Loucura: Não, experimento(s): Imunização de rebanho e Cloroquina

O Brasil está a ser e servir do que sempre foi, um campo de teste e experimentos econômico-biológico. Basicamente é uma Polônia dos USA. Alias, minto, um Irã, com gurus Aiatolás e PRs que entregam mais que Xás. Acredite se quiser.

Cloroquina

Pode funcionar. Tomara. O trabalho é feito por instituições seríssimas. Então porque não é feito lá nos EUA onde Trump jogou o verde antes e recuou com o sinal amarelo do seu estatamento? Porque eles fariam na sua casa, se tem quintal já contaminado para fazer isso e na America mesmo, sem (sua) gente, os americanos? Não que não façam. Se a coisa apertar. Fazem. O governo da França foi inclusive o primeiro a testar na própria população. Não porque não tenha quintal. Mas não tem tempo para esperar que o vírus se espalhe nele.

Todos os experimentos, especialmente com pessoas, são feitos assim. Leia-se indo para lugares mais pobres onde a justiça é, digamos, mais flexível e compreensível e não existe uma indústria de processos bilionários. E tem sempre gente desesperada para levar de graça até injeção na testa. E isso antes do coronavírus. Agora. Não que eu concorde. Muito pelo contrário. Protestei, e não foi pouco na Europa quando as experiências de Renda Básica começaram a ganhar contorno de experimentos inclusive com procedimentos cada vez mais similares a alguns farmacológicos que violam o protocolo de Helsing. Até onde sei, espero que não farão tamanha perversidade de controlar outras amostras de seres humanos que vão morrer, para certificar-se que não foi “coincidência” ou milagre ou outra razão a causa da melhora das pessoas. Há métodos mais humanos antes e até numa hora como essas.

Sendo nesses termos não é problema. É solução. Afinal quem está morrendo não daria consentimento ou processaria depois o médico ou sei lá quem por não tê-lo pedido? Se o governo não sair distribuindo o remédio antes da ciência terminar seu trabalho, fazendo roleta russa com as pessoas, é válido. Mas porque não sair medicando se a pessoa já morreu? Vai?

Será que ninguém percebeu que um dos erros, tanto das políticas públicas quanto de quem assessora com conselhos científicos, foi esse? Lógica, Matemática. Risco. O estatisticamente provável e historicamente constante, não é o absolutamente certo. Em outras palavras confundiram a prudência de não se tomar nenhuma coincidência como se fosse uma tese verdadeira (teorias conspiratórias), como o erro crasso de descartar a hipótese de uma co-incidência ser uma evidência suficiente senão para ensejar uma investigação científica, para não descartar nenhuma hipótese que a tome como sinal, sintoma, ou rastro para um evento futuro, passado, ou em curso. Parece óbvio dito agora. Mas isso é fundamentalismo axiomático, não raro a serviço de interesses ideológicos e pecuniários alheios à ciência ou mesmo contra a própria ciência ou seus meios de produção ou financiamento.

Como bem alertou um leitor meu, estou me repetindo de novo. Mas isso é já uma outra questão, de autoridade do argumento e argumento de autoridade, como explica o sociólogo Pedro Demo. Uma falha de chaves de segurança do sistema da comunidade científica internacional, que tanto bloqueia quanto permite a introdução de dados e metadados furados. Arquitetura de rede, teoria da organização dos sistemas e fluxo da (des)informação. Prato cheio em tempos de guerra, ainda mais da metainformação. Enfim, agora já foi. Informação que não perde seu valor de verdades, mas que por decurso de prazo perderam a validade, vencidas.

“Imunização de Rebanho” versus Isolamento Total

Aqui a pergunta é, porque alguém em são estado de consciência adotaria uma política sabidamente fracassada em outros países? Se isolando de todos os outros países. Incluso da própria posição do seu grande protetor. Isso já não é uma questão que se explica portanto apenas com razões de falta de juízo, ou loucura, ou completa ignorância sobre ciências econômicas ou biológicas. Que não estão apartadas no mundo real ao contrário do que se supõem muito que tentam compartimentalizar a realidade, ao campo de domínio técnico do saber, mas são e portanto precisam estar integradas, e não por decisões arbitrárias de vontades políticas ideológicas partidárias, sectárias ou religiosas. Não, não é nem por ignorância, engano ou enganação nas ciências econômicas, biológicas, mas nas ciências geopolíticas. Tem alguma coisa errada. Porque ou todos estão igualmente ensandecidos, ou ninguém sabe nada de nada, ou servem interesses outros.

E aqui não estou nem a dizer por má-fé, mas por falta de opções mesmo. O tal alinhamento ideológico automático que antes era feito gostando, e que hoje é feito de qualquer forma goste ou não, dada não só pela impotência e irrelevância do Brasil foi e se colocou e que num mundo, mas pelo fator mais determinante num mundo onde só mísseis podem voar, não tropas: a vulnerabilidade a superpotência mais próxima geograficamente. E se você acha que o Brasil virou palco de (guerra) fria, Venezuela então. A chance de levar bomba numa hora dessas aumentou também exponencialmente. E se você acha que ninguém seria capaz disso, é porque não olhou os juros dos bancos privados. É selva. Sempre foi.

Então se você está perguntando porque ninguém arrancou o maluco da cadeira. É porque ele não é tão louco quanto parece. Ou mais precisamente: Naquilo que quer fazer transparecer. Louco ele e seu estatamento são em acreditar, mesmo faltando forças, para se opor, em acreditar que acordos de cavalheiros serão cumpridos, não o são em tempos normais, não o serão se ou quando a água bater na bunda do Pentágono. Nessa hora a lógica é a dos zumbis. Explico:

Numa primeira fase o invidio planta carnívora que não se compadecia de ninguém de repente descobre que existem um mundo além do seu umbigo. E parece se compadecer. Ledo engano, não chora pelos que morrem. Chora pela lei Smirnoff: eu sou você amanhã. Chora por medo, mesmo. É o olho que não passa um prego. Se o perigo passar, volta a se fingir de cego. Se apertar entre em surto psicótico, parte para cima. Não quer nem mais saber de nada, sai em busca da sobrevivência desesperadamente. Basta imaginar esses jovens contaminados ao invés de acamados, sem atendimento buscando atacar pessoas? Não batendo de porta em porta, pedindo ajuda assistência. Socorro. Desesperados. Talvez famintos, talvez doentes.

Foi por isso que Gra-Bretanha e Milão não brincaram com possíveis mutações, ou seja com o fato do vírus poder sofrer mutações mais letais, baixas segundo os especialistas, porque agora estou papagaiando, não abri o estudo para checar, não dá. Mas pelo amordedeus, vou confiar em quem, neles ou em quem, nos cara que bateram as botas com suas convicções: como disse no texto anterior.

Existe prova que é de juízo, e não de ciência e nem de fé: que não é de fogo. A do professor ou profeta que afunda ao tentar caminhar sobre as águas na tempestade. Se você não é mestre nem discípulo, não é pastor, mas ovelha, vai na quem não vacila, meu irmão. Porque ainda há de ter a boa fé, ou a boa ciência, e não saber o caminho que não é o das pedras, mas o das águas. De boas pregações e teorias o do fundo mar está cheio. A arca da aliança tem que ser de Noé. O nêgo que diz que sabe chegar lá não promete, faz. E não manda fazer, faz, e não afunda. Senão é falso professor e profeta, é fariza não é pescador nem pedreiro. É falador não só passa mal. Causa. Mata. Falou tem que fazer. E fez tem que falar. Até porque senão vem o falador e dizdiz o que não fez, e diz que fez o que não fez, e ainda por cima diz que quem não fez nada foi outro, ou pior manda dizer que quem fez o mal foi o negô e não ele e quando não compra quem diga faz proposta mais irrecusáveis. E aí nessa ora ou o cidadão vira estadista e general da sua vida, em 1 minuto, ou roda. E aí sabe o que acontece. Não importa se é esquerda ou direita? Não fica nem o dono da ideia, nem o general, o capital, nem o estadista, só o você:

Renda Básica Emergencial

O nome já diz tudo,é emergencial. Feita para chegar rápido e sumir mais rapidinho ainda. Estamos esperando, chegar e depois que forem se a gente sobreviver. Tamos aí, tio, na luta. Mas corre, porque daqui pouco, nessa guerra de papel contra papel, da era papelzoica, morreu até tiranossauro rex, Alguns arqueólogos dizem que foi de asteroide, outros de fome. E tiranossauro rex, qual é a opinião dele. Meio vivo, meio morto não fala, nem quando muito vivo, na assembleia dos mortos-vivos que dirá quando de fato dado por morto em NecroPolis.

Mas, caso quando vocês chegarem eu já tiver ido ou sei lá voltando. Uma explicação do que é renda básica aplicada. Porque a grande preocupação não é nem com a imunização do rebanho, ou sobrevivência do rebanho, na pecuária humana, é o manter açougue funcionando. Vocês não entendem nada. De nada. É microeconomia. Não macro, renda básica não é o dinheiro, não importa se é o coronavoucher ou bolsa emergência, sem garantir as cadeias não do macroabastecimento, mas do microabastecimento, até porque o macro tá cada dia mais difícil. E dificuldade é custo. E custo é mais inflação. A moeda vira voucher, é vale que não vale nada. Salvo o que essas comunidades conseguirem no improviso sem a ajuda de vocês, atribuir de valor agregado a ela. Poderiam ser conchas, mas melhor seria alguma coisa rara, que nenhum fdp conseguisse falsificar fácil, legal ou ilegalmente depreciando ou liquefazendo a economia ao invés de fazê-la circular com seu meio de troca. Porra nem parece economista estatal, dinheiro é para roubar o povo não para dar, sem uma rede local fiduciária diretamente proporcional à própria economia do abastecimento básico funcionando. Os preços tendem a explodir. Salvo se houver uma indexação de preços, mas aí, é Grécia e Funaro. Novamente quem paga a conta é o comerciante que sendo local não raro é informal, e bum, novamente a sua engenhoca de merda, explode, em merda. Porque não é nada, senão nada, mas nada.

Na medida que uma célula de renda básica, um projeto real cresce e ele tem que ter uma rede microeconômica que cresça em rede com ela, fazendo a capilaridade tanto econômica quanto financeira. Sem ela arrebenta. De baixo para cima, é preciso criar essa rede, ou emula-la dentro dos sistemas que não são só os estatais, mas privados e sociais. E aí entra o clássico problema das soluções sem planejamento estratégico, ou melhor sem planejamento nenhum, sem dado sem informação. Quais? Como? E não estou perguntando isso, para plantar dificuldades. Para vender soluções. Porque se isso não está sendo feito, eu não ponho a mão. Porque vocês estão fazendo a mesma merda de sempre cagando regras primeiro, para depois ir ver se dá para construir a casa. Quando é o inverso.

Se renda básica fosse só tacar dinheiro de aviãozinho ou helicóptero, o pai dela era Silvio Santos. Isso não é palhaçada, isso não é brincadeira. Isso é Economia Social e Solidária. Tem mais espirito de renda básica, ou seja de provisão da renda básica que é o da organização de fato e em ato para provisão do minimo vital seja em especie natura, agora mesmo nos jovens que estão levando provimentos devidamente higienizados para as pessoas idosas que não podem sair nem entrar em contado, nas pessoas que estão se organizando para prover em regime de mutualidade, ou seja pagando uma às contas e compras das outras, na medida do que podem para a medida que a outra precisa, do que esses tiros.

A provisão do recurso é um balde de água. Que seja quanto maior o balde sem abastecimento da fonte que precisa jogar da própria bica, e não vir de carros pipas. Até porque as bicas estão secas, já que vocês não só construíram barragens como a da Samarco, mas deixaram elas arrebentarem matando não só a economia real não interna, leia-se não voltada para a pilhagem, mas o trabalho emprego, e a vida. Vocês não sabem o que é periferia, não sabem o que é o campo, nem olhando nem conversando com ele. Nem se ele cair na cabeça de vocês. Podem entrar e sair.

Sim. Então eu concordo que há pessoas que precisam continuar trabalhando. E elas vão. Elas nunca pararam. E nem podem ser paradas. Porque elas não se movem a razão de proibições, ou incentivos elas formam o Capital Social. Não fazem o pão porque ganham e lucram, lucram e as vezes até tomam prejuízo, mas fazem o pão. E vão fazer o pão. Isso é a verdadeira riqueza de uma Nação. A solidariedade. A vontade. A vocação. Porque a hora que tudo parar. Ou alguém em são estado de consciência diz para que os médicos se movem pelos estúpidos e falsos cálculos desses falsificadores da vida? Inversores de valores? Ou parar de inverter. Ou garantem que quem de fato carrega o Brasil nas costas e possa o fazer, com ajuda mutua um dos outros, e organização.

Não é o Brasil que precisa parar. São vocês que precisam parar de ser quem vocês são. E começar a ajudar. Parem de passar falsificação. Pára como representações e atuações, passam a bola dentro do próprio governos para quem de fato faz. Porque eu sei, já trabalhei para governos. A maioria de vocês, nem sabe onde o que assina. Vão para a quarentena. E deixem agora o Brasil que faz e sabe fazer trabalhar. Inclusive coordenar, que não é mandar nem desmandar, mas passar comandos, que serão obedecidos.

Será que ninguém percebe que o Brasil está com um problema que não é só de organização e governança. Mas de comunicação e entendimento. Não é uma questão de ciência ou fé. É de juízo. De lógica. O coronavírus é de fato um vírus da mesma família dos HIV. Ele é um vírus da síndrome da imuno deficiência adquirida. Repito adquirida. Porque o que está a faltar no Brasil, é o que nunca faltou: Solidariedade. Não porque não existe. Mas porque como todos bem sabem o HIV ataca quem comanda o organismo, paralisando a defesa do organismo, só que esse organismo não é o falso pulmão do mundo, e tão cobiçado celeiro (da diversidade) da terra, é o pulmão-oxigênio que gira a economia, o verdadeiro trabalho que é preciso ser o livre, pago ou não, mas livre e voluntário, e não o mercenário ou forçado. Porque senão aquilo que não é uma máquina, pára a vida de uma Nação.

Parem de usar a renda básica como se fossem um nome, um rotulo, isso não é um oportunidade. Isso é uma crise, não é momento de alegria, é de guerra, de prontidão, de ação, não de papelada, e falatório, tem gente sendo colocado em forno, tem gente morrendo em asilo. Trouxa do país que compra ideologias eugenistas. Breve e rápida história. O eugenismo, também conhecido como nazismo não nasceu com pseudo-ciência nem politicas públicas na Alemanha, mas nos EUA. Só que vai termina como Dresden. E em tribunal o stafe que compra o gato por lebre. E depois terminam todos os cientistas trabalhando, incluso os que realmente faziam ciência de ponta desenvolvendo lá. Operação PaperClip. Ou alguém acha que nazista, chegava em casa e se achava o vilão do Planeta? Não, eles se achavam os predestinados, os escolhidos. Mas não passados dos otários, dos otários, dos otários. Porque nesse jogo, tem mais superpotências jogando num nível de informação que o Brasil.

Tem que ter blockchains na ruas. Mas o das razão da produção do necessário, até os que estão na vanguarda…

Porém repido é preciso aplicar nesse dados estocastica para antecipar a trajetória das Transmutações na potencial da exponeciação ontogenia. Há padrões na aleatoriedade.

Matemática aplicada à semiótica e física à epistemologia. Logo não fala com quem se faz de surdo, e só faz aparecer. Mas sabe ler e escrever no livro dos vivos e dos mortos código do invisível, e conversa na língua do silêncio. Criptografia não, filho, hierografia.

É humanamente impossível que uma pessoa humana só faça coisas ruins ou boas. Somos humanos. E portanto erramos e acertamos. Em maior ou menor proporção. Quando trabalhamos em coletivos organizados o fazemos para minimizar os erros particulares. E potencializar os acertos coletivos. É a inteligência coletiva. Uma rede neurológica onde as tomadas de decisão são filtradas pelo bom senso e juízo de várias e diversas células e instâncias, para que as, excentricidades e peculiaridades sejam aparadas. O que só funciona se essas instâncias evidentemente, tem além de coragem, lugar e claro ainda voz para se manifestar. Umas vozes tem mais poder para tomada de decisão, outras quase nenhuma. E outras sequer voz, perdendo do rótulo ou falta de dele, na voz, ou voto.

Estruturas orgânicas ou organizações são estruturas fechadas como células feitas para organizar os dados e informações para a tomada de decisão, também conhecida como governança. Elas atribuem pesos e valores conforme seus algorítimos de processamento interno e processam os dados gerando a ação ou reação no caso coletiva. É uma máquina feita de gente e hoje de outras máquinas para tentar simular artificialmente organismos naturais para emular sua inteligência natural, artificialmente.

As mais máquinas ou organizações mais antigas e primitivas simulam corpos para emular inteligências individuais, membros, órgãos, são hobbesianas. As mais contemporâneas simulam inclusive em modelos computacionais não-binários, a inteligência dos organismos coletivos tanto para efeito de previsão quanto de tomada de decisão consciente quanto para efeito de manipulação do comportamento de outros seres que não tendo portanto relativamente o mesmo grau de consciência e capacidade complexa de organização são simplesmente reduzida a merce de sua compaixão e misericórdia, ou não, segundo seus desejos pecuniários de necro capitalização a objetos da sua ordem pela inversa proporção das suas potências e enquanto o estado de interação e retro-atualização da progressão do desenvolvimento das suas forças e potências.

De forma que A vai se necrocapitalizando sobre B na medida que prevalece a ordem das suas predeterminações e previsões sobre a autodeterminação e previsões de B. O resto é ideologia e propaganda, guerra de desinformação, dados que servem justamente para perturbar, alucinar, criptografar a domínio do espectro da leitura e interpretação tanto do campo e espaço onde existe a maior prevalência de A, ou B, ou probabilidades equivalentes de dominância da dimensão e frequência, quanto do ordem de progressões, o terreno e movimento, que nesse caso é o da guerra não mais meramente micro informacional, ou micro-orgânica, mas metainformacional, metaorgânica e sobretudo metamaterial, ou mais especificamente, epistemológica.

Porque antes de travar a guerra nas estrelas ou pela conquista do espaço sideral e astral, há que se travar a batalha na Terra, pelos Mundos, que não são um mais muitos tanto quanto os possíveis e as potencias, as superpotências e as impotências. Efetuando o reajuste entre matéria-prima, fontes de energia, e potencial para a decolagem das superpotência para efeitos que não sejam os meramente de corridas armamentistas, mas de fato pelo ouro espacial. As colonizatórias, já em curso, que acompanham as revoluções industriais e automacionais.

Onde gente é colocada no motor de combustão das máquinas porque o motor que queima precisa mais da energia, precisa de potência. E entidades autômatas emergem para tomar o lugar dos seres vivos que perdem em diversidade e liberdade, se dessocializam e desmutualizam, mas continuam replicando-se para prover genes e ontogênese a engenharia. Logo antes pela batalha pelo espaço e tempo etéreo e sideral, primeiro a pelas con-siderações nada eternas, mas sim mortais e mundanas. A velha e boa conquista do pão, diria o príncipe feudal russo, que na prática manjava muito mais dos paranaues de evolução muito mais do nobel royal Darwin, até porque sabia que era o mal do atavismo, pan-germanismo e outras pragas, que inclusive os alemães estão, senão todos vacinados e mais imunizados, mas ao que parece as Américas não.

Entretanto como bem sei que seja para fazer o mal ou bem, não basta querer nem pedir, há que se trabalhar e muito, e não só raro só com outros pagando para você trabalhar, mas pagando e pagando caro, com a própria carne na falta de capital e não sendo um praticante desse método do queimar as carnes e animas alheias para mover suas máquinas e maquinações holocausticas, seja malandra e vagarosamente como quem não quer nada para não causar muito alarde, nem que devore 500 anos. Seja ruidosamente e pomposamente com um Cesar ou Kaisar, em blitz, trumpetando. Por isso deixa eu perguntar uma coisa, já combinaram com os russos? E com os chineses? Diz para mim que essas palhaçadas são previamente combinadas. Porque caso vocês não saibam a maior parte das palhaçadas é combinada. E quando não é, dá isso que estamos vendo. Vou ensinar para todos como fazer profecias, ou previsões. É a coisa mais fácil do mundo. Até passarinho sabe fazer. Você observa os sinais. São os bioindicadores da comportamento que algo. Vai ocorrer.

E é trocando esses sinais, que os manipuladores capturam, escravizam e matam e deformam os seres e fenômenos naturais. Enquanto a natureza e seus re-criadores médicos consertam. Atuando nas conexões da rede da vida. No codex do livro da vida e da morte. Nos grafos. Literalmente você lê e escreve nos grafos ou se preferir hierogrifos, porque não podem ser qualquer bosta, não podem ser códigos arbitrários, mas como o geneticista sabe, e homem que era o guardião das chaves da porta do céu, tem que ter as chaves para abrir e fechar, os portais desses sites, e cuidado pelo outro, é golpe de fishing vai acabar caindo da deepweeb. Porque o que há nesse Planeta com maior potencial holocaustico senão as criancinhas? Elas são a própria encarnação dos campos de probabilidades quânticos. O futuro. Há muita força motriz ali para ser consumida ser queimada em motores de combustão. Mas é como uma fazenda, e todo fazendeiro ou ministro bem sabe, que na pecuária de bichos ou gentes, antes de abater, há que crescei-vos e multiplicai-vos depois abate, mas não muito velho porque senão a carne já não tem tanta “sustância”.

Mas isso é teoria conspiratória, porque pressupõe que exista um controle nos processos uma diretoria ditando qual vai ser, uma especie de superconsciência a controlar ou gerenciar todos os métodos e processos dessa tal nova ordem mundial. Não que não existe esse tipo de tara. Malucos sonhando com esse tipo de regime, de liga de supervilões disfarçados de super-heróis, nem outros acreditando nessas fábulas agora reeditadas como contos hollywoodianesco num Marvel mundo de magia dos castelos, sabres e Lord da Disney. Não há. Não uma superconsciência, nem super-homens.

Há superegos, e das ubermaches encarnando eles. Mas tal entidade salvo como inteligência coletiva, ou metainformação, ou seja assombração, perturbação no campo eletromagnético da comunicação seja a natural, e artificial, seja as próprias frequências de onda, seja o próprio código, da informação, na narrativa e metanarrativa. Que também se resulta em seríssima pertubação orgânica de cada unidade retransmissora, coletiva ou particular, órgão, organismo, célula. Enfim, um câncer, e vírus por definição tanto em sua genia, quanto ontogenia, informação e metainformação e que se propaga nas duas dimensões e frequências: no espaço 4D e 4G, mas também o 5D e 5G em interação de fase psicofísico ou fenômeno-epistemológica e vice-versa. Ou seja alterado de forma retroalimentada e integrada a arquitetura das redes em suas episteme em todas as esferas que seus algorítimos e códigos de programação transmitidos através dessas frequências de ondas eletromagnéticas.

Mas cujo, e isso é importantíssimo entender, efeito não é dado só a razão física das suas propriedades físico atômicas, subatômicas, ou mesmo quânticas isoladas, mas epistêmicas nos organismos. E esse é o grande milagre termodinâmico da vida. As concepções que do ponto de vista das estruturas físicas mais elementares são sempre meras abstrações, posto que relações são ligações e ligações não tem materialidade, mas apenas corpo, ou seja são sempre o produto de uma dedução do resultado da razão dos seus movimentos de ação e reação no tempo e espaço. A ordem da organização desses padrões retroalimenta a rede e vice-versa. De tal modo que esses códigos ou mais precisamente algorítimos por que são uma progressão, uma ordem de comando relacional de ações e reações, são o fundamento lógico das ligações entre todas as forças e potencias do Universo. São o código da Vida e Morte. Da Transmutação da Matéria.

De modo que a tal pedra filosofal não está nos contos de fadas, em fados e fodas, mas nos do choro dos servos e escravos e slavos. Nunca na voz do senhor, sempre na do escravo. Sempre na do outro, nunca na sua. Sempre no mundo nunca no eu. Porque a liberdade ou potência de autodeterminação é tanto maior quanto menor o erro da predeterminação e prepotência e pressuposição de superpotência.

Das farsas da vida como mero espetáculo, uma bolha de atuações e mais atuações, onde a pessoa já não sabe mais quem é, porque não tem mais personalidade nem identidade própria porque vive em função das aparências e vontades alienadas, ou realidade onde mesmo em observância, consideração e respeito a todas as vontades, justas e injustas e procurando servir e conciliar e se harmonizar a todos, enfrentando com coragem ou batendo com humildade em retirada para não ferir nem ser ferido, o ser vai se realizando em todos os planos e esferas, porque tanto faz o nome da forma, porque não é forma efêmera é essência do ente.

E é por isso que os momentos derradeiros são ditos de juízo final, não porque sejam o fim para todos, mas porque eles são os momentos não só da ação, mas da revelação. Não do que os outros querem que você seja, não do que você sempre foi. Ou do que nunca conseguiu ser. Mas do que sempre quis, teve potencial, sempre soube que poderia ser. O momento de revelar a ação, toda potência e vocação. Não de confessar culpas, ou pedir desculpas. Mas de correção em ato. Não é o momento de pedir perdão em palavras ou pagar promissórias com mais promessas e notas promissórias. Mas de agir. E como não sou ladrão que copia as ideais dos outros, e diz que as inventou. Não estou dizendo nada do que já não tenha sido dito, antes, apenas de novo em uma outra forma de linguagem de programação para o nosso espaço e tempo, senão nem eu transcodifico que dirá o outrem.

Pensei, num primeiro momento juvenil de revolta em xingar e esbravejar, em chamar o governo americano de Nazi-enrustido, e o nosso de um bando de JudenRats (de direita ou esquerda). Todo mundo de cuzão e covarde. Se é isso que vai ficar para semente. Prefiro queimar do lado certo. Vocês são um bando de Freaks. E aquela coisa e tal: “Se vocês são os cidadãos de bem, se vocês são os humanos. Então pode matar, mas não me chamar de humano, e o que vocês usam para se reconhecer e saldar não é mais um favor que me fazem. Porque não sou eu que não sou um de vocês. São vocês que não são nenhum de nós.” Mas não. Não mesmo.

Não pode ser. E realmente não pode. Salvo os dementes. E Bolsonaro e outros não se enganem não são porque apresentam um padrão constante e oportuno demais de surtos. E como rico quando vai preso, de repente fica doente — depois não sabem porque o povo cai nos braços de charlatões e teóricos conspiratórios. Aliás é disso que vão me acusar. E com razão, não se pode afirmar com certeza, que há uma conjuração, se não há provas, e isso seria leviandade.

Porque criptografia é necro engenharia, procura e esconde de quebra e monta códigos em cima de códigos. Bonecas russas. Hierografia é Bioengenharia é paralaxia, não há uma única ligação que não tenha conexão como significado com o cosmo. E tendo transmite, recebe, ou amplifica informação na medida da tecnologia utilizada para transmitir a mensagem ou código, no campo de 4 dimensão, mas da 5 a do código, ontogenético. Essa é a resposta para o enigma da piramide. Decifra-me ou te devoro. Ondas nos campos eletromagnéticos jogadas arbitrárias no cosmo, é ethos-teratologia. Com correção e precisão do eco ontogenética em observância ao Ethos e Logos da Vida é A Ciência da Fé. A luz da liber da Transmutação da Vida e da Morte.

Porque qual é o nome da rosa? Eis a questão. Descubra o nome da rosa. E peça. E biochave, abrirá. Mas não se esqueça o santo graal da física não está no código, mas no metacódigo. Não adianta simular ou emular. O verbo não é palavra vazia. Mas o metaintegrado. Não adianta só metainformação correta, se a metaformação geradora ainda estiver corrompida, vai dar tela azul. É Microsoft, É Maça, não é Necroglifo, e não Hierografia. Como bem sabiam JLBorges e Paracelso e Ockam: As rosas falam. E somos nós que roubamos, os sonhos e não só o delas.

Entenderam? Ou preciso desenhar? Senão, tem perdido em algum texto por aqui. Mas acho que Tesla já fez. Não o cabaço O rei leão. Esse é múmia. E as múmias não são as Piramides. Assim como Templo de Salomão não é a Pedra, mas vazio, o Silencio. O nada. O blue print. Mas repito isso é só amplificador. Sem o transforma gerador. Sem corrigir a pecinha que anda gerando o lixo aleatório, não vai rolar. Vai é explodir de vez. Tipo uma rede 5G. Câncer na gente, radiação quintessencia sem nenhuma ordem na ontogenia da rede da via. Chernobil 3 mills transcendental. Onde nós somos os núcleos instáveis interconectados pelo paradoxo Einsten-Bosen sei lá mais quem. E a rede é usina amplificando local ou mesmo globalmente com radiação meta informativa ontogenética a rede da vida e logo da morte segunda a lei da própria seleção natural. Onde A é o tanto, o meio ambiente (a rede) de B. E vice-versa. E potencia vital ou força de autodeterminação para (sobre)viver cresce na razão inversa das privações de oposições (caos e ordem arbitrário ou destrutiva) ou se equilibra termodinamicamente (ordem e caos livre ou criativo).

E deixa eu parar. Que melhor que isso não posso dar, não sem investigar. Que eu não sou ninguém. Só um merda qualquer. Portador de cefaleia em salvas. Eu e eu mesmo, Bruna, meu amigo Pedro, aí pai manda um beijão lá prá Mãe. Meus pivete, e minha fé na luz da minha razão e consciência essa liber da vida.

A coisa ainda vai piorar, mas eles por incrível que pareça, eles vão mesmo engendrar o seu fim, e os últimos serão os primeiros. Incrível, e isso não é pregação. É metamatemática. Incrível como a Liber da Vida é perfeita. Aliás, já está feito. E fui. E agora deixe-me quero escutar um outro som.

Agora é minha vez de dormir. Nem que seja só por uns poucos momentos… Chega de salvas.

Nem sempre as pessoas horrendas, e eu era uma pessoa repugnante e deformada aos olhos de mutias pessoas, são más. São só as vezes assustadoras, ou diferentes. Não más. inclusive quando as cicatrizes e deformação são na psique, mas não na alma. Não confundam nunca mais a psique de um ser humano com sua consciência. Essa não é mera abstração ou gênese. Mas ontogenia: uma singularidade. Um ponto no futuro.

X-Textos: Não recomendado para menores de idade e adultos com baixa tolerância a contrariedade, críticas e decepções de expectativas. Contém spoilers da vida.

X-Textos: Não recomendado para menores de idade e adultos com baixa tolerância a contrariedade, críticas e decepções de expectativas. Contém spoilers da vida.