Facebook terra de loucos por ideologia

E não se engane: o fato de você não ser mais um demente não torna esse lugar menos perigoso, principalmente para você.

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Não alimente os Trolls

Entrar no Facebook ou outras redes sociais desenhadas para abrigar e alimentar a estupidez humana, é como ligar a TV no domingo procurando informação ou gente honesta na política. Você até encontra, mas a chance dessas pessoas mudarem a rede ou a cabeça da maioria de quem está lá é a mesma de cair um meteoro na terra.

Pessoas que defendem a paz a resolução dos conflitos através do diálogo, do entendimento tende acreditar que a palavra pode resolver qualquer situação. Não resolve. Com certeza você pode dizer o seguinte: não existe conflito que em algum ponto que não poderia ter sido antes resolvido com conversa ou solidariedade. Mas depois que se deixou passar esse ponto, depois que uma das partes já é um troll, ou projeto de coisa pior, que vive de fazendo apologia a violência e até ameaça, já era. Porque se ele for só mais um machão de internet que só faz ameaças vazias ele vai viver só fazendo isso: patrulhando e azucrinando sua vida. Se não for pior, é um psicopata realmente disposto a fazer o que fala se souber que não enfrentará nenhuma consequência. E não só você não tem como ter certeza absoluta se está falando com um ou com outro, como por se tratar de uma mesma doença nada impede que o primeiros estágios inofensivos evoluam para os últimos perigosos.

Por isso se não alimente os trolls. Com sorte, se você ignorar ele vai se consumir em seu ódio sozinho ou em alguma igreja. OK, se você tiver azar, ele vai se juntar a um exercito de outro malucos e formar um partido político para te caçar. Mas te garanto não é trocando ideia com o figura que você vai impedir isso.

Sociopatas e Estatopatas

Diálogo entre ideologias? Isso é debate politico, conversa entre surdos que se alternam em rounds de monólogos.

Tentar manter uma diálogo como uma pessoa neste estágio de loucura é uma ilusão que só torna o inocente uma presa fácil e indefesas dessa gente que usa palavra como qualquer outra ferramenta a sua disposição para impor suas ideias e vontade converter a seu culto ou cultura, ou se não consegue para atacar e destruir o “herege”.

As pessoas tende a crer que a violência é uma característica das pessoas desprovidas da capacidade de articulação e a inteligência pelo contrário uma faculdade daqueles que sabem argumentar com propriedade. Ledo engano. Se assim o fosse poderíamos definir o tão somente como um animal que pensa e fala. E não um ser dotado de outro nível de consciência. Por isso podemos dizer que a ausência dessa temporária ou permanente dessa capacidade que determinadas falas, gestos e comportamentos e sobretudo atos denunciam não faz das pessoas desumanas ou menos humanas, mas pessoas doentes.

É uma doença que nem sempre faz do individuo um coitadinho vulnerável a sua estupidez e maldade alheia, mas justamente o contrário uma doença perigosa principalmente aos demais que estão ao alcance da sua sociopatia.

A sociopatia se manifesta em diversos níveis de violência, fantasia e fetiche. Tem sociopatas que nunca vão passar de troll, outros vão fazer abajur da pele das pessoas que eles odeiam e desejam ou mais precisamente amam odiar. E há outros ainda que vão chegar ao poder e conduzir hordas de dementes menos articulados que ele que vai gozar assistindo ele realizar suas fantasias e fetiches como donos da violência.

O que torna o psicopata mais ou menos perigoso é portanto o tamanho da da vontade de possuir e controlar o outro. Alguns se contentam em ditar regras de comportamento aliendo propriedades e liberdades materiais. Outros não se contentam em possuir menos que a pele do outro, cortando e a vestindo como sua máscara. Uns se contentam em xingar e aborrecer gratuitamente o alheio outros não se contentam com menos do que gritos de desespero enquanto a esquartejam vivam. Uns se contentem em assistir a pessoa privada de posses se mantando para tentar sobreviver outros não menos que um safari humano para vê-las definhar como se estivessem num campo de concentração. Existe uma grande diferença entre um e outro. Enorme. Tanto que nem toda criança que tortura bicho, virá um psicopata, mas a grande maioria dos psicopatas não surge do nada. Acorda com aquele vontade louca de picar gente, como você acorda com vontade de comer um chocolate. É um processo de desnaturação. Nem todo troll irá virar um psico, e nem todo pisco, mas todo estadista genocida ou homicida serial é um troll psico que ganhou tem o poder para realizar seus fetiches com gente vulnerável. A diferença é que psicopata quanto mais pobre desarticulo e sem poder politico acaba caçando os mais vulneráveis entre os vulneráveis: as crianças. Os ricos poderosos e articulados tem poder e força de fato principalmente quando encontrar o subsídio do monopólio da violência para caçar a todos, não que ele não continue a ser um predador de crianças. Todos sabem o gosto predileção dos mais poderosos e perversos pela carne dos mais inocentes e vulneráveis, nas eles podem variar o quanto quiserem sem precisar se preocupar em responder por seus atos.

Em essência o grau de periculosidade do psicopota não varia só do que forma ele deseja controlar você ou seu corpo, varia também da capacidade dele fingir normalidade e sensibilidade. Os mais perigosos sociopata são portanto aqueles capazes de cometer as piores atrocidades sem serem punidos. Os mais perigosos estatopatas aqueles capazes de transformar essas atrocidades em seus privilégios legais e a desobediência a eles em crimes.

A psicopatia é o resultado sobretudo de um trauma. O sociopata e a estatopata são frustrados, impotentes e semi-impotentes sexuais afetivos e amorosos que compensam seu vazio existencial com repressão,desafeto e perseguição alheia não raro de tudo o que lembra a sua condição maldita felicidade, amor e tesão e sobretudo liberdade. Eles não tem relações pessoais sexuais ou sociais. Eles tem relações de posse e poder. Eles nunca dão nem recebem, só tomam. Suas trocas nunca são voluntárias. Eles não obtém prazer nisto. É por isso que em geral os troll onde não encontram resistência nem confronto imediatamente vão buscar outra vitima. Nesta fase a estratégia, nos estágios mais avançados da psicose não. O efeito é exatamente o contrário. Quanto mais você der eles tomam, quanto mais espaço e menor resistência mais eles avançam. Quando esse demente alcança o poder para realizar seus fetiches fingir que ele não existe, é o mesmo que sentar e esperar para ser a próxima vítima.

As redes sociais

Não é que as redes sociais despertem o que há de pior no ser humano. Essas frustrações estão latentes. A rede social funciona como o foro privilegiado para a política, ou um beco escuro para estuprador, é lá onde quem não tem nenhum respeito pela vida humana mas apenas medos e desejos revela a sua alma humana amputada em algum ponto da sua vida de toda a sua sensibilidade.

Em mensagens escritas ou faladas esse doentes encontram seus pares seus bandos e suas vítimas, como em qualquer outra arquitetura pantoptótica como escola, escritório ou prisão, ou centros urbanos. É nestes ambientes desenhados para converter frustrações pessoais em vontade de frustar os outros que se forma manadas de patrulheiros ideológicos, trolls e afins de todas as especies: tantas quantas forem as ideias e ideias. Porque para cada ideal sempre existirá ao menos dois ideólogos e uma manadas de idiotas ideológicos:os contra e a favor sempre em guerra e incapazes de celebrar a paz por qualquer forma de entendimento que não seja a eliminação do outro.

E eis aqui o maior erro que uma pessoa que não acredite que o vermelho e azul são apenas cores e não bandeiras de guerra para esses idiotas ideológicos. A fantasia de não deixa de ser o resultado de ideologia tola de paz como passividade de que quando um não quer dois não brigam. Esse foi o erro do Ministro Chamberlain da Inglaterra frente a ameaça nazi-fascista pouco antes de explodir a segunda guerra mundial. Ele achava que estava usando a palavra para estabelecer a paz e um entendimento com os nazistas. Os nazistas estavam ganhando tempo e espaço dando a Chamberlain tudo o que ele queria ouvir.

É um erro supor que as pessoas que usam a palavra que é um instrumento por essência substitutivo das vias de fato para a resolução de impasses e conflitos a usam necessariamente com esses fins, especialmente quando elas já não estão mais tentando ocultar suas ameaças e intenções violentas, mas já perdendo inclusive as estribeiras e colocando suas reais intenções em termos nem um pouco eufemísticos.

Quando um anarquista diz para você que vai explodir bombas para libertar as pessoas. Quando um comunista diz que vai prender os dissidentes da revolução. Quando um conservador pede uma intervenção militar. Ou Quando um fascistas que diz que bandido bom é bandido morto. Ou ainda um religioso acha que porrada ou espada pode trazer o reino de deus. Meu amigo, você não está mais trocando ideia com uma pessoa que disposta a dialogar, você está literalmente jogando conversa fora com no mínimo um projetinho de assassino serial que não te picou ainda apenas porque não teve a oportunidade ou só não tomou coragem para sair do armário. Você pode não ter percebido mas você está trocando ideia com uma pessoa cuja unica diferença que possui para um traficante de executa rivais em tribunais é que o traficante ainda não pirou na megalomania para acreditar que ele faz isso com legitimidade ou com “direito”.

Essa pessoa fala, mas hoje também rôbos também falam ou pelo menos postam texto tão ou mais articulados do que muita gente na internet e isso não significa que eles tenham qualquer sensibilidade para serem inteligentes. Eles usam as ideias, as palavras e até conversam com você, mas não vem o mundo como você, na verdade sequer enxergam você como você. Você não está entendendo… não são eles que não estão entendendo nada é você! especialmente o perigo que corre. Você está num desenho do pica-pau no exata instante que seu amigo lobo morto de fome olha para ele o vê apenas como uma salsinha falante. Você está dando trela pra doido, e todo tempo atenção e argumento que ele quer para amanhã te colocar no forno. Imagina você pensa: eu nunca vou virar um mendigo e dormir na rua para acabar queimado por papai ou seu filhinho. Mas não se esqueça. A vulnerabilidade é sempre relativa a vontade e capacidade do inimigo em lhe causar danos.

Quem conversa no Facebook deveria estar atento para um fato, que talvez Teori não atentou. Você pode estar lidando com um animal politico se passando por gente como gente. Você pode estar lidando com um cidadão que só não entrou para política porque não teve a chance, não nasceu rico, não apareceu com uma melancia no pescoço na TV, e embora menos perigosas porque não tem o poder de fato para por em prática, por enquanto, as vezes até mais traiçoeiras porque mais articulas dos que mal acostumados em se impor com o subsidio da força bruta.

Intervenção Armada

Quando uma pessoa por exemplo defende uma intervenção militar… ou mesmo uma intervenção acabou a conversa. Porque ele mandou um foda-se sem dizer foda-se para o dialogo. Ela está dizendo com todas as letras que acredita que a força legitimada pela força é o seu argumento. E pior se você não é um militar mas um civil ele não mandou um foda-se, mas um fodam-nos de verde e amarelo. É o tipico idiota de mentalidade stalinista não importa se de direita ou esquerda, se todos tiverem seus olhos furados isso é justiça. Quando ele faz parte do partido você até entende que o cara é só psicopata de menor escalão que sabe que ele fazer parte da burocracia nesta terra de quem tem um olho é rei. Mas o psicótico que só quer ver os outros se fudendo mesmo que para isso ele tenha que se fuder junto, esse não é o psicopata é o o amante do canibal, o voyeir sado-masoquista feliz em ser jantado desde que possa assistir os outros também sendo devorados.

Defender e praticar o dialogo com um individuo destes é como um entrar num templo da KKK para defender os negros, negro e com uma camiseta do Malcolm X. É pregar o budismo para os terroristas do ISIS. Eles já declaram que suas opiniões são imutáveis. Que o dialogo a paz e o entendimento está submetido a esse tipo de “argumento”. E que a vida alheia não é um argumento superior a esse credo. O que há para discutir?

Você pode ver que nem o comande do exército brasileiro que felizmente é não é demente psicótico não compartilha dessa visão alucinada do uso da força armada porque se compartilhasse, meu amigo, já era faz tempo. Não duvido que generais como eles acabem mesmo fazer o que os loucos estão pedindo, fazendo uma intervenção militar. Porque quando gente demente de esquerda e direita começarem a pregar suas sandices contra a vida e liberdade alheia como se fosse a coisa mais natural do mundo, como se o canibalismo ou os direitos individuais (que são os universais!) fosse apenas uma questão de vontade da maiorias, ou mesmo minorias impor sua vontade como controle sobre o corpo o comportamento e até o pensar alheio sobretudo no que é pessoal e privado.

Dizem que na época da Cruzadas São Francisco de Assis pregou para Sultão para eles se arrepender dos seus pecados, mas ele só não foi morto porque o credo deles naquele tempo impedia de executar gente que eles considerassem louca. Hoje não.

Trocar ideia com essa gente pode não ser loucura, mas é de ingenuidade tamanha que pode ser considerada como idiotia. E olha que quem está falando isso é uma pessoa que defende distribui dinheiro de graça como liberdade para todo mundo inclusive para gente gente pirada nas suas ideologias. Porque o problema não é ter malucos livres e soltos, é ter malucos armados e com poder e licença para fazer o que bem não com a sua vida mas com a dos outros. É por isso que psicopata, posse e poder andam sempre covardemente de mãos dadas sempre prontos para matar um mendigo ou marginal pequeno, mas se cabeça baixa adorando seus grandes lideres, mitos e ídolos todos poderosos prontos a lambem até o rabo cagado deles porque são eles que provem a satisfação de todos seus fetiches de posse e poder as custas dos outros.

Esse texto inclusive funciona como o teste. Se você acha que eu estou falando só dos Bolsonaros, Trumps e afins você é um idiota de esquerda. Se acha que é dos Maduros, Fidel e porno soft brasileiro tipo PT e PMDB você é um idiota de direita. E se não acha que não estou falando de nenhum deles, mas só do bandidinho não-legalizado então você é o idiota perfeito, não importa o estatopata que suba ao poder, se hay govierno soy a favor. Porque o minimamente lúcido sabe que estou falando de todos os três os que estão a esquerda a direita e o que estão fora só esperando uma chance de ir para as cabeças. Sabe que eu estou falando dos pior loucura que é essa estado de inconsciência coletiva como um todo, essa egregora da discórdia composta por ideólogos idiotas alienados dispostos a matar e morrer abraçados juntos e levar tantos quantos puderem com eles. Que só existe porque existe um outro tipo de idiotia a dos conformados que acham que ter ideais é assistir de camarote o mundo pegar fogo como se fosse um circo.

Pensamento dialógico e ideológico

A ideologia fatalmente tende a formar um culto ao poder e a violência. E sua guerra por domínio dos campos de saber em disputas geopolíticas armadas por territórios de fato e seus recursos naturais reduzidos as coisas que não são sujeitos reduzidos a objetos antes de tudo ideológicos. Toda guerra de fato é antes mesmo de ser uma guerra da informação, é uma guerra contras as concepção, uma guerra pelo domínio das preconcepções e hegemonia ideológica. A guerra armada é apenas a consequência. A solução final como limpeza étnica dos campos e pessoas que serão apropriados pelos conquistadores.

A ideologia é a porta da loucura para a guerra. Porque aquele que não consegue transformar ou ter o mundo exatamente como ele acha que certo por bem jamais exita tomar e impor seus valores por mal. Não só porque o fanático por suas idéias fixas acredita que elas são mais importantes do qualquer coisa, mas porque eles acreditam que suas ideias são as próprias coisas mais importantes do mundo!!! Em algum momento da vida eles enlouqueceram, entraram e não saíram mais do buraco de Alice, passaram a acreditar que suas imagens refletidas ao infinito neste labirinto de espelhos era a próprio mundo feito a sua imagem e semelhança, auto-hipnotizados por suas ideias absolutas entraram no estado catatônico do livre pensamento e livre vontade. O mundo narcisista de eu como projeção do todo poder. E o todo poder como representação do eu.

Dizem que as crianças veem o mundo assim:

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E os adultos por sua vez assim:

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Mas não. Tem gente que consegue desenvolver seu pensamento simbólico e razão sem perder sua consciência e sensibilidade E conseguem ver que nem tudo que vê é uma ideia, nem tudo que existe uma coisa, nem tudo que vê necessariamente existe, e até entender que nem que não vê ou sequer conceber não possa existir.

Seres dotados de cognição inteligente são dotados da capacidade de transformar sua percepção sensível em sinais inteligíveis não apenas por eles mas para os outros seres. Mas por seres dotados da mesma capacidade de intelecção através da sensibilidade. São capazes de codificar, ordenar seu pensamento a partir da combinação desses sinais, formando uma linguagem de sinais capaz de compreender interagir comunicar e até transformar esse mundo e as visão de mundo alheia através desses modelos mentais. Não há limite para a complexidade ou até mesmo a capacidade de uma mente tanto para compor essas modelos como ideias e idealizações, não só pela ampliação das coisas que são percebidas através das portas da nossa cognição: a sensibilidade, quanto por um processo de composição de ideias em cima de ideias num infinito jogo de reflexão mental.

E não importa o quão complexas essas ideias sejam, enquanto elas tiverem uma conexão com a realidade, com o mundo sensível elas continuam a ter nexo. Porém quando o individuo em algum ponto se esquece, ou mais precisamente perde aquele consciência que nasce com ele, de que esse seu mundo das ideias é apenas uma representação do mundo, não importa o quão bem desenhada ou equacionada, se em números palavras ou imagens, ele literalmente deixa de possuir uma ideia de mundo para se tornar o prisioneiro dela. O louco não é aquele que tem fantasias, mas aquele que tem certeza de que suas ideias não são mais a fantasia, mas o mundo. E se as outras pessoas e o mundo não consegue entender suas visão de mundo não é ele que está desconectado mas o mundo. Ele começa a crer piamente que se todos acreditarem no que ele acredita, louco então será o outro que não vê o que todos vêem. E é por isso que no mundo das ideologias não interessa nada saber se a terra é plana ou redonda, mas apenas convencer a comunidade sobre isto ou aquilo. Não é portanto a toa que os maiores revolucionários da juventude se tornam as vezes os maiores reacionários da velhice. O arcabouço mental é o mesmo, o polo ideológico é que muda conforme a mesma mentalidade obtusa ainda dotada de plena percepção mas completamente desprovida da sensibilidade ao alheio senão como isto objetos de seus fetiches ideológicos.

Um psicopata não é portanto uma pessoa que nasce desprovida de empatia. Se o fosse seria um cego, incapaz de manipular a percepção dos outros das cores. Ele é literalmente uma pessoa que ainda vê, e entende mas já não sente e não se importa. Porque o dado sensível, por exemplo da dor alheia ou até mesmo a sua existe apenas como uma ideia da dor desprovida de conexão sensível com a realidade mas completamente objetificada como qualquer outra coisa dentro do seu complexo ideológico. Por isso quanto mais sensível insensíveis e ao mesmo tempo interligado com o mundo mais patológico é a ideologia e mais psicopático o alienado. Quanto mai um louco fantasia sobre fantasias mais desconectado de corpo e alma do mundo mais inofensivo ele é. E quanto mais ele fantasia e precisa das coisas do mundo para realizar seus complexos ideológicos mais perigoso ele é.

Que bom seria que esse perdido no universo de suas fantasias se desconecta-se do mundo junto com suas ideias, mas não é apenas a suas consciência da rede da vida que desaparece, o ente sem nenhuma sensibilidade outra que não suas fantasias, desejos e projeções ideológicas de vontade permanecem e como completamente a revelia de qualquer outra força ou vontade menor, como vontade de poder. Não há um maniaco compulsivo por posse e poder que não tenha uma mesma ideia fixa: não há seres há coisas. E coisas são abstrações, pedaços do mundo que arrancamos a força com nossas ideias. O mundo das ideias e as coisas não mais se separam por que o dado fundamentalmente que constitui o outro como fenômeno autodeterminado literalmente não importa. Ele é dentro da mente do complexado ideológico insignificante frente ao universo da suas idealizações absolutas.

O mundo não é mais verdade, ele e a verdade são apenas sinais. Representações dentro do jogo ideológico. A palavra é a ideia, é ideia é a coisa é o verbo criou o mundo. As classes, as raças, os tipos e classificações para ele são algo tão real e imutável quanto o chão que ele pisa- como se o chão também o fosse. Ele não dialoga ele monologa a sua ideologia sobretudo para si mesmo. É o som da sua voz, a imagem de si, a leitura e releitura da sua mensagem como se fosse um bordão que ele escuta. É um ego se exibindo para seu superego para alimentar seus sentimentos existenciais mais frustrados e reprimidos. A diferença entre o fanático alienado por um deus, um estado, ou qualquer preconceito capaz de matar e morrer até mesmo um time, é um psicopata no sentido clássico é que o conjunto de fantasias desses serial killers são extremamente exóticos. Se uma psicopata convida os amigos para picar e devorar pessoas ele vai demorar um pouco mais tempo para encontrar gente que partilha dos mesmos desejos. Se ele convidá-los para queimar ou amarrar pessoas em poste ou violar e violentar pessoas ele vai encontrar bem mais gente que partilha destas fantasias mais básicas. Porém nesses bandos organizados segundo a lógica do culto ao poder e violência sempre existira uma diferença hierárquica entre lideres e os liderados que em ultima instancia sempre se reduz a mesma diferença de classes: entre os sujeitos e as coisas.

O liderado é um fanático, apenas uma boca que repete as ideias e preconcepções de mundo que sequer ele formulou a partir das suas experiências, mas foram enfiadas na cabeça dela justamente para substituir esse enorme vazio emocional e existencial. Ele é o alienado capaz de odiar gente que ele sequer conhece pessoalmente, é capaz de odiar classes japoneses, negros, gente da periferia sem sequer ter conhecido e receber ordens cagar regras e executar comandos que nem entende nem quer entender o porquê. Se nascesse na Alemanha nazista queimaria judeus. Se nascesse na época da escravidão venderia gente. É um idiota ideológico. Capaz de repetir de cor tudo que lhe foi doutrinado sem nunca mais perguntar por quê não? Esse aí geralmente não só mata mas morre por seus ídolos e ideologias, mas se o líder pedir entrega seus filhos em sacrifício para morrer por eles em suas guerra em nome do seu “ideal”.

O outro é o ídolo ou mais precisamente o mestre e ideólogo dele. Esse o sociopata ou mais precisamente o estatopata na exata acepção da palavra. O doente que quando ascende ao poder absoluto se torna o idiocrata genocida a frente de manada de idiotas homicidas e suicidas que as vezes se explodem, outras morrem quietos e lentamente rindo e sorrindo da sua sina. As cabeças dessas egregoras ao contrário dos seus repetidores não está completamente alienada ou desconectada da realidade, mas tão somente conectada ao mundo como mera extensão dos seus desejos. Para seus seguidores a palavra do ídolo ou mito é a lei, para o mito ou líder ele é a lei. Ou em outras palavras o que para seus alienados é lei, para ele é o instrumento do seu poder. A fantasia dos alienados

O psicopata está preso nas suas fantasias, o fanático nas dele. O desprovido de empatia não vê os outros como objetos porque o doutrinaram para o preconceito, mas porque ele realmente não vê o outro senão como objeto de seus desejos. A vontade do outro para o alienado é uma fantasia, para o psicopata é a sua fantasia, onde o seguidor não é senão mais do que outro objeto do seu poder como prazer.

Ele olha para tudo e todos como se fosse de fato uma extensão do seu corpo, como se não houvesse outro objeção a sua posse e controle que não literalmente o poder. “Se posso ter então é meu. Se detenho a força de fato então tudo que tenho e tomo é meu por direito.” Porém ele não acredita nisto quem acredita nisso são alienados para quem ele constrói seus mitos. Ele não precisa de narrativa para se convencer de nada. Ele ao contrário do alienado não está preso num arcabouço. São eles que estão presos no arcabouço dele. Porque a insanidade ideologia, a distopia é a sua casa de bonecas.

Os Estatopatas

Entretanto mesmo eles os piscopatas também são escravos de suas manias. E quando completamente dominados e desumanizado pela encorporação da complexo ideológico que incorpora, ele não existe mais como. Se a primeira nação que os nazistas subjugaram no século XX foi a Alemanha, o primeiro ser humano assassinado por Hitler foi Adolf ou mais precisamente pelo arquétipo do inconsciente coletivo que ele incorporou como sua cabeça. Porque a ideologia não é mais do que a formas e faces desse mesma inconsciência coletiva que como todo e em essência se constitui em discórdia. É apenas mais um louco representando um dos muitos papéis um dos muitos arquétipos desse mesma força elementar destrutiva que não se constitui por multiplicação da diversidade mas sua desintegração no vazio absoluto e cinza do nada.

O mundo transcendental da Consciência

As ideias não são construtos mentais capazes de transformar o mundo. Eles são antes de tudo construtos mentais capazes de transformar a própria mente de quem os concebe. Os signos sobretudo os complexos são como uma poderosa magia capaz de abrir as portas da percepção de quem os usa ou destruí-la completamente fazendo as pessoas mais sensíveis e inteligentes se perderem no labirinto infindável do seu próprio intelecto como numa sala infinita de espelhos, onde tudo que você vê é apenas uma projeção do sue próprias abstrações como fantasmas.

Manter a sanidade é portanto uma arte, sobretudo quando cercado por ideólogos, idiotas ideológicos e suas distopias e pessoa completamente anestesiadas enquanto sua anima é devoradas por eles.

Usar da arte da significação das coisas para comunicar e construir coisas sem jamais se esquecer que essas projeções não são nem jamais serão o mundo. Conseguir olhar, abstrair, discriminar classificar e separar e recompor em milhares de ordens possíveis as realidade não apenas por diferentes projeções de futuro ou perceptiva sem jamais perder a noção de que a coisa ou a verdade dela não estará jamais em nenhuma delas mas nem na somatória impossível de todas, mas na coisa que em si é inapreensível como realidade a cognição não só naquilo que está além do atual e percebido, mas daquilo que mesmo estando ali presente não é senão ao intelecto uma mera imagem. A isso chamo libertação, e o estado de paz resultante: consciência.

Consciência não é simplesmente o saber que pensamos, mas saber que o que pensamos não é o mundo, e sobretudo saber que o mundo não pode ser reduzido a nenhuma forma de concepção. Saber que os fenômenos reais da vida e liberdade não são a vida e liberdade que preconcebemos e que portanto não há nenhuma doutrina ou ideal ou ideologia que se imponha como superior a esses fenomenos na medida que sua contradição não é apenas uma contradição de termos, mas uma negação do próprio fenômeno que gera as ideias e ideais e a até mesmo as fantasias ideológicas.

Quando portanto o ideólogo prega, e alienado mata e morre em nome da vida. Prende em nome da liberdade. Tortura em nome do amor. Ou se entrega a esses loucos e loucuras em nome da paz. O que ele está apenas caindo em contradição, eles está cometendo um suicídio ideológico. Está matando a vida em nome de uma fantasia de vida. Renunciando a liberdade em nome da ilusão de liberdade. E literalmente odiando como se fosse amor. A ideologia é o assassinato do pensamento dialógico e portanto de qualquer possibilidade de entendimento. É o enterrar vivo a capacidade de intelecção que inexiste como fenômeno absoluto e isolado.

Conversar com um alienado é uma perda de tempo tão grande quanto trocar ideia com uma parede. E com um ideólogo um perigo tão grande quanto tentar convencer um leão que você não é um bife. É fazer política sem saber que está lidando com políticos. E quanto menos alienado mais ideólogo for o doido mais perigoso ele será sobretudo se tiver armas poder ou licença para fazer o que bem entende ou o que entende como seu bem.

Por isso não confunda um idiota preconceituoso mesmo os cheios de ódio, como um idiota ideológico, nem por favor com seus doutrinadores. Uma pessoa cheia de preconceitos e ódio pode ainda está aberta ao diálogo, ela aceita ser sensibilizada seja pela experiencia ou razão, ela pode se livrar deles. O idiocrata ideológico não, ou pelo menos não enquanto não tirar sua ideia fixa que não é outra senão a violência que ele aponta para sua cabeça como arma simbólica ou já quando é tarde demais de fogo mesmo. A menos que você seja uma mistura de exorcista e neurologista, um santo milagreiro capaz de desfazer lobotomias, e expulsar demônios com o poder das palavras. E não sei não, dos que eu já vi se arrogando esse poder, eles estavam mais para os psicopatas idiocratas do que para qualquer outra coisa.

De boa, se o tubarão não vier te comer ou não for o dono do aquário deixa o bicho no canto dele. Estas pessoas não se conversa se isola. Não se dá argumento se desarma. Não se dá tempo. Se corre contra. É perfeitamente possível conviver com todos os tipos de pessoas até mesmo as mais psicóticas e perigosas desde que elas não tenham poder maior do que ofender os outros e terminar falando entre elas. Até tribos de antropófogas podem viver em paz no mundo com sua cultura, desde que não tenham monopólio sobre todo o território e não governem quem não quer ser comido.

Desprezar, odiar, ter as fantasias e ideais mais repugnantes é um direito inalienável. E não adianta reprimi-las, porque repressão é o alimento do ódio. Acredito e defendo a liberdade absoluta das pessoas até mesmo aquelas que tem os hábitos e vícios mais odiosos de viverem em paz. Defendo até mesmo que as pessoas cheias de vontade de posse e poder de desejo de controlar a vida alheia e ofender os outros se manifestarem de viver livre para se coroarem se cultuarem e até se quiserem viver juntas apenas para continuar se matando, desde que não tenham poder nenhum para arrastar quem não quer para suas distopias ou invadir o espaço de paz dos outros.

Uma coisa é cultuar a violência o poder. Pregar a supremacia pela força, outra é ameaçar as pessoas com esses discursos ou pior com poder que não é outro coisa senão do que deter os meios de fato para realizar suas ameaças ou fazer desse estado permanente de controle por terror seu Estado. A lei para impor essa cultura de violência como a ordem das ideias e ideais que se impõem por ameça de vigilância, repressão e conflito com qualquer outro que não se converta a suas ideias e ideias alheios, ou seja, ideologia.

Manual de Sobrevivência dos dialogadores na Selva Ideológica

Ignorar ofensas e pregadores de ódio é uma atitude de paz inteligente. Tentar dialogar com elas e demostrar seus erros uma atitude de coragem e pacificação que não é para todo mundo. Mas ignorar apologistas da violência e dialogar com quem já transformou em ameaça ou clamor por violação da sua vida e liberdade, isso é estar igualmente alienado por um falsa ideologia de paz: a do seu holocausto em favor dos violentos para que eles vivam em paz sem o que eles mais odeiam: você e tudo o que você significa a começar pela sua liberdade. É a pacificação das ovelhas feitas pelos lobos disfarçados de pastores.

Por isso se a virtualidade das redes sociais dá a muita gente aquele coragem que eles não tem fora não cara-a-cara, desarmados ou sem seus grupos. Também dá a falsa sensação de segurança que por trás de cada troll, patrulheiro ideológico não há um violador em potencial, mas só um frustado inofensivo.

Não alimente os trolls. É disso que eles vivem. Porque sem objetos de ódio e conflito sua ideologia se dissipa porque ela não estabelece correspondência de afirmação ou negação com realidades, mas sempre e tão somente com outras ideologias que as afirmem ou reneguem. A ideologia não existe para a realidade, nem resiste a ela, sem o contraste e o conflito com outras ideologias elas se dissipam sozinhas por falta de referência. Ideias e ideais não precisam de ideologia. Mas a ideologia não vive sem ideias e ideais que uma vez em decaídos no confronto ideológico inevitavelmente se reduzem ao jogo.

Uma pessoa com ideais pode viver tranquilamente sem precisar confrontar ou entrar em confronto como ideologias. Os ideólogos e seus alienados não. Eles carecem, exigem, demandam atenção e adesão e partem para o conflito contra quem não concorda em dar o que eles querem. É perfeitamente possível viver em paz desde que de fato viva para se acordo com seus princípios e ideais. Porém não se engane é a prática desses ideais a realização deles que blinda a pessoa da violência e violação desses cultista e seus ídolos não sua pregação. A hipocrisia é pai das ideológicas. E é no mar daqueles que se contentam em definir-se pelo que dizem e não pelo que falam e fazem que os ideólogo prosperam e se disseminam como os falsos profetas contra a falsidade dos solidários, humanistas e libertários que habitam apenas o seu mundo onde eles são mestres: o das ideias apenas como ideias. Demagogos são o pais e o café-da-manhã dos populistas autoritários e suas hordas de fanáticos. Assim como o ato pelo contrário é como a luz sobre vampiros. Demagogos e ideólogos viram pó diante de atos e fatos não como argumentos, mas como gestos e ações repletas do significado cuja palavras apenas aponta nunca substitui.

Não adianta choramingar. A quantidade de loucos e fanáticos ideológicos que se proliferam pelo mundo virtual para ganhar o real, é inversamente proporcional a quantidade de pessoas que se acham muitos lúcidas e cheias de ideias mais não saem do plano das ideias e projetos que não saem do papel e das redes. Não é que ato seja mais forte que a palavra. É o ato que confere veracidade a palavra e seu falador. É o viver em atos que dá confere aos ideais e ideais a concretude que as utopias carecem não apenas para existir, mas sobretudo para resistir a desconstrução ideológica da distopia do mundo.

Enquanto as pessoas que se consideram lúcidas esperam que o próximo bando de fanáticos que tome o poder cumpra a sua obrigação, mesmo sabendo que quem elas são e do que são capazes, vai me desculpar ou se é mais alienado que eles ou mais hipócrita que os líderes políticos deles. De boa, enquanto as pessoas estiverem mais preocupadas com os 50 reais do bolsa-família na mão da tia que vai comprar dentadura do que os trilhões na mão do Trump para fazer guerra, ou do nosso governo bandido para continuar vivendo as nossas custas, ideologia vai ser sempre aquela critica que usamos para qualificar o ideal alheio. E o ideal qualquer coisa tendo ou não qualquer nexo com a realidade e sua transformação. Porque o canalha que ganha com a guerra ou com a corrupção esse a gente entende, é o bandido plantando problemas para vender solução. Mas e o otário que não vive as custas da tia sem dente, não ganha nada com a guerra e só perde com a corrupção, esse aí, só Freud explica.

Conclusão

Por isso quando aparece doido pedindo intervenção militar começam a se proliferar isso sinal é um péssimo sinal de que realmente poderemos tenha uma mesmo. Porque a lógica da idiotia é a mesma. Pense: se você é militar e defende a intervenção, você há de convir que mesmo errado para você, ele está defendendo a dele. Ele está dizendo que a sociedade civil e claro você que é civil é incapaz de se governar ou controlar socialmente seu governo. Mas quando você é um civil e pede uma coisa dessas, você passando um atestado da sua completa idiota e alienação. Está de fato dizendo que precisa ser governado por alguém, está assinando a sua declaração de que ou é um civil incapaz de governar o pais ou pior incapaz de não ser governado por civis mais incapazes e idiotas que você. Que paga pau para militar mas não teve sequer a capacidade de fazer uma carreira nela.É uma mula pedindo para ser montada que nem sequer consegue perceber o quão patético é o complexo e subserviência e inútil e improdutiva até da perceptiva do dominador autoritário é tamanha servilidade.

Não é a toa que nem general consegue levar um comportamento tão submisso a sério. Até do ponto de vista da disciplina militar e autoritária esse comportamento é pusilânime e quem o defende completamente inútil. É imprestável até em campo de combate onde precisa de gente disposta a obedecer se questionar, que dirá na sociedade produtiva onde se precisa de pessoa minimamente independentes para criar. Algo que até o mais autoritário ou parasitário do governos civis e militares sabe. Uma sociedade civil composta de mentalidade militar não consegue sustentar sua hegemonia. Talvez por isso, ditaduras militares tendam a produzir economias ridículas e democracias mesmo de fascismo corporativo como a americana consigam manter sua hegemonia sobretudo armada. O problema do Brasil é não importa de a ideologia é de direita ou esquerda, ela sempre consegue antes de tudo uma ode a imbecilidade e servidão. E até do ponto de vista mais brucutu e autoritário é burra.

Como é que vira e mexe nunca saímos desse buraco negro? 500 anos de práticas das mesma mentalidade e ideologia servil.

Não pense que é fácil não. Para reproduzir um mesmo produto por tanto tempo temos que ser sincero ninguém fábrica alienados como o Brasil. Para termos civis com esse tipo de mentalidade, com tamanha falta de autoestima pela sua própria condição e sociedade civil só mesmo com uma guerra ideológica muito forte uma classe política muito criminosa e uma sociedade civil muito fraca. E absolutamente nenhuma cultura de paz, independência e autodeterminação. Isso sem falar de nenhuma noção de liberdade.

Exatamente.

A ideologia é aquela loucura que Machado de Assis captou tão bem em seu conto o Alienista. É o pior tipo de insanidade porque é aquela que passa e se acredita e se supõe por lucidez até ser tarde demais para escapar da armadilha. Por isso, ou nos livramos de vez dessa epidemia tardia do século passado; nos imunizando com muita solidariedade, humanismo, diálogo e busca de denominadores comum que nos unam como sociedade e seres simplesmente humanos; ou ignorar os doidos e tolerar esses insanos não será suficiente para detê-los e vivermos finalmente livres e em paz. Especialmente quando eles a esquerda e direita estão disposta a transformar suas policia ideológica nas novas polícias políticas quando tomarem o poder.

Eles são doentes. Loucos somos nós.

Nós que ainda achamos que só forças armadas e redução dos custos sociais resolvem. Até os generais que estão imersos numa cultura hierárquica sabem que essa idiotia é suicídio político e econômico.

Só há uma forma de por um fim a guerra ideologia e as ditaduras e/ou guerras de fato que elas desencadeiam as ações de paz da sociedade civil. Ou deixamos de lado esses insanos enquanto é tempo, e começamos a trabalhar pelas soluções sociais de forma independente que vão estancar a ferida social e blindar contra o populismo e extremismo. Ou amanhã nos restará apenas a submissão humilhante ou a resistência sem nenhum estado de direito e garantias constitucionais cidadãs. O que não podemos fazer é esperar seja pelo milagre da transmutação dos bandidos e corruptos, ou do esclarecimento dos alienados e seus mitos. Direitos universais como deveres sociais são hoje a única garantia que ainda teremos liberdade e democracia amanhã. Porque se você esperar o contrário que a democracia venha primeiro para depois conquistarmos o progressos e garantias sociais e direitos fundamentais que tanto precisamos muito em breve não teremos nem uma coisa nem outra.

Viveremos condenados a cumprir papeis nas fantasia dos tarados por poder desse pesadelo que nunca termina, o qual singelamente chamamos de nossa realidade brasileira.

Complemento

Para quem não sabe o que é brincar com o fogo:

Estado de Defesa

Estado de Sitio

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X-Textos: Não recomendado para menores de idade e adultos com baixa tolerância a contrariedade, críticas e decepções de expectativas. Contém spoilers da vida.

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