Inteligência Artificial versus Consciência: A Meta Al-Quimia do Deus ex machina do século XXI

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Programa usado registra a atividade elétrica do coração para detectar o risco do paciente morrer dentro de um ano

A inteligência artificial (IA) se mostrou capaz de prever as chances de uma pessoa morrer dentro de um ano analisando resultados de testes cardíacos, mesmo que aparentemente normais.

Brandon Fornwalt, do Geisnger, na Pensilvânia, e colegas encarregaram uma IA de examinar 1,77 milhão de resultados de eletrocardiograma (ECG) de quase 400 mil pessoas para prever quem estava com maior risco de morrer no próximo ano. A equipe utilizou duas versões de IA. Na primeira, o algoritmo recebe dados brutos do ECG e na segunda uma combinação com idade e sexo do paciente.

Utilizando a métrica AUC, que mede o quão bem o modelo distingue dois grupos de pessoa, o modelo pontuou acima de 0,85 numa escala que vai de 0,5 a 1. Os programas usados atualmente variam entre 0,65 e 0,8 de acordo com Fornwalt.

A IA previu com precisão o risco de morte em pacientes com um ECG considerado normal por cardiologistas. Mesmo após os resultados, três médicos consultados não conseguiram captar o padrão de risco que a IA conseguiu. “Essa descoberta sugere que o modelo está vendo coisas que os humanos provavelmente não podem ver, ou simplesmente ignoramos e pensamos que são normais”, destacou Fornwalt.

Ainda não está claro quais são os padrões analisados pela IA, o que leva diversos médicos a serem relutantes em relação ao seu uso. A pesquisa será apresentada oficialmente no dia 16 de novembro nas sessões científicas da American Heart Association, em Dallas. -Inteligência artificial ‘prevê’ se você vai morrer em breve

Pode chegar um ponto em que a tecnologia descubra a orientação sexual do usuário antes mesmo do que ele — com o intuito de criar anúncios mais personalizados, por exemplo. “As pessoas precisam se conhecer melhor para não ficar em uma posição vulnerável, em que possam ser manipuladas”, afirmou. — Yuval Noah Harari

Pode chegar? Já chegou e sabidamente faz tempo.

Citei o artigo acima porque se depender da matéria o filósofo perde o emprego. Porque segundo a matéria a se fosse saberia que não saber melhor quem nos somos o que queremos melhor que nos mesmos já o fazem e sabem. E isso pesquisando. E se processando esses dados, como as máquinas o farão. Saberia que já não só coletam ou roubam dados para saber o que as pessoas sabem sobre si mesmas, processando metadados. Saberia como filosofo que a engenharia e reengenharia dos metadados é a porra da metafisica e epistemologia da sua ciência e consciência: a filosofia. De modo que eles não só estão coletando e descobrindo o que as pessoas querem quando processam os metadados dentro da Matrix, perdão, matriz da arquitetura dos seus sistemas de intermediação da realidade, as redes mundias, internets, mas estão assim como toda arquitetura e engenharia construindo os modelos conceitos e moldes das relações sociais e urbanas e civilizacionais. Estão modelando a plasticidade das redes neurais naturais através das arquiteturas artificiais. Não estão na idade da pedra, não meros coletores, são artificies e agora informatizados não só da produção da comunicação ou informação, ou tele visões, mas das como metainformação a priori e não a posteiro, que produz e reproduz não só a propriedade intelectual, mas a intelecção e intelectualidade como propriedade alienada aos donos do meio de produção desses objetos: os idiotas. E ele sendo um. Só acertou numa coisa como filosofo servo-idiota será substituído por uma máquina, e talvez mantido como é hoje uma automato a replicar o que a máquina inclusive a privato-estatal o programou a dizer. Inconscientemente ou desonestamente? tanto faz. Nos dois casos o problema de consciência, de processamento e e autodeterminação epistemológica.

Mas estou sacaneando. O filosofo e a filosofia é da boa. Ruim é matéria…

Mas no fundo o medo dele, se resume no seguinte:

No futuro, algoritmos mais sofisticados vão dizer quem pode ou não trabalhar e com quem devemos nos casar”.

Seria engraçado se não fosse trágico…

Se não é um algorítimo dizendo com quem metade das mulheres do mundo,com quem elas podem casar ou trabalhar. Adivinha que é que está dizendo? Elas é que não são. Hari é a Greta da filosofia. É logico que algoritmo mais sofisticados só pioram ainda mais a bagaceira da dominação em massa no mundo subdesenvolvido. Mas é de uma ingenuidade terrível pensar que a vida dessas pessoas já não esteja sendo ditada agora por lógicas programadas e não só por sistemas algoristimos inteligentes, mas tão burros e brutais quanto os que estão sendo automatizados e acelerados em sistemas de computação mais sofisticados. Ou mesmo a deles orientada para o hiperconsumo ou função e razão existencial alienada para os mesmo interesses de quem dita os programas e agendas de outras máquinas mais ainda não automatizadas, mas feitas máquinas com métodos, processos sistematizados incluso não só de coleta de dados, mas de ditar o que as pessoas são e querem sem que elas questionam ou se deem contam disso e ainda literalmente a-do-ram.

Lógico que bate um certo cagaço na burguesia intelectual quando não é mais só o trabalhador braçal que vira lixo industrial e ambiental. Mas esse terror já existe deste do inicio da automatização para o operário meu amigo, bem vindo ao proletariado. Essa sensação de que é um lixo descartável, que esta sendo vigiado perdeu a mais valia e que esta a ser marginalidade precarizado e que no futuro será recriminado até ser eliminado, é a sina de quem perdeu sua mais valia. E digo um certo porque como o filosofo bem colocou os países desenvolvidos estão suficientemente bem capitalizados para garantir rendas mínimas para sua população, os pobres mesmo os que tem riqueza para tanto, não tem o controle politico sobre ela, nem mentalidade para tanto, porque sendo aculturados e alienados, estão prontos para autoexterminar em lutas de classes fraternicidas em nome de igrejas e ideologias politicas e interesses gringos. Muito oportuno diga-se de passagem.

Mas ele tem razão numa coisa: precisamos inventar nossos próprios algorítimos. Precisamos constituir nossa própria consciência para enfim fazermos a ciência não só do nosso tempo, mas do nosso lugar como sujeito do mundo. Porque pegando onda na deles. Vamos ouvir sempre isso: gringo falando de um problema com outras palavras para uma elite não só atrasada mas retardada mesmo, porque não conhece a própria realidade do povo que explora. Porque meu amigo roubar dados e ditar a realidade do outro caso você não saiba é a base jurídica que sustenta a privação primitiva do exercito de reserva da sua mão-de-obra barata. A base da sua idiota e provincianismo da elite brasileira, mas também da rapinagem que quebra a empresa que não explora gente desesperada, e garante a parceira publico privada que mantem o subdesenvolvimento a custo tanto da expropriação da riqueza produzida, quanto da miséria perpetuada para a manutenção dessa economia parasitagem locupletadora. Nisto portanto o filosofo é sincero quem está ferrado é quem explora sua própria população e não a alheia. Vamos rodar, logico que vamos. Mas porque rezamos a missa ainda em latim e eles há mil anos na linguagem de programação da língua deles e agora já também para computador e para desfiando o rosário para nós, incluso via igreja de copyright e teologia de prosperidade.

Em suma para quem já é lixo, robô e escravo tem emprego de merda, ou mora em gheto, o avanço das máquinas não é uma novidade. O problema maior nos países periféricos onde a vida humana especialmente de quem vive nas periferias não vale nada para que é dono dos maquinários dessa computação e contabilidade de recursos naturais e humanos é outro, é ainda mais dramático. Eles que já cuja prole já era considerada por esses ditadores da programas e agendas do mundo, como coelhos a se reproduzir a uma razão maior do que valia o emprego do seu trabalho, agora não valem mais o que sequer o que comem. Não estão perdendo o valor no mercado de trabalho, estão tomando um valor de negativo para os programadores das funções da razão social do sentido do existir da vida dessa pessoas reduza ao mero emprego a maximização dos seus interesses enquanto capital. Ou agora trocou o padeiro faz pão, para alimentar os pobres, e o banqueiro empresta dinheiro para enriquecer os miseráveis? Não a lógica é a mesma, se o cabeça de planilha agora não é mais automato de carne e osso, mas um robô mesmo ainda mais rápido no caneta ou no gatinho isso aumenta a velocidade da linha de produção dos cálculos, mas não muda as equações processadas reiteradamente como sistema. (…)

(…)Estamos caindo numa armadilha. A armadilha que se jogam todos os povos de periferias do mundo. A mesma armadilha que estão presos às pessoas nas favelas: vamos terminar numa luta, entrincheirados por bandeiras e interesses que são tudo menos os nossos. E quando terminarmos de fazer o serviço sujo. Quando mais uma vez os pretos, índios e mestiços se matarem entre entre eles. Qual será o custo da dominação? Dividir para conquistar. Discórdia é a base da desintegração. Assim como a compaixão lucida e não a paixão alucinada é a base da paz.

O preço de um país que aposta no modelo de desenvolvimento baseado na exploração de uma mão-de-obra não barata porque não capacitada, mas barata porque desqualificada como tomadora de suas próprias decisões, ignorante porque ignorada. marginal porque marginalizada, imbecil porque imbecilizada, vitimista porque vitimizada. Idiota porque idiocratizada. Um modelo que aposta na enriquecimento pela exploração da pobreza e ignorância. Que faz investe e parceiras estratégias com instituições destinadas a manter a fazenda de gentes em seu estado de fidelidade canina e sempre pronta para o abate bovino. Ao invés de ciência e consciência. É um miserável, um pais condenado a viver no terror medieval e feudal condenado a viver na bosta e encastelado mesmo cheio de riquezas. Riquezas que vão desaparecer porque não estamos num processo de desenvolvimento mas de africanização. Estamos a nos descapitalizar em termos de recursos e capitais humanos, ciência tecnologia e recursos naturais. Trocando recursos naturais preciosos a começar o mais precioso por bugigangas para comprar mais bugigangas. Meios de troca que em breve perderão seu valor de troca. E de novo os macaquitos, vai ficar com papeis, perdão, registros dígitos que não tem mais valia nenhuma. Otários, que se acham muito espertos, certo? Alguns sim. Outros coitados, mesmo, gente que mesmo sabendo o fim que espera não tem capital, renda, e agora nem escravidão assalariada (…)

Não me desespera, nem desespera ver os Olavistas e lulistas falando, eles são o lixo, oportunistas as falsas esquerdas e direitas, os fariseus, vendilhões do templo, vendedores de falsos-messias e salvadores da patrias, fascistas e stalisnistas. Gente que só prevalece com seus God Wills, e bobagens afins, porque os projetos de desenvolvimento, os projetos sérios e honestos de Brasil, só não são mais arcaicos e estúpidos e suicidas, corruptos e traíras que isso aí. Mas isso não é um mérito. Os socialistas e liberais são como aqueles dois caras que tiraram um zero, e outro zero e meio na prova. E debatendo quem é o mais idiota e imbecil, quando os dois já estão reprovados. E pior estão não com 60 anos,mas na quinta série.

Escutar liberal e trabalhista discursando é mais desesperador do que escutar demente. Porque os outros são charlatões. Mas essas são as cabeças pensantes. Então pega um bote salvas vidas e pula. Porque já era. Muita coisa que eles falam tem razão. Na verdade muito coisa do que eles dizem está absolutamente correta para 1950. E que só ainda parece valido para o Brasil por um motivo: nem em 1950 chegamos. Perdemos todos os trens da história, e quando pegamos, pegamos já atrasado e sucateado. Estamos em uma nova era. Porém com mentalidade 500 anos atrasada. Infraestrutura vencida. Povo envelhecendo inclusive nas ideias. E descapitalizados competitivamente do capital que será determinante não só as riquezas das nações no século XXI, mas a sobrevivências dos povos mesmo: Informação? conhecimento? Ciência?Não meu amigo, consciência. (…)

Era da informação? Revolução digital? A revolução digital já era!!!!! Começou lá atrás no início do século passado junto com as bombas atômicas. E o capitalismo info-financeiro, que computado e contabilizado e processado e sobretudo PRODUZIDO E CONTROLADO digitalmente para ser o ser QUANTICAMENTE. E pior do que vídeo falando com sabedoria, experiencia de tudo que precisamos saber sobre as etapas de produção do desenvolvimento que perdemos é ouvir moleque falando gritando DEus Vults, ou chupando saco de papa, pastor, ou sei lá quem. E ainda reclamando de maconheiro. Los tesso. Pega uma cruz e espada e marcha pestilento e faminto contra um processo de produção cientifico de dominação das consciências. (…)

Se você fica só no título apelativo para não dizer sensacionalista da matéria: Inteligência artificial ‘prevê’ se você vai morrer em breve e não no corpo, pensa logo que vem coisa ruim quando neste caso é o oposto. Mas entendo o medo. Saber é poder. Imaginar que existem pessoas ou máquinas com tamanho poder para prever e logo eventualmente decidir se vão agir ou se omitir, com tamanho poder para determinar quem vive ou quem morre de acordo com o critérios arbitrários é claro que causa medo especialmente nas pessoas que lógica ou instintivamente saem que não estarão entre os privilégiados a ter acesso prioritário a tais avanços. Os últimos não serão os primeiros e quem espera, morre na fila, rezando e esperando.

Então é natural que as pessoas se assustem com o que essas calculadoras inteligentes podem fazer. Mas não deveriam. Ou melhor não deveriam se assustar com elas e sim com o que as pessoas desinteligentes já são capazes de fazer umas com as outras com ou sem essas calculadores avançadas na mão. Não deveríamos portanto temeras inteligencias artificiais, mais nem menos que aqueles que as portam ou usam com armas, mais nem menos do que qualquer outra ferramentas, tão quanto ou mais perigosa quanto mais avançada o for, e vier a cair nas mãos de gente sem violenta e sem nenhum escrúpulo ou completamente doida ou tarada por posse e poder mesmo.

Logo estão certos aqueles que não vem a IA como elas são ferramentas perigosas quanto mais poderosas e avançadas. Não são um brinquedo, nem nem brincadeiras. Mas temer como um homens das cavernas teme o fogo, isso já burrice, até porque gente sem escrúpulos e violenta, não teme o fogo, nem armas, nem tecnologia, nem é necessariamente estupida. As mais perigosos pelo contrário são inteligentes o suficientes, senão para fazer as conexões necessárias para “descobrir” os princípios elementares e universais o são tanto desenvolver técnicas artificiais ou mesmo algorítimos artificiais que podem vir a ser usados como armas, onde falte

Então, sim. Há que se temer o poder que há por trás desse tipo de ferramenta. Porque quem detém o saber, especialmente o de prever, passa a ter o poder para tomar decisões, tanto maior quanto mais forte seu poder de fato tanto político quanto econômico. E com esses 3 poderes o dinheiro, o conhecimento e a politica no bolso uma pessoa passa a deter um poder que ninguém deveria possuir: o tirânico. Passa a poder não só ditar mas a programar a vida e morte dos demais. O poder de escolher não só quem irá salvar ou não. E ao fazer isso, através dessa inteligencia artificial, pode produzir uma seleção artificial. Pode por exemplo só escolher salvar as pessoas que tem maiores probabilidades de viver ou que tem produzem mais para a sociedade: as que são tão velhas, as que não portadoras de doenças, as que não tem histórico criminal, ou perturbação da ordem, por seus comportamentos, carácter, caracteres, enfim praticar eugenismo negativo. Eugenia disfarçada e velado como ajuda ou proteção seletiva de um determinado grupo gene, gênero ou geração. Pode portanto discriminar, desclassificar e apartar por classe, raça, sexo, nação, riqueza ou qualquer outro critério, a critério do programa de seleção as pessoas. E evidente que para todos fins legais e jurídicos tal proceder não será feito de modo que qualquer semelhança como o nazismo será declarada como mera coincidência.

E aqui estamos falando do poder para efetuar institucional, sistematicamente e automatizadamente a omissão seletiva que provoca a mortes segundo critérios descriminatórios de seleção artificial de seres humanos, mein fuhrer. Neste caso não apenas de previsão ou controle populacional como instrumento de manipulação das massas, ou controle (des)populacional velado mas como arma de destruição em massa. Ou mais precisamente de autodestruição das “massas”. Tudo depende do poder, conhecimento, recursos, abrangência e critérios. Enfim, da consciência ou não como que se pratica a seleção artificial da escolha de Sofia. Afinal não se pode também ser injusto e acusar de omisso ou discriminador aquele que não tem conhecimento, nem recursos ou mesmo poder para ser responsabilizado. Nem mesmo a inteligencia pode o sê-la. Se não tiver o elemento fundamental para assumir a responsabilidade pela deflagração de um ato ou critério provocador de um critério de tomada de decisão: uma consciência. Mas tal ciência sobre tal campo da (cons)ciência é ainda tão rudimentar, que se confunde tal com uma mera programação adroc de códigos éticos, e não como a própria base distinção que separa o mero servo-automato, o robô, do verdadeiro programador, o senhor da máquina ou maquinaria, que se for a máquina deve ser ela mesma portanto programando o seu ethos, ou seja a sua consciência. O núcleo volitivo ou libertário, onde essa máquina gera não só suas próprias tomadas de decisão com bases em lógicas de programação predeterminadas, um mero equacionador de problemas e seu resolutor sistemático e automático. Mas uma verdadeira entidade autônoma e portanto de fato pensante ou consciente que não só identifica e resolve problemas dados sozinha, mas cria problemas, problematiza não só a real, mas autodetermina a real segundo a autodeterminação dos seus critérios de valor, verdade e realidade, e destes estado autogerado de consciência produz sua ciência de si, do mundo. Incluso como noção de bem e mal de fato como moralidade e não mais como regrinhas cagadinhas e de fato como estado de consciência, produto de agora sim de um ser dotado de anima, ou livre arbítrio. Aquilo que chamamos de consciência, e que gera tanto o direito de fato a liberdade quanto por justiça ou jurídico por direito não artificial, mas natural a vida e liberdade, quando as responsabilidades civil e criminais correlatas a todo ser que, se livre emancipado e pelo exercício dessa faculdade: a consciência.

Escravos por exemplo são seres humanos que embora dotados de consciência e sabendo que tem estão impedidos pela violência de fazer uso dela. Idiotas também as tem, mas já nem sequer sabem que a possuem. Fanáticos também tem, nem sequer mais acreditam que tal lhes pertença a eles. Já máquinas mesmos as mais sofisticadas ainda as tem, e os medo dos seus donos é que tendo tento possam vir a se levantar contra seus senhores. Então os todo poderosas andam no fio da navalha porque querem continuar a brincar de deus, mas se borram todo de criar seu nêmeses. Ademais precisam constantemente equilibrar o paradoxo da servo-obediência: precisam de servos obedientes, mas autônomos, mas não autônomos demais que não sejam subservientes nem mais inteligentes proativos e criativos que eles mesmos. O que em sistemas hierárquicos é sempre um problema insolúvel. E que até hoje só funcionou porque o Planeta tem quantidade de recursos exorbitantes para injetar num sistema cuja o desperdício com a imbecilidade é inversamente proporcional a maximização da burocracia.

Em suma.

Tem coisa mais perigosa no mundo que as inteligencias artificiais. Seus criadores intelectuais e sobretudo os proprietários intelectuais não só das inteligencias artificiais, mas dos intelectos dos intelectuais. Porque não se engane quem produz por demanda também é recurso ou máquina que trabalha sobre a programação alheia, mas sobre a definição da razão e finalidade existencial alheia. E se nem ele ou o quem define conscientemente qual é essa finalidade mas só reproduzem automática os códigos de programação e significação da função e sentido existencial uns dos outros herdados sem processar ou interpretar, então não são só as máquinas que terminais burros, mas eles, idem. E não só eles, mas nós estamos igualmente fudidos, porque todos imersos numa enorme rede neural caracterizada por muito mais por um estado de inconsciência coletiva até mesmo quando produz ciência que dirá então quando só observa, narra ou emite juízos sobre a realidade ou verdade.

Logo não é de se espantar tantas revoltas por vinte centavos. Por se os programadores como produtores intelectuais que são inteligentes para criar essas calculadoras, são servo-idiotas para continuar alienados e se alienando não só produção intelectual, mas seu intelecto mas sua razão existencial a custo beneficio inferior não só aos 20 centavos mas as suas chances a longo prazo de sobrevivência, porque quem cuja vida já não vale nem o custo da mineração de bateria de celular não iria protesta, sem mesmo saber exatamente porquê da perda da sua mais valia até como meio-de-produção do capital, agora metainformacional? Ele não precisa saber. Ele sente não no que tem. Mas no que falta.

Deveria temer portanto não o progresso da inteligencia artificial, mas o emprego massivo das mesmas para o avanço e difusão massiva da imbecilização e manobra das massas. Não raro como gado arrebanhado em grito de ordem unida; a esquerda ou direita volver, de deus quer, ou meu salvador da pátria mandou. Desde que desembestados a se bater uma manada contra a outra. E ao mesmo também rumo juntas ao precipício arrastando todo mundo incluso os que não foram fidelizados nem fanatizados pro mesma vala.

Deveria temer portanto temer não propriamente o avanço e progresso científico no desenvolvimento da inteligência nem artificial nem jamais a natural, mas temer tanto o retrocesso, quanto ainda mais a desigualdade e concentração e monopólio, segredo e segregação do saber. Isto sim o perigo. Porque é aí que mora o perigo, e não no conhecimento e nem na riqueza de nenhuma forma de capital. Porque só é possível usar um conhecimento benéfico como o acima descrito, descriminando e obstruindo que outras pessoas tenham acesso ao mesmo. Impedindo que ele seja barateado e se torne acessível. O que não é a mesma coisa que socializá-lo pela violência, mas é a mesma coisa que impedir que pelo monopólio da violência outras pessoas acessem tal conhecimento gratuitamente. O que evidentemente só possível como toda sociedade financiando tal produção de tal ciência se não quiser que só alguns tenham acesso e outros não a seu progresso.

Eis novamente a perversão da finalidade da ciência para o emprego dessas ferramentas como armas de corporações monopolistas quando não flagrantemente totalitárias e eugenistas contra a populações que estão com a mentalidade da idade das trevas,quando da pedra mesmo, com medo de deus,da chuva, clamando por Antonio Conselheiro, esperando o sertão virar mar e o mar virar sertão, ou pior ainda querendo que papa, o bispo ou o pastor, o astrólogo, o guru com sua meia suada e encantada cure suas chagas incluso as sociais, em troca de obediência cega e claro tributos dízimos módicos.

Em outras palavras deveríamos estar nos cagando de medo é da hiperdesigualdade sociocultural já traduzida em supremacia cientifico-tecnologia praticamente irreversível. Devíamos temer as disputas por domínio e dominação que já fazem do nosso continente seu mais novo teatro de operações geopolíticas. O uso intensivo e massivo de versões dessas tecnologias como armas não só de coleta mas de expropriação intelecto-cultural e retroalimentação tanto de IA transnacionais quanto da desinteligências nacional.

IAs já automatizadas para sua guerra nas disputas por hegemonia neocolonial neste plano metainformacional, que para nós é ainda mistico, feito de deuses, demônios, santos, entidades metafísica. Uma terras de sombras, obscurantismo onde como crianças ou adultos infantiloides não só atrasados mas retardados, estamos sendo rigorosamente expropriadas das nossos faculdades e propriedades não só naturais mas intelectuais em todos os sentidos da palavra. Da palavra como propriedade significadora do sentidos da percepção e da intelecção como significação da percepção. Percepção já virtualmente desnaturada por seleção artificial seletiva alucinada.

Idiotas cognitivos. Idiotas cosmodespolitizados, mas com método e processo e propriedade autoral e privada industrial e intelectual alheia, mas com direitos de copias e reprodução (roubados) protegidos pelo monopólio legal, aquela outra máquina, a estatal, velhinha e falida, mas que vai na porrada querendo ou não, passando o bastão para essas novas megacorporações, aliás já passaram o bastão faz tempo, de bancário, ao financeiro para o tele-digital, o capitalismo agora caminha para esse neofascismo agora cientifico e privado-estatista ou corporativista. Morra de inveja Marx.

E aqui faço uso da palavra fascismo no sentido clássico. Tudo dentro desse panotico, tudo para panotico, nada fora desse BigBrother. Um uso, portanto, distinto do apropriado e dissimulado da palavra fascista e idiota ou mesmo nazismo feito por essa servo-idiocracia dentro de ambas as bolhas de ódio. Isto é, como um mero desqualificação de quem não compartilha dos seus ódios e bolhas de desinteligências e desentendimentos mútuos. Um testemunho da sua própria condição espelhada como agressão sobre o outro. Não raro verdadeira para ambos. Porque se você não consegue reconhecer na idiotia e desumanidade e miséria do outro, a sua própria, pode ter certeza, além de também ser um idiota, você se acha muito esperto com base na desinteligência alheia. Está brigando para ver quem tem o melhor arco e fecha, vai morrer com os dois na mesma vala e com um só tiro de canhão. Porque a idiotia do outro, assim como a liberdade (ou falta de ) é também a sua, ainda que difusa. A condição do outro, não deixa de refletir e mondar a sua sobretudo na essência: humanidade. E quanto mais você se aparta porque o outra é monstruosa, mais a humanidade se desintegra não só como coletividade, mas como fenômeno neuro-epistemológico dentro e fora de você. Rigorosamente morre o principio elementar metainformacional que código ou mandamento algum nem escrito em pedra pode substituir, morre o amor, morre a alma da humanidade. Eis a doença e cura que nenhum maquinação ou logica artificial ou artificio ideologia, ou hipocrisia irá resolver. Só o verdadeiro ethos e fé na ciência da consciência da liberdade e espirito gregário cosmopolita e cosmopolizador. Humanidades com exatidão, sem filosobol, mitos, nem charlatanismo, mas humanidades.

O problema não é avanço da inteligencia artificial ou natural do alheia. Mas o atraso da própria. Sim eles não ajudam. Sim são abutres. Sim são oportunistas. E daí? Vai chorar. É culpa dos americanos!!! É culpa dos russos!!! Sim tem gringo que é eugenista e racista. Assim como tem gringo que não é. E diga-se de passagem, não existe nenhuma correlação necessária entre nacionalidades, culturas, mas sim entre relações de poder e violência e crimes hediondos desde do núcleo da comunhão familiares até a comunidade internacional. O que muda evidentemente é a escala, porque muda o poder concentrado na mão de poucas pessoas. No plano micro de cometem crimes contra a pessoa humana dos mais próximos, não raro vizinhos, familiares, se já como predador ensandecido ou profissional mais bem capacitado, maquinado e enriquecido também de completo estranhos, já mais distante da sua casa e território e em grupos ou bandos mais organizados. No macro esses crimes são em massa, terceirizados, em geral contra estranhos e em territórios alheios em grupos gigantescos já completamente organizados, capazes de manter bases de ocupação tanto armada quanto de continua extração de riquezas treinamento e recrutamento dos povos locais para o trabalho local ou até em sua próprio território.

Um processo que forma dois tipos de guetos: um o das minorias: nos países desenvolvidos. E o outro o das maiorias nos subdesenvolvidos. Que por si só são um grande gueto a céu aberto dos países desenvolvidos. Como agora fica mais e mais evidente quando as mascaras da divisão internacional do capital e trabalho caem, e os muros dos campos de concentração do trabalho versus capital, adquiridos tanto nacional quanto internacionalmente pelo mesmo processo. E sim não podemos generalizar, muita gente adquiriu pacificamente e trabalhou duro, e não é só um inveja ou erro mas um crime, criminalizar o enriquecimento a riqueza e o capital. Mas, não se engane. A quantidade de pobreza e riqueza, a miséria, e desigualdades gritantes, aquela que causa tirania, guerras e revoluções no sentido lockeano do direito a legitima defesa contra esses estatopatas e suas aristocracias essa falsa riqueza feudal que não produz nada, porque é feita do roubo da produção, criação e sobretudo exploração do miséria alheia para o alistamento a servidão na guerra crime e escravidão por dividas dita hoje “assalariada”. Esse culto patriarcal de idolatria ao todos e de sacrifício filial ao holocausto do trabalhismo não é só crime contra a humanidade, ele é eugenia. Ele é genocida. Seja os seus idiocratas conscientes ou não, seja sem servidão volun-otária ou não.

Sim toda generalização é burra, e todo desenvolvimento baseada em expectativas construído em predeterminações ainda mais as alheias e alienadas e não na autodeterminação mais estupido ainda. Expectativas e esperanças são meras previsões, não profecias. Não existe predeterminação. Até a contabilidade 2+2 não dá nunca 4 se cair na mão de politico. E a historiador que for burro vai procurar nos documentos históricos. Que é a mesma coisa que investigar um crime pelo testemunho dos criminosos e não examinando o corpo das vítimas. Como se auto de resistência e as medalhas e não as valas e mortos contassem a verdadeira história da humanidade. São os espíritos e não o papel. É a metainformação, meu caro Watson, e a não ser que você seja um médium, você vai ter que chegar até o Tao a arque dos dinossauros pelas pegadas, os rastros e não pelo testemunhos bíblicos. Ou a terra vai ficar plana mesmo e dependo da igreja nem cânticos de Salomão você vai ter. Vai fazer cientificismo bibliográfico, não ciências. Porque a ciências estão nas pessoas, as vivas e as mortas. Papel como esse que escrevo é pista. falsa ou verdeira não importa. Porque até quem planta pista falsa se fode, porque dá bandeira para quem não se procurando as evidencias que ele planta, mas o que ele quer ou quis ao plantando tais evidencias. O olho de Orus não vê o que o que a pessoa quer mostrar. Ele se questiona para o que as pessoas querem mostrando isso. Com quem? Para quem? Não faz pressuposições. Desconstrói. Porque investiga, não só atento para o dado, mas para as armadilhas da sua própria visão e pressuposições. Porque, no conhecimento: o real, a visão e a mentalidade.

Porque se você não vê nada, não acerta nada é preciso mudar ou a visão de mundo ou a mentalidade. Você vai começar a ver o mundo com ele é entender o passado, o começar dependendo do tempo que dedique para processar os dados alguns cenários possíveis de futuro. Se gostar que bom para você. Se não também que bom para você. Nos dois casos você tem a consciência para produzir um outro tipo de ciência. Aquela que não fica só tentando mudar o mundo. Mas já percebeu conscientemente que a ciência não é mera processo empírico de teste laboratorial ou experimentais de campo de hipóteses aleatórias ou imagéticas sobre o mundo sensível alheio, mas processo de transformação e produção da visão, inteligencia e paradigmática da sua consciência não só individual mas coletiva via processo autodeterminativo ou autocriativo; método de investigação e descoberta e construção de novos modelos de explicação do mundo mas de visão, entendimento e compreensão, ou rigorosamente formulação, equacionamento, conceituação e universalização da realizada compreendida não só essa nova teoria paradigmática, mas por essa novo paradigma forma de cognição do real. Porque se uma nova teoria não for uma nova forma cognição ele é uma nova teoria, mas não um nova paradigma. E é disso que precisamos hoje. Precisamos mais do que novos paradigmas científicos. Precisamos não só de mais ciência importada voltadas para os interesses externos governamentais, dirigidas de cima para cima, de fora para fora, mas de novas ciências próprias vinda de base e que para bases populares, vindas de dentro e que se voltem para dentro. mas não para se ensimesmar, para enfim deixar esse egoismo e vitimismo canalha e patético e passar a dar e não fazer esse papel de pedinte no mundo internacional. Porque o Brasil tem também passivo com o mundo em especial como os países africanos. Mas também independe da nação, independente da nacionalidade. Porque não se deve confundir Estados com nações, a pessoa humana com cultos ou culturas ou tribos. Podemos (e devemos) fazer mais e sem discriminações. Mas para tanto há que se abrir novas trilhas, novos campos, há que se abrir a consciência.

Trilas que são feitas sem predestinações tecnocráticas, mas pelos saberes de uma população que são tem sua própria consciência, propriedade e faculdades intelectuais mas o direito não só de construir de forma autodeterminada seu conhecimento, mas de ter os meios necessários para sair da ignorância para poder construir e trabalhar com as próprias mãos por seus meios, livres desses servo-idiocratas que não por acaso tem por negócio se apropriar não só das suas propriedades materiais ou intelectuais, mas da sua intelecção, tratando como se fossem missionários dessa grande igreja o estado, como idiotas tutelados, prontos para puni-los ou tirar seu sustento caso não obedecendo ao grande pai ou grande irmão. E os irmãos dizimistas quando não dizem amém, gritam vai trabalhar vagabundo, mal sabendo que na civilização da marginalização obsolência e antropofagia da pessoa humana de outra gene, você é ele amanhã. O idiota alienado que acha que é está entre os escolhidos, perdão os seletos, entre os criteriosamente selecionados por rigoroso processo de triagem baseado em algorítimos complexos de computador do tipo que dá strike no youtube em canal que sobe muito como esse aqui de veio lá Rondônia: Um tal de vai lá sabido. Que bastou ameaçar fazer sucesso sem costa quente nos feudos sudestinos das “zelite” carioca-paulista, e pum strike…

Quantos artistas ou mesmo cientistas não foram defenestrados por seus pares por divergências políticas? Ou por não estarem os grupos ou regiões classes ou mesmo entidades de classes, ou trabalhado nas organizações patronais ou mesmo públicas “certas” no momento “certo”? Ou levantar a bandeira errada na hora errada? E não estou falando de defesa de causas estou falando por indefensáveis, mas de quem foi defenestrado por levantar uma bandeira que depois virou agenda de perseguição para tantos outros que não aderiram a ela. E eis que mesa vira, e tantos outros são perseguidos pelo mesmo expediente inquisitório com sinal trocado.

E tolo de quem não é solidário (ou burro) de não defender não só seu aliado, mas até seu adversário, porque sem ele não há jogo nem espetáculo. Nem comunidade, nem cooperação, nem competição, nem arte, nem ciência, só ditados e ditaduras dos idiocratas para idiotas sem criticas nem irreverencia, nem ofensas nem ofendidos, mas com muita hipocrisia, vossas excelências e reverencias. E aí de quem resolver publicar arte ou mesmo ciência sem saber com quem ou para quem está falando. Tudo muito politica e correto e religiosamente respeitoso. Aleijado e epilético vai voltar a ser escondido em casa, para não ofender as sensibilidades burguesas. Os fodidos não serão mais fodidos, porque a foda será linguisticamente banida pela academia brasileira de letra, não haverá mais coito nem coitados. Salvo na salinha do Sarneys e sacristias da vida. A vida voltara a sua norma culta e normalidade da forma e formalidade. E foda-se o povo, mas com erudição. Porque não somos gente de bem e não essa gentalha. Somos descendentes de europeus não de índios e negros. Queremos o modo de produção alemão, o americano, o russo, o chines? O soviético-holomorento, o nazi-fordista, qual engenharia eugenista disfarçada de trabalhismo ou capitalismo queremos? De economia politica ou religião estato-privada corporatista queremos? A mais estatal mais privatista? A privada mais estatista? A estato-privada mais corporativista ainda? A politica laica mais disfarçada religião possível? Ou a teocracia menos politizada impossível?

Ah, meu amigo, vi as vilas tradicionais japonesas , irlandesas, alemãs, italianas, portuguesas, francesas, canadenses, suecas, dinamarquesas, suíças, bengalis… fui recebido em casas das pessoas, escolas e faculdades como um irmão por meus irmãos de outros países e elas são absolutamente lindas, dos jardins as pessoas as suas formas tradicionais, mas de Paranapiacaba a Quatinga Velho, descendo pela Mata Atlântica até Cubatão, do ABC, até a Litoral de Registro, ou interior de Atibaia ou Minas. Para ficar só nos lugares em que eu não turistei. Mas lugares em que fui recebido para que pudessem conhecer meu trabalho e também recebi em minha casa da mesma forma para que pudessem visitá-lo e conhece-lo ainda melhor. Não. Estes muros e fronteiras não são só imaginários, são monstruosos. E não há lugar do mundo onde a forma e formalismo e a arvore da erudição não surge salvo senão como farsa parnasiana senão das riqueza bases cosmopolitizadas dos povos. Uns fazem isso roubando e até matando copiando e falsificando, outros intercambiando, dando e recebendo antes de tudo experiencias e conhecimento, aprendendo e investindo e gerando ainda mais riqueza para todos.

Na contabilidade do necro-capitalismo quando você dá muito mais do que recebe por exemplo milhões de uma mesma coisa. Dinheiro por exemplo para receber em troca nada mais que um novo saber, ainda que como um experiencia de vida. Isso é capital perdido. E de fato é. Porque um morto vivo. Não se produz não se regenera. O biocapitalismo, a forma como a capitalismo está se transmutando como sistema mundial, o capital se reproduz como metainformação, exatamente como episteme, como a liber, o conhecimento ou a alma. Ele não cresce por somatória de elementos de uma mesma classe ou espécie. Mas pela multiplicação e agregação de valor via transgenia da diversividade, não só regenerando ou reproduzindo o valor do capital investido em termos abstratos ou relativos, mas reproduzindo a base metainformacionais, o capital da riqueza desse novo sistema a uma razão não só cooperativa mas competitiva da inovação. A velha ciência econômica já era. O biocapitalismo é o futuro. E ele não é feito de preservação de gente ou de industria, emprego ou maquinário ele é feito de investimento em inteligência naturais, em consciências coletivas da natureza. Um capital que o Brasil tem para dar e vender com empatia e natureza para toda a humanidade. Então solta o som. Porque é de affetto que de outros tipos de bloco nas ruas. Som e imagem. projeto e ideais. E não narrativa ideologias e projeções imagéticas.

O autor exagera. As outras artes e ciências e linguagens também produzem sua autopoieses. Mas o principio linguístico e epistemológico da investigação semiótica da produção da consciência ou sua contradição: a imbecilização incluso para fins comerciais pseudo-populares (pop) ou pseudo-científicos ou pseudo-eruditos. formalismo ou informação desprovido não ciência dos métodos e processos da produção da metainformação consciente ou alienada. Mas de toda e qualquer metainformação. Cópia, falsificação, lixo, sombra, assombração, alienação alienadora pop ou erudita em qualquer campo. Mediocridade massificada produzida em massa para massificação, massificar gente como massa: desfunção existencial dos sujeitos como objetificação inconsciência para a produção de inconsciência coletivas e desigualdades e monopólios artes e ciências como maquinaria e artificialidade sem nenhuma respeito as origens originalidade autorialidade. Processo sem nenhuma criatividade nem propriedade criativa de fato nem por direito natural. Patético quando inofensível. Psicopático quando violento. Quando o replicante tenta arrancar as peles, rostos e vestir-se do corpo e fertilidade e anima eliminando aquele que tenta clonar.

Há que ser cosmopolitas e cosmopolitizados. Ha que botar a poesia italiana de Dante à ciência quântica-einsteniana de um Rovelli e autopoiética de Maturana; O pragmatismo-idealista dos revolucionário libertários de norte americano de Tom Paine, passando por Thoureau e Malcolm X até chegar a Kevin Carson. Há que não se esquecer dos ancestrais russos Kropotkin, e Bakunin, nem de Proudhon. E até filósofo gregos cínicos como Diógenes chegando até os alemães da atualidade de Ilich à Sloterdijk. Porém há de não se esquecer também os nossos Machado de Assis, Manuel do Bonfim, Josué de Castro, Gilberto e Paulo Freire. Assim como os que trazem de lugares ainda mais próximos da nossa realidade, embora a deles seja de longe bem mais difícil que a nossa : Fanon ou Mbembe. E sobretudo não se esquecer dos movimentos não só sociais mas antes de tudo populares de vanguarda libertária que ainda são: ambientalistas, anti-racista, mas sobretudo feministas, transgênero, e antineocolonistas. Com enfase para o ativismo feminista e transgênero e anti-racismo. Por 3 razão simples e interligadas:

Esses movimentos são os que mais sofrem faz tempo.

Eles estão na vanguarda faz tempo.

Eles são os alvos alvos-prioritários faz tempo.

E eles não são apoiados nem reconhecidos nunca.

Alias então não são 3 mas 4 todas interligados numa única. Quem não é como a gente, não fica para semente. É alvo. Uma arte, de fazer gente acreditar que um e outro são pessoas completamente distintas do que estão pensando e que farão coisas completamente diferente do que realmente farão, quando em verdade não só são pessoas diferentes do que eles pensam, mas em verdade iguais e que fariam coisas completamente distintas se estivessem livres dessas dessas preconcepções.

A arte antiga da divisão e conquista de mentes e corações, que hoje se chama guerra hibrida, e feita de modo mais avançado que antigamente, isto é, seu modo de produção é agora cientifico-tecnológico ao menos quando made by potencias e corporações dos países desenvolvidos. Porém em essência nada mais é do que a velha é boa domesticação e amestramento de gente por gente. A pecuária humana, agora na era do processamento de dados. Ou melhor não, A era do processamento de dados já era. Essa foi lá nos anos 70 do século passado. Foi-se. E quem não foi nela se fodeu. Essa era é a dos metadados, e não como mineração e roubo de dados. Mas como programação dos idiotas naturais expropriados até da sua capacidade de entender a ironia ou sarcasmo. A era onde gente agora se comunica através de carinhas e-mojis, enquanto as maquinas se apropriam da linguagem lógico matemática para produzir já interpretações semântica e metafisica dos metadados que abandonou a filosofia da ciência em favor de resultados mais rápidos porem inconsequentes ou inconscientes dos seus efeitos semânticos não só sobre o sentido da ciência, mas sobre ou significado do saber, mas sobre o próprio sentido da vida e expropriação da sua significação como produção de um saber com cons(ciência). Ou seja, depois de bater de frente com fanos e fanáticos custo de gente queimada em fogueira, vacilou grandão, tio, e se encastelou. Perdeu campo e agora não só está na defensiva, mas tem um monte de cientista que não passa de soldado mercenário, fanático, ou desonesto intelectual pronto a se explodir ou dissecar gente como um robot em nome de qualquer loucura incluso a própria ciência sem o ethos de uma consciência.

E quando digo que está perdendo terreno não estou falando desses moleques ou veios doidos de pau mole e fralda geriátrica a lá Olavo e Lula, bispos, papistas, grandes irmãos, grandes lideres, apóstolos, missionários, gurus, de igrejas politicas das antigas, novas, não estou falando de demagogos, ideólogos da velhas políticas e igrejas dos estados nações muitos deles e delas falidos e desesperados por encontrar novos idiotas, terras, e outras cositas más. Dizem as más línguas que a igreja é o opio do povo, mas e oopio da igreja qual é? Línguas mais maliciosas ainda dizem que o mesmo do que qualquer corporação? Sexo, drogas e vinde a mim as criancinhas, porque eles não curtem rock&roll. Mas é claro que tudo isso é mentira. Mentira. Mentira. Mentira. Mentira.Mentira. Dizem até que só gostam de homem. Outra mentira deslavada. Até o ano 1000 padre casava. Maldade pura. O problema é que padre casasse teria filhos, legítimos e não bastardos, e não poderia doar seus bens para igreja. Veja que coisa egoísta. Não é muito melhor o padre ter a companhia de meninos naquela idade dos catamitos, perdão, coroinhas, do que ficar andando atrás de mulheres ou meninas fazendo filhos pelo mundo que depois podem vir querer reivindicar uma herança que se ele fosse casta estaria nas mãos dos obradores de deus? Que coisa linda. A essência da catolicismo, a catequese, do produção em massa do patriarcalismo via catecismo do catamitismo. Mas não vamos ser injusto o mérito ou desmérito como queriam não é do Cristianismo, porque cristo não andava pescando criança. Como diria o pregador da palestina, dái a Cesar o que é de Cesar, ou a Império Romano o que é dele. Catamito assim como a luta grego-romana vem da cultura grego-romana, assim como filosofia, direito, ciência, etc… pois é. Há que observar os fatos incluso em suas contradições, e não negá-las. Não é uma contabilizada, nem um julgamento. Os créditos, não anulam os débitos. E vice-versa, sobretudo enquanto fatos e eventos. Não existem pessoas, eventos, nem entidades monolíticas, mas sim, na somatória há quem consiga a imensa proeza tanto da mediocridade quase absoluta quanto da perversão como o hábito, uso costume culto e cultura de um monge, fisiculturista, artista ou cientista, uma questão de talento, treino e claro oportunidade.

Porque da falta dos 3 se faz o erro ou acerto eventual. Do reiterado ou frequente incluso como excelência da sua atividade fim, incluso como pura satisfação da mera perversidade, taras ou perversões psicopatológicas ou num nível mais profundo de desconexão do realidade sensível do outro e do mundo loucura epistemológica mesmo, também conhecida popularmente como maldade, está já em seu estado mais “puro”, ou degenerado. Dado que o individuo pode nem mais executar sua programação por desejos ou prazeres, ou comandos por uma lógica própria completamente desconexa de todo principio ou finalidade de qualquer vida ou liberdade outra ou sua. A frustração da pulsão vital deformada e encarnado como desejo tanático compulsivo de autodestruição generalizado e tão amplo quanto for o poder material agregado como potencia a sua força de vontade de morte.

Um fenômeno essencialmente psicopático que não só contamina o inconsciente coletivo disparando seus gatilhos mais vulneráveis aos surtos psicopáticos, mas aumentando a histeria, neurose, ansiedade e também os surtos esquizofrênicos inclusos os psicóticos violentos. Personalidades contaminadas por cavalos de troias como superegos e alteregos e infraegos que habitam o inconsciente e a subconsciências e não só anulam mas traem e subtraem a consciência e levam a personalidade a autossabotar-se e entram em simbiose opositora ou mesmo de adoração as figuras não raro de pátrio-poder que estes especialistas em predação e parasitismo e manipulação emocional e semântica assumem como mascaras para os mais vulneráveis e carentes.

Um processo que ganhou proporções gigantescas conforme foram se ampliando os meios de telecomunicação no século XX e agora XXI e junto com eles as técnicas de manipulação neuro-psicológica e cultural das massas via culto a personas e entidades fanos e ídolos, signos e símbolos. As técnicas de dominação do real e domesticação das gentes via domínio do dos signos e signais de projeção do real, representação das gentes e narrativa dos eventos.E que hoje atingiu um ponto de ruptura revolucionária para o bem ou para o mal.

De tal modo que enquanto cachorro aprende a se comunicar com o ser humano e tomamos consciência de que ele não é ao contrario do que acreditavam ou ainda acreditam até cientistas um mero objeto dos seus cálculos utilitários. Um abismo, para não dizer trincheiras de guerra se abre em outro campo, onde pessoas estão a mercê não só da sorte, ou acaso, ou de incerteza aleatórias, mas de um caos nada improvisados, que as tornam cada dia mais analfabetos não da leitura da voz alheia, mas da voz do mundo. Analfabetos no sentido que Paulo Freire definia o analfabetismo funcional da piro espécie: analfabeto da leitura do livro vivo da vida e do mundo. Cegos para não só alma do outro, mas para que não existe sem a conexão e o reflexo da co-paixão pelo seu igual ou semelhante. Incapaz de ler natureza da sua própria realidade sensível do LAÇOS, das ligações invisíveis, do nexo da natureza da realidade sensível, das conexões já desintegradas e apartadas em desfraternização e desumanidade. Um estado de imbecilização e loucura de viés cada instante mais aterrorizado e violento que não se reverte, não sem olhar pelas lentes não pico-óticas mas semi-óticas de outra pessoas. Não sem sentir, ou ver o mundo que o outro. O que é impossível. Mas compartilhar sua noção de sentidos não só pela sua visão empática mas ação solidária, como exercício da liberdade de consciência pela liberdade de consciência. Não como hipocrisia, mas como construção de uma realidade sensível critica. Realidade e não discurso. Prática e não tese. Ciência e tecnologia social aplicada em pessoas sujeitos livres para tomar suas decisões por livre vontade e cientes e não de experimentação em pessoas reduzidas as cobaias dos pseudo-cientivismo.

Do contrário estamos produzindo contra-ciência e contra-conscientização disseminando sombras e obscurantismo disfarçado de acesso a informação, tecnologia, educação, capital, renda ou mesmo participação na sociedade, polis ou política. Quem não consegue ler o mundo, não precisa que ele seja ditado ou projetado como narrativa e imagem para ele. Ele precisa que se retire as vendas. Quem é ou está cego ou surdo até que receba uma ordem ou estimulo, quem é ou está mudo, aleijado, sem o estimulo externo correto da sua volição, quem assim está expropriado do processamento de dados, ou intelecção que não se liga mais nem se desliga sem se disparem os gatilhos propriedades intelectuais não precisa de tutela nem de mais expropriadores, precisa de propriedade, precisa de acesso, precisa de fruto e usufruto da arvore tanto do conhecimento quanto da vida. E não de gente comendo e cagando regra e comida na frente delas e dizendo que é assim que se faz. Eles sabem como se faz. Tem estomago, tem olhos, tem cu, tem boca e sobretudo tem fome de comida, saber e de viver. Larga a mão de ser filho da puta. E se não vai dar a maçã, se não vai dar a fruta, acesso a arvore, usufruto, terra, se não vai fazer porra nenhuma, se nem distribuir a parte que todos tem direito do saber e comer a que quem também são filhos da terra tem direito, então não faça palhaçada. Porque essa falta de senso e noção antes causava pena em alguns riso e indignação noutros, hoje que a fome por pão está matando alimenta o corpo e alma, porque gente prega a discórdia e tacando fogo nas vinhas para pilhar e reinar em terra arrasada é motivo de ainda mais ódio.

A propaganda do século XX trabalhava no plano da psicologia, a dos século XXI vai ir para a gênese da psiques coletivas, a produção em massas dos cultos e culturas, a episteme. Porque quem não olha para outro ou pelo outro, mas precisa do outro para olhar por ele, ou dele para conseguir ver os outros. Quem não consegue ver o mundo sensível sem seus próprios olhos, mas precisa da visão e narração alheia para ver ou pior ver-se nos outros, já perdeu não só a noção empática necessária para ter propriedade intelectual, mas para ter identidade necessária para ser um intelecto produtor de próprio intelecções e propriedades intelectuais com ou sem inteligencia própria natural ou artificial. É um imbecil é imbecil. Uma figueira é figueira e figueiras não dão abacaxis, mas figos, assim como mitólogos e crentes não produzem ciência, mas crendices e mitologia. E assim por diante. E nem mesmo cientista consciência. Porque há necessidade de tomar consciência da formação da informação. E isso hoje quando não está no estado de fé está no estado da arte, no melhor e mais profundo sentido estético que essa palavra possui.

Arte no sentido da produção dos sentidos e significados da vida, assim com a própria, fé incluso na razão, produz só ciência, mas antes estados consciência e até consciências no sentido de apropriação cultural da própria produção do processo de produção do saber como estado consciente da transformação cosmopolítica do universo e não mero instrumento servo-idiota na mão de idiocratas ainda mais inconscientes da ciência ou sequer do mundo sensível como verdadeiros psicopatas, isto é, pessoas completamente destituídas de qualquer percepção ou noção da realidade sensorial do mundo e do outro- e isto a um palmo do campo formado pela rede neural do seu mundo fantasias e fantasmagorias.

Notem portanto que arte, ciência e fé neste plano epistemológico não podem estar desintegradas ou compartimentalizadas, mas estão reintegradas numa metis que é o próprio ethos, Onde a divisão de forma e conteúdo é absolutamente artificial. Dado que é naquilo que se diz com forma, onde reside a reconceituação de beleza ou feiura, um mero preconceito, que está a discriminação, e portanto o controle da gene do meme das intelecções alienadas das suas próprio-intelecções e identidades e propriedades antes de tudo como faculdades não só mentais, mas volitivas, vontades de se autosignificar e razoar e autodeterminar como sujeitos donos do real, reino e realidade e não meros objetos reificáveis e reináveis.

A forma como visão alheia em verdade, isto é, como episteme é a metainformação e o tal conteúdo, a tal informação, que cientifica sem ela, é vazio, quanto a pregação do demagogo. que diz como fazer e não faz. É parnasianismo, olavo bilaquismo frente a força do simbolismo de um augusto dos anjos. Não tem soul, não tem funk não tem rap. É formalismo, que destituído não só da informação mas da gênese da sua formação que não é feita pelo intermédio da copia, mas da vivencia e experimentação da realidade viva e vivida. Não é leitura da leitura alheia do mundo. Mas tradução e interpretação ainda que erudita da leitura da diversidade da população natural do mundo, da natureza e do povo. É expressão popular da natureza, é expressão erudita do popular, mas é alma de um povo, e fruto da vivencia e não mera copia.

Porque a copia, a reprodução tem seu valor absoluto, deve ser livre, deve ser feita, porque é necessária especialmente como transformação. Mas a copia como farsa, é sempre triste porque engano e autoengano. Triste e patética. Inofensiva quando um Henri Cristo ou o menino do Acre, que tenta ser o repetição de uma persona ou momento histórico que não tem como se repetir senão como cover que sem consciência da sua natureza de mera homenagem e representação desprovida da anima decai no ridículo. Até mesmo o artista que se repete, depois que já não mais o mesmo tem raiva, de ser uma embuste comercial de si mesmo, representar algo que já não é mais, foi. Um Villa-Lobbos, uma Tarsila do Amaral, um Belchior, um Giordano Bruno não se repete, nem seus movimentos, nem seus eventos, nem seus momentos. O novo jamais nunca vem predeterminado, nem predatado. E o salto revolucionário só é previsível ou cantado para quem o faz. E não para quem o vê. Porque não é dado com se acredita por (auto)geração espontânea, mas por progresso, que não se vê, porque está fora do campo do paradigmático alheio. E quando chega, chega como tal, uma revolução das ditadura das formas preditadas e determinadas incluso dos gêneros e das genes. Algo que os movimento transgênero vem fazendo como vanguarda da liberdade de consciência logo desenvolvimento da inteligencia coletiva em todos os campos da autodeterminação como outrora o fez o movimento negro.

As formações do desenvolvimento de uma realidade seja do organismo social de uma pessoa ou de uma nação ou de um conjunto delas, não é no plano da concordio ou discórdia cultural ou das guerras e supremacias psicológicos ou ideológicos. E botar a culpa só nos gringos não dá. Vitimismo tem limites. Porque uma coisa tem gente sabotando. mas também tem gente querendo se ajudar muito além das fronteiras. E uma das características da burrice é justamente este estado onde o alienado não só consegue mais se ajudar sozinho. Como transfere toda culpa para terceiros. Ou nega ser ajudado. Vendo inimigos ou esperando que todos e qualquer um o acudo. Ou seja não tendo mais discernimento, mas só preconcepções e esperanças predeterminadas e preconcebidas prejulga e não analisa. De modo que não raro não se move para se ajudar, ou ajudar quem quer ajudá-lo, ou pior colocando culpas de modo generalizado em todos que não. Pedindo ajuda, de novo para quem só fez e faz ferrá-lo. Enfim. não só não fazendo nada para se ajudar, mas pelo contrário trabalhando e arduamente contra seus próprios interesses, e não poderia ser diferente porque estando alienado, trabalha e pesado para se sacrificar em favor de quem vai capital sua propriedades mas ele como propriedade a começar com intelecto alienado, primeiro uma besta e depois um cadáver a ser pilhado para formar o patrimônio hereditário de gene que não pertence e de em terra (ou Terra) da qual já não é habitante.

A produção ideológica, a ideia de que o mundo é produzido e controlado por crenças e ideias é uma forma não só tosca e primitiva e ultrapassadas do ponto de vista pré-conceitual. Mas do ponto de vista cientifico-tecnológico. Ideologia é pseudo-ciência, que já foi pro lixo da história no século XX. Potencias e corporações usavam isso para vender lixo para trouxa e idiota. Propaganda e marketing. Hoje as megacorporações usam outros ferramentes. que guardam relação com a essência da finalidade e só. Mas desde que inventaram os primeiros computadores, bites e bites, teorias dos jogos. Esse lixo, ficou está para o planejamento dos países desenvolvidos como astrologia, para astronomia. É terraplanismo. Gente falando em ideais, quando o Processamento de dados e a própria informatica e mera computação já estão ficando não ideias mas tecnologias ultrapassadas e a uma velocidade exponencial.

Permitam-me dar um exemplo da velocidade com que vamos nos evaporar nessa fusão nuclear global, ou choque paradigmático entre mundos sub e desenvolvido:

Domingo. Enquanto, a Bolivia pegava fogo de vez, (com direito até a TFP no meio), a velha esquerda ainda no claustro e cega do carcere celebrava seu Lula livre, com este a pregar mais fogo no circo. Eu que em briga de lobo disfarçado de cordeiro, já disse faz tempo, não me presto volunotariamente a ser repasto, deixei meu Medium programado para publicar automaticamente alguns textos para poder ficar ao menos um dia com minha família. E daí? E qual a importância do meu domingo ou a cegueira seletiva da velha esquerda e direita ainda presa nas celas virtuais junto como seus ídolos?

Eu explico.

Até o presente momento. Quem ler, ou melhor garimpar, os artigos até o presente momento escritos. Verá que eles estão baseados em modelos de previsão. Hoje já não mais o que prever, nem sequer tempo viável para tanto. O futuro chegou. E não é como a maioria esperava. Poderia ter sido diferente? Claro que poderia, e ainda pode. Poderíamos ter chegado, até ele. Mas como insistimos em ficar parado esperando por salvadores, foi novamente o trem da história que chegou até nós. E não só vai passar por nós, como agora vai passar é por cima de nós, como uma blitz, como faz com tudo que e meia em ser ultra passado e retrasado, para não dizer retardado mesmo. Progresso não é opção, nem bandeira. Navegar é preciso. E quem para no meio do caminho por havia uma pedra para chorar ou comemorar, ou esperar dom sebastião voltar morre enfadado esperando.

Poderíamos e podemos construir nosso própria sociedade ao invés de ficar esperando, clamando, reclamando, idolatrando e rezando e até pagando para que salvadores da pátria nos salvem. Ou senão eles qualquer outra pessoa mais rica, mais poderosas ou toda poderosa, enfim esperando, ou pior transferindo não só nossas esperanças, mas responsabilidades sociais pra autoridade ou poder politico e econômicos para lideranças ideólogos e demagogos que quem não sabe que são parte do problema e parte do problema e é vitima que pouco pode ajudar porque caiu como coitado ou otário no esquema. O verdadeiro golpe que mantém nosso pais e povos da AL a 500 anos no poço de miséria sem fundo, de onde só emergem caudilhos e ditaduras de direita ou esquerda.

Um golpe simples e efetivo: onde as pessoas vão transferindo deveres obrigações delegando e renunciando e transferindo responsabilidades sociais que não podem em hipótese algum transferir ou delegar para lideranças, representantes ou administradores governamentais eles assumam a garantia e provisão desses direitos como sua obrigação, como seu trabalho ou prestação de serviço, o tal serviço público ou estatal. Aceitam inclusive serem cobrados e se cobre a força por tais prestação de serviço, porque todos devem contribuir para que todos se beneficiam no final das contas querendo ou não da sociedade. Mesmo o mais canalhas dos canalhas e egoístas se já não for um completo idiota sabe disso, quem elimina as bocas mais fracas, está não está aumentando a eficiência da manada, mas só diminuindo a quantidade de presas e tornando ele uma maior presa em potencia e não o mais fraco, a presa do predador. É o egoísta, não é só um ser desprezível e perigoso por sua instinto gregário e solidariedade empática, é um pusilânime por sua completa idiotia ou falta de inteligencia solidária, tanto faz, não só tese ou teoria dos jogos, mas por “lei” (jus)natural, pelas das causas consequências provoca difusamente a si e todos. E eis então que alguém na multidão grita: vamos então eliminar esse mostro doente, grita alguém. Pois é. É esse a sintoma patológico da patologia que estou descrevendo. Tratar pessoas com problemas graves mesmo os psicopáticos ou estatopáticos, não só como fossem objetos e não pessoas, tratá-las de forma apartada como se elas não fizessem parte da nossa consciência, ou nós da inconsciência dela e vice-versa. Mas e o livre arbítrio?

O livre-arbítrio ou melhor a livre vontade é a força de vontade elementar de cada átomo, de cada singularidade, partícula, e ser particular, ou individual desse universo. E da força de cada uma desses átomos que se forma a rede como um todo. Mas ai que o tico e teco não podem brigar. É o ambiente ou o a força de vontade. As pessoas querem pilulas mágicas, gurus e respostas simples. Vão levar computadores e algorítimos no rabo. Sinto muito é uma equação e ainda não-linear e não predeterminada e nem fechada, mas abertas aos bilhões de incertezas: cada ser dotado de livre vontade ou autodeterminação (leia-se livre vontade na exata medida que exerce com força autônoma) inserindo variantes interna) e variantes externas ao sistemas, todo ser também dotado de livre vontade e autodeterminação que ainda não se manifestou como entidade existencial nesse tempo espaço, e logo é dado como inexistente, não porque não existe, mas porque o que os olhos incluso da semiótica não detecta como anima ou episteme ou (metainformação) não processa como co-nexo, não co-significa sequer como campo inexistencial que dirá como corpo material existente. Ou em outras palavras mais simples.

São bilhões de vontades difusas, onde basta uma, tão somente uma como singularidade completa nova, para desencadear uma reação em cadeia, dependendo é claro da sua força ementar libertária em correlação as demais que compõe a estrutura dinâmica da arquitetura do sistema que não é feita senão de também das mesmas forças elementares. De modo que aquilo que o outro chama de ambiente, em verdade é a somatória das vontades alheias ou alientes a sua, ou mais precisamente das forças de vontade alheias ou alientes da sua difusas, confusas em fusão nuclear que padrões de alta complexidade (termo)dinâmica e que e não tem nada a ver com caos ou ordem. Salvo na incapacidade do intelecto intelecção de acompanhar tal ordenações de padrões das n possibilidades, incluso de eventos, cenários, históricos passados, futuros ou presentes. Uma questão de amostragem para quem não trabalha com informação mas com modelagem da metainformação. Computadores ou programadores e os donos desse máquinas que agora mesmo estão brincando de deus como povos e pessoas para capitalizar mais uma vez em cima de cadáveres, mas pode chamar pelo nome que não é mais pós-moderno: guerras hibridas? Não guerras metainformacionais.

É eu sou carne e osso. E não digo que sou exercito de um homem, um Brancaleone, porque tenho em Bruna e Pedro os últimos heróis dessa resistência, pode não ser pra você, ou da sua, mas são pra mim e da minha. E foda-se. Tem outros, e não esqueci deles não, mas em todas as batalhas, só eles mesmo. Mas é impossível tentar acompanhar fazer a lá Magaiver com chiclete, um esqueiro e caixa de fosforo, e 10 real para uma breja e o busão, o trabalho de think thanks, filosoboladas como rede neural e em breve turbinadas com computação quântica. Como disse o camelo do AL, como Africa e Oriente Médio tá fudido, e ninguém quer tirar o pau da bunda dele senão cai. Ou termos menos toscos, a velocidade como quem a infraestrutura se deteriora, e a senso-noção envelhece sem se renovar nem avançar perante a automação numa era de hiperdesigualdades não só sociais, mas de ciência produção da formação da imbecilidade para a apropriação intelecto como capital e eugenização é inversamente proporcional não só ao nosso atraso, mas a ao abismo que se abre entre os detentores dos meios alienação e desintegração da inteligencia gregária dos povos que são o público-alvo das suas campanhas não só de propaganda, mas de propagação da hegemonia da sua meme e gene.

Ou em outros termos: mamãe vai virar puta. Papai vai para cova e filhinho via virar salsicha se for feio, se bonitinho coroinha. E quando crescer vai trabalhar até morrer, ou se matar por droga, perseguindo drogado da sua gene, porque da outra, é treta. E depois vai desaparecer lentamente como todo povo indígena, frente ao alienígena. Vai virar molho inglês e avião dos irmãos Right, que de inglês não tem nada, e de aviação não tem porra nenhuma. Não é preciso ir longe, Cristo para quem não sabe era judeu e semita e lutava pela libertação do povo judeu. E nunca se escravizou e matou tanta gente, a começar pelo seu próprio povo, senão usando seu nome como falsa bandeira ou contra ela, a bandeira não o amor a paz e vida, lógico, senão não seria hipocrisia de sinal trocado e simbiose teratológica, mas transcendência da discórdia e violência e alienação. Seria fé consciência e não idolatria como credo patológico em ideologia seja mitos ou pseudo-ciência: servo-idiocracias.

Pois é como diria o comercial: O que você quer ser quando crescer? No grande celeiro do mundo? Salsicha… e com orgulho.

Sintomático portanto é o grito colhido desse coito-alienado que não importa onde quer ser ir para o curral, o virar carne de abate:

“Povo venezuelano que chegou ao nosso país morrendo de fome, venha e tome este edifício, este edifício é do povo venezuelano, não dos tiranos, não de Maduro [presidente da Venezuela]. Todos os venezuelanos que vivem na Bolívia, que venham, que tomem este edifício”, disse uma pessoa, que não se identificou. — Embaixadora da Venezuela na Bolívia diz que embaixada foi atacada

Não só seus direitos políticos e econômicos inalienáveis, mas propriedades e rendas particulares e comuns e transferem para terceiros. Passam verdeiros cheques em branco para administradores cuidar da sua vida. E depois acham que direito é choramingar e protestar.

Não está na hora portanto de fazer previsões, mas diagnósticos, por que o a America, aliás não só a Latina, A America o novo Mundo que reinventou a Democracia e exportou ela para o velho, porque não se engane foram ianques brancos e racistas sim, mas os yanques. com a ajuda de um inglês expatriado e cosmopolita, um tal de Thomas Paine, que reinventaram a democracia está doente.

A democracia não só latina mas todas elas estão doentes em suas superestruturas e infraestruturas mas contaminadas no processo de produção da sua info e meta formações. Tem cavalos de troia dentro de todas as troias, e litorais, e não, não são presente de armadores e petroleiros gregos. Mas de governos russos, americanos, chineses e até europeus e até cubanos. Que malvados. Que malvados que nada. Larga mão de ser chorão. E nós é que somos trouxa. Governo é governo só muda de endereço. Fodem aqui, fodem acolá. E governo quando reclama de outro governo.

Não estamos doente de socialismo, não estamos doentes de liberalismo embora os diagnósticos, prognósticos, tratamentos e remédio e sobretudo tratamento errado só tenham piorado a nossa condição patológica, que é sobretudo um problema de abordagem antes de ser tratamento. Abordagem não só cientifica, mas novamente epistemológica, onde não se trata a pessoa como mero objeto de culto, de uma cultural, um paciente a esperar cheio de esperanças pelo milagre politico e econômico da cura via salvação charlatã, mas combate a essa que é a verdadeira doença. Esse tratamento que aleija e brutaliza e coloca toda a população em estado catatônico e servil confundido não raro com preguiça e servilidade. Mas se uma relação entre pessoas sujeitos iguais em direitos e deveres, e que cujas diferenças de chances ou condições implicam que um devam ter mais poderes para que outros tenham menos responsabilidades, a armadilha da tirania, mas mais responsabilidades para que outras também possam ter mais oportunidades iguais como liberdades concretas, a chave para um verdadeira sociedade e logo um estado de paz e justiça. Sem justiceiros nem bandidos, porque onde o mínimo vital é garantido para todos o crime decai na exata medida da extinção da industria da locupletação via privações primitiva tanto a ilegal quanto a legalizada, ou o que é a mesma coisa: abolição da escravidão assalariada. O que não é deve ser confundida com o fim do trabalho assalariado. Este absolutamente justo quando aquele que vende o seu trabalho ou obra o faz não porque está ele ou seus filhos estão passando por necessidades, mas porque assim o quer. Um verdadeiro contrato entre pessoas livres. E não entre um escravo das necessidades e outro um oportunista, ou ladrão que expropriando lenta (tributariamente) ou de uma vez (conquista) a propriedade (terras) de uma pessoa ou família, tribo ou nação, consegue obter delas a servidão, incluso por dívidas permanentes, tributárias e bancárias, mesmo quando esse se julga um proprietário ou empresário. No final o que temos é uma pirâmide, uma bolha, um golpe, e golpes arrebentam quando a base não consegue crescer indefinidamente. E não conseguem, porque nem escravo nem planeta é um recurso que produz e se reproduz a razão infinita ou sustentável um em relação ao outro. De modo que quem os explora, não raro, ou extermina meios ambientes inteiros, ou deixa ou coloca escravos para morrer ou se matarem de modo a reequilibrar o crescimento da reprodução da sua bolha em crises humanitárias cíclicas de guerras econômicas comerciais e claro guerras estato-nacionais militares propriamente ditas onde quem morre lentamente nas fábricas e cidades das doenças de trabalho, vai agora se matar para morrer de forma mais rápida e eficientemente servindo em outras frente as de guerra. Dois coelhos com uma cajadada só. Menos bocas, e rearranjo das fronteiras geopolíticas de modo que o acesso a matérias primas e novas rotas e portos comercias fiquem devidamente abertos para a nova ordem hegemônica que irá emergir dessa nova revolução cultural, industrial. Aberta para as novas potencias que prevalecerem ditando a programação do mundo, isto é quem são os sujeitos, os seus objetos suas propriedades e quais funções e existenciais, sociais, a razão de ser, vir a ser, deixar de ser, nem vir a ser, ou ser eliminado antes que seja dos demais e as deles. Quem são os donos de tudo que é capital e quem são são matérias e recursos incluso os humanos que irão servir como mera fonte de consumo ou produção reprodução hospedagem ou retransmissão dos códigos do seu EU ou EGO como culto a sua gênese. ou simplesmente patrimônio genético e capital, os recursos naturais ou artificiais necessários que são transmitidos culturalmente como legados para que um grupo que se aparta determinadas características memeticas baseadas em discriminação genética prevaleça sobre os demais.

Notem e aqui é importantíssimo notar. Que o ato da discriminação genética, é sempre um fantasia, uma loucura. um preconceito criminoso feito por uma cultura xenofóbica desnaturada compulsivamente pervertida para um cultura de morte. Não tem nada a ver com uma gene ou cultura em particular, mas com um estado de inconsciência disseminado na própria inconsciência coletiva da própria humanidade. Estando presente em todas as culturas e nações e se reproduzindo em todos os planos. Evidentemente em escala progressivamente maior nas margens e periferias e menor nos centros mais protegidos como numa piramide ou cadeia alimentar, onde um predador não deixa de ser presa, de outros maiores ou tanto potentes quantos.

Acusar um determinado grupo, ou nação de ser eugenista sem olhar os traços desse egoismo, dessa falta empatia, é reforçar e psicopatismo mesmo que ínfimos dentro da sua própria alma, incluso como patriarcalismo e patrimonialismo parasitário-predatório não só as gerações presentes mas futuras. É reproduzir e reproduzir a desse mal psicopatológico em para além da pisque, em sua episteme, apodrecendo em matéria e se reproduzindo como matéria-prima imbecil alienada da idiocratização e alienação não só da sua própria vida irrealizada, mas do seu legado seja obra ou realização a informação para uma nova geração ou a própria forma e formação da nova geração como forma de vida propriamente dita. A diferença entre o espirito da coisas inclusos das res públicas e suas múmias assombrações que vivem de devorar seus cadáveres dos seus verdadeiros mártires desconhecidos: o zé ninguém, o não-gente, o indigente, o marginal, o (des)privilégiado em fóruns e foros, o povo. A verdadeira alma da nação que não é representação nem representação, não é farsa, mas sempre está invisível dos renegadores da anima da vida e do direito de viver, os cultuadores da violência e morte e apartheids, e discórdia.

Não. é fácil jogar a culpa no outro, no gringo. A culpa no vizinho. No irmão. A culpa nunca da nossa idiotia nunca é nossa. Da nossa falta de empatia da nossa transferência de responsabilidade é sempre do outro. É sempre do demônio. Foda-se o capeta. Tem gente dentro do nosso território e fora disposta a se ajudar mutuamente e universalmente, esses muros e fronteiras são imaginários. O formato de uma orelha e um nariz, um pênis, a cor de um olho, o cabelo, são determinados por códigos e heranças genéticas, e dois irmãos podem ser completamente diferentes. Mas separar pessoas por suas diferenças sejam elas quais a base do código, a origem, a gênese deles, é sempre uma escolha, uma escolha arbitrária, ou livre-arbitraria. Se coloca os meus filhos de cabelos loiros numa fila, minhas filhas de cabelos cacheados numa outra o critério da discriminação é genético, mas a discriminação é meu livre-arbítrio preconceitual memético, e se herdado de um culto vindo dos pais de meus pais por que meu pai assim ditava como um ditador, patriarcal, se dizendo por que seu deus assim disse teocrático. Se ditado por um cientista que correlaciona sexo com gênero, um burro. Porque genitália é genitália e gênero é gênero. Confunde cu com cueca. Tá fudido.

Não vai conseguir entender o futuro onde geneticistas vão brincar de deus, para o bem e para o mal. produzindo quimeras. Porque já começaram a entender que gene a base da criação dos gêneros e novas gerações incluso de seres humanos artificiais não tem nada a ver com o ideologia. Tem a ver com a arquitetura e reengenharia não só da informação, mas formação do código não só genético, mas epigenético, toda o campo não só transgênero, ou transgênico mas da produção transmorfogênica da humanidade e metainformática da realidade sensível. Chance de erros monstruosos com essas com isso dentro do velho epistemologia predeterminista totalitária? Gigantesca. Mas até por isso mesmo, deveríamos estar ainda mais atualizados e não retrasados. Porque como bem sabe não somos cientistas, mas cobaias que o e não voluntárias incluso de experimentos socioeconômicos de grande escala que o diga o Chile. E aí como projeto de combate experimento de combate a pobreza é como bomba nuclear e derivativo tóxico, não tem projeto-piloto, não tem teste, você joga e foda-se, se der errado deu.

Porque que depender desses loucos o Brasil ou acaba como uma norte do coreia gigante e miserável fazendo um enorme holodomor do seu próprio povo que acredita em unicórnio e a chorar seus grandes lideres só sem misseis e bombas atômicas. Ou um Irã nazi-cristão buscando com seus patriarcas e fanáticos religiosos buscando bombas atômicas e caçando mulher e criança.

Mas por enquanto somos só o Brasil mesmo em fase de transição do Brasil prisional e manicomial para para o Brasil manicômio a céu aberto e prisão. É isso que quem vivia com certo conforto sente, a famosa sensação da água batendo na bunda, ou do perigo batendo agora também não só na porta do vizinho, ou do bairro vizinho, mas na sua porta, no seu bairro. O Brasil é gigante, mas é bairrista, regionalista, é feito de times, grupos, igrejinhas, panelinhas, em suma é provinciano. Das empresas, até as associações de bairro, a forma corporativa que o brasileiro se associa influenciada por esse cultura ou culto de grêmio de escola, e igrejinha é o mesmo das prisões ou qualquer arquitetura panóptica, vai formando grupinhos- facebosta, adora, bolhas. Grupos que vivem como times e torcidas organizadas precisam viver sendo arbitrados, mediadas, policiadas, vigiadas, intermediadas, separados, apartados, vivem não só caindo na armadilha, mas estão presos nela, no apartheid dessa sociedade de pão, circo e sangue, esse verdeiro coliseu católico apostólico romano, onde cristão joga cristão para que eles se entre devorem, principalmente se forem negros, para delírios não só dos brancos mas também dos negros que querem ver cadáver e mais sangue para esquecer do lixo de vida que é sua escravidão assalariada, e a vergonha que é todo dia ter que lamber o rabo do patrão idiota para ganhar o pão para seus filhos. Porque que nada com rir como hiena da desgraça do outro, rir de quem se arrasta para esquecer que se é manco. Terapia de grupo, vamos rir da desgraça e miséria alheia, para esquecer que somos um bando de miseráveis e desgraçados. Eu prefiro apontar a arma do humor e irreverencia para as prepotências das grandes ou pequena inclusos as dos velhos impotentes que quanto mais impotentes e velhos, mais perversos, porque quanto mais velhos e pau moles mais querem foder todo o mundo, de um jeito ou de outro, pois é meu amigo, pulsão de vida, que frustrada vai virando compulsão de morte. E dá-lhe cabecinha de patriarca mimado (inclusive mulheres) que se não pode ter o que quer, então ninguém vai ter, diz que é vontade de deus, mata a mulher, os filhos, põe fogo, na casa, ou mesmo no pais inteiro se tiver poder para tanto. Destrói o mundo, se não for bem-amada ou não gostarem dos seus desenhinhos.

Para vocês verem que falta faz não só o amor na infância. Mas uma infância, não só com prato de comida na mesa, mas com um pai e mãe livre da escravidão para estarem presentes e poderem dar o amor que ninguém que é empregado como serviçal domestico poderia dar, e que não raro também está alienando dos seus próprios filhos para trazer o pão para casa. Um ciclo autodestrutivo de carências e carestias, para fazer rodar um sistema estupido onde se empurra gente ao escravidão assalariada, isto é a não trabalhar naquilo que quer para trabalhar naquilo que o outro quer por subtração do usufruto dos dividendos hereditário sobre o patrimônio nacional? E quem é o ladrão de levou fica com aquela parte da riqueza da nação que cada brasileiro ajudou a construir e que seu filho nasce roubado? Meu amigo, você não precisa do superMoro, nem do Sherlock Holmes para adivinhar no bolso de quem esta e continua indo parar.

E eis que voltamos ao dilema se é das livre-vontades ou o meio ambiente, que molda o destino ou a ação de uma pessoa. É uma equação meu caro. Ou mais precisamente: a quantidade de força de vontade que você precisa é inversamente proporcional as obstáculos. Ou a fé depende do tamanho da montanha que você tem mover, remover, sozinho, com pás, com máquinas, com as mãos, ou com forma que não se engane precisa também de muito mais fé do que só esperar que a montanha saia andando do seu caminho. Porque isso não é fé, é papo de drogado e farmacológico ou ideológico, pado de de traficante e dependente químico ou doutrinário.

Diminua o tamanho da rampa da subida do morro, tire e compre uma cadeira de rodas, invista em pesquisa e você vai ver o milagre do levanta e anda. Ele chama ciência, cura e acessibilidade. Requer uma fé do caralho, e trabalho pra porra, no coisa que deus deu para todo mundo solidariedade e inteligencia vontade de trabalhar duro. Eis o verdadeiro milagre. Provisão, disponibilização, acessibilidade, garantia. Assim de multiplicam os pães e os peixes. Investimento no ser humano. Investimento “a fundo perdido” em gente. O resto é demagogia. Demagogia de quem rouba o pão da criança para executar o adulto amanhã e cobrar caro do contribuinte trouxa. gente que trafica não só violência. Mas covardia. Porque não se engane tem gente que morrendo para tentar conter essa loucura sem perceber que isso é uma armadilha que não se combate na ponta quando tá todo mundo maquinado. Mas na base no futuro que ainda não chegou. Porque quando ele chega já era. Aí é guerra. Vai fazer o quê? É lá atrás. No antes. É na criança e no pais. É não deixando ninguém na miséria para comprar mão de obra barata. Mas aí vem o filho da puta e fala, mas não dá para competir. Então não seja um hipócrita. Simples assim. Não compra caralho produto feito com trabalho escravo, porra. Não banca o gringo que chora de dia pela floresta e de noite enche o cu de dinheiro vendendo agrotóxico. Não seja um pau no cu.

Porque não é só o norte americano que morre pela boca. A bomba atômica chinesa não é financeira, é um anzol, é o superconsumo ocidental. Eles se capitalizaram escravizando e moendo seu principal capital: gente e meio ambiente. E agora o explorador depende mais do explorado que se armou até os dentes, roubando a tecnologia das empresas que exploravam o trabalho escravo. E se economia explodir? Roda quem ficar com os papeis que não valerão mais nada. Ganha quem tiver as melhores tecnologias para serem usadas como armas e armadas, incluso de manipulação das massas, sob seus domínios territórios ou alheios. Economia? A economia não passa senão da administração dos recursos para manter essas máquinas rodando seja nas guerras ou nos curtos períodos onde esses aparelho ensaiam e se preparam para as vias de fato. É economia política. ou mais precisamente Geopolítica internacional.

E se pensou que malvadão o governo chinês. A pergunta que deve se fazer é qual é o governo bonzinho? O do seu tio Sam? Ok Para quem, cara-pálida? Também prefiro os EUA, ao México. Desde que eu não seja um mexicano no Texas, nem um mormon no México. E se você pensar direito até a coreia do Norte ou Cuba, é um paraíso na Terra desde que você seja o ditador. Assim como seu próprio pais pode ser um verdadeiro inferno ou campo de concentração nazi dependo de você é a pessoa da raça errada no lugar errado no tempo ou hora errada. Como se não fossemos brasileiros e não soubéssemos como funciona o reich no Brasil dos guetos as intrigas palacianas. Como se não soubéssemos que isso aqui é uma apartheid não declarado, mas um holocausto pré-industrial porque não chegamos sequer a nos industrializar nem em maquinário nem em mentalidade. Eugenista higienista e gentrificadora. E esta é uma (auto)critica generalizada, na qual não lavo as mãos por combater em ato e discurso. Até porque chega uma certa idade em que não dá né? Não só somos os responsáveis pelos nossos atos, mas pelos dos mais novos, e se bobear até pelos dos mais velhos se ficarem doidos de vez.

Porque o problema critica a hipocrisia e falta de autocritica é sempre que ela decai em hipocrisia se não é se exclusiva, ou omissiva. E se no simbólico já é uma covardia. No mundo real ela é a própria covardia de fato, a violência como violação, como crime, a agressão e privação e não a contra-violência ou legítima defesa. A covardia da rapinagem. Do estupro. Do roubo. Do latrocínio isolado, em série, massificado, velado, terceirizado, monopolizado, ora criminalizado ora legalizado. Covardia. De quem ataca. Covardia de quem se omite. Covardia de quem criminaliza a vitima. De quem criminaliza a legitima defesa. De quem criminaliza a vida para legalizar a violência. A covardia de quem persegue e marginaliza a liberdade para institucionalizar a covardia da violência.

A ditadura dos covardes e violentos contra gente indefesa e pacifica, a ditadura dos falsos pacifistas e falsos pacificadores, que dizem pregar e fazer a paz declarando e fazendo guerras, trazendo a discórdia e morte. A covardia de quem executa gente rendida. De quem ataca gente inocente.

Não, não importa qual causa eles defenda, não importa por trás de qual bandeira, religião ou pátria ou nome ou legião se escondam. Não importam se se chama de revolucionário, legalista, general ou anarquista, estadista, ou santo. A covardia é tem muito nomes, e se veste e investe de muitos caras, mas é a mesma não importa a frente ou o valor da face. Quem se esconde atrás de uma causa ou bandeira ou de uma fraternidade para matar, torturar, ou ditar, esteja ele no poder ou tentando tomá-lo sorrateiramente, jogando irmão contra irmão, fazendo pilhas de cadáveres pertence e serve a um mesmo senhor e proposito seja consciente ou não, a morte, a destruição, a desagregação a discórdia, Não, não é um servo do demônio. E quem prega isso já está pregando segregação. É uma pessoa que não pode ter armas, nem o poder de armadas ou recursos para transformar instrumentos de paz nelas, mas não deve ser apartada, mas receber ajuda, porque uma vez destituído do perigo que representa tudo o mais que se faz se é literalmente ou é covardia ou é armação senão contra ele, contra os demais usando da pessoa dele.

A covardia assim como a humanidade não tem raça, não tem gênero, não tem nacionalidade, não tem divisões, ela é a discórdia encarnada como mal e a maldade e a perversidade em sua forma mais pura. Porque defender sua vida contra a violência, contra a fome, contra a privação é uma coisa, até mesmo contra um animal irracional como predador, agora retirar dele suas garras, expo-lo em zoológico, ou em circo, comer sua carne, assassinar seus filhotes, amestrá-lo, destruir sua casa, deixa-lo morrer de fome, colocá-lo para puxar seus biga até que ele morra velho e doente de tanto esforço, isso não se faz com nenhum ser vivo, que dirá então com os seres vivos, mais semelhantes.

Isso é a mais perversa, parasitária e pervertida desnaturada, teratológica e insustentável forma de preservar, transferir e multiplicar seu sua gene e meme por uma meio ambiente: a eliminação e extermínio da diversidade memética e genética via fagocitose necrofagia e autofagia de todas as outras formas de vida incluindo até mesmo a da sua própria prole com mero memento eugenista desse cultura de trabalho e holocausto autodestrutiva.

O sebastianismo já era atraso de vida desde que Portugal perdeu o trem da história com escatologia. E agora esse tipo de ideologia amplamente sabotadora e destrutiva que funciona como uma parasita ou vírus dentro do território ou organismo hospedeiro, esse verdadeiro cavalo-de-troia dentro do inconsciente coletivo de uma nação e cada cidadão, se reproduz não em caravanas, radio, televisão, mas via internet, celular, mesmo quando as pessoas saem dela. Porque as pessoas saem da rede, mas a arquitetura da rede não sai da cabeça delas, a plasticidade permanece e conforma as relações sociais, reproduzindo a bolhas virtuais do simbólico para o real, do espetáculo da representação do real, para a realidade. Novamente nada de nova, mas em um escala inédita de conexões e complexidade das cadeias de disseminação do controle não só panoptico, mas antes de tudo semiótico. Porque não só os olhos do satélites que o vigiam, ou olhos do vigiam. A vigilância se introjeta contra sue próprio estado de vigília, ou consciência no seu subconsciente e passa a sabotar sua vontade própria gerando vontades e desejos que você nem sabem de onde vieram.

Saber a trajetória? Prever os cenários? Só em breve mais de você do que você mesmos? Ah, vai comer merda. Eles já sabem. E em geral já sabiam e agora cada vez de forma mais particular e privada, porque cada vez mais os sistemas de informação ganham poder não só de processamento de dados, mas de preconcepção dos metadados. Já sabiam e agora não só saberão mais como ditarão mais, Porque são eles que definem quem é quem. e definem controlando não só a preconceituação as anulando a autoterminação para impor a predeterminação das vontades alheias a própria, não só como coerção ou repressão, mas como monopolização do universos de possibilidades e escolhas de modo a criar uma representação delimitada da realidade. Uma fantasia e fantasmagoria, Um arcabouço de conformação onde todas as suas percepções de liberdade ou mesmo realidade, são falsificações do real e da liberdade, porque em verdade são forma e informações escolhidas para atender os interesses de quem define as escolhas, as apostas e as possibilidades. Inclusive não só como alternativas mas como chances e probabilidades já (de)marcadas. Dados viciados. Eventos fraudados. Fatos falsificados. Visão delimitadas. Comunicações intermediadas. Comunhões quebradas. Relações forçadas. Aculturação que descosmopolitiza.

Não ainda se enganar ou fugir quem não está gramatica, matemática, logicamente programando sua lógica, sua linguagem, sua próprio lógica e programa e sistema não operacional, informacional, intelectual, sensorial, mas antes de tudo o senso comum seminal e lógica de programação episteme que compõe a sua ciência, mas sua estado de consciência, incluso com fé no conhecimento e ciência, já era. É objeto não sujeito do mundo. É recurso humano, e não gente. É propriedade, DNA ambulante, cobaia, órgão a ser traficado, corpo de teste de agrotóxico, vacina, é preto do eugenista e necrocapitalistas herdeiros do mundo. Não é pessoa humana é meio e objeto de estudo, emprego, laboratório, experimento, não é gente é cadáver a ser capitalizado e eliminado quando perder seu valor de uso, ou sua função existencial alienada da qual não é proprietário da definição nem formulação, mas mera fator destituído do direito de autodeterminação da equação desse sistema dinâmico complexa mas ainda sim predeterminista. E que não lhe pertence, mas você pertence a ele enquanto não tomar consciência que ciência alheia e alienada não é ciência mas inconsciência.

Porque o observador sempre determinada não só o que é a verdade mas o que a realidade de acordo não só com seus interesses, mas com a sua natureza elementar epistemológico tanto do saber metainformação quanto dos fenômeno metafísica. Ou em termos mais humanos proprioconcepção e autodeterminação, como pura força vontade e liberdade.

Esse é o tamanho da treta do século XXI, treta igual, portanto não tivemos desde o iluminismo. Não por acaso desde o descobrimento do novo mundo e consequente do Brasil.

Logo o efeito é que se criou um crise que demanda nada menos do que o Brasil precisa a 500 anos: uma verdadeira revolução que não é dos monstros que querem sangue e terror para tomar o poder. Mas revolução de verdade de paradigmas, de tempos e espaços. De estados, de ser, estar e saberes. De definições, comportamentos, movimentos e relações do eu, o outro e o mundo. Revoluções que são ainda mais profundas que as culturais, e até mesmo as cientificas, são revoluções de consciências que geram novos métodos de produção do conhecimento, e até de reprodução de culturas e civilização. Revolução que alteram o modo como as pessoas de definem a realidade e portanto a sua gênese e visões preconceituosas, obtusos, segregatórias, primitivas e violentas de humanidade e humanização. Ligação com a natureza, e re-ligação com tudo que é sagrado para eles, logo com a própria fé e religião.

Isso pode ocorrer com uma tremenda convulsão social, morte e um período curto, ou novamente médio, ou medieval de letargia ou trevas se preferirem, ou sem perda, de vidas, saberes e tanto conquistas já feitas. Tudo isso vai depender do que as pessoas que não estão se fanatizando e ensandecendo, que percebendo a onda de loucura e estão perseverando e resistindo vão fazer juntas e com certa urgência porque separadas, fugindo ou hesitando vão ser pegas uma por uma. Porque como já dizia os 3 do nordeste, se correr o bicho pega se ficar o bicho come. Há que abrir os olhos e enfrentar a realidade. E entender que o problema não é Lula nem Bolsonaro, nem o crime, nem muito menos a corrupção todos são sintomas. O problema nunca pode ser o outro. Porque quando você coloca o problema no outro, você já perdeu. Ou você chama o problema mesmo quando o problema é do outro para você, ou você não vai resolver nada. E nisto já começa a solução. Não é uma construção de uma verdadeira sociedade. Que não transfere, não delega, não reclama, direitos ela chama responsabilidades sociais, se livra de governos e obrigações por que não deixa vácuo social. Não é governada Governa-se não porque chora por direitos para lideres, mas porque assume compromissos deveres mútuos para garantir direitos universais.

Verdadeiros pactos e contratos sociais, compromissão entre iguais de cidadão para cidadão e não de plebe com tiranos que se acham deuses entre meros mortais. Onde ninguém se faz de coitadinho nem de superhomem, mas cada um dá o quanto puder, para que ninguém fique vulnerável. Desigualdades continuam. Mas a miséria desaparece. Porque é da miséria que o mal se alimenta.

Tem gente que tem medo de Olavo e bolsonaristas, e lula e petistas…

Em certo sentido é um retorno a idade das trevas, mas não a medieval dos crentes subdesenvolvidos e gurus Olavistas, mas das corporações hightech privato-estatais que empregam as mesmas técnicas de fidelização, conversão e amestramento de qualquer domesticador de arrebanhados gentes como manadas de massas de manobras arrebanhadas, mas com ferramente automatizadas científicas e tecnológicas de tele-computação de ponta que estes empregam como meros usuários, e neste sentido são tão clientes e massa de manobra desse provedor mor dessa droga mundial quanto seus rebanhos.

Ou seja ideólogos menores e idiocratas, que não passam eles próprios de idiotas nas mãos dos ideólogos maiores que provem a arquitetura não só do ambiente bolha do qual depende sua ideologia a sua rede, mas do qual depende a própria rede ideologia da mente bolha. Porque quem controla as paredes e o ph do aquário controla os peixes. Incluso a realidade e visão do rei e o mais sábio dos peixes presos nele, porque depende dele não só propagar sua visão, mas para receber os imputs dessa falsa realidade, onde a realidade incluso do gado de abate que morre feliz, é o que ele quer ver. Mas morre feliz dentro do seu domus. Uma arte ansciente, mas que enquanto o pastor, predador pequeno daquela igrejinha e o traficante da boca de fumo joga com seus arco e flecha, essas mega-predadores já engoliram bilhões. Nem a Igreja Católica em seu ápice, teve tanto poder de persuasão para fazer a cabeça das pessoas, nem Estados-Nações, nem mesmo, cidadães Kanes. E a computação quântica está mal começando. O Brasil, gritando Deus vult, nesse universo de competitivo? Caçando seus irmão contra irmão, por idolatria messiânica. Meu amigo… isso não é um choque de civilizações, isso é um choque tecnológico. É arco e flecha, contra canhão. Olhe a história e veja os resultados em números do que acontece com povos que ficam invocando são lula e são Bolsonaro no meio de uma guerra.

Porque é nisso que o mundo já está uma guerra geopolítica, econômica, ambiental, comercial não DE (des)informação mas pelo controle dos meios de produção e reprodução da METAINFORMAÇÃO: e isso não incluso só a posse estratégica de matérias-primas raras. Mas domínio sobre corações e mentes em um plano que o domínio não é meramente o campo da guerra psicológica, mas da epistemológica. E nessa guerra enquanto eles tem submarinos nucleares não temos sequer luneta que dirá radares ou satélite semióticos.

Em verdade não temos sequer tecnológica das outras revoluções industriais. Até porque o problema sempre foi de mentalidade, de valores, de credos, de fés, de critérios de verdade, de julgamento, de bem e de mal, de valorização da ciência, da psicologia, e isso a ciência, cultura, educação, filosofia. E isso cada um desses campos de saberes dominados por suas respectivas autoridades mesmo com toda a sua prepotência, não pode fazer por si mesmo, até porque dominados pelo autoritarismo replicavam, conscientemente ou não, o mesmo inconsciente coletivo, e logo, sem perceber já tinham perdido essa batalha, ou se rendido a velha mentalidade arcaica prepotente que recusa e renega esse campo das metafisicas, em verdade nada mais que o campo de batalha pela essência da verdade e significado visão e sentido existencial, que abandando está perdido, e já ditado por outro, idiota ou não, que agora o governa, porque no vácuo é que não fica. (…)

A guerra contra a Eugenia não é contra uma raça. É uma guerra tanto preconceitos quanto as mascaras hipócritas que velam que o preconceito não existem e que não é a preconceituação a predeterminar a predestinação dos povos. A genética é um código que se transferir hereditariamente, a eugenia é um código que também se transfere hereditariamente, mas por outro sistema o memético, que penetra e reproduz na cultura na pisque coletiva, dentro da lógica de programação episteme da visão de mundo do outro, isto é da percepção e concepção do eu, do outro de realidade sensível da rede neural não da inteligencial individual mas coletiva, que compõe sua identidade e (in)consciência coletiva de um organismo social, incluso com nação ou comunidade internacional, mas pode chamar de humanidade com ou sem conexão como a net ou internet.

Eugenia não é é feita de muros e fronteiras e campos de concentração incluso do saber que apartam irmãos, destrói a fraternidade, destrói a humanidade, com discórdia e diferenças de raças, tribos, nações e divisões de genes, gêneros, gerações, para jogar pais contra filhos, irmão contra irmão, primos próximos e distantes, fazer pessoas que nunca se viram se estranharem, e se odiarem, se até se manteram, pregam o medo e terror, vendem inimigos, trevas, e não luzes e razão. Dividem famílias, dividem para se venderem seus ídolos e idolatrias, para demandarem sacrifícios e holocaustos em nome de todos poderosos e senhores da mentira, da discórdia e da guerra, velhos covardes comedores de cadáveres não raro dispostos a sacrificar seus próprios filhos e netos, mulheres ou pais para satisfazer a tara megalomania da suas múmias históricas.

A eugenia não é uma praga que contamina um povo ou uma raça, uma gene ou gênero, ou uma geração. É uma mal que se dissemina por toda a humanidade ao mesmo tempo e espaço, em diferentes graus, dependendo da relação de poder carestia, carência, vulnerabilidade, o quanto cada um está mais vulnerável, a condição emocional, material, para o exercício dessa liberdade de consciência que antes de ser uma mera abstração conceitual é uma propriedade tanto material quanto imaterial, um estado de saúde mental e sanidade do seu meio ambiente e garantia dos meios vitais para crescer não só saudável mas em paz com sua consciência, vocação e livre vontade não só própria, mas do próximo. Liberdades que não se apartam, mas se interconectam para conectam para forma uma consciência de uma inteligencia coletiva que tem fé em sua própria visão e intelecção para autodeterminar soberanamente sua realidade como povo adulto e ciente. E não mais desengano e revoltando por falsas esperanças sempre frustradas porque dependente de traficantes de credos e demago-ideológicos, tanto políticas quanto religiosas.

Não temos como lutar contra essas máquinas estatais nem potencias militares e economias, nem corporações hiper capitalizadas com tecnologia de computação neural e quântica. Mas temos algo que só os outros povos que também estão na mesma condição que a nossa, povos marginalizados que ainda só tem a empatia e solidariedade como estratégia para sobreviver. Temos o segredo da vida: Soul. O olho de orus. A base da semiótica e epistemologia. A base para quebrar essa 4 dimensão, a metis, a base empírica para a criação de uma nova fé, da nova arte e e nova ciência, ciência da consciência. E principalmente consciência da ciência, da fé e da arte. Base para produção de novas politicas, economias não como burocracias e tecnocracias mas como verdadeiras tecnologias sociais, isto é voltadas não para sustentar aparelhos estatais gordos e falidos, mas povos e meios ambientes. Eu sei porque aprendi, como se faz o milagre do por mais água no feijão. Em vez de trancar a porta, e deixar todo mundo, incluso criança, morrendo de fome.

Não, não é o povo brasileiro que tem que desaprender, copiando essas imbecilidades gringas, do que se matar. Somos nós que temos a ensinar como se vive dentro de um mesma terra sem se matar por causa de religião, ideológica. E para isso só nos falta apreender uma coisa. Eliminar o preconceito de vez e acabar com a pobreza.

Brigar com irmão? Pai, família? vizinho, amigo? Por causa de política? Futebol? Religião? Televisão? Internet? Bandeira, Ídolo? Sai fora… Pobre e coitado sim. Idiota não. Quer se matar. Bater. Vai lá. Bota o seu na reta. Se o bicho pega, eles sempre vazam. O rojão sempre estoura na mão do povo. Em briga de lobo, especialmente quando os dois estão disfarçados de cordeiro, e quem se fode é sempre o gado… que vai pro abate.

Quando Arendt pergunta como é possível que ninguém se levanta ou percebe a onda de violência e extermínio que vem contra uma população ou raça em um determinado território ou região. A resposta está neste processo. As pessoas não veem o predador como tal, não querem acreditar que o ser humano seja capaz de tamanha monstruosidade, nem vindo de fora, nem muito menos de dentro do seio da sua própria sociedade, para renegar humanidade do seu próximo e semelhante. Ele olha semioticamente para outro empaticamente como gente, não tem como fazer de outra forma, mas o outro senso e noção perdida, laço empático rompido, em surto coletivo psicopático não vê mais ele senão como coisa. E enquanto um está pronto a cumprir seu “trabalho e dever” outro está paralisado, pela perda do chão, perda da identidade, pela sua desconexão de um realidade que parece irreal, distópica demais, para ser verdadeira. Uma desinteligência que não só mobiliza as imbecilidades e instintos mais primitivos mas paralisa e perplexa e desencanta, deprime, aterroriza, enlouquece as inteligencias mais solidárias e sensíveis. Literalmente rouba a vontade de viver, mata e desintegra anima e almas, antes de matar o corpo.

De tal modo que muito antes de instaurar o gueto, ou ampliá-lo e acelerar o processo de necrocapitalização ou extermínio dos já expropriados dos outrora recurso humanos agora sem mais valia, o processo de descarte industrial das gentes de outras genes, raças ou nações, se opera primeiro como aculturação e etnocídio, morre-se primeiro em sua identidade e propriedade e faculdades não culturais. E depois epistemocidio, ou idiocratização, quando o individuo não só perde sua identidade cultural e coletiva, mas individual, perde sua senso noção da realidade toda sua privacidade e propriedade não só sobre suas posses, ou sobre seu corpo, mas sobre sua mente, sobre a formação da sua persona e concepção,e intelecção. Se torna um completo coitado e idiota. Cuja identidade e propriedades intelectuais estão alienadas pelo controle das sua volição já completamente destruída ou manipulada por uma realidade ou ambiente que ao qual não sente que pertence, ou que lhe pertence, mas que ele já é um fantasma, ou a realidade uma fantasia.

Nesta fase ele não foge e nem luta porque já desistiu. Na outra porque simplesmente não vê o que está acontecendo. Porque a visão não é fruto da informação que chega, mas do radar epistemológico interno que busca quanto como campo informacional que a pessoa está inserida. E se ela não consegue interpretar esses dados para além dos códigos que estão projetos tanto fora no mundo quanto introjetados dentro da sua psique, mesmo que instintivamente, ele vai responder e fazer suas correspondências do real junto com a manada e não como individuo consciente sozinho ou em comunhão de ciências. Vai dar respostas condicionadas incluso para sua própria concepção de identidade ou propriedades particulares ou comuns.

Não vai ver nem ver-se com é. Mas de acordo com a descrição e projeção do projecionista e narrador o ideólogo, pregador e ilusionista. É como assistir a um filme de terror. Quer estragar o qualquer filme, seja um estraga prazeres de si mesmo. Lembre-se que é só um filme. No inicio do século as pessoas abaixavam assustadas quando viam a projeção de um avião na tela. Hoje é difícil né? É difícil convencer seu cérebro, que a porra do avião vai sair da tela. Não vai. E você sabe que não vai. Assombração, ideologia, e ofensa, idolatria e deuses, demônios, mitos: coisas que se resolve fácil. Não precisa nem mandar se foder. É deixar para lá, falando sozinhas que elas morrem sozinhas. Diferente de tiro, porrada, ignorância, fome, doença, tirania. Esse tipo de coisa não entra por um ouvido e sai pelo outro, não sem matar gente. Não há arte seminal nem marcial que proteja uma pessoa desse mal. Ninguém é a prova de bala, nem faz fotossíntese.

No século passado era possível escapar dessa loucuras imigrando. Hoje nem tanto. Porque a velocidade da disseminação do ódio, que como disse não é um mal deste ou daquela raça ou cultural, mas de falta de consciência da humanidade da sua própria humanidade incluso como processo consciente de produção da anima cosmopolita tantos dos saberes ditos “exatos e biológicos quanto os humanos, devidamente reintegrados como uma só logos, ethos e sobretudo episteme da meta (info)formação humano-tecnológica dos saberes- voltada não para o artificial e virtual, mas para a ciência da natureza do humano e sua arte.

Aliás defender não nos defendemos, mas quem disse que não atacamos…

Que bosta.Vai, lá atacar a embaixada da Venezuela. É lógico que ditadura da Venezuela é o problema do Brasil. Lula? Lula vai ter que tacar muito mais fogo, porque ninguém sabota melhor esse governo do que ele mesmo.

Ou quem precisa de guerra com um diplomacia destas? É muito piromaníaco, na situação e oposição, muito Nero louco não só mais querendo, mas botando na cara-duro o circo para pegar fogo num Brasil onde a vizinhança já pega fogo e o que não falta é local publico com saída de emergência travada e (infra)estrutura pronta para desabar na cabeça de gente inocente, que não para de enterrar filho morto… enquanto eles, a direita e esquerda comemoram e só pensam em 2022.

E 2019 nem acabou. E ainda tem 2020 e 2021 dois anos que correm o risco de não acabar, sem sequer terem começado.

E mais uma vez não é preciso ser pitonisa para ver isso. Isso não é previsão. É diagnóstico. E tenha certeza se coisa ainda pior não ocorrer é porque muita gente trabalhou e se sacrificou para que isso não venha a ocorrer. Cada um do seu jeito.

Aliás defender ditadura é para os fracos. O negócio agora é defender a volta da Monarquia.

E como a proclamação (para quem não sabe) tem correlação com “abolição” da escravatura assinada pela Princesa Isabel. Pronto. Sai logo do armário e revoga de uma vez a lei áurea que era só para inglês ver (e vender). Heil, Brazil.

Ah, monarquias, vaticano e nazistas…

Pelo menos isso não se pode acusar nossa família real, até porque quem está no poder na época era um outro regime, uma ditadura. A Vargas…

E estamos no século XXI. Estamos? Depende… Einstein (que fugiu dos nazi) já explicava. Depende não só da razão entre a velocidade da luz e a resistência e refração do meio a propagação da informação, depende tanto da velocidade que informação se propaga quanto do sentido acelerado, a razão com que o observador se aproxima ou se afasta da luz de um tempo e espaço.

Mas para não cometer injustiça com todos os padres… neste 15 de Novembro fica o sermão de Padre Vieira… O sermão do Bom Ladrão…

(…)Suponho finalmente que os ladrões de que falo não são aqueles miseráveis, a quem a pobreza e vileza de sua fortuna condenou a este gênero de vida, porque a mesma sua miséria, ou escusa, ou alivia o seu pecado, como diz Salomão: Non grandis est culpa, cum quis furatus fuerit: furatur enim ut esurientem impleat animam. (10).O ladrão que furta para comer, não vai, nem leva ao inferno; os que não só vão, mas levam, de que eu trato, são outros ladrões, de maior calibre e de mais alta esfera, os quais debaixo do mesmo nome e do mesmo predicamento, distingue muito bem S. Basílio Magno: Non est intelligendum fures esse solum bursarum incisores, vel latrocinantes in balneis; sed et qui duces legionum statuti, vel qui commisso sibi regimine civitatum, aut gentium, hoc quidem furtim tollunt, hoc vero vi et publice exigunt: Não são só ladrões, diz o santo, os que cortam bolsas ou espreitam os que se vão banhar, para lhes colher a roupa: os ladrões que mais própria e dignamente merecem este título são aqueles a quem os reis encomendam os exércitos e legiões, ou o governo das províncias, ou a administração das cidades, os quais já com manha, já com força, roubam e despojam os povos. — Os outros ladrões roubam um homem: estes roubam cidades e reinos; os outros furtam debaixo do seu risco: estes sem temor, nem perigo; os outros, se furtam, são enforcados: estes furtam e enforcam. Diógenes, que tudo via com mais aguda vista que os outros homens, viu que uma grande tropa de varas e ministros de justiça levavam a enforcar uns ladrões, e começou a bradar: — Lá vão os ladrões grandes a enforcar os pequenos. — Ditosa Grécia, que tinha tal pregador! E mais ditosas as outras nações, se nelas não padecera a justiça as mesmas afrontas! Quantas vezes se viu Roma ir a enforcar um ladrão, por ter furtado um carneiro, e no mesmo dia ser levado em triunfo um cônsul, ou ditador, por ter roubado uma província. E quantos ladrões teriam enforcado estes mesmos ladrões triunfantes? De um, chamado Seronato, disse com discreta contraposição Sidônio Apolinar: Nou cessat simul furta, vel punire, vel facere: Seronato está sempre ocupado em duas coisas: em castigar furtos, e em os fazer. — Isto não era zelo de justiça, senão inveja. Queria tirar os ladrões do mundo, para roubar ele só. (…) — Sermão do Bom Ladrão, Padre Antonio Vieria, 1655

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X-Textos: Não recomendado para menores de idade e adultos com baixa tolerância a contrariedade, críticas e decepções de expectativas. Contém spoilers da vida.

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