, iguais, semelhantes ou diversas para a provisão da Vida, liberdade e Concórdia à comunhão de Paz. Porque isolados e separados, sim. Parados, apartados e insolidários, nem fodendo com ou sem vírus ou afins.

Breve Introdução

Image for post

Lumpem é termo pejorativo derivado empregado do marxismo, mas também por outras ideologias contrárias para desqualificar marginalizar pessoas que de acordo com estes não estão empregadas trabalhando porque não se prestam nem prestam ao trabalho, não são aptas, produtivas, uteis, segundo sua visão e ditames dos intelectuais e que não servem nem como seus trabalhadores, ou servos, o proletariado. Daí o termo marxiano Lumpenproletariat.

Lump que em alemão significa, trapo, farrapo humano, pessoa, degradada, desprezível, uma sub classe de gente. E que assim sendo portanto originalmente um termo pejorativo, mas por essa autor abraçado, desde cedo, primeiro como pessoa e depois como ativista, é usado exclusivamente em principio para sua própria pessoa, sem pressupor que as demais, o entendem como ele não era, mas virou, um elogio não porque vieram de onde partiram, mas da forma que as pessoas foram capazes de lidar com essa forma de tratamento, não só feito de palavras, mas de gestos e atos. Uma verdadeira filosofia vida e para a vida. Um caminho para a Paz e Liberdade com Dignidade.

Desde Dezembro não publico mais nada neste perfil. Muitos disseram inclusive que me calei justamente na hora que mais deveria falar. Concordo com eles se tudo que eu fizesse fosse só falar. Mas só não falo, mas para quem não sabe, faço. Ou mais precisamente, sou duble de escritor, porque só falo para poder fazer. Mesmo sendo gratuita estas publicações, ajudaram a manter o projeto social que é a verdadeira razão e finalidade social maior desse perfil. Pois foi através de doações de pessoas físicas que esse projeto, que não é mantido por governos nem empresas, continua vivendo e sobrevivendo por todos esses anos. Uma forma de dizer meu muito obrigado, sem constranger ninguém. Mas não só.

Evidente que falar e fazer, não são coisas excludentes, pelo contrário, complementares. Principalmente quanto publicar a ação é necessário para reiterar a ação. Mas quando o tempo e espaço assim como os escassos são escassos não é nenhuma escolha de Sofia. Se preciso for parar até mesmo de falar para continuar a agir, que seja. E se tem uma coisa que não se pode dizer é que gosto de me calar, nem quando devo, quanto mais quando não devo.

Mas nem sempre as coisas são como nós queremos. Nem muito menos como deveriam ser. E não estou falando tudo isso, não é para dar maiores explicações, do que fiz ou não fiz, por enquanto. Se tiver tempo ou estiver ainda por aqui, o farei. Agora interessa comunicar as providencias que tomamos para o momento atual que por sinal, entre outros artigos nos demos ao trabalho de prever em forma de denuncia lógica para tentar evitar e não provocar ou propagar terraplanando escatologicamente. Isto está mais do que claro e evidente, mas não custa repetir. Ou melhor custa, o meu e o do leitor. Então direto ao assunto.

Primeiro: Passamos esse tempo como formigas operarias passam o verão antes do inverno, não cantando, mas guardando e não só para si, mas para todas suas irmãs com quem podem dividir e compartilhar um pouco do fardo. Então, ainda sem prejuízo da continuidade do projeto, salvo e se a economia real e não a especulativa for a banca rota de vez, pagaremos em caráter excepcional a renda básica de Quatinga Velho que é paga em parcela mensais, em uma só total anual, para que as pessoas, possam e tenham como se virar, ainda mais hoje. Porque de nada adianta ter uma renda por toda a vida. É preciso ter acesso a ela, quando se precisa. E assim o faremos, inclusive se isso significar o fim da sustentabilidade do projeto. Porque não é a sustentabilidade do projeto que interessa, mas as pessoas e se ele tiver que morrer que morra e descanse em paz, sabendo que sua missão foi cumprida. Porque amanhã é outro dia. E nada impede de renascer e crescer de novo. Como nasceu. Do nada.

E se estou contando isso para todos não é só pela obrigação legal de dar publicidade das ações de ONG. Mas por outra razão ainda mais importante, o apelo para o imperativo de consciência e responsabilidade social. Não só de se isolar em corpo, mas se abrir em coração e ação. Sim de novo. Mas as condições já não são as mesmas, agora já não é mais poesia e profecia do bater na porta do vizinho. Falar é importante, mas não basta. É preciso também agir, mesmo que não seja de corpo presente, nem neste espaço ou já neste tempo.

Não importa se fazendo uma ação, contribuindo com uma, a nossa ou de outra. Mas tenha em conta duas coisas: nem todo mundo tem como se sustentar para ficar em casa preso em seus aposentos, seja porque precisa trabalhar ou procurar por qualquer sustento porque se não encontrar um, não come. E crianças muitas vezes vão a escola mais para poder comer do que para estudar, até porque não tem dinheiro. Simples assim. E para piorar, essa doença é mata velho. Que são quem, bem ou mal, quem sustenta a casa e não só mais com a aposentadoria, mas trabalhando… até morrer. Um mundo onde toda a arquitetura foi feita para que ninguém pudesse parar de trabalhar não importa a razão, nem velho, nem doente. Essa é a verdade, o resto é papo. E papo não cura doença. Só ciência e consciência. E enquanto a primeira não encontrar uma solução de preferência consciente que há de ser para toda a população, só temos a consciência solidária e gregária. Não adianta clamar e reclamar por solução governamental porque a solução deles sempre foi: transferir seu dever como obrigação para sociedade e cobrar hoje como punição, amanhã como mais impostos.

Dito isto. Complemento que também durante esse período, salvamos e publicamos todo o trabalho desse site em forma de livro não para quem quiser adquiri-la em papel, mas para quem quiser contribuir mesmo. Porque é caro para cacete. Tem outros, mais baratos. Fica por conta e possibilidade de quem quiser fazê-lo.

Porém deixo claro que nem toda a arrecadação dessas obras permanecerão revertidas assim ad eterno para manter o projeto ad eterno. Só aquelas que já foram dadas para tal finalidade. Todas as demais permanecerão como antes eram, uma forma de sustento e sobrevivência incluso da mínima dignidade desse lumpem pessoa que, como todo pai, tem a obrigações de sustentar também seus próprios filhos, que não se remunera do trabalho social de lumpem-ativista libertário que se presta voluntária, livre e como imperativo da sua fé e consciência.

E se digo isso não é para fazer drama. Senão fazia quando é revertido para eles. E não justamente agora que não o será. Mas só para lembrar de uma coisa, solidariedade não precisa que se sacrifique ao ponto de se matar ou matar ninguém, não enquanto e se não deixarmos que chegue a esse ponto. denunciar os que disseminam a discórdia, as doenças, as guerras, para pilhar e explorar e reproduzir seus domínios de genes e memes é absolutamente necessário, mas não suficiente.

Image for post
Image for post

É preciso sinalizar, e labutar no plano simbólico, mas também solidarizar e sinalizar também nas esferas sensíveis e consensuais do real. Solidariedade de fato e em ato social, e não mera como e com, para com as representações e lideranças públicas. Povo. Gente. Pessoas físicas. Porque ideias são à prova de balas e vasos ruins não quebram, já gente principalmente as mais carentes, vulneráveis essas não só as palavras usadas como armas, mas as palavras vazias sem ações tanto quanto. Porque muitos são benditos sendo malfeitores, desfeitores e nemfeitores em ato e palavra, mas muitos mais são ditos maus, ditos feios, e até malditos por seus benfeitos e benfeitorias e se você acha que estou fazendo apologia do meu projeto, não se engane, estou fazendo apologia dos meus heróis e inspiradores que são as pessoas pela qual eu não tenho vergonha, de pedir, gritar e labutar, defender com minha razão social e existencial libertária: os lutadores da vida, mas também chamados de lumpens pelos senhores e seus servos e intermediadores, traficantes, usuários e mediadores. Os boxers, ronins. Gente enquanto gente, e gente como a gente.

Todas as pessoas física naturais humanas autônomas e inteligencias conscientes e cheias de força de vontade, autodeterminação, ânima, vocação potencial à liberdade. Aliás, todos somos mesmo quando obrigados a nos comportar por motivo de força maior como se assim não o fossemos, como se robôs, autômatos, escravos, objetos, bestas de cargas ou servo-idiotas, terminais burros ou mesmo inteligencias artificias corporativos e jurídicos e fossemos, como se de livre vontade, solidária e gregária não tivéssemos e não fosse ela que movesse o mundo, enquanto elas só predá-lo, parasitá-lo e destruí-lo.

E a propósito para quem não sabe e se interessar possa, um resumo curto e grosso do que é e como está o projeto de Renda Básica Universal:

O projeto assim como a própria Instituição não é mantido por nenhum governo ou empresa e paga uma renda básica de 40 reais hoje apenas 14 pessoas, já foram, 100, pois é, essa é a parte triste, a parte boa da história, é que ao contrário do começo que era só para durar pouco, ele resolveu teimar em sobreviver, e agora é por toda a vida do nascimento até a morte sem fazer nenhum tipo discriminação, nem exigir nenhuma contrapartidas, estejam elas empregadas ou não, velhos ou crianças, doentes ou não. E faz isso graças ao rendimento de uma poupança que foi criada a partir de doações de pessoas físicas do mundo inteiro.

E para findar logo a história, porque é tempo de fim de histórias, um projeto que está restrito a poucos habitantes da localidade e reais, porém, todavia por princípio e cumprimento da finalidade não é exclusivo nem fechado somente a estes, mesmos, nem delimitado por tetos arbitrários ou predeterminados. Mas, até por regras e definição de universalidade democráticas libertárias cosmopolíticas aberto a todos conforme as disposições e disponibilidade das contribuições que compõem os recursos da poupança. Sim poderiam ser tantas pessoas quanta grana tivesse no fundo, porque não engordamos o porco, ou melhor o ReCivitas. Cada centavo vai do rendimento para os beneficiários, menos os custos do banco, aqui no Brasil (e não?).

Enfim, um sistema que embora minúsculo e raquítico pelo menos se sustenta sozinho, isto é, sem precisar de mais doações para efetivar a proteção dos mutuários, mas óbvio precisa de mais capital, como tudo, para viabilizar as novas adesões sejam das contribuições dos mutuários, ou doadores, que por sinal também contribuem para o sistema. É basicamente isso.

Só apareci, ou melhor caí em mim por aqui, para ver e dar a saber do estado da minha condição e que não por acaso é a relação que compõe dimensão como razão e função existencial tempo-espacial seja nessa dimensão informacional ou já na outra a da metatransmutação da própria materialidade.

E gabagabarey, procêis, pinheads. Porque freaks, homem-elefante e feio para cacete com certeza, mas monstro, nazi e judenrat, jamais. Porque Henri Cristo não é Cristo. A banda não é o cover. Falar não é fazer. E foda-se, jamais será governe-se. Então Good Morning, Vietnã, and have a nice day, day, after day, sem day afters.

Post Scriptum

(leia-se: só leia se ainda não achar que for tempo da solidaria-ação, do contrário, nem perca mais… )

Sim, preciso é cuidar de todos incluso da saúde e sanidade de todos? Até dos mais perigos loucos e insanos? Mas quem o fará? Os pau no cu? Ou os cus de burro? Quem marchar em apologia da cu-burrice? O mor? Ou o pai dos burros? Ou quem será esmagado? Adivinha, quem? E por sinal, por mais cedo que seja tarde demais, porque depois, que o gongo soar já era. Aí sim, pode começar a rezar por mais almas.

Quem senão os labutadores ainda que lumpem e pelos lumpens? Os verdadeiros libertários não em tese, mas em prática na vida e até depois de mortos. Enquanto der, vier e até cair, levantar. E não der mais.

Porque respeito é para quem tem, mas vida, liberdade e paz e não só em descanso, mas também em trabalho livre e para todos sem discriminação é para todos sem segregação.

Pois a vida, especialmente para quem vive do lado de cá, a saber da placa do “só o trabalho salva”, o coronavírus é na matemática da física das desesperanças de vida, e já baixas expectativas de vida só mais outra bala que ele tem que colocar no tambor desta roleta russas das armas apontadas para sua sobrevivência, onde o sujeito não pode errar no calculo nem no contar das balas, disparados, isto supondo que ele saiba quanto são os snipers a tomar sua pessoa como o alvo certo ou errado.

Para muita gente a derradeira e última roleta russa, meus respeitos. Para outros não tem outra solução, senão não se precipitar em direção ao precipício, nem empurrar os outros, o negócio é mandar entrar na fila. Brasil. Fazer o quê? Que diga então o outro que no país das co-incidência morreu de outras causas naturais, ou dadas de antemão por tais, sem é claro sequer precisar investigar, afinal não investigar é proclamar dogmaticamente a ciência das co-incidências como causas das incidências é a mais pura base do método racional dedutivo da investigação empírica da verdade baseada em coleta de provas e evidências que eliminem todas as hipóteses mesmo possíveis ainda que improváveis.

Certifica que o mais provável é logo a prova e pronto, ou ao contrário, descarta logo de antemão o pouco provável como sem provas ou impossível de provar, tanto faz. Pior, pega o improvável, o impossível de provar, e o que portanto, cientificamente ainda não tem provas nem sequer evidencias empíricas, mas hipóteses, as probabilístico matemáticas, seleciona não as mais pouco prováveis, mas logo as impossíveis de provas e declara como provas. E que se dane a investigação cientifica, porque ciência, como todo e qualquer outra propriedade ou meio de produção, ou instrumento assim como seus produtores pertence a quem são seus proprietários. E portanto sem o método de produção não passa de título ou atestado de certificação ou validação emitido por uma autoridade que pode ou não ser verdadeiro. É tão ciência, quanto uma lebre vendida numa embalagem com o rótulo: gato.

Não basta só enumerar algumas hipóteses e testá-las. É preciso enumerar e indexar todas, priorizar as investigação das mais prováveis, mas não descartar de antemão nenhuma. Senão… Senão o quê? Vamos dar exatamente aonde estamos, na merda. Ignorando e de proposito por interesses outros as razões cientificas, a verdade, o X da questão, que inclusive pode até permanecer como um conjunto de incertezas, ou probabilidades, mas quando é a sua vida e liberdade e não a do gato na caixa, você toma as providencias para garantir que até as menores chances, ou as mais improváveis ou meras incidências jamais venham a coincidir com sua singela pessoa, já o gato, como diria a manifestação de teor de quem puxa gatinhos nazis contra cobaias humanas ou não: foda-se. Não-sei. Mas o gato sabe, e nem precisa ser douto ou doutor para saber, basta sair da caixa do alheio. A ciência da formas e informação a dos observadores é uma. A dos observados é outra. Um predador e não só dos dados, movimentos, mas da potencia e força e vontade para mover sua máquinas e maquinações. A do outro o oposto é do campo do mesmo logos é episteme, mas da semiótica e epistemologia contrária a libertária.

Uma é ciência que não só está em busca da ciência da predeterminação e predestinação dos sujeitos como objetos do seu saber e manipulação até quando reconhece a sua incerteza e indeterminação.

A outra é a ciência dos sujeitos que busca da autodeterminação e propriodestinação até dos outros sujeitos quando busca construir seus campos de saber e interação. E como a libertaria mal acabou de nascer ainda como ciência. E a outra, que desprovida desta ciência da consciência mal ainda tomou ciência quiça reconheceu e nem quer como paradigma corporativista e corporação reconhecer que está vulnerável a ser reduzida a mera instrumento e ferramentaria de interesses outros incluso do charlatões, anti-científicos e autoritários, e contra a liberdade da consciência da própria produção do saber cientifico. Eis que doxa dos populares esta a merce do paradoxos e dilema da própria revolução da consciência cientifica da humanidade, incluso na distancia entre ela e os leigos, um vácuo metainformacional que não existe porque está ocupado por forças e interesses voltados contra mas toda fé na luz da liberdade e razão e conhecimento incluso o cientifico.

Então se liga você, até quando o doutor e cientista, quando está na vanguarda e não na retaguarda só de olho grande não é mais o sujeito, mas o objeto na mira do ser ou não ser do eis questão, é o gato, não o her doctor, nazi ou não. Vida Loca.

Cientista então aqui é portanto uma figura de metalinguagem. Porque perto dos outros médicos e loucos, eles são os mais são entre os insanos, e perto então dos fazedores de politicas publicas ou econômicas desprovidos em sua maioria de qualquer coisa que se possa chamar, de ciência, consciência, não há nem comparação. Mas nivelar-se ou contrastar-se por comparativos deste especie de hipocráticas e não hipercríticas é justamente um subterfúgio do pensamento anti e contra cientifico e libertário e não destes.

Aproveito assim para dar então um salve Jorge, para os homens e mulheres, porque não vou discutir os sexos, nem dos anjo, nem alma, porque assim como a liberdade não é objeto mas sujeito da sua razão, também seu sujeito o é da sua própria função sentido, trajetória e imperativo inalienável da afirmação de consciência logo de identidade. E quem cair nos papos, de tempo e espaço não vai morrer só com baixa defesa imunológica, mas epistemológica infectado não por um, mas por dois vírus oportunistas atacando estocástica e sinergeticamente os tecidos, organismos e consciências e inconsciências coletivas e particulares incluso tanto o da pessoa física quanto a social.

Os avisos do escritos anteriores perderam a validade, porque previsão é como placa de aviso, principalmente se quando eram avisos para que as pessoas não se precipitassem, não se empurrassem nem empurrassem os outros do precipícios até todos se jogassem juntos ou caíssem. Mas se a validade do aviso é produto perecível, tem data de validade. O espírito da coisa, sua mais valia, e valor não. Não joguem, estendam as mãos, porque do buraco até se já quem sai sozinho, mas muito tempo e vida, e o capital dos capitais, tempo de vida não só economiza mas nisto garanto como banqueiro economista transcendental ajudando uns aos outros.

Porque a política e economia tanto da produção quanto da consciência até da ciência, não é ciência politica econômica, mas a ciência dos métodos, da ciência semiótica e epistemológicos dos processo de produção, reprodução e garantia de qualidade, validade, do seu produto como a potencia criativa de toda liberdade. A potência que não só gera todos os elementos e forças, dos seres e fenômenos, estejam elas encerrados no arcabouço projecional ou concreto de 4 paredes, ou seja a própria consciência capaz de quebrar a quarta parede e dar a conhecer sua própria toda quintessencia da física e matemática e estocástica das suas dimensões: a quinta.

O oposto portanto da ciência dos motores e inteligencias artificiais e corporativas que se move pela explosão, combustão e subtração das animas e corpos, para produzir matéria e energia, o necrocapitalismo, mas pode chamar pelo nome antigo holocausto, ou pelo antigo ainda, servidão eterna aos senhores escatológicos da guerra, discórdia, desinformação, doença, pilhagem, parafilias que dividem para conquistar e capitalizar e se reproduzir em cima de cadáveres e terras arrasadas, desde que não sejam eles, até os seus e as suas.

E só para constar isso é figura de linguagem porque a denuncia, não é anuncio, até porque não pratico, emprego, não sou empregado, não faço propaganda de terror, nem de terrorista, estatal, antissocial, paraestatal nem privado, privatizado ou corporativo. Não uso de escatologia, para necrocapitalizar em cima de ninguém, nem para fins pecuniários outras parafilias afins, embutidas, enrustidas ou contrabandeadas nesse tráfico de gente, forma conteúdo, dados, metadados.

Não exploro a hipersensibilidade simbólica, vulnerabilidade cognitiva, carência emocional, nem carestia e expropriação intelectual de ninguém que dirá traficar, projetar ou introjetar lixo, ou ruido, ou veneno ou vírus, como doses na veia, no ar, ou passatempo, ou roubo de dados atenção de usuários viciados, dependes, infantilizados, medicalizados dependentes, que embora se comportem como mini-tiranos não passam de crianças mimadas crescidas com a idade mental corresponde à falta de consciência e ciência e baixa tolerância a contradição e adversidade, pessoas igualmente doentes e que devem ser respeitadas como tal, e não marginalizadas, ainda que ofereçam perigo principalmente se contrariadas e não no com poder, mas armadas para impor suas insanidade seja da natureza fisiológica que for.

Explorar essas vulnerabilidades como se fossem oportunidades, como oportunista, ou já plantando sistematicamente para colher não é meu negócio. Aliás, nem negócio nem trabalho nem o remunerado que dirá o voluntário. Não faço isso nem pagando, nem matando. Que dirá pagando para trabalhar.

Minha razão e função social e transexistencial é outra, a libertária. Liberdade como potência geradora. Vontade como força motriz. Vida como matriz. Solidariedade como motor. Trabalho livre como vetor. E Paz, harmonia ou concórdia como energia, ou simplesmente razão social desse moto perpetuo de volição, e revolição sempre como equação da função existencial e relacional autodeterminada dos organismos em direção a eterna liberdade, ou simplesmente ao eterno novo, pela metatransformação da sua renovação.

Mas isso é tema para um bota fora, uma liquidação das publicações deste perfil, em breve, se houver tempo e espaço para isso, por óbvio.

E perdão se assim pareço insensível. Mas esse tipo de roubo de atenção, e tempo, do tempo de vida, esse feitiço do tempo já não funciona mais comigo faz tempo, nem quando tinha tempo de sobra, que dirá agora quando o momento derradeiro se aproxima, tanto em probabilidade quanto de fato. Nem vivo, nem morto, no talvez, ou no por enquanto e principalmente enfim depois de tudo, que não é um apesar, mas sempre a causa primeira e sem fim. Liberdade.

Então Boa sorte a todos. Porque não aguento se não fizer ao menos uma piada de mal gosto e com ou sem fundo de verdade. Só para quebrar a tensão.

Deus abençoe a America, alias não só ela. Toda as grandes potencias e impotências do mundo, incluso as subdesenvolvidas e subservientes. Porque Foda-se é foda. É coisa para quem monta no burro de carga, incluso para encabrestar currar, e abater de vez, coisa nazi e judenrats.

Pois, não é tempo guerra, mas de guerra fraticida, uma pleonasmo, para o humanista e cosmopolita, mas definitivamente de paz para todos e entre todos. Não se engane tem gente dado graças ao seu senhor pela praga, porque tentará fazer dela o instrumento da sua domínio e curração.

Não se desgoverne nem se deixe governar por irresponsáveis e idiotas ou idiocratas, nem servo-imbecilizados que se julgam deuses, salvadores, ou a voz de deus entre meros mortais, e futuros mortos. Governe-se, para não ser governado, nem sacrificado nem por fanáticos, nem idolatras. Governe-se pela consciência e responsabilidade social, solidariedade e comunhão de paz.

Porque quem serve as armas e os foices da mortes, pelo ceifador empalador serão ceifados e empalador em suas necropolis e distopolis de mortos-vivos de inteligencias artificias e pessoas corporativas que simulam e emulam as vivas, enquanto as inteligencias vivas e pessoas naturais se comportarão ou serão obrigadas a simular e emular como de programadas fossem ou tivessem sido como robôs, autômatos, sem anima mesmo não sendo e até sabendo que não são. Isto supondo que a máquina e seus fusíveis não queimarão também na no seu motor de combustão holocaustico agora em infotecnologia holográfica.

Cuidado com o arcabouço que você constrói para o outro, pode ser o seu cadafalso ou eterna prisão manicomial.

E fui. Porque podem me chamar de egoísta mas estou a dois passos do paraíso perdido, mas juro que se quando achar senão para buscar ao menos para contar para todo mundo onde fica.

Mas quem há de vigiar os vigilantes? Sei não. Eu é que não. Nem matando. Não nasci, nem me matei de tanto trabalhar sem ganhar nada para isso, não. Ninguém nasceu. Ademais, é de quem entra para fazer par com eles nessa dança da morte que eles não para de viver e ganhar, em cima… dos vivos e dos mortos. Então que os mortos-vivos dancem, senão em paz, sozinhos. Porque não adianta me convocar para essas danças para evocar deus-sabe-lá-o-quê, porque eu é que eu não vou.

Passo. Estou guardado dentro de casa, sem incomodar ninguém, fazendo a única coisa que sei fazer e o melhor que posso com tudo o que tenho, ajudando quem precisa, como manda a Lei e faz muito tempo. E isso, agora então é o que não falta: gente nova e velha precisando de ajuda.

Sou um lumpem, lumpem ativista. Sou um sujeito de sorte. Um legitimo velho latino-belchioriano, que ano passado morreu, (logo) esse ano eu não morro. Salvo de de salvas de balas ou cefaleias, vermes, mas não de palmas nem de vaias. Não vim aqui para isso. Tenho mais o que fazer. Como por exemplo cuidar de utopias na vida e além. Não quero me bater com gente, não as de carne e osso, essas só quero servir, bater e lutar só contra moinhos e engenhos que tanto só ventam, quanto os que moem gentes.

Paz e descanso para todos, não necessariamente nessa ordem, nem na outra, a autoritária. E bendito sejam os malditos. Porque elefantástica são armatas desarmadas, e os exércitos sem comandantes nem comandados posto que nem sequer seguidores. Pois se autor foi duble o ator não do social, mesmo quando no papel da cópia errante de si mesmo.

E se o juízo final ou falta de qualquer juízo ainda for a mesma de antes, a do quintos do infernos, que ainda sim descansem em paz. Pois se o inferno é de dante, a pax idem, brancaleônica. De gato Felix, preto mas que não é Nero. A vagar como uma onda faminto porém não de escassez e privação, mas de abundancia por paz, justiça e liberdade.

Um ronim que é cavaleiro que faz triste figura, não nego. Quixotesco, que nem montaria tem, posto que não monta nem é montado. E ainda por cima é cego. Como por sinal o deve ser. O ativista social e a verdeira justiça a jusnatural Para não ceifar justos e injustos, mas dar-se e doar-se como esta dá a luz sem cobrar nem pedir troca, pelo contrário muito pelo contrário se sacrificando, ou sem saber que o será ou não por tudo que deu e criou. Liberdade- a fonte da vida, incluso da metamorfose, evolução e revolução e não só da informação, formação mas da metaforma e metainformação da próprio inovação crescimento e renascimento da própria vida.

A matriz, vetor, motor, motriz e potencia geratriz das cosmopoliticidades e historicidades das singularidades consensuais das terras, pessoas, corpos, vontades, almas, seres fenômenos, eventos, organismos emancipados, autodeterminação autônomos, autogestados, autogerados, responsáveis, não tutelados, adultos, não dependentes, sensíveis, empáticos cientes, conscientes, não insanos, nem débeis, ainda que fracos, sãos e soberanos.

Liberdade. Loucura? piada? Cuidado… cuidado com os loucos de verdade, ou pior os falsos que se levam por demais a sério, e não fazem além de nada de que preste, propagar loucuras e realizar malfeitorias.

Image for post
Image for post

Mas mil perdões, com certeza isso deve ser só outra alucinação, de novo…

Agora se me dão licença, preciso voltar para a realidade e labuta. E que se já for a sua, sem sarcasmo nem ironia, bem vindos. Bem vindo ao mundo fora, das cavernas. Que não é exatamente o das academias e ideias platônicas, o mundo dos Sócrates enlouquecidos, o natural e não o artificial, o verdadeiro feito da razão semiótica e verossimilhante da episteme dos seres e fenômenos com a consciência como ciência. Logo espelhadas, mas não são espelhos ou sim reflexos mas reflexões e não do eu no outro, mas da ordem inversa, a criativa e criadora do tudo a partir do nada, o lumpem-mundo, a solidária, gregária e libertária.

Que não é a farsa só da Palavração, ainda honesta, só palavração. Mas o verdadeiro ato e a ação que carece do significa da realização como a ação carece do significação da idealização não necessariamente das palavras, e jamais como mera ideologia, mas sempre como o espirito da coisa e da ação e razão social.

Então até breve. Não quero tomar mas seu tempo, nem o meu. Quando terminarmos espero que possamos sentar com calma e conversarmos, com tempo se não aqui, onde pudermos. Se ou quando conseguir colocar o resto da minha lição de casa em dia, voluntária ou não não importa. Daí, eu volto a parlamentar e fazer a representação publica e direta de todos meus papeis e pessoas de interesse social e publico, até porque do contrário, melhor nem dizer e nem fazer, porque senão aí já é mais a falsificação representativa que virou sinônimo da próprio ato de falsificação das representatividades e falso-atuações, politica.

Agora. Sim.

Fim.

Ou não…

Written by

X-Textos: Não recomendado para menores de idade e adultos com baixa tolerância a contrariedade, críticas e decepções de expectativas. Contém spoilers da vida.

Get the Medium app

A button that says 'Download on the App Store', and if clicked it will lead you to the iOS App store
A button that says 'Get it on, Google Play', and if clicked it will lead you to the Google Play store