Oi, perdão pela demora na resposta. Esse não é um tema que domine o suficiente para avaliar com mais fundamento. Entretanto posso dizer, que mesmo não concordando (muito por conta das minhas convicções libertárias e não por conhecimento e estudo da questão) é o seguinte: não acho suas ideias nem um pouco idiotas nem ilógicas. Pelo contrário, do pouco que sei sobre o assunto é que elas estão dentro da lógica das novas políticas públicas e programas governamentais que embora tenham suas contradições também tem apresentam um avanço com resultados significativos no tratamento e abordagem do problema da criminalização dos vícios.

Segue uns dos experimentos governamentais mais recentes de tratamento da questão das drogas na linha da saúde pública:

Experimentos que na verdade copiam com ligeiras modificações o modelo do Uruguai que vai nessa linha que envolve não só a regulação e liberação mas a estatização mais ou menos ampla da cadeia de produção e consumo:

Há portanto duas dimensões nessas experiências: a econômica e a moral. E se economicamente tais experimentos podem vir a falhar pelo “vicio” do monopolismo estatista, no plano moral há que se reconhecer o avanço das liberdades individuais na descriminalização do que libertário jusnaturalista Lysander Spooner já havia explicado com perfeição há mais de século:

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X-Textos: Não recomendado para menores de idade e adultos com baixa tolerância a contrariedade, críticas e decepções de expectativas. Contém spoilers da vida.

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