Mais uma tragédia Latino Americana anunciada: A maldição do ouro negro? Não, o ouro branco, o Boliviano

E mais uma bricolagem iliterária. Ou como mover as máquinas estato-privadas da fase “centopéias humanas” até as quimeras metahumanas

Parte I DR. JEKYLL

O ECSTASY DO OURO

Muita atenção a cronologia das matérias…

O futuro da Bolívia é branco e salgado. Ele jaz sob um lago seco de 10 mil quilômetros quadrados, o Salar de Uyuni. O engenheiro Juan Montenegro bate na crosta de sal e diz: “Aqui começa a época industrial do nosso país.”

Ele se refere ao lítio, uma matéria-prima que atualmente interessa a firmas de todo o mundo. O local pode abrigar até 10 milhões de toneladas do metal alcalino, a maior reserva do mundo. Ele é um componente central das baterias de relógio e indispensável para um futuro provavelmente movido a eletricidade.

Sem baterias recarregáveis de íon-lítio, nada de telefone celular, bicicleta elétrica e, naturalmente, nada de carro elétrico. Michael Schmidt, da Agência Alemã de Matérias-Primas, estima que a demanda global alcançará 111 mil toneladas ate 2025, em comparação com apenas 33 mil toneladas em 2015.

Ao governo de Evo Morales não escapou o tesouro que jaz sobre o pobre Estado andino. Atualmente, uma tonelada de lítio está cotada em 16 mil dólares, e o preço sobe ano a ano. Investidores da China, Estados Unidos e Rússia fazem fila, mas a Bolívia mantém suas portas fechadas.

“Não queremos uma segunda Potosí”, afirma Juan Montenegro, que Morales nomeou chefe da empresa estatal Yacimientos de Litio Bolivianos (YLB). Ele se refere a uma velha cidade mineira, a mais de duas horas de carro do deserto salino.

Ao longo de séculos, os colonizadores espanhóis extraíram ali tanta prata que, diz-se, teria sido possível construir uma ponte da Europa até a América do Sul. Milhões morreram nas atividades de mineração, até hoje crianças procuram restos pelos túneis. No centro de Potosí uma exposição fotográfica junta donativos para que elas possam ir à escola.

Essa história não deve se repetir em Uyuni. Quem queira extrair lítio aqui deve se ater às condições de La Paz, mantendo no local os empregos e a agregação de valor.

Não se trata apenas de ser fornecedores de matéria-prima, afirma Montenegro: a meta é produzir baterias made in Bolivia. Os pacotes de baterias recarregáveis improvisadamente embalados com fita adesiva, que os cientistas trouxeram de La Paz, são prova de quanto falta até alcançar essa meta.(…)-Lítio, “ouro branco” e esperança da Bolívia | DW | 13.12.2018

Há petróleo na zona marítima de Portugal Continental. Há lítio em Portugal Continental (jazigos conhecidos há 100 anos). Há “ouro negro” e “ouro “branco” em Portugal.

Durante a 2.ª Guerra mundial Portugal exportou para os nazis e para os aliados outra espécie de ouro: o volfrâmio. Enriqueceu com isso. “Isso” que hoje, e só hoje depois de mais de 40 anos do regime democrático, é criticado, embora as minas de cobre da Panasqueira da Beira Interior onde o volfrâmio existe tenham sido objecto de sucessivas transacções e ainda hoje estejam em exploração. Regime que hoje “ferra” com ignorância o passado e que é indiferente ao “hoje”.

Comece-se pelo ouro negro.

É dito que uma eventual perfuração se realizará a 30km-40km de distância da costa, ou seja só visível a cerca de 70 m (10 pisos de um edifício) ou a 120m de altura (40 pisos). É muito, não perturba qualquer actividade turística, em particular, a balnear. Poderá haver catastróficos derrames? Com certeza, cá e em qualquer ponto do mundo (no Mar do Norte, na Escócia, no México, etc.).

O “ouro branco”? Portugal poderá ser o 1.º produtor de lítio na Europa e ser nesta o que a Arábia Saudita é na Ásia. Por esta possibilidade, devem ser cuidadosamente tratadas as recentes desconfianças e suas manifestações. O lítio é um material leve e cuja densidade é inferior à da água. Flutua. É corrosivo, altamente inflamável e explosivo quando exposto ao ar e à água. Especiais precauções devem por isso ser tomadas no seu transporte, pelo ar ou pelo mar.

Qual a diferença entre a exploração de uma pedreira de mármore da qual decorreu o desastre mortífero de Borba (resultante de desleixo e de incompetência) e de uma de “feldspato+granito+lítio”? Poucas ou nenhumas.

De acordo com dados do Serviço Geológico dos Estados Unidos, Portugal é o país europeu com maiores reservas de lítio e o sexto a nível mundial. “Em Portugal, as reservas serão na ordem das 60 mil toneladas. O grande motivo de críticas à extração de lítio tem a ver com as implicações ambientais da atividade mineira, não só pelos danos provocados na paisagem, mas sobretudo pela possibilidade de contaminação de águas, (…) e pela previsível degradação do ar nas zonas adjacentes à exploração”.

As reservas de lítio em Portugal são um grão de pó quando comparadas com as do “triângulo” Chile, Argentina, Bolívia, que têm 75% das reservas mundiais. Só o deserto de Uyun na Bolívia alberga 5,4 milhões de toneladas de lítio, o que lhe confere o título da maior reserva do mundo. (…)-A questão do lítio

Alrededor del 85% de las reservas de Litio en el mundo se encuentran en el denominado “Triángulo del litio” compuesto por Argentina, Bolivia y Chile. Esas reservas se encuentran en condiciones de explotación únicas y por ese motivo permiten costos de procesamiento y producción mucho menores a los de los combustibles fósiles.

Venimos adelantando que el el litio se constituye en la actualidad como recurso natural estratégico al consolidarse como:

1) Factor clave en el cambio de matriz energética: el litio se necesita para la confección de acumuladores eléctricos que permiten contener la energía generada mediante recursos renovables, ya que esta es intermitente y fluctuante, por lo que debe ser acumulada.

2) Determinante en la modificación del patrón tecnológico, ya que las baterías que denominadas ion-litio serán el motor que impulsará la movilidad de los próximos años mediante los autos eléctricos. Además estas baterías son utilizadas en casi todos los dispositivos electrónicos portátiles como celulares, y computadoras.

También mencionamos que, en el caso del litio, no se rompe la dinámica de los recursos naturales en general: el litio se consume en los países del “centro”, pero es expropiado de los países de la “periferia” mediante su explotación por grandes multinacionales. Esto da cuenta del clásico esquema dependiente de producción de manufacturas y productos industriales con agregado de valor para los primeros, y exportación de materias primas para los segundos, dinámica que ha atado a nuestros países al “subdesarrollo”

Entonces, si el litio emerge como factor clave para garantizar la transformación de la matriz energética y del patrón tecnológico y las mayores reservas del mundo se encuentran en los países del denominado triángulo del litio, resulta simple comprender que el tablero de la geopolítica mundial estará atravesado por la disputa por los recursos naturales estratégicos, al constituirse estos como elemento esencial de poder, porque permiten modificar o sostener el status quo vigente.

Importa aclarar que la dinámica del sistema internacional actual está signada por una transición hegemónica de los polos de poder, caracterizada por la pérdida de poder relativo de Estados Unidos, frente al crecimiento de la República Popular China.

La avanzada china mediante el proyecto de “una franja-una ruta” supone grandes amenazas a los Estados Unidos en su rol de potencia, por lo que debe garantizar su hegemonía, al menos en el plano regional, para disputar poder en el escenario internacional. Es por eso que, desde que Donald Trump asumió el poder, la potencia del norte vuelve a utilizar la Doctrina Monroe como instrumento de política exterior para con los países de América Latina y el Caribe; buscando revitalizar la hegemonía sobre lo que considera su zona geopolítica de influencia inmediata, es decir su “patio trasero”. América Latina y el Caribe se constituye, para el país del norte, como la región clave en términos geoestratégicos, geoeconómicos y geopolíticos para sostener su poder en occidente.

De estas afirmaciones se deduce rápidamente, que todas las acciones ejecutadas desde nuestros países, tendientes a poner en cuestión la hegemonía que Estados Unidos necesita consolidar en la región, estarán en el foco de la política exterior del país del Norte. — Detrás del Golpe: la industrialización del litio en Bolivia — CLACSO

E outras várias matérias, todas ao mesmo tempo agora, e basicamente mais do mesmo…

Exploração do lítio, o ‘ouro branco’ de Evo Morales, vira uma incógnita na Bolívia, …

Golpe em Evo ameaça exploração boliviana de ‘ouro branco’,…

A geopolítica do lítio e a Bolívia,Novo ouro, nova religião, o colonialismo de sempre na Bolívia,…

O que os carros elétricos têm a ver com o golpe na Bolívia?

‘Guerra do lítio’: metal seria razão da crise na Bolívia?

E por fim… novamente atentem para a data e o conteúdo resumindo de duas análises anteriores:

Primeiro esta aqui Sep 6, 2017 :

É o capital. Lítio: Do ouro negro ao petróleo branco

Quem vai governar o mundo?

(…)A questão aqui é aquela que habita a mente dos estadistas, tal e qual as vozes na cabeça dos esquizofrênicos e que não param de falar com eles, produzindo fixações e fantasias que as vezes comandam sua ações. (…)

Partilham desse fetiche esquizoide outras pessoas quando não pobres malucos, ricos, capitalistas. Mas não pouco, muito ricos, ricos o suficiente para financiar suas loucuras e satisfazer ou seja os megacapitalistas. (…) [gente] Que sabem que basta bancar os governos (e governantes) para governar de fato o mundo. Ou mais precisamente não estão muito preocupados em quem vai governar o mundo, mas quem vai ser o dono dele. Pois para eles governos e governantes não passam de meros administradores, gestores, enfim empregados trabalhando por seus interesses, por seu capital.

Há ainda entre um terceiro grupo, formado tanto por grandes estadistas quanto grandes capitalistas, que também entende o valor dos mídias de tele-transação (moedas digitais), as mídias de tele-comunicação (internet); e já começam a sacar que também que esse “novo” mundo será também administrado por mídias de tele-representação (governos digitais); (…). Ou mais precisamente o Estado Pan-óptico em sua nova forma: a tele-informacional e automatizada. Ele simplesmente fareja o poder como o tubarão fareja o sangue na água. E para quem não sabe não é com o nariz. Nem e ele nem o tubarão. Fica a dica para quem desenvolve inteligencia artificial: nem todos os imputs são de receptores sensoriais (e logo “transmissores”) (re)conhecidos.

Seria então mesmo o controle dos meios de produção e gestão política e econômico o fator determinante para controlar e não os transacionais? Não. Não cada um isolado dos demais, e não só eles. Numa ordem de fatores podemos entender que a industrias das transações virtuais ou não, não deixa de ser uma industria de tal modo que com controla os meios da sua produção por consequência a controla. Porém como a própria produção dos meios de produção também se complexifica nesses sistemas, ela também carece dos meios tele-transacionais para funcionar.(…)

Entretanto, evidente que na ordem da produção de posses ou poderes aquele que concentra os meios e recursos mais primários a preservação e reprodução de toda cadeia produtiva do sistema, detém um poder na qualidade do capital muito mais efetivo para negociar agressivamente ou impor sua oferta, do quem tem em relação a na sua demanda uma necessidade funcional quando não vital. Não é uma só questão de deter a matéria-prima ou o meio de produção reprodução ou distribuição, mas os recursos e meios estratégicos ao funcionamento de todo sistema.

Num sistema todos esses recursos e meios são estratégicos ao funcionamento de cada setor, a concentração dos meios e recursos de qualquer setor pode gerar um poder capaz de se impor sobre os demais. Se impor não propriamente por sua capacidade de produção, mas justamente por sua capacidade de parar e causar prejuízos a toda cadeia produtiva. (…). De tal modo que quanto mais primário forem esses meios e recursos dentro da cadeia produção, quanto mais imediato for prejuízo potencial ao funcionamento de todo o sistema, maior o poder de coercitivo de negociação de quem os detém esses capitais e consequentemente seu poder sobre o mundo.

Em termos gerais, portanto para se governar o mundo não basta apenas deter um determinado capital de forma desigual para gerar o poder necessário para governar ou ser dono do mundo, é preciso concentrá-lo de forma exclusiva e excludente a uma desproporção suficiente para gerar uma ameaça de prejuízo real a todos os demais. Sendo ainda impossível concentrar todos capitais em todas as suas formas, para monopolizar ou governar é preciso concentrar não o máximo possível dos recursos e meios mais vitais e estratégicos, mas tão somente a quantidade de recursos vitais e estratégicos suficientes para gerar escassez e privação. Logo quanto maior for a concentração de um determinado recurso e quanto mais estratégico ao sistema de produção, ou vital as próprias populações maior será a potência de um determinada entidade política ou econômica.

Logo falta na equação de poder da atual fase do capitalismo dois outros fatores ainda mais determinantes para todo o sistema: ambos recursos naturais, um vital e cada vez menos abundante, o outro raro e estratégico: água e lítio. “Quem vai governar o mundo?” Quem controlar a água ou o lítio?Quem controlar as reservas de água potável ou petróleo branco? Não sei, mas sei que as guerras (militares e econômicas) do futuro serão travadas para tomar a posse e controle desses recursos. Com certeza terão (também) robôs e IAs nos campos de batalha; com certeza serão financiadas (também) com criptomoedas, mas me diga pelo quê os estatopatas matam e morrem (ou melhor mandar matar e morrem) e o que você saberá exatamente o quê é preciso controlar para “governar o mundo”.

De tal modo que a minha dúvida não está se aqueles que dominarão as sistemas tele-transacionais monetários financeiros (mercados), ou os sistemas de produção e gestão pública e privada automatizados e tele-informatizados. Em geral são os mesmos grupos e seus fundos controlam as duas coisas. A grande questão é qual recurso será o fator mais determinante da dominação de um governo sobre um povo, e consequentemente de um governo sobre outro. Serão os recurso mais fundamental a preservação da vida, depois do ar respirável ainda não suficientemente rarificado (lei-se destruído) para ser capitalizado- por enquanto. Ou o recurso mais primário de funcionamento do novo sistema sócio-econômico o lítio, o “combustível” das novas máquinas, o alimento dos burros de carga do futuro.

Olhando para o passado recente podemos precipitadamente responder que petróleo branco, a guerra pelo lítio, prevalecerá. Mas isso vai depender da extensão da escassez de água potável. Porém, o calculo não é o de rede de acesso a água potável para 7 bilhões de pessoas. Não é água para a toda população humana, mas água evidente para quem detém o capital somada tão somente a um número restrito de pessoas cujo trabalho seja estritamente necessárias para reproduzir o capital. Um calculo onde as populações marginalizadas tendem a crescer tanto pelo taxa de natalidade, quando pela literal substituição de emprego das pessoas por máquinas. Mas não se preocupe porque os cientistas e intelectuais do grandes centros provam (e os provincianos reproduzem): o progresso sempre melhora a vida de todos os povos e pessoas, ricos ou pobres, é inegável ele melhora as condições de todas as pessoas… todas as pessoas que sobrevivem- ou que são pessoas com direito de fato a serem pessoas. É a matemática da ciência do holocausto. Povos e pessoas exterminadas fora, todos demais ganham. Qual seria a visão dos 6 milhões de judeus queimados em campos de concentração sobre o progresso da computação e da racionalização da produção em massa? ou então dos índios da cura de doenças… que eles sequer tinham antes dos supremacistas fazerem seu cálculos do seu progresso depois de tribos inteiras dizimadas? Seria a mesma dos pessoas, famílias e povos que vão ser “extintas” na marcha do progresso do outro?

É incrível como a pseudo-ciências dos supremacistas acompanha a própria marcha do seu processo, se prestando a racionalizar justificar e registrar como a totalidade absoluta da história. É incrível como o papel reproduz o ato. Quando não eliminam as pessoas dos seus cálculos, enquanto pessoas, as eliminam recortando o espaço e o tempo da sua projeção seletiva do passado e do futuro. Será que a fé nesse mito e sacerdócio do mito progresso seria a mesma se eles não fossem os sujeitos do seu beneficio mas objetos dos seus sacrifícios e holocaustos? Será que esses homens-bolha teriam a mesma opinião da universalidade do progresso se fossem seus filhos a serem esmagados por pilhas de lixo na Africa? Se eles fossem as “cobaias” e não os “cientistas”?

Mas isso é a digressão. O que interessa aqui é que a produção até mesmo das saberes e inteligências é também um industria submetida assim como toda a produção humano aos valores conceituais que estabelecem os valoração material dos seres e coisas, ou dos seres reduzidos a coisas. Sujeitos não seu valor próprio inalienável, mas objetos alienáveis de acordo com a valoração alheia. O que interessa é entender a lógica de quem programa o sistemas políticos e econômicos. Como esses programadores processam, computam, equacionam e contabilizam tudo, ou seja significam, qualificam e quantificam as “coisas”, incluso essa coisa chamada vida. E dentro dessa lógica dos sistemas politico-econômicos o valor da vida humana (alheia, é claro) está no trabalho, ou mais especificamente na sua capacidade de produção e servidão. De tal modo que aquilo que não é produtivo (para eles e dentro da visão deles) é lixo. E do lixo se livra ou no máximo se recicla.

Dentro dessas visão estratégica, o controle dos alimento e campos agricultáveis é também igualmente importante. Porém, como a palavra diz estamos falando de estratégia, e um povo ou um exercito certamente capitula ou morre antes sem viveres, mas muito mais rápido sem água. E água em desertos naturais ou artificiais vale mais que ouro.

Mas esse é justamente a qualidade que fez do petróleo e fará do lítio o ouro do futuro, o combustível do progresso…das utopias e distopias: ele é o alimentos dos substituto dos escravos e bestas de carga. Guerras por petróleo foram substituindo guerras por áreas férteis, não apenas porque as máquina permitia aumentar a produção inclusive agrícola, mas porque as máquinas já vem substituindo o homem e animais como exército militar quanto industrial. De tal modo que o controle de uma população gigantesca não determina a potencia de uma nação, mas a potencia em cavalos ou homens que o trabalho das máquinas são capazes de produzir.

Em nossos sistemas de exploração de trabalho servil, os autômatos vêem substituindo os alienados em todos os setores, de forma cada vez mais rápida e acentuada a cada nova revolução industrial. E não só o humano vêem perdendo sua importância e valor em todos os sentidos materiais mas sobretudo o produtivo. Como o maquinário e consequentemente os recursos e meios que o sustentam e reproduzem tem crescido em importância funcional ao e sistemas politico-econômicos e logo estratégica aos Estados-Nações e suas corporações transnacionais “privadas”. E os seres e elementos naturais que tinham valor e importância estratégica dentro do sistemas políticos-econômicos apenas como meios (vitais e ambientais) e recursos (naturais e humanos) necessários a preservação e reprodução do capital e seus detentores. Cada vez mais sequer esse valor tem.

É o dilema da “abolição” das escravidão. O escravo que antes era tratado com o todo “cuidado” ou perversidade que seu senhor reservava as seus animais e posses. Ao perder seu valor “produtivo para escravagista como pessoa livre se torna não apenas o marginal, mas é efetivamente marginalizado. Não apenas expropriado do capital, mas excluído do próprio mercado do novo trabalho servil, o assalariado. Agora se era difícil para alguém criado para ser escravo competir com um imigrante, imagine para um homem criado para ser empregado competir com máquinas… Alguém pode dizer mas nós temos o poder do consumo. Caso você não saiba, ex-escravos e seus descentes também consumem e nem por isso tem um mercado para sua raça, nem escaparam do genocídios urbanos.

Um dilema experimentado não apenas nas Américas, mas por exemplo na grande fome da Irlanda na Índia durante o Império Britânico ou a na Ucrânia durante o Regime Soviético. Quem não perde literalmente sua serventia seja por falta de capacidade ou resistência ativa ou passiva a servidão é quebrado ou então eliminada também passiva ou ativamente. De forma mais lenta e dissimulada e desorganizada, ou até mesmo de forma rápida sistematizada em série, não como inimigo, mas lixo humano.

E aí quem então vai governar o mundo? Quem serão os novos landlords? -É o capital. Lítio: Do ouro negro ao petróleo branco

E segundo esta quando o ataque já estava iminente, para não dizer evidente, restava saber quem seria a bola da vez, na AL, ou mais precisamente, quem nisto ia ser encaçapado primeiro… nisto a política internacional é exatamente como um filme de guerra, o cara que está entrincheirado debaixo do fogo pesado, no caso a Venezuela, dura até mais do que quem achando, ou caindo na armadilha de achar que está seguro, seja entre ou em “trégua com inimigos” leva um balaço de um sniper. O que esta outra matéria já avisa-antevê melhor… mas antes a matéria que fala sobre um outro componente elementar desse quebra-cabeça (cobalto) é um rastro desta cadeia investigativa-dedutiva dos crimes contra a humanidade disfarçados de negócios, revoltas, até que enfim à guerra, mas pode chamar de história:

Da crise na Venezuela à “Renda Básica” na Itália (Parte I) Ou, É o capital. Lítio: Do ouro negro ao petróleo branco 2 (Dois anos depois…)

“Se as empresas boicotarem o cobalto da República Democrática do Congo, isso terá grandes consequências para essas pessoas, que mergulharão ainda mais na pobreza.”- trecho da matéria que já em si o meia-explicação da teoria (planejada) do caos Carros elétricos à custa de trabalho infantil?

Quanta nobreza, a escravidão como humanitarismo, e depois não sabem como a extrema direita populista ressurgiu com toda a força, como poderia ressurgir algo assim dentro desse caldo de tamanha humanismo e civilidade mundial? Qualquer semelhança com os argumentos de um fazendeiro escravagista do século XIX, ou um um dono de fábrica do inicio da revolução industrial do século XX , não é mera coincidência. Aliás, as datações e nomenclaturas são meramente ilustrativas; afinal. quando foi que os argumentos mudaram? senão de eventualmente de cor e endereço?

(…) qualquer procedimento que gere custos, ou impeça o produtor de obter tanto a mão-de-obra quanto a matéria-prima a preço de banana, ou melhor da carne tenra e barata de criança é um impeditivo a própria produção e reprodução do capital, cuja transformação e aquisição depende dessa diferença de valores. Sem apropriação primitiva sem custos sem trabalho sem custos sociais ou humanitários, sem roubo e escravidão devidamente legalizada, ou seja, que não pode ser indenizada depois, é simplesmente impossível acumular as quantidades necessárias de capital para erguer e mover impérios, não só empresariais, mas os estatais, e isso muito antes do advento do capitalismo propriamente dito.

Um mera questão de contabilidade. E em matéria de construção de impérios, a carne infantil sempre foi a mais fácil, dócil e barata, para os sacrifícios de todos as especies e esferas que sustentam a cultura de uma civilização, do Oriente ao Ocidente, do velho ao novo mundo, da antiga Suméria, até a Europa Medieval, até chegar em tempos mais modernos numa fábrica na China, Bangladesh, ou Paraguai a produzir o último grito da moda e tecnologia de Paris, Londres, NY ou mesmo nas altas rodas de SP. Não é a toa que o “medium” João de Deus, incorporava (ou dizia que), entre outros, ninguém menos de fundador da Companhia de Jesus, Inacio de Loyola, esse entendia constroem impérios, na base.

As máquinas diminuem os custos de produção. Mas enquanto as máquinas não reproduzirem a si mesmas, incluso o custo de extração da matéria-prima necessária para fabricá-las e mantê-las a um custo menor que o trabalho escravo e semi-escravo de quem não tem como se (mais) como se sustentar da sua terra sem se vender, pessoas serão escravizadas, ainda que com nomes mais modernos e bonitos. Uma relação de custo e beneficio, onde crianças nunca deixarão de ser uma opção de mão de obra barata para trabalhos ignóbeis, justamente pela naturalmente alta dependência carestia e pouca defesa e resistência que a infância possui por natureza que dificulta sobremaneira qualquer possibilidade delas se organizarem ou rebelarem como povo, classe, categoria ou gênero de qualquer espécie contra a exploração dos adultos da sua própria espécie. Dependem pura e exclusiva da solidariedade, que não é propriamente a mutual, mas a humana, quando não de familiares mais próximos ou de estranhos cada vez mais distantes, e quanto mais estranhos e distantes aos olhos que as veem como estranhos e estrangeiros (ainda que sejam elas que estejam em sua terra e não o contrário) menor as chances dessas crianças sobreviverem para se tornar adultos.

E pobre do pobre que acha que quando algorítimos ou máquinas subsistirem esses homens sua condição vai melhorar. Não vai. Primeiro porque essas máquinas e algorítimos reproduzirão os valores e interesses de seus proprietários. E segundo porque ao fazê-lo nessa nova condição onde esses seres humanos se tornarão obsoletos, eles não irão prover uma existência de ociosidade para eles, mas pelo contrário, senão puderem encontrar nenhuma nova função produtiva para tantas almas, tratarão de diminuir sua quantidade de bocas, simplesmente descartando deixando se virar como podem, e se essa solução por ventura causar mais prejuízos que o custo de uma eliminação mais positiva não titubearão em empregar todos os meios incluso as novas tecnologias para reduzir essas populações, seja diminuindo sua taxa de natalidade ou reduzindo sua expectativa de vida e interferindo positivamente no aumentando da sua mortalidade. Uma questão de contabilidade dentro da sua escala de valores e prioridades.

Sintomático, portanto, que a governo resultante da união entre os populistas antisistema e a extrema-direita italianas tenham produzido, um pequeno incidente diplomático com seus vizinhos francesas, na sequencia da sua briga de quem vai ficar com a cota do lixo da humanidade que está vazando das latrinas entupidas de mão-de-obra barata e expropriada e empobrecida do mundo- do qual só para deixar claro, para quem, não sabe, fazemos parte.

(…)Quando se trata de cinismo, exploração, especialmente sobre a Africa, até nós da outra latrina do mundo, a latina-americana também temos nossa parcela de hipocrisia, pilhagem e corrupção diretamente proporcional ao tamanho da nossa participação nos lucros e dividendos. O Brasil não é do clube, nem teve colônias, mas se vira como pode, e come pelas beiras. Nosso comercio ainda é baseado em trafico das riquezas de terras e escravidão disfarçada da própria gente, ou seja basicamente ainda vivemos no lixo que produzimos, mas sempre que temos uma brecha, também jogamos o lixo no quintal do vizinho, e as vezes, até conseguimos deixar de ser só um país de corruptos propinados para corruptores bem sucedidos, ou pelo menos não se pode negar que tentamos.

Confesso, embora os autores não confessem, que tentamos; desastradamente, mas tentamos. Tentamos sair da condição geral de meros propineiros explorados, para propinadores exploradores. Tentamos nos capitalizar antes de sermos completamente descapitalizados. E falhamos. Mas não foi por falta foi por excesso de escrúpulos, pode perguntar para os executivos nativos daqui, ou os ditadores de lá, em juízo é claro. Definitivamente não, não foi por falta de “pragmatismo” que falhamos em nossas empreitadas d´além mar. Diria o menino do foguete de ontem, e estadista até segunda ordem de hoje, o ditador da Coreia do Norte, que o Brasil cometeu um erro primário, para não dizer infantil em suas pretensões primeiros mundialistas: faltou lastro para sua economia internacional, ou mais precisamente o único e verdadeiro lastro do valor de qualquer commoditie, incluso o das próprias moedas nacionais, armamento de gente grande. E quem não tiver uma bateria de lítio que atire a primeira pedra, ou a primeira bala se tiver um míssil , um míssil de respeito por favor, afinal o que somos? estado-nações mero ou terroristas de proto-estados?

Mas confissões imaginárias e alheias a parte. Eis que voltamos ao teatro de operações da America Latina, e seu momento mais atual. mais precisamente, o rica região onde está inserida os mares e terras semivirgens do Brasil e sobretudo a bola da vez, Venezuela, mundial.

Esqueça, as bobagens sobre ideologia, incluso democracia, direitos humanos e afins, porque em nenhum dos lados da trincheira esses valores não passam embora não sejam só isso, não passam de mera instrumentos e manobra e manejo de massas, propaganda e engenharia para conquistar mentes e corações. No final das contas a economia se resume a uma disputa geopolítica, uma disputa por territórios, suas riquezas e claro seus povos, como mão-de-obra para a riqueza das nações, leia-se, a riqueza de quem governa as nações, e se você, acha que é o povo, então com certeza é porque você não faz parte de quem de fato administra esses corporações estatais, nem é faz parte do board dos seus “sócios” que recebe seus lucros e dividendos, a sociedade de fato de uma nação.

Seja nas terras indígenas amazônicas, ou nos mares da China e Japão, ou ainda na corrida espacial, o interesse é desses grandes Estados-Nações e seus tentáculos corporativos transnacionais, de fato maiores que muito poderosos que muitas Estados-Nações, é um só: as fontes necessárias para a reprodução do capital, ou seja, matérias-primas e mão-de-obra. Porém, não a uma razão muito mais desesperado do que o capital pelo capital, mas o capital como a alimento absolutamente indispensável para manter essas máquinas estato-privadas funcionando. E considerando que gente pobre e desesperado não é um bem raro e escasso, muito pelo contrário é um bem que de se produz e reproduz seja com políticas econômicas e governamentais, incluso como mero efeito colateral da própria pilhagem das riquezas da terra, podemos resumir essas disputas a sua razão estratégica prioritária: as riquezas das nações. O resto, ou seja, gente para ser empregada, vem como mera consequência da conquista.

A geopolítica internacional é mar de tubarões, onde quem sangra deixa imediatamente de ser caçador para ser caça de seus outrora parceiros. É a bola da vez. Toda a retórica envolvida, todos argumentos e razões e justificativas, tornam esse processo mais complexo, mas não antera a sua natureza, nem a nossa, continuamos a ser tribos de primatas a disputar a urros, batidas no peito, e claro se necessário for assassinatos nossos territórios. A diferença, é que ao contrário os demais primatas não existe território com recursos que bastem para sustentar nosso modo de vida. Não por uma questão malthusiana, de mera expansão geométrica da população versus a aritmética dos recursos, mas sim por uma questão de preservação de culturas, que se desenvolveram e não tem como se sustentar se não pela predação e pilhagem do espaço vital alheio. Não é portanto a toa que a economia, ou mais precisamente a economia politica seja a ciência da administração dos recursos dos recursos escassos, não importa o prazo, num dado momento todos sempre serão. De tal modo que mesmo que houvesse qualquer fonte de energia infinita, longe de frear essas eterna guerra, ela apenas forneceria combustível sem limites para continuá-la, pois o paradigma continuaria o mesmo, e teríamos apenas uma ou mais fonte de recursos ilimitados para acelerar sem parar a disputa e exploração até o fim, seja ele qual for, dos demais que continuariam se tornando cada vez mais escassos. Com uma fome predatória tão insaciável, mais realista portanto seria portanto começar a pensar em partir para colonizar outras mundos. E é exatamente isso que nós, aliás nós não eles, estão fazendo, o topo dessa cadeia alimentar canibal e armados para o dentes para evitar concorrência nativa.

Trocamos de teatros e cenários, e as vezes os atores, mas o roteiro, a direção, e sobretudo a trama continua sempre a mesma, ruim, diga-se de passagem. Não é portanto de se surpreender que a história se repita não só em diferentes tempos, mas em diferentes espaços quase ao mesmo tempo com ligeiras mudanças e peculiaridades locais. E eis que uma Venezuela corre o risco de se tornar o próximo palco das disputa dos grandes disputas grandes chacais da atualidade que não agem como leões, nem abutres, mas como hienas. O espetáculo está pronto, um ditador e uma burocracia corrupta disputa a matar e deixar morrer quantos forem necessários para se manterem no poder, e potencias sempre prontas para intervir até onde puderem para manter e claro expandir suas zonas de interesse concorrentes. Liberdade? Igualdade? Fraternidade? Comunismo? Democracia? Justiça? Não sejamos tolos, povos fazem revoluções por causas como essas, porque são suas causas e interesses. Corporações estatais e privadas, ou melhor seus donos, diretores pensantes ou servos burros, não. E por uma simples razão, há um conflito de interesses aqui, e sobre meios e recursos escassos, ao menos para satisfazer ambos interesses que não são apenas concorrentes, mas contrapostos.

A humanidade dentro da ordem inter-nacional (e não raro dentro da própria realidade doméstica nas nações que não tem poder econômico nem militar para externalizar seus custos vive) como um bando de náufragos numa ilha onde o mais fraco e desavisado é a jantar. E a história é o papo jogado fora entre os convivas para terem uma boa digestão, ou melhor, para não terem uma congestão, a conversa absolutamente necessária para esquecerem que alguém será o próximo. E como diria o estadista de periferia: antes ele do que eu. De fato, nisto consiste toda a sabedoria possível da política externa de prudência de tantos países periféricos e impotentes por comparação as grandes potencias: antes ele do que eu. E deixa um pedaço da asinha, que ninguém é de ferro. -Da crise na Venezuela a “Renda Básica” na Itália (Parte I)

Dito isso. Sobre a febre do ouro branco, preto, terras raras… novos nomes para velhas viagens… e o mesmo holocausto não dos capitais, mas pelos necrocapitalistas. Um aviso adicional sobre o X- escrito que se segue e para quem segue para a próxima parte, no mundo dos espelhos o buraco em cima é sempre mais embaixo, e o buraco de quem está mais em baixo é sempre mais em cima. Não é um lugar para quem é altamente sugestionável simbolicamente e, mas realmente insensível a realidade sensível, ou em outras palavras:

Se você acha que lobo comendo a vovozinha não é uma forma lúdico-metafórica para não fazer de criancinhas adultos infantilizados para que não sentem até depois de adulto em colo de nazi achando que é do papai (e noel), mas sim conto de terror politicamente incorreto, então nem leia o que escrevo a seguir, porque minha intenção não é ofender nem chocar ninguém.

Image for post
Quem quer levar bala? E quem tem bala na agulha?

Parte II MR. HYDE

Sabe o que é pior do que uma pessoa com a cabeça enfiada no próprio rabo?

Image for post
Image for post

É uma cadeia delas enfiando uma a cabeça no rabo da outra.

Image for post

Há quem chame isso de bolhas em forma de rede social.

Image for post
Image for post

Mas essa metaformação é só um novo nome para um fenômeno velho, produzido com tecnologia de comunicação igualmente nova: o nacionalismo totalitário, ou simplesmente totalitarismo.

Image for post
Image for post

Mas pode chamar de a centopeia humana.

Image for post
Image for post

Que pode ser de esquerda (vide o stalinismo) ou de direita (vide o nazi-fascismo). Com é claro, os neoqualquercoisa negando que são, para renegar os seus crimes antepassados e recentes e acusando uns aos outros de serem exatamente o que são: farinha do mesmo saco, no passado e pretensões futuras.

Image for post
Image for post

Não confundir portanto com a verdadeira fila indiana … uma ótima estratégia de deslocamento para movimentar grupos apagando suas pegadas dos rastreadores… com as outras filas indianas feitas para o “disciplinamento” hierárquico-burocrático tanto do povão…

Image for post
Image for post

Ou também do baixo clero dos milicos…

Image for post
Image for post

Embora as semelhanças proto embrionárias sejam semioticamente evidentes…

Dito isso. Vamos à febre do ouro branco, preto, terras raras… novos nomes para velhas viagens… e o mesmo holocausto não dos capitais, mas pelos necrocapitalistas.

Pedi atenção para as datas por uma questão simples. E não para reivindicar uma visão antecipada. Porque se há uma lição nestes textos que tentam fazer a monitoração antecipadas de cenários futuros, ou de pré-monitoração, seja o do lítio, ou da renda básica:

Essa lição é a seguinte e gravo em letras garrafais:

NÃO ADIANTA FAZER NECROPSIA. NEM MAQUIAR MORTO.

Análise que é em si uma piada pronta: diagnóstico pós-morte: o morto morreu de morte morrida. Pois não diga? Jura? isso é óbvio, depois que o parasita matou o doente só médico (progressista ou conservador tanto faz desde que tenha sido catequizado na base) é capaz de dizer que o doente matou o parasita e não o oposto.

Essa é a diferença porque eles não veem e nem prevem porra nenhuma e ainda por cima, é por isso mesmo que precisam negar e renegar quem não só consegue ver e antever o que vai acontecer, os modelos de visão, previsão. Porque dependendo do momento, colocados no momento certo ou errado. Um é o diagnóstico a previsão de um cenário que serve para que possamos justamente alterar o curso de uma tragédia anunciada, o outro a busca por culpados, mas pelas desculpas para perpetuar não só a tragédia ou a história como farsa, mas sua pseudo-ciência ideológica que não vê e prevê nada, mas advoga por essa ou aquela causa hegemônica ou marginal ou já em estado de culto a persona iconocrata pelos bandidos e mocinhos idealizados da sua servo-idiotia doutrinaria de estimação. Peripatético.

É por isso que não veem nada. Eles esperam levar o tiro no peito para descobrir se a ameaça era real ou não. Ameaças não são ofensas, não são agressões simbólicas, são movimentos e tomadas de posição estratégicas especialmente quando quem as pronuncia detém o poder de fato para cumprir. E o pior tipo de ameaça não é a dita, simbólica, nem a velada, mas a bem acobertada, aquela que não só não se revela concretamente como ameaça, mas pelo contrário se reveste simbolicamente como gesto, sinal não importa se é gramático, financeiro ou qual seja a isca como armadilha cognitiva para idiotas ideológicos ou o que é a mesma coisa ou coisas para todos os efeitos parecidos cegos semióticos e amputados epistemológicos, que até poderiam entender se vissem, mas não veem, e mesmo vendo não conseguem entender porra nenhuma porque já não vendo não sentem e mesmo querendo sentir e veem, e não vendo nem sentindo já não conseguem entender e interpretar mais nada nem depois que tudo se revela. Senão, repetindo os mesmo erros históricos, ou seja os ideológicos que racionalizam e fantasiam passados em vez de projetar futuros realistas.

De tal modo que você não qualifica ou desqualifica a natureza dos seres de acordo com suas visões, nem muito menos espera eles definirem definitivamente a trajetória das suas ações para prever seu comportamento e logo entender sua personalidade livre de preconceituações, você faz a pré-leitura das intenções já não só pelas movimentações que antecedem os movimentos, mas pelas tensões e pretensões incluso nas omissões aparente “calmaria”, a não-ação, que nada mais é do que o engano, senão do outro, o próprio, porque tudo está conexo, tem nexo e tudo se comunica, mesmo sem ter consciência que o faz, mesmo quando não o faz, ou pressupõe que o faz em nível de reflexo-ação, quando o observador pode estar espelhando, fazendo sombra ou rastreamento das suas metainformações em outro nível não só de metalinguagem e leitura da programação sua pré-potencia e pré-tensões, mas da sua própria pressuposição da projeção que faz da dele sem perceber que é a imagem e não uma projeção sua, mas em verdade uma introjeção dele tanto da sua percepção alienada do outro, quanto da sua própria concepção de si e do mundo. Ou seja. Você jogou, o jogo do outro, nos termos do outro, pensando como o outro, e achou que era você mesmo, e vencerei o adversário no universo dele. Perdeu e nem percebeu, onde e nem quando. E continua perdendo, toda vez que racionaliza a derrota nos termos em que não percebe que o bug não está nas superpotências, mas na impotência de pela milésima vez antecipar o golpe.

Neste sentido, Morales não foi o tão tolo quanto os analistas tardios são. Ele até tentou. Mas já era tarde.

Ou mais precisamente tarde demais. Não basta saber, há que se saber o saber do seu tempo na hora certa. Porque o saber no tempo errado, comunidade na hora errada, no lugar errado, na linguagem errada, não é desconhecimento ou só ruído, é pura contra-inteligência e desinformação, é descapitalização intelectual de A para a necrocapitalização de B. Timing, tempo-espaço ou a velocidade do conhecimento é tudo que define a validade como verdade ou falsidade não só de uma sentença, mas a honestidade do dado, e aferição das heurísticas das probabilidades da honestidade do dado, e o mais importante a validade da tomada de decisão como acerto ou erro, não como julgamento da história, coisa de punheteiro intelectual, mas como julgamento da vida mesmo, seleção natural, onde a pessoa e o seu povo, vão para a vala ou não- supondo que a persona se importe com isso (algo que também se pode ter não só das ações, mas já não só dos movimentos que antecedem o bote do predador, mas simplesmente como seu olhar já segue para sua presa). E quem duvida disso está ferrado porque na era dos estados totalitários cyberpanoticos, vai morrer rindo, e baixando app enquanto não só está sendo filmando, mas está sendo e tendo seu fenótipo completamente meta-DNA-códex-mapeado. Vai levar caralinhos voadores no rabo na forma de drone, sem nem sequer saber de onde vieram e nem porque. Mas Kafka explica.

A relatividade da verdade não tem nada a ver com subjetividades ideológicas, mas de relatividades de leis da física. Eliminada as explicações freudianas tanto as fantasticamente irreais sobre as fantasias de realidade, quanto as relativamente reais sobre as realidades fantásticas, o que sobre de real ainda que invisível é uma relatividade semiótica da verdade dos fenômenos e seus julgamentos muito mais metafisicamente quântica e einsteniana do que psico-analise freudiana.

O prazo de validade das verdade não só tem local e tempo de validade marcado não no rótulo da embalagem, mas no conteúdo, não por convenções arbitrárias, mas pela inter-relação com a própria relação do próprio observador-observado que compõe a observação com fenômeno que já altera a própria trajetória enquanto previsão, especialmente na razão da propagação com que é compartilhada pelos ins-ou-conscientes coletivos.

Não, a verdade não muda conforme a perceptiva, salvo a ilusória. A sentença permaneça válida no seu campo assim como a ação, naquele outro cenário. O seu valor de valor decai, assim como a probabilidade de correção e acerto conforme perde a sintonia e ressonância do seu espaço-tempo uma questão não só de acelerar a ação para materializar a ação, mas potencializar a ação para não perder a anima, ou a alma da ação, que não é história que se conta, mas a alma da história, o momentum, ou como dizem nossos irmãos em deutsch o zeitgeist. Quem é ou se sente velho, mas ainda vivo, e ao mesmo é paradoxalmente jovem num outro plano sabe que do que estou falando, seja em linguagem digital, analógica ou completamente ilógica…

Porque quem perde o espírito do seu tempo vira um poltergeist de corpo presente a assombrar encarnado até os dentes o corpo do espaço-tempo dos outros genes, gêneros e gerações atuais e futuras, um pesadelo de sombras nada relativos, subjetivos ou imaginários, mas já distopicamente concretos objetificadores e absolutistas.

De tal modo que não só um valor relativo da verdade varia como o de um commoditie conforme as circunstâncias, como varia para quem detém ou para quem se projeta tal escala de valores seja dos sujeitos, suas propriedades, ou das propriedades, conforme a qualidade dos sujeitos tácita da valoração não declarada ou velada dos sujeitos que sendo no plano epistemológico não sujeitos, mas meros objetos de necrocapitalização não tem sequer valor comercial positivo de negócio enquanto propriedade viva, mas tão somente morta em vida, ou morta em vida, isto é expropriada da sua liberdade, isto é, rapinada em anima da sua como sua natividade meio ambiental e vital do seu próprio nexo proprioconcepcional autogeracional identitário necessariamente independente, livre e consensual.

O capitalismo como necrofilia pura, estupro, latrocínio e genocídio seguido da vivissecção coletiva, desintegração e fragmentação empático-emocionais, tortura e canibalismo das presas vivas, necrofagia queima cerimonial de corpos e pilhagem de terras, tudo isso, faz parte não só da mera acumulação do capital, mas da sua reprodução enquanto poder, enquanto processo de quebra e domesticação por domínio por medo e terror do por-vir, do poder não como posse, mas possessão politico-econômica, e da posse não como produção de riqueza e relações enriquecedoras, mas misérias por relações desgraçadamente miseráveis, e doentiamente monstruosas de autodestruição sado-masoquista servo-assenhoração, onde a presa morre e o predador se degenera incapaz de sobreviver sem a carne sacrificial e o combustível do seu maquinário, do seu holocausto que também queima literalmente suas ligações neuro-empática com sentido da vida, co-solidariamente o imbecilizando como um terminal burro, e o estágio terminal da própria (des)humanidade.

A verdade que não muda conforme as perspectivas, nem os planos e dimensões e padrões constitucionais, formais, informais, normais ou paranormais, porque nada se faz nem desfaz nem como ordem, nem mesmo como desordem sem tal princípio epistemológico universal a todos seres, eventos fenomenais e saberes inclusos sejam falsos, verdadeiros ou duvidosos: liberdade.

E na ordem das deduções epistemológicas você não descobre o que eles vão fazer pelo que você pressupõe que são, nem muito, pelo que eles dizem que são, nem mesmo pelo que eles fizeram no verão passado, mas pelo sentido existencial, a razão social de ser do que eles estão ou não fazendo incluso como da palavra não como código, mas como ação social. Mas fazendo de livre e espontânea vontade, porque quando você encontra uma pedra voando e batendo na sua janela você se pergunta quem atirou. Quando uma pessoa vem ou fala com você, não se pergunta quem a atirou ou mandou falar com você, quem a move, ou move seus lábios. Porém deveria. Não porque somos meros fantoches, pelo contrário, todos somos dotados de anima e livre vontade. Esse é o segredo do rastreamento semiótico da epistemologia.

Tudo tem anima própria ou forças próprias que constituem sua existência, mas sua existência percebida, seja a visível ou semioticamente deduzida, é produto dessa razão entre natividade própria imanente à sua força volitiva e às forças externas que empurram e puxam, integram e desintegram não só a matéria desse corpo, mas seu destino e a trajetória das suas ações. De tal modo que desvelar ou calcular não só os fatores e a razão das forças que movimentam um ser, evento ou fenômeno constitui a sua capacidade de visão e pré-visão do comportamento, como a capacidade de desvendar por consequência se o indivíduo não se governa, quem governa seu movimento e falas ainda que nem ele seja consciente disso. Rastreamento reflexivo da origem da luz da informação que por sinal também vale para sua próprias ações, comportamento. De tal modo que também podemos saber em que medida pelo mesmo processo, graças a memória e a capacidade da imaginação de fazer projeções imagéticas e até imaginárias de personas meméticas, somos capazes capazes de fazer essa autognose não só eventualmente, mas constantemente não como terapia, mas como estado constante de vigília, também conhecido como consciência, ou se preferir hiperconsciência na medida que você se hiperconecta e se apropria das suas próprias faculdades de produção da própria concepção das conexões função significacional do que é essencial ou simples para a produção da sua própria existência incluso para além da morte. E porque não? O que impede de produzir não essa ideia, mas essa super-ação como (cons)ciência ? Porque o resto é encenação e representação, ou arte ou mentira, feita criar o novo ou destruí-lo enquanto aculturação ou contracultura, ou num nível mais profundo: cosmopolitização.

Se você prestar atenção, verá que não só se demoram a aperceber, mas sempre só se apercebem tarde por demais. Por uma simples razão, simulam fazer-portar e reportar “ciência”, quando não fazem mais quando honestos desenham com palavras, o que já ocorreu, os fatos; quando desonestos, nem isso, advogam para seus clientes ou pior julgam este ou aquela parte com seu saber ideológico fosse o supremo tribunal dos demais, inclusive quando esses juízes são relativistas-subjetivistas que por definição é o anarquismo autoritário da epistemologia: tudo é relativo e subjetivo. Quando a verdade da episteme e liberdade como fenômeno é o oposto a tudo, é objetivo e absoluto, e ninguém tem o direito de relativizar o que é absoluto para o outro ser: seu direito absoluto elementar universal de não ser sujeitado, subjetivado, objetivo por nenhum relativizador nem absolutista dos sujeitos outros do mundo, porque em verdade ambos são faces da mesma moeda: hipócritas alienistas, sujeitos reificadores de gentes, que renegam as condições reais e vitais e ambientais, a realidade concreta, sensível e a natividade e auto-identitária dos outros para impõem suas condições, visões, taras e fantasias subjetivas imagéticas e ideológicas como sua ditadura das formas e informações contra a toda e qualquer outra meta-formação que não seja o espelho e espelhamento da sua imagem e semelhantes: clones e replicantes. Autoritários que não suportam libertários. Mas também falsos libertários, que não suportam uma autoridade incluso o do respeito a natureza da própria vida e liberdade e relação consensual, ainda que hierárquica de outras vidas que não lhe pertencem para tomar nem julgar, nem relativizar.

Existe liberdade onde não há igualdade? Claro que existe? Não existe liberdade onde não há consensualidade. E não é da abolição da desigualdade que se finda a miséria, mas da abolição da rapinagem e violência, estupro, guerra, do roubo, da abolição das relações de poder. E, portanto, não da riqueza, mas da pobreza e riqueza e desigualdade e miséria e tirania que se constitui e perpetua por imposição de relações a força, quanto subtração das possibilidades e matérias de manutenção de relações absolutamente livres. Não relativamente ou subobjetivamente livres, mas absolutamente livres. porque não é não, porra.

E o indivíduo que recebe um não, e mesmo assim toma, é um estuprador. Assim como o indivíduo, o homem que tira tudo da mulher para que ela não tendo como se sustentar seja obrigada a se prostituir para ele, ou cafetinando para outros, é o pior de todos os estupradores da terra, porque fez do seu ato de estupro, um sistema, um negócio reiterado, que vai muito além da escravidão, mata em vida. É a coisa mais monstruosa que a humanidade já criou. Por isso que quando digo que a revolução feminista e transgênero é a maior revolução artística, científica, cultura, semiótica, epistemológica é simplesmente a revolução paradigmática, não estou fazendo média, podem me xingar e acusar do que quiserem, com ou sem razão, incluso as feministas, fato é fato: é a Revolução. É a liberdade e a luta por libertação em sua essência, não há como tergiversar, relativizar. É princípio elementar e direito universal. E o mais machista que não admite que isso não é machista, é só um menino velho, mimado, pau mole, mal-amado e violento com medo do futuro além de desonesto e burro. Vou morrer sendo o que sou, para todos efeitos um dinossauro conservador em diversos aspectos, mas digo aos meus iguais abram alas porque o “não passarão”, não existe. Tudo passa, e nós já éramos.

E eu quero vê-las passar, como quero mais é ir para a vanguarda para elas poderem passar e é por cima do meu cadáver mesmo. Porque o futuro é delas e delas. As novas gerações. O futuro chegou. Ame o futuro ou deixei-o. Porque o futuro é feminino. O futuro sempre foi amor. Sempre foi delas. Você que não viu nem ouviu nada. A liberdade.

Não, estou pegando onda, porque não sou militante. Nem me passo por. Reconhecer o que aprendi com as leituras de mundo do feminismo radical não é mérito, é obrigação de honestidade dado que são fontes e referências do meu pensamento.

Quanto estar alinhado independente e incondicionalmente até mesmo da aceitação-rejeição é tanto por convicção ético-epistemológica, derivada da verdade supraparadoxal do que elas defendem quanto uma posição pragmático-estratégica contra um inimigo comum: a estatopatia do patriarcado. O bom da minha filosofia libertária-gregária da ciência da consciência é isso, o idealismo ético e o realismo pragmático estão sempre e devem estar sempre alinhado, senão não é ciência da episteme. Fora que eu não tenho patrão, mas patroa. E não, não é piada machista, mas se quiser se ofender pode levar para casa, porque aqui até ofensa é “de grátis”. Não, não vendo ofensa, nem meu trabalho para patrão para fazer minha mulher de empregada, se sou empregado de alguém é da minha mulher, dela e meus filhos, porque eles são proprietários de toda minha produção, tudo que já criei nesse mundo de obra social e intelectual, lixo ou não, é dela e dos meus filhos e das pessoas pelas quais eu dei meu trabalho de graça como razão social e função social. Sou um “vagabundo nato” que produz e distribui conscientemente riqueza para quem ama e até para quem me odeia se for na santa paz. Então pode pegar, irmão. Porque é nóis.

Pensando bem. Se alguma feminista se ofender e me mandar a merda pode subscrever que ela tem razão, e não estou irônico, mas coerente. Tirando a parte que da vanguarda revolucionária, e absoluta concordância, mas inegável e jusnatureza de verdade das suas reivindicações não faço nada, senão atacar o mesmo inimigo e defender seletivamente as pessoas que gosto, o que não é defender nem bancar a causa. Então não vou ser hipocrítico comigo mesmo. Minha causa e filosofia libertária é outra, é contra a eugenia e pela garantia da vida e minimo vital sem nenhum tipo de segregação e discriminação como ethos e práxis, e embora abarque e solidariamente esteja na mesma linha, não está no mesmo front, nem corre os mesmos riscos e perigos, nem sofre na carne, nem coloco o meu na reta senão seletivamente para defender, então não. Papo é só papo. E ação é só ação, e embora nunca tenha militado do lado dos monstros e canalhas, muito pelo contrário, salvo no meu eterno mal gosto simbólico, jamais em ato. E nisso sou réu confesso, porque vou morrer gostando, de violência simbólica, até porque não tenho um parafuso a menos e não mimese e catarse, não gozo por correspondência, nem saí do cinema querendo bancar o Rambo ou achando que não sou alvo. Em outras palavras não vou pagar do que não sou. Mas nem por isso, vou deixar de pagar pau. Porque a inveja, não só violenta, ela mata. E não há coisa que o homem mais inveje nesse mundo do que a fertilidade e poder da criação da mulher, que a vida, tanto que até inventou um patriarca criacionista destrutivo só para vivissecar e arrancar do ventre, destruir a verdadeira alma matter gregária-libertária da criação: a Liberdade.

E veja esse tipo corno-chifrudo é covarde, porque criminaliza a sedução e não aceita perder para a beleza feminina, toda vez que cai. Nela reclama, mas quando é seduzido por outro macho, e ele coloca um belo par de chifres nele, ele gosta. Nisto eu adoro a linguagem chula do Bozonaro, porque ele revela essa relação covardia abjeta do machismo. O mesmo canalha que não hesita em espancar uma pessoa humana vulnerável, se humilha o a persona messiânica com quem ele platonicamente casou e não pára de trair. Não só não persegue tudo que seja feminino, mas adora casar com seu macho ditatorial e ser traído e humilhado por ele, quanto mais ele espezinha quem o aclama como mito, mais essa massa de frustrados desconta suas condição humilhante em quem não pode se defender. Técnica ansciente mutati mutantis de longa manus.

E sinceramente duvido que idiota-idiocrata tenha a mera ideia disto, porque manipulador e manipulado est, mas quanto a isto já está voando no piloto automático faz tempo, é só um morto-vivo. Uma aranha que tece a teia, como o pai dos seus pais dos seus pais… e nem sabe mais porque… só repete hábitos instintivamente porque assim o era, assim as coisas são, assim devem, ser, mas não pergunta muito senão te espanco, porque não sei responder, o lá , tá escrito, funcionava, então foda-se. Bem não pode dizer que neste sentido ele não é sincero, pediram sinceridade, taí, ele não esconde sua cretinice, até simula, como bom herdeiro do populismo janista mais estupidez de que já tem, como se precisasse, para vai que desconfiem que ele planeje alguma coisa. Já que tanto usaram e abusaram dessa ferramenta, o planejamento científico, para fazer duas coisas geniais: uma produzir coisa milimetricamente bem engendradas para produzir os piores resultados contra a população, outra o oposto, produzir lixo disfarçado e maquiado para produzir o mesmo efeito desgraça popular. Cience.

Ou como diria o patriarca espiritual de Olovismo Carvalhismo: o pinto do cara explodiu!!!

Mas deixa eu parar de anarquizar e vandalizar meu próprio escrito.

Voltando… de onde eu parei, que nem mais eu sei. Minto. Estava, a falar como era linda minha vida semi-burguesa combinada com meu ativismo social de base de revolucionário aposentado por invalidez, mas não pelo INPS.

Porque nem todo fardo só pesa, quando é involuntário, dá aí a importância de não fazer ao outro o que gostaria que fizessem a você, mas efetuar uma investigação e abrir os olhos e ouvidos e efetuar uma investigação semiótica do que ele de fato quer verdadeiramente, porque o que você gostaria para você não é o que ele quer para ele, coisa que as vezes, onde falamos a mesma língua, uma simples pergunta: o que você quer? Já é o suficiente. Ao invés de arrogância tecno-burocrática autoritária do “eu sei o que você precisa mais do que pensa que sabe”. Talvez, seja até verdade, e se for, isso é fácil de demostrar empiricamente, porque só guru e charlatão precisa impor sua solução e prova real pela força de fato, ou pior, comprá-la com toma-lá-dá. Porque 2+2 são 4. Já 2+2=5 é uma conta que só fecha mesmo debaixo de porrada ou com muita propina, ou uma boa combinação de ambas: custo-beneficio, mas pode chamar de economia política ou economês buro-estatal.

Por isso, agora, feminismo a parte e machismo adentro, o que é portanto um terreno livre para desfilar preconceitos e generalizações estúpidas sem nenhum fundamento, incluso como piada interna. Então na boa, macho primata passa 100% do tempo pensando conscientemente ou não como sobreviver, o que inclui matar os outros das formas mais criativas possíveis. Livre desse medo. Ele passa todo outros 100 por cento do tempo tentando reproduzir o máximo de tempo possível, com o máximo de fêmeas possíveis. No intervalo curto ele coça o saco. E quem não faz isso, pelo menos não o tempo inteiro, é o desvio padrão, pelo qual os machos contribuem com o progresso da humanidade a uma razão estupida, porque se ou quando enfim livre do domínio da figura paterna ou maternal, tudo que faz de produtivo é para criar uma figura não estéril, mas fértil, que se masculina é primeiro sua identidade que está referenciada na busca da sua alteralidade ou ideal o feminino, que não é um corpo sensual, mas um princípio essencial. Amor.

O homem não é uma completa nulidade sem a referência feminina. Ele é um câncer à vida. Ele não só viola, ele violenta e mata. Ele é uma barriga que deambula. Um psicopata sem razão nem função e razão de existência senão replicar-se como um parasita clonador. Antes de se insignificar completamente ensimesmante na sua paixão por si mesmo ele mata e se mata como uma besta desalmada, é a própria brutalidade encarnada como possesso. É um doente mental, um psicopata a disseminar neuroses, psicoses e esquizofrenias. Não tem uma função significativa existencial senão existir em si e para si. Porque até a sua prole, e sua fêmea tem que ser nada mais do que seu hospedeiro e réplica. É um ser preso à figuras paternas a tentar reproduzir sua gêneses, e não a criar novas vidas. Não consegue amar nada que não seja a imagem e semelhança do que já está morto dentro dele mesmo, seu passado gêneses, como eu- genético. Odeia outros gêneros, outras genes, outras gerações. Odeia a diversidade de tudo que seja diverso da projeção imagética do seu paterno, seu gene.

Claro que a mulher não está imune ou invulnerável a desenvolver tal insanidade, mas sua gênese histórica é determinante para definir a prevalência dos “grupos de risco”. E os homens são os vetores desse mal. Assim, como preservar a mentalidade feminina e principalmente do referencial revolucionário feminino como referencial paradigmático é absolutamente fundamental como luz da razão, ciência, e consciência do futuro da humanidade. Poder para mulheres, então? Poder para o povo? Sinto muito, velhão. Tirou o monopólio da violência, eles e elas vão tomar o poder pela seleção natural, porque simplesmente estão mais preparadas empático-solidariamente para prevalecer no mundo. Não seja um mal perdedor. Não apele para a violência. Porque a violência é a assinatura do apelão, mas dos covardes.

Portanto, como disse, estou aqui atestando um fato, incluso como já disse anteriormente me nego a referir a tal discurso como ideologia de gênero, porque não considero as defesas de tais liberdades fundamentais como mera ideologia são princípios epistemológicos consubstanciados no corpo da pessoa humana como direitos universais intocáveis, inalienáveis, intransferíveis, e portanto, sob os quais, eu ou você nem se fosse o deus do supremo tribunal das ditaduras reais dos reis das picas das galáxias do império dos céus e das índias transcendentais teria legitimidade para tocar, ainda que com todo possesso megalomaníaco seja tarado por se pré-arrogar toda violência monopolial autocrática e monocrática para fazê-lo, seja no ritual da batina ou da toga.

Cabe defender incondicionalmente a posição de vanguarda delas, especialmente quem já está na luta contra os totalitários. Porque o futuro não depende e muito da visão seminal que estão disseminando incluso como contra-cultura de resistência contra as monstruosidades que estão por advir.

E entenda, novamente o problema não é a ciência, mas a ciência destituída do ethos de uma ciência da consciência, a ciência nas mãos e a serviço e servo-imbecilizada nas mãos de interesses corporativos estato-privados eugenistas-totalitários.

Porque a luta das novas gerações não será fácil, só garantia incondicional dos meios vitais e ambientais incluso como capital na forma monetária-cibernética do info-capital do futuro não será suficiente como legado. As novas gerações precisam ter ciência absoluta da consciência metainformacional da sua forma trans geracional, haverão ser trasgerações transrevolucionários para poder fazer aos monstros que sempre sonharam, e se comportaram como deuses caminhando entre meros mortais tratando o resto da plebe como leprosos, mas agora graças ao avanço científico-tecnológico já podem realizar essas taras e fantasias de segregação eugenistas. Porque as pesquisas para fazer de suas quimeras não mais meras fantasias tano-teratológicas alienígenas milenares se tornaram uma possibilidade concreta: meta-humanos.

E não seja tolinho, vai. Vai comprar esse papinho de avanço para o bem de toda humanidade, vai levar um nabo, do tamanho que quem acreditou quando keynes e outros anunciavam que seus netos, iriam com o avanço da tecnologia e industria nas máquinas poder trabalhar menos, todos no futuro trabalhariam só 4 horas no máximo. LÓOOGICO. Sobre essa falácia já desci a lenha aqui e não vou me repetir.

Image for post
Image for post

E você meu irmão filipino que estava pensando em vender seu rim para comprar um iphone no mercado negro, pode esquecer porque nós maquaquitos nem na fazenda da pecuária desumana da venda de órgãos dos subhumanos temos mais valor de mercado no mercado negro. Ou melhor, o preço vai cair pela lei da oferta e procura. Mas verdade seja dita, já vinha caindo com a entrada dos estados prisionais-totalitários vendendo órgãos dos seus presos-cobaias, incluso os políticos de etnias perseguidas por tecnologias de vigilância e mapeadas por geolocalização fenótipo-geneticamente referenciada. Porque dinheiro para vacina em estados totalitários a lá deus vult não há, mas para mapeamento genético, opa é nóis, nisso, tamu junto, é ciência de ponta. Lógico que preocupado com a saúde pública. Não vou nem colocar as notícias pelas quais produzi essas deduções-previsões, deixo ao leitor, pegar as palavras-chaves e reproduzir o processo se for curioso e encontrar ele mesmo as provas do crime que se desenhará novamente como notícias futuras de mais desgraças que caíram no nosso futuro, para articulistas garantirem que é pura coincidência, ou procurarem culpados, ou desculpas sem achar nada. Porque lhe falta a base fundamental da investigação: a motivação. Quem buscas causas e consequências acreditando em duendes ou coincidências, e não na causa volitivo intencional das incidências não acha nada, porque não procura a razão das racionalizações incluso as aparentemente irracionais, mas sim racionalizar suas próprias razões para as ações mais irracionais e impossíveis de serem justificadas, não com a verdadeira razão e justiça.

Aquela que enxerga claramente que a vida não tem preço. E que no entanto mesmo assim há quem insista não só em pagar um preço para viver, quanto para matar os outros para prolongar velada e artificialmente a preservação do seu corpo desalmado, buscando a imortalidade.

Imortais. Até que a morte os separe. Ou em outras palavras que só morram de morte matada e não morrida. O que por sinal é o que separa quem é filho de deus e papai noel e quem não é: a expectativa de vida que é inversamente proporcional as condições materiais transferidas como seleção artificial hereditária via a tecnologia da maquinação econômica-financeira faz tempo, uma máquina cuja engrenagem era feita de gente da mesma raça e o motor de combustão era a de outras, mas que agora não precisa senão de combustíveis e nem sequer os fósseis, de tal modo que nem sequer como objeto-objetivado do holocausto do alienista o ser humano reificado já tem função na planificação futurista distópica do estatopatismo. E você achando que nosso tempo ou do seu avô na luta por um mundo melhor era difícil, a luta pela liberdade no futuro, supondo que vamos conseguir legar um, vai ser punk, ou mais precisamente pior que desumana, meta-humana, coisa para cyberpunk pós-transrevolucionais, mas não xarope que não entende que “buraco velho tem cobra dentro”

E que produz analise não só atrasada, retrasada, mas analise sem serventia nenhuma salvo para vender de novo o problema como solução, ou o remédio que não funciona reciclado ou em embalagem nova para enganar de novo o doente. Analises hipocríticas feitas para dar desculpa ou apontar culpados, para safar malandros. eximir responsável de responsabilidades, inventar tragédias e coincidências para encobrir rastros criminosos, externalizar fracassos e prejuízos, e se apropriar e vangloriar dos sucessos e ganhos alheios, enfim embromar. Até porque mesmo que quisessem não poderiam fazer nenhuma previsão.

(…)Então, a partir daqui, vou prestar a mim e ao leitor mesmo um serviço, e parar de bancar, ou pelo menos bancar um pouco menos o maluco, e começar a descodificar o que estou dizendo por conta própria. Porque um bando de idiotas falando uma linguagem de programação sofisticada para só eles entenderem formam uma novo campo elitista-monopolista do saber, um individuo sozinho um maluco-beleza, especialmente quando não faz o que é absolutamente necessário para diferenciar um comunidade cientifica de uma seita-ideólogos: produzir resultados concretos manipulando a natureza. Muito embora seja hoje absolutamente como prova os texto não só injusto, mas um erro cientifico fazer tais distinções, porque seitas, religiosas, e outras corporações privadas e estatais não só se valem de saberes e métodos científicos para produzir resultados dialéticos contra a consciência da ciência e sua liberdade, como se apropriaram e necrocapitalizam da mesma com mera industria e exercito e até bucha de canhão. E não não adianta apelar nessa horas a objeção de consciência. até porque sinto muito, os argumentos estão mal redigidos, e a ciências jurídicas positivas não são propriamente uma ciência no sentido stricto senso da palavra.

Alias como todos as ciências humanas. E aqui não estou só fazendo uma critica, autocritica, diagnostico, autognose, mas em essência, dando o braço a torcer porque está claro e evidente, que as humanidades em sentido geral, inclusive como campo de trabalho, mas como campo de saber, perderam espaço, não só para a maquinas, mas antes para as maquinações e cálculos burros das ciências ditas exatas. Não, não me entendem mal, não estou fazendo uma elegia a estupidez a falta de matemático exatidão das ciências humanas, mas uma critica. Bem como uma elegia a precisão geométrica e matemática das ciências exatas porém como se verá mais adiante sem lhe poupar em criticas pela absoluta cretinice, pela falta de capacidade humana para dominar o campo das ciências epistemológicas e semióticas para além agora dos signos das inteligencias e matérias agora, metainformacionais, e meta-matérias.

Pois sim, as ciências humanas e de arrasto não só os trabalhos e oficios mas sobretudos as vocações que compreendem as faculdades de humanidades que se chamam faculdades do desenvolvimento de tais capabilities humanas perderam seus espaços não só no mercado, mas no mundo do saber, não por acaso com o avanço das ciências exatas, mas especificamente a física quântica e informatica, que agoram se entreleceram como computação quântica para arrebentar de vez as portas sobre os campos metafísicos. Claro que a pessoa humana do outro lado do campo seja nas ciências exatas, seja até mesmo, como antigo empregador destes como seus servidores também vai rodar com ex-proprietário das sua propriedades intelectuais também decadentes ultrapassadas decaídas em desuso e necrocapitalizadas. Mas isso é uma outra etapa dessa autodestruição programada coletiva inconsciente, que não é bem produzida pelas máquinas, mas pela nossa maquinação, ou falta ou já impotência enquanto inteligencia desnaturada contra nossa prepotência enquanto desinteligência completamente dependente das artificialidades. É como aquela piada do Simpsons, quando o patriarca entra no hospital e encontra um respirador artificial, e diz mais ou menos assim: “se eu tivesse descoberto essa máquina antes não tinha gastado meu pulmão por todos essas anos”.

Em verdade, o homem que mata outro homem, já sobrevive em holocausto degenerador das suas humanidades antes do advento dos servos-robóticos, ou dos processos automáticos de desinteligenciamento do seus semelhante por meios artificiais: essas ferramentas incríveis que não mão de necrocapitalizadores são nada de novo do que esses mementos do holocausto da desumanização da inteligencia humana, assim como o advento da energia nuclear, virou bombas de destruição em massa para o complexo militar-industrial leia-se privato-estatal no século passado.

As ciências humanas que deveriam ser a base cientifica universal porque da semiótica para a epistemologia de toda ciência exata não só como sua ética, mas como sua própria consciência da produção conceitual cientifica das suas teses não como meras hipóteses axiomáticas, mas como metodologia cientifico consciente dessa nova metaciência integrada, ao cair e se manter presa por todo esse tempo no campo de concentração das ideologias predeterminista-materialistas, descobre agora tarde demais que sem o reconhecimento da concretude da alma e sua investigação empírico experimental e laboratorial, não só intelectual, mas de campo e de base, voltada as bases populares e não cooptada e acomoda a serviço subservilmente aos poderes tecno-cracias está condenada a limpar sua latrina, como seus pobres formandos, que caíram no conto da compra dos diplomas e titulações dos direitos de posse e atividades nas capitanias hereditárias à prazo, ou é claro subvencionadas a custa dos escravos, que não, não são os contribuintes abastados que pagam seus tributos com posses, mas o povo que paga com o consumo, incluso o consumo da sua própria carne: trabalho.

E eis que uma ciência que desprovida da paralaxe com a correspondência experimental com a realidade que seja universal, mas apenas substanciada na coerência dos observações relativas do próprio pensamento de cada produtor do conhecimento se tornou um mero campo de batalha de ideias e ideais versus ideais e ideais. O tal mundo onde tudo é ideologia e nada é informação. O mundo simbólico das humanidades que se entredevorou no campo de batalha do signos, semioticamente cego para sua própria episteme fenomenológica das humanidades não só saber, antes como práxis, como forma e transforma-ação dos seres que não é discurso, nem lugares de palavras apartados, mas atividade, e natividade. É chão tio. É povo. Não é Paulo Freire vilependiado pelos retardados mentais da direita, nem aclamados pelos doutores universitários e burguesia de esquerda que também não aplica nem leu, nem os gringos que se apropriaram escolasticamente dele, mas dos projetos freirianos de base que fazem de si mesmo o autoaprendizado.

Mas esse não é um fenômeno só brasileiro. Mas mundial, porque as humanidades e humanidade não desenvolveu nem formal nem informalmente, a potencia das suas faculdades natural e nativamente em sua essência, em sua verdadeira alma matter: a liberdade espiritual. A ciência dos espirito das coisas, não como charlatanismo da alma do negócio, nem dos ócios, mas de fato como o estudo que agora não só as ciências exatas e biológicas avançam arrebentaram as fronteiras e trincheiras e conquistam tudo, ou quase tudo, explicando o que as humanidades negligenciaram ao fechar os olhos, se prestando meramente ao serviço de advogados do diabo, ou de quem pagasse mais, como diria o primeiro filósofo, meros sofistas racionalizando qualquer barbaridade demagógica ou ideologia não importa se ela tivesse qualquer correspondência fenomenológica elementar com a verdade, ou em outras palavras, correspondência epistemológica no sentido forte: verdade verificável com jusnatureza: ethos. Algo que ao contrário do que os relativistas pregável, não é relativo, sempre foi absolutamente concreto universal como o direito a vida e liberdade: absolutamente elementar e nuclear-atômico em qualquer lugar,plano ou tempo: como a integridade absolutamente particular do pertencimento da vida de uma pessoa, ou a consensualidade das relações entre esses seres singulares que forma as comunidades e seus organismos. Porque a negação desses princípios libertários-gregários elementares-universais são nada mais nada menos do que a disseminação da discórdia, da discriminação, segregação, da insanidade, da doença, da guerra, da morte e extinção.

Não que as ciências humanas seja um bando esteja reduzida a um bando de ilusionistas e charlatões a serviços da sua seita vendendo os seus serviços, longe disso. Por sinal tem muito disso também em exatas. As ciências em geral tomaram todos os campos como especialidades, mas continuaram meros serviços burros em geral, ou inconscientes da grande figura, como expliquei, espero, a divisão dos campos de saberes aumenta a produtividade, mas a produtividade alienada à necrocapitalização e não do próprio produtor que pode construindo coisas incríveis na sua área é um perfeito idiota em outras, completamente depende da direção superior incluso para determinar a razão maior de ser não raro das sua própria produção, mas da sua própria existência social. Essa falta de conhecimento que a compartimentalização incluso da produção dos saberes científicos produz gera um possibilidade de controle extraordinário, supondo que quem está na cabeça esteja controlando as causas e consequências desse processo, o que evidentemente não ocorria porque toda a razão de tal objetivação alheia dessa locupletação para a perpetuação megalomaníaca do hereditarismo eugenista.

Notem que é não é só processo dialético mas uma padrão necrolepso, pois na medida que a ciência avança como engenharia e maquinaria materialista, predeterminista eugenista, as humanidades como faculdades, propriedades e intelecções de degeneram. Mas isso não é problema das ciências e suas tecnologias, porque elas são ferramentas e operações que podem ser usadas como armas, sem duvidas, nas mãos de ignorantes e psicopatas e psicóticos surtados ou em perpetuo culto-cultura de surtos de psicose normótica coletiva de paranoias persecutórias (e perseguições) coletivas. É um problema deste estado de vulnerabilidade, de falha sistêmica e operacional para usar já se apropriar de cara e na caruda na mão grande de antemão, cheio dos trocados dos trocadilhos da linguagem de programação mais exata e cientifica, da ciências mais exatas e informativas, da informática sem medo de queimar a cabeça, porque não somos movidos a válvula que demora a esquentar e quando esquenta tem que desligar. Não, nos podemos no campo da episteme nos mover mais rápido que qualquer máquina e maquinação, mais rápido que a própria ciências das metainformação, mais rápido que a velocidade que a luz da razão da informação, porque somos a luz não só da nossa própria conformação, mas da nossa transformação atemporal algo que nenhum arcabouço nem mesmo metacientífico pode expropriar nem expropriar porque não é propriedade, mas natividade pura que constitui a propriedade com liberdade a cada nova etapa da metamorfose da mutação revolucionária como renovação da inovação ou simplesmente forma-ação da vida em alma.

De tal modo que quando toda propriedade incluso como organismo e identidade singular e rede comunal a liberdade não emerge para pronta para se transcender, mas imante não só padrão fractal, mas egregado-integrado termodinâmico da autodeterminação dessa autogeração fenomenal não se equaciona no plano materialista físico, matemático, nem muito menos biológico, mas sempre das ciência das consciências desse ethos que forma os campos das nossas humanidades como faculdades e intelectualidades e propriedades intelectuais como domínios não só público mas necessariamente universais, elementares a liberdade e libertação de todos, ou por definição, principio e razão do seu sentido vital de (vir a) ser : populares.

As humanidades se destacarem do seu espaço-tempo, se perderam da sua degenerando em teckne sem metis a formula do saber sem ideológico da éticas e sem ethos, e filosofias das ciências, sem ciência da consciência da produção dos preconceitos sujeições e objetificações das discriminações cientificas. Uma tecnocracia apartada dos campos de concentração da experiencia da vivência na ignorância popular, do que é a vida de verdade, sem olhos empáticos do que é sentir na própria carne o que é ser o outro o objeto reificado não sabe o que o mundo senão como um mero espelho da seu castelo de privilégio servil de invejas e vaidades como possibilidades do privilégio teratológico que é inviabilizar a realidade da verdade fenômeno-epistêmica de outro ser dotado de anima subjetivando a desigualdade dessa relação de liberdades como o mundo concreto (in)sensível das (im)possibilidades livre volitivas, vocacionais, potenciais e essenciais, o seu pisco phatos como norma, normose e normalidade.

E eis que agora graças aos avanços também das ciências humanas, a engenharias das ciências exatas avança com máquinas e tecnologias capazes de produzir também sem a menor consciência como seus programadores os mesmos cálculos sobre esses pico-fatos reproduzindo uma realidade ainda mais totalitária, distópica e desnaturada numa escala de necrocapitalização em massa da expropriação da intelectualidade e natividade que a mão-de-obra das classes média e intermediadores da exploração tecno-burocrática manual da população cada vez mais marginalizada jamais conseguiu se prestar a tal desserviço contra ela, e logo contra a si mesma, porque as classes médias, como grandes aristocracias disfarçadas da sociedade que nunca foram a serviço do pacto privato-estatal contra o verdadeiro pacto social, que nunca existiu, já eram, porque decaem na exata medida da obsolência dos seus préstimo com terminais burros ao grande irmão. Bem vindo a senzala. E daqui é vala(…).- TRECHO DE TEXTO SEM NOME AINDA NÃO PUBLICADO, MAS MOA MESMO.

ISTO POSTO, os escritos voltados para advogar para os crimes passados já não fazem propriamente ciência, são rigorosamente apenas as peças teatrais de defesa e ataque perante o juízo do tribunal com mercado da doxa, se há ciência sua ciência é outra, a retórica, a arte do vencer e convencer, sem necessariamente se ater a verdade dos fatos, é a advocacia ideológica, o reino que as ciências humanas foi reduzida quando se tornou, uma guerra de ideologias a serviço do reino ou mestre que pagar melhor, quando perdeu a fé que a alma matter do seu objeto de estudo não era absolutamente tão verídica, e fisicamente real quanto os objetos do espetro meramente visível das matérias e seus campos de estudos, correspondente ao período reducionista materialista das ciências exatas, quando se amarrava cachorro com linguiça, e que a metamaterialidade era só uma metafisica. E eis que agora a ciências exatas já lidam e tratam da metamateriais, como tratam de tudo, como mecânicos de beira de estrada, sem entender nada, e pouco ligando, para a engenharia metalinguista de como são produzidas conceitualmente as peças e ferramentas preconceituais com as quais trabalham a começar sua gnose, desde que tenham um carro, um bicho, uma pessoa, uma cabeça ou universo, para abrir e manipular, mesmo que depois terminem com uma pilha de peças numa caixa que nem sabem para que servem, (mas hão se descobrir). É como eu disse em um texto lá atrás nada como dividir, e dividir em muitas partes o processo de produção alienado para gerencia-lo como um todo. Aliás eu não, a industria da maquinaria, onde o servo-idiotizado, das exatas ou humanas é peça do xadrez, pode nem ser peão, mas é só um cavalo e muito bem montado e desmontado. Em outras palavras as ciências humanas desprovidas sem seu método de investigação empírico-semiótico (uma falsa contradição que deveria ser clarificada) de investigação e critério de julgamento epistêmico da verdade (um pleonasmo que deveria ser mais evidente) não é nem ciência, e a ciência sem a ciência humana é quando não decai na pseudo-ciência um nome para o charlatanismo pela ausência do seu fundamento ontológico, mostra tanto a sua pior face monstruosa, que é reduzir a ciência a mera ferramentaria, a serviço da produção inclusive da falsificação da verdade, disseminação da ignorância, desigualdade de saberes, expropriação intelectual e manipulação das consciências, enfim a produção da miséria da liberdade do pensamento, da luz da razão e por consequência da morte da própria ciência, a prova lógica, de que o campo da ciência e o corpo da comunidade cientifica assim como absolutamente tudo não pode se separar, apartar, trair, da sua alma, a matter, ou se desintegra e morre. A prova lógico dedutiva de que até em ciência carece de alma, e da pureza desse espirito, elementar, meu caro, Watson, ou melhor elementar a quem tem a lente e quem persegue a lógica dos fenômenos até os becos mais escuros do submundo que não é só do inconsciente, mas do que é literalmente dantesco.

Image for post
Image for post

Em verdade a metáfora da ciência como investigação de um detetive sempre foi a melhor metáfora para a ciência porque, nada mais cheio de preconceitos e falácias do que a justiça das arbitrariedades humanidades sujeitas aos maiores erros quanto mais monocrática e autoritária, muito embora a democratização da ciência, seja como tomada de decisão, critérios de para tanto, ou mesmo do saber como, ou sobre o que exatamente estamos decidindo ou fazendo, não seja sinônimo nem garantia de acerto em nenhum campo da atividade humana seja o da própria ciência, do julgamento de verdade sobre os fatos enquanto justiça, ou até mesmo da justiça mundana ou teocrática ou mesmo popular julgando a própria atividade cientifica isolada ou em comunidade.

E se estar consciente disto é importante em tempos ditos normais, é essencial para produzir não só boa ciência, mas arte até mesmo a ruim, em tempos de crise- quanto as assombrações que saem das criptas para garantir que ninguém apaguem seus grafos e mandos cenográficos- tal consciência é vital; porque sua ausência pode ser fatal especialmente para a ciência de excelência as feias e mais perversas artes porque serão queimadas como subversão da sempre velha nova ordem.

A metáfora do detetive é importante. Porque ele não busca apenas o “culpado” nem “desculpas”, ele não busca rastrear apenas as pistas e pegadas, matérias, um corpo, ou a materialidade do ato e do fato, ele precisa de uma motivo, de uma motivação, que não é apenas um conjunto de conjecturas e causas externas uma trama que leva a lugar nenhum, mas que o conduz a origem da causa do evento que se não existe, não há crime ou responsabilidade, porque simplesmente não há agente causador, mas sim uma série de ações ou forças externas ambientais que resultam no fato, um evento causado, e não provocado, por um ou um tanto de agentes simples a puxar um gatilho, ou vários gatilhos intrincados uns aos outros, onde cada nó dessa trama, ou nexo dessa rede co-solidária contribui positiva ou negativamente para a obstrução, omissão, ou consecução dos fatos, nenhum outra possibilidade existe, conscientemente ou não, porque está ligado a trama.

De tal modo que determinar qualitativa-quantitativamente a razão pela qual cada nó contribui com sua volição, suas forças internas, para essa bola de neve, ou a propagação dessa onda, é em si um processo literal e rigorosamente de distinção do quanto cada ente se comporta como coisa ou ser, em graus, ou melhor estado dinâmico, porque ele é um complexo que não pode ser binariamente simplificado, nem reduzido a uma concepção ideologicamente apartada, onde o ente ou entidade é movido completamente por forças exteriores ou sua força interna. A trajetória do seu comportamento tanto a investigada no passado quanto a prevista no futuro é defina pela somatória dessas forças difusas, onde sua volição nem sempre é a mais forte de todas forças a mover ou motivar esse ser incluso visivelmente, não só psico, mas epistemologicamente. E eis o grande segredo, desvendar a forma termodinâmica das plataformas que não são matérias nem físicas, nem psíquicas, mas metafisicas, porque não se engane se não é você ou melhor sua volição, não essa força de vontade a prevalecer sobre as forças ambientais que agem sobre projetadas em você nas introjetadas em você não é você a determinar a trajetória física objetiva das finalidades e objetivos da sua história de vida, que de subjetivo só tem uma coisa, você foi subjetivado.

E mais importante, se você nem sequer acredita que existe tal coisa, um campo, ou mesmo uma força elementar dessa monta dentro imanente e transcendente em você, você já foi domesticado, porque não importa do que é feita a materialidade da plataforma, não importa do que é constituído a miséria e ignorância da sua cela delimitada e arcabouço do seu horizonte de eventos espaço-temporais predeterminados pela metamorfo-desinformação alheia, o show de Truman é sempre só um cenário, seja encenado com gente de peruca e toga, computadores, parlamentares, ancoras de jornais, teatros de fantoches, atores de Hollywood, desenho animado, animação 3D, ou mesmo uma vida social sem animação, ou anima, sem alma, jogos sem alma, encenados por pessoas desalmadas que buscam desesperadamente reencontrar o que perderam em algum lugar enquanto interpretavam vários papeis sociais e enlouqueciam nesse manicômio normótico suas ligações empáticos solidárias uns com os outros, que constituem um fenômeno que não tem nada de sobrenatural que em seres humanos chamamos consciência em seus estados de alta atividade, mas que em estados da mais baixa atividade ou natividade é simplesmente vida, um padrão que emerge que ligações em rede, e se perde quando essas conexões neurais cujo espetro atinge níveis fenomenológicos para além da psique, estão no plano da metaformação dos matéria, informação, estão no plano epistemológico do cosmo.

Esse é o nível de detecção que é necessário para encontrar uma verdadeira motivação, que não está meramente nos jogos dos sinais e símbolos, mas no rastreamento para além destes, usando a única base comum, pela qual podemos decifrar empiricamente qualquer código mesmo o dos interesses e motivações alheias: a vida, como vontade ou a própria volição ou força de viver além da vida, que uma vez concebida, assim como uma fronteira de um país nação, não importa se existia, ou não, está lá, e cruze para ver, o se você leva bala ou não. Criação, o segredo da vida como cripto-encenação. Um estado de arte.

Peraí que eu acho que escrevi algo muito bonito, vou até chorar…

Mas vamos deixar de palhaçada… porque a coisa é séria. Ou pelo menos deveria ser. Eu pelo menos estou sendo.

Voltando a Morales, saber se o lítio era bunda. Todo mundo minimante bem informado sabia do valor do lítio. O que ainda não entenderam, é como funciona a teoria do valor dos capitais no necropoder, ou em outras palavras o necrocapitalismo: o holocausto via mercado de capitais, ou capitalismo de estado, que não deve em hipótese alguma ser confundido com capitalismo, ou melhor biocapitalismo, para que não haja confusão de termos, porque o negócio desses predadores-parasitas não é a mera apropriação, é a equação possessão+perversão+capitalização=necrocapitalização do hospedeiro. No final coloco uns textos de referência a quem interessar possa. Porque o que interessa aqui é só uma coisa, é justamente esse ponto, se tem uma coisa que Morales não era é um idiota, e portanto nem bobo, nem trouxa. Ninguém fica tanto tempo no poder, e vivo, se não entende com funciona o esse jogo do de gangsterismo internacional do estadismo.

Eis aqui uma lei universal que a história confirma a expectativa de vida de uma pessoa que leva uma vida violenta é inversamente proporcional ao nível de vida violenta sobretudo organizado e sistematizado que leva, chefe de gangues, proto-estado, milicia, tráficos, reis, tiranos, ditadores, lideres, não importa a qualidade do poder, quanto maior a abrangência, mais riqueza, quanto mais violenta for a natureza da sua força menor é sua expectativa média de vida no poder, ou mesmo sua vida natural. E as exceções só confirmam a regra. A alternância do poder, foi portanto um grande advento não só para prevenir guerras, mas para salvaguardar a vida dos tiranos, porque o novo sempre vem incluso como nova tirania.

Então tirando os idiotas e desonestos e advogados ideológicos de plantão prontos para narrar mais um conto do que não virar. Porque novamente entre mortos e feridos, e cegados a balas, salvarem todos os filhos da puta, gringos e nacionais. Então se acharam que Morales iria alavancar o desenvolvimento do povo boliviano só com o lítio e por isso foi derrubado caíram em dois golpes, e só se tocaram agora, além de lerdinhos continuam não entendendo nada. Aliás, e não só caíram em dois golpes, mas já vão caindo de quebra em um terceiro. Que Morales é vítima nessa história, e que foi idiota de não perceber que levaria uma facada nas costas a qualquer momento. Ninguém fica tanto no poder, e vivo, se não entende acreditando nas bobagens que essa gente escreve. E o mais importante só descobrindo a America em especial a Latina depois que Inês é morta. Idiota é quem compra essa conversa mole, ou vende sem vender o rabo preso. Porque Morales pode ser bandido estatal latino, mas não o ofendam sua inteligência, nem a do povo, porque o que ele não é, nem seus aliados, é burro.

Dinheiro é sal. É para servo-idiotas. Não me entendam mal. Sei que as pessoas precisam de dinheiro, não sou hipócritas, não dou um livro, nem palavras, mas din din para quem precisa comprar seu pão. Cassete! Não prego, pratico a renda básica incondicional!!! Mas não sou um imbecil. Não me iludo. Sei exatamente o que a moeda dos Cesares significa e o que acontece com a nação que cai na idolatria dessa ilusão. E se impérios caem, imagem e províncias. Essa merda é pior que cocaína, vicia. E o traficante que cheira sua própria droga, o ópio que do seu cliente (no caso o povo), seja a uma igreja ou estado, está fadado a destruir seu império sozinho.

E é por isso que paradoxal e dialeticamente há que garantir dentro do sistema a restituição do que ele usa com signo-base do culto a morte, para restituir a vida, isto é claro, se seu objetivo for salvar as pessoas e não destruir as pessoas junto com o sistema, porque neste caso, há outra estratégia muito bem aplicada que está derrubando as democracias ocidentais: viciar os chefões do tráfico desse ópio das igrejas patrióticas estato-privadas se viciarem na sua própria droga. E levarem eles que deveriam saber que o signo de posse-poder é uma ilusão para as massas, também a venderem a sua soberania e a do seu povo, em troca de moedas do ouro… dos tolos. Porque no final das contas o lastro deste signos não é o seu valor de troca, que não depende só 1 coisas: o valor que o outro atribui a tal objeto não isoladamente, mas enquanto está na sua mão.

Algo que o idiota útil para a troca alienada só olhar para o valor de mercado quantitativo e não para o qualitativo não só do tempo e lugar, mas da sua qualidade e valor qualitativo perante os olhos dos outros, coisa que não se expõe nas bolsas de valores dos eugenistas, ele não vai só falir, mas perecer. Porque ouro na mão de um homem desarmado entre bandidos amistosos ou não o preço que ele coloca para eles comprarem suas posses, mas cortarem seu pescoço. E economia política não é essa baboseira que eles pregam e seu acreditam já são traficantes viciados, é geopolítica internacional de crime organizada feita com contabilidade não de 1 livro caixas 2 e de centenas de laranjas que nem sabem que são e que compõe a balança comercial que compõe essa mafia estato-privada. Um esquema tão complexo, que de uma geração para outra querendo não se acreditar apenas ladrões institucionalizados esqueceram o que é essencial a sobrevivência de qualquer golpe baseado em tráfico de entorpecentes cognitivos, não acreditar nas bobagens que prega e não se vender nesse mercado.

O estadista, seja ele um estatopata ou não ,que não reconhece que isso, que as relações internacionais são a lei da selva, ou estado natural, ou como diria os filósofos contratualistas o estado de guerra, declaro ou não, total ou não, não é um idiocrata, mas um idiota. E como tal não adianta se fazer de vítima, caiu não só porque os outros são bandidos, mas porque ele também é, e sabe que é, mas porque acreditou que por uma série de fatores o bandido da outro bando não atacaria. No caso de Morales, não por não saber que o faria, mas por ter caído no erro de toda analise das esquerdas que estão presas as velhas teorias políticas marxianas eurocentristas, que não beberam na fonte da crítica dos pensadores africanos e feministas radicais: o tempo e espaço não é alibe para projeto totalitário nem eugenista nem há 5 mil ou 500 anos atrás, que dirá a 50 ou 5. A natureza da vida, não é afetada pela falta de uma teoria adequada que a explique, é pelo contrário por surtos de propagação de psicose por cultos e culturas psicopáticas que perduram em abrangência temporal, espacial, velocidade de expansão e intensidade da insanidade e violência epidemiológica por mais ou menos a literalmente converter e matar gente que consideram aptas ou inaptas a seu parasitismo eugenista predatório para fins de reprodução de sua gene e preservação pátrio-poder do seu necrocapital.

Surtos que permanecem entranhados nos ritos, costumes e continuam a queimar em fogo brando e lento, ou como incêndios de proporções gigantescas planejados sistematicamente ou já fora de descontrole. De tal modo que quando os extremistas totalitários reaparecem sem pudores não se deve perguntar onde eles estavam porque eles sempre estiveram entre nós, mas porque estivemos tanto tempo a nos negar comoda seletivamente e voluntariamente a enxerga-los ou mesmo a ajudar a esconde-los, protege-los desculpa-los ou nos desculpar e advogar desculpas para eles enquanto eles se escondiam a olhos vistos. Há ainda quem continue a fazer isso, toda vez que reproduz consciente ou não ao invés de ciência uma previsão, uma racionalização tardia, uma justificação que tem por única finalidade absolver e acobertar esse ou aquele líder, ideólogo ou ideologia para perpetuar a idiocracia que serve e da qual se serve muito bem… até quando decaído em obsolescência servo-funcional e insignificância existencial, ser também devorado, isto se é que o que resta ainda prestar para tais finalidades alienistas, senão esquece que é velho, e velho ainda que tenha vitalidade é, como diria a TV PIRATA, o Barbosa do necrocapitalismo. Quem se lembra dele, pois é? Já era. Referencia datada, sem mais valia. Zero…

Tá morto e enterrado na cultura pop, habita o underground ou retro meio festa Halloween, que tem lá sua força como um misfits, um monster mash.

Terapia de choque psico-morfética para ressuscitar a parte viva dos mortos-vivos e enterrar de vez a podre, ou o que é a mesma coisa deixar que os mortos enterrem os mortos, para os vivos possam enfim viver em paz sua vida, exorcismos psicossomático de desintegração de possessão do necropoder, vai ver que é por isso que por isso que eles odeiam tanto rock, rap, e funk, mpb e música erudita, ainda mais a erudita só não confessam para não parecer ignorantes e intolerantes, porque quer morrer de fome, seja um músico clássico, nem rico consegue. Pobre então, é como sonhar em ser astronauta.

Calculando as probabilidades da liberdade real dele desenvolver sua vocação por mais força de vontade, dedicação que ele possua, traz umas esses números para uma linguagem mais inteligível, isto, é numa formula-ação metafórica de uma sentença gramatical que reflita melhor a lógica desse sistema operacional dentro de um programação linguística mais popular: é mais fácil cair acontecer um pseudo-ovni, um objeto voador não identificado matá-lo ainda criança atravessando sua cabeça do que ele atingir ele nativo virar escapar das do peso e pressão e gravidada da forcas que o prendem e o forma e conforma e eventualmente o matam em seu mundo, algumas da natureza outras nem tanto, porque nem todo objeto voador não identificado em suas causas e causadores o é e fica sendo por falta de ciência, mas por falta de investigação e vontade para saber porque e sabendo colocar um fim no absurdo que é uma vida tomada porque algum disparou um projetil de chumbo que rouba uma vida inteligente de forma absolutamente estupida e monstruosa. Nada, absolutamente nada, pode racionalizar um ato destes, como nada absolutamente nada pode desculpar nossa omissão enquanto sociedade para evitar que tal evento nunca mais se repetisse. Não adianta criminalizar a policia. Ele é a ponta do iceberg. A mão que puxa o gatilho é a outra, é a nossa que nega o pão, lá atrás na raiz do problema quando antes da tempestade um borboleta não teve com bater asas e morreu porque não tinha como voar. Porque uma metáfora melhor para teoria do caos não é aquele onde as figuras harmônicas geram a espiral do caos, mas pelo contrário. O padrão não arbitrário complexo difuso é outro, da ausência de harmonia e ressonância o sistema vai se desintegrando não há mera razão razão da velocidade da luz mas em reações em cadeia que se tele-transportam e multiplicam não há velocidade da razão metainformacional.

E se você está agora se perguntando como isso não explodiu o universo inteiro num enorme bigbang ou abriu um buraco negro enorme uma questão de ponto de vista, ou de que lado você está do horizonte de eventos do muro ou da quarta parede, a resposta é simples porque não só em cada nexo-singular dessa rede, mas nas conexão-ligação dessa rede, há força nuclear fundamental que constitui tanto o cada corpo quanto tais relações de relação gregária enquanto constante epistemológica de todos os planos do espectro da cosmo físico.

A maior parte das coisas nesse planeta, não é absurdamente cara, não é absurdamente restritamente privada, senão por uma única e simples razão, para que gentinha da sua ou melhor da nossa raça não entre. E até respeito isso. Porque de fato, ninguém é, nem deve ser obrigado a conviver ou se relacionar com ninguém que não queira, um direito de se isolar. O problema não é esse. O problema não é o mero exclusivismo, ou isolacionismo, ou mesmo complexo de superioridade. O mal é que como cagam e andam para os demais, não só não ligam de tomar tudo se assim puderem, mas como não raro pensam porque podem de fato, é assim o seu direito. E se expandem, sem se importar se tal expropriação simplesmente elimina a próprio ambiente e meios vitais necessários aos demais seres vivos e até humanos que também carecem destes recursos para sobreviver.

São duas escalas distintas que não paramos de ver e negar. Gente que não só dá a mínima se seus ações e omissão implicam na morte, como não raro praticam descaradamente ações e omissão que implicam na morte para obter seus a satisfação de seus interesses, e nisto até já há aqueles inclusive encontram um prazer não indireto mas direto, e assim o fazem justamente com fins mórbidos. O que vem disso são racionalizações. A necessária cobertura de tais ações, afinal um dos segredos do abate é não deixar que o abatido descubra até ser tarde demais seu fim.

Então a verdade, é que quando um Estadista roda, e vem estas explicações tardias, elas são desculpas. Porque estadismo é guerra de engodo ou aberta, mas guerra. E se como se num duelo um pistoleiro se fizesse de vitima, Ambos estavam lá para isso. E se não estava, não deveria jamais ter entrado para a politica. Porque nisso sou obrigado a concordar com generais, e até os mais doentes dos estatopatas. É mais ou menos o que Lula disse para os militantes do Psol quem acredita em utopia não governa nada. Tem que viver na bolha sendo governado e acreditando que nas fora tudo é feito de fabricado de açúcar e sorrisos, como no comercial. Ou saindo fora dela, entender que isso é uma distopia, e que se vai propor soluções há de serem concretas para os problemas reais, partindo das premissas verdadeiras e não das fantasias boas e pressupostos politicamente corretos que servem justamente para que os ingênuos sejam mortos.

Dito desta forma parece uma teoria conspiratória de fato sem um componente indispensável para tirar esse ranco maniqueísta paranoico o é. A gradação, essas pessoas que estão no topo, esses eugenistas, estatopatas, financistas, o tal um por cento, não são aliens, ou reptilianos, não se comportam diferente da maioria das pessoas, a diferença não é da ordem ou desordem genética cultural de classe ou tipologias de desumanidade ou desempatias que gera mais poderes, mas de acúmulos de posses e poderes que agravam psicopatias e desempatias na exata medida dos hábitos que e o reforço dos costumes corrompem. O mesmo ocorre por exemplo na miséria extrema onde também emergem a brutalidade como estrategia desesperada de sobrevivência quando não existem recursos nem mais para a necessária cooperação que dirá para uma sadia competição sem violência. Logo o mal que apontamos nos mais bem sucedidos nas forças armadas ou nas potencias mundias dos monopólios da violência mais bem sucedidos do mundo, o mal que apontamos para os financistas, banqueiros, enfim as pessoas mais podres de ricas, é o sucesso que todos aplaudimos, porque no final quem de fato está disposto a abolir monopólios da violência, extinguir estados? Qual é o percentual da população que realmente acredita nisso? Quantos estão dispostos não a eliminar a riqueza, ou a propriedade, porque isso é um contradição estupida por definição da liberdade, mas quantos estão de fato dispostos a respeitar o direito a liberdade e a vida alheia que também por definição impõe limites éticos circunstancias a sua riqueza? Alias impor limites é uma palavra infeliz da minha parte. Sua riqueza é honestamente adquirida mas todos ao seu redor seja por tragedia natural, provocada pelo homem, seja por eles mesmo ou outros, estão na miséria batendo a sua porta. O que você faz manda todo mundo se vivar como pode e se foder, porque não é problema seu, ou literalmente não é da sua conta e contabilidade, ou chama a responsabilidade que não é sua, na medida das suas posses que são os seus poderes de fato, e faz o que pode?

Eis a questão que define quem é quem no mundo.

A ética e poder não está necessariamente atrelada a outra. É por isso que fazemos bobagens. Primeiro quem detém a força é quem decide. E não o mais ético. Porque se no ethos está a episteme ou a verdade universal que o engodo que a pseudo-ciência do materialismo-predeterminismo nega, e o teologismo manipula e perverte com finalidades predeterministas e materialistas, o erro de qualquer forma está consumado, e a verdade se consuma nas consequências da falta de observância desse campo do ethos, não só como estado normal de consciência, mas como campo normativo ou ciência tanto desse estado mental quanto desse campo normativo como correspondência ao estado de equilíbrio ou sanidade do ethos, mas de respeito as leis que regem a natureza da physis, incluso em seus planos metaformativos, porque quem come presos a de descobrir o cu que tem, se não neste tempo e espaço no outro. A vingança de Lavoisier contra os os contra-revolucionários terroristas disfarçados de revolucionários. E Sobretudo contra tudo os totalitários e estatopatas disfarçados de estadistas sem pudor a praticar terrorismo estatal e paraestatal. Mas contra elas há sua cura, mas tratamento profilático, ainda.

Image for post
Image for post

Parte III CURA (PRÉ)VISÃO E TRATAMENTO DA PROFILAXIA

chove lá fora

Image for post

Ir para as frentes de paz e ação social, e não se calar jamais, não deixar de dar as mãos para todos antes, para não ter que gritar e lutar contra os monstros nas trincheiras depois especialmente nos horas, lugares e pessoas que mais precisam da coragem dos voluntários da paz, durante ou depois da guerra, mas sempre antes… antes para que não haja lugar, tempo nem gente vulnerável aos predadores de gentes. Nós mesmos e nossa insolidariedade que em sua forma mais monstruosa é positivamente estato-pática e eugenistiscamente genocida: holocausto.

Porque se eles passaram então ciao.

Image for post

Resistência italiana

A Resistência italiana (em italiano, Resistenza italiana ou partigiana) foi um movimento armado de oposição ao fascismo e à ocupação da Itália pela Alemanha nazista, bem como à República Social Italiana — fundada por Benito Mussolini, em território controlado pelas tropas alemãs — durante a Segunda Guerra Mundial. A Resistência italiana enquadra-se historicamente no fenômeno europeu mais amplo de resistência à ocupação nazista.

Como movimento armado, baseado em uma estratégia de guerrilhas, surge quando a Itália é invadida pela Alemanha, após o estabelecimento do Armistício de Cassibile (8 de setembro de 1943, entre a Itália e os Aliados. Muitos, entretanto, consideram que a Resistência Italiana já existisse desde 1922, quando tem início a ascensão do fascismo. Seus membros eram conhecidos como partigiani.

Após a rendição das tropas alemãs, o movimento se dissolveu, em abril de 1945. Calcula-se que tenham participado da luta armada da Resistência mais de 300.000 pessoas — das quais, cerca de 35.000 eram mulheres — de tendências políticas diferentes e às vezes antagônicas.

Havia todo tipo de movimento contrário as repressões, bem como os católicos, comunistas, liberais, socialistas, monarquistas e claro, os anarquistas, entre outros. Os partidos que participavam da Resistência, reunidos no Comitê de Liberação Nacional (CLN), constituiriam mais tarde os primeiros governos do pós-guerra.

Na Resistência estão as origens da República Italiana. A assembleia constituinte, eleita em 1946 foi majoritariamente composta pelos partidos do CLN, que elaboraram a constituição da República Italiana, inspirada nos princípios da democracia e do antifascismo. Em 2 de junho de 1946, um referendo resultou na abolição da monarquia e na instalação de uma república, com a adoção da nova constituição em 1 de janeiro de 1948. -Resistência italiana

Mas lembrando que não basta a reação eventual ainda que organizada da sociedade é necessário a pró-atividade social da sociedade organizada civil ainda mais profunda nas causas e anterior e mais constante até a eliminação do problema em definitivo em sua raiz. Ninguém é mais vulnerável por nenhum tipo de discriminação hereditária a tirania, ou o que é a mesma coisa, a abolição das privações das liberdades fundamentais via garantia universal dos meios vitais necessários a preservação da vida em paz e liberdade sem absolutamente nenhuma espécie de discriminação. Renda básica universal mas não dada por governantes porque o que eles dão eles tiram, renda básica imposta pela sociedade como obrigação deles nunca mais roubarem o direito natural e sagrado de nenhum ser que nasça nesse planeta de ter como sobreviver sem ter que se ajoelhar a eles ou a qualquer outro monstro. Trabalho é para enriquecer e não para sobreviver. Luta pela sobrevivência é outra coisa chama-se guerra, e na guerra não se deixe enganar, com as regras dos monstros porque eles dizem que não vale tudo, mas não só usam todas as armas e métodos que proíbem em tempos de guerra, como o fazem em tempos e lugares e até contra pessoas de paz. Esse é o verdadeiro negócio desse ócio, os verdeiros ossos desse ofício: holocausto do necrocapitalismo.

Cavando tesouros em tumbas sem nome, num cemitério, correndo feito desvairado, sem saber que não tem sequer bala na arma, e tudo isso para terminar morrendo aos poucos sufocado numa forca enquanto se equilibra numa cruz sem poder pegar o ouro na sua cara enquanto implora pelo seu blondie salvá-lo, fora todos os outros detalhes… 1968, Leoni esse sim era profético, até porque esse faroeste em sua quintaessência mudou pouco. Eis aí um exemplo de quando a metáfora da arte é mais precisa tanto em sua leitura histórica do passado quanto da (pré)visão do futuro. em relação a não-ficção pós-facto produzida com os rastros ainda recentes, que embora mais fáceis de serem rastreados, ao contrário do que muita gente defende, visa justamente encobri-los ou não com suas ideologias.

Written by

X-Textos: Não recomendado para menores de idade e adultos com baixa tolerância a contrariedade, críticas e decepções de expectativas. Contém spoilers da vida.

Get the Medium app

A button that says 'Download on the App Store', and if clicked it will lead you to the iOS App store
A button that says 'Get it on, Google Play', and if clicked it will lead you to the Google Play store