Prefeito corrupto é acusado de homicídio, e o estadista cuja corrupção mata é réu do quê?

Quando o roubo de recursos públicos se configura em crimes de genocídio praticado pelos governantes

O Prefeito “vai responder pelos crimes de peculato, que é o desvio de patrimônio público para uso particular, e homicídio qualificado, por motivo fútil, e com dolo eventual, quando se assume o risco de produzir o resultado morte.”

Se o mesmo peso e medida fosse aplicado no topo desta pirâmide ia Brasilia inteira parar no Tribunal de Haia. E se lá tivesse delação premiada o que ia ter de governante e capital gringo delatado… Mas isso não é utopia, isso já é ficção científica.

“O desastre da infraestrutura no Brasil é fruto de um ambiente completamente controlado por cartéis e corrupção, o que gera um impacto enorme no desenvolvimento econômico e, por conseguinte, na distribuição das riquezas, por meio dos serviços públicos”, ressalta o especialista.(…)

A ONG também vê uma ligação entre os altos níveis de corrupção no poder público e a violação de direitos humanos, e cita com exemplo os recentes massacres em prisões do país.

“O caso dos massacres em presídios, que ocorreram no início do ano, é um exemplo chocante de como a corrupção viola os direitos humanos. Uma tragédia como essa só pode ocorrer através da corrupção em vários níveis, a começar pelo descontrole total em relação à entrada de armas dentro de penitenciárias até o envolvimento de governantes com o crime organizado”, ressaltou Brandão.

O que mata mais? a poluição ou a sociedade da imbecilização?

O Estado omisso e criminoso leniente com a escravidão e holocausto lento e doloroso da sua própria população? Ou as corporações que traficam alienação escravidão e morte nas duas pontas do seu “negócio”?

Resposta correta: Todas as alternativas anteriores. Juntas e reiteradas.

Porque uma retroalimenta a outra sustentando um mesmo sistema que vende o problema e a sua falta de solução. Mercado e o governos são polos de um mesmo poder, não passam de faces de uma mesma moeda: o poder político-econômico. Uma moeda que tem o brilho invisível e silencioso… da morte.

A ignorância mata. A difusão da desinformação mata mais ainda. Mas a sociedade da imbecilização da espetaculização da ignorância é ainda mais assassina. É a face mais tóxica do holocausto estatal é a corporativa, a pseudo privada, a corporativa, porque como assim como a radiação e ao contrário das guerras ela mata silenciosamente.

A juíza só se engana num ponto, O Estado não está sendo corrompido ou roubado pela classes políticas e econômicas dominantes. Ele é o aparelho de roubo e corrupção dessas classes. Não é a vítima é a arma que eles apontam contra a sociedade para extrair a força, propriedades, rendas e trabalho forçado. É o dispositivo pelo qual o roubo e ameaça se institucionaliza e deixando de naturalmente ser um crime para se tornar uma obrigação legal da população sua vítima. O Estado é o aparelho institucional pelo qual se processa continuamente não só as anistia e legalização dos crimes das classes detentoras dos privilégios do poder, mas da criminalização e marginalização e escravização das privadas dos direitos mais fundamentais até enfim o extermínio dela e seus descentes. O Estado Autoritário é o aparelho militar e administrativo de um campo de concentração e trabalhos forçados que executa um holocausto lenta da população nativa e escravizada alienada enquanto vai exaurindo todos recursos naturais usando a mesma como mão-de-obra barata e movida pela necessidade de se vender em troca do mínimo para ir sobrevivendo até não ter mais forças.

Esse é o holocausto do capital promovido tanto em regimes liberais, socialistas ou mistos. Promovido em qualquer regime onde a soberania e posse do território não pertença de fato a nação como sociedade, mas ao Estado e seus donos privados e públicos.

Estados assim constituídos são crimes contra povos que se perpetuam e renovam, a cada nova geração nascida no cativeiro da privação do bem comum e natural. Crimes que não desaparecem mas se repete contra cada descentes dos expropriados que já nascem compelidos e vulneráveis a violências e aos trabalhos forçados. E repito, o costume e a desistência dos que nascem em cativeiro, ou que caminham em silêncio para o abate não faz das justificativas nazi-eugenistas a concordância deles com seu destino, mas do processo de alienação genocida um verdadeiro holocausto.

Os supostos direitos de posse exclusiva que aqueles que tomam primeiro o mundo contra os que chegam depois ou perderam faz tempo, não apenas fortalece direitos patriarcais baseados em primogenitura, a ditaduras do velho contra o novo, mas a escravidão e extermínio marginal racista e velado de negros por brancos que um dia, antes de babel, foram seus irmãos.

São crimes contra a humanidade que nos conduzem involutivamente não só a extinção da espécie humana por desinteligência autodestrutiva, mas já antes por desintegração e desumanização dos povos seletivamente e artificialmente extintos, juntos como qualquer chance de constituição de uma humanidade desculturada e cosmopolitizada.(…)

A expropriação original da propriedade não é a origem dos estados de desigualdade social e exploração do trabalho forçado por privação do capital, é o reiterado como direito hereditário verdadeiro processo de extermínio progressivo e lento dos destituído da posse original atrelada a gene.

Assim os povos marginalizados e expropriados desaparecem não apenas pelo apagamento da sua identidade original, etnocídio. Desaparecem como todo forma vida levado a extinção: pela destruição da sua forma de vida, subtração de habitats e impedimento a força do acesso aos recursos naturais necessário a vida. Rigorosamente a extinção de toda uma gene, genocídio.

Como se não bastasse, esse crime contra a humanidade e a natureza tem agravantes: é processado de forma sistematizada tanto legal quanto socialmente; de tal modo que não só a reação da vítima é criminalizada mas até mesmo qualquer tentativa de fuga! Tentar escapar deste território nacional convertido em campo de concentração e exploração de trabalhos forçados sem a devida autorização dos supremacistas não é só ilegal, mas quase impossível àquele que mal tem como sobreviver sem vender seu trabalho em troca da subsistência roubada.

A desigualdade de poder enquanto privilégio das autoridades constitui os direitos adquirido dos monopolizadores da violência contra os direitos naturais dos expropriados tanto do direito da legitima de defesa quanto da participação do bem comum. Liberdades e igualdades fundamentais são assim não só suprimidas mas invertidas como obrigação de renuncia e submissão legais e desiguais a violência e violação elevadas ao status de direitos adquiridos dos supremacistas. E viver em paz é pervertido no morrer calado.

Uma vez esquecida e encoberta a violência do crime original pelo próprio passar das gerações e assunção do roubo como propriedade pacifica pela própria falta de resistência daqueles que ignoram por desenraizamento das identidades e origens. Qualquer tentativa de correção deste injustiça mesmo que pacifica é tomada por violência! enquanto o crime se perpetua legalizado.

E isto se chama o holocausto do capital. Porque não só as pessoas estão perversa e legalmente presas aos campos de concentração e exploração do trabalho, mas porque o supremacista eugenista toma a desistência da classe ou gene conformada a morte e escravidão pela banalização da violência contra ela, ou até mesmo a ignorância do seus direitos naturais por força do cativeiro desde o nascimento como se fosse o consentimento tácito aos seus roubos, estupros e execuções.

Tomam as memórias apagadas e a catatonia dos povos estuprados e levados sem resistência ao abate da vida cotidiana como se Como se aceitassem a redução da sua vida a pena de trabalhos forçados como se fosse a confissão espontânea da sua suposta inferioridade, e morte. Como se fosse o consentimento tácito da vitima com o seu próprio extermínio e não uma confissão inquisitorial obtida por tortura!

Não é uma falha do sistema que Estados e religiões dirigidas ao poder total quando o atingem o que querem viram inquisições e promovem abertamente o holocausto que os estados menos totalitários fingem remediar. A fé estatal e religiosa no poder total é um instrumento não apenas de roubo mas de escravidão e genocídio do supremacismo eugenista. E pobre do povo que adora seus conquistadores reis e deuses feito a imagem e semelhança, morre higienicamente lambendo a mão dos seus mestre pio e ciente.

Não é a propriedade econômica em si que provoca a desigualdade e consequentemente o extermínio dos povos marginalizados, mas sim a possessão das relação e concepções. É o domínio cultural que sustenta tanto o poder político quanto os valores econômicos. Claro que ele é subsidiada pela violência legalizada como monopólio geopolítico e econômico, mas esse subsidio funciona como controle de rebelados, e não contra a mudança do paradigma de consciência.

A força do corpo artificial, é também sua fraqueza. Derrube as lideranças e outros ídolos serão postos no seu lugar. Derrube os sinais e as colônias de formigas abandonam os reinos e a rainhas. Mate o mito. E o reino cai. O mito não é o rei. É o signo real como realidade anti-natural.

“Não senhores. A pobreza assim como a guerra não é um desastres naturais, nem humanitário. É um crime contra a humanidade. E se a politica é só a guerra feita com outras armas, a pobreza é definitivamente o mesmo crime que só não precisa de exércitos nem de armas.”

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X-Textos: Não recomendado para menores de idade e adultos com baixa tolerância a contrariedade, críticas e decepções de expectativas. Contém spoilers da vida.

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