Qual a solução? Da quebra dos paradigmas e padrões à Arte seminal da Superação, o verdadeiro X da questão

O mito de São Jorge e luta revolucionária e libertária contra a ditadura dos gêneros

Quem foi o maior esportista da história? Pelé ou Jordan? Típica pergunta de moleque do final do século passado, ao menos que jogava basquete no Brasil. Eu que antes de ser fã da NBA, fã da geração PAN de 87, só fui me interessar por NBA e esta querela quando vi Jordan saltando:

Apaixonado por salto desde que me conheço por gente, o motivo inclusive de ter preferido primeiro a ingrata posição de goleiro um gosto herdado das histórias do meu avô, e depois trocado pelas quadras de basquete do ABC paulista, de rua ou de escola, aberta ou não. Quebrei ligamentos de tornozelos, joelhos e enfim as costas, e parei de vez. Só para voltar de vez quando tenho uma folga para poder saltar com toda a força que me resta e quebrar tudo de novo. De novo. E de novo. Pois é. Tem gente que com idade fica mais sábio, outros só mais velhos burros, teimosos e xucros.

E se você está se perguntando porque não faço um esporte de menos impacto que faça mais bem do mal à saúde, como só caminhar por exemplo? Bem poderia dizer que se a preocupação com minha saúde fosse digamos a minha primeira prioridade, e não ser ainda mais inconveniente, primeiro começaria a parar de fumar e não começado justamente perto da terceira idade. Ademais como já disse caminhada e corridas de fundo nunca foram minha paixão, mas como disse o salto. Porém não apenas o salto em si, ordinário e sim o extraordinário, o movimento que saindo do chão busca um céu não só rasgando defesas por causa da sua altura, ou velocidade, mas por conta de algo que tanto Jordan quanto Pelé eram especialistas em surpreender não só o público mas o adversário.

Coitada da criança que podendo não corre, não salta e não pula muro nem sobe mais árvore, e ou que mesmo podendo é deixada trancada entre quatro paredes. Vai descobrir tarde demais que não é seu corpo, mas sua cabeça que não pode parar ou pior que nem uma nem outra começa nem termina no seu corpo, cabeça, ou no horizonte delimitado das telas, janelas, planas e quadradas das celas e arcabouços, mas que como o chão, céu, horizonte verdadeiro não só não tem fim, mas é um perpétuo convite a esse encontro com o seu vir a ser, que não é feito no chão mas de saltos no espaço e no tempo para o que antes era lugar nenhum de outrora: nada menos que o impossível.

Vai descobrir, que não só corpo mas alma, assim como a partícula e o campo não só precisam de movimento, mas são feito de movimento puro, liberdade não como tese, mas como prática, a verdadeira verdade que a liberdade, o real em movimento, ou simplesmente a sensação de estar vivo por se estar livre e mesmo estando num deserto absolutamente sozinho, nunca solitário, por oposição daquele que desconectado da rede da vida, mesmo sempre cercado das multidões e presente em todas agitações continua sempre a sentir o mesmo profundo vazio da falta de sentido existencial para a vida.

Vai entender ao contrário dos velhos beatos e sexólogos virgens que comendo só não sabe de fato o que é maçã, não quem ouviu ou viu ou leu sobre a árvore, mas não só comeu, quem semeou, plantou e deu de comer, mas também vivendo e morrer para, como semente, se fazer não só bela árvore, mas novo fruto. Porque quem quer ficar para semente é múmia, assombração, santo e oferenda. Que a proposito não fica nem vai, volta pro mar.

Vai entender que um dia não é só a rede neural que precisa sentir o campo em movimento fluir dos pés a cabeça ou qualquer que parecida que seja capaz de alimentá-la esse rede, mas precisa sentir os campos ao seu redor que compõe o horizonte de eventos da realidade, não só como senso ou noção, mas como fundamentos à próprioconcepção de si, do outro e do mundo.

E não como mera sucessão de imagens e retratos ou fatos ou eventos, a causar a ilusão de movimentos, a animação ou filme a passar como projeção a frente ou sombra da vida na sua parede, por mais realistas que parecem ou concretas que sejam as paredes, mas com realidade sensível e essência que sempre está por definição fora de qualquer delimitação das 3 dimensões, mas por definição na quebra dessa quarta parede. Que só é uma parede para um plano invisível a quem por tempo demais fica trancado nesse recinto escuro. Velha e batida metáfora das sombras na caverna tão propositalmente esquecida quanto adulterada, e não duvido nada já denunciava em tempo real outro Sócrates o dito enlouquecido, performático e anárquico Diógenes pelo próprio, não Sócrates que nada deixou de escrito, mas seu seguidor: Platão.

Mas falando em Sócrates, lembrei que o assunto não era filosofia, mas esporte, e a pergunta era quem foi melhor: Pelé ou Jordan? Pois é. Os dois tinham entre tantas coisas em comum, esse capacidade de parar no ar. Ou melhor parecer que. Não importa. O fato é que não só pela impulsão, mas pela forma como sabiam ao movimentar seu corpo no ar, alterar o centro do equilíbrio da gravidade do seu corpo de modo a conseguir mesmo que por alguns instantes aqueles milesegundos a mais que precisam para fazer o sabiam fazer melhor, chamar a responsabilidade para fazer a diferença, ou o que é mesma coisa: decidir na hora decisiva. O que muito confundia com improviso, tamanha a criatividade da capacidade não de se adaptar, mas surpreender.

Por isso mesmo nunca foram parados, e nem seriam, porque se o fossem, fariam toda pessoa especial seja o dito gênio ou a pessoa portadora de necessidade especiais, ou mesmo a que não tem nenhuma capacidade extraordinária, mas só a falta das condições mas ordinárias mesmo para viver, aprende a se superar, se quiser sobreviver num mundo que não é feito por pessoas que olham para as necessidades, capacidades dos outros, mas tão somente para seu próprio umbigo e olhando para ele, ditam quando tomam o poder o que é norma e normalidade. Ou seja faz exatamente o contrário do que dita o pensamento do século passado e retrasado e espero que em breve ultrapassados, não se conforma nem se adapta nem ao que não é acessível nem adaptado a ele, mas ao contrário, não se conforma, não se apta e passa por cima quebrando a formação, conformação, quebrando os paradigmas do possível e do impossível, do que é o devido lugar e não é, do que é acessível, ou não.

Uma transformação que a ditadura dos padrões da normalidade quando vence tranca e mata nos arcabouços da loucura, incluso manicomiais, e quando perde continua a persistir na sua farsa, inventando genes e genialidades, onde há um esforço e salto extraordinário não feito ao mero acaso da sorte, ou das heranças nem genéticas nem patrimoniais, mas não raro apesar e contra todas elas como mais um obstáculo a ser superado, não por esse corpo, mas por essa mente, que aprendeu o segredo a superação e emancipação da mediocridade e normose para viver como ela bem entender seja fazer o que as pessoas acham extraordinário, ou as coisas que ninguém dá valor mas para ela são a realização do seu sentido de vida. Porque não se engane se você acha que a medida da realização é o sucesso, ou pior reconhecimento do sucesso, então você já perdeu, porque as pessoas mais realizadas do mundo não são aquelas que são as melhores naquilo que fazem, mas aqueles que fazem o que querem fazer mesmo que sejam consideradas ou sejam as piores do mundo.

As pessoas que experimentaram o prazer de alcançar a experiencia de todo sucesso que queriam ou que sequer imaginaram alcançar, que tiveram ou colheram o prazer de plateia inteira vibrando em casa ou calada em silencio fúnebre ao marcar seu goal, não se engane esse também é um prazer tão grande quanto, e por isso novamente Pelés e Jordans, Rodman, Paulo Cesar Caju, filhos da puta, não só jogavam menos, mas mais, quanto mais apanhavam, mais pressionados, mais xingados e mais folgados, desafiadores ou impossíveis de bater fossem o adversário, algo que não vem inscrito no genes deste ou daquele ser vivo, mas na anima de todo ser vivo, e que só quebrando, mas quebrando no meio, na essência, na alma. Só arrebentando com sua força de vontade, de preferencia de pequenino ou pequenina pois como se diz e bem sabem os jesuítas e todo amestrador de circo é de pequenino que se torce o pepino, e entorta gentes para que ele nunca mais aquilo que Nelson Rodrigues viu pender do menino jogando os mantos invisíveis que fariam dele o rei aos 17 anos do futebol. Genialidade, não meu amigo? Esse manto real essa coroa ou aurela paira sobre todos os seres dotados de anima que não se aceitam serem o que os outros querem que eles sejam, mas o que eles querem ser, e não importa, não abaixam a cabeça mas olham nos olhos.

Bill Russel? Mas você por acaso viu Bill Russel jogar? Não precisei. Ele fez do bloqueio e rebote uma arte. E vi um depoimento. E num depoimento daquele cara é tudo que você precisa saber para o que quando ele dorme o que ele realmente sonha, como se está de novo em uma quadra jogando com seus amigos. Ou recebendo toda a coleção de anéis e troféus. Vaihalla. Meu caro. Vaihalla. Pergunte a quem um dia alcançou o topo de qualquer atividade, ou se já experimentou o que não é poder nem conseguir mover os seus pés ou pronunciar seu próprio nome, pergunte se tiver essa liberdade para onde sua mente vai quando sonha? Quando ainda sonha com que momento e com quem ele sonha? Em viver para sempre? Com os momentos dos aplausos e glórias? Ou se sonha sonha que está em pé de novo simplesmente correndo, jogando e brincando com os amigos? Com a família? Com os filhos… Bem essa é vantagem de existir nesse mundo lírico, onde já não existe mais limitações só materiais e limitações espaço temporais, que constituem o corpo e seus campos de atualidade, tudo que foi agora é sempre, em todos os lugares ao mesmo tempo. Um outro tipo de céu, que não fica num futuro que nunca aconteceu, ou num passado que já se foi, não é historia, mas historicidade de muitos presentes ou historicidades distintas que fazem parte não só a materialidade do tempo e espaço atual, mas sua essência.

Assim com o próprio sonho interrompido, ou não realizado daqueles que se foram, porém se não cheios de realizações de vida, também nem tão pouco vazios dessa força de vontade seja porque simplesmente não tiveram tempo nem lugar nem possibilidade de realizar tudo que podiam, ou porque tudo isso lhes foi roubado, não importa. A única potência que se gasta é aquela que se materializa para o que eis a questão. E a única que se apaga é aquela que ao final de uma vida não desperdiçou toda sua energia para preservar o efêmero e não o essencial, lutou desesperadamente para manter as formas e aparências, quando o corpo, tento manter tudo parado, tentando parar parou de fluir, virou cenário, figura e figurante, o vilão que só existe para a sombra e assombração que só existe na liga a trama da vida, mas que com ou sem ele e apesar dele porque continua a sua revelia, e triste mania de reverência. Aliás se apaga, não, se desfaz e nulifica e voltando a potência do nexo anterior do que é feita porque não tem poder para destruir a potencia do logos do campo verdade que é feita, liberdade ao invés de se acrescentar a ela como novo nexo, ou complexo, nova forma a lógica sua (in)formação epistêmica.

Quanto todas as demais, essas que permanecem cheias de vida, guardam dentro de si toda toda a potencia transformadora do mundo e nenhum chão nem céu senão o seu é o limite, seja agora, amanhã, como foi outrora, para todos que tiveram sua chance. Como diria Lavosier o aristocrata que teve sua cabeça cortada na revolução que degringolou em terror reacionário: nada se perde, nada se cria, tudo se transforma. E na cara de pau completo, senão neste tempo e espaço visível, por lógica, certamente em outro ainda que ainda que desconhecido, justamente por esse força potencial que não vem do nada nem de desfaz em nada, mas se perpetua como autogeração de um novo campo espaço-temporal, a liberdade revolucionária criativa libertária gregária e construtiva por oposição a desagregadora e ensimesmada e alienante: a destrutiva.

O que se fazem ou desfazem são portanto os padrões de complexidade que forma esses campos da materialização da existência, mas pode chamar de nossa realidade percebida ou mundo sensível e acessível pelas portas da percepção e sensibilidade, ou simplesmente da criação das formas: hoje algo graças a ciência, não a filosofia, bem menos abstrato, a informação. Porém não confunda a Informação a que me refiro com sua acepção qualitativa e quantitativa da unidade mínima ou átomo do saber tanto no sentido do processamento dos dados (a ideia da coisa), o saber, quanto deles como os fatos propriamente ditos (a coisa em si), o mundo real. A informação aqui não se refere, nem a um nem a outro, mas ao padrão que é essencial para constituir tanto um com saber quanto o outro fato, quanto a intelecção da sua correspondência entre ambos como verdade portanto e critério de julgamento epistemológico.

E por um acaso Pelé ou Jordan, pensavam nestas bobagem para tomar suas decisões? Jamais. Nenhuma pessoa dita especial, jamais precisou pensar em nada disso, porque aliás, de parando para pensar morreu o burro devorado pelo tigre. Como disse, se os seres precisam parar e pensar em tudo isso não teriam evoluído, estariam mortos. É por isso que se chama instinto. Padrões não só de percepção que é uma radar uma busca permanente de sinais pelo mundo, como de interpretações, isto é processamento de intelecções que dão respostas automáticas a esses estímulos e impressões, sem os quais os organismo não se cresceriam, não evoluíram para suas formas atuais e diversas de vida, mas sequer formariam como organismos.

Sem tais pulsões gregárias e libertárias os corpos não só de desintegram eles sequer se integram não só como organismos sociais, eles não se integram sequer como parti culas ou corpos, ou uniões e unidades em partes, partículas, unidades, átomos para formar associações, combinações, da formas e padrões estruturais, nem possuem forças fundamentais intrinsecadas para constituir o universo de todos as relações e combinações possíveis, não se faz, nada se desfaz, não há novo, nem inovação, só um imensa totalidade infinita e absolutamente idêntica a si mesma, um todo poderoso zero absoluto, a inexistência que semioticamente não existe nem epistemológica nem fenomenologicamente por definição, um monte nada de onde, de onde nada vem e nada vai. Não há volições, evoluções, nem revoluções, não há movimento, nem tempo nem espaço, nem campos nem corpos, nem relações, nem o mundo real e realidade que as idéias, ideologias mitologias e fantasias.

Sem essa essência que constitui a essência e anima de cada ser sensível animado não há movimento para que nem sensor ou aparelho sensorial possa detectar movimento algum, e sem movimento, sem informação seja ao telescópio, ao microscópio, potente, a sensibilidade mais sensível, ou a imaginação mais inventiva e criativa do universo, ao ser mais onipresente e onisciente, e senciente a uma única anima a produzir um movimento autônomo uma única luz o que existe aos sua olhos que tudo vê, ou pensa que, é o imenso vazio do nada. Aliás sem fé de existir ser dotado não só de anima sensível e inteligente mas de vontade de fazer exercício dela para entender os sinais que não recebe, mas que envia, nenhuma não só nenhuma comunicação é possível, mas nenhum forma de relação ou comunhão ou entendimento.

Porque informação não é ruido de fundo, não é movimento não é função de campo, da qual se deduz o emissor, que antes de ser um corpo ou matéria desconhecida um x, ou partícula, é uma força volitiva, essência pura, vontade: anima em movimento não só se propagando o tempo e espaço, mas constituindo, como informação. E saltos, que se autogera, se autoquantifica e autoqualifica, ou se seja autodetermina sua trajetória movimento ou seja existe como entidade e não como mera propriedade ou mera abstração ou construto mental, ideia ou observação de outrem, é fenômeno dotado de anima, pode não ser senciente, pode não ser inteligente, pode ser consciente, mas é dotado da mesma anima que gera todos os complexos esses diversos orgânicos capazes não só autodeterminar cada vez mais sua própria trajetória existencial, não só de vida, mas de viver e conviver de forma cada vez mais gregária e criativa, liberdade, mas pode chamar evoluir a condição humana ou o que é mesma coisa a universalização do logos da cosmopolitização pela quebra de todas as fronteiras da discriminação, segregação e violência. Paz e liberdade, mais que um ideal um forma e sentido de vida.

De modo que quando uma forma de ser sensível, ou seja uma forma de vida, inteligente ou não, consciente ou não busca se unir, ou ligar, se comunicar seja diretamente ou através de sinais com outros seres, há aí não só uma pressuposição ou aposta, mas uma esperança matemática heurística que a improbabilidade do milagre termodinâmico do entendimento ocorra: Que outra anima dotada da sensibilidade e intelecção que não reconhece senão a si mesmo imersa em sua realidade compreenda seus signos e responda aos seus sinais. Comunicação e união que se torna portanto exponencialmente mais difícil não só a obtenção de qualquer entendimento, correspondência, ou mesmo compreensão de respostas quanto não se tem senso para detectar a existência da realidade do outro, que dirão noção para interpretar seu dados e sinais.

Um problema portanto não de fé, ciência e perspectivas ou óptica. Mas de semiótica e epistemologia. Consciência e falta de consciência das ideias seminais, ou preconcepções de verdade falsidade, nosso julgamento, projeção do que real e irreal, cognoscível ou não. Do que é superficial e fundamental, e do efêmero e do que essencial, não só como constante, mas como fonte das variações incluso dos movimentos dito caóticos ou aleatórios. Porque mutação aleatória e sujeito oculto são termos vazios que não explicam nada, meros recursos desesperados para sustentar um paradigma eugenista e predeterminista falido frente a emergência da consciência libertária e libertadora da autodeterminação e autogeração como fonte epistema e seminal do cosmo e seu saber afirmativo desalienado.

Onde o milagre não só realiza, mas deixa de ser escasso, para virar abundante. Onde todo mundo é o rei da sua vida e do mundo inteiro, mas se todos são reis do mundo inteiro, então ninguém, é o rei de nada salvo do seu reino, e todos são reis de tudo exceto do reino alheio. Paradoxal? Não cosmos. Vida, onde a vida e cosmo não está se morrendo e se desintegrando de forma insana doente para tentar outra combinação com a informação adquirida, e a perdida? Nada se perde, essa é combustível não para queimar em nenhum inferno mas para formar novas (in)formações nexos e conexões, porém do simples ao complexo, ou seja, o oposto de tudo que buscava na materialidade, ou materialismo ególatra, incluso como fantasia de idolatria do seu EU imaginário como fetiche de perpetuação hereditária do seu ego em genes, memes ou mesmo animas, não, nem esse fica malandro, já era, aterroriza e assombra por mais tempo, mas também vira o que foi em vida: nada que no fundo foi o que sempre quis ser o tudo em seu estado primordial que jamais existiu salvo como potencial de fato total: liberdade pura, porém da qual ele não participa, ou integra, mas foi reintegrado e nesse sentido como nova (in)formação seminal da episteme literalmente em sentido fenomenologico desintegrado. Lavosier explica.

A chave portanto como o século XXI já deixou claro está na informação. Mas não na informação como mero constructo mental, mas como constructo tanto das redes neurais quanto sociais, tanto as virtuais quanto as orgânicas. Uma engenharia que a vida já sabia codificar e programar muito antes da invenção da informatica, programação, processamento de dados, da lógica boolena ou agora da quântica que sabidamente aprende que entre o zero e um há x da questão que cujo conhecimento e sobretudo reconhecimento dentro da lógica de formulação do mundo não diminui a capacidade de equacionamento da calculo das sua possibilidades que compõe a realidade, mas aumenta exponencialmente ou melhor revolucionariamente aos saltos não só quânticos, mas epistemológico que a assunção da autodeterminação que embora seja um principio de incerteza dentro do paradigma determinista, é um para todo sistema dotado da capacidade de inteligir o aumento da liberdade de computar ciência e logo capacidade de acerto e precisão cientifica, embora não de aquisição de consciência.

Porque como disse falta a essas máquinas aquela pecinha que quando os cientista abrem cérebros de bichos ou passam tomografias deles vivos ou mortos, encontram apenas as pegadas e nunca o coisa em si. A anima. Curioso que depois da relatividade de Einstein ainda não tenham percebido que embora não estejam agarrar a sombra na parede como os crentes em mitos, estão tentando agarram a própria luz não que vem de fora da caverna, mas que é imante de seus próprios corpos e que projeta essa sombra, o corpo, ou mais precisamente extensão táctil ou visível dessa realidade ou essencial imaterial, a anima que como a luz, é a forma da forma, informação, e como em seu epifania brilhante, não pode jamais ser vista nem tocada, por definição, porque se apreendida deixa de ser o que é, informação, onda e se torna matéria, corpo, partícula. E vocês ainda querem pegar a luz que anima os corpos. É possível. Claro que é. Mas já não será mais a essência. E aí a pergunta será, o que move e constitui esse verbo que de sujeito agora virou objeto. E toca a caçar o que esse novo fundamento. E ainda bem. Porque se o o universo mesmo que o mundo acabasse em barrancos ou o céu tivesse abóbodas, ou o universo fosse finito e não plural, não duvide que sempre haverá alguém a que não se contentaria enquanto não rompesse esse horizonte. Porque duas coisas que sempre haverão nesse mundo, chato querendo que tudo fique com está e que ninguém viva sem a benção dele e que não se contentam com nada que menos do que tudo que os outros tem, assim como gente que mesmo tendo nascido com tudo ou não tendo nada nessa vida, não querem nada senão dar tudo de si para ir sempre além. A a essência não da busca do saber, é a essência do viver. Da descoberta, da invenção, da inovação, na criação, renovação, dos saltos revolucionários para o novo. Para esse lugar nenhum que não é o das distopias mas das utopias que quando se libertam da ditadura das preconceções do possível e impossível e tomam o corpo da realidade não como outro quer, mas como podem, já era agora, nem matando ou apagando da história, já era. Não é o corpo, não é a ideia, não é a forma, tio, subiu pra nuvem, morfogênese, já era. Ou melhor, nunca mais era. Já Foi. E você tá copiando o movimento para pagar de bonito e nem sacou. É nóis. Essa quem explica é outro filosofo Mano Brown.

O buscar o novo, e mesmo que ele não existisse, criá-lo do absolutamente impossível, contra o mais totalitária de todas as privações e ditaduras absolutista: o nada o vazio existencial, a ausência de sentido, a negação da consensualidade, da liberdade de dar sentido próprio e comuns a vida, de gerar o novo, transformar-se e transformar o mundo,autodeterminar seu destino, governar-se, unir-se e separar-se crescer, viver, morrer e gerar novas formas de vida completamente diversas: a liberdade.

Mas o que isso tem a ver com quem é Pele ou Jordan? Pois é.

A forma como eles se tomam suas decisões, como aliás todos nós tomamos decisões, não é produto nem só das predefinições genéticas, nem muito menos dos comportamentos aprendidos ou adquiridos, nem muito menos as inovações e as superações que todas as pessoas ditas especiais são capazes de promover em suas pessoas e no mundo é fruto das maldito julgamento de valor do alheio, seja o genético, ambientalista, ou pior o randomicistas ou deista que já não sabendo como essas pessoas conseguem não podendo se conformar acessar ou se adaptar ou simplesmente não querendo ou aceitando, conseguem num dado momento superar aquilo que era imposto ou tido não só barreira, limite insuperável mas intransponível ou impossível, se apropriam das realizam dessas pessoas para reafirmar suas preconceitos e juízos de fé ou pseudo-ciência. Uns dizendo que seus feitos são obras do famoso arquiteto interventor, o sujeito oculto de tudo para tudo que não conseguem explicar. Outros dizendo que isto foi obra do mero acaso, ou em termos darwinista, de mutações aleatórias, que já não explicam nem a evolução quanto mais a revolução feitas em saltos que passam por cima da ditadura dos padrões eugenistas paradigmas materialistas das (im)possibilidades e privações e arcabouços prestabelecidos. todas as igrejas, escolas, fabricas,governos, instituições mesmo tribunais,prisões? Não meu caro, só mesmo daqueles que se precisam da agressão e privação da ditadura da discórdia e ignorância e miséria para se manter sua falsa alternância de poder como ditadura mesmo.

Daí a importância de não só não colocar deixar ninguém colocar a mão sobre ninguém, ou deixar ninguém colocar a mão sobre você, mas dar espaço e recursos e liberdade não só de expressão mas de movimento de para que cada fale e faça o que bem entender na casa e seu território onde e devem ser soberanos. Ou do contrário vamos permanecer em eterna guerra de todos contra todos, incluso os que se pregadores do libertarismo mas acham que podem como os praticantes autoritarismo deveriam rezar sua cartilha e invadir como eles o espaço deles para ditar como eles devem viver e conviver, ou obrigá-los a conviver com eles. Agindo na pratica com autoritários que obrigam as pessoas que não querem ser obrigadas a conviver, ouvir, calar-se, ou falar com outra, a ter que suportá-las ou como sustentá-las como seus tiranos. União e relação forçada nunca é comunhão de paz, é sempre estupro. Relação de poder, é um pleonasmo, assim como união forçada uma contradição de termos. Uma falsificação ideológica grotesca para perverter e confundir e se apropriar ou mais precisamentos se assenhorar do sentimentos gregários com servidão, alienação e idolatria. Não há união, não associação, não sociedade, não a comunidade, a fagocitose, escravidão, canibalismo, extermínio, roubo, anulação de uma parte prejudicada em privilegio e favor de outra. Não há formação de nada salvo como encenação de algo bom, e perversão teratológico de real e verdadeiro é essencial: vida em liberdade que vai sendo consumida de forma parasitária e predatória por essa pulsão mortal insana, doentia e insustentável por manter relações forçadas de posse e poder de tudo que é assim insensivelmente reduzido e tomado por coisa enquanto objeto descartável, descartado, ou ignorado dessa função supremacistas discriminatória.

Uma relação que portanto que não está baseada nos princípios gregários naturais de respeito consensual a liberdade universais, mas nos preconcebidos desprovidas de ligações empático solidarias (psicopáticos) de discriminação, segregação e violação da liberdade universal e desintegração da natureza para imposição de apartheid, escravidão e extermínio dos alienados como objetos da supremacia eugenistas, materialista e predeterminista dos sujeitadores.

Há quem diga que por saber que era impossível foram lá e fizeram. O que em certo sentido é até verdadeiro. Porque acreditar da boca para que tudo é possível, a fé de quem espera sempre alcança, e e esperar morreu sentado, e não a de quem levanta e anda, mesmo caindo quantas vezes tiver que cair ainda que não chega, mas que sabe que parado é que a Montanha não vai chegar mesmo. Mas no sentido que realmente interessa o que altera a plasticidade mental e gerando a anima e movimento que pode fazer qualquer coisa no mundo real que está aí pra isso mesmo para transformado e transformar senão tudo podia ficar com estava como diria o conservador dos conversadores o reacionário: e que tudo volte como era era antes. Resta só saber o quão antes. se ele quer voltar para quando havia só ditaduras, reis, escravos, se quer voltar para as cruzadas, ou cavernas mesmo, ou já é mais romântico e saudosistas dos e reacionário e antirevolucionário de todos mesmos : quer voltar logo para vivar um girino. Ou se não acredita em evolução de vez para o nada porque como diria o profeta do apocalipse no principio era o verbo, e do verbo se fez carne. Tá certo, então queima tudo e volta para a teogênese, volta pro ovo afinal para que é o desocupado do criador criou o Universo mesmo, se era para todo mundo voltar para o reino dos céus mesmo? ou pior ir pro inferno? Porque não deixou todo mundo em paz no paraíso? Para que inventar essa porcaria de livre-arbítrio? Para que serve isso aí? Como diria quem manja dos paranaues dessas ordem e progresso é coisa de libertino e desocupado, vagabundo que não tinha o que fazer, coisa do capeta. É por isso que a sabedoria diz cabeça vazia oficina do diabo, porque se o criador, ou a criação estivesse trabalhando, tivesse um emprego de carteira assinada, não ficava inventado moda não. Molecagem só pode ser viado. Faltou um corretivo agora só na bala, tá ok?

Talento genialidade, há em esportes de competições de alto desempenho e competitividade o que não falta é gente mais capacitada, mais forte, rápida talentosa, mais bem posicionada enfim o que não falta é alguém melhor, maior ou simplesmente em todas as condições que você não tem ou mesmo com todas aquelas condições mínimas e oportunidades básicas se você tivesse poderia conseguir seu objetivo. Há portanto uma arte aqui envolvida, que não é a meramente da prática ou treinamento num determinado disciplina, profissão, atividade, que não envolve meramente o seu progresso ou aperfeiçoamento ou maximização dentro de um determinado campo, mas justamente o contrário, uma arte marcial, que envolve a superação revolucionárias dos paradigmas de um campo, a arte da superação pelo superesforço, uma prática que não só os atletas de alto desempenho, as campeões, mas profissionais que se sacrificam todos os dias para fazer o impossível com o que não tem, e sobretudo todas as pessoas pobres do mundo que sobrevivem sem ter como sobreviver dominam e precisam dominar a cada respiração e inspiração sem nem pensar com que dirige um carro, se quiserem simplesmente continuar vivas, a mesma arte que todas as pessoas ditas especiais dominam para superar todas as adversidades e fazer não é por suposto nem acessível a elas fazerem se superarem todo santo dia, ver o que não pode ser visto, ouvir o que não pode ser ouvido, entender o que não pode ser entendido, mover-se sem poder mexer um músculo, comunicar-se sem que ninguém olhe para elas, levantar e andar de cabeça erguida com ou sem pernas, braços, corpo, ajuda, o bootstrap do ponto de verdadeiro ponto de mutação que aleatório, sorte e acaso, não tem porra nenhuma, que de mão invisível e sujeito oculto do além não tem nada, e mesmo que conscientes ou não tem uma sim uma fé inabalável nessa força que vem de dentro delas, na vontade sua própria livre vontade para cair e perdas infinitas se for necessário para levantar e vencer a primeira vez. Porque nisso está a revolução o segredo é colocar o ovo de pé, porque depois que o ovo for colocado de pé, a matriz antiga se desfaz, a conexão está feita. Aí é repetir de novo, de novo, até que de tão perfeitamente estruturada já esteja velha a hora, o tempo de outras virem tomar o seu lugar e fazer o construir o novo nexo do seu tempo e espaço, como tudo a quem tem direito: o esprito da coisa, a superação como nova formação a essência da transformação, mas pode chamar da alma do novo mundo, ou a nova alma da vida.

O que eles aprenderam portanto não foi superar dificuldades, foi superar verbo intransitivo. Superar a si mesmo. Mais a buscar forças e se levantar para ir além não do outro, mas daquilo que aquele para enxergar com barreira ou fim. Não que não vejam os muros barreiras, ou obstáculos, mas eles tem outra finalidade, a sua transposição, de modo que quando atingem o que querem não o fazem por causa ou apesar de, mas através do que se coloca contra ou junto ou com a ajuda do que se coloca no caminho. Por que tudo é caminho e busca e nada é freio nem parada. Não nasceram para perder seu tempo de vida colocando freios nos outros ou deixando colocar neles, mas para se libertar dos cabrestos. Porque ninguém assim nasce e cresce nem dá vida, mas se roubam, matam e morrem as animas especialmente daquele que se assenhora de corpos para perder sua própria capacidade de superação.

Por isso que eles precisam desesperadamente manter sua idiocracia e ditadura da imbecilização. Porque o viver a custa do alheio mata o que há de mais precioso na vida, a alma da mesma forma que se mata o alheio de privações e inanição do que lhe é mais essencial a ligações empáticos solidários tanto na rede neural da vida interna do seu organismo quanto com toda a rede da roalidade do mundo sensível dos outros seres dotados de volição e sensibilidade. É preciso jogar o jogo da vida, não só competitivamente, mas antes cooperativamente para poder competir. Cooperando no básico para justamente poder competir livre e inteligentemente pelo que bem entender e não estupidamente e violentamente pela mera sobrevivência.

Sim pobre coitado daquele que carrega um fardo que não pode nem quer carregar, mas mais miserável ainda é aquele que não só podendo não carrega nenhum como ainda podendo coloca o seu em que não pode, ou pior toma o último do que o outro carece para sobreviver quando já não o executa de uma vez para tomar e se locupletar do que não lhe pertence, mesmo não estando faminto mas não tendo mais nem onde guardar ou escravos para carregar tantos fardos. Mas não se engane não tenha piedade daquele que carrega fardos enormes incluso maiores que suas costas, ou coloca todo o peso do mundo nela, se o faz por quer e pode carregar, porque esse se não está treinando mas já no campo da vida, vivendo e claro se matando de tanto se sacrificar, este não está fazendo nada mais do que sua consciência manda se é por e livre vontade que carrega não só o seu fardo mas a ajuda de outrem, não faz nada mais do que sua liberdade demanda não como mais como mero reclamação, protesto, ou proclamação de direitos, mas como a liberdade é em seus estágios precisa quando já não é mais propriedade dada, mas informação em sua essência pura, transformação em ato relação e movimento de eu, do outro e do mundo, dádiva, o que todo levantador de peso que também sabe que também é um esporte de explosão que exige treino neurológico e não mera musculação sabe, que depois de um tempo pouco fardo e peso, incluso o do próprio peso, já são sem efeito.

E tem gente que acha que o vício principalmente o do poder, é algo inescapável que suga tudo Ná. a força de vontade é foda, ela precisa sempre sempre dar mais, de si para si, de si para os outros, de si para todo o mundo. Uma é o holocausto que é sempre do alheio . A outro é sempre o sacrifício que sempre é próprio para si mesmo e os demais, um sacrifício que envolve superesforço da conformismo da normose não para destruição ou perpetuação do que está feito, mas para a criação do novo justamente pela superação desse ciclo vicioso eterno através deixa paixão e amor pela vida que quando já aprende que o milagre da superação não vem do além da mão de sujeito ocultos, da reza brava, da charlatanice de predadores, da demagogia, da boberologia de ideólogos, mas da mão desse tesão por fazer e se matar fazendo o que quer fazer. Ou você acha que as revoluções dos velhos conservadores e reacionários que não largam do ossos dos outros que só querem acumular mais posses e se perpetuar eternamente no poder? Dos das máquinas e maquinações que existem para devorar gentes e riquezas e terras e naturezas? das encenações? Parlatórios e salvadores da pátrias e promessas sem fim? De cima dos lambe bunda e ficha suja? Ou da raiz? Das bases da força de vontade de cada célula de cada organismo de cada conexão não só neural mas entre cada pessoa que forma o tecido e organismo social?

Uma vontade revolucionaria que quando descobre não só a força da sua própria vontade como ato repleto de significação, mas como relações cheias de significados e sentidos comuns, e quando começa a quebrar a paralisia e afasia e colocar em sua capacidade de resistência e superação em atos solidário e gregário sem farsantes e intermediários cada vez mais sincronizados em movimentos não só autônomos mas sincronizados e interligados a um mesmo paradigma semiótico e epistemológico, mas pode chamar de uma mesma semente e arvore da verdade ou liber da vida. Sua alma matter, como de não vem só de dentro para fora, nem de dentro como vontade, vontade de liberdade, mas de fora para dentro como vontade solidária como vontade solidária, formando o movimento não um corpo ou o mero espirito de um tempo, mas a a alma de um movimento que constitui seu próprio tempo e espaço e tragétória de tudo que é emerge como o criação do novo não só como cosmovisão mas como cosmologia. E se reza a lenda que essa força é capaz de mover montanhas ou levantar até defuntos, porque não haveria ser capaz de transformar o mundo assim quando finalmente liberta do arcabouço da sua perversão e falsificação como negação da força de vontade como o simples ato solidário e não descomunal renuncia da idolatria dos todos poderosos senhores e pregadores da discórdia?

Pessoas carregam fardos pesadíssimos de estados assassinos, muitas obrigadas e outras porque ganham muito e satisfazem os seus desejos mais inconfessas com o subsidio desse monopólio da violência. Mas não são poucas que matam o outro e a si mesmo, aos poucos ou de um vez por todas todos os dias em nome de algo que no fundo nem acreditam, mas odeiam e desprezam, quando outras não só para que ajudem a carregar fardos infinitamente mais leves verdadeiros libertadores enriquecedores passam todos os dias, mas que se devolva um pouco do que lhe foi roubado, ou tire um pouco desse peso fardo maldito que não é o delas. Ações tão ínfimas mas como os centavos que o banco, a igreja ou o estado e as empresas recolhem nos seus 1,99, para construir todo o poder que precisam que não lhes pertencem para fazer o que não devem, se armar até os dentes e aos invés de colocar essa riqueza de volta a quem mais precisa, exterminar e pilhar os mais vulneráveis e tomar os mais “fortes” para o exércitos de fiéis na miséria e ignorância das terras arrasadas quando tudo que eles precisavam era poder se superar essa monstruosidade, não se engane não era armas ou livros, mas estarem no mínimo de pé para poder não morrer ou se ter se render sua força pela razão mais perversa que já foi inventada não raro antecede a própria agressão, como cerco antes do encercamento, e portanto amputação amestramento e domesticação e alienação das vontade, a privação estratégica dos meios vitais e recursos vitais.

Porque o principio fundamental da guerra e monopólio de violência e relações de violência é justamente o oposto da coragem libertária, gregária e superação e sacrifício que descrevi aqui. O estatopata e seus gurus e financiadores nunca se lança contra o povo precavido, bem alimentado, superior atento, o hierarquista lambe suas botas do superior para pisar no indefeso, mulher, criança, velho, ou se mais forte o desentoante de preferencia o aliado para cortar sua garganta pelas costas. O nome disto é estratégia e tática. O elogio e apologia a covardia a pusilanimidade ao extermínio nazifacistóide, o servilismo e totalitarismo. Por isso nunca nas vanguardas revolucionárias de nada mas nas retaguarda e velhaguardas de preferencia encastelados por trás muros, guardas progandistas e claro escudos humanos de inocentes enquanto o resto do mundo inteiro queima ou se afago. E você literalmente não só paga ver, mas para quem possa sobreviver, quem eles ou quem eles estão canibalizando. Qual fardo você carrega por obrigação, qual você transfere e qual você carrega ou ajuda a carregar simples porque pode? Isto é o que há mais de mais incrível na arte da superação principalmente quando ela ultrapassadas os limites não só da ditadura do eu ou do gene ou da hereditariedade, quando a força de vontade, literalmente não só caga e anda, ou manda se fuder, mas salta, voa por cima, ultrapassa essa afirmações e negações, e se torna a transposição revolucionária, a verdadeira transcendência

É por isso que se diz que a revolução é um salto, mas a liberdade tem asas, e assim como sonhos voam e precisam voar. E como as verdadeiras aeronaves elas não precisam de catapultas, elas decolam por tem motor e energia próprio e carregam tanto peso e tem tanta autonomia de voo quanto tiverem combustível e seus passeiros não forem de fato donos da aeronave vão ainda dizer para onde querem ir e não serem carregados porque supostamente é diz que o piloto ou navegador dessa geringonça voadora que se bobear nem voar voa só faz barulho e é custa quando não os olhos da cara, do caráter mesmo.

Mas e então como ia dizendo, Pelé ou Jordan, quem foi o melhor nessa arte marcial, ou melhor seminal do revolucionar seu campo de atuação e por consequência inspirar o mundo? Nem um nem outro. Muhammad Ali. Sem a menor dúvida. Nenhum esportista dominou também essa arte de quebrar a quarta parede do seu próprio oficio, e fazer dele a própria arte seminal da superação e inspiração por tudo que essa ato revolucionário significa para além do jogo e espetáculo. Porque se fosse apenas de calção na cara do outro, bater na cara, enfiar uma bola num cesto, ou chutar um bola num gol, seria a mesma coisa que jogar um monte de tinta ou bosta num quadro e vender com arte, há otário que compre, por que não entende a diferença como disse entre um pedra, um avião e um pássaro, ou o superhomem ou um ufo, se todos eles detectadas por seu radar a se mover por seu radar. Porque só vê corpos e a tragetória dos seus movimentos, e não a animas, vê coisas animadas, e não seres dotados de anima e vontade e autodeterminação, porque autodeterminação no existe no predeterminismo metafisica e não física, ratinho. E não se deixe enganar pela teoria do caos, ela é predeterminista, o indeterminismo apenas prega que o ele não consegue prever é o complexo demais, e não o que está além por que autogerado além ou como força autogeradora de todas as forças físicas e matérias que compõe a realidade percebida. Não é negacionista, mas ainda é cega a liberdade como fenômeno fundamental a vida e padrão lógico da sua constituição gregária em todos os planos e universos percebidos ou ainda desconhecidos.

Então Muhammad Ali…

Nunca pratiquei o boxe. Sempre achei uma ideia bastante imbecil dar a cara a bater para ganhar a vida, a menos é claro que não tivesse outra forma de sobreviver. E continuo achando. Mas até ai os danos neurológicos de cabecear uma bola, ou do futebol americano, automobilismo, esportes radicais, tenho horror até a montanha russa, e avião não por causa da ciência da avião, mas por causa da industria, quem já deu uma lida por cima não das ditas ciências autoriais que regem não só os seguro, mas as resseguridade sabem o quanto vale ou melhor não vale nada a vida humana principalmente de quem a relação custo e beneficio da morte em massiva, não paga nem o investimento em inovação em segurança se não subsidiado da sua própria pobre, ou melhor da miséria de quem nunca vai entrar nem entrar em avião, o mais miserável ainda que ele. Viajo? Viajo, sabendo que os riscos são infinitamente menores do que um monte coisas que faço no dia a dia, mas que não estão distribuídos na generalização de uma tabela onde a minha pericia e cuidado não está computada, como por exemplo, andar pelas ruas do Brasil. Coisa que dependo da amostragem estatística pode ser segura, mas que o gringo desavisado que olhar o mapa de um google da vida, vai descobrir que na real a roleta russa da vida, é ali e não no mapa que é só uma generalização referencial e nem de longe o retrato fiel da correspondente da realidade nem mesmo aqueles que são atualizado em tempo real. Bem para não complicar o que estou dizendo basicamente é que viajar de avião é mais seguro que viajar de carro, é verdade como generalização. Estatisticamente o carro do presidente dos EUA é muito mais seguro não só que as aeronaves sucateados que voam nos circuitos domésticos dos países mais pobres, mas que qualquer avião comercial dos países mais ricos. E mesmo o jato privados mais caro do mundo dos bilionários mais ricos do mundo te convidar para dar um passeio por exemplo num pais muçulmano onde uma coalizão do seu pais não deixou pedra sobre pedra, eu também passo. Nem sei como gente com essa grana toda mesmo sem cabeça pra pensar essas coisas não contrata gente que pense por elas, depois dos ataques as mesquitas. Mal pressagio, porque se nem eles que dentro do sua escala de valores da vida, estão calculando bem os riscos, da deles que valem bilhões, chuta quanto está valendo a sua? Menos que zero? Sem problemas, tem títulos e papeis para se apostar contra a sobrevivência não só de pessoas, mas de povos inteiros. Tudo legal. Fique tranquilo. Pode apostar na sua própria morte sem problema nenhum. E porque não? Se podemos investir aliás se somos obrigados a bancar misseis e bombas e armas que matam crianças porque não poderíamos apostar em nossa própria morte ou extinção? E ganhar uns trocos com isso? Não é isso que já fazemos todos os dias?

Mas me perdi de novo. Ah, sim, Boxe. Ali. Porque Ali?

Porque ele sabia voar como uma borboleta e picar como uma abelha?

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Não. Não foi por nada de incrível que fez dentro dos limites do seu campo de atividade ou do seu corpo, mas do que foi capaz de fazer no mundo através de ambos. O oposto de uma arte marcial uma arte seminal. Ou simplesmente arte e ponto. Brilhou no esporte. Brilhou a partir do esporte. E mesmo quando o impediram de lutar por suas objeções de fé ou consciência, lutou ainda melhor fora dos ringues, do que dentro. Nem o ringue foram ou suas cordas foram prendê-lo, nem derruba-lo. Aprendeu a arte que general Pirro, não dominou a de perder para ganhar não perder mesmo saindo ganhando.

Mas antes isso é mera consequência. O que Muhammed Ali dominou antes de tudo, foi arte de dominar as dificuldades que o mundo impõe, para dominar qualquer adversário ou adversidade que é ainda mais importante, a arte da superação do que lhe é meramente alheio, e que nem sempre é possível, foi a arte de não se deixar dominar, ou que é mais coisa, se libertar, da dominação em um nível que poucas pessoas em poucas atividades atingiram nesse mundo. A arte de quebrar as preconcepção de definição não só de como ele deve se comportar, de como ele mover, se deve ser alvo fácil, do que deve ou não fazer, a arte de quem se veste com armas e armaduras de jorge da capadocia, a arte do coração da tal “raça” e da tal “democracia corintiana”:

Ogunhê:

Jorge sentou praça
na cavalaria
E eu estou feliz porque eu também
sou da sua companhia

Eu estou vestido com as roupas
e as armas de Jorge.
Para que meus inimigos tenham pés
e não me alcancem.
Para que meus inimigos tenham mãos
e não me toquem.
Para que meus inimigos tenham olhos
e não me vejam.
E nem mesmo um pensamento eles possam ter
para me fazerem mal

Armas de fogo
meu corpo não alcançarão
Facas e espadas se quebrem
sem o meu corpo tocar.
Cordas e correntes arrebentem
sem o meu corpo amarrar.

Pois eu estou vestido com as roupas
e as armas de Jorge

Jorge é de Capadócia
Salve jorge!
Salve jorge!

Jorge é de Capadócia
Salve jorge!
Salve jorge! — Racionais, 1998

Mas não se engane ele apanhou e feio. Caiu. Não é esse Ali que não podia ser tocado. Esse Ali era só Cassius Clay. Não, pessoas não são a provas de socos, nem muito menos de balas. O Cassius Clay que transcendeu ringues, que se vestiu com armas de Jorge, já não era mais o menino preto que aceitava que dissessem quem ele era, mas o homem negro que disse quem ele era, qual era seu nome, pelo que ele lutava, e porque ele não lutava, onde e quando. Era uma pessoa livre, não importa o quanto batessem ou o prendessem. Ele era quem ele dizia que era, e não mais quem os outros diziam ou quisessem que ele fosse. Você pode até matar uma pessoa assim, mas detê-la, para-la? Vencê-la? Convence-la? Esquece. Tem gente é o dona do próprio nariz, , mas quem é dona da própria própria alma já era. Você pode roubar, até seu nome, pode roubar seu corpo, sua vontade, sua anima, pode colocar um numero, fardos, privações insuportáveis, e ainda sim, ele terá algo em uma potencia que outro jamais terá enquanto não se ligar ou religar no que absolutamente essencial não para governar os outros, mas a si mesmo: alma, soul, a força da força de vontade, o espirito da coisa, ou das coisas: a livre vontade: a força geradora da autodeterminação e soberania de quem é rei e reina antes de tudo sobre si mesmo. Porque quem não reina nem sobre sua própria vontade mas sobre os outros não é só um tirano psicopata, mas ainda por cima tarado e débil mental, perigoso e violento.

Ali,quando não se movia mais rápido que os olhos e os punhos de aço, Ali se movia além, havia aprendido a arte de se mover num a se mover onde os punhos de aço, e os olhos que tudo vêem são impotentes. Como disse como São Jorge havia aprendido a arte de matar dragões, a arte de libertar-se para libertar pessoas acertando seu coração. A verdadeira divina arte.

A arte de viver em liberdade ainda que nas cordas, em campos de concentração. Victor Frank explica. Mas muita gente antes dele, ou do seu lado também pode estar te ensinando na prática e você nem percebe. Em cada gesto que carrega a força da história de mil signos, ou cada signo que carrega a história da força de mil signos. A força do sinais que não matam a vontade e não hipnotizam como os movimentos do movimento da cobra, ou do hipnotizador de cobras, mas despertam e inspiram a própria vontade do vir, a livre vontade.

Quando se negou a servir e assassinar pessoas que nunca tinham lhe feito mal e que sequer havia visto na vida na criminosa guerra do Vietnã declarando sua objeção de consciência, fez daquela luta de toda uma geração a sua maior luta. Um ato de desobediência civil? Não. Um ato de obediência a sua fé manifesta de livre vontade espontânea vontade consciência pronta para enfrentar as consequências. Livre vontade e consciência. Duas coisas que todo mundo nasce com, mas que assim como qualquer arte, ou atividade, precisa de muito prática e treino para nos momentos derradeiros não ser nocauteada, e se for levantar e derrotada, e ser for levantar de novo quantas vezes precisar para seguir seu caminho.

Logo para tanto não basta ter fé, vontade, ou só ter pernas rápidas ou voz ou uma língua afiada. É preciso ter cabeça e sobretudo uma consciência da sua vontade para falar por ela, não só para poder falar contra a vontade do alienador, mas para cuidar para não estar falando pela vontade alheia. De modo que uma a manifestação de uma consciência não é só uma escola pedagogia libertária da vida é uma arte seminal da libertação da alma. E pobre daquele que confunde essa essência com ideias ou ideologias, porque vida e liberdade não são uma ideia ou uma causa submetida ou submissível a bandeiras ou discursos ou projeções ou projetos do que quer que seja, são a razão de ser e vir a ser de si mesmas de acorda com das formas das próprias vidas e livres vontades.

A arte capaz de dos sonhos e utopias realidades concretas.

A arte capaz de derrubar realidades e criar novas.

De derrubar reis, e fazer novos. A arte da criação do real, dos reis, reinos e realidades.

Uma arte que se por todos fosse dominadas todos seriam reis, e não havia seria servos escravos no mundo, porque não haveriam mais tiranos e usurpadores do direito e soberania de autodeterminação, dignidade, e direito de decidir seu decidir seu destino juntos ou separados de cada pessoa enfim de fato adulta independente e emancipada do seu mestre ou colonizador ou explorador, ou coisa pior.

Anarquia? Só se você acha que o direito do seu Estado-Nação é uma anarquia frente a um império que tenta governa-lo sem o consentimento expresso desse povo, mas espancando-o se precisar até a morte, para que ele se cale e aceite esse relação forçado, e a esse silencio dos espancado ou até estuprado passado de geração para geração pelo medo e terror, chamarão de “consentimento tácito”, ou pacto social.

Pois é. Ali, fez tudo isso. Sozinho? Não. Ninguém aprende nada sozinho ensimesmado, nem muito menos sendo amestrado. Ali só aprendeu porque antes de aprender sabia aprender, não deixaram, e não deixou que arrancassem seu olho de Orus, seu olho da alma, a empatia capaz de ler o livro da vida, que longe do mero macaquear sem soul, o movimento e ações que vê, ou permitir que quem quer introjetar e comandar as suas, com cenouras na frente, ou paus no rabo, sempre esteve ligado nos movimentos, antes mesmo de ser Ali. E aprendeu ou o que é a mesma coisa quando alguém lhe oferece um saber como prática na sua própria vida, permitiu-se aprender se inspirar não só com palavras e atos, mas compreender a essência revolucionária daquela que seria aparentemente um ato simples, mas tomado e aplicado com sinceridade foi o vetor e fator determinante da revolução que transcendeu o movimento social negro. Ao colocar um X para a questão.

Eis que entra Malcolm X na vida Classius Clay, mas no movimento negro, e no século XX.

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What is my name? Qual é o meu nome?

Uma pergunta simples? Mas com a tão poderosa que o profeta bíblico não sabiamente não diz que no principio havia a carne, mas sim o Verbo. E foi o Verbo que se fez carne, e não o contrário, outro que manjava dos paranaues da batalha não só por corações e mentes, mas pela alma matter de nada menos que tudo: Poder? Não, Liberdade.

O plano onde não só as artes, ou as fés, mas as consciências e ciências, reis reinos realidades, saberes, campos de saber, juízes, jurisdições, juízos de verdade falsidade, bem e mal são preconcebidos para muitos de forma e depois emergir invisível, inconsciente ou mistica, mágica do transcendental, ou “metafisico”, como visão de mundo, mas nada mais são que o campo onde as pessoas que caminham de olhos abertos, e bem abertos pelo vale das sombras, não só com a fé, mas com luz da razão, e bota razão nisso, com toda a lucidez da ciência e consciência senão não volta fica e doidinho da silva nesse buraco de Alice. Um mundo feito não das óticas e visões e paradigmas fatos e dados, ou mesmo realidades, reinos e reis e campos preconcedidos, mas dos campos não da imaginação, mas do real, das possibilidades e probabilidades, da potencia da liberdade, do espaço e tempo que já não existem mais, ou que ainda se materializam como realidade, mas se materializaram, porque a matemática das potencias libertárias da vida não é só inexorável, ela é foda.

Não é que não respeite os padrões ordens e paradigmas preconcebidos, é que os essas estruturas que caquéticas já não entendem do que um dia foram feitas, ou de ondem vieram e para onde vão. Liberdade. Esquecem de lembrar do que é feita a vida, e porque consequência elas mesmas: o novo.

Pode então parecer uma coisa tão simples trocar seu nome de escravo por um X, por uma busca, pela representação de uma busca. Mas para quem conhece matemática, mas especificamente a al Gebra, sabe o tamanho da revolução que foi que é colocar um novo signo, que representa uma variável para equacionar o visão, previsão do mundo ao invés de constante.

Se isso na linguagem matemática de programação epistemológica permite aumentar deveras o grau de precisão de calculo e predeterminação da posição dos seres discriminados e como objetos pelos sujeitos que constroem e predeterminam tais função e campos de saberes, imagine o que na linguagem gramatical isso permite fazer enquanto desprogramação, ou desculturalização dos corações e mentes, ao introduzir diretamente aos sujeitos tomados por objetos da função existencial e razão social da preconcepção e discriminação alheia. Um x para questão do sentido existencial ou da vida, não como constante cosmológica predeteminista e alienada, mas como variante capaz de representar a força geradora da sua própria identidade, comunidade, forma de vida: liberdade como proprioconcepção ou o que é a mesma libertação da ditadura das formas e padrões.

Então, Ali foi sem sombra de dúvida o maior rei entre os reis dessa divina arte, porque não reinava sobre ninguém, mas sobre si mesmo, quando estava em estado de graça, quando estava que qualquer um que já praticou qualquer atividade, arte, esporte, ciência, meditação, reflexão, não importa, um estado que não é de pura teckne, mas metis, que longe de ser mera prudencia, é antes aquela habilidade onde você nem precisa olhar para saber onde vai uma certeza que longe de ser confundia com o fanatismo do inquestionamento, é pelo contrário o produto do mais profundo estado de dúvida de tudo como fé e certeza que são as possibilidades ainda que ínfimas que autodeterminam e não as impossibilidades que hão de reger o futuro, até porque ele se constrói não pelos que se contentam em assistir, mas por aqueles que se fazem questão de fator determinante não da respostas prontas mas das questões da sua nova (in) formação.

Chame os outros do que quiserem, porque seu nome não e código não é grava em pedras. Mas até as pedras falam sua língua e agora sabem seu verdeiro nome.

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Ideologia? Não, senhor. Não se deixe confundir nenhuma dedução jamais feita na história da humanidade foi mais racional do que o “penso e logo existo”. Uma manifestação de igualdade de liberdade universal quando pressupõe e respeita a mesma anima nos outros seres sensíveis. Uma declaração de guerra reducionista e predeterminista e escravagista, um projeto de ditadura de saber e poder, consciente ou não, quando nega e renega ao outro o mesma soberania não só sobre o real e a realidade, mas antes na preconcepção de quem é quem, quem é o sujeito que irá ditar a verdadeiro e o falso, quem é sujeito, o pensador, discriminador, quantificador e qualificador e quem é o mero objeto dessa função gramatical ou matemática dessa lógica de programação de dominação e projeção determinista do mundo, o resto da equação: a ser subtraído de suas propriedades, objetivas e subjetivas: os outros.

Eu penso, existo não porque os reacionistas ou crentes, dizem que eu tenho uma alma ou não. Eu penso e existo, porque EU SINTO e sentindo pertenço ao mundo sensível neguem eles, e digo quem eu sou, quer eles neguem ou reneguem mesmo calado. Não, estes homens quando ousam negar ou afirmar a alma ou se o destino das pessoas não passam de hipócritas ou idiotas ou se fazem para como idiocratas comandar os demais através do monopólio das vontades comandar os demais. Porque até quando alguém nega sua vontade, e anima a quando a nega então a todos as demais a afirma como vontade absoluta e totalitária afirma como ideologia demogagica materialista e nillista escravagista e genocida sobre todos seres dotados de anima, por uma simples verdade ou razão epistemológica, se realmente acreditasse que não tem alma, vontade não como demagogo e ideólogo, mas como praticante poria fim a sua vida e liberdade e não a dos demais.

A relação de poder não é apenas um contradição é sempre uma mentira perversa, uma negação de tudo que é essencial não só materialmente a vida e liberdade do alheio, uma negação da própria essência da vida e liberdade do alienado para que o alienador e sua vontade e preconcepções reine sobre ele como a reino, realidade e sujeito dotado de fato dotado de alma, ou anima tacitamente reconhecido neste mundo, porque os outros existem apenas como objetos animados ou inanimados apenas em função não só das suas vontades de poder, mas das suas preconcepções.

Eis o reino da Semiótica e epistemologia, o campo da concepção da verdade e falsidade, e logo da sua visão ou cegueira. Das luzes e sombras, que precede, a fé e a ciência, o campo das fé e ciência como doutrinação de idiotas, ou como liberdade de pensamento e consciência. O campo onde não se luta meramente para a quebra revolucionaria das formas, mas dos padrões ideológicos que são sempre mitológicos ou pseudo-cientifico por oposição as científicos e conscientes e libertários, os verdadeiramente criativos e seminais.

Por isso que um erro reduzir a imensa revolução da quebra dos preconceitos eugenistas de predeterminação não só de gene, mas agora da nova vanguanda a de gênero, como mera ideologia. Ideologia é a preconcepção que se impõe como verdade ao alheio, sim isto é uma guerra de projetos de poder. A afirmação do direito de definição da própria identidade não. Isto é a nova vanguarda da revolução libertária. São as pessoas que estão na linha frente atacadas na frente pelos fanáticos, e sendo empurradas pelos canalhas que se dizem seus representantes na retaguarda sedentas para capitalizar em cima dos seus cadáveres para se projetar ainda mais como falsas lideranças.

Distas bombas, submarinos, armadilhas e trairagens, que compõe a lógica e estratégia de toda essa guerra pela episteme tenho tratado em outros textos.

Mas como legítimo representante dos dinossauros patriarcais que caminham sobre a terra, posso dizer na nossa linguagem primitiva abusiva e violenta, o seguinte. A violência que funciona é sempre a covarde.

Logo, com toda a tosquice de conversa de bar, não há maior coragem do quem entra num bar de machões homofóbicos covardes que só briga em bando, que a bichona louca ou a mulher faz questão de entrar e tomar seu lugar. Poucas vezes na vida, já gente com mais coragem de um lado, ou com mais covardia de outro, salvo com capuzes brancos, uniformes, com cruzes ou suásticas, até porque sou ocidental. No oriente, os símbolos devem ser outros, mas a mensagem deve ser a mesma.

E eis que voltamos ao X da questão as armas de Jorge, porque Jorge é da Capadocia, Salve Jorge.

https://igay.ig.com.br/2014-11-24/banido-da-igreja-catolica-em-1960-sao-jorge-e-um-icone-libertario-da-causa-gay.html

Os seguidores de São Jorge pouco se lixaram quando Paulo VI resolveu, nos anos 1960, retirá-lo do panteão dos santos oficiais da Igreja Católica. Quem daria importância àquela decisão de um papa narigudo e orelhudo? Entre os argumentos do Vaticano estavam as origens “difusas” e a “precariedade de registros” que documentam a biografia desse jovem soldado do império romano, nascido em uma família cristã do século III e que, nos últimos tempos, transformou-se em um dos ícones do combate à homofobia.

Jorge veio ao mundo na região da Capadócia, uma das províncias da Turquia. O pai, também soldado, morreu em combate. Essa perda resultou na mudança para a Palestina, local de origem de sua mãe. Destemido e corajoso, em pouco tempo ele conquistou honras militares e títulos de nobreza. Veio em seguida a transferência para Roma, onde assumiria cargos políticos de relevo.

De repente, não mais que de repente, Diocleciano teve um surto de paganismo e decidiu eliminar todos os cristãos dos extensos domínios romanos. Jorge rodou a espada, subiu em seu cavalo e irrompeu em praça pública, desafiando o decreto do imperador e os cônsules. A multidão imediatamente notou o carisma daquele militar que ousava defender o cristianismo, no período histórico em que os cristãos serviam de repasto aos leões. Soldados da Corte logo foram convocados para prendê-lo.

PRISÃO, TORTURA E MARTÍRIO

Depois da prisão, tortura e martírio. Espancado, chamuscado com fogo, sangrado e amarrado a torniquetes que esticavam seu corpo, Jorge resistiu a todas as investidas de crueldade ordenadas por Diocleciano. Levado ao imperador após cada sessão de tortura, ele não admitiu em nenhum momento renegar a fé que o movia. O imperador, indignado com tamanha bravura do jovem soldado, mandou que o decapitassem. O dia: 23 de abril do ano de 303.(…)

O DRAGÃO QUE BLOQUEAVA O SUPRIMENTO DE ÁGUA

Mil setecentos e onze anos passados da sua morte, o culto a São Jorge permanece imantado de poder. Venerado durante as Cruzadas, a figura do mártir atingiu os confins da Europa Oriental durante a Idade Média, embora sua canonização tenha acontecido muito antes, por decisão do papa Gelásio I, no ano de 484. Até àquela época, a imagem de São Jorge não estava atada à lenda do dragão, que é um relato milagroso surgido em data incerta e possivelmente disseminado oralmente a partir de 1470. O guerreiro teria salvo uma cidade dos sacrifícios humanos diários impostos pelo dragão Stihdjia, que bloqueava o suprimento de água dos habitantes locais. Em gratidão, todas as pessoas abandonaram o paganismo que praticavam pela fé cristã.

Historiadores consideram esse relato um arquétipo mais antigo do que o próprio cristianismo. Há, entre gregos, védicos, germânicos e indo-europeus, várias passagens mirabolantes envolvendo conexões entre dragões, heróis, princesas e bloqueios de água. Contudo, uma coisa ninguém pode negar: São Jorge e o dragão formam um ícone religioso imbatível, exatamente por embaralhar noções essenciais à religiosidade, como mistério, lendas, salvação, heroísmo, desafio e libertação.(…)

E vamos parar de ficar destrinchando a história de São Jorge, porque o bonito dela é exatamente essa aura de intangibilidade, esse halo etéreo, esse apelo esotérico. São Jorge não se explica. São Jorge é.(…)

No Brasil, o sincretismo religioso o identifica com Ogum (linha de Angola) ou com Oxóssi (linha keto), misturando altares e ritos. —

Texto de Eduardo Logullo, jornalista, autor de livros e roteirista de televisão. Está preparando o lançamento de um livro sobre a cantora Aracy de Almeida. Fonte: iGay — iG

E como um exemplo de toda esse batalha…

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X-Textos: Não recomendado para menores de idade e adultos com baixa tolerância a contrariedade, críticas e decepções de expectativas. Contém spoilers da vida.

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