Por uma Nova Constituição Democrática Direta (Parte 2)

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Herança Natural

Estou errado? Nosso país não foi da crise econômica à politica, e agora caminha da disruptura institucional para a constitucional?

É tudo um exagero? Ótimo. Então não precisamos mover um dedo. Merecemos a classe politica que temos e podemos nos acomodar no sofá e continuar assistindo futebol e novela. Esperemos as olimpíadas e as próximas eleições para escolher tudo que há de bom e melhor que a politica partidária eleitoral tem a oferecer. Ok.

Mas e se eu estiver certo? E se tudo o que estamos vivendo não for só uma crise de credibilidade e econômica? E sim o esgotamento de um sistema apodrecido e corrupto da democracia representativa eleitoral? E se o problema não for só os políticos, mas sim nossa falta de coragem de encarar a verdade a assumirmos nossas responsabilidades cidadãs e controles sociais? E se não forem eles os prepotentes querendo mandar, mas nós os covardes e submissos sempre prontos a obedecer?

E se o obvio que você tanta desconfia de repente ao contrário do que dizem as autoridades e a mídia for mesmo o verdadeiro? E se o problema não for de liderança nem governança? Mas de preguiça e subverniência politica?

E se só trocar esse políticos que estão ai não adiantar nada? E se precisarmos não só destas reforminhas partidárias e eleitorais de meia boca? E se o que precisarmos mesmo for uma verdadeira e profunda reforma de nossa constituição? E se o que nós precisamos mesmo é de justiça independência e democracia? E a hora de acertar as nossas contas com o passado chegou junto com as necessidades do futuro?

Bem então precisamos corrigir o mais rapidamente as nossas falhas históricas e adequar o Brasil para os desafios do futuro. Precisamos corrigir nossas dividas históricas e com urgência abrir espaço para que as novas gerações tome seu lugar na vida publica e econômica. Mas não só isso: precisamos de um novo processo constituinte e uma nova constituição capaz de dar conta desta profunda reforma.

O retrocesso econômico, político e social que se consuma neste exato momento no pais está claro e tem sido tratado com tanto pragmatismo que beira novamente a banalização do absurdo. E se esta velha geração no poder vai apostar de novo que o povo vão aceitar qualquer mentira propagandeada eu vou apostar de novo no contrário. Não, não apenas aposto, como me manifesto abertamente contra.

Liberdades conquistadas como direitos não podem ser tomadas, isto é um crime contra os povos, os direitos humanos e a humanidade. E se para toda causa há uma consequência, para as consequências que enfrentaremos agora também haverá as suas causas. E não devemos nos esquecer de quando e quem nos jogou nisto, nem do quanto estamos fomos coniventes e omissos com tudo isso.

Mas não quero ser só otimista. Espero que brasileiro não aceite calado voltar para senzala. Quero ser mais otimista ainda: espero que ninguém fique parado pagando para ver se isso vai acontecer ou não. Porque quer o povo abaixe a cabeça quer ele se levante e lute por seus direitos a desgraça já estará feita.

Os direitos fundamentais nunca foram de fato garantidos no Brasil, mas nunca tanto como agora precisamos que eles o fossem e nunca tanto com agora pelo contrario eles estão sendo precarizados paras se manter privilégios governamentais arcaicos e até mesmo criminosos.

Com certeza, devemos pensar imediatamente num novo pacto social para reconstituir nosso país. Mas esse pacto social não deve ser indireto, feito pela canalha política e pelega que trafica nossos direitos soberanos com o instrumento de negocio e chantagem politica e econômica em favor dos seus interesses outros. Precisamos urgente de um novo pacto social, mas no qual o protagonista não pode ser outro senão você, não como politico eleito, mas direita como cidadão reclamante e proponente.

Sim, um novo contrato social, e não esses “pactos com demônios” feitos pelos idolatras da besta hobbesiana estatal. Um contrato social verdadeiro, sem atravessadores e intermediários. Uma verdadeira constituição que não seja imposta ao povo por congressos ou executivos vendidos, mas proposto e referendado pela população. As novas gerações não aceitarão menos que isso. Não é só os políticos que fedem, são suas casas e corpos nos armários. Os conformados talvez aceitem, mas as novas gerações não vão aceitar mais estas leis feitas a sua revelia falsificada por falsas representações ou burocratizações obsoletas e desnecessárias do exercício da cidadania.

Não é para a guerra de classes dos petistas e lulista que caminhamos, mas se persistirmos nestas velhas mentiras da politica autoritária tanto a esquerda quanto a direita, iremos cair sim numa guerra de gerações, onde os novos destituídos de futuro e direitos de propriedade e trabalho livre terão que lutar por sua herança natural contra essa apropriadores patrimonialistas e patriarcalistas. Essa gente que se acha dono do de tudo e todos mesmo contra seus direitos a vida e liberdade apenas por que chegou primeiro e corporativamente e literalmente não dá tempo e espaço livre para mais ninguém.

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