Impeachment? Fora quem? Nem precisa me dizer de quem é… por coerência, sou a favor.

Mas atenção não caiam na armadilha: protestos PACÍFICOS. Porque tem dois Neros loucos para ver o circo pegar fogo: Lula e o próprio Bolsonaro.

Se gritar pega ladrão não fica um, mermão? Quem dera. Não só fica um cara-de-pau, mas um bando deles. Se bobear eles se infiltram sabotam e apropriam de protestos populares e tacam fogo em tudo. E se bobear eles não só ficam no poder, ou tomam o poder, como depois mandam ex-superjuizão lambe bunda suja, ou a suprema corte dos supervilões dos fichas suja te pegar. E não é para colocar em cela especial do Lula não, tá ok, vossa excelência?

Via de regra manifestações violentas só interessam que está interessado em duas coisas: confusão e repressão. Lula e Bolsonaro. O dedo no cu e o gritaria.

O Lula que está entulhado na merda e no lixo da história até o pescoço, quer ver um monte de trouxa morto, quer um monte de cadáver na rua, para capitalizar e revitalizar sua múmia eterna e voltar ao trono. O outro que caminha em tempo recorde para o mesmo buraco, e quer criminalizar as revoltas populares para se safar tanto da incompetência quanto dos seus rolos e tretas sem fim. Quer não, já está. Está através dos seus bocas nervosas fazendo terrorismo de Estado e ameaçando a população que não deve cair em provocação.

Não deve cair em provocação dos bolsonaristas, nem em agitação dos lulopetistas. Protestos sim. Sem medo. Fora Bolsonaro. Fora Todos. Mas Ditadura nunca mais. Não só as de direita. Mas também as de esquerda por favor. Lula nunca mais também. Porque ficar oscilando de um bosta para outro, feito argentina. Sai fora. Quem anda pro lado é caranguejo. Temos que ir para frente, mas sem milico por favor. Essa gente comercializa cadáver desde 1964. Joga a molecada para levar bala, e depois vaza. Ou vai preso na única prisão do mundo do Terceiro Mundo, que fora o Pablo Escobar, o cara manda. Obama tinha razão. Lula continua sendo o cara, hermano.

Esse aviso vale para os dois lados: somos todos irmãos caralho. Para quem protesta, e para quem tem o dever de reprimir. Não entre na onda de quem quer criminaliza os protestos. Porque ou é um idiota útil tanto ao petismo quanto ao próprio bolsonarismo, porque a criminalização e logo a repressão que eles querem não é a da política, mas da população. Para manter a polarização do seu extremismo fanático e violento e ditatorial, um de viés stalinista outro fascista. Tudo farinha do mesmo saco. Um quer criminalizar as manifestações como criminosas para sarrafo. Outro quer que ele faça isso, para dizer: estão vendo? sou tão injustiçado quanto nosso povo. Bandidos que usam e manobram gente desesperada e servidores públicos uns contra os outros sempre para o mesmo fim: se locupletar perpetuamente no poder.

Todos portanto devem estar preparados não para a guerra como esses pregadores da discórdia, da divisão do país em classes, da morte, do crime e do ódio, da morte, e do sacrifício de tudo e todos em nome da gloria e idolatria deles como se fossem santos ou falso messias pregam. Devem estar preparados para fazer o oposto. Não cair na armadilha. Protestar em paz. E garantir a paz. Estar atento, para os agentes sabotadores e provocadores infiltrados dentro dos dois grupos tanto dos manifestante quanto da policia. Tantos “policiais” preparados para arrancar olhos, não só de manifestantes mas de jornalistas quanto “manifestantes” preparados para derrubar atacar policiais. Eles não estão lá para protestar, mas para causar. Estão a serviço, consciente ou não, pagos ou não, de interesses outros.

Porém nem estes são o problema maior. Peixes pequenos. Perigos mas pequenos porque os terroristas mais perigosos são os lideres, especialmente quando tem as máquinas partidárias ou governamentais nas mãos. Por que o poder dessa gente não só para incendiar o pais, mas para mandar matar é enorme. Até porque tem foro privilegiado para fazer tanto uma coisa quando não só impunemente, mas para inverter institucionalmente os papéis. Fazendo das vítimas, o cidadão, os criminosos. E se tudo der errado, sem problema sem problemas jogam o B.O. nos seus subordinados e comandados. Os famosos lideres traíras, onde todos os aliados vão caindo e ele prevalecendo.

Tirando portanto esses demagogos profissionais agora chamados de ideólogos que estão sempre na retaguarda botando pilha para devorar e capitalizar os cadáver e que fazem espetáculo e palanque até em funeral, não importa se de bandido ou policial, tirando esses canalhas covardes quem vai morrer assim como nas guerras internacionais, nunca são eles, mas quem está na linha de frente. Eles vão é depois vão de novo se abraçar e fazer conchavos e acordos para dividir o butim sobre a terra arrasada e os cadáveres pilhados, devidamente transmitidos nos freakshows da TV e agora INTERNET especializados em pingar sangue. E dá-lhe DATENA que não por acaso um dia já foi… petista.

Politica é guerras doméstica com ou sem batalha campal nas ruas quem morre é gente é pobre, o filho de pobre, nunca o ladrão podre de rico ou filho dele. Morre até o filho de rico e até do general honesto. Mas o do metido nos esquemas não.

Então a regra permanece a mesma de 2013: protestos populares sim. Revoltas por caudilhos populistas não. Porque caudilho é só outro nome para ditador na América Latina. De modo que o algorítimo é simples.

Se é fora Bolsonaro: tô dentro. Entrou petistas eu saio e continuo sozinho.

Se é Lula nunca mais: tô dentro. Entrou bolsominios eu saio e continuo sozinho.

E se é ditadura nunca mais e democracia sempre to mais do que dentro. Entrou petista ou bolsominios eu saio e continuo sozinho.

Se é violência não importa contra quem inclusive contra Lula ou Bolsonaro eu nem entro e continuo sozinho. Porque o poder deles vem do monopólio da cultura da violência legitima, da cultura monopolial violência legitimada, ou do culto ao monopólio da legitimação à violência, mas pode chamar pelo nome técnico, o aparelho Estado. E não adianta colocar a culpa só no Estado. Porque como disse ele é antes de tudo uma cultura. E cultura não se combate com violência. Cultura se combate com cultura. Especialmente quando a cultura é de violência, que dela se retroalimenta e justifica sua tributação coercitiva sobre os mais pobres justamente para isso combater a violência. Uma armadilha cultural de violência. Que gritar e denunciar bandidos ajuda, mas a ajuda mútua concreta e sem nenhum tipo de discriminação entre as vitimas desses crimes (auto)ajuda todo mundo ainda mais.

Uma coisa é estar num beco sem saída, ou é deixar-se encurralar. E uma terceira é executar gente currada e encurralada por curradores profissionais. Todas são armadilhas para os dois lados que terminaram vitimas dos atos inconsequentes ou respondendo pelas consequências dos seus atos inclusos sob ordens alheias.

Há em todas correntes e ideologias, movimentos e lugares gente que não vai matar um outro ser humano, porque recebeu uma ordem para fazê-lo. Embora seja evidente que a probabilidade de encontrar tal pessoa entre um executor, ou assassino profissional, mercenário, soldado, ou sicário decai obviamente a zero, pela natureza da sua atividade que define sua função social. Mas novamente o prejulgamento do livro pela capa, engana especialmente no oposto, por exemplo quando pensamos que alguém não é alguma coisa apenas por sua propaganda dizeres ou embalagem.

Para você ver o atual estado de demência e histeria generalizada da sociedade civil, onde não só parecem mas de fato são mais moderados em comparação aos reacionários da extrema direta e esquerda. Direita está genuína, no seu nazi-fascismos e a extrema esquerda, está genuína só no seu bolchevismo-stalinismo.

Quer dizer que provavelmente estaremos trabalhando para piorar as coisas de novo? Nós quem cara pálida? Piorar as coisas é viver fugir e se enganando do que precisa ser enfrentado, os problemas.

O que não quer dizer que eles mais democratas, nem muito que não descer o cacete na população para resguardar o privilégio de estatopatas e sociopatas. Quer dizer que são pessoas autoritárias mas não são assassinos. São legalistas e não terroristas de Estado. Há uma diferença. Assim como há uma diferença entre ativistas anti-sistema e terroristas.

Porque existem bandidos, terroristas e psicopatas não só infiltrados dentro dos movimentos sociais e sociedade civil inclusive como agentes sabotadores não só de Estados estrangeiros, mas dentro do próprio aparelho estatal, ou setores deles, porque caso não tenham percebido o Estado é composto de vários poderes, órgãos, instancias, mas entidades em constante disputa por território, eleitores, portos, polícias, juízos, e enfim butins legais, ou nem tanto… E por isso existe uma coisa chamada inteligência. E idiotas em todos os lugares falando e fazendo bobagens que colocam fogo no circo. Uns manipulados, outros como macacos em cristaleiras.

Mas permitam-me fazer aqui uma importantíssima distinção do respeito que devemos guardar por toda pessoa humana, não importa em que posição ele esteja inclusive a do bandidão, sua família. E dos piores estatopatas, porque eles por piores que sejam seus crimes contra a humanidade, destituídos da sua posição de poder, eles são apenas pessoas doentes por poder, com taras por poder, inteligentes e perigosas, mas sem as desarmadas não mais um perigo e portanto tudo que se faz contra ela uma ato de covardia, a essência da violência.

Porque violência, repito nunca funciona nem como ameaça, dissuasão, ou estratégia tática contra alguém mais forte, mas sempre contra alguém mais fraco ou desprotegido ou despreparado, é sempre por excelência e definição um ato de covardia, porque atacar ou tentar intimidar alguém mais forte ou preparado é burrice e derrota certa, para depois contar com a misericórdia e perdão daquele com o qual a pessoa a menor consideração compaixão ou empatia.

Não importa qual o nome ou lado que se esteja, quem usa do terror seja o sistema ou quem se manifesta contra ele, quem não está atentando contra a vida é agressor e não protetor nem libertador. Não é libertário, não está exercendo nenhum direito natural a legitima defesa. Quem atende contra a vida e liberdade de um pessoa em nome de qualquer ideário ou causa não está defendo causa nenhuma nem da vida e nem liberdade, porque elas não são causas nem ideias, mas fenômenos concretos e sensíveis. Quem agride, quem priva quem não fez nada contra uma pessoa em nome das suas ideias é um criminoso e não importa se esteja no poder para legalizar seus crimes ou se conseguir tomá-lo irá legaliza. Continua sendo o que é. Um terrorista e assassino que tenta tomar o poder para criminalizar suas vitimas e impor a sua ditadura do terror, o nome é só fachada para otário e fanático.

Quem mata ou prende ou priva uma pessoa do que elas precisam para viver em paz e liberdade não é anarquista, legalista, socialista, liberal, cristão, islâmico, conservador, libertário, reacionário, é uma assassino, se priva muitos é uma assassino em série. Se priva um povo inteiro um genocida e se faz isso de forma sistemática com o intuito de se livrar de um raça e tornar seus herdeiros, ou o que é a mesma coisa sua gene, família, nação, culto ou cultura a unica herdeira do mundo, é um nazista, e o que pratica não é só genocídio, mas holocausto, se legalizado e estatizado, é só uma questão se irá vencer ou não sua guerra contra o resto da humanidade e irá prevaler como ordem por quanto tempo e espaço territorial dos campos de domínio concentração e abrangência da sua jurisdição, vigilância, exploração e eliminação dos seres reduzidos objetos, cobaias e enfim perdida sua valia lixo descartável, porém vistos sempre como meios para atingir determinadas finalidades seja nas fases da tomada do poder, seja nas fases da sua perpetuação.

Isso que estamos fazendo não é um assassinato, é suicídio coletivo.

Retiram agora a promotora porque ela era partidária do Bolsonoro. amanha será porque era porque uma outra era lulista. Dividir e conquistar. Estamos perseguindo pessoas, para preservar ídolos e ideologias. Se não pararmos isso já, estaremos nos matando em nome e ao comando desses monstros traíras e seus gurus. Políticos, generais a esquerda e direita. Gente que não compartilho do mesmo ideário mas que sei que é séria e honesta. E já vi ser humilhada. É a especialidade e expediente desta tipo de burocracia. Hannah Arendt.

Esse é o problema do impeachment, ele é feito pelo congresso e julgado pelo supremo? Então esse não é o problema do impeachment, esse é o problema do Brasil. por um congresso e um supremo que não tem moral para julgar o executivo não tem moral para sustentá-lo, não tem moral para representar a sociedade, não tem moral para fazer nada, muito menos leis, nem julgar nada nem ninguém. O buraco é bem mais fundo. Porém mesmo que se todos os podres poderes caíssem, e ficasse só o monopólio da violência, teríamos então uma ditadura militar. E mesmo que não tivéssemos uma ditadura militar, mas a derrubada do monopólio da violência por outro monopólio da violência, teríamos nada mais do que outro Estado, mas outra ditadura militar. E sem uma ou outra teríamos: a anarquia. E anarquia no sentido que os estadistas usam a palavra anarquia. Um bando de dementes violentos atacado uns aos outros para impor sua vontade a força.

Então não deveríamos fazer nada então? Claro que não. Devemos sempre. Mas sem cair na armadilha nem da paralisia, nem da violência. Nem a pior de todas, parar no meio do caminho e entregar as conquistas para o primeiro charlatão que vier de novo se vender como salvador da pátria, como as bençãos de bispos, pastores ou papas, do outro deus o mercado, cuja mão invisível, mas as tele visões inclusive agora na net não.

Impedimento para começo de conversar numa democracia mesmo a de delegados só precisa, ou deveria ter um motivo para ser aberto: a perda da credibilidade e confiança. Ou o que a mesma coisa a traição daquele que se elegeu no cumprimento do seu dever, porque se ele não é um tirano, mas um servidor. Ou ele cumpre, sai ou é saído. Não é preciso outra razão. Dilma se elegeu dizendo que ia fazer A fez B. Bolsonaro idem. Não é preciso outra razão para a quebra da confiança. É por isso que o brasileiro é corno. E covarde que bate na mulher e no filhos, mas na hora de enfrentar quem o fode, fica igual o Bolsonaro, quer sempre casa e namorar com seus machos. Velhos mal-amados que não pode ver alguém livre e feliz dando e recebendo o que nunca tiverem na vida, amor.

É por isso que a democracia brasileira não é feita de golpes atrás de golpes ou golpes dentro de golpes, ela é um golpe. Ela não é feita de representantes ou advogando ou defendendo as causas do povo, ela é feita de representante e advogando e defendendo suas próprias causas às custas do povo, e que ainda por cima jogam o povo na cadeia se ele reclamar deles!!! Isso não é só um estado ladrão é um estado prisional, e não reclama muito senão a gente chama o trem do Auchwitzel e transforma o Brasil inteiro num grande Gheto do Rio, hein? Trem não. Bonde, por que o Mein Kampf a lá carioca, certo?

As hordas da esquerda autoritária com suas milicias mandando todo mundo rezar sua cartilha. Os fascios da direita reacionário a delas. Os bandidos e ladrões pequenos a roubar e matar nas quebradas. Os grandes agora ainda mais impunemente. E o resto escondido rezando, para que alguém se levante e coloque os duas hordas de loucos que querem impor sua sanha por comandar a vida alheia, mesmo que seja como um ditador. No fundo é mais ou menos essa a ideia mesmo, onde tamanho cenário de caos não se improvisa.

Falando assim parece até que eu perdi a fé na liberdade, no pacifismo e consciência libertária como sentido e caminho inclusive para a resolutora dos conflitos e problemas. Parece até que estou pedindo para que as pessoas não se manifestem e afinem ou se rendam, seja para terraplanistas ou militaristas. Não estou. Pelo contrário. Estou afirmando que embora não acreditando no estadismo e autoritarismo, ou seja, embora não respeitando lei e a ordem por medo da repressão dos bandidos, mas por respeito a vida e liberdade das pessoas ainda que a lei ou a ordem seja degenerada e criminosa.

Há que se lembrar que entre legalistas e estadistas há gente que acredita na autoridade justamente por causa desses mesmos princípios e que pela mesma razão que um libertário ou anarquista não obedece ordens que contrariam sua consciência, há hierarquistas que também não seguem ordem cegamente se essas violarem sua ética. Ou seja, quer você creia ou não a fé de um soldado ou um general que não é um corrupto ou idiota pode não ser a mesma de uma de um libertário, mas ele não necessariamente um cão de guarda assassino. E se movido por ethos num ponto honesto como todas as pessoas que movidas antes de tudo por sua consciência e não por bandeiras ou ideológicas ou ordem vazias ou pervertidas ou que contrariem a ordem natural das coisas. Além de um ser humano, também uma pessoa que não precisa ser vigiada, um guardião que não precisa ser guardado, porque quem guarda seus valores quem vigia a sua moral e valores é sua consciência. Não precisa de ninguém abaixo ou acima olhando ou não, esteja ele diante de grande ameaça ou punição cumpre sua missão.

O conceito de moral. Do contrário, o exercito deserta ou se desintegra, assim como a própria sociedade que se precisar constantemente de alguém olhando, cuidando pensando ou fazendo o trabalho por ela não é mais nem sequer um servo-idiota é já um mini-monarca completamente débil mental que nem limpar a bunda sem servos e escravos consegue mais. Um completo degenerado em sua própria ocioso debilitante de uma vida perdida em passatempos fúteis, ao invés, antes de tudo e sempre o do pensar por conta própria a problematização e logo a solução dos seus problemas como soberano da sua própria vida, autodeterminando o destinos da suas terra deliberando como uma pessoa sã emancipada e independente e consciente. Enfim um adulto esclarecido e não um tiranete retardado e mimado e fanático que não sendo o único dono do pais não é um autocrata usurpador do bem comum mas um democrata de res pública. Uma pessoa que decide em conjunto e respeita as decisões coletivas sobre um coisa que pertence a todos e não só a ele seja como um perfeito idiota ou idiocrata.

É portanto a fé do verdadeiro guerreiro, do verdadeiro monge, do verdadeiro cidadão, da verdadeira pessoa livre e emancipada. Da verdadeira pessoa adulta, da verdadeira nação e sociedade adulta que não precisa ser governado, mas é enfim verdadeiramente independente porque assume responsabilidades, não delega, nem transfere, cumpre voluntariamente seu dever, ou o que é a mesma coisa governa não os outros, ou a vida dos outros, mas a si mesma. E por governar-se ajuda não com papo furado, mas seu irmão em campo. Sim a ética da bravura do soldado, mas não daquele que mata como um covarde psicopata, mas daquele que arrisca sua vida, para não abandonar seu companheiro, ou um civil, mesmo sobre fogo cerrado dos psicopatas armados até os dentes. E essa coragem não tem cor, sexo, religião, nação, ideologia, bandeira, hino, nem uniforme. Só coragem.

Há em todas correntes e ideologias, movimentos e lugares gente que não vai matar um outro ser humano, porque recebeu uma ordem para fazê-lo. Embora seja evidente que a probabilidade de encontrar tal pessoa entre um executor, ou assassino profissional, mercenário, soldado, ou sicário decai obviamente a zero, pela natureza da sua atividade que define sua função social. Mas novamente o prejulgamento do livro pela capa, engana especialmente no oposto, por exemplo quando pensamos que alguém não é alguma coisa apenas por sua propaganda dizeres ou embalagem.

Para você ver o atual estado de demência e histeria generalizada da sociedade civil, onde não só parecem mas de fato são mais moderados em comparação aos reacionários da extrema direta e esquerda. Direita está genuína, no seu nazi-fascismos e a extrema esquerda, está genuína só no seu bolchevismo-stalinismo.

Quer dizer que provavelmente estaremos trabalhando para piorar as coisas de novo? Não, quer dizer que a luta continua. Mas pela democracia e paz, e não guerra ditadura e salvadores da pátria. Porque se é para colocar o meu na reta é por mais paz, mais liberdade e mais democracia, e não ditadura, bandido, caudilho de estimação de ninguém, fique nem volte a custa da minha desgraça ou vida ou de outros inocentes.

Quer dizer que há de se ficar atento a diferença não só entre ativistas anti-sistema e terroristas assim como há uma diferença entre estadistas e terroristas estatais, especialmente os estatopatas, presos, soltos ou na sua posição favorita que define sua personalidade: mandando prender e matar sem remorso, e não raro com prazer que só privilégio do exercício impune do cargo e poder garante em nossas culturas sado-masoquistas, para não dizer em simbiose patológica normótica-esquizofrênica. Que em termos machista porque nossa sociedade é machista, ela é patriarcal. Uma sociedade mulher de malandro corna que sustenta o vagabundo, e que além de apanhar do canalha e da cafetina, ainda defende o desgraçado como se ele fosse um santo até o maldito matar ela e seus filhos. E qualquer semelhança com o sofrimento da mulher e jovens perante o pátrio-poder com o de todo cidadão marginalizado não, não é mera coincidência. Porque o nome disso é culto e cultura institucionalizado como rito, norma, costume, mandamento, mentalidade, lei, ordem, e ai de quem não souber com quem está falando, e não disser amém, para vossa excelência, e vossa reverência. Vai pro tronco, ou pro pau de arara. Porque no Brasil todo dia é dia de branco e só o trabalho salva.

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Logo, existem bandidos, terroristas e psicopatas não só infiltrados dentro dos movimentos sociais e sociedade civil inclusive como agentes sabotadores não só de Estados estrangeiros, mas dentro do próprio aparelho estatal, ou setores deles. Porque caso não tenham percebido o Estado é composto de vários poderes, órgãos, instâncias, mas entidades em constante disputa por território, eleitores, portos, polícias, juízos, e enfim butins legais, ou nem tanto… E por isso existe uma coisa chamada inteligência. E idiotas em todos os lugares falando e fazendo bobagens que colocam fogo no circo. Uns manipulados, outros como macacos em cristaleiras inclusive nas cabeças.

Porém, por piores criminosos que eles sejam ou os crimes que eles tenham cometidos, havemos de nos lembrar, estejamos dentro ou fora do poder, que as pessoas destituídos da sua posição de poder, armada ou não, eles são apenas pessoas doentes por poder, perigosas sim mas desarmadas e destituídas das suas posições não sendo mais um perigo, tudo o que se pratica contra a pessoa é um ato de covardia, e nada mais do que ato de poder e violência.

Porque repito violência, se tática e estrategicamente bem sucedida é sempre e essencialmente um ato de covardia. Só funciona contra gente mais fraca, vulnerável ou sem chance de se defender, o tal fator surpresa: eufemismo novamente para a apologia da covardia como esperteza. Seja com ameaça, ou a tal “tática” de dissuasão, elemento surpresa, ou supremacia bélica quantitativa ou qualitativa, o uso da força de fato, é consiste basicamente em ameaçar, agredir, reprimir, intimidar alguém que seja ou esteja em condições ou posição mais fraca, porque se forte, ele vai é derrota certa. E aí o agressor ou repressor que vai ter que contar com a misericórdia ou perdão ou anistia daqueles que não teve a consideração compaixão, empatia ou solidariedade para não sofrer o mesmo fim que queria dar como vingança racionaliza e travestida da peruca e toga da toda poderosa pseudo-justiça.

Por isso, não importa qual o nome ou lado que se esteja quem usa do terror seja o sistema ou quem se manifesta contra ele, quem não está atentando contra a vida é agressor e não protetor nem libertador. Não é libertário, não está exercendo nenhum direito natural a legitima defesa. Quem atende contra a vida e liberdade de um pessoa em nome de qualquer ideário ou causa não está defendo causa nenhuma nem da vida e nem liberdade, porque elas não são causas nem ideias, mas fenômenos concretos e sensíveis. Quem agride, quem priva quem não fez nada contra uma pessoa em nome das suas ideias é um criminoso e não importa se esteja no poder para legalizar seus crimes ou se conseguir tomá-lo irá legaliza. Continua sendo o que é. Um terrorista e assassino que tenta tomar o poder para criminalizar suas vitimas e impor a sua ditadura do terror, o nome é só fachada para otário e fanático. É um mini ditador, um mini protoestado ainda que seja de um homem só. E que sua lei seja o proibir a lei. Que em verdade é a mesma coisa que impor a sua para quem quer viver sobre outra, não importa qual, a dele.

Anarquia é, não é proibido proibir. Anarquia é democracia plena, é a ditadura da paz, pleno respeito a liberdade absoluta de cada pessoa humana, é a abolição de todas as formas de ação e relação agressão e privação, de todas as formas de violência e violação num território de uma sociedade. É a sociedade que regidas pelas relações mutuas e consensuais sem intermediários autoritários. Não porque eles proclamam ou reclamam direitos, mas porque eles assumem e chamam voluntariamente as responsabilidades, e chamando-as acabam com o vácuo da miséria, ignorância onde o poder e a tirania produz seus exércitos de fanáticos e lunáticos, idolatras, violadores e violentos. Paz e fraternidade. E não guerra em nome de bandidos para preservar privilégios de clãs.

Quem mata ou prende ou priva uma pessoa do que elas precisam para viver em paz e liberdade não é anarquista, legalista, socialista, liberal, cristão, islâmico, conservador, libertário, reacionário, é uma assassino, se priva muitos é um assassino em série. Se priva um povo inteiro, um genocida, e se faz isso de forma sistemática com o intuito de se livrar de um raça e tornar seus herdeiros, ou o que é a mesma coisa sua gene, família, nação, culto ou cultura a unica herdeira do mundo, é um nazista, e o que pratica não é só genocídio, mas holocausto, se legalizado e estatizado, é só uma questão se irá vencer ou não sua guerra contra o resto da humanidade e irá prevaler como ordem por quanto tempo e espaço territorial dos campos de domínio concentração e abrangência da sua jurisdição, vigilância, exploração e eliminação dos seres reduzidos objetos, cobaias e enfim perdida sua valia lixo descartável, porém vistos sempre como meios para atingir determinadas finalidades seja nas fases da tomada do poder, seja nas fases da sua perpetuação.

Até porque nomes e palavras são rótulos. A forma como as pessoas se manifestam em atos se relacionam e reagem as essas manifestações não com palavras de ordem, mas com gestos e atos. O que interessa o que as pessoas fazem com e pelas as pessoas. Porque as palavras entram por um ouvido saem pelo outros, balas e pedras não. Simples assim. O mesmo vale pelo que entra e sai da boca. Comida. Porque nem só de papo furado seja de governantes, e demagogos vivem as pessoas. Elas querem comida na mesa. Mas não como esmola, e nem tendo que se vender seu trabalho para bandido. Elas querem o que é seu por direito tanto como usufruto do seu trabalho, quanto usufruto das suas propriedades particulares, quanto publicas, inclusive as herdadas do trabalho dos seus antepassados, o patrimônio nacional como dividendo que pertence a sociedade e não aos reis, amigos dos reis, ou a quem banca a farra deles. Simples assim. Renda básicas e sem cabrestos, sem tecnocratas e burocratas. Porque assim como nunca existia socialismo, nunca ouve liberalismo neste mundo. Só falsificações e roubos. Aliás outra coisa que é só um nome. Porque o que interessa é o seguinte: o dinheiro publico é de quem? Então porque essa gente só paga imposto, porque até mendigo paga imposto quando consome. Mas não recebe os dividendos. Esses é o problema central. Mais impostos? Guerra de classes? Assistência social? Meu amigo de a cada um o que é seu como como rendimento sobre o patrimônio nacional ao invés de bancar bandido e você vai como se combate corrupção e miséria. Crédito? Eliminando pobreza? Redistribuindo renda? Não, garantido que ladrão não roube o dividendo social de nenhum cidadão, mermão.

Na verdade nem para dar, nem para tirar. A parte que pertence a cada cidadão do patrimônio nacional é numa sociedade e não ao Estado, ou aos políticos, ou seja onde o cidadão é livre e emancipado não servo-tutelado, para decidir a natureza do que ele compra ou banca individual ou associadamente inclusive como serviço não só comercial, mas social. Mas aí como é que fica os ladrões. Não ficam, só ficam os servidores públicos mesmo. E esse é o problema, deles não nosso. É por isso que seja no socialismo seja no liberalismo, sempre fica essa casta de governantes e sua burocracia e claro os banksters, não confundir com os bancos, para escravizar a população que produz, do proprietários que vão se endividando e sendo expropriados até só terem uma propriedade, a da seu trabalho. Isso não é a produção de riqueza é a produção de poder politico-econômico através da tirania e roubo. Subdesenvolvimento puro.

Um único indivíduo tentando ou conseguindo impor sua vontade pela força de fato ou vários, não um criminoso ou um bando. Pouco importa as razões, ou racionalizações, dada por escrito ou não. Quem atenta ou usa ameaça ou violência para fazer valer qualquer coisa não passa de um bandido, de um tirano ou projeto de, chame isso de arquia, ou anarquia, ordem ou desordem não passa de um terrorista de estado ou anti-estado, em geral tentando impor seu vontade de poder e terror como o estado de domínio sobre todos.

A violência seja como agressão e as privações ou mesmo reação é sempre uma armadilha para mais repressão, até mesmo quando mera protesto não-violento se o violento que como ditador da legalidade conseguir criminalizar até mesmo o ato pacifico. Não há outro forma de vencer a violência senão matar aquilo que a alimenta. E isso não se faz com guerra nem protesto, mas com trabalho e produção de riqueza e claro seu compartilhamento para neutralizar a fonte da ignorância, e tirania: a industria da miséria e dependência politico-econômica de parasitas e predadores.

Não só é perfeitamente possível, produzir riquezas maiores com quantidades menores de desigualdades menores de riquezas, como é absolutamente necessário fazê-lo incluso para porque para produzir quantidades maiores de riquezas e menores de pobreza e logo desigualdade num mesmo espaço é preciso uma quantidade menor de imbecilidade e ignorância e brutalidade. E não só falando da população mas da administração e servidores, proprietários e administradores do capital e patrimônio nacional. Uma verdadeira idiocracia e idiocratura e cavalgadura nacional que se orgulha de sê-lo.

Um modelo baseado na pilhagem e que só funciona dada a quantidade exorbitante de riquezas naturais e humanas, mas que na medida que o povo, a infraestrutura e mentalidade do brasileiro envelhece, e não se renova, a pressão internacional por esses recursos naturais e humanos aumenta, e o capital financeiro, social e tecnológico que deveria ter sido formado continua a ser roubada e vazar, o serviço público diminui tanto em quantidade quanto qualidade da razão inversa da demanda da carestia da população e locupletação das classes mafiosas tanto entranha no aparelho estatal quanto se servido dele dentro quanto fora do pais, tudo isso vai desenhando a tempestade perfeita. Vai enfim se operando toda uma concentração para se preservar os privilégios hereditários das classes mais próximas do centro de poder, na medida inversamente proporcional dos sacrifícios das pessoa humana que vai sendo marginalidade para sustentar com mais e mais obrigações e direitos cada vez mais precários. E eis que temos um resultado obvio: não só a queda deste ou daquele governo desta ou daquela linha ideológica: mas a queda dos regimes e não sem muita repressão da população.

Não adianta bater no burro de carga quando ele empaca. Burros são vocês, que estão matando quem te sustenta. Isto é a quebra e falência dos estados-nações que não se atualizam e modernizam não só politicamente, mas economicamente, insistindo em socialismos e liberalismos ultrapassados, frente a uma revolução industrial que pôs fim ao escravidão assalariada. Vocês são um bando não só escravagistas, mas de escravagistas burros, primitivos, atrasados, ignorantes e racistas, lambe botas. E como todo ignorante convicto: apelão e violento.

O trabalhismo, o pleno empreguismo, dos social-democratas, dos neoliberais, dos socialistas morreu. O fim da história de Marx, o fim da história de Fukoyama já era. Ou os velhos estados escutam o grito dos povos, ou vamos ter sangue, não porque os agentes da cia, ou do Foro de São Paulo conspiram para derrubar Evo Morales, ou Piñera. Conspiram? Sim. Sempre. E espionagem industrial também é mato. Mas empresas e estados não falem por causa disto. Falem porque choramingam e não estou preparadas inclusive para isto. A culpa nunca é da sua incompetência para lidar com a insatisfação popular, ou as intrigas da oposição, a criminalidade, ou o jogo internacional de poder. A eterna vitimologia do incompetente, ou criminoso de delegacia. Eles são uns bando de filhos da puta? Só querem levar vantagem? E? Quantos anos eles tem? Acharam que russos, chineses e americanos e franceses ou igrejas querem o quê, distribuir dinheiro? Ou o mesmo que eles? Pilhar o povo? Eles sabem, é claro (espero). É jogo de cena. E nós, sabemos?

Não adianta ameaçar o povo com mais chibata, repressão. O pior tipo de traficante de droga é aquele que cheira sua droga especialmente se alucinógena. As manifestações podem vir a ser objeto de infiltração, manobra e novamente apropriação de movimentos e lideranças ilegítimos. Podem novamente fazer o país e o mundo inteiro perder tempo precioso enfiando a cabeça no rabo para não ouvir o clamor claro da mensagem popular. Podem de novo empurrar com a barriga, mas não só estarão adiando o inevitável como provocando que ele ocorra de forma traumática e violenta e desastrosa. Pior podem estar colocando jogando fora todo o futuro de uma povo. Queimando tempo e capital que amanhã não teremos para solucionar os problemas.

E não adianta transferir a responsabilidades. Porque a responsabilidade é proporcional não há falta de condição e possibilidades, mas ao dimensão do do poder politico e econômico, ao tamanho do orçamento, extensão dos poderes de decisão, e sobretudo abrangência jurisdicional. O resto é balela. E isto vale não só para os atores governamentais. Mas também para os não-governamentais. Qual é a capacidade do cidadão como ator da sociedade não só para obstruir, reclamar, mas para em associação, isto é em sociedade de capitais, trabalho, tempo livre, construir redes de solidariedade concretas para eliminar a miséria sem nenhum tipo de discriminação nem muito menos cabresto sobretudo ideológico, politico ou partidário?

Não tem atalhos. Há que se fechar esse vácuo de insolidariedade social, onde o tumor cresce. E não pedir para o tumor para de crescer e matar. Há que se fazer o povo parte da sociedade e isso não se faz com ideologia e demagogia. Mas com capital.

Vamos deixar de ser hipócritas. Todo mundo sabe que não é o conhecimento que move a humanidade. Ou melhor é. O conhecimento de que é o capital que reproduz o capital, e não o trabalho. Quem detém o capital compra trabalho e trabalhadores e recursos mesmo que seja um completo débil mental em tudo, menos numa coisa, não se separar ou dilapidar seu capital. E pobreza reproduz pobreza e mão de obra barata. Só que essa mão de obra barata e ignorante dessa condição tem um custo. E caro, a vulnerabilidade a cooptação. É uma forma primitiva e improdutiva e perigosa não de produzir riqueza, mas de roubá-la. A desigualdade é inevitável. A miséria, assim como a riqueza, por evidente não.

Riqueza não se faz distribuindo dinheiro para rico, nem muito menos para ladrão. Se faz investindo em pessoas. Se faz ficando rico, não porque elas são pobres, mas porque elas deixando de ser pobres, e escravas agora produzem. Umas não, mas muitas outras sim. E assim uma nação inteira enriquece junta eliminando a pobreza sem cabresto, escravagismo, mas com solidariedade universal. Eliminando a pobreza de cidadão para cidadão. Uns muito ricos, outros nem tanto. Mas ninguém mais todos parte da sociedade, porque de fato recebem o seu dividendo social da riqueza da nação não só porque pagam tributos até quando consomem, porque até mendigo paga imposto quando consome, mas porque recebe sua renda sobre o patrimônio nacional para não morrer e viver como um mendigo porque esse parcela da herança que é sua foi e continua a ser roubada não pelos ricos que produzem riqueza, mas pelos ricos que produzem pobreza, os reis e os amigos do rei. Corte os intermediários. Corte os parasitas e quando a sociedade distribuir renda como obrigação constitucional que não passa pela mão dos bandidos. E você vai ver quanto cada real investido no nosso povo não só volta mas se multiplica.

O preço da liberdade não é vigilância. O preço da liberdade é como diria o liberal Toqueville é uma “altruísmo interessado” ou a ajuda mutua o anarco-comunista Kropotkin: é a solidariedade. Não a demagógica. Mas a ética e concreta que não precisa de vigilantes. Aquele que não cobra nem transfere direitos, mas que chama e cumpre responsabilidades como deveres. O segredo de uma sociedade livre.

Porque sociedades livres não são feitas de proclamações e declarações ou reclamações de garantia direitos humanos, especialmente para criminosos que só o fazem violar e regular sistematicamente sua violações. São feitas do chamamento e ação voluntárias e revolucionárias de garantia de deveres humanos. Justamente o oposto: responsabilidades sociais que se chama para si para dispor como direitos para todos e deveres para si. E não direitos que se reclama para si para impor como obrigações ao demais e pior privilégios de poderes para tiranos. A base da fundação das sociedades e contratos sociais entre cidadão livres, e não entre escravos e tiranos estatais. O futuro. E não o passado. Porque uma coisa: é governar outra e ser governado, outra é não ter governo e uma terceira é governar-se seja sozinho ou em regime de paz concórdia e consensualidade, deixando em paz quem não quer viver sob tal administração.

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Chama esse ultimo regime do nome que bem entender, democracia plena, anarquia, estado libertário, ordem livre, panarquia, os nomes pouco interessam. O que interessa é uma coisa só se alguém um dia te disser vamos prender, matar, sequestrar, explodir, ou pior vamos pegar um monte de gente que não tem onde cair morto e botar para trabalhar para gente por uns trocados para não morrer de fome em nome disso. Pode ter certeza de uma coisa é tudo menos isso. É o contrário. E impeachment e fora nesse filho da puta, porque é só mais um farsante e demagogo profissional, agora reciclado que matou devorou e capitalizou como ideologia só será uma verdade que liberta quando liberta e não escravizar gente. O obvio mas que em tempos de surto estatopático é ainda menos.

E vem esses idiotas citar o Thomas Jefferson, esses idiotas…

Waldick Soriano neles, ou melhor Falcão:

I am not dog sim. E fora todos, quer dizer fora todos.

Leitura recomendadíssima a que segue abaixo:

SOBRE O CINISMO DE MASSA: ESCOLHER A VIDA OU PARTICIPAR DA FESTA DOS SUICIDAS? TONY HARA

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X-Textos: Não recomendado para menores de idade e adultos com baixa tolerância a contrariedade, críticas e decepções de expectativas. Contém spoilers da vida.

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