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O paradoxo Snowden-Assange e o Novo Estado Policial: o Estado “Corregedor”

O dilema do ativismo anti-estadista e pró-humanista e a ascensão da nova farsa totalitária: os vigilantes dos vigilantes

Num mundo onde todos territórios pertencem a algum Estado-Nação. Onde não há nenhum lugar na terra ou no mar em que se possa se viver sem ser vigiado, ou remotamente seguro que não está rastreado. O ativista que denuncia os crimes de seu Estado, não outra escolha senão buscar asilo e proteção em outro Estado que se ele não sabe ser tão criminoso quanto o seu, desconfia.

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Manning? Provavelmente Não.

Eles pretendem salvar o sistema, pretendem revitalizar a falacio do estadismo pretender fingir que respondem a o dilema insolúvel do poder e vigilância com sobre-poder e sobre-vigilância!!! Ou seja: pretendem responder a grande questão:

Quem vigia os vigilantes? Quem policia os policiais? Quem governa os governantes? Com mais vigilância? Mais governo? E mais policiamento? Ou a clássica solução das corregedorias, agencias reguladores e divisão dos poderes, que mantem o poder dividido dentro do próprio estado, e os todo poderosos sobre a vigilância de poderes mais totalitários ainda, mas nunca, nunca a libertação da sociedade e restituição da igualdade de poderes.

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X-Textos: Não recomendado para menores de idade e adultos com baixa tolerância a contrariedade, críticas e decepções de expectativas. Contém spoilers da vida.

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