Navegar é Preciso: do Navio de Teseu e o Carniceiro

Não aposte com a vida dos outros. E com a sua? Só se for para salvar nada menos o que é essencial aos Fenômenos: O Livro da Ontologia da Vida.

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Ainda é cedo, amor
Mal começaste a conhecer a vida
Já anuncias a hora de partida
Sem saber mesmo o rumo que irás tomar

Preste atenção, querida
Embora eu saiba que estás resolvida
Em cada esquina cai um pouco a tua vida
Em pouco tempo não serás mais o que és

Ouça-me bem, amor
Preste atenção, o mundo é um moinho
Vai triturar teus sonhos, tão mesquinho
Vai reduzir as ilusões a pó

Preste atenção, querida
De cada amor tu herdarás só o cinismo
Quando notares estás à beira do abismo
Abismo que cavaste com os teus pés — Cartola

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O aviso abaixo agora virá sempre em respeito ao estado de ansiedade, depressão e até mesmo pânico.

Quem está em busca de mais informações sobre o problema, precisa de ajuda ou se quiser ajudar como voluntário:

O CVV tem um problema nacional de falta de voluntários porque é um trabalho que mexe com algo muito sagrado. Trabalha com emoções e sentimento de vulnerabilidade, e o voluntário precisa ter um sentimento genuíno de ajudar para assumir esta responsabilidade — avalia Zita. — Coronavírus: procura pelo Centro de Valorização à Vida

O espirito desse sitio, é também para aqueles que querem ajudar. Porém evidentemente não com palavras de conforto. Nisto aqui, para essas pessoas nada ajudam nesse momento, aliás nem nesse nem antes. Por isso. A escolha da media escrita e da Plataforma Medium.

Entre outros recursos de linguagem e metalinguagem, que servem como filtro para não causar alarmismo, balburdia em ambientes onde a arquitetura do ambiente e algorítimo é desenhado para gerar bolhas de cegueira e discórdia e desentendimento, e claro lucro, roubo da atenção e informação e metainformação, expropriação de propriedades e faculdades intelectuais, fora a difusão de vírus, cavalos de troia, robôs nem sempre movidos por IAs, e outras aberrações, que por umas moedas roubam o que temos de mais precioso na vida, o tempo para criar e produzir em favor uns dos outros. Hoje tão claro e evidente como a luz do amanhecer e terras firmes. Tem gato na tuba aqui, e também, tubo no rabo do gato aqui também, é claro que tem. Mas há uma razão de perda do investimento desse capital preciosíssimo muito menor. Muito menos patrulhas de cegos fanáticos seletivos ensandecidos prontos para impor sua politica correcional e penitenciaria com as próprias mãos.

E muito mais gente não só tolerante, mas com alta tolerância a erros e incorreções, mas praticamente invulnerável para não cair em provocações gratuitas ou pagas, nem se deixar ferir por ataques e ofensas, de tal modo que tem as condições tanto para de fato defender a si e outros, quanto até mesmo os ofensores sem ter que partir para a agressão ou apelar para a violência incluso a estatizada ou terceirizada legal ou não.

Hoje se vê o mal que essa guerra de facções, ou milicias, militantes, verdadeiros paramilitares, entidades paraestatais e antissociais, ligados não raros a projetos que tentam tomar o estado de direito passando por cima de todos os direitos humanos, seja como seus agressores seja como seus pseudo-representantes, deixaram o país a merce de proteção de fato nenhuma, salvo do seu parlatório. Agora gritam desesperados paguem logo. Pois não é que quando o olho do esfincter da esfinge fecha ela fala e até abre a mão. Pois é, somos todos humanos. Mas uns só lembram, como diria o outro, quando a água bate na bunda, ou merda chega no seu nariz. Uma questão diria o neurologista português de lobotomias, eu de lobomanias e lobomaniacos mesmo.

A música novamente é premonitória, porque as artes assim como os esquizofrênicos, sofrem o mundo de uma outra forma mais empática, mais sensível a realidade do outro, presente e futuro. Ou se preferir co-incidência. Como diria o interpretador dos psicokillers, quem haveria de haver Werewolfs in London, ou também até lá. Mas prefiro os Mutantes mesmo que sempre viram melhor como Belchior, os Infernos dos Dantes e Dandis:

Parece (mas não se engane porque só parece porque esse é um pica-pau) nunca será um verdadeiro republicano nem democrata, não é farroupilho, nem constitucionalista, não é cavaleiro da esperança, nem rei do cangaço, não é tenentista, nem positivista, não é conservador, nem progressista, não é nada senão um vessel a deriva, nem pirata, ou corsário é, é só um holandês voador. O mais perigoso bem sabe tanto os verdadeiros capitães sejam eles os das bandeiras negras, das companhias das Índias ou dos Estados Nações.

Pois bem, sabem tanto os gregos das Odisseias quanto os próprios pais da nossa portuguesa das Lusíadas de Camões até o multihomem das mil e uma personalidades do navegar é preciso que só existem dois tipos de navio nessa vida:

O Navio de Teseu e o Carniceiro.

O Navio de Teseu. Sai com uma direção e finalidade, e vai se sacrificando na jornada perdendo todas as suas partes. E quando volta, sem mais nenhum pedaço de madeira, vela, ou sequer, tripulação que havia partido. Dele só volta nada senão um novo navio e a odisseia da sua jornada que lembrada ou não, contada ou não. Lá está. No seu porto seguro. É o precursor. O pioneiro. É o berço. É Bioship. Ontologia Epistemológica da Liberdade Fundamental. O ETHOS da ecologia cosmopolítica da Ciência.

O outro é o Carniceiro. Que vai atrás. Pegando cada peça que cai do navio de Teseu. E montando sua embarcação a imagem e semelhança da de Teseu. Também aporta no mesmo porto. E é ele agora a visão do antigo navio. Tem até o diário. A historia. As memorias. E quiça até mesmo tripulantes que pulou fora. Mas não tem a jornada. É o navio sombra. Reflexo, sem brilho nem reflexão própria porque é meramente a forma e narrativa do outro. E não sua meta-transformação. Não tem função, juízo, razão, credo ou finalidade própria. É o falso. A cópia. É a cripta. Alienista e ilusionista. É o necroship. Apologia Escatológica do Poder Total. A moralidade da Ideologia das Ciências politicas e Econômicas entre outras.

O primeiro sabe onde fica El Dourado que não é no mapa-mundi, mas na trajetória, a jornada. O outro vende terreno no céu e na terra. Um acha que a vida é um pro-filongamento, ou outro sabe que é o salto que espaços das considerações.

Não entendeu? Big Mama explica:

Não basta não encarar na nau do Carniceiro. Isso são fata morganos, miragens. É preciso construir a arca. E ninguém precisa ser Noé, pai de nenhuma tribo de Judá, basta ter um pouco de solidariedade e voluntarismo. Porque tudo que não é prego, até tronco, incluso com ç, não afunda. São arquétipos. Ninguém é perfeito, mas também não precisa bancar o doido. As pulsões de morte e de vida, movem o cosmo. Quer uma prova? Vai subir as taxas de natalidade. E não é porque as pessoas não tem o que fazer em casa. Tem mais do que TV. Tem internet e BBB. Mas porque o medo da morte gera reprodução em todos animais, incluso o humano. E em razão acelerada. Mas não raro violenta, brutal e quando perturbado, reprimido, frustrado, o individuo, mais maniaca possessiva, compulsiva, parafilial e tanática. Ou seja, vai crescer muito a violência domestica: Especialmente contra a mulher e criança, incluso de natureza física, psicológica e sexual. E isso é uma denúncia.

Com o isolamento social, (NECESSÁRIO) cada homem desprovido da consciência, governado tão somente pelo ego e superego, ou seja adestrado para viver em função do alheio, do ver e ser visto, do jogo panótico de se ver e ser visto, vigiar e ser vigiado, se torna o monstro invisível, libera o monarca tirano e absolutista, o nazifascista e o stalinista que mora dentro dele, o monstro cego, posto que cegado desde a infância do olho semiótico da sua própria ciência e consciência.

Tradução: ele não tem regulado as suas funções da glândula pineal, em conformidade aos estímulos empático sensíveis ambientais, seja da natureza ou pessoas a sua volta. Suas respostas comportamentais são dadas a partir de gatinhos imprintados em memória, e que respondem à comandos baseados na pressuposição de pan-vigilância de fato ou imaginária, cuja ausência do medo de ser flagrado, seja do fato de ser de fato flagrado, irá produzir o mesmo resultado, um tirano agora em seu feudo.

É assim que funcionam todos os ditadores, sejam os pequenos ou grandes. Olham para os lados, são bandoleiros que primeiro olham para ver se os vizinhos podem ver e ouvir o que as barbaridades que farão em casa ou se ouvindo farão algo contra. Depois, parte para cima dos vizinhos. A razão da força da sua rapinagem. Só não vê e ouve quem não quer ou finge que não está vendo e ouvindo. Porque tem medo. Justo e sensato. Tem que se proteger e proteger aos seus. Ou o cuidado é de um bando. E não importa se do mesmo ou rival. Pois este é um erro bastante comum de quem você dá a cruz para cair na espada. Orwell que viu de dentro como eles fazem para passar na Catalunha em 1938 bem sabe. Sabe que a quinta coluna ataca por dois flancos do espectro, junta e simultaneamente, a esquerda e direita, pois agem na retaguarda das posições estratégicas dos seus supostos “aliados” com falsas bandeiras de frentes e ordem unida. E nem precisam combinar, boi branco conhece boi branco.

O homem aqui, coloco homem não como ser humano em gênero neutro, mas masculino na sociedade, tende a se comportar com muito mais agressividade com o medo. E haja cagaço dos cagões, do escuro e de injeção numa hora escura dessas. Entenda, a morte não dá tesão. Isso é coisa de gente doente. Pervertida. É o inverso. O perigo da morte gera vontade de sobreviver tanto como indivíduo quanto espécie, onde o organismo em particular ou coletivo não entrou evidentemente em modo de depressão ou mesmo desintegração. Não que todo individuo irá sair querendo trepar feito um coelho. Muitos irão canalizar essa libido para ajudar outros indivíduos. Mas isso é resultado de um processamento inteligente e consciente. E não uma resposta pura e simplesmente instintiva. Da mesma forma que não reagir a uma agressão, com outra. É digamos o resultado de cálculos e projeções de nexos mais complexas que envolvem o sacrifício de um organismo em particular em favor da coletividade. Como uma leoa que ao invés de devorar seus filhotes dá sua vida, para que eles sobrevivam.

Uma capacidade que vai sendo eliminada ou literalmente brutalizada conforme não só as condições aparentes de privação de carestia de desenvolvimento cognitivo da episteme, tanto o intelectivo quanto o emocional, de modo que não adianta nada ter todos os recursos e meios do mundo se o individuo não sente ou não enxerga mais um palpo, senão o seu próprio nariz. E se toda uma tribo ou espécie está nesse estado de falta de nexo, é todo um complexo sem sentido coletivo, não é mais do que senão uma panela de pressão a bater pino, e cabeça, que sem uma válvula de escape… Bum…Explode. Aliás não uma, mas tantas quantas o seu superegos não vierem cuidar dos seus filhotes, os eguinhos. Ou Cronos corre. Ou seus filhotes, vão devorar toda complexa maquinaria. E como todos somos filhos do (nosso) tempo. E os inocentes não tem culpa do pecados dos pais. Nós. Vamos tratar do Futuro com um pouco mais de sabedoria? Um pouco mais de Metis? E menos tecnicismo? Menos hipocrisia e hipóteses nessa hipercrise e um pouco mais de práxis? Que tal?

Falei grego? Latim. Falei, mesmo. Sorte a nossa. Que temos a língua portuguesa, como aliada numa hora dessas, uma língua rica para entender o que é fazer engenharia e reengenharia epistemológica. Agora vamos descriptografar o código necrológico pra biografia da história do Futuro do Brasil em tempo real: A ATUALIDADE. E fazer a porra da atualização do caralho que um dia foi só um mastro magali dessa caravela desgovernada que precisa ser bolinada, o oposto do que é hoje, bolinar, fazer o zigue-zague na angulação perfeita para navegar contra o vento, o equivalente em arte marcial a utilizar a força e potencia do adversário não contra ele, mas a seu favor e o dele. A verdadeira defesa que não é a pessoal, mas a universal. Serviço de Inteligencia? Não de Consciência. Uma outra Ciência. Humanidades. Uma outra especie de Ciências Sociais e Humanas, por oposição ao lema tudo no Estado, tudo para o Estado, nada fora do Estado.

Tudo pelo Social e Humano, Ninguém for da Sociedade e Humanidade e tudo pelas Sociedades e Humanidade. Mas e o Planeta? E você acha que ele não sabe se livrar das suas sarnas que arrumou para se coçar o novo SuperEgo agora vai? Super-Prepotência é o que mata. É a ordem das potencia dos fatores que sempre altera o produto e não o inverso: Da gota ao mar e além. Mas, ok tem razão. Todos pela Cosmopoliticidade da Vida, nada fora do Cosmo da lógica da Vida, e Nada nem Ninguém abandonado pela Cosmopolítica da Vida.

Agora regra numero um da nova ciência: a da Mitriase. Se é tão bom assim. Experimenta EM você primeiro. Incluso a privação primitiva. Pois não se enganem, se um dia disserem que foi alguma pessoa ou coletivo que garantiu a renda básica é mentira. Ninguém. É a necessidade. Não foi lei, experimento. Isso é vaidade. Não somos os tolos. Foi o coronavírus. Só ele, que fez o que pregadores, e ativistas nunca conseguiram fazer. Mover corações de pedra? Não são corações que estão batendo, mais acessos. Não se enganem. São cu piscando. E quando deixarem de piscar. Napo leões, ou leãozinhos menos napudos e papudos marcharão para arrancar, o que talvez nem deem e estão custando e adiando para dar. Arrancarão gargalhando de espada na mão o que hoje dão chorando com o cu na mão. Pessimismo. Não. História da Humanidade. Que só muda com a Conscientização da própria Humanidade.

Fala Machado (de novo) :

Porque depois quando você estiver a beira da morte. Aí… até quem se achava imortal pede pelo que sempre renegou até para quem negou existia para quem negava que existia, que houvesse recursos existentes, provas existentes que funcionava, pessoas existindo que realmente precisassem:

Renda básica aplicada, porque em tese, ninguém nunca negou que o unicórnio sempre existiu. Em tese…

Mas agora dá logo porque agora não é mais lenda urbana. Porque entre mortos e feridos, aqueles que se salvarem, hão de voltar e ter o sustento renegado até que o mundo acabe de novo. Se tiverem outra chance de se redimirem. E pararem de tirar com uma mão amanhã o que nem ainda deram hoje. Realmente não sabem nada, absolutamente nada do que estão fazendo e menos ainda a deixar de novo de fazer. Mas paga logo que o Dr. Mendes mandou. #Paga Logo.

Um programa que é brincadeira de criança para crianças aprenderem brincando como funcionam as loterias (e a linguagem do futuro: a das máquinas)… em Pascal (que tinha razão+coração (e morreu doidinho, [mas fiel as suas apostas na vida] ninguém é perfeito): uma linguagem de programação elegante para como a matemática e as soluções tem que ser diferente de minha pessoa e personalidade que é tóxica como séculos retrasados, mas estou matando ela, não se preocupem se pós-ocupem. Por que a morte é como imposto de renda,peraí… acho que já usei essa piada.

Ah, um aviso aos adultos gananciosos, a MegaSena esta fechada, e o mesmo se abrir você precisaria de muito dinheiro, ou milhões de reais, pessoas e tempo para fechar tantas combinações por n sorteios desse tamanho. É por isso que quem tem grana não perde tempo nem dinheiro com loteria de pobre, mas o dos outros com o de rico: a bolsa. Ou seja é para entender como funciona o os movimentos nem tão randômicos assim

unit Sena;

{$mode objfpc}{$H+}

interface

uses
Classes, SysUtils, FileUtil, Forms, Controls, Graphics, Dialogs;

type
{ TLoto }
TSena = 0..160;
Tdezena = 1..6;
TSorteio = 0..3000;
TCombo = 0..10000;
TMatriz = array [Tsorteio,Tdezena] of Tsena;
TJogo = array [Tcombo,Tdezena] of Tsena;
Tlimite = array [Tdezena] of Tsena;
{ Tloto }

{ TFormMegaSena }

TFormMegaSena = class(TForm)
procedure FormCreate(Sender: TObject);
private
{ private declarations }
public
{ public declarations }
end;

var
FormMegaSena: TFormMegaSena;
{variaveis do programa}
combo : TJogo;
dezena : TMatriz;
diferenca : TMatriz;
soma : TMAtriz;
concursos : TMatriz;
l, d1,d2,d3,d4,d5,d6: integer;
minimo,maximo, mindif, maxdif, maxsoma, minsoma: TLimite;
jogos : longint;
{variaveis do programa}
implementation

{$R *.lfm}

{ TFormMegaSena }

procedure TFormMegaSena.FormCreate(Sender: TObject);
var
jogotxt : array [Tsorteio] of string;
s : string;
arq : TextFile;
i,j,k,m,n,x : integer;
xy : string;
ok : boolean;

begin
for i:= 1 to 6 do
begin
minimo[i]:=60;
maximo[i]:=0;
mindif[i]:=100;
maxdif[i]:=0;
end;

{ Arquivos }
AssignFile(arq,’D:\\MEGASENA.TXT’);
Reset(arq);
for l:=1 to 3000 do
jogotxt[l]:=’’;
l:=1;
while not EOF(arq) do
begin
ReadLn(arq,jogotxt[l]);
l:=l+1;
end;
CloseFile(arq);
for i:= 1 to l-1 do
begin
s:=jogotxt[i];
if i <1000 then
begin
xy:= s[5]+s[6];
dezena[i,1]:=strtoint(xy);
xy:= s[8]+s[9];
dezena[i,2]:=strtoint(xy);
xy:= s[11]+s[12];
dezena[i,3]:=strtoint(xy);
xy:= s[14]+s[15];
dezena[i,4]:=strtoint(xy);
xy:= s[17]+s[18];
dezena[i,5]:=strtoint(xy);
xy:= s[20]+s[21];
dezena[i,6]:=strtoint(xy);
end
else
begin
xy:= s[6]+s[7];
dezena[i,1]:=strtoint(xy);
xy:= s[9]+s[10];
dezena[i,2]:=strtoint(xy);
xy:= s[12]+s[13];
dezena[i,3]:=strtoint(xy);
xy:= s[15]+s[16];
dezena[i,4]:=strtoint(xy);
xy:= s[18]+s[19];
dezena[i,5]:=strtoint(xy);
xy:= s[21]+s[22];
dezena[i,6]:=strtoint(xy);
end;
end;
{Arquivos}

{ordenar}
AssignFile(arq,’D:\\MEGASENAORD.TXT’);
Rewrite(arq);
for i:= 1 to l-1 do
begin
jogotxt[l]:=(inttostr(i))+#9;
for j:= 1 to 5 do
for k:= j+1 to 6 do
if dezena[i,j]>dezena[i,k] then
begin
x:=dezena[i,j];dezena[i,j]:=dezena[i,k];dezena[i,k]:=x;
end;
for j:= 1 to 6 do
begin
{max min}
if dezena[i,j]>maximo[j]then
maximo[j]:=dezena[i,j] else
if dezena[i,j]<minimo[j]then
minimo[j]:=dezena[i,j];
{max min}
jogotxt[l]:=jogotxt[l]+(inttostr(dezena[i,j])+#9);
end;
WriteLn(arq,jogotxt[l]);
end;
CloseFile(arq);
{ordenar}

{diferença}
AssignFile(arq,’D:\\MEGASENADIF.TXT’);
Rewrite(arq);
for i:= 1 to l-1 do
begin
jogotxt[l]:=(inttostr(i))+#9;
for j:= 6 downto 2 do
begin
diferenca[i,j-1]:=dezena[i,j]-dezena[i,j-1];
{max min}
if diferenca[i,j-1]>maxdif[j-1]then
maxdif[j-1]:=diferenca[i,j-1] else
if diferenca[i,j-1]<mindif[j-1]then
mindif[j-1]:=diferenca[i,j-1];
{max min}
jogotxt[l]:=jogotxt[l]+(inttostr(diferenca[i,j-1])+#9);
end;
WriteLn(arq,jogotxt[l]);
end;
CloseFile(arq);
{diferença}

{Construção da Matriz Padrão Comb a Comb p definição de Parametros

for i:= l-1 downto 2 do
for j:= i-1 downto 1 do
begin
for k:=1 to 6 do
begin
paddez[i,j,k]:=dezena[i,k]-dezena[j,k];
contapad[paddez[i,j,k],j]:=contapad[paddez[i,j,k],j]+1;
if contapad[paddez[i,j,k]
end;
for k:=1 to 5 do
begin
paddif[i,j,k]:=dif[i,k]dif[j,k];
end;
end; }

end;

end.

Feliz, primeiro 1 de abril. O dia da mentira. Com {conchetes} e outros gatos na fiação.

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Porque a coisa tá russa:

Mas o problema não é decisão, mas de parada, e Turing não vai ajudar. Term que colocar o alfa no ômega.

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Chaitin não explica, mas ajuda.

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X-Textos: Não recomendado para menores de idade e adultos com baixa tolerância a contrariedade, críticas e decepções de expectativas. Contém spoilers da vida.

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