O século XXI: A era da revolução da Ciência da Consciência. Ou do direito universal ao acesso, produção e distribuição da Ciência

O segredo da vida: Decifra-me ou te devoro… a alma

Decifra-me ou te devoro

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Domingo. Enquanto, a Bolívia pegava fogo de vez, (com direito até a TFP no meio), a velha esquerda ainda no claustro e cega do carcere celebrava seu Lula livre, com este a pregar mais fogo no circo. Eu que em briga de lobo disfarçado de cordeiro, já disse faz tempo, não me presto voluntariamente a ser repasto, deixei meu Medium programado para publicar automaticamente alguns textos para poder ficar ao menos um dia com minha família. E daí? E qual a importância do meu domingo ou a cegueira seletiva da velha esquerda e direita ainda presa nas celas virtuais junto como seus ídolos?

Eu explico.

Até o presente momento. Quem ler, ou melhor garimpar, os artigos até o presente momento escritos, verá que eles estão baseados em modelos de previsão. Hoje já não há mais o que prever, nem sequer tempo viável para tanto. O futuro chegou. E não é como a maioria esperava. Poderia ter sido diferente? Claro que poderia, e ainda pode. Poderíamos ter chegado, até ele. Mas como insistimos em ficar parado esperando por salvadores, foi novamente o trem da história que chegou até nós. E não só vai passar por nós, como agora vai passar é por cima de nós, como uma blitz, como faz com tudo seja ultrapassado e retrasado, para não dizer retardado mesmo. Progresso não é opção, nem bandeira. Navegar é preciso. E quem pára no meio do caminho porque havia uma pedra para chorar ou comemorar, ou esperar Dom Sebastião voltar morre enfadado esperando.

Bem-vindo ao admirável mundo novo do século XXI. Um século marcado pela revolta e revolução contra hiperdesigualdades. Porém não mais só socioeconômicas; politico-culturais; cientifico-tecnológicas; ou subdesenvolvimento. Bem vindo ao século XXI o século das revoltas e revolução contra a hiperdesigualdades de ciência e (in)consciência. E lógico da contrarevolução totalitária. O século das guerras METAINFORMATICAS.

Guerras onde o alvo prioritário não é mero roubo de dado, a informação, a privacidade, nem a propriedade tecnológica ou intelectual, mas a tomada de assalto e posse massiva não mais só da propriedade intelectual, mas dos próprios intelectos e intelecções. Ou o que é exatamente a mesma coisa. Você não é só mais meramente manipulados como alienados, ou uma besta mas um completo idiota, desconectado tele-imbecilizados à distancia, mas um expropriado das suas faculdades e propriedades intelectuais.

Um completo Idiota não só mais aculturado, mas agora completamente descostado da sua própria realidade e identidade, que não só acessa o mundo real, o sensível via projeções e narrativas dos mediadores e intermediadores dessas redes dessocializadoras (os panopticos virtuais), mas não consegue mais interpretar o mundo, nem programar seu própria vida ou destino sem o auxilio desses sonares. É um morcego não só sem radar, mas com o radar e o cu na mão do outro, mas quando se olha no espelho provido por eles, se acha o próprio Batman. É um idiota.

Entretanto assim como na hipnose, muitos não entraram em transe. E se você está acordado para toda essa matrix que já existia, só está se automatizando. Então, meu amigo, não comemore, nem fique rindo ou chorando ou xingando feito um idiota. Ou fique, na verdade, você pode fazer todas essas coisas quando bem quiser, desde que não fique parado só assistindo. Porque nesse filme de zumbi quem não morre contaminado, morre devorado ou espancado. Mas não vá comprar ideia de nazi de “vamos rachar umas cabeças”. Zumbi, latino, xicano e gringo, o outro não é mostro, é gente. Não precisa de rambo, nem justiceiro, nem exorcistas, nem santo nem superhomens. Não precisa de charlatões demago-ideológicos. Só precisa de gente que os acorde desse pesadelo ou melhor, distopia feito realidade por sinal não só dele, mas também a sua. Só precisam abrir os olhos para não cair nessa armadilha obscurantista que em países subdesenvolvidos é feita com técnicas e tecnológicas gurus e profetas do século passado, mas que nos países desenvolvidos já foi automatizada, massificada.

De tal modo de produção, a fazer desses idiocratas que se acham muito espertos e que usam essas ferramentas nada mais que seus idiotas úteis, a expandir o domínio dessa outra máquina e maquinação de guerra a ocupar não só o território alheio, mas a convencer e vencer sem precisar sequer movimentar suas tropas o público-alvo a se autodestruir. Dividindo para conquistar, e conquistando mentes e corações sem sequer as mentes e corações sentirem ou tomarem ciência que já foram conquistados pela discórdia fratricida que antecede a pilhagem da suas terras e corpos.

A era pós-moderna já era. Estamos no nosso tempo e espaço. E esse é um tempo de revolução por ciência e consciência. E quem toma ciência e consciência disse vai mesmo ficar nos tempos modernos. É hora de nos atualizarmos e com urgência. Porque essa era da consciência não é luta new age dos anos 70 e 80 do século passado. É luta pelo direito de acesso, produção, da sua própria ciência. E luta para sair da condição de mero objeto, de estudo, emprego, ou cobaia, e se fazer sujeito igual no direito de produção e definição de si e do mundo como sua ciência de si, do outro e do mundo.

Consciência da sua ciência, e ciência da sua consciência. Revolução que não é meramente cultural e cientifica, mas epistemológica, da logica de programação da fé, da verdade, do valor, e critérios de juízo, julgamento do real, e da ciência da própria realidade enquanto falsidade não só dos dados, mas fatos e autoridades intermediadores e comunicantes. Revolução sobre os agentes produtores da ciência e as finalidades da sua produção. Ciência não mais produzida para reproduzir desigualdades de poder e autoridade incluso como monopólio do saber de privilegiados sobre a exploração da miséria e ignorância sobre ignorantes e carentes não só saber, mas de liberdade de proprioconcepção. Mas ciência como liberdade de pensamento, produção da própria ciência busca de libertação das ditaduras da visão de realidade alheias, Consciência.

Não tenho a menor dúvida que ao final desse século a Consciência com certeza vai emergir depois dessas guerras, e as hiperdesigualdades irão diminuir. Porque assim caminha a humanidade. A pergunta é simples. Quantos e quem? Vamos eliminar quantos. E quais povos serão os eliminados. Quem serão as genes a serem eliminadas. E quem serão as genes e culturas que de fato herdarão o tal Planeta Terra? Ou como aqui defendo. Pela primeira vez na humanidade. Ao invés de nos matarmos primeiro, façamos a paz antes e não depois. Talvez inclusive seja a ultima chance. Digo para muito mais gente ou talvez todos. Porque isso sempre depende da perspectiva. Porque para muitos povos a colonização do novo mundo, já foi seu apocalipse. Esse é o ponto, para quem já foi extinto em 1500, mundo já acabou faz tempo, tio. E o progresso das gerações futuras, não é o das suas gerações que ficaram definitivamente no passado. Porque literalmente a sua gene e até memória já era, foi devorada pela outra tribos “irmãs”.

Porque o tempo, digo o termodinâmico não está do nosso lado, mas do outro…

Já o verdadeiro tempo o da episteme do Universo que eles tanto temem. Esse está sempre correndo contra eles, e cosmologicamente infinitamente a favor de quem flui não a favor dele, mas nela sempre… a potencia que não tem fim nem começo, não é onda, não é partícula, não é espaço, não é tempo, nem sequer movimento, ou força, não é causa, nem efeito, não é destino, nem ponto de partida, mas é princípio elementar da formação, transformação, informação, metainformação de todas as formas de existência para além do conhecido, desconhecido, é o além e mistério, antes e depois do mistério, a cognição, antes do conhecimento e depois da agnosia: em direção à Liberdade. A verdadeira potencia criadora não só da natureza e do homem, mas até de deuses e demônios. O único padrão elementar fenomenal criativo em todos os planos tanto do real quanto do ficcional, que mesmo negado ou renegado reafirma-se e reconstitui-se criativamente a si mesmo. A potencia que já existia antes da criação do próprio bem e sua perversão, o mal. E que sem a qual não existe a geração do bem, a sua degeneração mal nem a continua possibilidade de regeneração por livre e espontânea vontade e autodeterminação, livre-arbítrio e consciência. Esquece malandro, não é entidade perversa idólatra de senhores todos poderosos, supremacistas, pregadoras de monopólios da violência, cultuadoras de holocaustos, que consiga exterminar a liberdade. A liberdade não é ideia, não é um conceito não é uma criação humana nem divina, nem natural.

A liberdade é a natureza, não é imaginação, não é o sagrado. A liberdade é a tal verdade que liberta, é a episteme de tudo e todos, não é o principio é a constante cosmológica metatransformacional de todos fenômenos e saberes. Liberdade é a universidade, a alma matter, o principio universal do cosmo, sua formação não como um campo apartado do saber, mas dotado da capacidade de distinguir a si mesmo do todo como singularidade o bem do mal, o certo, e errado, o verdadeiro do falso, o real e o irreal, o eu, o outro, a si e o mundo, não por autogeração espontânea de predestinações predeterminadas, mas por geração libertária e gregária da autodeterminação como novas formas de existência campos existenciais agregados em função da não da mera perpetuação da suas formas, mas da formação de novas formas de autogeração e autodeterminação do seu potencial: a liberdade. Por definição: não só o possível predeterminado. Mas o indefinido, e indeterminado, incluso o improvável e impossível, ou sequer conhecido ou reconhecido, ou imaginável sequer como incógnita que dirá como juízo ou senso do saber ou real, seja pelos olhos e processamentos de dados naturais ou artificiais, das ideias seminais de verdade ou não.

Muita teologia? Muito filosofia? Muito pseudo-ciência. E fajuta. Exatamente. Você entendeu tudo. Esse é o ponto. Estamos gritando Deus Vult. Eles usando as mesmas técnicas só que num outro nível e plano. Contudo. Estamos de arco-e-flecha demago-ideológico eles com canhão de tecnologia na guerra não só da (des)informação e psicologia ou cultural, mas semiótica, roubo e processamento dos metadados, terrorismo cibernética e tele-programação e imbecilização das massas. Estamos sendo destruídos na alma do nossa nação e de forma sistematizada e automatizada.

Estamos completamente vulneráveis e sendo descapitalização pela necrocapitalização não só mais da nossas propriedades intelectuais, mas da nossa principal matéria prima, a principal riqueza de uma nação, sua integridade, dignidade, integração, estamos sendo apartados, desintegrados por bolhas agora propagadas e disseminadas por lógicas de programação que alimentam inteligencias artificias que se alimentam e se capitalizam da expropriação da intelecção das inteligencia naturais, literalmente ganham poder econômico politico e conhecimento não só roubando dados, mas imbecilizando os idiocratizados. De tal modo que não só se alimentam da imbecilidade alheia, mas a alimentam para aumentar seu info-capital e hiperdesigualdade sobre seus viciados.

Porém podemos não ter computadores de núcleo quântico. Mas temos olho do cu não só para ter medo. Como o olho de orus para ter coragem. E ambos bem mais ligados quando vivemos na merda. Porque quem vive não é filho de alguém, quem não é herdeiro, sabe que sem solidariedade não vai sobreviver para contar história. É peça de museu.

E temos como desenvolver uma nova ciência que eles não tem e nem podem fazer porque implica justamente na destruição do seu modo predatório de exploração da desigualdade de saberes, ou ignorância e tutela da (des)informação ou conhecimento da realidade. A ciência de consciência que inclusive é capaz de produzir tecnologias e não só sociais que eles nem são capazes de copiar, porque não conseguem e nem querem enxergar aqueles que estão invisíveis ou reificados como sujeitos emancipados e iguais em autoridade produtiva-criativa por direito hereditário. Não querem ceder privilégios de predefinição predeterminação e reconceituação dos alienados. Óbvio. Vão negar e renegar essa posição central privilegiada. E nisto já não estamos mais falando só de fronteiras internacionais, mas domésticas. Estamos falando de qualquer espécie de relação de poder, onde A define quem é B. E portanto de antemão já B como propriedade da ditadura da sua concepção. Um processo que ciência atual alguma pode libertar.

Salvo a ciência que reconhece que a ciência é produto de A para A não é ciência mas doutrinação.E que ciência feita por A sobre B e para o interesse de C é ainda pior. Venda tanto da ciência quanto de gente, para interesses outros. Ensino não é aprendizado. Se B diz que a terra é redonda. Isso não significa que A sabe que a terra não é plana. A não tem como saber se a terra é plana ou redonda através de B. A só tem como ter ciência da natureza da Terra, através A. Tudo que B faz é indicar caminhos. Terra plana é velho broxa e velha virgem ensinado sexo, gente explicando o que é a maça do conhecimento sem nunca ter comida a maça, e dizendo não coma a maça que é pecado. Terra redonda é a maça. Ou não sabe o que é a maça sem comer a porra da maçã. Ou só fica vendo os outros comerem ou explicarem. É um teórico do que não tem a menor ideia do que está falando, e não raro de coisas que não sabendo o que é, só fala e inventa coisas que não existe, para preencher lacunas e fingir que sabe e impedir conhecimento. É sexólogo veio beato brocha, arrombado e virgem.

Alias, a terra é plana no seu quarto.E um singularidade para quem vê só campos magnéticos. E nem está mais ali e não esta mais ali para um observador atemporal. Por que se Deus tivesse uma câmera fotográfica e tirasse uma foto do planeta sem queimar o filme o primeiro e o ultimo homem ainda estariam vivos na mesma foto. Vivos e mortos. E paradoxalmente a terra existira e não mais existiria também na mesma fotografia. Uma fantasmagoria quântica dada pela velocidade da obturação da impressão da luz nesse material fotossensível, ou se preferir uma amostragem de superposição quântica da matéria, dada pela relação “metafisica” entre o estado informacional do observador e o do objeto que faz dado ou informação.

Faz algum sentido, o que eu estou dizendo? Não? Calma que um dia a gente chega lá. Vivo ou morto? Depende? Do ponto de vista da luz da (meta)informação que se propaga? Ou observador da matéria e informação que se extingue? A resposta a esse enigma é consciência? Não meu amigo. O estado de espirito da busca e compreensão desse enigma é consciência. Um looping infinito. Liberdade universal.

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X-Textos: Não recomendado para menores de idade e adultos com baixa tolerância a contrariedade, críticas e decepções de expectativas. Contém spoilers da vida.

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