Os paradoxos da Ciência e irradiação da Comunicação e transmissão da Informação em Tempo de Guerra e Paz .

Grafos, Criptografias durante os tempos de Guerras e Paz (em revisão)

Segue excelente matéria que vale a pena ler na íntegra:

Leu? Ok.

Agora vamos ao problema da guerra de desinformação.

Primeiro vamos as dificuldades inerentes ao processo da comunicação nessa guerra.

Durante uma guerra, o ideal é você mandar a mensagem que você quer evitando que essa caia nas mãos tanto dos seus inimigos. Ou até mesmo em outros canais que possam gerar perda de tempo ou pânico. Em verdade, em tempos de paz, idem. Porque você pode estar em paz, mas os outros em guerra com você e você nem sabe. Logo, a informação existe um paradoxo da informação.

Quem são exatamente os aliados, os informadores? Não sei. Se soubesse ou tivesse o acesso tentaria o contado reto e direito. Quem são inimigos e desinformadores? Idem. Há duas soluções clássicas nesse processo, as pro-ativas para evitar uma irradiação ou radio-atividade tóxica, da emissão de dados arbitrários seja porque a mensagem ou código foi para a endereço errado. Seja porque a mensagem está errada. O que é em termos de efeito ou resultados tóxicos ou teratológicos tanto genético, ontogenéticos, organizacionais, comunicativos, metainformacionais e informacionais produzem o mesmo resultado físico-matemático. Qual? Caos. Ou rigorosamente falando o aumento da entropia, isto a transformação da potência geradora em força motriz ou da matéria em energia e trabalho como movimento em padrões macro ou micro desordenados ou desorganizados dentro de um sistema organizacional ou orgânico que em geral explodem ou implodem seus laços, ligações, as conexões dessas redes moleculares, campo eletromagnéticas ou sociais.

Tudo não é só apenas uma questão de visão, mas sobretudo de silêncio. Não é a toa que sejam em laboratórios, monastérios, ou nos templos de salomão ou mesmo nas câmaras das pirâmides a maior riqueza é o vazio, a escuridão e o absoluto silêncio. O nada. Não há nada, bem nada do ponto de vista dos acumuladores de ilusões ou aparências diriam os idealistas ou transcendentalistas. Traduzindo isso para uma linguagem mais científica o que há de fato ali? Atividade em estado pura e original. Leituras de códigos e livros da vida e da morte.

Geneticistas especialmente os que trabalham com a clivagem de células tronco( CRISPR/Cas-9) , as mais avançadas técnicas de clivagem de programadores de inteligencias artificial, neurais, especialmente agora as não booleanas (ou quânticas), matemáticos que trabalham com simulações computacionais estocásticas e físicos que entenderam que com determinado som é capaz de produz levitação. E está para o magnetismo em movimento como estão para o motores ou forças motrizes elétricas. Mas isso não é só o começo. Porque as quantidades de potencia e força equacionadas as razões e funções produzem energia de fusão e propulsão. Mas os padrões, as chaves e assinaturas dessas frequências que parecem meramente arbitrárias não são hieroglifos, são hierógrafos, blueprints, chaves e fechaduras genéticas das lógicas, ou mais precisamente cosmológicas.

Não são os eletromagnéticos. É atividade. Tudo é atividade. O nada é uma ilusão de ótica ou mais precisamente psico-física. Tudo é e irradia relações de coexistência. Tudo é campo radioativo ou de radioatividades que podem resultar em padrões tóxicos, desordenados, ou ter modicamente desorganizados ou ser ordenados, pulsando sistematicamente e reiteradamente a razão onde as cadeias se combinam de forma, informa, e metaforma teleontologicamente harmoniosa e consensual, a matéria sensível se manifesta seminalmente como episteme a espectrometria aos aparelho sensorial-percepção relativo do observador dos fenômenos como sinal e não mais silencio ou ruido. Significado ou sentido da Vida.

Radio-atividade tem assinatura tanto dentro do campo quanto fora da biografia da bionave. Nas suas camadas que compõe a camadas organismo ou bioma vivo. Tanto as geológicas da sua historicidade arqueológica, quanto as estratosféricas. São processadores e filtros cosmo-lógicos de informação e metainformação interna e externa. Essas camadas tão delicadas elegantes e silenciosas tem códigos ontogenético e bancos de dados e os registros da vida, por seleção natural, como tudo que existe evolui orgânico ou não, se organizou do simples ao complexo, através de nexos, para filtrar a meta informação e formações micro e nanopartículares tóxicas naturais ou sintéticas, sejam do espectro dos raios cósmicos vindo do Sol, ou outros astros, que já colapsaram e morreram. Seja de dentro do próprio ecossistema radio-irradiando absorvendo e externalizando o que se produz dentro desse corpo celeste. Camadas de processamento não de dados, mas de campos de metaformação: raios não só de luz, mas de todo espectro da radioatividade cósmica, incluso a da emitida e recebida a razões não devidamente ou suficientemente organizadas como padrão algorítimo em níveis inframoleculares, nucleares e nanoparticulares,e o mais importante como radioatividade capaz de alterar instantaneamente, ou deformar os campos espaço-temporal, telemetamatéria da telemetatransporte da metainformação.

Um processo de trocas termodinâmicas que ocorre constante e silenciosamente e instantaneamente na ontologia do Cosmo produzindo novas formas de vida cada vez mais complexas organizadas, sempre literal ou rigorosamente a partir de uma forma ou de outra, viva ou morta, extinta ou ainda atualizada. Da metainformação dissipada caoticamente das formas da matéria decomposta, ou ainda das formas de matéria orgânica que replica-se a uma razão capaz não só de se adaptar aos que está no dado (informação, passado) mas ao que se diversificar a razão ou velocidade de transformações do futuro que engendra como nova versão atualizada e organizada como inteligencia ainda mais co-nexada e complexa, mas ligada empática, ciente e consciência da sua organicidade e ordem orgânica. A Ciência das Consciências da Potência da Criativa da Natureza da Liber da Vida.

Quando pensamos na Terra e na própria condição humana, incluso a cientifica, como um organismo coletivo inteligente não porque movido pela formação ou informação de causas desprovidas de lógica. Causas arbitrárias que renegam o princípio fundamental não só da ciência, mas da fé e filosofia e natureza: nada aparece do nada, nem desaparece do nada. Nem se move sem uma razão. O juízo por oposição a loucura que funda a fé que há uma razão existencial e suas investigação nesses mistérios do Vazio e da Morte e da Inexistência e Insanidade. O randomismo, o niilismo, o desistir da busca não é apenas o desistir da luz da ciência e lucidez, é desistir da fé na Vida e Liberdade. É a abraçar a nulidade. E não se preocupe porque como disse para os meus filhos, ninguém fica para trás, nem o mais louco, o mais perverso. Ninguém, o que se desmonta o que desformata o que se perde se decompõe é só o que foi desperdiçado do tempo com ilusão, falsidade e incorreção. E nada do que se materializa, jamais se tornaria real comprovadamente sensível e concreto, se não tivesse ao menso em principio ordem suficiente para realizar esse milagre termodinâmico, para sair do estado dos vácuo da incerteza.

Nisto sou um otimista para falar em metáforas das cristologias que afinal é o mar da minha bionave cultural o paraíso, pode ter pessoas velhas, mas nenhum idoso de nenhuma bom ou mal encontrará nele uma porta fechada. Não existe portas fechadas nem ouvidos surdos ou olhos cegos nessa dimensão das arquiteturas físicos-matemáticos onde todas as possibilidades e probabilidades são comprovadas e perfeitas. Nesses céus epistemológicos todos os olhos são seminais. E todos senão são adultos ou velhos o são as crianças que sempre o foram ou deveriam ter sido para serem os adultos e os eternos jovens-velhos sábios independe da idade ou tempo de vida capazes de preservar e transformar essa potencia em força de vontade pura.

Em mitologia medieval chamam essas entidades de anjos, mas são apenas inteligência em estado puro da metamaterialidade: metainformação irradiando com a lucidez que se só de ouve no som do silencio, porque no principio assim como no fim, a cura é sempre o som do silêncio, porque ciência é sabedoria não só do médico que vive para lutar até nos infernos, como no inferno mas a ciência da paciência, um estado primordial de Consciência que não quebra e esconde códigos, recebe e emite e escreve e revela. A lógica seminal que não aparta, mas liberta a episteme. Uma equação existencial que é sempre uma matriz relacional entre sujeitos e potencias autodeterminadas e não objetos não identificadas com forças movidos por pressupostamente e prepotentemente predeterminadas e por isso mesmo sempre ignoradas como ignorantes.

As cadeias organizacionais de comunicações e comunhão seja na paz ou na guerra funcionam portando segundo o mesmo princípio: o gregário e da atração voluntária. Sim sempre voluntário. Porque se você precisar mobilizar uma unidade, átomo, partícula, elemento, para manter a relação seja como intermediário (mensageiro) ou cadeia o vigilante-constritor, o espaço tempo não se curva que dirá se manifesta. A gravidade dos estados dos campos é proporcional não a massa, mas a arquitetura organizada de radioatividade que altera a própria código ontogenético da sua metamaterialidade ou seja seu corpo “aparentemente” vazio. Considerações de ordem que literalmente conversam como o mar do espaço tempo sideral. Que como bem sabia Tesla ou Cartola e ou mestres da audição das sinfonias da vida, como as rosas e cruzes também fala, mas não aos fanáticos por premissas fundamentalistas sejam mandamentos de eixos axiológicos e axiomáticos, ou eixos ideológicos politico, econômico ou religiosos.

Culturas pervertidas culto são descomopolitização, desmutualização e dessocialização das relações interpessoais, tribais, sociais, nacionais e internacionais. São as plantações escatológicas holocáusticas e estocásticas de gentes e vidas para a coleta dos dizimadores e tributadores parasitários que só fazem necrocapitalizar em cima de cadáveres em terras arrasadas da viva. Necropolizadores que vivisecam e queimam para alimentar a insustentável maquina movida a combustão, doentes por pulsões e compulsões de morte, atavismo, supremacismo e possessões parafilia, capitalia e necromaquia de eugenismo memetismo necrofágico rumo desesperado pela síndrome cronica e anacrônica da autodesintegração e nulidade e insignificação próprio-existencial e relacional. Gente que só queria amor e que agora semeiam discórdia, para plantar a guerra, a doença, as pragas, e a miséria para colher a morte como vendeta pela criança morta no adulto que matou. Infelizmente um erro lógico. Ninguém pode matar o que é puro e invulnerável. A potencia em estado puro nunca morre. Nada se perde nada se cria tudo se transmuta e reinventa. Se faz nova forma de vida e a inovação. Se levanta. Como o lutador. De novo e de novo. E novo. Mais e mais viva, diversa e atualizada. Re-evolução. As vezes invisível aos insensíveis. Mas a vida sempre renasce.

E que aposta e joga dados contra o Fato em seu estado mais puro. Ainda que não veja. Sempre perde. Porque a vida não faz apostas. Ela não é arbitrária nem predeterminista. É liberdade e livre vontade em potencia estado de criação atemporal e eterno Puro. Chamem do nome que quiserem. Briguem ou tentem até mesmo destruir essa potencia. Mas que propriedade do mundo mesmo que negada em si mesma é a afirmação de sua própria definição. Sim a criação em Estado puro. Vida em seu estado sagrado: Natureza e Criação. Mas pode chamar de Amor a Vida: Liberdade.

A metáfora da Terra com nave sideral. É uma boa metáfora. Desde que não tranquemos ou dividamos os seres em nossas divisões estupidas de vagões e classes para morrer nos porões acorrentadas, enquanto canalhas afundam. Achando que esse espaçonave é feita de terras. E não das ações e atividades, da historiografia não a que eles falsificam em mementos e monumentos grafos e grifos, ícones. Não é a historia é a historicidade. Não é o universal, é a Universidade, é a universalidade. Não é o consensual é a consensualidade. Não é ativismo. É a atividade. Não o meramente termodinâmico. É o calor e fogo. Não é combustão e combustível. Ou as fontes da matéria, da energia, ou mesmo da força. É o padrão do fogo. A fonte da potencial da força e da matriz dimensional tempo espacial. Não é o clima, ou a climatologia. É a atmosfera, noológica. Ciência da informação ontogenética aplicada a radioatividade ordenada por espectrometria aos fenômenos ecossistêmicos caóticos complexos, sem esse lixo toxico funções e pressuposições de variáveis e combinações aleatórias para cobrir os padrões incompreendidos porque não predetermináveis. Já deu. Por favor. Desfaçam-se do prejulgamento e preconceitos paradigmáticos e façam estabeleçam as conexões a começar as conceituais.

É possível construir atmosfera explodindo bombas ou com propagação e irradiação de qualquer atividade a razão de qualquer especie por um campo espaço e tempo? Pegue uma maçã, levante, e solte. Ela vai cair ou subir. Cair você irá responder. Pois saiba que existem pessoas que acreditam que ela pode subir. Pessoas que acreditam em milagres. Loucos? Alguns talvez sim. Outros não. Alguns são cientistas versados em física probabilidades quânticas. E outros homens de profunda fé religiosa, diferentes credos. Bem nenhum dos dois sabe fazer, até hoje não vi nenhum converter sua certeza ou dúvida razoável (para ele) em uma maçã levitando ou subindo. Mas aqui vem o ponto, ambos sabem de uma coisa.

Acredite se quiser, e aqui vou falar de uma Interpretação da termomecânica ou termodinâmica quântica, existe uma chance dela subir. Qual? Hoje se sabe que é mais fácil que uma partícula voltar no tempo. Ou seja, não é recomendável por mais voluntariosos e perseverante que seja ficar tentando jogar a maçã aleatoriamente a espera de milagre, ou só esperar que uma saia voando por conta própria. É da ordem de probabilidades ainda menores da que um novo coronavírus, ou um outro coronavírus. Bem, a bem da verdade. Não era tão pequenas e improváveis as possibilidades ou mais precisamente tão imprevisíveis ou desprezíveis assim. Mas ok. A questão, portanto não é o ser ou não ser. Se é ou não é possível. Mas o quanto. A comensurabilidade a projeção da dimensão do quanto tais chances são possibilidades que podem mesmo virar realidade ou não. Esse é X da questão ou dessa atividade em questão. O quanto. Ou mais precisamente. Quantas. A quantas (anda) de possibilidades, mais precisamente em progressões exponenciais, mas não em atividade aleatórias principalmente repetitivas, mas em padrões diversificados que cubram o universo das possibilidades até a perfazer todas segundo determinados padrões ditados por determinados fatores. E quem dita os fatores determinantes? O arbitro da arbitrariedade? O observador? Não, se a maça não for surda e burra, se não for uma pedra mas um pássaro. Ou vai da arquitetura organizacional inorgânica da pedra a do pássaro. Porque não chuta dados nem é chutada catapulta ou empurrada por eles. Mas faz leituras atmosféricas empático-sensoriais incluso dos dados como metanarrativas da atmosfera do qual é grafo e até radioatividade, peça mas não o quebra-cabeças, a rede. Lê sinais. Antes de ser uma aeronave. É uma bionave. Uma nave do sideral não do ar, mas do mar do vento da vida. Sabe sentir a liberdade, por isso voa não feito foguete ou estingando. Mas plana.

A terra e toda célula idem. Elas navegam em espaços siderais mantendo não só curso e trajetórias mas porque estão presas por forças extra-ordinárias ou para-normais, mas intrínsecas a sua forma e informação e metainformação. Mais do que isso são capazes ou capacitores, transformados bio-cosmológicos de forças e irradiações e atividades adversas ou desordenadas caóticas.

São organismos com padrões de força organizados para manter suas estruturas, mas podem chamar pelo nome antropomórfico leis, embora não existam nem juiz tribunal, escrinhão ou merinho. Não para bater o martelo em contrário a razão natural. O máximo que pode fazer é tentar sincronizar suas sentenças e decretos aos eventos, a não ser que queira passar de louco tanto mais nu em sua insanidade e falta de juízo supremacista quanto mais evidente seu anacrônico e grave for a crise sua complexo de cronos ou deus.

Reis não importa de qual território a parte idem seja um campo desintegrado e compartimentado do saber, ou da terra. ou das terras dos saber. ou saberes da terra. Tanto faz. O principio falso em sua premissa compromete toda o encadeamento das investigações da verdades dos fatos, mas dá dinheiro e poder de tolo. Necropoder e necrocapital. Necrópolis. Mas dá. Um outro tipo de pirâmides e venda de terrenos em outros céus. As bolhas, golpistas e crises sistemas explicam. Um outro tipo de bomba também macro-crônica e parafílica e escatológica.

Ora uma bionave natural ou artificial não importa, mais do que um barco é um submarino salvo que está sempre submerso, salvo depois é claro depois que naufraga de vez. É um boxer cego em busca da redenção, um “morcego” Navega por “radares”; porém não sonares, porque não é um dado que se mensure por ressonância, não mensura enviando pelo dados que envia, mas pelo que recebe, o mais importante ainda não altera padrões forçando chaves alheias, mas sim as próprias. Não ataca matérias objetiva com força. Mas altera a potencia de campo, modificando o potencial da materialidade a razão da proporção inversa da correlação dos padrões de comportamamento, organização, relação orgânica e organizacional da sua relação do equilíbrio ou sintonia da função co-existencial sistêmica, ou em outras palavras faz da sua materialidade a disposições em potencial, ou potencia geradora dos códigos não-aleatórios, mas ordenados para a conexões entre entre chaves e códigos algorítimos sinergéticos ou sincrônicos.

Ou seja navega fazendo leituras de atividades radiológicas não alheias, mas as suas. É sábio chinês que reaprendeu a sonhar-se batendo asas como um borboleta para provocar ondas em outros lugares. Seja para o bem ou mal. O som do silêncio. O segredo máximo das artes marciais. Os olhos enganam por isso todo grande mestre assim como a justiça e a morte é cego. Digo chinês, mas a origem é a mais ansciente que a do Egito ou a indiana. E não está escrito nas pedras de roseta.

Vimanas em breve vão voar ou melhor levitar? Meu amigo, sabe quanto ciência é preciso só para consertar a porra de um radinho de pilha feito de transistores? Sabe como foi difícil é difícil transmitir uma mensagem radiofônica usando a Ionosfera? E sabe o quanto isso é inútil? Porque isso é o capitulo 4. Porque antes de se perguntar porque dobram os sinos? Ou cantar é necessário, e absolutamente necessário não só rastrear as mutações genômicas da autopoiética dessa forma de vida que nem sequer tem DNA, mas só O RNA que nos organismos complexos não passa de um mensageiro, é um filamento de código micromolecular informacional ou transformacional dentro de um organismo maior.

Pela ordem, e pela ordem da fé na ciência com ética e missão sócio humanitária. Senão vamos acabar dançando tarantelas achando que tarantulas ou que o tatu ou o morcego ou sua vetor. A tal da sopa, a causa. E os fatores determinantes que são mais do que uma somatória de constantes e variáveis conhecidas, ou mero processo e sim um projeção de probabilidades incluso as perdidas e mal calculadas que precisam ser corrigidas não só como dados, mas como paradigmas teoréticos e até metodológicos e não só científicos, mas éticos culturais de hábitos que retroalimentam a desciência e a desinformação.

Como bionaves ou construir novas atmosferas, se não compreendemos sequer como funciona a nossa? Somos analfabetos de programação ontogenética orgânica. Porque uma coisa é o código da transmissão.

A programação e organização do sistema de comunicação e da mensagem. A programação dos filtros e processamentos e ordenação dos dados para produzir as chaves que funcionam. A partir das mensagens do receptores e transmissores. Como constituir campos e camadas de defesa imunológica para bionaves capazes de navegar em qualquer ambiente toxico ou não quanto nosso organismo coletivo ou particular está intoxicado não por irradiações cósmicas ou ambientais telecomunicações físicas ou metafisicas, químicas ou radiológicas, eletromagnéticas, mas por nossas próprias atividades propagadores de informação igualmente tóxica dentro do nosso sistema imunológico seja enquanto organismo seja dentro do plano do consciente ou inconsciente coletivo?

E notem que não estou aqui produzindo metáforas, a informa neurológicas essas ligações e relações empáticas essa informações e metainformações produzem danos físico mensuráveis há uma razão cientifica inversamente proporcional a falta da Consciência da Ciência, e ciência das Consciências de que a metainformação não é uma conceito metafisico e seus padrões epistemológicos ontogenéticos, ou seu potencia matricial geradora não é uma construção imagética para fins de operações e cálculos mentais, é um fato fenomenológico: o ethos da vida, esse logos da Liber é alma matter da Nova Ciência, ou mais precisamente da Ecologia da Ciencias.

Em outras palavras não há nada para transferir se não há biografia. Nem nada para transmitir ou especialmente por radioatividade sem atividade solidário-gregária orgânica devidamente orientada não objetos mas a seres vivos. orientada não ao ensimesmamento mas a sintonia entre pessoas iguais em potencia volitiva autodetermina equitativa visando a harmonização das perturbações não são do campo telecomunicacional, mas matéria, energia e sobretudo o TRABALHO a criação, o produto final seja como ação, reação, relação, produção, CAPITAL NÃO SÓ VIRTUAL, MAS SOCIAL OU CIENTíFICO, MAS FACTUAL COMO HUMANIDADES.

Uma questão de integração das ciências. Uma questão inversão da transmissão e comunicação não só de mensagens de desinformação, anti-sociais e contra-inteligencias, desinteligência, desintegração, mas de comunhão organizacional e orgânica anti disruptiva dos tecidos sociais e mutuais, e vocacionais que nem sequer foram jamais desenvolvidos, mas muitos geno-trucidados antes mesmos de crescer. Há uma quantidade de atividade não só potencial, mas de lixo ontogenético a ser corrigido, mas a ser imediatamente refreado enquanto não só apologia ao ódio e imbecilidade, mas de práxis supremacista e eugenista autodestrutiva. A musica transmite o dado a ser escrito, não escreve as composições, nem fabrica as sinfonias nem os salva o sambistas nem os Bethovens nem os índios que ainda nem nasceram sozinhos. E o que alimenta a fornalha caustica da necropolis é o que mata a bionave. E embora a vida renasça sempre ela não nasce necessária na mesma forma e falida e decaída e informação corrompida e perdida, mas pelo contrário sempre dialogicamente da retroalimentação e diversificação da metainformação da que não desintegrou como ontologicamente como base de dados para novos padrões de combinação ou formas de vida, não necessariamente nesse tempo, espaço, plano, esfera, dimensão de possibilidades físicas e matemáticas e ecológicas e cosmológicas ou organicas esgotadas, mas em outras seja especies ou ambientes herdeiras desses patrimônios irradiados a uma velocidade maior que a da luz, da vida e da morte, que o tempo e espaço, literalmente a razão das matemática da física que lida com os universos e formas geométricas com mais de 4 dimensões. Porque é deus dos triângulos tem 3 lados e muitas cadeias moleculares. O dos libertários não tem lados nem paredes ou moléculas, nem mesmo a 4. É a quintessencia da dimensão dos libertadores das cosmopoliticidades. É o mar dos mares. O amor a Liberdade. E dá minha chave da liberdade. Que eu quero voar.

Feliz Pascoa.

Parte II

A desarmonias das perigosas danças com a morte a beira do precipício. Cuidado com as homens com fixações por ideias fixas. Mesmo as boas são ruins. Não são mais ciência nem fé, são falta de juízo, ou dança a um ritmo ou pulsão circadiano distinta: o de Cronos. A sabedoria da solidariedade que é sempre popular (não confunda com servo-idiotia populista) da Metis explica.

Nathan Grubaugh, Mary Petrone e Edward Holmes afirmam que essa capacidade de mutar é o que alimenta o sistema evolucionário, mas uma mutação só vai se espalhar com força numa população de vírus se ela for vantajosa do ponto de vista da seleção natural. Ou seja, se tornar mais letal pode não ser vantajoso para um vírus porque ele tenderia a se espalhar menos, por exemplo.

“O senso comum é que a virulência só vai mudar, para mais ou para menos, se ela ampliar a taxa de transmissão do vírus, o que significa aumentar a prole. No entanto, uma alta virulência (nem sempre) reduz a transmissibilidade se o hospedeiro está doente demais para expor os outros.”- Estudo aponta 3 tipos do novo coronavírus

Aqui. recomendo que as pessoas de plantão a deixar o recinto.

Toda critica feita aqui a metodologia cientifica será e sempre será construtiva. Ou seja em favor da ciência que respeite a ética e esteja dirigida aos interesses da humanidade e não de governos e corporações privadas ou religiosas. Se os cientistas, acreditam que a ciência, sua comunidade, é um objeto voador não identificado, que flutua nas nuvens acima destes interesses e sua produção não está sujeita a alteração graves da sua fidedignidade e desenvolvimento por conta não só dessa condição que é inerente a qualquer atividade humana, que tenha um corpo físico e orgânico organizado, e está vulnerável e carente por este corpo ou organizando estar em negação dessa condição, acreditando ser uma espécie de entidade ou inteligencia transcendental medieval acima e não uma mera trabalhadora ou empregada ou seja de empresas, governos ou quiça quase tão idealisticamente de si mesma, do povo ou da sociedade. Que por favor, também. Vá rezar nas catedrais das torres de marfim das academias platônicas e seus ideias universais ensimesmadas. Porque não dá. São pressuposições acadêmicas para falta de certezas matemáticas de menos.

Ou mais precisamente é prepotência demais para série histórico estatística de falhas que demanda um pouco menos de fundamentalismo axiomático. E no mínimo um olhar mais abrangente das próprias um reexame das pressuposições reexame do paradigma cientifico. Não digo que está na hora de começar a rever os antigos paradigmas, mas que não se pode descartar de antemão teses consideradas erradas simplesmente erradas porque não se enquadram num paradigma anterior que não para de falhar com um novo micropartícula ou microorganismo. Isto é o minimo que se deve começar a fazer. Que eles não pressupõe que todos os dados que chegam a mão deles, são absolutamente fidedignos, isso eu tenho certeza que o fazem só não falam por uma questão de corporativismo, seja de classe seja para com quem sustenta seus emprego. E quem não tiver o rabo preso que fale. Bem levante suas especulações e hipóteses e declare claramente que não passam disso, meras especulações e hipóteses, porque bota a culpa no tatu, e em sopa de morcego também é foda. Vamos explicar esse ciclo direito. Porra. Qual é a probabilidade matemática, de alguém ter pego a porra de um morcego feito uma sopa e espalhado a doença que estava ali parada. Não é assim que funciona. E todo biólogo sabe disso. Todo biólogo sabe que não é muito difícil falar em seres naturais e artificiais hoje em dia. Que essas divisões, pela quantidade material sintético que o homem já introduziu no meio ambiente. Qual ser, ou ambiente não tem na sua composição química, genética, epigenética traços da intervenção seja aleatória, ou direta de compostos ou sejam em parte produto, ou resultantes “literalmente mutantes” dessa alteração de uma batata, uma rosa, as dinastias e primogenituras, as prevalência das mortes nos negros e hispânicos até nós mesmos?

Não é para difundir teorias conspiratórias. Até porque a essa altura do texto, (os dados das leituras mostras que apenas 2 ou 3 leitores persistem). Robôs, e ciborgues, desinformadores em geral. Não querem saber de reflexões e debates com diversos prismas e perspectivas. Não querem esquentar a cabeça. Até porque nem tem fusível e circuito para queimar com isso. Já derreteram tudo.

Veja, o problema não é desta ou daquela técnica, deste ou daquele estudo, é muito mais amplo. A ciência tem produzido resultados fantástico, a curto prazo e externalizado os custos a longo, como toda produção de capital. O conhecimento cientifico também é regido pela mesma razão econômica, que não é cientifica. A ética não é um código ad hoc da ciência, é o seu core, seu núcleo duro, o objeto mais fundamental da sua investigação empírica da episteme dos fenômenos: o ethos dos cosmos que é o próprio logos da episteme.

Agora começou a se falar fora do circuitos clássicos paranóides sobre a técnica de tesourinha, mas é preciso entender que isso não é nenhuma novidade e precisa ser tradado com seriedade, até mesmo para levantar meramente hipóteses não científicas como fiz aqui. Então é importante conhecer um pouco melhor o assunto, até para não dar azo a queimadores de antenas, livros e no futuro quiçá laboratórios. Porque uma coisa é fazer ajustes ou acrescentar, outra destruir. Assista ao vídeo:

Feita portanto todas as ressalvas necessárias e separado joio do trigo, prossigo análise.

Vamos fingir que as fabricas não foram fabricar celular na China para explorar trabalho escravo? Que cientistas não migraram de todos os países desenvolvidos capitalistas migraram as pencas para aproveitar a legislação amiga do grande inimigo comunistas? Que o cientista da clivagem a torto e direito não está preso pelo regime Chinês por suas experiencias semi-nazis? Ah, vão a merda. Depois não sabem porque flanco entram os gurus e dementes por onde será? Será pela falta ética. Não. É pela falta de ciência. Ética não é um campo a parte da ciência. Perfumaria.

Se a ciência tivesse ela própria um método racional empírico de autocorreção de si mesma, como o tem para corrigir os trabalhos que são verdadeiros pedaços de lixo, se essa fabrica colaborativa internacional tivesse a mesma disposição para corrigir-se a si mesma como o tem para corrigir o trabalho de seus pares. Não estaria encalacrada. E não é só com novo coronavírus. Mas como essa guerra de desinformação que é uma guerra contra antissocial contra a própria ciência, ou mais precisamente pelo monopólio dela, para transformá-la novamente num saber de monastérios e trancado a sete chaves por pequenos neolandlords cibermedievais, que estão encastelando gentes no terror e trevas da ignorância imbecilização debi-infantiloide do culto ao deus pátria-pai-patrão do poder total e todos poderosos enquanto se encastelam e entesouram com metadados, e metainformações e metamateriais a novo bancos e bibliotecas da metafisica monástica dos século XXI.

E o cientista, vai queimar como a biblioteca de Alexandria, se não se tocar que Ciência não a produção das hipóteses cientificas não é um estado da arte nem um mercado. Mas uma economia ou mais precisamente uma ciência economia politica que se não respeitar as leis da physis ou seja da natureza, o seu ethos, vai cair feito uma farsa, feito um avião construído por engenheiros e arquitetos daquele infame relatório. A ciência é uma fabrica de ideias que não se dá por razão nem arbitrárias, leia-se randômicas, nem fundamentalistas, nem tão somente só retroalimentada pelo controle de qualidade da linha de produção do método cientifico. Ela precisa de uma cabeça uma inteligencia coletiva, uma consciência que se alimente dos dados estatísticos da sua própria histórico de produção, e seja capaz de prever e antever e alterar suas próprias estratégias de proposições de produção não só de hipóteses, mas de buscas de novos paradigmas hipotéticos conforme os produtos começam a falhar, as previsões e a tecnologias. Ou seja: a ciência.

Então voltemos ao artigo. E vamos fazer um check de algumas proposições. Lembre-se que isso não corresponde as verdades cientificas. Mas a um artigo jornalistico de divulgação científica para o público. Ok. Mas que em tese, tem ainda mais que numa hora dessas corresponder a verdade. Peguei a BBC. Não porque é ruim. Mas porque é o melhor. Aqui a lógica é o oposto da baixaria.

Um exemplo de critica de coisas que abominais politica do que você se aliar ao Mussolini contra o Hitler para não pedir a queda de Hitler, quem seria capaz de algo assim se não outro totalitário, senão o próprio Stalin. Veja os personagem são fictícios. Não disse para efeito do raciocínio, e porque prometi e palavra dada é cumprida que não seria mais tóxico que ninguém é Hitler, Mussolini, ou Stalin, mas cada um dos personagens olha um para o outro como se fosse. E esse é o ponto se você visse alguém assim quem precisaria ser para agir dessa forma?

Check list.

“Uma mutação só vai se espalhar com força numa população de vírus se ela for vantajosa do ponto de vista da seleção natural.”

Seleção natural não se aplica só a microrganismos, mas também as macroorganismo. E mutações incluso as comportamentais se espalham com muita força por populações mesmo quando não são nada vantajosas para a mesma. Vide a população brasileira. Populações se exterminam adquirindo hábitos e transmitindo genes quanto memes tão velhos quanto novos absolutamente falando o português que não se adaptaram, que sofreram adaptações teratológicas, que vão resultar em deformidades graves que não resultam mortes, mas reduzem significativamente as chances de sobrevivência por perda da capacidade de diversificação ou mutação. Não existe prova que toda mutação se espalhe se for vantajosa para a população ademais de um ser que só tem RNA. Já que há divergências dentro da própria comunidade cientifica se o vírus é tem todas as características de forma de vida, porque não é um parasita.

Num momento em que começa a se compreender dentro da mecânica quântica que a micropartículas e ondas podem transmitir informação instantânea e até o som se propaga pelo espaço está mais do que na hora de considerar com mais seriedade a hipótese que sim ele não seja mas funcione, ou responda como se fosse uma função físico-matemática reposta termodinâmica imuno lógica difusa inversa proporcional de um ecossistema dentro da teoria da complexidade do caos. Em outras palavras não é que criamos o vírus ou o que uma especie de consciência Planeta estejam nos punindo por nossa falta de consciência ambiental, mas é um pouco mais simples: você caga onde come, produz um série de alterações, leia irradiações inframoleculares e microparticulares dentro de sistema fechado, o bioma, que tem só um organismo capaz de se defender organicamente, mas bilhões deles, sequer catalogados.

Por favor, um pouco de cálculo matemática, basta verificar o quanto de merda no ventilador e o quanto de apostas que tudo sempre vai dar certo estão sendo feitas. O que é por si só é desonestidade intelectual pura, feita de compartimentalização ou divisão do próprio trabalho cientifico. Em economia nada é de graça, tudo tem um preço, nada absolutamente nada é de graça. Porém todos os custos são externalizados seja aso miseráveis e claro a natureza. Já a natureza e os miseráveis que virem abudo e sabão e provejam o que essa nazi-science sempre branquinha e cheirosa quer. Faça a contabilidade a longo prazo dessa economia da ciência que não a falsa ciência, economia politica feita para lamber a bundinha suja de governante e CEO de empresa e você o tamanho da escatologia que ciência que não tem a ética ou a episteme com uma objeto empírico sensível e concreto da sua espectrometria e comensurabilidade resulta. Resulta nisso, ciência e gente jogada aos tarados, e maníacos e fanáticos por ideologias onde qualquer argumento se sustenta porque tudo é relativo desde esteja dentro da sua lente, incluso a vida humana, menos a dele é claro, essa ninguém toca é o centro do universo dessa velho antropociência ou melhor egocientismo.

Onde o gato na caixa, é sempre o preto, nunca o her doctor my belov president. Há duas ciências portanto, as para os governos e para o povo. Porque há dois tipos de gente. E quem nega isso não faz ciência. Porque não se engane o renascimento cientifico não foi feito por Copérnico, mas o Príncipe de Maquiavel. Ciência não se funda com o olhar para estrelas. Mas com o olhar para dentro do eu para o mundo. Datas. E o principio matemático que guia a ciência não é jamais a certeza fundamentalista. Mas a constante avaliação ou calculo e atualização dos grau de incerteza.

É o domínio sobre o desconhecimento. Algo que se faz analisando cientificamente o histórico ou a história da trajetória da matriz dos saberes. E não tomando-os por certezas que hão de se repetir a esta ou aquela razão, arbitraria ou coincidente. Isto é interpretação narrativa-mitológica de texto científicos e não investigação semiótica epistemológica da produção cientifica seja das publicações seja da próprias evidencias que não passam ambas de rastros do que é o elementar: logos e o ethos que se apartados quando não pseudo-ciência produzem o há de pior na ciência como teratologia. Luminária de Césio 147 brilha, mas a longo prazo…

Então sim, seres se mutam de forma a perder sua capacidade não só de sobrevivência presente, mas futura isto é a capacidade de adaptar de mutar-se a uma razão rápida ou suficiente e eficiente. pelas mais diferentes causas e forças a começar porque não tem como prever ou antever seu inevitável fim como população seja um simples vírus ou um tribo inteira ou mesmo uma nação, inteligencia coletiva e consciência não é fácil não.Vale para vírus, vale para gente que trabalha com logicas de programas que não se atualizam não só o anti-vírus mas o sistema operacional. E se preciso for trocam. O que vem com backdoor que com o tempo já se adaptou a assinatura. Chaves e fechaduras. Um vírus que é a cara do eugenismo não digo de Darwin mas seu primo Galton, porque se você quem acham que humano não deixa sua assinatura na metamaterialidade de tudo que ele sintetiza e encripta incluso randomicamente e inconscientemente vai dançar a tarantela sem nem saber porque os sinos dobram e redobram.

“Ou seja, se tornar mais letal pode não ser vantajoso para um vírus porque ele tenderia a se espalhar menos, por exemplo.”

Ainda bem que veio com o pode não ser. Porque pode. E como pode. Infelizmente. Nada garante que um vírus, um RNA que não vive sem um corpo hospedeiro vá se comportar de forma inteligente que outras tantas especies ou tribos inclusos extinguiram não só sozinhas, mas mutuamente mantando seus biomas, fontes de alimentação, canibalizando-se, termodinâmica senhores. Em que universo da física vocês vivem? Que as espécies mesmos as que tem um cérebro razoável tomam obrigatoriamente decisões racionais inteligentes baseadas em ciência? Darwin, o próprio achou por bem reproduzir em família, aumentando significativamente os riscos genéticos ou seja reduzindo as chances de sobrevivências da sua prole. E era o pai da seleção natural. Mas ele não sabia nada de genética. Exatamente. Na dúvida não custa pensar um pouco porque é pecado algumas coisas. Podem nem saber porque mas deu errado, deu. Novamente a hipocrisia em ação. Quando um organismo mesmo um avançado quando um ser humano precisa precisa de liberdade de consciência para tomada de decisão, não ele não é capaz de tomar decisões sozinhos, mesmo um adulto ele precisa ser vigiado e tutelado por outros mais cientes e inteligentes. Precisa ser governado. Quanto é um filamento esse ai fica tranquilão, que vai dar tudo certo? Tá tudo em dia, esse é Friboi, é 01,02, 03, sabe tudo. Não ele vai se mutar a qual razão? A que eles não tem a menor ideia. Eles pegam vírus do passado. E jogam nesse. Funciona? Funcionava. Está funcionando. Não.

Não era para o coronavírus entrar em células humanas. Entrou. Não era para o coronavírus se transmitir… e blá, blá, blá. O coronavírus está jogando no desvio padrão. Do que não era para ser, SEGUNDO AS TEORIAS VIGENTES, mas é. porque não existe o que não era para ser. Isso é papo de crente. Não é o vírus que tem que obedecer as regras. É as regras que tem que a realidades se ela é natural ou se a natureza já foi toda cagada, é outra história. Ciência é correção fatual pura, não como o passado. Ou com o correr atrás do prejuízo, mas probabilística ajustada pelas provações e via comprovações. Foi não faz apostas. Se puder faz o que se esta fazendo só agora, não descarta nada, testa tudo e fica não com tudo que funciona, mas como o melhor entre os melhores. O ideal.

O antes é ciência dirigida submetida a interesses outros. que descartava de antemão hipóteses que não eram improváveis, mas rigorosamente por histórico estatístico dentro do paradigma de sucesso da atuais teorias com menor chance de resultar em predições de sucessos ou produtos bem sucedidos sejam teses, conhecimento, ou tecnologia. Era um capital um patrimônio da humanidade porém que estava e não se engane ainda está a serviço de outros interesses, só foi posto por tempo limitado a serviço por que estão com medo, e o medo, esse sim como diria um dos pais dessa maquinaria bestial Hobbes um dos ingredientes do motor de combustão dessa fornalha holocaustica universal.

Veja se macro ou microorganismo mais letais não se expandissem sobre a terra poderíamos ficar tranquilos que imperialismo jamais terias lugar. A espécie humana até o presente momento e em diversos lugares, é a prova viva de que diversas cepas de organismos preferem apostar na exponenciação da sua letalidade ao custo incluso da sua sobrevivência a longo prazo e até são capazes de tentar racionalizar cientificamente sua idiotia!

Pressuposições demais. Prepotência demais. A ciência é espetrometria não do mistério. Mas antes a mensuração da dimensão probabilística da própria ignorância para a previsão lucida dos mistérios cognoscíveis física ainda resolvidos não apenas pela dimensão da projeção retrospectiva do conhecimento, mas da projeção inversa ou refletida ou espelhada do ainda invisível e incompreensível.

Não é um show de prestigiação, magia um espetáculo de convencimento e manipulação um teatro das representações arbitrarias e autoritárias, é o justaposto: é ao charlatismo, é a verdadeira magia que requer fé e não duvidem, como requer, por quem vacila na tempestade afunda, mesmo de posse da verdade, sem chegar ao bioship, que dirá construir um que não ande sobre águas, mas levite até onde os algorítimos da força de empuxo e curas das doenças são completamente outros bem mais profundos e paradoxais, o de baixo está em cima. O de passado está no futuro. E mutatis mutandis a razão da progressão da A está na evolução é função que não está em B, mas é orientada co-relacionalmente para B em retroalimentação de potencias epistemoniais e forças elementares fenomenais.

De tal modo que ignorar na equação tanto da geração quanto propagação da própria ciência a razão da potencia da sua produção tanto como ética como consciência como episteme da mesma como evento fenomenológico não é só um ato de profunda falta de consciência, mas de falta de ciência de método de produção ético-cientifico, é ciência aplicada contra a própria ciência enquanto organismo e organização, enquanto organização e inteligencia coletiva concreto sensitível e real, e não ideal ou fantasia desconexa de comunidade sem comunhão ou comunicação orgânica e integrada. É ato autodestrutivo e contraprodutivo contra a própria economia e cosmopolítica da ciência e portanto contra a própria razão e finalidade social e humanitária o bem comum da humanidade, e não empresarial ou governamental, salvo se erro na leitura empático-solidaria da definição de ciência ou a inteligencia da sua consciência. E de fato esta não passa de ferramentaria tecnológica de interesses pecuniários outros. Então há portanto não uma, mas várias. Tantas quantos for os interesses a que serve como intermediária dos domínios, quanto toma os seres por objetos, enquanto a mesma razão os aparta enquanto sujeitos iguais da comunidade de tomada de decisão, não a técnica por obvio.

Porque o cientista como o piloto do avião o engenheiro ou arquiteto o médico não faz o que o paciente ou cliente quer que ele faça no que fere a ciência e teckne, assim como o artista, ele entrega a obra. Mas não como o não entrega nada senão o que foi é devido a quem de fato pertence. Ou seja cumpre sua missão não como escravo ou servo-idiota ou idiocratizado, mas servidor inteligente entrega o produto. Pousa o avião, constrói a casa, em conformidade com o que ouviu se tem ouvidos, e não onde e como quer. Não é um ditador, mas uma consciência que dá pão a quem pede pão e não pedras, veneno, placebo, ou o nada. É guia e provedor de liberdades. E não o senhor nem capataz de todos poderosos, um escravo.

Ciência sem consciência . É como informação sem ciência. fé sem paixão. E teoria sem prática. É perversão travestida de boa ação. O mal da loucura e destruição como sempre aparece e reaparece. Como farsa. Mas como poderia ser diferente. Do que irá se passar aquilo não tem mais anima nem substancia criativa própria?

PS: Um beijo para meus avós por parte de pai. Que já morreram faz tempo. E não interessa nessa hora, fazer drama. É só uma homenagem. A quem é devido. No caso portanto em especial a minha avó.

Mas que ninguém me acuse do que não sou. Uma pessoa boa. Gosto de divinas comedias e também as ruins, fora que meu DNA é dinossáurico e descansar em paz cansa. Até em isolamento social prefiro uma boa luta-labuta pelos caminhos da vida e liberdade do que o terninho a perder de vista ou prazo, seja onde quer que seja.

Então, não. Não fiquei ligado nessas datas, ou céus.

Continuo um filho da puta embora minha mãe não tenha sido uma o inverso da imaculada conceição, nada incomum por sinal. Em todo lugar você encontra perdido em maior ou menor grau, uma figura dessas. Só não confunda chato com monstro.

Já que falei aqui tanto em espectrometria. Essa é feito com exame de contraste. Para o padrão atual um monte gente poderia até ser canonizado. Mas tem que esperar o tempo certo. Porque no futuro, espero que tenhamos um, as novas gerações incluso as mais próximas já olhem para mim como eu sou de fato, um fóssil de era hipocritica da inconsciência antrocêntrica coletiva e antropofágica generalizada salvos os desvios padrão. Porque não se engane, se forem eles sempre eles que salvaram os fenômenos em todos os campos da atividades. Mas isso já é história.

Mais referências…

PS3:

Como tudo começou

Foi 14 de setembro de 2015 que os cientistas fizeram a primeira detecção de ondas gravitacionais, através do Observatório de Ondas Gravitacionais por Interferômetro Laser (LIGO). Essa detecção foi anunciada no ano seguinte e foi chamada de GW150914, e os sinais representam um sistema de dois buracos negros de 36 e 29 massas solares girando um em torno do outro até se fundirem e formarem um buraco negro de 62 massas solares. Você notou que a soma da massa dos dois objetos parece errada no resultante final? É que algo equivalente a 3 massas solares foi convertido em energia e liberado na forma de ondas gravitacionais. Uma parcela ínfima conseguiu chegar à Terra, e por isso sabemos um pouco sobre o que aconteceu.

Os cientistas eliminaram o ruído, ampliaram o sinal e observaram uma forma de onda que aumentou rapidamente antes de desaparecer. Quando eles traduziram o sinal em som, eles ouviram o “pop” registrado no vídeo abaixo.

Na época, os cientistas assumiram que a assinatura da onda era fraca demais para decifrar algo mais. No entanto, Isi e seus colegas encontraram em seu novo estudo uma maneira de extrair a reverberação do buraco negro nos momentos imediatamente após o pico do sinal. Em um trabalho anterior liderado pelo co-autor do novo estudo, Matthew Giesler, a equipe mostrou através de simulações que esse sinal — particularmente a parte logo após o pico — contém um grupo de tons altos e de curta duração. Quando eles analisaram o sinal novamente, levando em consideração as conotações, descobriram que podiam isolar um padrão de toque específico de um buraco negro recém-formado.

Agora, os pesquisadores aplicaram essa técnica aos dados reais da detecção GW150914, concentrando-se nos últimos milissegundos do sinal, imediatamente após o pico do “pop”, e conseguiram identificar dois tons distintos, cada um com uma taxa de afinação e decaimento. “Detectamos um sinal de onda gravitacional geral composto de várias frequências, que decaem em taxas diferentes, como os diferentes tons que compõem um som”, diz Isi. “Cada frequência ou tom corresponde a uma frequência vibracional do novo buraco negro.”

O resultado é bastante animador para os cientistas, porque antes eles assumiam que esse zunido só poderia ser detectado dentro de uma extremidade muito mais fraca do sinal da onda gravitacional, e com instrumentos muito mais sensíveis do que os disponíveis atualmente. “Isso é empolgante para a comunidade, porque mostra que esse tipo de estudo é possível agora, não só daqui a 20 anos”, diz Isi.-Cientistas “ouvem” eco de buraco negro e comprovam teoria de Einstein outra vez

E são 23:30 deixa encerrar logo antes que bata meia-noite.

Então tudo não passa de uma brincadeira? Claro! Se assim o quiser ou parecer. Porque não? E quando as coisas não foram exatamente como sempre pareceram?

X-Textos: Não recomendado para menores de idade e adultos com baixa tolerância a contrariedade, críticas e decepções de expectativas. Contém spoilers da vida.

X-Textos: Não recomendado para menores de idade e adultos com baixa tolerância a contrariedade, críticas e decepções de expectativas. Contém spoilers da vida.