Robô nazi-fascista?

Me diga quem te crias e te direis que és?

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A teoria do Centésimo Macaco?

Seria cômico se não fosse o indicador do trágico. Tenho apenas duas perguntas retóricas e uma conclusão sobre o fato:

Conclusão

Máquinas burras vão reproduzir máquinas burras, não importa e são feitas de carne e osso ou não.

Segue dois textos que falam tanto da criatividade e das velhas superestruturas os de reprodução da alienação no novo veículo mundial de comunicação a Internet, os superegos corporativos agora de TI:

E aqui um outro artigo interessante que fala do fenômeno oposto:

Sim religare de religião.

Não vamos conseguir desenvolver nem ciência, nem consciência; nem inteligencia natural ou artificial mais avançada ou menos estupida, enquanto não perdermos o medo de adentramos com a razão nos campos da metafisica. O que significa não apenas cometer a heresia de introduzir racionalidade, autocritica e liberdade ao fenômeno da fé sem tentar reduzi-lo a mera ideologia materialista, mas sim introduzir exatamente essa mesma autocritica as bases irracionais, dogmáticas e ideológicos a todos os fenômenos de produção desintegrada e predeterminista do conhecimento que se arrogam verdadeiros, incluso a ciência.

Não vamos conseguir desenvolver nenhuma inteligencia sem nos reintegrar nossa rede conceptiva de forma co-significativa ao principio gerador do próprio conhecimento e criatividade como fenômeno de ordem natural. E isso demanda não apenas o desenvolvimento da interconectividade sensível, mas a reintegração do ente cognoscente não só como os demais, mas epistemologicamente consigo mesmo, enquanto fé-razão como concepto consciente.

Não é fácil brincar de deus… porque não é fácil criar vida, nem seres a sua imagem e semelhança da sua essência- especialmente quando sequer a reconhecemos ou estamos (re)ligados a ela. Enquanto o ser humano não compreender que sua essência é força libertária; e o o principio gerador de todas universalidades e diversidades como fenômeno é a Liberdade, não ultrapassaremos o plano das ideologias, representações e simulações.

Enquanto não entendermos que a liberdade não é uma abstração, mas o principio criativo da realidade anterior e transcendente não só a todas ideologias mas a todos entes capazes de fabricá-las, que o “Criador”não pode ser compreendida pelas velhas religiões nem ciências porque é fenômeno não ente nem ideia. Não vamos reproduzir sua capacidade criativa de forma sistemática, mas só como fazemos, por insights tidos como geniais ou iluminados por quem se acostumou a viver nas cavernas platônicas do academicismo.

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X-Textos: Não recomendado para menores de idade e adultos com baixa tolerância a contrariedade, críticas e decepções de expectativas. Contém spoilers da vida.

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