A fé libertária e o Holocausto do Capital

Ou porque a restituição e defesa do bem comum, da livre comunhão de paz e liberdade absoluta de concepção são objetos de direto jusnatural e os pilares da causa EcoLibertária

Somente o cidadão, não reduzido a mero cliente de governos ou empresas, com direitos de participação política e econômica sobre o patrimônio nacional tem o poder de decisão necessário para escolher o quer quer consumir e produzir. E só neste verdadeiro livre mercado e democracia, ou rigorosamente na sua reintegração político-econômica podemos encontrar o equilíbrio entre a exploração e a preservação da natureza.

A participação acionária cidadã no patrimônio nacional e os respectivos dividendos sociais são diretos inalienáveis dos proprietários originais da terra: os povos e nações. E a nós, tão somente a nós na condição de pessoas naturais pertence o igualmente o direito de usufruto do bem comum assim como somente a nós como cidadãos plenos e emancipados pertence o dever equitativo de preservar a natureza.

Dever que pode ser delegados, mas direitos que podem ser alienados a corporações estatais ou privadas.

Digo não a estatização e não a privatização. E sim a socialização se e somente se está é voluntária e consensual; não expropriadora e cerceadora dos meios vitais e ambientais dos demais que não pertencem a sociedade ou classe que social que se arroga o poder autoritário do controle destes recursos contra os segregados por discriminação.

X-Textos: Não recomendado para menores de idade e adultos com baixa tolerância a contrariedade, críticas e decepções de expectativas. Contém spoilers da vida.

X-Textos: Não recomendado para menores de idade e adultos com baixa tolerância a contrariedade, críticas e decepções de expectativas. Contém spoilers da vida.