Que fim levou a revolução da internet?

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Ou me desligo de vez do mundo, ou não vou conseguir terminar nunca o texto sobre Lets System e Terceiro Setor que estou escrevendo. Ok, do mundo é um exagero, mas sinto que se o Medium não virar em breve de toda a Internet e voltar a conversar com gente que já morreu ou nem existe, lendo só livros. O conhecimento e informação que dá para se extrair das redes sociais, noticias, e vlogs, mesmo dos informadores e formadores de opinião é tão superficial, residual, quando não completamente equivocado falso ou paranoico que a Internet já tá virando TV, a mais nova fabrica de idiotas. É mais ou menos como assistir o o Fantástico num eterno domingo, serve só para ter uma ideia do fenômeno sociológico da própria alienação como entretenimento travestido de serviço de comunicação e informação. E só. Um entretenimento que deixa aquela sensação de impotência e depressão porque enquanto isso o mundo gira, você sabe que a realidade recomeça toda segunda-feira. E se você gastar muito tempo no YouTube, ou no Face todo dia é segunda.

Sempre tive por mim, que jamais teria realizada nada nem escrito nada do que fiz, com sucesso ou fracasso, se não tivesse feito duas coisas: Uma largar a faculdade; outra mais importante desligar a TV. Não que a internet não continua a ser um meio de telecomunicação com infinitas possibilidades de educação e transformação do mundo, digo para melhor, assim como foi no começo e ainda o seria o Radio e a TV, mas se a história fosse outra. Hoje olhando para a Internet, tenho a certeza, disso.A internet de fato ainda é uma gigantesca oportunidade, mas como as demais caminha historicamente para ter o mesmo fim que as precedentes: uma gigantesca oportunidade perdida. Ou melhor ganha, só que para outros interesses e propósitos. Porque isso é obviamente relativo, uma oportunidade, ou uma batalha perdida pela sociedade por emancipação e educação é mais uma campo ganho e muito bem dominado pelas corporações estato-privadas fazerem lucro e ampliarem seus bigbrother, onde o enclausurado nessas cavernas de ideologias e preconceitos somos nós, “porque [afinal] o jardineiro é jesus e as árvores somos nozes”.

Mas não tomem esse desabafo como um pessimista ou elitista em relação a humanidade ou até mesmo a internet. Ou um desistir. Era natural que os interesses, a propaganda, a guerra de informação, desinformação e que toda a máquina de alienação migrasse e se reinstalasse nos novas midias, nos novos meios de comunicação e até troca, o JP Morgan já tem até as sua criptomoeda! Tolo de quem acreditou o contrário, que o capital iria morrer quieto em seus antigos hospedeiros. O capital migra de meios e pode até troca de mãos, e se perpetua. Assim como os velhos hábitos e idiosicrasias enraizados dos povos também se reintalam e reproduzissem com a mesma facilidade em qualquer meio. Supor que esses monopolios e culturas de alienação morreriam e ao invés de migrar e se replicar nos novos ambientes é idealização de quem acredita que o progresso é feito pelo conforto e não com muita luta. Mas é inegável que esses organismo e entidades, essas corporações e mentalidades tiveram que se adptar. Por exemplo, agora quem produz e retransmite o desconhecimento como conteúdo é o próprio telespectador na ilusão de protagonismo provocada pela interatividade de uma sociedade que continuam sendo apenas do espetáculo, reduzindo absurdamente o custo da reprodução da imbecilidade e logo aumento os lucros na compra e venda dos alienados.

Como a TV a internet já tem os seus barões. E ainda que estes estabeleçam seus monopólios sobre outros bens e outras formas tem o mesmo efeito causador de impotência que a próprio aparelho estatal e seus tentáculos, as corporações peudo-privadas juridicamente constituidas ou subsiadas por eles. Ou que há de mais brochante e desmoldo que as noticias e opiniões e racionalizações dos comunicadores sobre o nosso incrível democracia e governo? A realidade é revoltante, mas a sua cobertura e acobertamento é desaminadora.

Trabalhando assim juntas mais inconscientemente por uma confluência de interesses do que de forma articulada e planejada a ação e comunicação de um status quo tem o poder extraordinário de alterar os estados de consciência, produzindo uma desmobilização letárgica dos impotentes frente a massas guiadas por essa grande inconsciência coletiva artificial. Tem o poder de normalizar e banalizar o mal e o absurdo a ponto dos alienados a ela e por ela, que também participam dela sem sequer tomar conta disto, não apenas perdem toda a vontade de lutar contra essa condição, ou até mesmo interagir de fato umas com as outras e não com essas representações de si mesmo. Suas falsas imagens e perfis desse mundo virtual. O efeito disso não estamos só assistindo mas sentindo em nossa carne. Literalmente a sociedade que já não era nenhum primor de comunhão, tem se desintegrado ainda mais em indivíduos com suas cabeças enfiadas no próprio rabo perdidos em suas questões venais e intestinas que só falam mas não ouvem. Atores sociais apenas a esperar a deixa para declamar a sua fala decorada de um roteiros que não escreveu nem sequer é capaz de compreender. Ou seja atores ruins de uma vida reduzida a novelas de bigbrothers com script e direção pior ainda. Não é a toa que os show da realidade sobretudo as mais brutais de países como o brasil superem e muito a ficção, vide a novela sem fim da política.

A internet que era para ser a antitelevisão, o veiculo da nova cosmovisão está se tornando a maior televisão da história da humanidade, onde o individuo continua a se desliga de si mesmo e do mundo ao seu redor, porém não mais hipnotizado em frente a uma tela, mas já aprisionado dentro dela. Assiste embabacado, ou para usar uma expressão da moda, perplexo, ao seu eu e seu mundo real não mais de fora para dentro, mas já de desse arcabouço para fora.

Nossas mentes não estão mais entretidas por uma tele-visão vazia, nossas mentes são o próprio entretenimento vazio dessa nova fase tele-visão interativa que não forma mais analfabetos funcionais alienados da sua própria intelecção, mas alienados da sua percepção, da inconsciência a insenseciência.

Não estamos virando analfabetos funcionais, isso era do tempo do seu avô, estamos virando analfabetos intelectivos. Estamos a perder a sua capacidade simbólica de ler e escrever o mundo. De literalmente inteligir as pessoas e as coisas reduzidas as representações imagéticas projetadas nessa grande caverna do mundo reduzido regido por imagens e aparências que é a rede mundial de computadores, aliás rede não, cadeia mundial de computadores nesse jogo de espelhos que virou a vida, onde o selfie sou eu.

Progressivamente as pessoas estão perdendo a capacidade de refletir, não meditam vomitam . Não refletem, retransmitem preceitos e preconceitos. Afinal para que meditar antes de pensar se a midia para pensar o que falamos? E na mídia o meditar e sentar sentar embaixo de arvore como um Buda ou Sócrates gente que perde seu tempo pensando e repensando, buscando e rebuscando. Pensar e refletir bucar sentidos e definição próprias e por conta própria para quê se o Facebook e Google já fazem isso por mim?

Passear pelos vlogs de internet é como assistir a uma gigantesca mesa redonda de comentaristas de futebol: um mundo de gente broxada esbravejando sobre um jogo que a maioria deles nunca jogou como player de verdade, apenas assistiu e torceu. Com uma diferença grave o filosobol não é mais sobre colocar uma bola dentro de uma rede, mas sobre os destinos passados e futuros do mundo.

Afinal o pensamento é diálogo, ou mais precisamente um fenômeno dialógico de internalização do outro ao qual se supõe a capacidade de inteligir. Mas qual diálogo, ou suposição de inteligência é possível hoje nas redes da internet? A debate da internet, contaminado pela idiotia e idiocracia das politica e suas ideologias, só inspira os instintos mais primitivos nas pessoas. E verdade seja dita, não muitas vezes sem razão. E isso é um problema ainda mais sério do que a confortável alienação e discursos de ódio a seguras distancias, porque os instintos mais primitivos não levam a cooperação pela paz, mas a ruptoras sociais e guerras.

Com quem afinal de contas as pessoas que prezam pela paz e dialágo estariam estabelecendo debates na sociedade se ela virou um espelho da política onde todo mundo já sabe, ainda que não queira falar e admitir publicamente faz tempo existe que já não se resolve com dialogo, mas com as vias de fato. Não que a violência resolva qualquer coisa, mas está claro que as meras manifestação de protesto ou pior suplica a quem é cego e surdo ao alheio não vão funcionar. A violência não é portanto uma questão de escolha, mas da falta absoluta delas. Do não ter sequer como fugir de uma situação. É por isso que neste caso não se chama agressão, mas legitima defesa, a reação de quem não resta outra senão reagir e resistir ou ser destruído. E isso que vale para uma pessoa, vale também para todas como sociedade e nação. Nós que não somos chegados nas vias de fato, e nem temos os meios de fato para lutar, quando confrontados com tiranias e tiranos que arrancam suas máscaras e dizem na nossa cara, tome o que é seu, e cala sua boca, porque daqui ninguém me tira. é por isso que dizem portanto que o povo brasileiro é gado porque não importa quanto leve no lombo, não se levanta contra o dono que o vende e devora. Mas não é nem burro que pelo menos empaca, é cão que lambe e ataque porque uma vez domesticado é cegamente fiel ao dono, até mesmo quando é usado como cobaia por eles. Pobre homem, pobre cão, usam do que há de melhor dele para escravizá-lo e explorá-lo: a fidelidade que acaba sendo com a corrupção e covardia dos mestres.

Hoje portanto é muito difícil encontrar forças de vontade para argumentar quando a situação politica, social e em breve a econômica caminha a passos largos senão para as vias de fato, a da mais domesticada e servil submissão canina. É o Brasil voltando para a casinha com o rabo entre as pernas, e se perguntando será que em 2018, vai ter ossinho se eu abanar bastante meu rabo?

Mas retornamos ao dilema presente e não do futuro a repetir o passado. O dilema atual onde o imobilismo que hoje verificamos nas ruas e internet, se responde com a seguinte pergunta: que vontade pode haver se manifestar quando todos os lugares e pessoas dão no mesmo? Se a voz e o dialógo são inúteis. Que vontade pode ter o cidadão partidário da paz, consciente ou inconscientemente perante um conjuntura que no seu intimo ele já sabe e não vê mais alterativas verdadeiras senão as vias que não quer usar, as de fato?

É claro que isso é uma visão de velho ranzinza, Isso pode ser visto com olhos empreendedores, sociais ou não, os olhos daqueles de que vem no problema, nesta carência uma oportunidade de criação de um canal que seja um portal para atender uma demanda por informação e conhecimento, critica e analítica produzida em tempo real, com fundamento e fidedignidade. Não acredito que esta seja uma demanda só minha, e de tão poucos que não possa ser sustentada ao menos coletivamente.

Na verdade a internet continua a guardar imensas oportunidades sociais ao menos enquanto não for um ambiente economicamente completamente dominado pelo subsidio do monopólio da força de fato, enquanto os softwares permanecerem mais ou menos alheios alheios a fúria legislativa do poder politico-econômico constituído que já controla os hardwares onde roda dessa plataforma: as telecomunicações. Enquanto a internet não for como os outros aparelhos estatais e privados administrado por servidores dos interesses antissociais. Ela terá imensas oportunidades inerentes a sua arquitetura. Mas mesmo venham ser ainda mais monopolizadas, jamais o serão da mesma forma que outras meios-de-produção da informação. Não enquanto a sociedade não for novamente apartado da sua condição integrada de produtores e consumidores do produto. Enquanto o cidadão produzindo lixo ou não, não desistir de produzir o conteúdo que lhe interessa para assistir e meramente reproduzir as idéias e conteúdos alheios, o cidadão permanece com um poder inédito no capitalismo recente.

Ainda terá um potencial revolucionário gigantesco, engendrado pela própria exploração do produtor-consumidor da informação que se não renunciar a essa condição e deixar se dividir em consumidor e trabalhador, mas ao contrário assumir a consciência dessa condição produtiva nessa nova fase do capitalismo informacional irá formar de fato as novas sociedades da informação. Irá formar associação para defender e negociar seus interesses particulares em comum. O interesse do que já é uma comunidade a internet, mas que pode ser não mais do que isso, pode ser uma sociedade e organizada.

Quando um trabalhador ou produtor de uma determinada classe para reinvindicar sua produção ele precisa da solidariedade não só das outras classes e sobretudo da sociedade como consumidora para ter sucesso nas suas negociações. Já o produtor da internet, não precisa da solidariedade de outras classes, não enquanto a sociedade for de fato uma mesma classe integrada de produtores, reprodutores e consumidores do seu conteúdo. E na medida da consciência dessa condição poderão em comunhão lutar por seus direitos de participação, simplesmente parando a produção, numa greve geral que é ao mesmo tempo um boicote contra condições e contratos injustos aos quais as pessoas se submetem automaticamente sem negociar ou ler, apenas clicando eu aceito, por não terem outra alternativa, por não terem representatividade isoladamente para dizer, não é assim que eu quero entregar minha produção ou consumí-las, mas assim. E negociar. Ou usar esse capital enquanto ainda for legalmente, enquanto não for juridicamente expropriado, seus dados suas informação até mesmo para abrir e bancar serviços concorrentes que atendam suas demandas devidamente integradas como produtores e consumidores e na condição de quem banca seu próprio negocio, até capitalistas.

Isso é evidente é uma corrida desigual não só contra o tempo, mas contra quem usa do poder e meios que possui para tomar o que não é seu, e difundir a cultura de alienação que é até que novas gerações nasçam completamente alienadas e imbecilizadas, acreditando que os dados realmente pertence a quem os detém de fato, e não a quem natural e inerentemente pertencem a você. E ainda vão agradecer e até pagar quando eles prestarem o serviço de devolverem esse bem natural para você! Esse processo já está em andamento em diversos níveis. E já achamos perfeitamente normal que por exemplo, o Serasa (agora Sperian) se aproprie dos seus dados via acordo com a justiça eleitoral para de qualificação e venderem e depois ainda dizer que você pode consultá-los vejam que graciosos, de graça!

É por isso que não existe almoço grátis fora da natureza, ladrões não dão, mas por definição tomam. E não só o que era do alheio , mas até do que é gratuito. Se suas longas manus pudesse alcançar até o Sol, que não só e brilha e renasce sobre a cabeças de todos exigiriam de mão armada, culto e posses, como dizimo, tributo ou taxação sobre o que não lhes pertence. Se deixarmos não só a terra, a água, mas até o ar o simples andar por um mundo natural ou virtual e até as ideias serão griladas por quem se acha o dono exclusivo e com direito de se apropriar de tudo, até mesmo da Justiça tanto como lei quanto poder judiciário. Se deixarmos até imposto pela janelas e sombras teríamos que pagar para viver em paz. Na verdade não seria nenhuma novidade porque até isso já “inventaram”.

Se corporações, estados e igrejas ou grandes empresas, ao invés de cobrar pelo que não é seu, dessem ou devolvessem faliriam. Porque nada do que vendem ou comprar é propriamente seu e o que é não se sustenta por conta própria sem do que roubado ou imposto com o subsidio da força de fato. No entanto se por ventura, fossem capaz de dar ou trocar qualquer coisa o que de produzissem sobre o que é de legitimamente seu, já não seriam mais por definição o que são mais outra coisa com o mesmo nome. Não seriam mais corporações sustentadas pelo monopólio “legitimado” da violência, mas verdadeiras associações produtivas e sociedades de paz, tivessem essas instituições razões comerciais ou só sociais, produzissem elas bens e serviços públicos ou privados.

Então no fundo nada de novo. Ou você acha que o tráfico de banco de dados pessoais e pessoas vem de hoje? Como é que você acha que aqueles caras do telemarketing e da política sabiam de tudo sobre você, sem você nunca ter dado nada a eles? Isso é só o mesmo capitalismo de Estado agora na nova fase da informação. No fundo o mesmo crime legalizado de expropriação e concessão sobre direitos de propriedades da pessoa natural em favor de direito “adquiridos” ilegitima artificialmente e criminosamente legalizados pela aliança entre Estado-jagunço e corporações-mandantes de um mesmo latrocínio continuo. Um roubo até de quem já não tem mais nada o que eles possam tirar e traficar além de suas corpos, personalidades, reputações direitos convertidos de capitais em dívidas e obrigações. E “tem que manter isso aí, viu?”

Na verdade tamanha indignação não veio por causa disso. Mas por um infeliz giro que fiz para ficar antenado nas opiniões das redes e canais sobre o episódio de Charlottesville.

É na verdade sobre esse conflito que pretendia falar, e isso que escrevi acima deveria ser só uma curta introdução. Não foi. Acabou virando outro critica maior e mais ampla sobre toda a cultura internética. Agora deveria voltar ao LETS e a economia solidária mas não vou conseguir não antes de registrar uma ou duas palavras sobre a questão nesse meu blog que padece dos mesmo males que critiquei um exercício gratuito da divina arte da mediocridade na internet: opinar sobre tudo que todo mundo está falando… Charlottesville.

Vou então latir mais um pouco, porque não só a fidelidade, mas a revolta é outra qualidade humana que é usada contra ele mesmo. Até porque, por mais que os ladrões escravagistas propagandeiam o contrário, que se não fosse o chicote nas costas ou a cenoura o povo não faria nada. É simplesmente da nossa natureza,não conseguimos parar de trabalhar e produzir, mesmo quando não nos pagam quase nada, nada ou até mesmo temos que pagar para poder fazer isso. Se fosse só o medo que movimentada não seria uma vida sem emprego, utilidade ou valor dada pelo alheio. Mas o medo de não ter um uma trabalho livre, criativo e capaz de preencher a nossa existência de significado. Mas essa busca de sentido não é movida por medo do desconhecido que está por vir, mas sim pela profissão de fé que o sentido e a liberdade um dia hão de nascer como o luz do sol sobre a cabeça de todos.

Pobre do homem de paz que tem seu maior bem, a sua vocação irrefreável para o trabalho e a livre criação tomada como o capital de quem vive de vender pacotes de maldades, e a força do culto a supremacia das supremacias: a da violência, que rouba, priva e aliena as pessoas não só dos bens naturais do é tido público e comuns, mas também dos bens seus bens mais absolutamente particulares e privados. Rouba a soberania das soberanias: a liberdade de concepção e produção do viver como manifestação do sentido próprio da sua existência, destruindo o capital dos capital que é inexpropriável a força de vontade, a vontade de liberdade, a anima e alma de todas as criaturas livres feitas a imagem e semelhança do “Criador” e perpetuo libertador, que a propósito ao contrário do que vende a propaganda não é ele, é ela: a Liberdade.

Mas deixamos as disputas epistemológicas e mitológicas de lado, e voltemos ao mundo, para exercitar um pouco da divina mediocridade humana de falar de tudo sobre o que quer que todo mundo esteja falando, porque ninguém é de ferro: Charlotesville.

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X-Textos: Não recomendado para menores de idade e adultos com baixa tolerância a contrariedade, críticas e decepções de expectativas. Contém spoilers da vida.

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