Não é (só) o Planeta que vai ser queimado no futuro, é antes a Liberdade que está sendo assassinada no Mundo. Agora

E não se engane: a ordem dos fatores não só altera o produto, ela gera o lucro

Parte I

É Holocausto? Elementar meu caro Watson. Elementar.

Como as batatas dos Andes Chilenos e até o chocolate das Bacias da Amazônia foram virar um produto legitimamente belga e objeto de guerra comercial?

Elementar meu caro, Watson. Elementar. O Congo belga explica.

Ou melhor crimes de genocídio contra a humanidade cometidos no Congo pelos reis da Bélgica explicam.

“Imagine nós retornando da luta contra alguns ‘rebeldes’; vejo, na proa da canoa há uma vara e um saco dependurado nela … Estas são as mãos (mãos direitas) de dezesseis guerreiros que eles mataram. ‘Guerreiros!’ Você não vê entre elas há mãos de criancinhas e crianças (meninas ou meninos)? Eu os vi. Vi até onde o troféu foi cortado enquanto o pobre coração batia forte o suficiente para disparar o sangue das artérias cortadas a uma distância de quatro pés. “. — Arthur Conan Doyle, “Crimes no Congo”

Como se a pobreza e riqueza, ou seja as provas materiais do latrocínio não se explica o crime por si mesma. E ainda dizem que economia, politica e justiça são ciência. Faz-me rir. Nem para acobertar os rastros.

E porque precisariam esconder o que fizeram? Ou pior, parar ou esconder o que continuam fazendo?

Aliás não só eles.

Quem precisa se preocupar com as consequências dos seus atos, se é ele que determina qual é a denominação e logo não só quando, onde como, mas responderá pelos seus crimes? Quem precisa se preocupar com seus crimes. Se é ele que define o que são crimes, e quais crimes hão de permanecer impunes ou sem reparação? Quais os crimes que compensam e quais não? Quais são os legais e não?

Pois é, elementar, meu caro Watson. Elementar.

Aliás, não só não importa o quão improvável, não importa o quanto você não queira acreditar que papai noel come criancinhas. Ele não só come, como antes escraviza, e coleciona cabeças e mãos. Agora que o diga os Namibianos que tem ainda que pedir a cabeça do seu povo de volta dos museus.

Sim. Genocídio. Mas Por que?

O porquê não. Porquês. São dois. Porque o crime de genocídio meu caro Watson, não é só um roubo, mas também assassinato. Um latrocínio em massa, não raro com requintes de crueldade, perversidade, que você só encontra em assassinatos praticados por psicopatas em série, porém feito nesse caso não por lobos solitários, mas matilhas inteiras, a praticar um crime que tem uma assinatura que revela não só as motivações mais evidentes da mente criminosa, mas também os desejos mais obscuros e inconfessáveis.

Logo, não uma motivação mas duas: uma para o roubo: a mesma que por sinal leva os beneficiários do roubo a continuarem a negar e renegar acobertar ou a continuar a pratica-lo sob outros termos e condições menos brutais e “escandalosas”. Tomar e manter riquezas que não lhe pertencem. Como bem explica, ou melhor confessa o parlamentar alemão:

(…) Medo de compensações

Até agora, todas as iniciativas que consideravam os assassinatos em massa na atual Namíbia como genocídio foram derrotadas no Parlamento. Segundo o deputado dos Verdes, Hans-Christian Ströbele, isso aconteceu devido ao receio de que a Alemanha tenha de pagar compensações.

“A ideia é que, se começarmos a questionar os crimes do nosso passado colonial, seremos também responsáveis por compensações ou reparações. E onde é que isso iria terminar?”, explicou Ströbele numa entrevista ao canal de televisão alemão ZDF. (…) — Alemanha reconhece genocídio na Namíbia

Esses são os motivos pecuniários para o roubo e a negação de quem detém a posse roubada em restituí-la ou pagar o que deve.

Já quanto a tortura, carcere, sequestro, assassinato, e outras práticas doentias não só em série, mas em massa não de 1 ou 2 vítimas, mas de mais 10 milhões, incluso crianças. A resposta para essa pergunta, não está na riqueza que esta possui, mas assim qualquer assassinato doentio, praticado por um, pouco, ou muitos com requintes de crueldade o que se passa na mente desses psicopatas. Algo que se descobre tanto pelo perfil das vítimas, quanto nos próprios relatos deixados por essas mentes ensandecidas, que não raro descrevem em detalhes as razões, ou melhor tentam justificar ou racionalizar a monstruosidade de seus atos.

Porém, mesmo que tais relatos tenham sido adulterados ou destruídos, basta investigar e olhar novamente para o perfil das vítimas, e você saberá qual é a real motivação neste caso para a violação e violência contra suas pessoas e seus corpos.

Um psicopata assassino, ou seita ou culto deles que deixa por exemplo rastro de mulheres violentadas, assassinadas, mutiladas, estripadas e expandas (pode eventualmente e certamente roubar mulheres) mas não é bolsa que ele visa, ou só visa. Seu objetivo ou fetiche não é só riqueza, mas outro. E ao entender como funciona a cabeça desses assassinos no caso os genocidas, olhando para o perfil das suas vítimas, não só sabemos o que eles realmente visavam e queriam satisfazer, mas qual era de fato outra motivação consciente ou não do seu crime monstruoso: o ódio e vontade assassina de exterminar com aquilo que costumava se chamar de raça das outras pessoas, ou a gene, que por sinal também é um conceito igualmente criminoso, amplamente usado para fins criminosos para descriminar, apartar e prejulgar roubar e matar pessoas com ares de pseudo-ciência. Charlatanismo, eugenia, meu caro Watson. Charlatanismo puro, e não só para o enriquecimento ilícito, mas a serviço dos piores tipos de crime contra a humanidade. Genocídio tanto o positivo e afirmativo quanto o negativo e negacionista.

(…)As negociações entre Alemanha e Namíbia são o resultado de um longo processo iniciado logo após o país se tornar independente da África do Sul, em 1990.

“Os povos herero e nama exigem um pedido de desculpas oficial do povo alemão, emitido pelo Parlamento. O Parlamento deve pedir perdão de forma inequívoca pelos crimes cometidos em nome do imperador (o kaiser Guilherme)”, afirma Kamatuka.

Um dos temas mais complicados é o de uma possível indenização.

A Alemanha se recusa a falar sobre reparações e propõe oferecer compensações por meio de projetos de infraestrutura e ajuda financeira para a Namíbia.

“Quando um criminoso comete um delito, ele não tem direito a escolher as consequências”, discorda Kamatuka.

Ativistas pedem para participar direamente das negociações e dizem desconfiar do que o governo da Namíbia, dominado por outro grupo étnico, o ovambo, fará com eventuais fundos repassados.

Alguns observadores ressaltam que a negociação direta com grupos étnicos e discutir reparações faria com que a Alemanha reconhecesse culpa com base na convenção da ONU contra o genocídio.

Indenizações

Kamatuka diz que as vítimas africanas mereciam o mesmo tipo de indenização individual que as do Holocausto.

O principal negociador alemão, Ruprecht Polenz, disse à imprensa que seu país usará o termo ‘genocídio’, mas descartou categoricamente a indenização de familiares de vítimas

“O número de mortos no Holocausto e na Namíbia não é comparável, mas o que fizeram com nosso povo foi igualmente brutal”.

Segundo o jornal The New York Times, Ruprecht Polenz, o representante alemão nas negociações, assegurou que seu país usará o termo genocídio.

Mas em entrevista a uma rádio alemã, ele disse que, na visão do governo, o uso do termo não incorre em obrigações legais, mas sim morais e políticas de “sanar as feridas”.(…) -Por que a Alemanha não se desculpou até hoje pelo primeiro genocídio do século 20

Termos, genocídio ou holocausto. A escolha deve ser prudente. Porque há precedentes jurídicos e jurisprudenciais internacionais. E desculpas não por genocídios não implicam em devolver o que foi roubada nem indenizar sobreviventes, já holocaustos. Reconhecimento de holocausto mudam direitos de propriedade e exploração. Já pedidos de desculpas, permitem manter os crimes em termos atuais, ou seja mais discretos e civilizados.

“Espera-se que um dos resultados desse diálogo seja uma linguagem comum em relação a esses eventos históricos, assim como um pedido de desculpas da Alemanha e a aceitação dessas desculpas pela Namíbia.”

Ngondi Kamatuka afirma que “se Alemanha tomar a posição de não nos indenizar, pensaremos que não querem fazê-lo porque, ao contrário das vítimas da Segunda Guerra Mundial, nós temos a pele negra”.

O representante herero, que vive nos EUA, diz que fundos pagos pela Alemanha poderiam ser usados na compra de “terras roubadas dos herero e dos nama, que hoje vivem em pobreza espantosa.

Segundo o ativista, esses grupos étnicos ocupavam “cerca de 70% das terras” antes da chegada dos alemães.

“Hoje ainda temos muitos proprietários de terra que só vão à Namíbia para caçar. Fomos pacientes e jamais invadimos suas fazendas, mas as indenizações permitiriam comprar algumas dessas terras para combater a miséria de nosso povo.” (…) -Por que a Alemanha não se desculpou até hoje pelo primeiro genocídio do século 20

Por isso nada pior do que um negacionista de um Holocausto. E ser um negacionistas que as vítimas de outros genocídios devam ser discriminadas seja por razões pecuniárias ou racistas. Um crime novamente contra todas as vítimas de genocídios e holocaustos, usar desse tipo de subterfúgio para novamente disseminar a semente do mal e discórdia fazendo parecer que aqueles que foram exterminados estão a querer algum status especial, e não simplesmente ter em morte o que foi negado em vida, serem tratados como seres humanos absolutamente iguais em direitos, incluso de reparações, independente dos termos, credos e denominações. Fazendo parecer novamente que as vítimas de um genocídio que querem negar, para serem as únicas vítimas, e não quem detêm de fato os produtos do crime, a evitar o reconhecimento do que devém, fugindo com o jogo que depois da violência de fato consumada vem para acobertar dos crimes da humanidade: o jogo das palavras que irão ditar e portanto escrever a história.

De modo que há dois métodos para se estudar a história. Um olhando as falsas pistas e registros deixados pelo malfeitor para acobertar e tentar fazer a lavagem legal dos seus crimes, inclusive a histórica. O outro, que inclui a investigação não só desses registros adulterados, onde os malfeitos estarão registrados como benfeitorias, o roubo como propriedade, e a vítima senão desaparecida até como criminosa.

Uma investigação e escavação arqueológica minuciosa do passado, a procura dos cadáveres e rastros, e claro da pilhagem, cujas pistas estão não no passado, mas no presente, na observação do efeitos no presentes dos passado. Ação e reação. Causas e consequências. Porque é das evidencias, ou do que é evidente no presente que se descobre não só o que está escondido no passado. Mas o que se passa nas mentes criminosas no mundo, especialmente as que não só estão acima da lei, mas que estão acima das leis, porque as fazem.

E sabendo como funciona a mentes, quais são suas taras, obsessões, manias e verdadeiros interesses de quem comanda as máquinas criminosas mais poderosas do mundo, não só do passado, mas do presente, entender não só quem foram os alvos do passado, mas quem são as vítimas sempre preferenciais desses predadores.

Porque caso não tenha percebido, guerras, genocídios e massacres não só estão em curso, como escalando de forma mais uma vez de forma descarada e abrangente. Genocídios, holocausto, como quiser chamar, desde que não queira hoje fechar os olhos, para amanhã negar, desde que não se faça cúmplice, estão sendo cometidos agora mesmo, meu caro Watson. E não é preciso ser nenhum Sherlock para ver isso.

Está mais do que claro que temos um problema não apenas na investigação com a lógica da investigação cientifica ou melhor com métodos da investigação semiótica e epistemológica da história. Aliás não só da história, mas da psicologia comportamental das massas, que não só apresentam traços de neurose, e esquizofrenia que podem levar a surtos psicóticos “histéricos” ou mesmo serem induzidas a alucinação coletivas, mas podem ter também igualmente surtos psicopáticos coletivos, dados aos preconceitos e prejulgamentos culturais de normalização da discriminação, segregação, violência, contra gene, gêneros, etc… introjetados no não só no seu subconsciente, mas no seu superego, produzindo não traços personalidades psicopatóides, mas culturas com baixas respostas empáticos solidárias facilmente portanto manipuláveis e manobráveis para responder ao condicionamento e atender a demanda produção de finalidades estatopáticos sistemáticas de larga escala, incluso as implicam em genocídio e sem resistências ou maiores culpas.

Funcionando portanto não só como executores, mas como verdadeiras armas nas mãos dos verdadeiros mandantes e planejadores desses crimes. Novamente. Elementar, meu caro Watson. Porque milhares de mortes, que dirá milhões sem uma tragédia natural envolvida, não é acidente. E não o sendo. Tem nome e sujeitos: crime e criminosos.

E se você acha que isso é uma brincadeira, não é. Não é brincadeira, nem filme e se fosse de horror, seria um que nem mesmo a mente mais perturbada podeira conceber sem se inspirar no piores pesadelos e morte que um ser humano pode causar a outro, não só matando sua vida, e seus sonhos como diria Greta, mas matando e perseguindo para matar de verdade até nos sonhos.

“Síndrome da Morte Noturna Inexplicável Repentina”

Freddy Krueger foi um dos personagens mais icônicos e assustadores dos anos 80. Em 1984, A Hora do Pesadelo, filme de terror escrito e dirigido por Wes Craven, foi para as telas dos cinemas contando a história de adolescentes que, durante o sono, lutavam contra a criatura desfigurada. O mais aterrorizante de tudo, na verdade, é que o roteiro foi baseado em acontecimentos reais.

Um artigo publicado no LA Times inspirou o diretor do longa-metragem. Nele, médicos e especialistas narravam uma onda de mortes inexplicáveis que atingiu um grupo muito específico de pessoas nos Estados Unidos.

O jornal contou a história de uma criança refugiada do genocídio que aconteceu no Camboja no ano de 1975. O assassinato em massa promovido pelo regime do Khmer Vermelho fez com que muitas pessoas do sudeste asiático fossem pedir abrigo nos EUA.

O garoto do Camboja dizia que estava com medo de dormir porque ele seria atacado e morto durante seu sono. “Quando ele finalmente adormeceu, seus pais pensaram que a crise havia terminado. Então eles ouviram gritos no meio da noite. Quando chegaram, ele estava morto. Ele morreu no meio de um pesadelo”, disse o diretor Craven ao jornal diário Vulture.

Mas a situação não foi um caso isolado. Isso aconteceu com inúmeros refugiados que tentavam escapar do terror no Camboja. Ainda mais particular: o grupo atingido pelas mortes repentinas era, geralmente, o de homens jovens. Um grande segmento de pessoas da etnia Hmong sofreu com a síndrome desconhecida, o que gerou preocupação em médicos.

“São pessoas que sofreram muito e foram sujeitas a muito”, disse a Dra. Khatharya Um, professor associado da UC Berkeley e autor do livro Southeast Asian Migration: People on the Move in Search of Work, Refuge, and Belonging (Migração do Sudeste Asiático: Pessoas em movimento em busca de trabalho, refúgio e pertencimento, em tradução livre).

A experiência traumática pode ter gerado esse tipo de comportamento do corpo. Muitos membros da comunidade disseram que as mortes foram causadas por agentes químicos aos quais essas pessoas estariam expostas. Mas os médicos não concordaram com a teoria.

“O gás nervoso não age dessa maneira. Não há evidências. Em segundo lugar, se era gás nervoso, por que afeta apenas homens e por que apenas durante a noite?”, questionou o médico legista Larry V. Lewman no artigo publicado pela LA Times.

Mais tarde, a síndrome foi nomeada como Síndrome da Morte Noturna Inexplicável Repentina (SUNDS, em inglês). “Isso foi um reflexo de que tipos de estressores surgem no corpo quando pessoas são removidas à força de um mundo familiar para um contexto completamente estranho e às vezes até hostil?”, perguntou-se a Dra. Um. Até hoje, a onda de mortes ainda permanece sem explicação. -Como o Genocídio no Camboja inspirou o clássico A Hora do Pesadelo

Inexplicável? Como o banzo e a morte não súbita mas lenta por geofagia dos escravos?

Não, até mesmo essa outra doença a do observador que impede de compreender o mundo e a realidade sensível do outro ser sensível e portanto ver o evidente porque amputado da sua capacidade de responder e logo interpretação a informação sensorial como tal, concepção do outro sujeito e não preconcepção sua como mero objeto, até mesmo essa outra insanidade patológica é perfeitamente explicável, desde que se use para as concepções e proposições e deduções epistemológicas e semióticas o mesmo método que se utiliza para razões dos fatos e eventos fenomenológicos, a ciência das observações empíricas e deduções lógico-matemáticas e não das pressuposições ideológicas e projeções mitológicas ou imagéticas.

Desde que de aplique na autocritica das própria produção da razão e reflexão o mesmo método que se aplica na produção dos juízos sobre a natureza e razão alheia. Incluso para a concepção dos sentidos e funções existenciais desde a lógica de programação da própria linguagem seja a matemática ou gramática. Eliminando axiomas predefinidos produtos da imaginação, e substituindo-os pelas incógnitas a serem investigadas como hipóteses imaginativas ou heurísticas do que já não é mais um campo de ideias meramente especulativas sobre coisas invisíveis ou já não mais visíveis, mas de dedução das coisas elementares verificáveis através de evidencias empíricas e retornam as evidencias seja lá qual for o aparelho sensorial ou as pegadas disponíveis. Logo uma ciência pois não trata mais de ideias elementares, mas novamente de coisas elementares, ainda que estas coisas seja a ciência da concepção das próprias ideias, incluso do próprio mundo ou natureza das coisas.

Em outras o desbravar a última fronteira física meu caro Watson.

O espaço sideral Sherlock?

Não, esse uma vez quebrada a quarta descobrirão qual parede é, ou melhor são infinitos. Não, o desbravar através da luz da razão, ou fé nela, que é a mesma coisa, a última verdadeira fronteira que assombra a ciência de toda physis, e que compõe essa quarta parede, a metafísica. Algo que se faz se limitando a busca as meras observações, mas prosseguindo com a investigação da causa até encontrar o que é elementar.

A própria busca da lógica seminal da verdade, ou simplesmente a investigação epistemóloga dos fenômenos através da semiótica. que faz no final da episteme não mas uma ideia preconcebida ou imaginária, mas necessariamente sempre uma incógnita, um x da questão, e não como dado preconcebido. Não mais uma axioma, uma proposição fundamental. Uma episteme tomada por fenômeno desconhecido a ser problematiza e formulada como questão,, equacionada como incerteza e improbabilidade e ser solucionada como resposta e saber não dado elementar, pré-formatado, e pré-determinado, mas informado e autodeterminado a partir da dedução deitas da percepção da coisa sensível e não da ideia preconcebidas pela ausência de sensibilidade e logo intelecção, ciência e consciência sobre a coisa.

A logica portanto que busca sempre a episteme, o espirito da coisa não como entidade metafisica, ou conceitual, mas fenomenológica e portanto ainda que padrão imaterial, necessariamente lógico e com consequências concretas e passiveis de serem não só “vistas”, mas previstas no comportamento dos fenômenos materiais, senão não seria nem ciência que dirá então consciência.

Logo uma epistemologia como ciência não só da produção do conhecimento, ou da lógica da produção da ideia de verdade ou dos fenômenos. Mas como conhecimento de tudo que é elementar a formação das coisas, o que necessariamente passa pelo lógica do processamento da informação mas não para nesta, mas desta é que finalmente se deduz o que realmente elementar a (informação não só da ideias das coisas, mas elementar também a (in)formação da essência de todas as coisas, incluso o processamento da informação e projeção da realidade dos fenômenos.

A lógica da episteme que faz de tudo que é elementar não só meramente a causa de um fenômeno, que é constructo e operação o mental, mas antes e também um fenômeno e não um mera fantasia do querer (ou tara) do observador. Um processo que antes de efetuado como operação lógico dedutivo pelo sujeito que a observa um fenômeno, discrimina suas propriedades, abstrai suas qualidade, enfim problematiza sua existência como função da sua intelecção para como questão simplifica-lo a solução e como resposta reduzi-lo a objeto e como objeto apropriar dele como saber. É primeiro autodeterminado pela própria natureza do fenômeno como sua própria formação ou concepção e ação que produz a informação.

De tal modo que o observador que neste processamento dos sujeitos e objetos perde o denominador comum, principio elementar, constituinte da dinâmica autogeradora e autodeterminante não só saber, mas dos fenômenos, das causas e consequências dos eventos, sua fundamento da sua formação e informação e evolução, está seminalmente e elementarmente cego. O que não é um problema desde que tudo continue no mesmo lugar. Porém como as coisas mudam e quando mudam não resta a estes individuo outra alternativa senão abandonar os modelos e pressuposições, preconcepções paradigmas e perceptivas já prontos ainda que levem as mesmos lugares comuns, porque ou aprende a ver com o mundo com outros olhos ou vai acabar morrendo juntos com a velha cegueira.

Eis porque seja para entender o que quer dizer um buraco na realidade?

Ou muito mais importante que isso para nos livrar de vez dos apartheids e genocídios. Precisamos nos voltar sempre para a lucidez. O que nem sempre parece tão elementar. Mas é absolutamente essencial. Porque ou nos livramos de uma vez por todas dos velhos preconceitos, e o mais importante da velha forma de pensar o mundo que só faz criar preconcepções discriminações segregações genes e holocaustos em nome da egolatria e idolatria a personas e personalidade mitológicas e mitomaníacas todos poderosos, com fetiches mórbidos por corpos e eternas, ou nos livramos dessas fantasias, taras, fetiches, cultos de morte e violência e compulsões possessivas coletivas psicopáticas e passamos a respeitar vida e liberdade não só como princípios fundamentais e universais mas como forças elementares e fenômenos essenciais a todos os planos da existência e seu sentidos que eles são, ou esse estado insano de desnaturação, de falta de senso, noção, e desconexão toda a realidade sensível e sua animas e livres vontades, como tudo que existe e é essencial a existência de tudo levará a humanidade a extinção, senão por extermínio dos espécimes humanos, por extermínio da sua essência, ou alma, o ser humano, algo que se assim como evolui da seleção natural da comportamento ditos humanos, será eliminado por seleção artificial dos comportamentos ditos desumanos.

Um processo de autodestruição e extermínio eugenista irracional, onde lose-lose. Já que a longo prazo, de uma foram restará nenhum humanidade, nem nos mortos, nem muito menos da especie necrófila que se “adaptou” teratológica a viver as custas do parasitismo e predação canibal via seleção desnaturada e antropofágica da sua própria especie.

Consciência. O campo de concentração do saber e concepção onde os ideólogos e alienistas e idiocratas semeiam e plantam não só as tiranias, mas a banalização do culto a violência, a discriminação os apartheids, a miséria, a insolidariedade, a xenofobia, e o culto a supremacismo, antes mesmo dos ghetos e holocausto e a mascara da falsa liberdade que vós salvará ser finalmente cair, sempre tarde demais.

O lugar onde as verdades mais elementares são monstruosamente são primeiro negadas, renegadas para depois serem encarceradas e assassinadas como se não tivessem alma, mas fossem apenas pilhas de corpos. O segredo da desumanização. A negação da anima… alheia é claro. Porque totalitário que é totalitário, sempre não só pratica o oposto da sua demagogia mas monopoliza o que nega ao outro para constituir a supremacia: a liberdade que negada ao outro, é sua vontade de poder total concretizada como ditadura.

Após a chegada do nazismo ao poder em 1933, Hitler estabeleceu o Ministério do Reich para Esclarecimento Popular e Propaganda, encabeçado por Joseph Goebbels. O objetivo do Ministério era garantir que a mensagem nazista fosse transmitida com sucesso através da arte, da música, do teatro, de filmes, livros, estações de rádio, materiais escolares e imprensa.

(…)

A propaganda nazista também preparava o povo para uma guerra, insistindo em uma perseguição, real ou imaginária, contra as populações étnicas alemãs que viviam em países do leste europeu em antigos territórios germânicos conquistados após a Primeira Guerra Mundial. Estas propagandas procuravam gerar lealdade política e uma “consciência racial” entre as populações de etnia alemã que viviam no leste europeu, em especial Polônia e Tchecoslováquia. Outro objetivo da propaganda nazista era o de mostrar a uma audiência internacional, em especial as grandes potências européias, que a Alemanha estava fazendo demandas justas e compreensíveis sobre suas demandas territoriais.

Após a Alemanha haver quebrado o Pacto Ribentrof, que havia assinado, e invadido a União Soviética, a propaganda nazista passou a dirigir-se aos civis dentro do estado alemão, e aos soldados e policiais alemães que serviam nos territórios ocupados, bem como a seus auxiliares não-alemães, inventando um elo entre o comunismo soviético e o judaísmo europeu, e apresentando a Alemanha como defensora da cultura “ocidental” contra a ameaça “Bolchevique”. Esta propaganda também mostrava uma imagem apocalíptica do que aconteceria caso os soviéticos ganhassem a Guerra e foi aumentada após a derrota catastrófica da Alemanha em Stalingrado, Rússia, em fevereiro de 1943. Este enredo serviu como instrumento para persuadir os alemães, nazistas ou não, além de colaboracionistas estrangeiros, a lutarem até o final.

(…) Jornais alemães, principalmente o Der Stürmer, O Tufão, publicavam caricaturas anti-semitas para descrever os judeus. Depois que os alemães deflagraram a Segunda Guerra Mundial com a invasão da Polônia, em setembro de 1939, o regime nazista utilizou propagandas para causar a impressão de que os judeus não eram apenas sub-humanos, mas que eram também perigosos inimigos do Reich alemão. O regime buscava obter o apoio, ou o consentimento tácito, da população alemã para as políticas que tinham como objetivo a remoção permanente dos judeus das áreas onde viviam alemães.

Durante a implementação da chamada Solução Final, i.e. o extermínio em massa de judeus, os soldados das SS nos campos de extermínio forçavam suas vítimas a apresentar uma fachada de normalidade em ocasiões em que vinham visitas ou em que tiravam fotos e filmavam os campos, chegando ao ponto de obrigar os que iam para as câmaras de gás a enviar cartões-postais para amigos e parentes dizendo que estavam sendo bem tratados e que viviam em excelentes condições, criando assim a fachada de tranqüilidade necessária para deportá-los da Alemanha, e dos países por ela ocupados, da forma menos tumultuada possível. As autoridades dos campos usavam a propaganda para acobertar as atrocidades e o extermínio em massa que praticavam.

Em junho de 1944, a Polícia de Segurança alemã permitiu que uma equipe da Cruz Vermelha Internacional inspecionasse o campo-gueto de Theresienstadt, localizado no Protetorado de Boêmia e Moravia (hoje República Tcheca). As SS e a policia estabeleceram Theresienstadt, em novembro de 1941, como um instrumento de propaganda para consumo doméstico no Reich alemão. O campo-gueto era usado como uma explicação para os alemães que ficavam intrigados com a deportação de judeus alemães e austríacos de idade avançada, de veteranos de guerra incapacitados, ou artistas e músicos locais famosos para “trabalharem” “no leste”. Na preparação para a visita de 1944, o gueto passou por um processo de “embelezamento”. Depois da inspeção, as autoridades das SS no Protetorado produziram um filme usando os residentes do gueto para demonstrar o tratamento benevolente, que os “moradores” judeus de Theresienstadt recebiam. Quando o filme foi finalizado, as autoridades das SS deportaram a maioria do “elenco” para o campo de extermínio Auschwitz-Birkenau.

O regime nazista até o final utilizou a propaganda de forma efetiva para mobilizar a população alemã no apoio à sua guerra de conquistas. A propaganda era também essencial para dar a motivação àqueles que executavam os extermínios em massa de judeus e de outras vítimas do regime nazista. Também serviu para assegurar o consentimento de outras milhões de pessoas a permanecerem como espectadoras frente à perseguição racial e ao extermínio em massa de que eram testemunhas indiretas. -A Propaganda Política Nazista

Parte II

Do Oriente ao Ocidente, do Norte ao Sul do Equador:

E há quem diga que estou exagerando nos meus “termos” e “previsões”. Ok, então eu passo a palavra para autoridades e suas “advertências” (leia-se ameaças) oficiais:

"Qualquer um que tente separar qualquer região da China perecerá, com seus corpos esmagados e os ossos triturados em pó”, advertiu Xi, de acordo com um comunicado do Ministério das Relações Exteriores chinês, publicado pela AFP. “ — br.sputniknews.com [detalhe para a fonte]

Corpos esmagados, ossos triturados. Mais figurativo, explicito e mórbido impossível.

Mais concreto que isso só mesmo o cumprimento de uma ameaça como condenação judicial contra qualquer tentativa de independência, especialmente as democráticas e pacíficas:

Aliás, mais concreto e pior e monstruoso do que isso, do que uma condenação judicial, é a execução e cumprimento de uma sentença de morte contra um povo inteiro. E nesse caso tanto faz, se é judicial, extrajudicial, internacional ou domestica, porque neste caso o teatro nem encenação da sentença seja monocrática ou colegiada, seja dada por qualquer juízo, tribunal corte supremacista, ou ditador sem tribunos ou tribunais, traição, hipocrisia e extermínio de fato.

E olha que gracinha, depois de faturar em cima, eles agora fingem surpresa e indignação. Como se eles não tivessem serviço de inteligência para saber o que a Turquia e os EUA iam fazer. Se eu que sou um bosta sabia, se até as montanhas sabiam, como eles não?

E pior, olha quem aproveita do rabo preso, mãos sujas de sangue do sistema, para de novo fazer discurso populista em cima:

Sim ele mesmo o fascista que se encontrar um curdo apátrida e refugiado tentando pisar na sua terra se não prende ou manda pra morte ou matar-tênue diferença- na melhor das hipóteses deixa morrer afogado (outra diferença mais tênue ainda, num mundo com cadeias de produção e logo extração de meios ambientais e vitais cada dia mais globalmente centralizadas não “nas” mas “para as” grandes capitais do capital: as megalópoles.

Acabou o recreio, criançada. Meu nome é Zé Pequeno, porra. Perdão, Meu nome é monopólio da violência, caralho. Meu nome é Estado, perdeu. Vai trabalha vagabundo. Manda quem pode e tem juiz, obedece quem tem não tem dinheiro para advogado da corte, mas tem juízo. Ou obedece por bem, ou por mal, ou entrega a bolsa ou morre. E baixa a cabeça e não encara não. Senão, leva pipoco. Faz o que eu tô mandando, senão é faca na caveira.

Acabou o baile de máscaras. O relógio bateu meia-noite e a carruagem virou abobora. O príncipe da disney virou sapo. O salvador virou capo de mais uma famiglia. E os bobos da corte, vistaram seu chapéu de corno, para ficarem com seus carguinhos de lambe bundas e fichas sujas. Os eternos piromaníacos e traíras botaram fogo no circo e correram. As múmias de sempre voltaram e outras se preparam para voltar. E as profecias se concretizaram. E agora José? Pior que tá não fica, Tiririca? Ô se fica.

Equador,Venezuela, Peru, Argentina… Qual é a próxima bola da vez? Brasil?

(…) No Peru, a tentativa de enterrar os escândalos da Odebrecht abriu o caminho para o fechamento do Congresso e o bloqueio do Supremo.

Se o STF inocentar Lula e enterrar a Lava Jato, o risco de ocorrer o mesmo no Brasil não pode ser descartado. -O Antagonista

Só “esqueceram” de um pequeno detalhe: STF, e Parlamento fora, qual é a o caráter do outro poder que “limpo” de todos os males e vícios irá salvar a nação? Qual é o nome do regime que irá ditar e os destinos da nação? Qual é o nome disso mesmo que os amigos do rei sempre adoram quando, mas sempre denunciam quando bate a sua porta? Ditadura. E não só com muito sangue nos porões, e periferias e ghetos. Mas também com muito pão e circo para a plebe e os patrícios nesse enorme teatro da democracia, que de Àgora e república não tem nada é um enorme Coliseu romano, e heil Cesar da vez. E nem é preciso inventar nada, porque já receber todo aparelho montado, só desaparelhar e reaparelhar, cavalo selado, encercado, esporiado, e encabrestado, agora é quebrar quem ainda não foi quebrando e tentar desfilar distribruindo mitigando a miséria que (re)produz como tirania.

https://medium.com/@mbrancaglione/bolsonaro-pagando-13-do-bolsa-família-eb8d662766a8

E vão amarrar o cavalo no obelisco (não da oligarquia é claro) vindo da onde? Da republica de Curitiba? Não, os tenentistas togados já eram. A guerra agora é entre oligarcas e suas milicias e a manutenção do estado de pax, depende da partilha da pilhagem entre paulistas, cariocas e mineiros e os demais via funil de Brasilia é claro.

Caso ninguém tenha percebido, não houve eleições. Assim como não há governo. Ou mais precisamente de todas desesleições e desgovernos, nunca houve um tão explicito. O petismo ainda deu uma disfarçada antes e enrolada antes de arrancar sua mascara, o bolsonorianismo, nem isso. Não se governa, só se prepara golpes, atrás de golpes, traições atrás de traições, para quem vai tomar mais cidades, estados, cargos, pilhagens, derrubar ou e perpetuar como um rei junto com seu clã no poder. Ou seja basicamente politica, suja como sempre foi feita, só que ao invés de ser lavada escondida em casa, escondida agora é feito pornográfica e explicitamente, na cara do cada dia mais desrespeitável público. E o mais importante: numa velocidade acelerada crescente, proporcional ao estado de imbecilização, paralisia e letargia da sociedades devidamente perplexadas pelo presentes e aterrorizadas pelo futuro cada dia mais próximo. Uma tática de bombardeio e propaganda pelo terror feita para isso mesmo anestesiar e paralisar.

A republica do ABC ainda aposta, e aposta alto no seu grande líder para voltar ao poder, mas o epicentro agora, é a velha capital da monarquia e republica a corte do Rio de Janeiro. Pois é. As velhas cortes das aristocracias sudestinas e suas jagunços, aqui chamado de milicias estão dando as cartas. As elites sudestinas, assim como o mundo estão em guerra velada, por todas as fontes de riqueza do Brasil, suas rotas, transporte, pontos de distribuição nacional e internacional. E essa guerra domestica que depende do resultado da internacional definirá o destino de uma nação, seja ela resolvida em acordos de pax antes que o conflito esquente e escale ainda mais ou não.

Quais resultados? Se o polenzi durak continua ou não na Casa Branca por mais 4 anos, por exemplo. Ou se as oligarquias norte-americanas( e quando digo oligarquias não me refiro só as democratas, mas também as republicanas) tomam de volta os terrenos (leiam-se) quintais que estão perdendo para as novas superpotências do mundo, enquanto se encastelam entre muros. Mas eles que são brancos que se entendam? Bem não é bem assim. E Por quê?

Porque as potencias geralmente se entendem em suas casas, mas quando resolvem resolver se desentender, ou mais precisamente, resolvem resolver suas desavenças e conflitos nunca fazem nas casas grandes, ou não primeiro nelas, mas antes nos quintais e e senzalas-mundi e Américas latrinas do mundo- onde já vão testando tudo que pode dar certo, e principalmente o que pode não pode dar errado com as vidas e tem valor que realmente importam, as que não se precificam e não estão a venda e ao alcance da mão invisível do mercado ou da mão de ferro da lei nacional ou internacional, a deles: os verdadeiros cidadãos do mundo. E não os burros de carga e as buchas de canhão, e claro bucetas e ventres das mulheres das mães e terras férteis para carregar e alimentar o futuros do planeta e da humanidade: os herdeiros da sua gene e pátrio-poder. A nova geração herdeira da mais novíssima velha nova ordem mundial, reciclada e reembalada. O mesmo veneno fatal em novo frasco e rótulos com novos charlatões, ideólogos, ideologias e propagandas.

Por isso nada importantíssimo acompanhar todas as mídias porém sem jamais seguir nenhuma. Estar a par de todas as narrativas, não só as verdadeiras e verossímeis, mas principalmente as falsas, e especulativas, porque nelas estão os próximos absurdos que irão ser impostos como realidade absolutamente concreta amanhã.

Falam de fake news, mas nunca houve um momento mais verdadeiro ou explicito de como a informação é tratada, transmite e retransmitida na história da humanidade. Ou você acha que se houvesse, sociedade da informação em tempo real quando o parlamento alemão os nazifascitas alemães teriam conseguido tão facilmente plantado a culpa no comunistinha de merda?

Alguém sabe o tempo que demorou para que os intelectuais de esquerda, se tocassem, se deixassem tocar, ou parecem de fingir que não se tocaram que o regime soviético era tão genocida quanto os os de terrivelmente de direita? Ou o tempo para que a dita sociedade, ou a opinião pública nacional ou internacional “descobrisse”ou deixasse de fingir que não sabia das monstruosidades do regime nazistas que tantos “cidadãos de bem” mundo afora até então aplaudiam? Escolha, você pode medir em tempo, espaço ou territórios ocupados e tomados, riquezas pilhadas ou a melhor medida pilhas de cadáveres, aos milhares e depois milhões de mortos.

Tem gente que acha que está chorando por geleiras ou florestas. Enquanto isso debaixo do seus narizes diante dos seus olhos cegos, povos inteiros sem pátria, sem uma terra, sem uma casa, são exterminados como se fossem cães, coisa que não se faz nem com bichos, mas se faz com mulheres, crianças, e não eventualmente, mas reiterada e sistematicamente por máquinas estatais bancadas fabricadas com contribuição da sua riqueza e bem-estar social que por sinal já vai se tornando mal-estar com o cheiro não só de pólvora mas dos campos de refugiados epidemias e carne que queimada nos ghetos tanto das periferias quanto dos centros onde os marginalizados sem mais emprego e lugar naquele mundo vão sendo concentrados em outros campos a espera da solução que todos sabem mas não dizem: não existe. Ou melhor existe, duas uma a da guerra e holocausto, outra a do fim da carestia e paz. A do fim da fome e da guerra: acabar com a pobreza restituir a parte do capital que eles não tem mais porque foi roubado em guerras e escravidão. A do fim da paz que resta e mais holocaustos: acabar com os pobres deixando-os morrer lenta do que falta, ou rapidamente das mais e criativas formas possíveis enquanto tentam encontrar escapar ou que é a mesma coisa sobreviver.

Ok. Posso estar exagerando e estou errado. Tomara. Que ótimo. Porque não estou propondo acabar nem atacar ninguém, nem mesmo os piores monstros do mundo, mas só não deixarmos pessoas a merce da miséria para não serem vítimas nem os futuros exércitos de fanáticos das tiranos. Um custo ínfimo para a paz e liberdade. Considerando que mais da metade da população mundial vive, com menos de 1 dólar por dia, alias vivem não, morrem ou se matam se não se venderem para algum canalha explorador, o mesmo que irá marchar amanhã com suas ideologias de esquerda, direita, ou a seita dos caralhos voadores, ou vaginas amputadas, e claro as crianças no colinho deles para bater na sua porta amanhã e aí de quem não deixar seu vigilante entrar, afinal foi elegeu ele para isso não foi?

Assim se sustenta as tiranias em tempos de crescimento, ou vacas gordas e se sustenta a tirania em tempos de crise, ou vacas magras. E o problema é que em tempos de crise ou vacas macras são as rações e salários das plebes que são cortados para se manter os privilégios, via de regra corruptos das classes governantes intactos. De modo que revoltas tendem a eclodir. Revoltas que já não podem mais ser contidas só com o velho pão, circo a chicote e cabresto, o famoso comer na mão do mestre e patrão, pátria paternalista já não funciona mais. Revoltas que a repressão, a distração e a dupla dinâmica social assistencialismo e pleno empreguismo (também conhecido liberalismo e trabalhismo social democratas cada dia mais precários e falidas já não conseguem conter por que agora é preciso cortar na carne de alguém, e esse alguém não será a classe governante nem quem os verdadeiramente bancam.

Assim nesse “novos” e velhos políticos populistas vão se reciclando e reavivando velhos discursos totalitários e reacionários. Vão se proclamando salvadores a pátria, e apontando bodes expiatórios na lógica da semeação da discórdia, divisão e claro do quem não está com eles está não só contra eles mas contra todos, porque eles lutam para representar como lideres o poder total. Tentam assim tomar ou voltar ao poder. E tomando vão elegendo e apontado inimigos externos e internos que serão eliminados e imolados, e aqueles que acende a pira do ritual sacrificial desse holocausto os salvadores da pátria vão mantendo a manda em ordem unida em torno de uma causa, um líder e contra um inimigo do povo, que precisa ter carne, porque sem carne não há sangue nem morte e sem morte não há sacrifício, nem terror.

E os arrebanhados que carregam o fardo e não os privilégios poderão vir a sair as ruas e se revoltar novamente ao invés de trabalhar de calados e devidamente conformados com a sina que deus, o estado e seus pastores católicos ou mui “protestantes” lhe ensinaram a carregar com obediência e reverencia como bons pagadores de impostos, dízimos. E quem não tem propriedade paga com o quê? Com o que sua carne tiver de melhor, meu amor, a mais dura vai para o labor, a mais tenra. Bem a mais tenra, vinde a mim, as mulheres as criancinhas, porque delas é o reino das sacristias, orfanatos e conselhos tutelares. Mas não o ministério da doutrinação deseducacional, lá a lógica que impera a do circo do absurdos a da lei Tiririca: pior que não fica? Claro que Fica.

Ah, esses maravilhosos Bolsonaros e Lulas e suas Marias dos Rosários e tias Damares, Jean Willys e Fernandos Holidays o que seria do céus e infernos, escolas, prisões, igrejas, e guerras de ideologias e ideólogos sem eles sim, e eles não. O que seria dos movimentos sociais, das sociedades, o que poderia florescer se não fosse a enorme sobra desses vozes e representações e lideranças e lutas de classe sempre tão preocupadas e ocupadas. Afinal o que seria dos movimentos sociais sem eles? Aliás o que seria da deles, uns sem os outros? Mas porque estou ainda falando neles? Digo os peixes pequenos. Deixemos eles em paz, ou como quiserem estar, há problemas bem maiores, os grandes.

Mas não nos percamos em digressões. O ponto é essa lógica do apertar o cabresto, amentar a distração, ou cortar a ração em quantidade, qualidade, misturar mais lixo ou veneno, aumentar a quantidade de trabalho e diminuir a paga, aumentar a repressão quando a coisa aperta, para depois arreio e diminuir o fardo para não matar de vez o burro de carga, a famosa alternância de poder, funciona apenas quando a crise ou as vacas magras não são estão tão magras, ou não estão tão magras para todo O Mundo. Quando a crise é só nacional e não global.

Porque quando um grande potencia transfere seus prejuízos ou cheques sem fundos e as piramides e bolhas-mor dela começam a quebrar, a crise já não é mais uma marolinha, mas um tsunami. Vários abalos sísmicos crescentes, até o derradeiro e inevitável não é só o mundo geológico que não é estático, o geopolítico também. E por baixo das superfície de calmaria do aparentemente eterno mapa-mundi atual, se movem placas e forças tectônicas capazes de não só de dividir ou unir países e continentes, mas desaparecer com a terra arrasada de populações inteiras, com elas desaparecendo junto ou fugindo desemparada por abrigo em outras terras.

Em verdade esse procedimento de eleger bodes expiatórios e salvadores da pátria, é uma constante. Lideranças, mitos de heróis, bandidos e mocinhos, é a base das pensamento tribalista de manada. A diferença é que ele pode ser praticado de forma não intensiva, de forma mais velada, lenta e discreta em tempos de “normalidade”, já em tempo de crise, esse procedimento não só se torna mais explicito e acelerado, mais mais violento violento e ainda mais sistematizado. Tempos de crise são tempos de guerra. E tempos de guerra são tempos de marginalização covardia e massacres e pilhagem ainda mais extensos, intensos e criminosos contra a humanidade que em tempos de pax.

Isto sempre ocorre quando há revoluções industriais e informacionais. Porque pouco importa se há ou não os recursos necessários para todos viverem em paz. O que interessa é a posse segredada e exclusiva os recursos e posições estratégicas para manter e expandir as posições de poder e supremacia que constituem a potencia e riqueza dos monopólios, incluso o mor o da violência, o dos Estados-Nações.

Assim não só recursos naturais, ou segredos industriais e banco de dados, dividas e meios de troca, viraram alvos da chamada guerra hibrida- um eufemismo para o posicionamento que precede as guerras totais, e em que locais, ou teatro de operações, o quão difusa, confusa, profusa eis a questão; Mas também os outros recursos, os recursos dos recursos, mesmos para a criação e (ainda) operação e programação de máquinas, gente. Gente inclusive como como arma para apontar e atirar como arma, gente como alvo e principalmente gente para continuar produzindo enquanto seus irmãos e filhos, pais e quiça agora filhas, mães e irmãs se matam, porque viva a igualdade promovida pela máquina estatal, a igualdade de matar ou se matar a serviço de quem não se mata, manda matar, não só atirando, mas se matando de tanto cavar, trincheiras ou qualquer buraco para se pilhar riquezas, e enterrar pilhas de corpos, incluso o seu, ao final do serviços prestados, voluntário ou não.

O problema é que em tempos de revoluções industrial e informacional, não é só o gado que sai do controle, mas porque ele escapa do encercamento, as cercas começam a se redefinir, e nesse processo de redefinição das extensões dos domínios das fazendas de gentes, não só os recursos que entram em disputas mas o próprios controle dos arrebanhamento humanos. São as disputas pela posse da fidelização e condicionamentos dos grupos que terão que se sacrificar para produzir as riquezas da nação, mas que terão que ser abatidos, abater ou colocar-se na mira dos abatedores de parte a parte que entra em disputa.

Aumenta-se a demanda não só pelos recursos raros e relocação das posições estratégicas da sua posse e transporte logístico da sua extração e produção, mas a demanda por gente não só por dispensável e marginalizável como exercito e mão de obra mas como massa de manobra, mas a demanda pela marginalização e desqualificação daqueles que serão o alvo como inimigos desse processo de apropriação e expropriação ocupação e extermínio. Aumenta a demanda não só por fidelização e superhumanização e divinização de idolatria supremacista, autoritária e e ditatorial dos predadores, mas a demonização, inferiorização dos bodes expiatórios que serão sacrificados em holocausto em nome que esses todos poderosos esses ideólogos vendem como remédio amargo, mal necessário para o bem comum de todos.

E como ao contrário do que os teóricos conspiracionistas que se prestam a serviço justamente de vender salvadores como ditadores, demonizar adversários, trair aliados, disseminar discórdia, alimentar miséria, ignorância e paranoia para colher ainda mais fanatismo e violência e demandar ainda mais fanatismo, sacrifício, e monopólio absoluto da violência: totalitarismo; ao contrário do que do terror e terrorismo que eles vendem, os projetos de poder e poderes constituídos não estão aliados, senão para continuar a disputar o poder, ou o que é a mesma coisa, manter o restante da população excluída, eles não se constituem em nenhuma cabala de globalistas mundiais, mas varias facções em diversos planos de interesses particulares, setoriais, corporativos, familiares, tribais, eugenistas, grandes, gigantescos, minúsculos difusos competindo, eventualmente cooperando contra inimigos comuns ou interesses congruentes, mas sempre competindo dentro de uma lógica predatória, que os coloca não só no final de cada divisão do butim uns contra os outros novamente mesmo na maior abundancia. Mas que quando os recursos são escassos para reprodução de velhas tecnologias já decadentes, ou ainda mais raros para a produção de novas, seja como conhecimento ou matérias-primas em rota de colisão em tempos de pós-revolução info-industrial, ou crise sistêmica.

E o que está em disputa já não são mais os recursos, mas quem vai ser imputado não só como o vilão ou herói. O terrorista ou revolucionário, o herói de uma independência e o pai fundador de uma nova nação, ou traidor de uma velha pátria ou antigo regime. Mas antes quem é gente e quem não é gente. Quem são os bodes expiatórios dessa demanda por sacrifício mais ordinário, mas extraordinário em massas, seja como heróis seja como monstros, seja como primeiro as pragas humanas, e depois as vítimas a serem veladas desse holocausto, mas só depois de exterminadas é claro. Porque se a guerra, o holocausto, e a própria miséria que alimenta a tirania e fanatismo for cortado e abortado antes que cada crime contra a humanidade seja antes cometido, não há cadáveres para serem devidamente capitalizados. Não milhões de vidas a reclamar o que ainda é seu por direito natural, seja como terra foi roubada, seja como direito a parte do usufruto do patrimônio da riqueza da da terra natal que também lhe pertence.

Nada como guerras, para reiterar a solução que Caim deu a Abel para a questão da irmandade, para a questão da herança da Terra, primogenitura entre seres humanos: Genocídio. Colocar os primos e irmãos mais miseráveis de parte a parte para se matarem. E eis que o bolo e a casa que parecia pequena demais já se casa grande novamente para os que não se matam mas mandam os outros se matar. E eis que aqueles que trucidam milhões depois premiam e celebram uns aos outros por sua sabedoria e misericórdia e piedade e diplomacia em saber celebrar novamente tréguas e acordos de paz. E assim os ignóbeis Kissingers e Tho são os nobilíssimos e da paz:

«O que é ilegal nós fazemos imediatamente; o que é inconstitucional demora um pouco mais de tempo» [risada]

Ops. O documento já era.

Deve ser porque agora é pecado mortal.

Um pecado mortal, especialmente se for os seus documentos não forem do alheio. E bota mortal nisso… que o diga Assange se ainda puder falar. Já quanto ao secretário nixoniano é seus crimes são assunto batido.

Revoluções industriais geram sismas, sismos e crises não só nas estruturas e e instituições, mas na lógica estrutural, crises sistêmicas, e se de um lado as populações buscam aproveitar esses novas ferramentar para tentar se libertar, por outro, quem as literalmente detém e controla não só utiliza as mesmas armas como instrumento de repressão, mas também oportunidade para expandir fortalecer seus domínios, mas para amplia-los não importa de por razão de necessidade ou oportunidade estratégica, mas simplesmente por razão que fundamenta a lógica do poder: porque simplesmente podendo o que os impede de o fazer? Princípios? Acordos? Tolice. Não existem princípios na lógica do poder, só meios e fins para a perpetuação da potencia como hegemonia ou supremacia no poder.

De modo que não há erro de avaliação mais Crasso do que perguntar se ou porque um Estado ou estadista faria alguma coisa monstruosa. A questão não é o que eles são capazes de fazer. Porque detendo poder, são capazes de fazer tudo, e por essa razão buscam poder. Logo por definição Estado e seus estadistas são capazes de fazer qualquer coisa desde que de fato possam fazê-lo. É por isso que salvo o desvio padrão, que logo cai fora, ou é eliminado, atraem bandidos, corruptos, psicopatas, violentos e violentadores, ególatras, megalomaníacos, traíras como mariposas. Ele não corrompe ninguém, é prerrequisito ao exercício da profissão. E eles sabem disso, tanto que sabem. Que seu equilíbrio de forças não é feito sob o principio da confiança mutua, mas da armas apontadas e engatilhadas uns para a cara dos outros. Velho oeste e gansgterismo puro. Boi preto conhece boi preto. Sabem que o menor atraso na teoria da destruição mutua assegurada, resulta num só resultado, ou se rendem e e entregam riqueza e passam a trabalhar como servo ou serão massacrados. Simples assim.

Quem não tiver armas e forças armadas modernas com alcance, tempo de resposta, visão, gatilhos para garantir que quem atirar contra ele vai morrer junto, não é mais potencia é província. Não que precise de armas de destruição em massa, só precisa garantir que é capaz de atingir quem manda nas massas. Se ele for capaz de fazer isso, de garantir que se tocado, irá destruir também a outra liderança (a verdadeira, não o espantalho) então ele está no jogo no jogo, na bolsa de apostas e não é o objeto nem o prêmio da apostas e negociações feitas só por quem tem armas na mesa, o verdadeiro lastro das economias ‘fiduciárias” dos monopolistas da violência legais dentro de casa, no quintal e especialmente bem longe deles, nas “terras de ninguém”, ou dos outros que não tem lastro suficiente para garantir suas fichas, perdão sua moeda sem entregar literalmente o ouro para o(s) bandido(s). E economista de banco central que não entende essa lei do velho oeste, tem bosta na cabeça, e enterra de vez a sua nação, ou já não tem mais o que entregar.

É também por essa razão que mocinhos idealistas não dão bom estadistas, mas só bandidos. O lavandeira dessa porra, é pior que laboratório de pesquisa com animais, ou abatedouro de carne.

Não queira nem saber como então é produzido o seu celular. Ou como é que é raios da batata, ou chocolate que virou um produto legitimamente belga, ou o chocolate das bacias da Amazônia virou agora é objeto de barreiras de importação da America Latina. Valor agregado entre outras cositas más. Como diria o congo belga. Mas isso você já teve um preview no inicio desse escrito.

Esse é o problema de um mentalidade egocentrada ela é sempre predatória. Ela não está apenas buscando seres para reduzi-los a meros recursos até esgotá-los e extingui-los, a razão da sua fome de expansão e propagação de sua eu como gene e gênese de tudo, ou o que é a mesma coisa o apocalipse de todos os demais. Está sempre buscando bodes expiatórios e demandando sacrifício não só para sustentar seu corpo em nome do seus deus todos poderosos que feitos a imagem e semelhança de seus compulsões piscopáticas de morte são poderes totalitários que exigem holocaustos, na guerra, trabalho forçado, nos guethos e batalhas seja em tempos de guerra ou pax. Todos poderosos sempre a semear a discórdia contra a concórdia e unidade cosmopolita da humanidade, sempre a dividir não só para conquistar, mas continuar a disputar entre suas legiões a pilhagem dos escravos, cadáveres e terras arrasadas, antes durante e depois das eternas guerras entre esses monopolizadores da violência e suas máquinas e armas genocidas. Estão sempre a acusar-se uns aos outros de crimes que todos são cúmplices e que após esmagar a vida e liberdade de milhões sempre concordam depois(com o que tacitamente concordaram ante e sempre) em deixar tudo como estava antes de cada levante popular.

Foi assim em cada primavera dos povos. E continuará sendo, enquanto o homem não entender que o problema não é depois, mas o antes. Porque o ceifador também colhe o que ele planta. Ele planta discórdia, ignorância e miséria entre os povos para colher o reinado da sua tirania. E o que os povos semeiam e plantam uns para os outros para sua colheita como irmandade, como humanidade? Onde está a rede de garantia da vida e liberdade internacional contra a miséria, ignorância e tirania não como papo furado de governos, mas de pessoa para pessoa sem discriminação de raça, credo, onde está a partilha do bem comum? meios vitais, ambientais capitais necessário inclusive como dividendo sobre o patrimino e capital e riqueza acumulada pela humanidade para cada ser humano, para cada pessoa que nasce nesse planeta?

Onde está o direito a hereditário de viver e liberdade da cada criança, que cada nova geração que há de nascer nesse mundo, não no papel, mas de fato, como usufruto da sua parte no legado do patrimônio da humanidade sobre a natureza e a riqueza construída pelos seus ancestrais, muitos deles queimados em holocausto? Viraram cinzas essas riquezas junto milhões com os cadáver e florestas e terras queimadas? Onde estão enterrados a herança e futuro roubado das gerações que hão de ter o mesmo fim que seus ancestrais para a glória e riqueza dos mesmas corporações e seus donos e herdeiros eugenistas?

Elementar que a solução não é nunca a final. Ela sempre está na raiz do problema. Ninguém aplica a si o mesmo juízo com que julga os demais. Porque se assim se julgasse, se escravizaria e mataria mas sim buscaria compartilhar a dádiva da liberdade de fato para todos, como prática e não mero demagogia.

Muitos juízes e julgamento, e execuções e advogados de causas e ídolos no mundo. Para pouco juízo e solidariedade e proatividade com gente, simplesmente gente, sem títulos nem heranças, com todos que hão de morrer porque inocentes demais para entender e sobreviver com tanta malicia genocida a solta no mundo como projeto assassino disputando o poder. Legiões, lideranças e corporações estato-privadas capazes de eliminar povos inteiros sem mover um dedo, apenas privando-os do que precisam para sobreviver e fingindo que não tem absolutamente nada a ver com isso, ou não estão vendo nada do que fizeram ou continuam reiteradamente a fazer. E pior ainda por cima criminalizando e esmagando os que ousam gritar por liberdade desta sina maldita, até que as pessoas implorem novamente pela volta dos falsos ídolos e esperanças novamente ao poder, e sua antiga condição de servidão e fardo, morte mais lenta e menos cruel como se fosse a própria a salvação.

Não adianta fugir nem transferir as responsabilidade humanitárias. Nem que seja 1 centavo ou só um cêntimo de tempo livre para dar atenção, ou não tendo absolutamente nada permitir ser ajudado, o que muitas vezes só é mais difícil do que aplaudir o sucesso alheio especialmente quando não é feito as custas dos outros. Não adianta tentar entregar isso para outrem, porque entregar essa responsabilidade é renunciar hoje a sua liberdade para amanhã ser roubado e violentado em todas suas propriedades mais fundamentais, incluso sua a dignidade da sua identidade tanto a própria quanto a em comunidade, ou comunhão de paz sem atravessadores e mafiosos a cobrar proteção contra eles e seu inimigos de pilhagem hoje, aliados amanhã.

Não adianta fugir, nem lamber saco do inimigo. A verdadeira resistência se faz com o maior terror dos terroristas e monopolistas e populistas e genocidas e demagogos, a solidariedade de fato de livre e espontânea vontade em ato entre as pessoas, de gente para gente, sem fronteiras imaginárias, nem discriminações preconceituais, nem julgamentos. O oposto da economia política: o milagre da multiplicação dos pães e peixes, pelo compartilhamento não só da informação, mas do capital. Na razão da necessidade não do fim da riqueza, mas do fim da privação dos meios de subsistência de quem quer que seja, o principio da divisão e encercamento dos povos, e logo fonte das guerras e monopólio da violência e logo ciclos de crises de onde as tiranias emergem para perpetuar o ciclo de servidão e poder e idolatria dos todos poderosos como holocausto cotidiano da vida e liberdade das massas. Lento e velado e restrito aos povos marginalizados em tempos de vacas gordas, amplo e acelerado e descarado em tempo de guerra. E tantos bodes expiatórios quanto esses que se acham deuses ou os únicos filhos de deus ou os herdeiros da terra acharem ditarem como necessário para preservar tudo que a vitalidade, o ambiente, os bens e serviços que lhe são comuns, bens comuns como direitos e privilégios exclusivamente deles. Mas comuns a todos eles que no final das contas, serão a totalidade dos seres vivos do futuros não? E aí os pedidos de desculpas sem indenização serão enfim perfeitos, porque o há de mais oportuno do que expiar culpas para povos e espécies que só existem em museus.

Afinal mortos não precisam mais te água, ar, comida, nem capital ou dinheiro seja o de papel ou virtual, para comprar sua subsistência num mundo capitalizado. Eis o crime perfeito, meu caro Watson. Eis o crime perfeito. O O holocausto. Porque uma vez perpetrado até o final. Já não importa mais a ciência ou consciência dele. Porque já não pode nem ser mais impedido reparado, e a punição ou correção é o que menos importa. Já o que resta, não tem mais como de fato corrigir ou reparar seus “erros” ou crimes.

PS: E dane-se Sherlock Holmes. Hercule Poirot, o detetive belga, sim belga, criado pela escritora britânica, sim, Agatha Cristie; passatempo e diversão muito mais espirituoso e diversão. Pelo menos é essa a lembrança que guardo das leituras de ambos. Pena que o momento não seja tão oportuno.

X-Textos: Não recomendado para menores de idade e adultos com baixa tolerância a contrariedade, críticas e decepções de expectativas. Contém spoilers da vida.

X-Textos: Não recomendado para menores de idade e adultos com baixa tolerância a contrariedade, críticas e decepções de expectativas. Contém spoilers da vida.