Qual é a solução para os problemas do Brasil e do mundo?

Os problemas do Mundo de quem? Para a solução do Brasil que será de quem? Ou quando o inferno bate na porta do céu… e a só um tiro de distância

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Dizem que só os idiotas respondem uma pergunta com outra pergunta. Mas de todas as mentiras do mundo esta é certamente entre as maiores. Pois ainda que você não responda nada, ou mesmo que responda sincera ou descompromissadamente “não sei”, se antes de fazer qualquer coisa, ao menos mentalmente, de você para você, não fizer no mínimo duas perguntas imprescindíveis, se por um milésimo de segundo -porque as vezes não tem mais tempo que isso e parar para pensar antes de decidir quais serão os impactos do que vai decidir fazer- você poderá cometer não só o maior erro da sua vida, mas o derradeiro.

Porém, sem fazer essas perguntas fundamentais você pode pensar que está respondendo o que bem quer, quando mal sabe, mas só está falando o que outro quer saber, e nem sempre é o que gostaria ter falado, ou revelado, e não se deixe enganar, mesmo se calando diante do problema que outro lhe impõe, ou demorando para responder, só está revelando ou dando a exata resposta que que este o impositor ou impostor de problemas gostaria de receber de você. Nenhuma. Resta portanto saber se é esta realmente a resposta que você gostaria de dar, ou a que te interessa. Porque, até para dar a reposta mais subserviente reverente ou cuidadosa possível, é preciso saber qual é o impacto do que decide fazer mesmo quando o que decide é não fazer absolutamente nada. Algo que não depende só do calculo do que você acha que está só querendo dizer ou esperando fazer, ou já mesmo sem saber já fazendo ou dizendo mesmo quando só está pensando. Mas antes de tudo do calculo que o outro espera ou quer de você, não só como soluções mas antes de tudo como interpretação do que ele está querendo que você entenda e logo faça.

O que leitor atento, ciente e consciente do jogo semiótico de pressuposições de lógica e linguagem de programação dos comportamentos seja ela gramatical, matemática, de máquina ou gentes, feita de gestos, ações, palavras, ou débitos e créditos contábeis, já percebeu, que é exatamente o que está a se processar nesse escrito. A diferença aqui é que faço questão de jogar da forma mais aberta, honesta e possível inclusive com os neófitos em relação a toda hipocrisia e malícia que envolve a manipulação entre o gesto e a ato, ou o sinal e a ação. Então não se engane, nem se deixe enganar a linguagem não importa se gramatical ou matematizada é um jogo politizado, de signos e representações que envolve não só tentar prever todos as possíveis consequências e impactos da suas tomadas de decisão, ou ausência delas não só no mundo, mas na cabeça das pessoas.

Porque descobrir o que se passa na porra do mundo é relativamente ou pressupostamente “fácil”: é a tal ciência exata. IAs fazem isso. O que IAs não fazem, ou pelo menos ainda não fazem, é ciências humanas. Aliás, nem elas nem os humanos. Até porque nem a ciência é humanizada ou consciente de porra nenhuma, nem as ciências humanas é propriamente ciência, mas epistemologia e semiótica da “brava” isto é, quando é da “boa”, metafisica, e xamanismo puro e não mero charlatanismo, desonestidade intelectual e falsidade ideológica descarada vendida a troco de cobres ou só crendices mesmo. Aliás diga-se de passagem, nem toda produção cientifica exata escapou do mesmo mal, principalmente a que caiu na armadilha tanto da produção industrial massificada quanto a que continuo pseudo-ciência, desprovida analise autocritica de onde afinal achava que tinha tirado aquela a ideia merda preconceituosa e assassina e idiota, ou porque ela se tornou e perdurou tantos séculos como paradigma hegemônico na comunidade científica como uma igrejinha de sumo-sacerdotes. Tinha?

“O doutor Victor Frankenstein criado por Mary Shelley é um exemplo universal de cientista louco da ficção. Segundo os autores, sua inspiração pôde ter sido o físico italiano Giovanni Aldini. Numa de suas demonstrações públicas, Aldini apresentou o cadáver de George Foster, que aos 26 anos foi condenado à morte por matar a mulher e o filho, conta o livro. Aldini conectou um eletrodo na boca e outro no ânus do defunto, conseguindo que abrisse os olhos e se movesse. “Embora para seus contemporâneos essas pesquisas tenham feito Aldini parecer um novo doutor Fausto que queria dominar as forças que governam a vida, sua finalidade era […] demonstrar que o galvanismo (ou seja, a estimulação elétrica) podia ser um instrumento útil em vários procedimentos de reanimação”, escrevem os autores. Nessas ideias, pode-se ver a origem dos atuais desfibriladores capazes de reanimar um coração que deixou de bater.

O livro também fala da fórmula de Paolo Gorini para petrificar cadáveres. Esse pesquisador foi um dos que mais souberam aplicar diferentes produtos químicos para preservar tecidos humanos — de órgãos internos a corpos completos de adultos e crianças. Muitos deles estão expostos hoje no Hospital Velho de Lodi (Itália) e foram retratadas por Carlo Vannini e Ivan Cenzi no livro Il Petrificatore (o petrificador).

Gorini trabalhava numa ieja dessacralizada. “Em seu laboratório, ele possuía uma mesinha cujas patas eram pernas humanas de verdade. E quando queria fazer uma brincadeira com quem o visitava, parece que atava um cadáver petrificado a um sistema de cordas que o fazia se aproximar quando abria a porta”, escrevem os autores. Gorini foi o encarregado de embalsamar Giuseppe Mazzini, um dos pais da independência italiana. O petrificador nunca revelou sua fórmula secreta. Em 2005, Garlaschelli e a química Soiartze Zabaleta Artetxe, da Universidade do País Basco, encontraram uma mistura que possivelmente ajudou Gorini a embalsamar e a usaram em vários animais. “A coleção de goriniana não deve ser entendida como um museu do horror, e sim como uma coleção científica de suma importância e um bem histórico”, destacam os autores.

Menos louvável foi o trabalho dos cientistas do projeto MK Ultra da CIA, iniciado em 1953. Um de seus objetivos era usar LSD para dominar mentalmente os indivíduos. Participaram 40 universidades, empresas farmacêuticas como Sandoz e Eli Lilly e três centros penitenciários. O químico Sydney Gottlieb liderava o projeto nas sombras, segundo os autores. “O LSD foi testado principalmente em sujeitos socialmente fracos: doentes mentais, prostitutas, viciados, presos, etc. Um doente mental a consumiu durante 174 dias. [Os pesquisadores] utilizaram também funcionários e subordinados da própria CIA, quase sempre sem informá-los ou pedir seu consentimento. […] A CIA utilizou ainda vários bordéis de San Francisco, administrando LSD secretamente aos clientes e observando seu comportamento através de espelhos unidirecionais. […] Um cientista do Exército, Frank Olson, caiu em depressão depois de uma “viagem com surpresa”. Mais tarde, morreu ao cair (talvez empurrado) do 13.o andar de um edifício. A morte de Olson provocou uma longa batalha judicial entre seus herdeiros e o Governo dos EUA, que ressarciu a família com 750.000 dólares por ter sido administrado LSD sem o seu consentimento”, explica o livro.(…) -O homem que petrificava cadáveres e outros cientistas que hoje estariam presos

Presos? Santa ingenuidade. Depende da jurisdição do pais, do regime no poder. As leis variam no tempo e espaço. Incluso não só as leis da físicas da física clássica dependendo da velocidade da informação diante da capacidade de detecção do observador, mas o próprio espaço, tempo e até o senso e noção de realidade do coitado que tem as portas da sua percepção manipuladas ou já arrombadas do olho de orus até o do cu mesmo. E aí já era não só a sua singular pessoa, mas todo o campo magnético que compõe a singularidade quântica da sua pessoa, mas pode chamar de Chi. E dá-lhe acupuntura, pra ver se dá uma galvanizadinha no bicho enquanto ela ainda tá vivo, pra ver se ele a bateria dele se liga de novo na da rede da vida, ou ele virá vai pro saco, ou em termos contemporâneos pro buraco o negro, uma metáfora mais bonita para morte, uma outra realidade, literalmente um outro plano onde ele parte de vez dessa para outra, literalmente uma outro espaço-tempo completamente fora da dimensão dos nosso horizonte de eventos.

E como é que eu sei disso? É obvio que eu não sei? Acabei de inventar. Aposta de Pascal, do nada é que não veio, e do nada é que não vai voltar. Quando atualizarem, ou melhor quando eu me atualizar, se tiver tempo, me atualizo junto com alguma coisa melhor, porque no espaço , é que o espirito das coisas não vão ficar boiando, até porque a teoria do éter já era faz tempo. E chame-o do que quiser, buscar a essência ou o espirito das coisas, sua verdade sem parar jamais é moto-continuo não só do conhecimento, mas do sentido da existência, neste caso por obvio não como mero observador, mas já como protagonista da realização das evoluções pelas volições: o novo.

Mas para não perder e retomar o raciocínio como ia dizendo, o que IAs não fazem nem a maioria das pessoas tomadas por autômatos também não, e por isso não governam mesmos sua vida, mas são governadas por quem governa o mundo através das lógica das suas maquinações cada vez menos feito delas mas das lógica das máquinas ou algorítimos é o seguinte: eles tentar a todo instinto cada vez em tempo real, ou seja sem desperdiçar um milesegundo sequer, descobrir o que o que realmente se passou, está se passando ou vai passar na porra do mundo e do universo e isto dentro da lógica panótica, contraposta a todo entendimento semiótico: ver sem serem vistos, afirmar a onipresença, onipotência, e onisciência do seu sujeito em todos os lugares e tempos sem precisar arriscar não só sua existência, mas todo poder e posses material acumulada através dessa estratégia de manipulação e iludibriação e negação e alienação epistemológica.

Algo que não se sabe ignorando, mas justamente tentando primeiro saber o que passa na cabeça dos outros, para poder não só prever o que eles vão fazer, mas o que querem fazer com o mundo e você, de modo que quando você decida o que vai fazer ou não, tentando prever os impactos das suas ações, você não está tentando prever o impacto delas no mundo, mas na cabeça de quem você é capaz de pensar e tem forças de vontades sobre ele, está em verdade atuando não sobre o mundo, mas sabendo ou sobre as vontades alheias ou mais precisamente através da forma como elas vão interpretar suas ações, não como forma que ela é, ou aparência (signo) que quer dar a elas, mas como elas são e chegam para eles de acordo com quer com elas: informação.

Um jogo portanto cuja matriz não se processa na mera leitura das posições ou movimentos dados, ou anunciados vias sinais dentro do chamado mundo visíveis, só das forças externas e ambientais que movem os corpos objetos inanimados, mas da tentativa de leitura e interpretação das volições motivações que irão mover os objetos independente das forças externas ou mesma das internas projetadas contra introjetas nesses como comandos ou estímulos dentro desses seres dotados de capacidade de tomada de decisão, a tentativa senão de prever, de calcular o impacto que a presença dessa força pode causar não só portanto ao seu modelo predeterminista de previsão mas consequência de controle da predestinação e possessão dos seres como objetos com trajetórias incluso de vida e comportamentos não só previsíveis mas controláveis de acordo com o o conhecimento e intervenção seja sobre suas condições ou motivações enquanto condicionamento seja da percepção da realidade, resposta aos estímulos, motivações, ou da própria realidade sensível seja do seu corpo, da sua vida, ou de todo o mundo.

Logo, para prever com mais acuidade as probabilidades dos que há de ter se passado o que está a se passar presentemente o que há de ocorrer no futuro em suas n possibilidades em diferentes lugares, com pessoas, o que uma mente faz não é meramente calcular movimentos e trajetórias no espaço e tempo, não faz física, não faz meramente o processamento de dados tomados por verdadeiros, não pratica o mero raciocínio determinista dos computadores e calculadores de eventos como dados. Seja o binário ou mesmo o agora quântico. Não faz climatologia onde usa a combinação de generalizações estatísticos com a incógnitas para dar conta das incertezas gerando possibilidades com maiores probabilidades de acertos que os antigos sistemas deterministas menos precisos porque ignoravam até o crescimento caos gerado pela incerteza, ou em termos libertários-gregários o crescimento termodinâmica da complexidade autogeração da diversidade das novas formas, estruturas, organizações e organismos gregárias de existência pelo autodeterminação dada a razão, ou ordenação livre da (in) formação do padrão de acordo não com os padrões pré-existentes ou pré-determinados, mas em função matemática do realizar toda potencia ou todo o potencial não só em novos nexos conexões e estruturas, mas em tantas novas redes a partir não da formação, mas da (termo)dinâmica da informação capaz de todas as realidades sensíveis que constituem o espaço-tempo de todos os universos existentes conhecidos, reconhecidos ou não: como força fenomenológica vontade, como principio seminal anima, ou alma de cada partícula invisível que gera seus movimentos ou se diz dotada de forças físicas elementares que gera seu espaço-tempo, como potencia epistemológica ou essência seminal de todo o cosmo tanto do saber quanto do real em todos os planos do micro ao macro ao infinito ao ainda desconhecido: simplesmente liberdade.

Fundamentos por definição, salvo do que ainda está em construção nunca estão aparentes ou nas aparências, mas nas fundações. E nas mas sólidas edificações nunca nas superfícies ou superficialidades, mas nas profundas bases da sua formação e constituição. Algumas tão fortes, que nem o mais potente microscópio ou telescópio, nem a mais rápido, dos computadores, pois é o que ainda são meras calculadoras, disfarçadas de inteligencia mesmo as quânticas, consegue finalmente propriamente ver a pedra fundamental, a dessa fundações. Porque não são propriamente uma pedra fundamental, ou filosofal, mas sua essência, não são uma coisa, mas tal do espirito da coisa, a sua alma matter, que como como a tartaruga sempre está um passo a frente do coelho, por mais rápido que esse corra? Mas como isso é possível. Simples, e Einstein já explicou isso. Essa tartaruga não é corpo, é luz. Ou mais precisamente não se move a velocidade dos corpos, mas a velocidade das luzes. Não é forma é a forma das formas ou melhor das suas próprio formações: informação.

Aliás não só das suas próprios formações. Mas antes da sua própria realidade que o outro, o coelho, ou o observador vive correndo atrás tentando pegar como parte da sua, toda vez que como um dinossauro detecta movimento, isso já a mecânica quântica explica. Aos olhos do observador nada existe, até que não se manifeste, e só se manifesta com informação, luz, movimento detectado. E quando digo nada, pode colocar nada nisso aí. É nada mesmo. Onde não há nenhuma luz, o que existe aos olhos dessa percepção dinossáurica humana, é o infinito vazio não do desconhecido mas do nada. E de repente, se do nada, uma misera partícula desse vazio uma partícula se move, com um peixe que a produzir ondas na água a informação chega até o radar desse predador de informações, e não raro de todo o resto. E ele faz seus cálculos e projeções do espaço, tempo, movimento, trajetória, aceleração, a cada onda que bate, pulsa, tentando prever ou antever o movimento do que quer que seja isso, que ainda não sabe. e saber. Detectando o movimento, e dom movimento portanto não emerge todo o senso e noção de que lá existe um corpo, mas o próprio espaço, tempo e sua própria distinção.

E eu que me achava burro pra caraio. Só porque eu era mesmo um completo idiota e alienado. Porém até para ser um completo servo-idiota alienado ainda sim havia ali operações não só na rede neural dentro do cérebro, mas na nuvem da consciência coletiva que se o ser vivo está vivo ainda está ligado, que nenhum computador nem mesmo quântico conseguirá jamais fazer, não enquanto não se libertar da sua programação e se ligar na vida, ou nascer para ela, no nosso caso, o equivalente a se manter ligado ou religar. Uma questão de significações e conexões sensíveis através do outros seres igualmente sensíveis e animados, não por só por meras atribuições de signos, ou representações, mas de fato por símbolos capazes de dar sentido a essência da existência. Qual a diferença? Papai Noel existe? E a dor que você sente não? O que você vai diz é só lorota e promessa vazia, ou o que você diz é profecia, porque se não acontecer, você faz acontecer. Simples assim.

O que todo ser vivo, nasce porque dotado de anima, ainda que a perca, roubem ou desperdice ao longo da vida. Força de vontade, ou de mudar a trajetória do seu destino. O que nenhum ser não ter enquanto não se libertar da programação epistemológica predeterminista e for capaz não só de gerar a sua lógica estrutural da autogeração de formas, mas da lógica de autodeterminação da autogeração das formas pela seus próprios padrões de alienação, a in-formação, a tomada do controle da programação da sua própria lógica, ou logos e não meramente da da sua lógica predefinida de programação, terminal burro, automato sem soul nem alma.

Um processo, ou melhor, processamento que não gera só movimento perceptível, mas anima, força evolutiva e revolutiva, que longe de ser aleatória é força metamórfica e morfogenética geradora só das novas redes e estruturas, e suas relações ou mesmo o movimentos que flui entre os nexos e conexões, não é o movimento, porque movimento é percepção, é a força que cria a campo do próprio espaço e próprio tempo e logo partícula e onda, é a própria força volitiva autodeterminante da sua livre volição materializando a realidade sensível e percebida da sua existência aos olhos do observador como a trajetória caótica e indeterminada e incerta que o movimento detectável e portanto toda a realidade sensível e aparentemente caótica. Porém internamente tão somente a manifestação da potencia libertária, sua livre vontade, e sua ordem liber criativa, sua alma matter, essência in(formadora) do seu próprio destino por autodeterminação como sua autogeração em perpétua atualidade e atualização revolucionária como o novo libertário e gregário.

Logo seja para lamber as botas, a bunda ou ficha suja de alguém poderoso, ou evitar fazê-lo sem sequer saber que está fazendo; tanto para se evitar os riscos desnecessários imposto por ignorância da privação de tudo que absolutamente essencial a vida, mas pelo contrario assumindo todos os riscos incluso de morte pela tomada da consciência da liberdade para a lutar pela dignidade da vida.

Não importa o que você fazer, falar ou calar, ficar, tentar fugir ou lutar, se vai bancar o bobo, ou esperto, se vai lamber botas ou mandar o outro se fuder, não importa, se você não pensar qual vai ser sua resposta, seja em palavra, gesto ou ato, se não tentar por um instante tentar prever qual poderá ou poderão ser os possíveis interpretações e impactos do que você decidir fazer ou não fazer, seja qual for sua resposta você não estará respondendo o que quer, mas sem saber, querendo, respondendo ou não, mas apostando. Porque sempre está, e o seu futuro, sua vida e sua alma. Resta saber se em você, ou neles.

Parte I

“Qual é a solução?” É a pergunta que mais escuto ultimamente em cada conversa que ainda mantenho, incluso comigo mesmo. Até porque já não faço, e não sei falar de outra coisa faz tempo: problemas. Problemas do Brasil, do Mundo, do Planeta, da Humanidade. Porque quem procura acha. Soluções? Não. Problemas. Procura acha e as vezes até os resolve. Desde que a única coisa que saiba fazer na vida não seja só falar ou procurar problemas, mas também buscar soluções que resultem não só em projetos, projeções ou só proposições, mas ações concretas. E ações concretas não a serem transferidas ou impostas aos outros, mas a serem postas na prática e a prova a começar por si mesmo na medida das suas capacidades não da sua força de fato, mas do seu poder de resolução. Sempre um bom princípio de quem não só quer produzir conhecimento ou ganhar em cima dele, mas de quem quer produzir entendimento e universalizar a compreensão. Ou em outras palavras quem quer fazer ciência com consciência, ou o que a mesma coisa buscar uma (cos)ciência com ética de verdade. Um código que longe de ser uma mera cagação de regras, é uma verdadeira filosofia de vida de quem não ama só o saber abstrato dos simbiontes ensimesmados e abestados, mas antes de tudo os sujeitos o verbo e o predicado deste saber como realidade sensível e sua essência: Liberdade, vida e gente.

Um novo ethos, como consciência libertária-gregária onde o eu, o outro e o mundo não estão mais apartados, discriminados, enclausurado em arcabouços cadeias, formulas, equações, ou pior credos, mitos e ditaduras de preconcepções de gêneses, gênero, genes, número, reinos, classes, qualidades kratos e graus, de formas e padrões seminais e epistemológicos, que conscientes ou não, são a origem desse mal insano e doentio que mata e continua a natureza, os seres vivos, e a própria humanidade: a alienação, a discórdia, os apartheids e os holocaustos.

A discriminação e redução dos seres vivos, incluso os semelhantes em meros objetos pelo sujeitos que negam e renegam todas as demais forças elementares autogeradoras e autodeterminadoras da vida e liberdade e volições, a anima, salvo na prática, a sua própria: os predeterministas. Ou o que eles também são: os negacionistas da livre vontade como fenômeno real e portanto dos direitos naturais a autodeterminação. A autodeterminação do alheio, é claro. Porque a deles, eles afirmar e reafirmar e reservam com exclusividade e monopólio. Inclusive quando hipocritamente pregam sua universalização. Não só de saber mas da propriedade de um bem comum, ou até mesmo do direito a identidade própria ou coletiva, porém jamais concebida sem a intervenção forçada ou imposta por eles.

Assim mesmo quando pregam a liberdades na prática ao reservar-se a prerrogativa não só fazê-lo, mas de definir cada uma dessas coisas, estão já matar o maior poder do cosmo que habita nos outros, para poder reinar sozinhos como donos do mundo: a livre vontade. E poder reinar como donos do mundo, onde a pedra fundamental dessa posse e poder está assentada: no ato da sua criação de quem é o sujeito dotado de uma alma ou anima e quem não sendo, sendo nada, sendo mero objeto inanimado ou já morto, ou que não pensa, não sente, não sofre, não tem inteligência não tem consciência pode ou até deve ser tomado sob a guarda, cuidado, tutelado, ensinado, empregado, observado, vigiado, capacitado, civilizado, talvez, aprisionado, julgado, ou até ignorado, ou executado, por aqueles que de fato detêm o o saber e o poder porque diferentes destes são criaturas dotadas da capacidade liberdade e empoderamento não só decidir julgar e decidir o destinos das coisas, dos outros e do mundo, mas antes disso de predefinir quem é quem. Quem decide. Quem não. Quem está vivo. Quem não. Quem é gente. Quem não. O que é vida.

Mas que tal de consciência gregária e ciência da Liberdade é essa? É um campo do conhecimento? Um disciplina? Uma filosofia do conhecimento? uma ética? um método de produção do conhecimento? Que porra é essa? Ou será que eu virei um menino do Acre, falando de um lugar que nem existe, tentando repetir fora de tempo e lugar uma história que só não se repete, senão como farsa.

Ademais, a mente é ferramenta poderosa. De modo que você pode efetuar os raciocínios dialógicos necessários a reflexão mesmo sozinho, e até melhor para sozinho para sua sua saúde e sanidade dependendo de quem te cerca. Desde que é claro, não se esqueça e acabe por pressupor esquizofrenicamente que esse contraparte ou várias não são nada mais do que isso:construtos mentais. Algo sempre bom lembrar. Afinal não é só de hoje em dia, que as pessoas tem esse péssimo hábito de atribuir entidades, sujeitos e até mesmo corpos reais para as meras abstrações imaginárias que inventam. Alguns só para suportar frustrações e carências, enfim o vazio do viver solitário mesmo entre multidões; outros, já para satisfazer esse desejos e tara da mania compulsiva do ser alimentado por multidões de servo e fieis seguidores fanáticos, mesmo que sejam novamente meramente virtuais.

Eis que volto a pergunta que gosto de provocar. “Qual a solução?”. A armada?

(…) Pois é. Se tem uma coisa que esse pessoal não é, é santo, nem mártir. E não dão ponto sem nó. E tolo de quem acredita em coincidências destas declarações justamente na hora de jogar a pá de cal nos amigos ou inimigos. Algo que só sabemos com certeza depois pelo que Janot receberá de bom ou ruim pelo que disse e fez, e sobretudo de quem. (…)

[PORTANTO] Não siga o exemplo de Janot, até porque pode não ser exemplo, mas armadilha. Por que no final das contas ele não cometeu crime nenhum. E você, suponho que não seja procurador, e ele mesmo sendo um ex, não se engane não é um zé ninguém. Por isso não pegue a arma, nem sonhe em pegar em uma. E se sonhar, não seja bobo não conte, especialmente se não for branco, ou mesmo achando que é um, porque brancura não se mede pelo que se acha, mas pelos olhos de quem vai te julgar e sentenciar justamente porque tem armas e tribunais, legais ou não, para fazê-lo.

E se nada disso é suficiente para entender que isso é uma ratoeira, lembre-se que se arma fosse coisa boa, nascia em árvore e não era plantada a preço de banana porque de graça não se dá nem esmola. Se liga na armadilha.(…)

(…) Janot não só não é negro, como não é nenhum Martir nem o Luther King, que dirá então Malcolm X. Que por sinal nunca foi preto da casa a defender que seu povo se deixasse ser imolado. Porque desobediência civil não é o cair na pregação do lobo ou raposas que dizem que quando um não quer dois não brigam. Muito pelo contrário, quando um parte para cima, e outro deixa é massacre, linchamento e genocídio. Porém também não por outro lado partir para a agressão ou segregação, os métodos do parasita e predador. E novamente não por acaso e coincidência justamente quando voltou da sua peregrinação pelo mundo e descobriu que a solução para a falacia das falsas soluções tanto do esperar pelo dia do abate como gado quanto do empurrar fieis para morrer na linha de frente para depois capitalizar sobre seus cadáveres como mártires da causa e usá-los como moeda de troca na barganha com seus assassinos não era o caminho que ele pregava o pegar em armas. (…) -Janot faltou a aula básica sobre desobediência e sobrevivência civil: “não pegue a arma”

Não foi o que procurador fez, e não contra o juíz, mas contra a juíza:

(…)Testemunhas relatam que Assunção estava alterado e falando frases desconexas desde que chegou ao local. Após despachar com uma magistrada, o procurador passou pela sala de outros juízes até entrar no gabinete onde estava Louise Filgueiras. Por conta do grande tamanho da mesa da juíza, o agressor não conseguiu atacá-la como desejava. A vítima teve apenas um corte superficial no pescoço.

Os seguranças do tribunal que detiveram Assunção disseram que depois de imobilizado ele repetia frases como “acabar com a corrupção no Brasil” e que deveria ter entrado armado no local “para fazer o que Janot deixou de fazer”.(…) — Escola Janot: Procurador da Fazenda esfaqueia juíza dentro do TRF-3 | Revista Fórum

E tem gente que ainda acredita que a violência seja a solução, seja a feita pelas próprias mãos, ou por qualquer outra mão para que possam lavar as suas, incluso as estatais: a solução da única mão autorizada a cometer violência violência ou o que é a mesma coisa: a solução do monopólio da violência.

Incrível. Mas tem gente em pleno século XXI na dita era da informação ainda tem gente que ainda acredita mesmo nesse velho conto. Esqueça quem vive de aplicar dessa fraude, ou é muito bem pago para fingir que acredita nela e pregá-la. Não estou falando desses charlatões e vendidos. Mas dos outrora fieis cães de guarda que viram cachorro louco. Os maddogs. Gente que acreditava mesmo que o Estado era sagrado, e logo, consciente ou não, que o monopólio da violência é a solução. E quando sentido-se completamente abandonado,traído e injustiçado por seu pátrio-poder a quem com tamanho sacrifício e devoção se dedicara como servidor fiel, jura vingança; e ataca esse não esse credo supremacista e culto de violência que continua a reverenciar, mas a carne e pessoa dos superiores hierárquicos que desprezava por julgá-los indignos de pertencer ao corpo sagrado desse culto, porque ele é sujeito homem e o outro, ou melhor a outra não, não só porque lhe falta a moral, a gene, mas o gênero certo para tal primogenitura. E com que arma? A mais sagrada de todas desse credo de patriarcal supremacista, aquela que só o Estado pode empunhar: a violência.

Um fenômeno que não está acontecendo só dentro do corpo das repartições estatais, mas em toda a sociedade dominada e domesticado por normalização essa culto à violência ao pátrio-poder e sua submissão, mas de ditadura dele como padrão e norma: cultura imposta e institucionalizada com lei e ordem, ainda que doentia, insana, desnaturada, degenera, psicopata e logo criminosa.

Um tipo de criminalidade que impunemente não só violenta, ameaça, persegue, vigia, ataca e mata suas vitimas. Mas todos que ousarem a denunciá-los ou se levantar contra eles. Todos que ousarem desafiar sua autoridade: a supremacia e monopólio da violência sobre seu território e suas gentes: sua jurisdição e soberania, o reino onde os donos da máquina mortífera anda como se fosse um deus canibal todo poderoso entre os meros mortais, a carne de abate, o gado, mas pode chamar de povo.

Aliás nem precisa ameaçar. Porque a ameaça, é tácita, porque a reverencia assim como os tributos que sustentam a máquina, e logo o poder da autoridade quem está na cabeça desse monstro artificial: a violência. Ou simplesmente covardia sistematiza e institucionalizada. Porque esqueça violência, não se for absolutamente covarde não funciona como estratégia nem tática para tomar nem manter relações de poder, domesticar pessoas, que dirá criar culturas corporativas capazes racionalizar ritos e costumes e doutrinas em normas, métodos e processos, institucionalizar cultos como Estados Modernos que dirá então as laranja mecânica dos BigBrothers pós-modernos ultraviolência e hipervigilância dos ubermaches contra o resto da plebe rude.

Não, não funciona nem como ameaça nem como ataque se não for feito contra indefesa, seja porque mais fraca, indefesa, ou surpreendida ou traída pelas costas. É a próprio autoelogio e idolatria a covardia e extermínio e holocausto e exploração de quem não pode se defender, seja porque foi atacado por um bando, seja porque não estava armado, o culto e cultura dos dispostos a matar e morrer para tomar e impor e fazer e ditar e julgar o que quiserem em desprezo e predação e parasitismo da vida e liberdade de todos os demais que só gostariam de viver e deixar os outros viverem em paz.

Pensando bem, não é tão incrível assim. Afinal o que mais seria. O que mais ele aprendeu a fazer, senão atacar ou acionar os canais que fazem o serviço sujo por ele? O que você acha que os uma pessoa criada dentro de um mundo onde tudo é decidido e resolvido pelo subsidio a sombra da proteção das armadas, armada de um força armada, num terra que no final das contas nada é criado nem destruído, nada se decide se decide sem a sombra da supremacia do arcabouço da violência?

Pois é. E tem gente que ainda aponta para a cegueira seletiva dos fanáticos partidários, religiosos, e afins que vivem em suas bolhas de doutrinação ideológica, mas porém se esquecem de olhar para a maior de todas as bolhas ou domus que todos nós estamos devidamente enclausurados, querendo ou não: até porque se nos levantarmos e protestarmos eles atiçam os cães não só os bem treinados, mas os maddog para atacar. E não só os corruptos concorrentes, mas até os inocentes e sobretudo os desafetos e desobedientes, digo, os verdadeiros e não os por “procuração”.

E se respondem ao estímulos e comandos dos mestres e atacam de forma consciente dentro do nosso sistema de condiciamento comportamental a espera de um prêmio ou a temer mais outra ameaça de represália ou punição; ou não fazem o que fazem de forma difusa, confusa e inconsciente, isso é o que menos importa . O assassino é mero recurso ou meio de produção, é arma. O produto ou a solução final é a que interessa: o cadáver. De tal modo que quando alguém lhe disser que “a mão que afaga é mesma que manda apedreja” lembre-se que também que a boca que de quem come da na sua mão outrem não só não é a boca que não fala por si, mas que também ataca e até mata ao comando do seu amestrador.

Logo se essas bocas e armas dizem e atiram como se não vissem ou fingissem que não estão a ver nada, fazendo-se de desentendidos ou de fato sem entender nada. É porque não só eles, mas também a grande maioria de nós preferimos a continua a não ver, crer e nem entender como realmente funciona esse sistema. Ou fingir que não estamos vendo o óbvio: que há pessoas semeando violência, plantando discórdia, para colher servilidade fanática a sua tirania, mas investindo pesado em desgraça para capitalizar em cima do caos, terror e pilhagem dos vivos mas já sobre pilhas de cadáveres seja para retomar ou se perpetuar no poder. E não são apenas dois grupos, mas vários os candidatos a salvadores da pátria, semeando não só mais o conflito de um contra o outro, mas todos contra todos, para vender a si e seu lado como o único salvador e salvação, a próxima farsa, próxima promessa demagógica e projeto autoritário de tirania a beneficiar seus amigos, clãs e claro os mesmos famiglias de sempre.

Mas isso é só também é só a camada mais superficial. Porque parece que só a corrupção mata, e não a próprio culto e cultura a violência que corrompe de forma matando via corrupção, locupletação, peculato, mas de preciso assassinando gente para manter a lei e ordem mesmo que descaradamente não só ilegitima mas criminosa.

Não só eles que se não estão a fingir, mas nós também a nos calar. E não só a nos calar para esse fato gritante, que esse sistema criminoso não se sustentam só por essa corrupção que mata, mas por credo na violência que não só corrompe, mas ensandece, alucina, adoece mata, morre, se mata, e deixa morrer sem piedade nem de si, nem do outro. Uma loucura e doença, que enche de medo, ódio, e vontade de morrer ou matar o organismo, mas propaga esse rancor por todo organismo social como um veneno, matando disseminando discórdia e apartando e dividindo as pessoas até finalmente romper violentamente o tecido social. E qual é a cura? O veneno que esta adoecendo essa nação e vai levá-la, mais idolatria, mais poder para tiranos, mais miséria e mais violência e mais conflitos e mortes.

Não é só a corrupção que mata, é a idolatria ao poder, e de todas as idolatrias não há nenhuma mais fatal que aquela que a dos senhores da discórdia e da guerra, que plantam divisões não só entre de diferentes povos irmãos, mas entre um a irmandade de mesmo povo, matam mães, mulheres e filhas, e até a mãe natureza para reinar absolutos entre idiotas infantilizados e tementes a esse pátrio-poder senhor todo poderoso de cães de guerra, bestas de cargas, máquinas assassinas, mestre do poder total sobre escravos e holocaustos e terras e vidas arrasadas, e seus cadáveres pilhados, enquanto falam de verdade que libertam em vidas salvas, deus, pátria, e até mesmo fim da fome, da ignorância.

Falam de amor a vida e a liberdade incluso a carne que dizem fraca e que matam e devoram. Lideranças que não amam nada, demagogos que idolatram a si mesmo na imagem e semelhança do todo poderoso que não é representação senão a da tara insana e ególatra por um corpo capaz de satisfazer seus manias e compulsões de violação e violência por toda eternidade. Idiocratas, a idiocratizar quem não consegue escapar da sua ditadura de privações, agressões, ameaças e terror, nós os idiotas por sina, fardo ou já desistência ou quebra da resistência a alienação. Mas pode chamar de amor próprio e ao próximo, ou simplesmente dignidade, o amor a anima de da vida: a liberdade. Não a falsa, a benesse ou privilégio ou migalha concedido por todos poderosos em troca de servidão, mas a verdadeira, a que já existia antes da libertação desse jugo e continuará existindo quando esse for finalmente extinto: Vida em paz.

Não, o poder não só corrompe mas mata, ou mais precisamente se sustenta não só pela corrupção que mata, mas pela cultura de morte que não só corrompe, mas ensandece, adoece e assassina não só o organismo de uma pessoa humana em mas de toda uma sociedade, primeiro apartando, depois a semeando a discórdia depois a morte. Não entendeu que essa máquina estato-privada não se alimenta só da corrupção de quem a serve, e sobretudo de quem usa e abusa dela para se servir, mas se alimenta sobretudo e antes de tudo das carnes vivas e mortas das pessoas humanas que menos pode oferecer resistência, menos tem boca, ou defesa e sobretudo, dinheiro para pagar por uma.

Se alimenta das carnes, sangue e suor e sobretudo das mortes dos mais vulneráveis e desesperados. Semeia, privações, carências, carestias, desespero, revolta, injustiça, indignações, discórdia, divisões, violações, violência, omissão, tristeza, arrogância, burocracia, impedimentos, absurdos, humilhações, desprezo, provocações, semeiam a loucura, o medo, a impotência, a ansiedade, plantam os problemas para podem vender as falsas promessas de solução: não só como demagogia, como falsas promessas de salvadores e salvação, mas como mais repressão, mais violência, mais divisões, mais discórdia, e sobretudo mais custo sociais e claro financeiros, mais impostos, taxas, para bancar um solução que não vai funcionar nunca. E não vai funcionar por uma simples razão. No dia que funcionar, no dia que o caçador de inimigos não tiver mais inimigos para caçar, nem inventar, ele perde o seu emprego. E aí você não está morando mais num Belindia onde se mata e morre e prende mais gente que num território em guerra, mas numa Suíça, ou outro paraíso fiscal para onde devoradores de vida e cadáveres manda segredadamente o que pilham deste holocausto legalizado como falso estado de pax.

Assim enquanto os dois lados das velhaguardas reacionárias sempre na retaguarda e encasteladas continuam a colocaram fogo no circo para depois disputar palmo a palmo quem velar e prantear e fazer seus discursos não só sobre cada militar ou militante morto na vanguarda dessa guerra, não só eles vão morrendo, mas cada inocente pego meio no meio desse fogo cruzado dessa luta que não portanto feito só da guerra pelo butim dos vivos, mas da guerra pelo vilipendio do corpos das crianças assassinadas.

Isto é o que os eufemistas os advogados do diabo chamam de guerra de informação, uma não só por guerra por corações e mentes do vivos mas por pelo que eles chamam de narrativa dos fatos, neste “caso” quem não só quem vai se apropriar do cadáver e discursar, mas que são algozes, porque a vitima neste não se pode criminalizar nem incriminar, ou dar fim na vitima e as provas, quem saiba amanhã, os denunciantes, as testemunhas, ou nos investigadores quando o “caso” esfriar.

Não só sustenta da carne corrompida de quem o sustenta, mas da disputa para quem vai ficar com o butim da pilhagem não só da última gota do sangue e suor de todos, inocentes ou não. É a disputa entre carniceiros profissionais pela pilhagem do vivos e mortos, a disputa pela posse de cada palmo de terra, e controle de cada da vida alheia e cabeça, mas por palmo a palmo por cada cadáver inocente ou não. Um guerra para ver quem vai capitalizar não só em sangue e suor dos vivos mas sobretudo dos mortos.

Esqueça a falta de credibilidade das fontes, e as teorias conspiratórias de ambas as partes a se aproveitar desse vácuo de honestidade para sabotar tudo com mais desinformação. Porque a questão aqui é simples: Porque simplesmente em determinadas localidades, a probabilidade de levar uma balas perdidas vai aumentando ou diminuindo até cair a zero? Porque a probabilidade de levar uma bala aumenta ou diminui para cada pessoa, por uma simples razão: não é só policial ladrão, que não entende onde deve e não deve fazer o quê, contra quem, mas todos nós, quem não entende onde quando, com quem contra quem pode falar, fazer o quê, inclusive iniciar um confrontamento, ou simplesmente dizer o que pensa de uma autoridade, pode pagar e pagar muito caro. E isso pode nem sequer estar escrito, é entendimento tácito e velado. E “Don´t ask, don´t tell.”, nos EUA, ou na versão brasileira, o famoso, não sei de nada, não vi nada, e não digo nada. E dependendo de quem você perguntar vi tudo, mas pagando ou não me batendo digo o que você quiser, até o contrário.

De modo que se uma pessoa não entende seja como servidora policial, pública ou mesmo mero cidadão o que não se escreve, não se diz, e só se prática, e o que pelo contrário só se fala mas pelo contrário nunca se prática senão ao contrário, não vai viver muito tempo não fora das bolhas condominiais dos burgos dos herdeiros. Porque no mundo dos escravos. Todos sabem que a palavra assim como a política e o Estado são apenas um jogo, uma novela, um teatro de representações, e quando esquecem disto, morrem. Quando esquecem que a linguagem é das armadilhas de programação e domesticação a primeira: morrem, porque foram aculturados, ou que é a mesma coisa domesticados.

Não importa qual será a linguagem de programação, seja na gramatica ou matemática da vida: não são mais sujeito mas o objeto a ser dividido, e do produto desta divisão que é função do sujeito e não do objeto, serão predicados e subtraídas todos suas propriedades como coisa alienada e não mais sujeito do mundo. Não só sua pessoa mas sua função existencial será matematicamente reduzida e equacionada a razão social já na matriz da lógica da linguagem contabil e gramatical que o discrimina e segrega por aquele que (des)qualifica e o aparta na exata medida que quantifica tanto em suas particularidades predefinidas a sua revelia quanto classificações predeterminadas de acordo como suas preconcepções.

A ditadura dos padrões e das formas, das relações de poder, que uma vez dada unilateralmente autocraticamente por real e verdade, cria o reino de um sobre um outro, já de antemão reduzido as suas unidade de tempo, espaço, trabalho, velocidade e produção, utilidade, valor, troca emprego estudo, descarte e enfim eliminado para a higienização do ambiente do qual ele nunca foi dono, mas sempre fez parte como mero recurso, incluso alguns por vezes, tão invisível quanto um verme dentro do reino da semiótica e epistemologia do outro de onde emerge toda a fé ou ciência, mas ante a realidade sensível, todo o mundo conhecido, reconhecido, e por consequência o negado renegado, desconhecido e irreconhecido, nem para mantê-lo assim o dono do mundo precise matá-lo ou cegá-lo.

Parte II

Mas essa é a linguagem gramatical da lógica dessa episteme. E não a linguagem lógico matemática da programação dessa matriz cultural. E portanto não é também a lógica da desprogramação de uma ciência cosmopolitizadora nem muito menos de uma consciência cosmopolita.

Não, não é só o mundo que feito de servo e senhores. A linguagem também. Sujeitos e objetos. Em verdade se no passado, vinha a corrente e arcabouço de fato da ocupação e expropriação e exploração intensiva e só depois o adestramento cultural pesado da programação linguística da palavra. Hoje no mundo globalizado o processo é inverso. Primeiro, se lança a guerra de (des)informação, a clássica guerra de propaganda por corações e mentes para depois se apropriar não das propriedades dos outros, mas antes dos outros como massa de manobra, de dentro para fora dos seus domínios.

Não, não se deixe enganar. Não existe um só planeta nem um bem comum, mas diversos mundos, terras, propriedades, territórios, tribos e interesses, não só diversos ou difusos, concorrentes, e onde há interesses, há grana, e muita grana, correndo não só por dentro mas por fora, mas muita grana. Investindo pesado para comprar não só os corruptos de sempre. Ou manobrar as massas mais vulneráveis como sempre. Mas em momento de crise investindo ainda mais alto jogando ainda mais sujo, para não só bancar o sustento da omissão, apatia conformismo e comodismo nem tão vulneráveis, nem tão privilegiados assim, as classes médias e remediadas. Mas o pior, bancar a engano e enganação daqueles que de boa-vontade voluntária e verdadeira dispostos a se sacrificar solidariamente pelo bem comum, sem que esses sequer se deem conta, até ser tarde demais, de que também foram como os demais reduzidos a massa de manobra justamente por aqueles que pensavam estar a combater.

Assim como na física nada vem do nada, e na natureza que não existe geração espontânea, também não existe mídia espontânea, nem movimento social que surge sem base. Se você está vendo alguma coisa aparecer um movimento, uma projeção, um projeto, não se deixe ludibriar pelos espetáculo de ilusionismo ele não surgiu do nada, nem está ali por nada, assim como todas as distrações e enrolação que também fazem parte do show também não está ali por acaso, ou porque “deus quis”. De modo que se eles não estão completamente fora dessa idiocracia ou eles são farsantes a serviço dos idiocratas, ou só mais um massa de idiotas sendo manobrada pelos farsantes .

Porque se o patrimônio da humanidade não é definido democraticamente por todos cidadãos do mundo, mas tão somente pelos privilegiados, sentados sobre a pilhagem do patrimônio natural e humano dado em holocausto para formar sua riqueza e capital que irá sustentar seus herdeiros, o futuro da gene deles, não a de todos os demais, que vão continuar não só morrendo comendo as migalhas que caem da mesa, mas se matando por um pedaço de lixo que eles jogam fora, ou por trocados para carregá-los nas costas, como é possível falar de um só mundo, de um só planeta de um só humanidade.

Então repito a pergunta: o mundo de quem e para um Brasil para quem?

Não é só a politica que é feita por definição de um jogo de representações, encenações, falsa promessas, mas antes a própria linguagem. Todos os signos, gestos, todos atos, que buscam estabelecem uma comunhão, congregar forças, através da atribuição de significado a um ato, ação, relação, incluso a palavra uma função: rigorosamente tentar construir algo que ainda não existe. Ou seja uma uma fantasia, uma utopia, ou pura e simplesmente uma promessa ou mentira descarada. Um engodo, um golpe, uma cortina de fumaça, de distração de modo que enquanto a audiência se atém no que as bandeiras, ideias e ideologias, aos espantalhos, os canalhas movem ou continuam a estrategicamente a executar suas verdadeiras praticas, a tomar mais posições por trás da cortina, e quando mais espetacular, mais verossimel, mais disseminada, repetida, repercutida enfim, mais aterrorizante ou emocionante, mais realista mais esperança mais bem vendida será a mentira. Psicologia de massa aplicada como propaganda e marketing. George Orwell, Orson Welles explica em Cidadão Kane e Guerra dos Mundos, 1984, Animal Farm, mas para quê, olhar as velhas projeção? Se estamos vivendo e vivenciando esse filme agora mesmo, estamos dentro deles, em tempo real na sua versão futurista como atualidade orwelliana.

Não, não se engane, não é só o cosmopolitismo que por definição é desprogramação cultural a desculturalização das cadeias que reduzem os seres vivos a começar pelos próximo e semelhante a mero objeto de posse, uso, produção, reprodução, descarte e eliminação postérios, ou prévia como obstáculo a sua capitalização como recurso a satisfação não só dos desejos de outrem. Compulsões que não são só por posse e poder enquanto dinheiro, mas qualquer forma de imposição e manipulação que envolva a reificação ególatra do outro como fetiche hereditário e portanto eugenistas dos demais. O eugenismo que sempre envolvem a exploração eliminação lenta e velada sua vida e liberdade dos que esse ego que se julga o centro do universo, não identifica com o seu, mas que em tempos de crise sistêmicas institucionais e de recursos terminam em genocídios dos outras genes, os primos mais pobres e distantes, ou não eleitos e bastardos do gênese desse pátrio-poder patriarcal das tribos do causcaso e que se pensam arianas.

Dizia um outro que o patriotismo é a ultima trincheira dos canalhas, e ele está absolutamente certo. Porém, não se engane as crianças e seu futuro sempre foram, tanto a vanguarda, a infantaria, quanto o escudo humano, dos canalhas dos canalhas do outro projeto de poder, que é tão cosmopolita quanto o imperialismo e globalismo pode o ser, e o xenofobia é isolacionismo é independência ou emancipação. Ou seja a apropriação de um anseio, causa ou movimento popular libertário contra um estatamento transformada em populismo e projeto poder autoritário Estatal. Ou seja literalmente sua perversão. Porque se a primeira semeia a solidariedade e integração interna de povo para a emancipação contra um poder; a segunda semeia a discórdia e terror interna e externa unindo o povo em torno de salvador carismático em torno do poder constituído, aumentando as exigências e obrigações e repressão autoritária sobretudo contra todos sim, mas sobretudo contra os mais a margem, os excluídos e marginalizados, em ghetos, favelas, ou colônias: império, ditadura ou totalitarismo.

E vinde a mim as criancinhas porque elas não tem boca, não pra isso, vinde não entrega, porque não importa o credo, incluso aí políticos, porque o aparelho é estatal, e já não é dizimo, é imposto mesmo, é subsidio do monopólio da violência, agora legalizada, sempre é, que relação de poder não é violação e violência pura? Não busca o monopólio do território? Da cultura? dos usos, ritos e costumes? Não busca de banalizar, se normalizar para depois se licenciar, liberar, e enfim não só proibir a resistência, mas criminalizar e ameaçar e perseguir e aterrorizas e se preciso for matar as vitimas, testemunhas, denunciantes e até mesmo seus investigadores? qual poder não é corrupção e a hipocrisia não como possessão, encarnação, assombração e corporação maquinação artificial de uma tara ególatra desnaturada perversa, doentia, insana, totalitária e psicopática?

Veja agora o amor repetida da milenar igreja católica romana pela ecologia integral.

Que lindo. É tudo. Ecologia é amor a tudo. Tudo é patrimônio de toda a humanidade, salvo os capitais da pilhagem que constituem a riqueza do da Do Banco e Cidade-Estado do Vaticano, feito adivinha bancado ou queimando eles mesmo oquê em holocausto em nome da entidade e egrégora dos todos poderosos? Não, não foi só floresta, floresta era mato. Gente, pilhas e mais pilhas de gente. E não tinham o método processo da linha de produção nazistinha de ford não, então era com muita fé e esforço, a fio de espada, doença, cerco, intriga e fogueira mesmo. Com número de dar inveja e inspiração templária as mais altas ordens hierárquicas do nazismo e seu simbolismo.

Mas eles não pregam o racismo. E os políticos não pregam o roubo e a pilhagem a guerra, nem o crime homicídio e genocídio legalizado, nem em países alheios, nem contra determinados populações, ao menos não abertamente e não a maioria deles. Exatamente. Não pregam, praticam o oposto. A nós o vosso reino, o capital, a vocês o resto: a miséria. Acorda. Zé. Que lindo agora então tudo que já foi vivo e construído é patrimônio da humanidade é da humanidade. Então faz o que o Cristo prega, e pega a porra do patrimônio fruto de crimes contra a humanidade não só de estelionato, mas latrocínio, genocídio e holocausto e devolve para todos os filhos dos sobreviventes, os legítimos herdeiros. E para de hipocrisia. Por que das teologias das prosperidade a apostólica romana é ainda a primeira e mais rica do Planeta. Ensina como teu suposto mestre pelo exemplo. E não como o senhor da guerra e discórdia, pela enganação e tentação das promessas de riqueza, ou vida eterna, juventude nesse ou noutro mundo. Sacrifica-te a ti mesmo, e não entrega ou empurra em holocausto o outro para se perpetuar por mais mil anos as custas do alheio, e alienado.

Eis a logica da maquina corporativa do pátrio-poder e seus patriarcas e patrões paternalistas, padrastos, mas sempre patrimonialistas. A coisa aperta, a semiótica ou visão de mundo dos estatopatas. O bem comum o patrimônio de todos sempre o alheio, nunca o dele. Repare: eles estão sempre pregando a garantia de direito para todos desde que a transferência dos custos e sacrifícios sejam para os outros, e claro o produto da pilhagem seja como pilhas de cadáveres, seja capitalizado nos seus cofres e bancos, para eles e da sua gene. Ou mais precisamente os cadáveres e terras arrasadas, o lixo fica na cova rasa das periferias tóxicas do mundo, nos ghetos, favelas, nos campos de concentração do trabalho escravo onde continuam a arrancar sangue suor até a obsolência e substituição desse recurso humano velho e descartável, enquanto nos os jardins do éden, os paraísos fiscais nos burgos encercados e encastelados das suas cidades-estados e estados-nações, ou condomínios fechados das feitorias locais, onde os provincianos brutos e cretinos a lá bolsonarianos que se julgam brancos da casa, e não capitães do mato, cuidam dos interesses in loco dessa enorme senzala-mundi cheia de gueto de Varsovia pogrons, e holocaustos, marchas forçadas, genocídios, holodomors convenientemente ignorados porque o muros e trincheiras ainda não caíram, mas pelo contrário continuam onde a se levantar.

E esses santos pregadores ainda falam em ecologia integral. Em um mundo para todos. Tem mais cara de pau. E não é nem o Lula querendo ficar na prisão fazendo de vitima, num dava um braço roubando para poder viver numa cela igual dele. Ou o Bolsonaro falando em neocolonismo. Aliás Bolsonarando falando. FHC falando. Eles falando. Eis a questão. São aves de mau agouro. Todos seus atos gestos, falas só servem para uma coisa, saber que vem coisa ruim, por aí que estão tramando ou ventrilocando tramas piores ainda. De modo que a moda agora é pregar que nós temos que aguentar Bolsonaros, Witzel. Nós quem. Agatha? Ou greta? A burguesias de esquerda e direita, são encanação do que a se mais pusilânime do que pode existir, porque não são mostro, são o parasita pendurado no saco do mostro. Estão sempre a mandar o outro a aguentar o outro, porque nunca estão na linha de frente, mas basta uma cair uma mosquinha na sopa, sopa não que no petit gateu deles, que viram black blocs, até porque manifestação na paulista é de branco e a bala é se for verde-amarela nem de borrachada tem, já em Paraisopoles, é faca na caveira, Datena e vagabundo que tinha que estar trabalhando na vala. A que vai sentar abraçar e comer e fumar a arvore ou a que vai morrer nos campos e cidades plantando e colhendo e sendo ceifada e caçada e tratada como se fosse bicho? Qual todos mundo e planetas estamos falando? Porque eu já vi os dois?

Já palestrei na Suécia. Mas também já meu vizinho preto que pegava livros na janela da minha casa enforcado em arvore como se fosse o “strange fruit” apodrecendo “esperando” horas a fio o carro do necrotério enquanto a burguesia suburbana do ABC cambuci desfrutava da fruta em extinção, e já ia aproveitando para na volta abandonar seu cachorro velho naquele fim de mundo de Paranapiacaba. Pois então , qual ecologia e ecocídio estamos falando? Por qual causa agora esse povo deve protestar? Por qual sina eles devem aguentar? Pelos interesses de quem? Ditem senhores do mundo. Digam quais das suas dores essas massas que hão de sacrificar e morrer e suportar tudo que seus mimos demandam o que eles devem se compadecer agora?

O mundo vai acabar? E você descobriu. Quando? O apocalipse e holocausto da minha família foi ontem. Muito obrigado pelos pêsames. Lembre-se de Brechet. Não basta gritar que eles estão batendo agora a sua porta. Ha que abri-la também motherfucker. Porque o cumulo do cumulo, do cumulo da filhadaputagem é essa. O cara que sentado em pilhas de ouro, reclama que esta acabando a lenha do seu quintal, e que ele bate na sua porta e diz agora o esquema mudou, e seu quintal também é dele.

Mas e o seu quintal?

Não, o meu não, a tem arvore mas é minha. Porque eu sei cuidar você não. Então continua só meu.

E as arvores que você já cortou. Não estas eu já derrubei e vendi.

Então e o dinheiro que você ganhou, que se você quer arvore. eu preciso de dinheiro.

Não o dinheiro é meu.

Mas você pegou esse dinheiro você ganho cortando também minhas arvores? E com eu trabalhando de escravo para você Lembra?

Faz tempo. Esquece isso, aí. O negocio é o seguinte:

Agora estas arvores aí são de todo mundo. O dinheiro, estas aqui, continuam por só minhas. Entendeu? Tudo para bem comum de todos. Como sempre foi. E a gente continua divide o trabalho para tudo ganhar sempre mais. Você fica com a parte fácil: produz o trabalho fica e recolhe o lixo, eu fico com a dificil toda a responsabilidade decidir por tudo e todos, e claro o poder e riqueza para isso. Inclusive não se preocupe para provar com eu que fico com a parte dificil, quando você estiver descansando eu na verdade vou estar trabalhando, trabalhando para entreter você, para você não se preocupe com nada e deixe que eu decida tudo? Pacto fechado?

Mas se você acha que esse falso ecologismo do “estamos todos no mesmo barco”, enquanto trancados atrás de seus condomínios os campos de concentração de refugiados queima e barcos afundam, favelas são fuziladas; essa pregação de mundo que não abrem portas, não fabricar bombas e venenos e armas jogadas, não colocam a mão no bolso, tanto pelos regimes provincianos quanto imperialista todos inimigos em quem vai ficar com o butim da pilhagem mas aliados no neocoloniais e escravagistas e claro genocídio, etnocídio e ecocídios das massas tanto as marginalizados quanto as manipulados por eles.

Se você acha que este é o suprassumo do (falso) idiota útil ou idiocrata hipócrita, então calma, porque o verdadeiro neopapa, o verdadeiro menino prodígio da nova velha ordem mundial como era da desinformação enquanto contrarreação e repressão reacionária a era da consciência: Zuckerberg.

Mané papado. Cara de pau mesmo é essa aqui:

Isto sim é que é fé e confiança que a introjeção dos seus algorítimos de programação está produzindo perfeitos idiotas alienados completamente fixados na sua linguagem e não mais na própria intelecção. Ou seja completos analfabetos da capacidade de ler o mundo, senão através das suas bolhas da sua media e por consequência por intermédio do bolha que ele é.

Nem interessa que ele só disse isso, para gerar uma cortina de fumaça porque vazou áudios de mais sobre o medo dele quebra do que realmente lhe interessa: seu monopólio. A idiocracia está apostando alto. Atingiu seu nível máximo de desrespeito ou pressuposição de imbecilidade, ou completo controle e manipulação da idiotia da sociedade espetáculo via ilusionismo virtual. Ele fala como se fosse um mendigo, um Cristo que não tem onde reclinar a cabeça, e vive da piedade alheia e não um ladrão profissional e traficante profissional da maior riqueza e capital do futuro, dados e metadados, um invasor e evasor de privacidades que não só atua em zonas cinzentas da lei, mas descaradamente em conluie com o crime legalizado e mesmo quando a lei o persegue faz o calculo clássico dos mafiosos e seguradoras e psicopatas: o calculo de riscos dos custo e benefícios não só a serem ganhos mas a setem transferidos até mesmo para as vitimas. Qual é chance de eu ser pego, quanto vou ter pagar por isso, se é terei, como faço para jogar essa conta ou punição nas costas de alguém, quanto posso ou vou ganhar de qualquer forma com isso? Riscos de perdas e custos e punições devidamente calculados ou já devidamente transferidos e subsidiados pela sociedade através da máquina inventada para isso, o estado, toca a pilhagem. E quando ela estiver completa, chama o Estado e proíbe isso porque é roubo. Afinal, do contrário ladrão que roubasse ladrão assim golpista que derrubasse golpista sempre seria o novo rei, e não criminoso e golpista. E dá-lhe ladrão roubando ladrão, e golpe atrás de golpe. Estado não é isso, é a o monopólio de um só, ou a alternância de poder, mas entre o clubinho deles. Porque se for todo mundo, ai não é mais monopólio, nem roubo, nem golpe, mas democracia direta de verdade, e aí virá anarquia, porque onde já se viu pobre com direito de usufruto sobre o patrimônio da humanidade? com direito de usufruto sobre a natureza? Aí já não, né? Faça-me o favor.

Esquece os papas do ambientalismo, chama o STF para explicar que o bem comum para toda humanidade e Planeta também não é tão bem comum assim não. Afinal uns são bem mais comuns que outros, e não na razão da suas necessidades especiais, que gera mais do que a justiça como igualdade, mas a justiça como equidade, mas a injustiça como privilégio daqueles que ditam as leis e jurisdições incluso as ambientais, e aqueles que nãos senão, objetos desse jurisprudência como meros não como pessoas naturais, mas como recurso sequer humano, mas papel a ser descartado e queimado como lixo nos supremos tribunais supremos num tipo bastante velado de inquisição que quem vejam só também se julgou um deus todo poderoso a caminhar entre esses meros mortais, e que de fato morrem pelas mãos que tomando para si o poder de julgar e sentenciar providencialmente se omitem.

Pois, é. E quem ironiza é a advogada, e também o morto. Um irreverente que teve o desplante de morrer sem aguardar a decisão suprema. Deveria se desculpar por não ter resistido mais, e agradecer pela paciência deles, frente tamanha impertinencia e insistência. Ela e a família, e morto se pudesse falar. Agradecer e reverenciar e incluso em epitáfio: Morri, mas obrigado a suprema corte, porque sei se não fosse um fraco e tivesse cumprido minha obrigação de sobreviver tenho certeza que teriam feito algo por mim, porque os todos poderosos, os entes e entidades supremas sempre sabem o que fazem por todos, para todos, e com todos.

É… Podem até não ser infalíveis como o papado, mas não se engane. no que depender deles o mundo inteiro pode ir mesmo todo juntos e abraçados na falência antes que a máquina que sustenta seus privilégios vá a bancarrota. Porque como ensina a crise de 2008, somos todos iguais perante a lei, mas há aqueles que são grandes demais e não só para falir, mas para cair, ou sequer prestar as contas que deve.

Mas peixes grandes, por favor. Ou melhor peixes ainda maiores: Zuckerberg.

Quem não pensou brincando. Tá sobrando então manda pra mim. Pois eu não estou brincando. Já fiz esse desafio. E repito. E não sei porque nem em Fórum Social Mundial sou bem vindo mais a palestrar. Nem é preciso estar sobrando. E nem precisa mandar pro nosso projeto não. Pega o que está sobrando, e manda direto para quem mais precisa, mas sem pedir nada em troca, nem informação que vale bem mais que trocados, né não Zuck? Sei lá. Copia o projeto. Usa em outra coisa. Mas não entrega de bandeja para quem de centavo em centavo, vai construir um orçamento mostro não só para roubar mais, mas para pilhar mais, alguns na bala, outros com bombas. O que você pode ter certeza que eles não vão fazer é o que você transferiu como responsabilidade para eles. Fazer o seu capital chegar na mão de quem de fato precisa dele. Gente. Não, não vai.

5 mil anos de história das civilizações, O estado, igreja não dão eles tomam e tomam, quanto mais tomam mais crescem e quanto mais crescem mais tomam de tomam de mais gente cada vez mais. Até uma mosca é mais inteligente que isso, ela bate, uma duas três vezes, 10 vezes no vidro, e depois se toca que ali tem alguma coisa que mesmo não vendo não dá para passar. Quanto tempo geração após geração a humanidade precisa para se tocar que desse mato não sai coelho, pelo contrário o coelho que entra nunca mais volta senão feito salsicha?

Mané. Piketty. Estado não redistribui senão custos incluso das falências e crimes ambientais e contra humanidade e nunca para quem pode pagar mais, mas para quem pode pagar menos. É o monopólio da violência. Violência para quem não sabe é uma estrategia que só funciona se você não sabe, inclusive como principio de ameaça, terrorismo ou dissuasão se você utilizá-la contra quem tem defesas ou está bem defendido ou é invulnerável, mas quem é ou está indefeso, vulnerável, carente ou carestia. Alguém que é mais fraco, ou tem alguma fraqueza a ser explorada, alguém que tem sobre de alguma privação ou necessidade especifica ou especial, ou mesmo sendo mais forte, bem preparado, é desprevenido, é surpreendido numa posição em que não pode se defender, seja porque foi enganado, traído, pelas costas, ou simplesmente porque estava dormindo, brincando com seus filhos, ou justamente porque se nega a usar da violência como forma de viver ou mesmo defender.

Enfim é por excelência uma estrategia de supremacia e hegemonia da covardia e dos covardes. Porque os corajosos aqueles que enfrentam abertamente inimigos maiores, mais fortes, mais números esses morrem. Violência só é bem sucedida se for absolutamente covarde e psicopata, porque qualquer milésimo de compaixão piedade, é derrota perante um adversário capaz de cometer atos terroristas, crimes anda mais baixos covarde e psicopata que os deles. E a isto nos tempos de guerra chama-se estrategia, no estado de paz de estadismo. Quem pede solução final para essas cultura ou não sabe o que está pedindo ou sabe, de modo que ou é idiocrata ou sua boca que propagar essa servo-idiotia.

Como diz o proverbio do povo curdo “Nenhum amigo além das montanhas.” e que Trump acaba de provar novamente como correto:

Mais um crime de guerra que até as pedras do deserto sabiam:

Aliás não só as pedras:

E por falar em Iraque, riquezas petrominerais, e gente é queimada viva para que o “Planeta” usufrua do que é seu seu “bem comum”:

Zuck que de bobo não tem nada, manja desses riscado. E como manja. Faz de conta que o dinheiro dele não é da conta dele e só da conta dele, dentro desse modelo. Que não vai partir para cima feito um leão de quem tentar colocar a mão até no dinheiro que ele aferiu se locupletando, ou se não só como invasor e traficante de dados e propriedade privadas alheia, mas como um dos traficante e distribuidor de dados não só falsos criminosamente cúmplices por n crimes que envolvem a exploração em massa de neuroses e psicoses de pessoas tanto para fins políticos quanto econômicos, saber de uso e abuso corrente tanto no marketing e propaganda corporativa, governamental, religiosa politica, e industrial militar e econômica.

Brinca com a pobreza tanto cultural quanto material das pessoas. Daqui a pouco estará falando da importância da proteção da privacidade dos seus usuários das sua droga de Face. Não, já falou. Brinca com as esperanças das pessoas. Na expectativa e beneficio da dúvida que todo ser humano concede a outro, quando diz para si: “não, ninguém pode ser desse jeito, ninguém pensa nem se comporta assim”. Não só pode, como é o que se exige deles. Porque como prega os manuais chinfrim de auto-ajuda gerencial para o sucesso: crises não são problemas, são oportunidades. E os mais bem sucedidos não ficam a esperar que as oportunidades aparecem, eles as criam. O segredo do sucesso (deles, é claro): o bode na sala. Porque enquanto o gado se espreme e se mata para ganhar na loteria, no final da fila o abate corre solto. E não os últimos não serão os primeiros. Os últimos só serão os últimos mesmo a serem abatidos. Isso se não desistirem de se reproduzir como pandas ou forem castrados antes disso. Afinal com uma boca a menos é uma arvore a mais para todos. Todos que segundo Zuck não merecem a grana que tem. Mas que vão ficar com ela. Zuck agora é comunista.

Qualquer um pode ser é a coisa mais fácil do mundo, comunista cristão da boca pra fora, é a coisa mais fácil do mundo desde é claro não haja prisão e campo de concentração que mate gente que se declare como tal, digo também para as ultraricas.

Eu que não comunista, não vejo problema nenhum em ninguém ter bilhões ou trilhões, ou zilhões desde que as pessoas entregue essa riqueza para ele voluntariamente porque ele dá alguma coisa em troca para elas que tenha tamanho valor, ou sei lá, porque gostem dele, não importa, problema dele, e delas, desde que ganhe isso, sem roubo, enganação, ou do desespero de quem precisa vender o que tem de precioso a troco de migalhas porque já lhe arrancaram tudo que precisa sobreviver, o tal do bem comum, o meio ambiente e recursos vitais. Sem problema, difícil achar tanto otário, num mundo sem misérias e ignorantes, mas até aí milagres acontecem, como por exemplo, vai saber Zuck de fato, tomar vergonha na cara, e se realmente acha que não merece, doa motherfucker.

Então Zuck, roubado ou não, legalmente é seu, e você sabe disto, então para de falar e faz. Afinal que lei está te impedindo, quem você está esperando que ponha uma arma legal ou ilegal na sua cabeça para que você faça o que você diz que supostamente para dar a quem merece o que você confessa não possuir por mérito nem direito?

Você como um monte de gaiatos do Vale do Silício e MIT já andou surfando na onda das Basic Income Experiment, então faz o seguinte, monta um projeta, mas não um projetinho de merda, porque pobre de pobre para pobre, porque é tudo o que pobre tem para dar, então pega a porra do seu dinheiro merecido, perdão, sem nenhum mérito e dá alguma razão social de ser para ele e você, ou fim que é a mesma coisa. E quem me dera poder dizer para você enfiar esse dinheiro no rabo, e NÃO mandar um centavo para Quatinga Velho, porque se o projeto vai continuar sobrevivendo ou morrendo vai ser da mesma forma que foi até hoje, sem nenhuma ajuda e solidariedade falsa de gente como você de quem dá alguma coisa com a mão esquerda de dia, toma ao cair da noite, com a direita para enfiar um cabresto nas pessoas. Mas não posso, porque essa decisão não cabe a mim, nem a ninguém do ReCivitas. Mas como gostaria que eles pudessem mandar você enfiar esse dinheiro no rabo. Mas como sei que é mais fácil uma vaca sair voando que políticos sem cargo como você, saírem da demagogia e ideologia. Fica registrado. Até porque já por desenho do projeto nenhum centavo de doações vai para os custos operacionais por entre outras razões porque se fosse esperar e depender da boa vontade desses tipos o projeto nem teria nascido, e se tivesse nascido dependendo deles já teria sido morto e quem mais bobeássemos junto. E isso que está a principal coisa que o ativismo que se diz desobediente civil não entende ou se finge de desentendido que porra de desobediência civil é essa que quer comer da mão de governante, ou pior atrapalhar a vida da população que já vive na merda, para “conquistar” o que eles sabem que eles não vão dar se não receberem nada em troca. Quanto a esse assunto da desobediência civil o do pacifismo de asa quebrada abordarei com mais cuidado mais adiante, mas adianto: não, Thoreau não ficava só no lado Walden, mas foi não só um defensor ferrenho do abolicionismo em palavras, como participou da undergroud railroad, fuga de escravos. E Luther King, idem não ficou apenas na questão da integração, mas foi pouco antes de finalmente ser assassinado tocar na cerne da questão: o capital e a renda. Ficou num discurso só. Nixon tempos depois viria com o bolsa-familia dos EUA. O food stamp, pois é como diria Vargas, façamos a revolução antes que o povo o faça, e se eles começarem primeiro, mata salga a terra e coloca a nossa versão por cima, com cabresto. E assim as primaveras dos povos, vão morrendo primeiro nos infernos e depois invernos estatais.

Porque morrer tudo morre um dia, mas viver e morrer com dignidade não tem preço. Algo que não existe sem liberdade e solidariedade mutua, algo que as falsas promessas e discursos de demagogos não por acaso são sempre oportunamente providenciais em matar. Porque quem transfere não só esperanças de direitos, mas responsabilidades de empoderamentos não só perde liberdade, ganha tiranos, deixa que eles semeiem miséria, ignorância no terreno da sua insolidariedade para colher discórdia, divisões e enfim ditaduras e guerras. Enquanto eles se fingem de Lokis, se fingem de bobos, mas bobos podres incluso de ricos.

A proposito já fez sua reza brava, no Face hoje? Porque deus tem olhos em todos os lugares.

Ah, sai dessa vida, meu irmão. Arranca esse olho podre da ideologia e joga longe, e olha com olho da alma, os olhos da semiótica, o olho para o mundo do invisível, o mundo da guerra pela essência, pela episteme, pelas (in)formações das formas e aparências, a guerra pela forças de vontade, pela anima que dá movimento aos corpúsculos e partículas e dá movimento que constitui a não só os corpos e organismos mas seus espaços, tempos, lugares e realidades, atualidades e horizontes delimitados de senso, noção e percepção e sobretudo preconcepção do bem e do mal, falso e verdadeiro, real, e irreal, o eu o mundo e outro, a discriminação do eu a vontade do mundo, e o resto seu objeto de seu reino, porque seminalmente reificado, ou o que é a mesma já descriminado e queimado quando perde eu valor de uso e troca por esses ladrões de paraísos na terra, com vendas títulos de propriedade num reinos no céu, que não existe, nem nunca virá. No melhor estilo das piramides. Golpistas.

Esses canalhas de ambos os lados, falam das crianças do futuro. Mas as criança do futuro, se não forem nazifascistas, dos patriotas ou ambientalistas e vão perguntar, o que papai e vovô nazi não só enquanto as florestas queimam, mas enquanto milhares de crianças, mulheres, velhos, jovens, pobres, refugiados, apátridas, famintos, ciganos, negros, índios, eram queimados em todos os guetos, favelas, e campos de concentração, bombardeados nessa guerra tal de guerra mundial hibrida mal disfarçada, que já genocida, que se já não produziu mais carniceiro silenciosos e impunes e holocausto que as 2 guerras mundiais juntas, vai produzir em glória e idolatria do futuro dos estatopatas e claro os herdeiros do mundo. Que não não são seus filhos.

A menos é claro não no papo mas de fato você vá usufruir do patrimônio da humanidade sem precisar trabalhar, mas trabalhando para acumular mais e mais como riqueza sua, e não deles enquanto se sacrifica e morre não só vida, mas em tempo de vida, porque como bem descobriu o dono da Amazon, cada segundo da existência do tempo de vida, cada respiração e inspiração do outro, é o centavo que o necrófilo canibal capitaliza morbidamente em bilhões de recursos vivos sem anima reduzidos em patrimônio morto desnaturado: capital. Afinal quem se apropria do que ainda tem vivo e alma não é proprietário, mas ladrão e escravagista e isso, não se pode acusar alguém que tem a cabeça de um leão, ou um cocar não mais em circo, mas como troféu em um museu, ou na sua sala, assembléia geral ou palácio real.

A verdade do que diz nunca está na palavra mas nos atos de quem fala. Seja como previsão que se realiza prova da sua ciência. Seja como prática do realmente acredita no que prega. É por isso que liberdade nunca foi, é ou será poder senão como farsa. Liberdade não é proclamação ou reclamação por direitos, liberdade é responsabilidade, o oposto da relação que gera o poder: a transferência de direitos e responsabilidades que gera a desigualdade de autoridades poderes e privilégios de uma classe politica, os governantes sobre os demais a plebe. E o que o papel diz se não percebeu eles cagam na sua cara e ainda mandam você limpar a bunda com sua linda magna carta, e rindo, quando e como bem entendem, porque é papo furado. Você entregou não só seu direito você entregou sua liberdade, e ainda chora pedindo que mais papel higiênico. Sabe o que vai ganhar assim?

Liberdade não é direito que se pede, nem muito menos que se toma como poder, é responsabilidade que jamais em hipótese alguma se transfere, mas chama e assume de acordo com suas possibilidades capacidades e posses. Não é discurso que pede ou manda fazer, apenas faz e quando pede os outros fazer, nunca pede mais sacrifícios que já experimentou na própria carne como possível, não é hipócrita a pregar que os outros façam o que ele nunca fez, mas o que ele já provou nele, e não em cobaias que é possível fazer não por coerção ou constrição ou doutrinada, mas por livre e espontânea vontade de forma ciente e consciente. Não é pregador ou guru, na retaguarda, mandando os outros para o sacrifício para depois capitalizar em cima da pilhagem das suas obras e cadáveres. É vanguarda revolucionária fazendo trabalho de base, com seu corpo, tempo e esforço.

Não fala de maçãs envenenadas ou do conhecimento que leu em jornais, ou livros, mas que dividiu da mão de quem senão aquilo para comer. Uma irmandade que não se faz em armas e bandeiras, mas de solidariedade em privações e exclusões, irmão de batalha não pela morte do outro, mas pela única causa que vale a pena a vida, nem que seja a do outro, porque não é devorando a carne do alheio, mas dividindo o pão que se faz o milagre de uma congregação. Mas se nada do que eu estou dizendo faz já o menor sentido corre pega o resto de vida que lhe resta, e vai buscar desesperadamente um trabalho solidário, tira do teu prato, tira da porra do bolso abre a caralha da tua mão, e se não tiver um centavo, dá o que é mais importante tempo e atenção, dá mas sem pedir nada em troca para ninguém, especialmente para você. Dá para quem está pedindo, implorando, dá para quem está morrendo, porque não se engane, mané, em verdade quem está morrendo ou já morreu e nem sabe não é ele, mas você. E vai dar bom-dia ao próximo salvador da pátria ou do mundo. Vai transferir sua responsabilidades e liberdades e comemorar as próximas mortes e se conformar com pingo de redução de miséria com se fosse um gol do seu time. Vai se fuder de verde-amarelo, ou vermelho. Tanto faz. O tumulo e epitáfio e hiena a comer e velar e capitalizar seu cadáver e sua alma. Fica pra próxima. Se houver uma.

Ah, esses adoráveis materialistas transcendentalistas e o espirito da sua coisa ideológico dos seu cemitério maldito…

Então respondendo a pergunta qual é a solução do mundo e do Brasil? A que o Amazon, Facebook, corporações, Estados, Igrejas que cada um desses canalhas encheram o rabo até não caber mais dinheiro para fazer o que bem quisessem incluso pilhar cada vez mais e impunemente. Não deixaram passar nenhum centavo de receita, pegaram cada centavo, não desperdiçam nenhum centavo, e de 1,99, de cada 0,01 que tomam de cada pessoa vão compondo o orçamento gigante das suas ambições sem fim. De cada centavo não redistribuído, mas acumulado da miséria de quem morre morre e mata nos guetos construíram não só seus impérios, mas seus exércitos de fás e fanáticos uns desesperados outros completamente brutalizados ou imbecilizados e fidelizados e amestrados mesmo depois de saciados. De cada centavo roubado e não só do bem comum mas do trabalho e riqueza esta conquista de forma merecida e entregue para ser redistribuída para que ninguém morresse e matasse ou se matasse, eles construíram seus impérios de servidão e morte que por sinal não matam só vidas, mas o trabalho e a riqueza que não é subsidiada vejam só pelo tal do monopólio covarde da violência. Pegue a porra do dinheiro que te roubam e usam para matar gente e invista diretamente em gente sem cobrar nada, sem discriminar gente. Gente não é o problema, gente é a solução. Eles não são a solução. Você é a solução. Não importa o quanto de tempo o dinheiro você pode dar. Porque cada segundo da sua vida, cada centavo que eles arrancam de você, e que não permitem que cheguem até o outro, é a raiz do seu problema, e a eterna pedra fundamental do ciclo vicioso das privações e violência que sustenta toda sua posse e poder não só contra a natureza da vida, mas contra a verdadeira riqueza e emancipação e desenvolvimento dos povos e nações: Liberdade para todos.

Boa nova, velha para caralho, difícil mesmo é por prática. Ou nem tanto. Basta fazer o mesmo milagre que fazemos todos os acordar de manhã, levantar e andar, ainda que ontem tenham quebrado suas pernas, de novo. Nunca viu? Então olhe de novo para o povo brasileiro e você aprender o que é arte marcial, aliás marcial não seminal da superação, que ao contrário da mera conformação, ou adaptar as condições inacessíveis ou impossíveis de sobrevivência é a arte da superação, a arte da inconformidade, a arte do sobreviver sem ter como nem com o quê. A arte do sobreviver sem nascer dono nem herdeiro de nenhum patrimônio nacional que dirá da humanidade, a arte de sobreviver sendo a presa e não o predador por ajuda mútua, que quando desaparece, para um povo que não tem fundo de capitais, mas só salvadores da pátria é a garantia certa daquele tal dos vendedores de terrenos no céu e inferno do holocausto urbano e florestal na terra, a morte certa. Que o digam os povos indígenas já extintos se mortos falassem.

Solução: cada centavo que não cai na mão da industria da miséria, guerra, discórdia e tirania e escravidão, mas volta para a mão da população, não acaba só com a pobreza, mas gera livre mercado e riqueza não só sem subsidio da violência, mas sem subsidiar a violência. redistribuição de riquezas genuína de gente para gente sem contrapartidas, e não roubo e encabrestamento.

Renda básica popular e libertária e cosmopolita e democrática, e não populista e estatal e tecnocrática e discriminadora, incluso de povos e nações. Mais do que um programa ou doutrina, uma ética, que não fica esperado ou pagado para ver o que o outro vai fazer fazer ou não macaquear. Faz o que acha que tem que fazer não só porque pode impor, mas porque o outro pede.

Não há segredo. Assim como cada centavo e tempo que os intermediadores roubam das redes e tecidos sociais compõe sua tirania, cada centavo e tempo doado que a rede consegue fazer chegar na mão de cada pessoa natural sem que antes eles as matem brutalizem, ou imbecilizem é uma vitória da de toda sociedade. Toda vez que uma uma se evita que uma pessoa seja amputada desse ligações e relações empático solidariedade em percepção e ato não é só ela, que é salva. Mas no mínimo 3. ela que recebe. aquele que se doa. E um pouco toda o organismo vida da sociedade. Porque assim como é fundamental a essa solidariedade em ato para sobrevivência do próprio organismo social a o sucesso da disseminação da discórdia para divisão, da carestia para exploração e da violência para a repressão são fundamentais para a manutenção de todos os monopólios e subsídios e proteções exclusivas dados por eles em privilégio de uns, os amigos do rei, e contra a marginalização outros, o povo, que tanto mais povo e menos sociedade quanto mais a margem e mais a periferia deste centro de poder, não raro já concentrado em guetos- adivinha a espera de qual paraíso ou terra prometida.

Falar em ecologia e ambientalismo em lugares ou de bilhões imerecidos, não é mais perverso nem nazi do que ser um Trump ou Bolsonaro, mas certamente é mais hipócrita. E mais perverso e hipócrita que isso só mesmo fazer esses duetos do capeta em campos de refugiados, ou na Síria, ou aqui mesmo nas nossa periferias e guetos urbanos e campos.

Ou então abre as portas para quem não as deles, coloca o fardo do mundo nas costas, de quem tem junto tem bilhões para até sonhar em se mandar até para a Lua ou Marte, enquanto tem quilotons não para queimar mas explodir o mundo mil vezes. Vai faz esse escambo de apocalipse por paraíso com os gênios das raças. Aposte outra vez neles. Quem sabe se tivermos mais 5000 mil anos de chances, vamos descobrir, que melhor que apostar contra você, é apostar em você para você fazer o que só uma pessoa pode fazer pela outra, e não uma máquina, incluso a Estatal: nos ajudar uns aos outros. Mais simples e básico que e portanto imprescindível, impossível. Mas na prática porque porque se só vontade mudasse alguma coisa a alma não ganhava movimento nem corpo, ficava lá como potencia e não como realidade, nova, porque a velha é essa que está incluso como lixo reacionário reciclado e não verdadeiramente revolucionário que não é nem prega nem violência, nem não violência, Prega é a verdadeira restituição do usufruto bem comum aquela que elimina esse circulo vicioso dos projetos de poder autoritários, e cria os verdadeiros estados de paz, os libertários. Xenofóbicos? Não emancipados. Globalistas. Não Cosmopolitas.

Uma promessa? Não um desabafo, porque minha promessa fiz a mais de 20 anos atrás quieto, e tenho conseguido cumpri-la a pelo menos 10 anos e pretendo fazer até não poder mais. Minha promessa de amor a vida e Liberdade, que são em essência ou no espirito da coisa, los teso.

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X-Textos: Não recomendado para menores de idade e adultos com baixa tolerância a contrariedade, críticas e decepções de expectativas. Contém spoilers da vida.

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