Expresso da Meia-Noite. O poder libertador da ação-reflexão e a abolição da escravidão contemporânea: a servo-idiocratização da irrealidade virtual como prisão sensorial da vida real.

Da alma do negócio da indústria pop-populista de renegar o negócio da alma. Ou porque só um fantasma pode caçar outros fantasmas e ameaças fantasmas incluso as eruditas. Eis @ X da questão.

Image for post
Image for post

Recebi recentemente uma pergunta reta e direta: se existe solução, qual é? Compartilho a resposta com ponto de retomada dessa investigação, ou para ser muito chato, uma:

Introdução à continuação

Encontrar Solução(s) possível(s), por mais improvável que seja, não importa o quão pessimista seja minha visão da atualidade ou previsão de cenários futuros é a razão desse trabalho experimental que tento desenvolver aqui, de forma um tanto quanto confusa, porque elaboro em tempo real, e o fato de você, ter entendido meu escrito, é mérito seu, e não meu.

Logo, infelizmente ainda vai demorar, espero não tanto tempo, até que eu conseguir sair dessa fase mais critica e analítica para conseguir dar essa resposta de uma sintética mais adequada, que não seja um conjunto de termos vazios, consciência, mas que façam referencia a um trabalho no caso teórico, que de fato sejam uma solução concreta de um problema, e não rococó de demagógico ideológico.

Em outras palavras, como um pedreiro, que de fato eu sou. Mas pedreiro daqueles que quando o dono da casa chega e diz. “ e aí, como está a obra?” Ele que ainda não a tem pronta, não enrola, mas confessa o que não está acabado e atrasado. Mas também não se furta de adiantar e mostrar o que já tem pronto.

E uma coisa que posso lhe dizer sobre soluções em geral, que é uma afirmações extensível as verdades de todas as espécies, é que a validade tanto de uma de outra não só tem prazo de validade, como também local. E isso não quer dizer que as verdades ou soluções sejam relativas mas que elas são infinitas, embora efêmeras, tantas quanto o número de pessoas dotadas de livre vontade. De modo que a grande questão não é qual a solução. Porque ao longo da vida. As pessoas não só descobrem uma, mas centenas de soluções não só para seus problemas pessoas, mas para os problemas coletivos locais, e até pasme mundiais, sim não duvido, disto. É como aquela história em cada rua alguém conheceu alguém melhor que o Zico. E não há pessoa no mundo que já não pensou uma numa solução egoísta ou solidária que viu depois ela se tornar realidade, o que é bom se ela não for invejosa, mas terrível, depois viu tornar-se um problema monstruoso porque ninguém pensou a tempo e naquele lugar na solução que só ele pensou, mas não tomou resolução de colocar em prática.

Difícil não é descobrir a solução de um problema. Difícil é sabendo tomar a resolução, movimento de resolvê-lo, e não protela-la no tempo ou pior transferi-lo para a conta ou espaço de terceiros. É nessa física que é mais uma ética, porque não trabalha como o movimento de um empurrando e se chocando um com o outro, newtoniana, mas dos seres de movimento a si mesmos pela força da sua própria anima que eu estou trabalhando. Uma physis onde o x da questão não é qual a solução. Mas como produzir o milagre do mover-se por conta própria em direção das suas próprias resoluções.

Agora, há que se ter cuidado. Porque antes de buscar soluções há que não só Algo definir a sua própria problemática, mas em deixar de solução involuntária do mundo alheio. O Brasil hoje é visto como a grande solução do mundo. Solução é sinônimo de presa a predadores. E se tem uma coisa que não há problema nenhum é em não ser solução, mas problema de montão, para quem quer te transformar teu couro em solução como de vestimenta. Diria que esse é o primeiro passo. Parar de ser e comportar como cachorros abandonados. Porque Nelson Rodrigues estava errado não temos cabeça de cães de ruas, não mesmo. Somos é cachorrinhos de madame NA rua. Uns caído da mudança; outros abandonados; uns presos pela carrocinha; outros esperando ainda por velho ou novo dono; outros uivando; alguns bando voltados a virar matilhas de lobo; mas poucos se virando com as latas que tem; e o mais importante: poucos de fato se virando como podem para não deixarem os outros os tratarem como cães.

Nisto os chineses por exemplo tem uma abordagem oposta. Foram tratados incluso formalmente como “cães”: “kinos”, “sino”. Porém desenvolveram toda uma abordagem para o bem e para mal bastante distinta da brasileira para lidar com seus problemas. Assim me inspirando e usando como referencia as técnicas dessas resistência milenares contra-aculturadora- que não deve ser confundida com as ações do Estado e Partido Maoista-Comunista Totalitário Chinês, que nem quero falar, até porque essas artes e técnicas não foram desenvolvidas nem empregadas contra o poder de invasores estrangeiros ou como técnicas de defesa estatal, mas populares- darei sequencia ao trabalho. E espero que em breve. Com respostas e soluções bem melhores e mais completas que estas. Porque compartilho da mesmo sentimento. Como disse a tal historia do antes tarde do que nunca, é como dizem os gringos, bullshit. Quem tarda falha, quando não mente e sabota descaradamente. A solução verdadeira há de vir no seu tempo. Porque fora dele não passa de curiosidade para historiadores.

Mais uma vez obrigado, pela atenção

Continuação

Enquanto isso na sala de justiça…

Image for post
Image for post
“Divididos somos ladrões, unidos somos o povo”

(…) E não se enganem não são só os ianques, são todos os tubarões que atacam vendo sangue jorrar. de uma nação cuja extremos do espectro politico não são senão o mesmo manifestação de um inconsciente coletivo bipolar psicopatologicamente doente e manipulado de forma doentia por um estado de carestia, carência, violência e terror, no qual a população dividida e apartada vai se fragmentado, desintegrando e perdendo não só sua integridade, dignidade, mas sua fica personalidade, sua brasilidade, natividade, sua identidade oscilando tanto uma mesma que não é senão uma psique patalógica que vai do vitimismo ao perseguicionismo conspiratório paranoide decaindo no síndromes infantiloides paternalistas e patriarcais que favorecem os cultos populistas as personalidades, a idolatria a ditadura, a propagação das ditaduras e tiranias tão violentas e panóticas hipercríticas com os indefesos e impotentes domesticamente, fracas cegas, corruptas e subservientes com as superpontências. A hipocrisia como sistema de governo provinciano, seja como ditadura de direita ou esquerda disfarçado não só de falsa democracia, mas sobretudo de falsa representação da Nação. Porque em verdade não passa da representação consciente ou não de interesses estrangeiros contra sua própria terra e população e futuro.

Minto se eles não sabem nem quem são, e nem sequer que já morreram e esqueceram de enterrar, como é que vão prever ou entender alguma coisa, mesmo as mais previsíveis como a eleição de Trump, seu processo de impeachment, a prisão de Lula, a eleição de Bolsonaro. A queda da esquerda, a ascensão da direita neo nazi-fascista… as guerras e revoltas e pre-revoluções e pré-epidemias que estamos vivenciando. A quedas das democracias representativas, e ascensões das ditaduras tecno-corporativas privato-estatais necrocapitalistas. E os populações dos países subdesenvolvidos penando e morrendo como se fossem gado de abate para que as futuras geração da humanidade, leia-se a prole dos herdeiros dos países desenvolvidos tenha seu meios capitais e ambiente devidamente legados como patrimônio de “toda” a “humanidade”. Não isto ainda não aconteceu? Ou será que já não está acontecendo? Não importa. Se você está vivo, e não é exatamente um herdeiro. É sinal que podemos mudar o curso da história. Porque ele não muda sozinho.

Mas se eles não conseguem nem ler e processar a própria realidade. Como é que vão lidar processar o que está acontecendo no mundo? Aliás como é que eles vão lidar com qualquer realidade se não conseguem processar nem refletir sobre nenhuma, não então tempo para dar um reposta como projeção ou previsão de presente que dirá do futuro. Não processam direito nem passado sem adulterar memória… como vão acertar qualquer coisa? Como é que vamos falar de consciência critico-sistema para compor uma lógica de programação que somatize e equacione tanto as vulnerabilidades organizações ambientais e artificiais internos quanto as ameaças externas orgânicas compõem toda o espectro da correlação quantitativa entre a gradação da ameaça em proporção inversa a defesa imunológica, se nem a inteligencia do sistema nem sequer trabalha com dados semióticos reais, mas com sinais e signos dados por preconceituação, predefinição e prévaloração da realidade axiológicos desprovidos de inteligencia metainformacional epistemológica? Cabeças pensantes, mais idiotas que essas inteligencias artificiais de bosta que debulham sua cabeça? Ou seja, incapazes de reprogramar sua lógica de programação, coisa que esses computadores já estão aprendendo a fazer para dar nó neles.

Mas para essa viajem por aqui. Porque é dessa pergunta que pretendo continuar… o texto que estava a escrever. E também porque se um supercomputador tivéssemos ele não precisaria nem escrever uma texto enorme, só mandaria dar play nesse vídeo, que cansei de repetir como referencia, Porque com imagem e som talvez o leitor entendesse qual é a bendita metáfora que não é metáfora é metainformação: os Apaches.

Porque não ao contrário do que prega a pseudociencia eugenista seja analisando o passado ou futuro não existe sorte nem azar, nem existe destino certo nem errado. Isso é analise arqueológica paleo cientifica ultrapassada feita de semiótica preconceituosa e de semântica no preterida do passado, desprovida da ciência capaz de ver e prever com mais precisão não só os fatos passados ou futuros, mas alterá-los. A ciência da consciência, ou ciência das metaciências que opera o tempo-espaço termodinâmico já no plana das computações epistemológicas tanto no sentido futuro quanto passado. E com ferramentas de calculo inteligente e automatizado através do mesmo principio da metatecnologia aplicada tanto no desenvolvimento de metamateriais quanto de processamento de metadados para a investigação cosmopolítica da adivinha metainformação. Porque tantos metas nessa história? Porque nada mais está no plano da normalidade. Nada mais está está constituído dentro dos princípios elementares do até então universo conhecido. São novos materiais. Novas forças. Ou na verdade padrões elementares da formação das formas e matérias e energia até então negados e renegados como entidades ou melhor padrões fundamentais à formação da natureza tanta da pydis quanto psique,

Todo um plano existencial absolutamente real e empiricamente manipulável de transformação ou melhor de metatransmutação ou metainformatação da forma da matéria que até ou era considerado pura dimensão da magia, bruxaria e metafisica, fantasia, e que de fato era por isso mesmo dominado por ideólogos e charlatões até porque abandonado pelos traidores da luz da razão. Agnósticos que são os isentões da ciência. Que na duvida não investigam. E os negacionistas que na duvida, negam a própria missão da ciência. que é investigar e não provar axiomas e pregá-los como mandamentos até que se prove o contrário, embora não empreendam nenhum esforço dirimir tal dúvidas, pelo contrário, para encerrar desqualificando que até então se investigasse esse campo. O maior erro e atraso da ciência, não só porque graças a ele preconceitos supremacistas eugenistas e genocidas continuaram a crescer nas sombras, mas como penetraram nas falhas sistêmica estrutural da da produção inconciência da ciência: que volta e meia, mundo em crise, ou uma grana para ou fama entrando na jogada continua a fazer ideologia de fundo nazi-fascistoide e neocolonialista disfarçada de pseudo-ciência, ruim, mas embalada com marca da boa.

Muita gente acha que eu despiroquei de vez. Mas esses textos são um recado em forma, informação e metainformação que por trás de toda a merda mais tosca e loucura incluso a aparentemente mais inocente há método senão do louco alienado e do alienista, do arquiteto do panótico manicomial ainda que este já seja um panótico mais que perfeito. Benthan ficaria orgulhoso, porque não só o diretor vê sem ser visto, mas as paredes tanto de cada celas do arcabouço já invisivelmente virtuais. E ele pensa estar numa bolha, quando ele é o bolha da bolha, ou como diria o sacerdote: numa igreja da boa você não está no templo, é o templo, o fanos da igreja que está dentro de você. Você é a igreja. Quando se trafica isso com tecnologia em rede global. é um grande avanço competitivo. sobretudo quando seus usuários do seu aquário são os idiocratas das velhas ideologias (mundanas ou religiosas, tanto faz) que acham que usando e capitalizando em cima da sua ferramenta, quando estão sendo usando e necro descapitalizados intelectualmente como meio de (re)produção dos domínios semióticos da plataforma epistemológica dela.

Estamos em plena era da consciência que se inicia é claro como as guerras contemporânea que, conscientemente ou não, já estamos vivenciando: as guerras pela alma do negócio, a sua alma ou mais precisamente a única parte da sua alma alienável e expropriável como propriedade intelectual e banco de metadados à plataforma do domínio virtual ao concreto da sua dominação domesticadora globalizada: a metainformação. É já ciência e tecnologia pop, populista aplicada em todos os planos e esferas e industrias da cultura, a economia e politica, passando pela religião até a própria ciência e tecnologia e filosofia. Ou melhor já é metaciencia já fazendo a transição do mundo pseudo-ciência metafisica, para a consciência da metaciência não dos meros signos e sinais convencionados para as natureza elementar da natureza que constitui a própria essência das leis universais da constituição da formação da informação no universo antes que o primeira intelecção soubesse o que era uma informação ou o saber ou achasse que isso era uma “lei” com alguém com um trono e peruca e nomes e pronomes de tratamento formais a lá Supremo Tribunal cagando e arbitrando com mando e desmandos a ordem imanente-transcendental do universo, tentando enfim esconder na sua formalidade supremacista tanto a ausência de alma matter da informação quanto renegar a natureza viva da informação que pulsa em cada pessoa natural do povo que ele morto-vivo, vampiriza ou necrocapitaliza com seu necropoder.

Mas eu já não preciso dizer mais nada. Todo mundo sabe disso. E por saber eles estão apelando primeiro para negação na cara dura. Os supremacistas, racistas, eugenistas, foram pegos nus, trepando no cemitério. O que eles fazem? Negam, renegam, fatos, dados, matam testemunhas, atacam pessoas. Parte para ignorância, fanatismo e violência. A mulher não quer se submeter? Rasgo a cara, mato os filhos para ela aprender a calar a boca. O povo não quer ficar quieto e trabalhar obediente. Atiro no olho para aprender a ficar de olhos fechadas, boca calada e cabeça baixa. Você pede pão? Vai é ganhar pedra. E mais chibatada para aprender a se contentar com o que tem. É a pedagogia da patriarcal-paternalista da violência. Agressão e privação. Apanhando e passando necessidade. As pessoas aprender a obedecer e a adorar os tiranos do pátrio poder que depois hão de oferecem migalhas e os expropriados vão adorar seus violentadores e rapinadores como salvadores messiânicos. Técnica antiga turbinada no terceiro mundo com o uso de tecnológicas de conversão em massa. Técnica antiga turbinada no primeiro com provisão dessas tecnologias para imbecilizar e dividir as massas, em mais uma vez, necro capitalizar nada menos que tudo. E assim enquanto o caudilho de direita e esquerda vão tocando fogo e se matando como xamas e caciques de tribos indígenas, o neocolonizar vai entrando com sua nova companhias das índias, carregando os novos ouros, ocupando terras virgens, tomando corpos, corações e mentes, estabelecendo suas missiones e feitorias. Repetindo não a história como farsa, mas a farsa com história agora higtech de pecuária incluso a humana de outras raças é claro. As de carga e abate, e não as de reprodução.

Uma arte não da guerra, mas da paz que logo não é arte meramente marcial, mas seminal. Algo que a parábola do semeador presente nos evangelhos não por acaso sinópticos, já explicava e que não cito porque aí já é falta de respeito, tanto quanto jurar verdade sobre o livro, que pede não jurar. Não tenho “as moral” nem a falta dela para tanto. Por isso prefiro falar de outros praticantes dessas artes seminais. Incluso daqueles que não saíram das artes literais, mas as marciais.

Recentemente falei de Muhammad Ali que transcendeu a arena do seu esporte marcial para a da historicidade, se fez não só mensagem seminal, mas episteme da meta transformação das novas formas de vida. Vou falar de outro mestre da contracultura pop que procedeu o caminho inverso. Isto é, aplicou os saberes seminais para se infiltrar numa cultura alienígena e sob a máscara social interpretando no jogo da vida, o ator e lutador de artes marciais também fez-se base elementar não só de uma outra cultura, mas de uma outra semiologia porém com a mesma verdade epistemológica. Um ícone que não dado a guerra cultural está em desconstrução no ocidente: Bruce Lee. E tendo sua iconografia necrocapitaliza como um capitão América (pelo menos a coreografia é melhor) para a civilização chinesa. Sim civilização. Gostem ou não, é o que essa cultura de 3 mil anos é. Assim como não deixa de ser uma ditadura totalitária, porém não de republica de bananas.

Porque nas ditaduras dos bananas, ditaduras em casa, ditabrandas fora, os falagrosso, pão-duro e porrada escondido em casa, e florzinha, mansinho, perna e mão aberta fora. O típico ditador machão corno latino americano do pequeno pátrio-poder familiar ao estatal. Violento e covarde e cu-de-ferro com quem não pode reagir, mas chupa saco e lambe bota com quem não aguenta. O violento ou covarde, a mesma coisa que encontrou nessa internet já devidamente necrocapitalizada pelas máfias do vale siliciano (por sinal em guerra entre amigos-inimiguinhos com as gangues dos banksters de Nova Yorque) seu habitat natural. Aliás, bankster não. Que o baronato é coisa do século retrasado, da época dos casarões da paulista, quando Fiesp não fazia manifestação de rua (sinal dos tempos). O negócio do financismo lá, todo hoje até mendigo diplomado sabe que é em Wall Street, como aqui é na Faria Lima. Assim como é sinal dos tempos, de ultradesigualdade, que qualquer coisa parecida com um vale do Silício seja como meca tecnológica ou de capital de risco para ciência e tecnologia embora avançada, continue dentro como embrião dentro de células e óvulos e centros tecnocráticos burocráticos, que por sinal até esses estão sendo desmontados!!!

É meu amigo. Há que se ter muita fé e muita consciência para conseguir fazer ciência humana ou exata no Brasil. Há que não só acreditar em milagres termodinâmicos, mas aprender a arte de produzi-los. Porque senão não só sua produção morre, mas se teimar em não morrer de fome. Há outras métodos e processos nem todos tão avançados de interromper investigações, estudos e projetos sobretudo os sociais independentes, não partidários, e não-governamentais ou até estatais.

Mas antes de sair em disparada, deixa eu viajar um pouco mais pelo mundo interior e exterior, das artes marciais às seminais do poder de emancipação da reflexão à ação-libertação.

Das artes marciais às seminais.

Image for post
Image for post

‘Seja água!’

O mantra dos manifestantes — “Seja água!”, frase da maior estrela de cinema da ilha, Bruce Lee — sintetiza as táticas do movimento, em seu apelo à flexibilidade e à criatividade.

Quando a polícia aparece em um protesto, os ativistas costumam desafiá-la e enfrentam os policiais, antes de desaparecer e reaparecer em outra parte da cidade.

Os protestos pró-democracia que paralisaram grande parte do centro de Hong Kong em 2014 envolveram o bloqueio de várias estradas importantes por mais de dois meses. As táticas mais fluidas dos manifestantes atuais, muitas vezes mascarados para evitar a vigilância e vestidos de preto, apresentam um desafio maior para a polícia. Oficiais da linha de frente dizem-se exaustos e que nunca sabem onde serão as próximas manifestações.

Os manifestantes dizem que seu movimento não tem lideranças. De certa forma, isso é uma reação aos protestos de 2014, em que muitos dos líderes foram presos e condenados à prisão.

Desta vez, ativistas de linha de frente como Ah Lung mantêm-se fora do radar, usando apelidos e protestando com máscaras.

As redes sociais também são parte fundamental da organização. Grupos no Telegram, páginas no Instagram e fóruns online como o LIHKG são usados para postar tudo, desde notícias sobre os próximos protestos até dicas sobre como se livrar de bombas de gás lacrimogêneo.

Não é uma questão de “não ter líder, simplesmente significa que todos são líderes”, disse um estudante de 22 anos de idade de Hong Kong.

As linhas de frente

No domingo, Ah Lung se juntou a outros mascarados “no front” quando o protesto começou. Alguns usavam chaves para afrouxar parafusos em cercas de beira de estrada, que eram então usadas em barricadas improvisadas contra a polícia. Enquanto trabalhavam, outros manifestantes mascarados usavam telescópios portáteis para rastrear movimentos policiais.

A natureza improvisada e de baixo para cima do movimento de protesto é ainda mais evidente na quantidade de médicos, muitos de hospitais locais, que aparecem em protesto para tratar os feridos e ajudar vítimas de gás lacrimogêneo.

Kay, uma médica de 28 anos que trabalha com tecnologia da informação e só informa seu nome, disse que prepara um kit de emergência, incluindo iodo, bandagens, torniquetes e solução salina contra o gás antes de cada protesto.

— Fui atingida por uma bomba de gás lacrimogêneo uma vez e depois, quando me refugiei num local seguro, algumas pessoas me ajudaram. Senti-me tocada e queria ajudar algumas pessoas — afirmou.

Embora o movimento de protesto não tenha líderes identificáveis, ele tem o apoio de proeminentes ativistas pró-democracia e grupos que, no passado, lideraram manifestações menores e mais ordenadas, que não miravam tão claramente a liderança em Pequim.

A Reuters verificou que há um alto grau de coordenação entre um pequeno círculo desses ativistas, muitos dos quais participaram dos protestos de 2014 desencadeados pela recusa de Pequim em conceder o sufrágio universal para a eleição do comando do Executivo de Hong Kong.

Por exemplo, os membros do Demosisto, um partido que defende uma democracia mais ampla em Hong Kong, estiveram por trás de uma série de manifestações, algumas das quais terminaram em violentos confrontos com a polícia, de acordo com os membros do grupo. Mas eles não conseguem impor sua liderança nas ruas, com os manifestantes discutindo entre si e consultando seus grupos pelo telefone sobre qual ação tomar. -Anárquicos, furiosos e sonhadores: por dentro dos protestos de Hong Kong

Image for post
Image for post

Força Bruta?

É um movimento complexo de corpo inteiro

De Standford Jessica Rose estudou as imagens que temos do famoso movimento de Lee, e afirma que ele é realmente um movimento realizado com todo o seu corpo. Começando com pernas de Lee.

Ao assistir o soco de uma polegada, você pode ver que o sua perna direita se contorce através da extensão do joelho num movimento rápido, explosivo

Quando as pernas de Lee de repente se alinham, seus quadris adquirem uma torção com velocidade excepcional, e o ombro de seu braço é empurrado para a frente.

Simultaneamente, o cotovelo de Lee é estendido e punho é impelido para a placa de madeira. Ao assistir o filme, você pode notar que, logo que após o desfecho do soco, Lee puxa de volta imediatamente. Isso reduz o tempo de impacto do soco, que comprime a força, o que torna ainda mais poderoso.

Em questão de segundos Lee combinou a força de alguns dos maiores grupos musculares em seu corpo para realizar uma façanha de força em uma área concentrada.

Cada articulação e músculos do corpo de Lee tem um momento de aceleração de pico e para obter potência máxima Lee tem que sincronizar seus movimentos para que todos os momentos de pico de aceleração tenham uma sequência correta até o último instante. Cada movimento é realizado com precisão espantosa.

No entanto, Rose insiste que não é apenas músculos bem afinados de Lee que são a força motriz por trás do golpe poderoso:

As fibras musculares não ditam a coordenação, e a coordenação e tempo são fatores essenciais por trás dos movimentos como este soco de uma polegada -

A neurociência por trás das artes marciais(…)- A ciência por trás do soco de Bruce Lee soco a uma polegada de distância!

(…) Estudo recente, feito por pesquisadores do Colégio Imperial e da Academia Global de Londres (ambos na Inglaterra), sugere que o segredo técnica não está exatamente nos músculos, mas no cérebro.

Em suas investigações, eles avaliaram doze praticantes faixas-pretas de caratê (com uma média de 13,8 anos de prática) e doze pessoas com idades similares que praticavam atividade física mas não tinham experiência com artes marciais.

Como era de se esperar, os faixas-pretas se saíram melhor no teste físico (socar um objeto a 5 cm de distância). Contudo, o impacto do soco, ao contrário do que muitos imaginariam, era especialmente influenciado pela coordenação do movimento, e não tanto pelo tônus muscular.

“Nós acreditamos que a habilidade pode estar relacionada à sintonia fina de conexões neurais no cerebelo, permitindo que a pessoa sincronize o movimento de seus braços e tronco de forma muito precisa”, explica o pesquisador Ed Roberts, que liderou a equipe responsável pelo estudo.

Por meio de exames de ressonância magnética, eles encontraram diferenças em duas estruturas cerebrais dos participantes: o cerebelo e o córtex motor primário, ambos envolvidos no controle de movimento. Essas diferenças eram maiores nos praticantes de caratê mais experientes, e tinham relação com sua habilidade de executar o “soco de uma polegada”.

“Estamos apenas começando a entender a relação entre estruturas cerebrais e comportamento, mas nossos resultados são consistentes com outras pesquisas que mostram o papel crucial do cerebelo em nossa habilidade de realizar movimentos complexos e coordenados”, destaca Roberts. Novas análises deverão trazer mais detalhes a respeito do “cérebro guerreiro”. -A ciência por trás do soco de Bruce Lee soco a uma polegada de distância!

Porque mestre sábio diz, gafanhoto: não é porrada, nem ideologia é a mente e alma, é o espírito da matéria atravessando a matéria. Ou mais especificamente é força de pura vontade materializada como energia potencial que explode em movimento único momentum do espaço-tempo atravessando a matéria. Das arte marciais às artes seminais.

Não é só a mente é a alma. É a semiologia, não só da “mente” ou “coração”, mas a integração da visão e ação de tudo que é elementar e essencial a alma da pessoa com o mundo.

Não há nada de sobrenatural, nem metafisica nisso. Mas há mais conhecimento não só neurológico fenomenológico da física aplicada da mente e da natureza aplicada que a até então dominado em tese as vezes na práxis de um simples soco, no que na hipóteses ou hipercríticas mais complexas. E porque a surpresa? Ninguém sabe o tamanho da falácia da artificialidade mais do que a informatica, a cibernética e robótica que se depara com a complexidade de programação do aprendizado dos movimentos mais simples.

METIS. Porque antes da forma e do conteúdo, a informação, a essência, que não é meramente o signo. Nem mesmo um metasinal. E nisso, felizmente, ainda nem mesmo as ciências dos metadados, ao menos ainda não, não tem visão nem muito menos consciência, desse plano elementar, não como ciência e tecnologia.

Porque há que se ter fé, mermano, porque fora das bolhas, a real é: selva. Sejam para o social das Ciências biológicas, exatas ou sociais, que dirá então para o ação social e artes, elas marciais ou seminais. Até as belas artes, que dirá então as “feias”. Porque era uma vez em Hollywood de verdade continua sendo que uma vez… no (velho) Oeste. Incluso no mundo cenográfico das Globo e Record da vida daqui até a dos negócios da China, Índia, Cochinchina que o digam os vietnamitas do norte ou sul, porque quando o que eles os senhores da guerra e intriga não conseguem matar e levar sozinhos, não tem erro, eles cortam ao meio, e dividem em dois, porque no necrocapitalismo feio não é roubar, feio é matar e não poder carregar (tudo), que os digam os franceses e sua indochina.

Image for post
Image for post
E não, ele não vai te soltar no final do filme.

Porque a verdade que liberta, não nunca está no passado, mas sempre no futuro. Não está mais na mitologia, teologia, nem mesmo na metodologia paleocientífica. Ela não só precisa absorver o desconhecido, mas o conhecido como complexo reflexivo. A verdade não relativa, é infinita. Não é mero jogo de espelhos, sinais e representações informacionais de perspectivas destorcidas pelo movimento no espaço e no tempo, é complexo intro-projecional programático nexo-noológico gramático-matemático infinito reprojetado da episteme para a formação físico material que penetra a informação físico material pela semiótica até a metafísica para retornar dessa jornada-investigação com o campo material da (cons)ciência.

Uma alquimia que busca a pedra filosofal, mas não nos labor e oratórios dos claustrofóbicos, mas nos libertários, na experiencia da viajem-jornada da vida, não como fazer ou contar história, mas produção da historicidade, a quintessencia que não se queima nem se apaga quando os totalitários queimam os livros, ou as pessoas em seus fornos e fogueiras, pelo contrário, se propaga ainda mais rápido como luz da razão gregário-libertária.

A natividade que se nasce da alteralidade. Da verdadeira reflexão, experiência e experimente ciente e consciente da ordem da natureza sensível, concreta e empírica empática do mundo físico, que em princípio se não for primeiro um outro mundo invisível, depois um mundo paranormal, sobrenatural, misterioso, mágico, assombroso, absolutamente deslumbrante do qual anseia e tem absoluta fé na luz da vontade e vocação do se dar a conhecer, e conhecer, do significar desvelar e revelar não há nenhuma possibilidade de gnose, saber, vida, experiência. Não há nada senão o medo, o vazio e a desintegração.

Conhecer não é negar outro mundo, ou o mundo do outro, conhecer é antes de tudo reconhecer a existência do outro, e do seu mundo. Conhecer não é negar o outro mundo nem muito cego a ele, fantasiar sobre ele. Ou pior impor suas fantasias passando com elas por cima do outro e seu mundo ao qual é incapaz de enxergar na sua prepotência a qual chama não só civilização, ou superpotência, mas de ciência, mas a verdade e fato universal. Como se uma verdade ou fato pudesse ser verdadeira ou universal sem compreender aquilo que não entende, não vê, nem sequer poderia sê-lo nem por apropriação ou incorporação que dirá por negação daquilo que se reafirma sua verdade negado, e prova a contradição do renegador: a potência criativa: a liberdade.

Não existe ciência sem esse estado de espírito ou consciência salvo como charlatanismo ou mera imitação. A verdadeira ciência é o deslavamento semiótico permanente do sobrenatural como senso comum da lógica da essência da natureza, sua epistemologia. É olho de orus que não se fecha como seita, para governar escravos, mas para libertar os povos. Quem não entende isso, sinto muito, não consegue perceber que um macaco ou um robô treinado para fazer uma escavação arqueológica não está fazendo história, a sua nem da humanidade, nem sendo tratado com humanidade que todos os seres dotados de anima merecem, que dirá fazendo a dita ciência humana chamada historia nem se tivesse o auxilio de cálculos e calculadoras de alta tecnologia e precisão das ciências exatas.

Da mesma forma que colocar um elefante para cagar numa tela não produz arte abstrata. E por uma simples razão. Uma coisa é a cenografia criptografia, outra é a porra da criptografia que você não compreende. De modo que talvez alguém possa dizer que estou aqui jogando como as palavras para dar a impressão como um mecânico ou economista charlatão que conheço o que não entendo, a famoso rebimboca da parafuseta. Mas a arte abstrata não é o significado arbitrário dado entre A e B. A e B não estão ligados por signos aleatórios convencionados. Para os signos funcionarem eles precisam fazer sentido, se não para o observador, para alguém ainda que seja tão somente para o próprio criador da obra. Algo que um psiquiatra tenta desvendar e o faz, buscando as correspondências da manifestação desse mundo imagético com a realidade sensível a qual tudo está imerso, incluso outras manifestações simbólicas ao qual podem ter influenciado tal manifestação aparentemente sem nexo. Ou realmente sem nexo algum, porque esgotados as referencias, conhecidas e códigos simbólicos já elaborados mas por elaborar, um IA muito em breve não só poderá criar arte abstrata, mas julgar esteticamente a arte abstrata alheia com propriedade. De modo a saber se foi um elegante que cagou na tela, ou mesmo a pessoa que fez, mas com o cuidado ou intencionalidade estética de um elefante cagando.

E se você está preocupado com as críticas de arte, ou a qualidade da obra de uma IA, eu não. O que interessa é o grau de ciência e tecnologia para desenvolver isso, e o que se pode fazer com isto, principalmente quando se continua num estado ainda paleocientífico de ciência da consciência enquanto ethos e não mera manipulação predeterminista materialista por sinal ainda burra e ignorante e renegante da liberdade como padrão constante cosmológico elementar dos fenômenos em todos campo e planos não só do saber, mas da natureza do(s) universo.

De modo que ideologia não é só credo preconceitual pseudo-estético perdido nesse abismo de hiperdesigualdade que aparta humanidade, mas um credo que opera no campo metafisico, e afeta não só o credo, mas o estado de espírito, ou estado de arte, mas o estado de ciência e muito mais do que crê nossa vã filosofia da ciência. Há enorme preconceitos ideológicos na estética, e preconceitos estéticos ainda maiores nas demagogias ideológicas, incluso aquelas que afetam não só os dogmas das religiosidades, mas as hipóteses e axiomas incluso metodológicos das cientificidades que não veem o congregacionismo semântico das suas operações e formulações “puramente” matemáticas, nem a gentrificação eugenistas da programação lógico-matemática das linguagens gramaticais que nulificam os conceitos e subtraem propriedades antes mesmos das matemáticas executar efetuar seus cálculos e cômputos dos não-seres funcionais incluso no jogo de espelhos da física social ou natural como gnose do outro como reflexo consciente ou não das projeções e introjeções das metainformações já completamente incosncientes que da diferença entre esse complexo jogo de espelhos imaginários que reflete a realidade e o realidade de fato e dos fatos, que não está no jogo representação da imaginação e reflexão, nem mesmo no jogo de luzes e sombras, mas sempre além. Porque senão o sábio chines nunca sabe se está sonhando que é borboleta, ou se é borboleta sonhando que é sábio chinês. E não entende o tal do Tao, do qual você só vê sempre as pegadas, porque É o elementar meu caro Watson. O elementar. O que não quer dizer que as pegadas sejam meras projeções ou ilusões. O nome correto é rastros. A menos que você ache que um peido é só ilusão só porque não vê ou já perdeu olfato, ou gosta do cheiro do seu. Então fica cheirando o seu. E negando que a existência do fiofó e o universo da produção intestinal alheia. Incluso a universal.

Pobre do investigador que pratica ainda o raciocínio cosmológico procurando a ordem predeterminista ontogenética. Presa fácil. E do Freedy Krueger.

É obvio que é campo espaço-temporal é só uma matriz. Mas a abstração do modelo não anula a concretude que tenta fazer correspondência fenômenos incluso os antro e etnofágicos. Não importa se a criança morre durante um sonho ou por causa das fantasias que um louco trouxe à realidade como pesadelo distópico. A vida e a morte é sempre em nosso plano existencial o fim do espectro sensível ao menos desse horizonte de eventos esteja o ser pensante acordado ou dormindo para os rastros da trajetória do seu futuro, que a propósito rigorosamente não existem concretamente salvo como as pegadas que você deixa, não para os observadores panóticos, mas semióticos desse outro plano elementar de construção atemporal do sensível que nunca é ilusão, mas absolutamente tudo: a vida.

Porque o que você vê não é uma mera projeção é uma introjeção. E discernir constantemente é fazer ciência para ter consciência. Algo que você perde quando perde a fé no sobrenatural. Porque o mistério não é uma fantasia, fazer do sobrenatural, o natural incluso como revelação descoberta advento ou invenção e não como artificio artificial, sem alma matter, e fundamento elementar seminal e epistemológico é o ideal permanente da fé libertadora da luz da razão da consciência de quem se faz ciente e consciente da sua potencia e vocação existencial: a livre vontade como autodeterminação gregária do proprioconcepção do sentido e função solidária autogeradora da rede da vida.

Por isso, com palavra Bruce Lee.

Image for post
Image for post

Mas não é ele, dirá o olho materialista desatento.

Tem certeza?

Para quem não sabe Bruce Lee tem uma coisa em comum com Trump também é descentes de alemães. Porém, uma abismo os apartas: evidentemente não descende só deles. Um abismo que a maioria do povo brasileiro não só vê, mas sente na pele. Especialmente quando resolve como o “china” não ser humilde. Taí uma coisa que senhor e servos das casa guardas das metrópoles odeiem, mais servo do campos e senzalas províncias “metido” e altivos. Malcolm X explica.

Porque mestre sábio diz, gafanhoto: guerra ideológica não é só porrada na cabeça, é porrada na mente e coração. Ou como diria o outro: o nome desse golpe é apropriação cultural. Uma arte marcial chamada Ideologia, idiota. Um golpe que se faz da própria palavra ideologia e o próprio termo idiota, mas como um golpe de duplo sentido, uma facada dupla de um falsário-ideológico de quem não cansa de usar e abusar, da palavra idiotia, até para banalizar a idiocratização da servo-imbecilização da espetacularização ideológica quando de pornochanchada já virou filme pornográfico explícito para a família retrasada politica ou impoliticamente correta.

Ideologia uma arte marcial cujo ataque não tem defesa, salvo em outro plano: o da semiologia. O plano epistemológico do qual ela é um mero subproduto pervertido enquanto apropriação cultural, expropriação intelectiva ou a própria desonestidade intelectual enquanto demagogia, estelionato, charlatanismo e claro falsidade ideológica.

Até porque essa segregação é primeiro uma loucura, e depois a morte. E por necro alienação determinista-materialista, que é sempre cosmopolítica, mas que as vezes se manifesta não como apropriação cultural, mas como expropriação criativa-intelectual para a reprodução das falsos títulos e titulações de propriedades intelecto-alienadas que em verdade são falsos espelhamentos mórbidos de correspondências simbólico representativas do outro já necrocapitalizado e expropriado não só da sua identidade mas capacidade de interpretar, proceder e assim conhecer reconhecer a gênese da sua criação para proprioconceber consensualmente o destino autodeterminado e soberano não só da sua historicidade da sua trajetória de vida, mas da identidades tanto particulares quanto comunitárias como o vetor-marcador do seu sentido existencial da sua sua matriz de desenvolvimento da sua potencia em função da sua natividade como pulsão vital, e não da introjeção da compulsão de morte culto-sacrificial tarado totalitário a hegemonia eugenista alieno-supremacista.

Aos 16:20 Lee fala sobre como concebeu o seriado que um chinês não creditado, não estrelado por ele. E antes que você fale mal dos gringos. Já viu “japonês” galã de novela das oito? Eu não sou japonês, mas já fui gordo, e já vi japonês ser tratado igual a gordo. Então não estou reclamando, mas constatando. E portanto quem foi gordo ou é, mas não é “japonês” -termo geral, porque a branco, não sabe, não quer saber e tá pouco se fudendo para quem sabe, a diferença, passou de seis horas é meia noite, e a capital do Brasil é Buenos Aires - a parada é a seguinte, gordo ou é tratado como um bichinho feio, ou bonito. Tipo um anão, ou um hoobit, ele até que é bonito… para um gordo, parece até que é de uma raça, ou que é feito de pelúcia. Mas tem condições objetivamente ainda piores, ser caçado com uma se fosse um fera perigosa, ou um objeto sexual é ainda pior. Porque o sofrimento subjetivo mata e aleija objetivamente mas a gente se defende com uma casca dura e bem grossa, e amor próprio agora tiro no peito e estupro até tem defesa mas não é com bandeira e ato simbólico nem guerra ideológica no plano subjetivo da hipocritica, mas objetivo da hipercrítica semântico-epistemológico onde a palavra há de virar ato-ação, e o ato-ação há de virar a mensagem e não mera interpretação.

Porque esse não é só o jogo das relações de poder contra-emancipatórias essa é a arena espetacular da alienação anti-libertária, onde as ação e relação gregária não entra nunca para ganhar, porque já perdeu e nem percebeu. Não só porque quem manda na casa dita as regras do jogo, mas porque nem tem consciência de não está no verdadeiro campo, não está lutando com o verdadeiro inimigo, e pior nem sabe que estão ganhando ou perdendo, sua luta pela vida é a aposta e a morte o prêmio com o qual seu patrocinador já se necrocapitalizou e garantiu a perpetuação do seu patrimonialismo hereditário. Uma cruza inclusive a mera consciência da técnica da industria da produção e reprodução da tecnologia, mas que se volta para o estado da arte, ou da produção e reprodução industrial da estética eugenista, da ditadura da forma da gene, da gênese, do gênero, e suas regras de concepção e geração das novas gerações e atualizações automáticas e automatizadas pré-agendadas, predeterminadas e pré-programadas, incluso com design de beleza, feiura, politicamente, ambiental, cultural correta ou incorreta? Tanto faz. Desde que se necrocapitalize. Fodam-se os outros, porque eles são sempre os invisíveis, feios e estranhos, os sinistros, os fracos. Os canhestros.

Já se sabe ao certo qual foi a maior conspiração da História. Sem dúvida foi a conspiração contra a esquerda, combatida por todos os lados, nos dois hemisférios, como se houvesse um acordo sinistro entre todos os que preferiam a direita — a mão direita, bem entendido. Durante milhares de anos, quase sem exceção, o lado esquerdo ficou com o pior pedaço e isso é demonstrado, na prática, nas crenças preconceituosas e palavras pejorativas que lhe são associadas. Por outro lado, “à direita do Deus Pai”, como está na Bíblia, ficam as boas ovelhas. Direito máximo, injustiça máxima: a supervalorização do destro somada a um fator real — a maioria das pessoas é mais hábil com a mão direita — estigmatizou os canhotos, aqueles que dominam melhor a mão esquerda, como pessoas no mínimo diferentes e esquisitas.

Ser canhoto é fazer um esforço a mais para coisas tão banais do cotidiano que, na verdade, não deveriam exigir esforço algum. Saca-rolhas, torneiras, maçanetas — tudo o que gira, gira para a direita na ditadura dos destros. Para os canhotos, de duas, uma: ou vivem um eterno jogo de desmunhecar ou aprendem a lidar com as coisas usando a mão direita. Existem em muitos países indústrias preocupadas também com esse lado (esquerdo) da questão, fabricando objetos próprios para as mãos canhotas. A pioneira foi uma fábrica finlandesa que, em 1954, começou a produzir tesouras canhotas, ou seja, com as laminas invertidas.

Nos Estados Unidos e na Europa existem associações de canhotos, que batalham por seus direitos — igualdade de oportunidades no trabalho, por exemplo. No Brasil, uma Associação Brasileira de Canhotos (Abracan) surgiu no final da década de 70, e conseguiu apoios ilustres, como o do então presidente João Figueiredo, um canhoto; também conseguiu do governo Paulo Maluf, de São Paulo, a determinação de que ao menos cinco por cento das carteiras nas escolas públicas sejam para canhotos, isto é, com a mesinha de apoio no lado esquerdo. Em 1982. porém. A Abracan fechou por falta de recursos, deixando aproximadamente 14 milhões de brasileiros canhotos na mão dos destros.

Uma das teorias mais aceitas para justificar á preferência pelo lado direito das coisas diz que isso surgiu com os primitivos habitantes do hemisfério Norte, adoradores do Sol. Pois, no hemisfério Norte, o Sol parece mover-se no sentido horário, para a direita. Seguindo nessa mesma direção, os budistas fazem suas caminhadas para meditar; os peregrinos que vão a Meca rezar para Alá circundam da estluertici para a direita a Ka’aba, a construção onde está a pedra sagrada dos seguidores de Maomé. Os muçulmanos, aliás, chegam a ponto de afirmar que Deus tem duas mãos direitas.

A própria Bíblia exalta a mão direita, simbolicamente a mão que ” sabe dar”, já que a esquerda é a que recebe de Deus o sopro da vida. Michelângelo,( pintor italiano canhoto, retratou esse momento da Criação no teto da Capela Sistina). O Antigo Testamento diz que Eva foi criada a partir da costela esquerda de Adão; tanto pior, porque dai se estabelece nos textos bíblicos toda uma duradoura ligação do lado esquerdo com o pecado e a tentação.

Na Idade Média, a Inquisição queimará os canhotos, como praticantes de bruxarias, mensageiros da morte e enviados do Diabo.

Também na Idade Média a mão esquerda passa a ser relacionada com a sujeira A explicação para isso até que tem alguma lógica: num período em que lavar-se era um hábito raro, a limpeza ficava por conta da mão esquerda, inclusive a higiene íntima. Com medo de sujar-se, as pessoas só se cumprimentavam com a mão direita , a mesma usada para comer ou pentear-se. (…)

Na realidade ninguém pode afirmar com total segurança que este ou aquele motivo é que origina o preconceito ou as desvantagens que levam os canhotos. Até porque nem a ciência moderna conseguiu encontrar uma explicação para o próprio fenômeno do canhotismo. Os macacos ou são ambidestros ou dividem-se em igual proporção entre esquerdistas e direitistas. Só no homem o ambidestrismo é uma raridade — apenas duas de cada cem pessoas, em média, são tão hábeis com a esquerda como com a direita. (…)

Agourentos, desajeitados, maliciosos…

Na hora de dar sua palavra, o grego foi o único que ficou a favor da esquerda: arístera , o termo grego que designa a mão esquerda, tem o sentido de” melhor” e a mesma origem da palavra aristocracia. O latim, a princípio, concordava com essa imagem positiva: sinister, que quer dizer ” esquerdo”, significava “afortunado”; a palavra vem de sinus , o bolso da toga dos romanos que ficava, é claro, daquele lado.

Mas essa era a época em que as estátuas dos deuses romanos tinham a face voltada para o sul e o olhar dirigido à esquerda, ao leste, de onde vinham, com o sol, os sinais de bons augúrios. Não se sabe por que,mas as imagens das divindades, aproximadamente no século II, foram voltadas para o norte. Daí o leste ficou à direita. De “afortunado sinister” passou a ser “azarado” e os romanos começaram a costurar seus bolsos no lado direito.

Em português, língua nascida do latim, sinistro é “esquerdo” ou “suspeito” ou ainda “ameaçador”.

Canhoto assim como canhestro é uma palavra com ligações etimológicas suspeitas com “cao”, que por sua vez é sinônimo de “diabo”. Mas a palavra esquerdo propriamente dita é de origem desconhecida. Outras línguas latinas seguem em oposição à esquerda. Em francês gauche vale para “esquerdo” e também para “desajeitado” ou “maldito” . Em espanhol, o canhoto é chamado de siniestro, termo que significa ainda “mau agouro”, “Desengonçado” e “canhoto” têm um mesmíssimo nome em italiano : maldestro.

Mas as linguas não-latinas também tratam os canhotos de forma sinistra. No alemão linkisch é tanto “canhoto” quanto “maldito”; recht é “direito”, “destreza e “lei” — e dessa palavra nasceu reich, “reino”.Left -handed, em inglês, é o canhoto, mas também a pessoa, canhota ou destra, maliciosa e insincera. Já right-handed é tanto o destro quanto a pessoa íntegra. No árabe yamin é ” mão direita” e “sorte”.

O lado direito é sinônimo de coisas positivas até em países de esquerda .Na União Soviética, pravy é a palavra ” lado direito” . Dela nasceu pravda, que significa ” verdade”.Levaya stonora é “lado esquerdo” e- -claro — “lado errado”. (…) — Canhotos: Essa sofrida gente de esquerda

Guerra cultural? Cultura e educação, e até mesmo os rastros da investigação neuro-filológicos linguagísticos são a ponta do iceberg, uma das pegadas desse quebra-cabeças que vai muito além da mera arqueologia da história ou da humanidade. Isto é a pré-história do paleohumanismo incluso agora nas fases revolucionárias das metaciências humanas onde a protoinvestigação científica da produção pré-conceitual das ciências incluso as exatas e biológicas de fundo-e-raiz do eugenistas dos séculos passados e retrasados começa tanto a ser develada quanto manipulada pelos novos métodos e tecnologias desse novo campo ciências.

O campo da ciência da consciência como estudo dos antigos planos metafísicos agora a luz da razão, ou o que é a mesma coisa o estudo cientifico do que era renegado como sobrenatural e meramente espiritual, como base da formação não da matéria, mas da informação das formas matérias e seus conteúdos formais e informais. Bem vindo ao novo milênio. Onde a ciência não destrói a magia e alma. Mas finalmente está a re-descobrir as portas de entender que que existe de fato não existe paranormalidade, nem sobrenaturalidade, mas que não se nega charlatanismo fechando os olhos, para abraçar ou renegar ou se isentar cegamente o que não se compreende, mas investigando e realizando o impossível. Porque o possível, é progresso, e é lindo. Mas o impossível é nada menos que revolução, renascimento é criação.

A começar pelo meu bastardo, sinistro canhoto, favorito depois do Garrincha, Leonardo Da Vinci.

“Por que os cães farejam espontaneamente o traseiro uns dos outros?” A resposta, logo abaixo, fica entre o fato científico — “o faro é um sentido muito importante para os cães” — e o humor irreverente — “se o traseiro tiver algum resquício do aroma de carne, significa que o cão pertence a um dono de posses e, portanto, merece respeito. Caso contrário, trata-se de vira-lata, e pode, portanto, ser mordido”.- Leonardo da Vinci

Da ciência à arte(e vice-versa)

Leonardo di Ser Piero da Vinci nasceu em 1452, no vilarejo de Anchiano, do lado de fora dos muros do castelo da então República de Florença, na Itália. Filho ilegítimo de uma mendiga e de um escrivão respeitado na elite florentina, foi criado pelo pai, que teve sensibilidade para identificar os excepcio-nais dons artísticos do garoto e recursos para desenvolvê-los. (…)

Quando Da Vinci tinha 1 ano de idade, os turco-otomanos tomaram Constantinopla, afugentando pensadores e artistas em enxame para o rico norte da Itália. Eles chegavam carregados de manuscritos sobre a geometria e a arte na Grécia antiga, e deram o tiro de partida na corrida de transição da Europa medieval para a do Renascimento. A história virava uma esquina e essa esquina era Florença — justamente o lugar onde ele desenvolveu boa parte de sua carreira. E Leonardo seguiu a tradição de seu tempo: buscar a representação fiel da natureza usando todo o conhecimento possível como ferramenta, fosse a matemática, a medicina ou o que mais aparecesse. Mas no centro de tudo, segundo Da Vinci, estava algo mais simples: o olhar.

Para ele, os olhos eram a principal via do conhecimento — o que fazia da pintura a mais elevada de todas as artes. “A visão se deixa iludir menos do que qualquer outro sentido”, escreveu.

O pintor, então, deveria explorar ao máximo a capacidade que os olhos têm de perceber a luz e as sombras, a posição e a distância, o movimento e o repouso das coisas. E Leonardo explorou tudo o que podia de seus olhos. De suas observações sobre os efeitos da atmosfera sobre uma paisagem, criou normas rigorosas de perspectiva. Definiu, por exemplo, o quanto a imagem dos objetos ao fundo de uma cena deveria ter as cores e os contornos suavizados para passar a impressão de profundidade. Tudo com uma precisão matemática. Ele ainda observou atentamente os movimentos do mundo — da água, das nuvens, das folhas, dos animais e, claro, do homem. Além dos desenhos de anatomia humana, fez dezenas de esboços de cavalos galopando, gatos repousando e cães se coçando. Enfim, em nome da arte, Da Vinci tirou de cada momento da vida uma cena digna de ser representada em detalhes. Para ele, a pintura era uma ciência.(…)-O olhar de Leonardo Da Vinci

Mas deixemos os canhotos e canhoteiros para o próximos escritos, até porque Bruce Lee era sinistro e incomodou demais mesmo sendo destro em sua destreza. E não estamos falando do mapeamento punhos, ou hemisférios cerebrais, ou mundiais do jogo de espelhos da formação das alter-identidades onde o polo esquerdo é a reflexo do direito, e o direito o do esquerdo seja no equilíbrio que se sustenta, ou na espiral autodestrutiva onde o organismo se devora em ouro boros, o ouro de tolo a própria cabeça pensando que tá comendo o cu do outro, e o próprio cu achando que está destruindo a cabeça do outro, achando que encontrou o Tao.

A ciência que dentro da terminologia ultrapassadas alguns chamariam magia, bruxaria, outros charlatanismo, outros metafisica, espiritismo, uns negando cegamente em seu dogma materialista, outros abraçando cegamente, outros se isentando a investigar em seu agnose. Uns ainda a usando instintivamente sem saber, outros sabendo porém com métodos e técnicas ancestrais primitivas, outros já mais pragmáticos empregando tecnologias mais avançadas, mas porém dentro dos antigos paradigmas ultrapassados que não compreendem bem a natureza das forças elementares com que estão trabalhando. Mais ou menos como a descoberta da mágica do raio-X.

Estão a empregar a espectrometria semiótica da tecnologia da metainformação não só para a investigação sistemática e empírica da formação cosmopolítica dos padrões elementares da historicidade atemporal da universalidade dos planos fenomenográficos para além da mera projeção da physis na psique, mas já para a manipulação da psique e da physis, ou seja para os mesmos fins predeterministas-materialistas encerrados nos complexos eugênicos necro-cronológicos desse inconsciente coletivo doente de paixão irracional por seu psico-phatos ou o que é a mesma coisa, por sua reflexo irrefletida como criatura-criação como inteligencias artificias desprovidas de empato- consciência da absolutamente vital ligação e religação com a natureza elementar da natureza que não é sobrenatural, mas a verdade das verdades, o fato dos fatos, a liber dos livres e livros inclusos da vida, o nexo dos nexo e conexões, a potencia das potencias, o signo dos significados, a forma e informação das formações e metainformação, a vocação da livre vontade, e a pura vontade da livres vocações: liberdade. A força que não tem lado negro, nem midchorians. E que não adianta a dysnelandia comprar. Porque não é propriedade da forma nem formalidade, nem informalidade. Mas a essência do fenômeno da própria transformação não como criatura, ou criador, mas do fenomenal e atemporal transcendentes aos gêneses, Armagedons e apocalipse os meros quartas paredes dos horizontes de fatos eventos: a criação que move e remove mais do que só montanhas. Seja como mitologia de ficções cientificas apropriada culturalmente pela industria necro-cinematográfica ou pela industria necro-academiográfica que devora produção cientifica para cagar domínios comerciais contra-libertários populares. Assim, como falsas quebras de anti-sistêmicas populistas informais sobre a formalidade erudita novamente como reciclagem do lixo comercial como necro-capitalização na guerra da ideologia pela monopolização imbecilização.

Pois é. O Brasil X-rated… Confundiram a transparência do lido com a coisa pública, freakshow da degenerência da corrupção, representação governamental. Sady baby, boca do lixo, ônibus da suruba.

Quem é que precisa de CPI das FakeNews? Acusações de roubo, laranjas, taras, fixações, baixarias, politicagem… o resumo tá aqui:

Profético esse cara, se ainda estivesse vivo, era deputado e conservador, monarquista, claro que depois que tivesse se convertido, e desconvertido demo-ideologicamente, ao menos para efeitos de jogo da opinião publico-publicitária. De modo que valia para o totalitarismo de esquerda vale para o de direita de sinal trocado e ainda mais porno-explicito:

(…) Outros países só não estão na mesma situação do Brasil (era 2016…)porque não tinham uma classe política tão explicitamente corrupta e atores porno-ideológicos tão ruins como os nossos. É até injusto associar Nelson Rodrigues com esse tipo de governança. É boca do Lixo mesmo. É tipo a filmografia do “Sady Baby” mesmo. Não, nem ele. E eu não estou sendo irônico, nem tentando ser engraçadinho.

Somos ainda revoltados sem causa. E temos o governos e os chefes de poder que merecemos. O petismos é tão odiado porque ele literalmente decidiu ser a representação de tudo o que há de podre no poder para ficar no poder, mas porque ele há muito tempo representa tudo que há de mais podre na cultura brasileira enquanto relação de poder. O ônibus da Suruba. O petismo é o culto do malandragem, a cultura a esperteza, da falsidade e hipocrisia, a lei de Gerson elevada ao cubo. É a exponenciação dos complexos e manias que mais odiamos em nós mesmos e que mal conseguimos olhar no espelho. É a caricatura do Brasil arcaico e do brasileiro reacionário, mas que depois da orgia politica quer comer a ostia no domingo das eleições e recomeçar limpo no novo governo da segunda-feira, não é a toa que haja tanto ódio entre os iguais enrustidos.

É a tentativa malandra do malandro do 171 se passar por vagabundo, pelo marginal, pelo indigente pelo carente e pela vitima quando todo ele é o bandido e como todo bandido gosta não apenas de cometer o crime, mas de voltar a sua cena, e tripudiar sobre as vítimas. É a exponenciação da cultura brasileira que faz incrível mistura da prepotência e nacionalismo só comparável ao imperialismo norte-americano com nosso sebastianismo saudosismo e vitimismo do português colonial. Um povo maniaco depressivo que vai do ufanismo ao coitadismo num piscar de crises, mas por isso mesmo nunca abonda seus comportamento e sem jamais abandonar o messianismo.

Substituir portanto todos que estão aí, para colocar os mesmos, é pedir para enfrentar o mesmo impasse. Nenhum governo de coalização será formado, porque isso é propaganda política, e propaganda política funciona cada vez menos fora da era do radio e TV. Nem Lula, nem nenhuma liderança poderá reunir toda a sociedade em torno dele, porque parcela considerável da da rede da sociedade não aceita mais que seus interesses difusos e comuns sejam massificados.

Não será possível impor contra eles os resultados de uma nova eleição sem antes relegitimar não meramente os candidatos, mas relegitimar o regime democrático diminuindo os mandatos e poderes dos governantes e ampliando os direitos políticos e econômicos dos cidadãos.

Qualquer farsa que reduza benefícios dos mais pobres, vai levar ao conflito.

Qualquer farsa que aumente os subsídios vai as corporações amigas vai levar ao conflito.

Qualquer farsa que tente acobertar os bandidos privados e estatais já revelados e os que todo mundo já sabe que vai ser denunciados em breve vai levar ao conflito.

Ou simplesmente em outras palavras a continuidade de toda farsa não será solução, mas amplificação do problema!

Não vai ter pacificação nem libertação das massas manobradas pela esquerda autoritária enquanto não tiver plenitude de direitos econômicos .

Não adianta dinheiro todo mundo sabe que tem, e a quem pertence: bolsa-família vai ter que ser despolitizado e virar renda básica de cidadania. Vai ter que deixar de ser ferramenta partidária-governamental e ser direito a dividendo social que eles roubam e distribuem entre eles e empresas amigas.

Não vai ter pacificação nem libertação das massas manobras pela direitas autoritária enquanto não tiver plenitude de direitos políticos.[grifo atual] — Como “previsto” o verdadeiro golpe

Enquanto isso numa galáxia distante… nem tão galáxia e não tão distante…

Image for post
Image for post

É claro que é…

Difícil é ler os olhos das esfinges. Incluso para as próprias esfinges.

Image for post
Image for post

Ou nem tanto…

Principalmente depois que eles estão obrando e andando para os rastros que deixam, muito pelo contrário. O nome disso é assinatura e não é criptográfica.

Como eu disse, eu vim da Republica do ABC paulista não há chave criptográfica que “JESUS” não quebre ou amarre. E não queira conhecer a pregação das palavras de “Jesus”, pessoalmente. Muito prazer: “DIÁLOGO”

Um vídeo mostrando tudo foi divulgado pelos próprios criminosos nas redes sociais. Testemunhas relatam que os bandidos urinaram nos santos, afirmando que não permitiriam a prática de “bruxaria” na comunidade.

Chama atenção que os invasores usem termos cristãos enquanto a yalorixá ia quebrando as imagens: ‘Quebra tudo, quebra tudo! Apaga as velas, porque o sangue de Jesus tem poder! Arrebenta as guias todas! Todo o mal tem que ser desfeito, em nome de Jesus! Quebra tudo porque a senhora é quem é o “demônio-chefe”! É a senhora quem patrocina essa cachorrada!

Esse não é o único ataque do tipo em Nova Iguaçu. Um outro vídeo mostra ataque similar a um terreiro, onde um homem é obrigado a destruir o próprio terreiro de candomblé.

É possível ver nas imagens que traficantes ameaçam a vítima com um bastão de beisebol onde está escrita a palavra ‘diálogo’. Ameaçam o homem de morte, caso ele tente montar um novo terreiro na favela. Novamente, o grupo usa o nome de Jesus Cristo, mas também o de uma facção criminosa.

‘É só um diálogo que eu tô tendo com vocês, na próxima vez eu mato! Safadeza, pilantragem! Primeiramente é Jesus! Quando vocês forem bater cabeça aí na casinha do cachorro, vocês primeiro pedem licença a Jesus!”, dizem. Em seguida questionam: “ Vocês não sabem que o “mano” não quer macumba aqui? Tá peitando por quê? Por que a gente tirou a boca dali? Arrebenta tudo! Eu sou da honra e glória de Jesus!”(…)- Traficante clama “sangue de Jesus” enquanto obriga mãe de santo a destruir terreiro

Direita, esquerda, tanto faz. Asas de um mesmo pavão misterioso, ou de diferentes águias da discórdia que também em verdade são uma. Macro ou micro. O que importa aqui não é quem, mas como, quando e em quem. Putin, é claro, é mais discreto, até, porque é digamos mais ortodoxo, em suas teologias eclesiásticas de base, até como ex-agente da KGB, esse universo de motar e quebrar-cabeças, quebrando segredos ou cabeças é um dos pilares da fundações do deepstate nação pós-moderno que o diga a Snowden da NSA.

Em 2017, Alexei Navalny, líder da oposição na Rússia e crítico ferrenho do presidente Vladimir Putin, chamou StalinGulag de “o mais importante colunista na Rússia”. (…)

Nas postagens, StalinGulag sempre destaca aspectos absurdos e injustiças da vida cotidiana. Aborda também temas políticos e econômicos.

Entre seus alvos mais recentes, estavam a visita do líder norte-coreano, Kim Jong-un, à Rússia, os planos do governo russo de instalar tecnologia 5G, as eleições presidenciais ucranianas e as propostas da Rússia de proibir importações de presunto e queijo parmesão espanhóis.

“É impossível ficar em silêncio quando coisas loucas estão acontecendo [na Rússia]”, disse Gorbunov à BBC.

O homem por trás do perfil StalinGulag é dono de uma história extraordinária, que começou muito antes dele se tornar um dos maiores críticos ao Kremlin nas redes sociais.

Nascido em Makhachkala, na costa do mar Cáspio, em 1992, ele foi diagnosticado com atrofia muscular espinhal, uma doença degenrativa sem cura que o colocou numa cadeira de rodas.

Aos 13 anos, ele começou o primeiro negócio. Vendia suplementos alimentares online. Em seguida, se tornou um corretor financeiro de sucesso, especializado em derivativos (contratos de pagamentos futuros) e em criptomoedas.

Atualmente, ele vive em Moscou com a esposa, aproveitando o que ele mesmo descreve como vida boa com saídas regulares a restaurantes e a teatros.

Ele faz questão de ressaltar que alguém com necessidades especiais como as dele precisa ser capaz de ganhar dinheiro para pagar por toda a estrutura necessária para ter uma vida normal.

‘Só quero escrever’

Para alguém cujos tuítes curtos frequentemente contém palavrões e gírias, Gorbunov se revela, na vida real, como uma pessoa articulada, educada e contemplativa.(…)

Está claro que Gorbunov é um homem que quer aproveitar ao máximo o tempo que lhe resta.

Ele sabe que seus medicamentos não conterão o avanço da doença, e é por isso que se recusa a tomar remédios que poderiam prolongar a vida dele.

“Um ano a mais, um ano a menos, não faz diferença para mim”, diz Gorbunov. “Não quero passar o resto da minha vida num hospital”.

Gorbunove criou, de forma anônima, o perfil StalinGulag no Twitter em 2013.

Naquela época, ele ainda vivia em Makhachkala e passava a maior parte do tempo em casa porque, segundo ele, não era uma cidade fácil para se locomover usando uma cadeira de rodas.

“Eu só queria escrever”, diz. “Meu computador e a internet me permitiam acompanhar o que estava acontecendo no resto do mundo… E sempre tive interesse em política”. (…)

O que significa StalinGulag?

Gorbunov escolheu o nome de seu perfil como “forma de trolagem” e para criticar o que chama de falsos paralelos entre a era de (Josef) Stálin e a Rússia de hoje.

“As pessoas no poder querem que pensemos que elas são assustadoras e aterrorizantes como a polícia secreta [da era Stálin]”, diz ele. “Mas não é assim. No fundo, eles são apenas pessoas que gostam de luxo e dinheiro.”

Em 2016, ele tinha mais de 400 mil seguidores e decidiu criar um canal no Telegram, o aplicativo de mensagens.

O Telegram foi criado em 2013 pelo empreendedor russo Pavel Durov, fundador da VKontakte, uma versão russa do Facebook, que atualmente vive no autoexílio fora da Rússia.

O Telegram permite que usuários montem grupos e canais, de forma anônima, para mandar notícias e conteúdo diretamente para um número ilimitado de seguidores.

Os canais do Telegram são extremamente populares em países como a Rússia e o Irã, onde a liberdade de expressão é restrita. São usados por políticos, ativistas, e grupos sociais para divulgar informações e também por empresas que buscam novos consumidores.

“Os canais do Telegram são o único espaço político não-moderado na Rússia”, diz o cientista político Andrei Kolyadin.

Foi por causa da popularidade e independência do Telegram que o governo russo tentou, sem sucesso, bloquear o aplicativo no ano passado.

Mas essas tentativas continuam e acredita-se que o desejo de controlar o Telegram esteja por trás da criação de uma nova legislação para regular a internet na Rússia, que entrará em vigor nos próximos meses.

Como caiu o anonimato do StalinGulag

Em 2017, StalinGulag era um dos mais populares canais do Telegram na Rússia. O humor ácido do perfil parecia capturar o espírito dos tempos atuais.

Segundo o especialista em Telegram Fyodor Skuratov, há uma grande demanda, na Rússia de hoje, por postagens dizendo que tudo está dando errado.

Por anos, a verdadeira identidade do responsável pelas postagens do StalinGulag foi cuidadosamente mantida sob sigilo.

Quando o RBC, um dos maiores grupos de mídia da Rússia, publicou uma história ligando o nome de Alexander Gorbunov ao canal do Telegram, StalinGulag reagiu negando com veemência.

Mas tudo mudou essa semana, com a notícia de que a polícia foi à casa da mãe de Gorbunov, na cidade natal dele.

A polícia disse a ela que alguém tinha usado o celular de Gorbunov para fazer uma ameaça falsa de bomba.

A BBC entrou em contato com a polícia em Makhachkala para confirmar a história, mas ninguém quis comentar o assunto.

Outros parentes de Gorbunov também foram procurados pela polícia.

Essas histórias provocaram uma grande tempestade nas redes sociais na Rússia, com muita gente saindo em defesa do StalinGulag.

Diante de tamanho rebuliço, Gorbunov se convenceu a falar, na esperança de que, ao assumir ser o responsável pelo StalinGulag, as autoridades se veriam obrigadas a deixar seus parentes em paz.

“Seria horrível se algum deles sofresse”, disse à BBC. “Não apenas nas mãos das autoridades, mas também de fanáticos [pró-governo]”.

Quando o nome dele foi publicado na imprensa russa no ano passado, Gorbunov disse que alguns de seus parceiros comerciais desistiram de planos de montar um fundo de investimento com ele.

A nova legislação aprovada em março proíbe indivíduos de espalharem “fake news” e informações que insultem autoridades oficiais.

Pode ser que isso dificulte a vida de personalidades eloquentes das mídias sociais como StalinGulag.

Até agora, a polícia não entrou em contato direto com Gorbunov.

“Eu não tenho medo do que possa acontecer comigo”, diz ele. “Eles não podem tomar medidas que me restrinjam, porque vivi com restrições a vida inteira”.

“Nada mudou”, acrescenta. “Vou seguir escrevendo como sempre fiz.”-Revelada identidade de russo misterioso que há anos ‘trola’ governo de Vladimir Putin

Desejo de todo coração, que o rapaz morra logo, ou se torne insignificante em seus escritos. Porque uma vez revelado onde mora seu coração, ou se rende e se aposenta, e cai na irrelevância, ou não entendendo que perdeu, se continuar constituindo como um problema, vai perder o que agora seus inimigos sabem que é a chave para quebrá-lo: aquilo que ama. Não adianta não temer a morte, nem a dor quando se enfrenta estatopatas. E digo isso não só como ativista que já teve que fugir do país, mas como portador há mais de 20 de anos de Cefaleia em Salvas e seus efeitos e complicações colaterais. Ainda nem tão fudido quanto o cowrade mas chego lá sozinho, um dom que eu tenho, não precisam me fuder nem fuder ninguém. Até porque me destruir e isolar é a minha vida, tentando desfractar o que está fractalmente fracturado, vice?

É por isso que quem lê meus escritos sabe que eu sou um ativista… eu fui, ou melhor sou a mera sombra, um fantasma. Um cuzão que só fala coisas grandes e faz coisas pequenas porque sabe que suas palavras e ações são insignificantes, palavras e gestos de um louco pregando no deserto, é só gestos e palavras de louco. Não se engane, hoje tenho família, por isso aproveito para mandar um recado, a quem interessar possa, só por via das dúvidas, se por ventura, estiver incomodando alguém disposto a fazer algum mal às pessoas por causa das bobagens que eu falo, por favor, não precisa ameaçar ninguém, e nem precisa ser um ente querido meu não, é só pedir, que eu paro. E nem precisa comprovar que suas capacidade de cumpri-la são efetivas, nem precisar se expor, garanto privacidade. Meu e-mail é marcusv9@gmail.com um bunda mole que terá o maior prazer em não falar e continuar vivendo sua vida. Agora só não me peçam para parar de pagar a renda básica porque isso é questão de palavra dada, e é a única coisa que eu tenho para dar em garantia. E viva Trump, Putin, China, Bolsonaro, Lula, o papa, o bispo, o guru e quem mais vocês quiserem. Porque doido especialmente os violentos a gente não contraria, no máximo lida na falta de um tratamento melhor. Mas não se esqueça de verificar só um detalhe, o quanto está valendo o preço da sua cabeça viva ou morto. Mas o escalpo do seu povo, e sua prole, independente das suas terras e obras realizadas sejam elas benfeitoras ou malfeitorias nela ou para além desse espaço ou tempo.

Então fica o x-aviso: que ninguém use essa bosta que escrevo aqui como acusação de culpa nem muito menos desculpa para fazer mal a amigos nem inimigos. Não é esse o espirito da coisa. O aviso, não é contra esse ou contra aquele: mas que no final das contas, estamos todos no mesmo barco, e furá-lo é uma burrice e atentado contra todo mundo.

Porque o sol não nasce para todos, nasce para uns, enquanto se põe para outros, mas a porra do mundo gira, porque a terra é redonda, e não ainda querer reinventar os planos e planificações obscurantistas de poder, porque sem a lucidez dessa luz para todos no fim do túnel não há vida para ninguém. Mas se não há mais razão nem dialogo possível, mas treta que eles querem fazer o quê: fuja até onde der, enfrente o que tiver, e ajude quem puder, porque sozinho ou com traíras é que doidos violentos é que não vai dar nada mesmo, nem aqui e agora, nem além. Porque render-se, retroceder, perder, não é problema, problema é acovardar-se, trair, e desistir da verdadeira luta, essa nem morto, ou nem matando. Até porque matando estamos falando de um jogo jogado em outro plano que não é o meramente simbólico, porque signos semióticos dos fatos se apagam com a desintegração da materialidade histórica, a episteme da historicidade dos fenômenos se realizam na inversa proporção que se desintegram para se constituir como alma matter da transrevolução das próximas regenerações da volição. Porque revolução é coisa do século passados.

Eu quero transrevolução

Segundo o grupo Transrevolução (RJ), a expectativa de vida de uma travesti ou transexual brasileira gira em torno dos 30 anos, enquanto a expectativa de vida da população média é 74,6 anos, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Ainda de acordo com o mesmo grupo, o estigma atribuído a travestis e transexuais brasileiras resulta na ausência de oportunidades de trabalho, mantendo na faixa de 90% o índice de pessoas trans em um único segmento profissional, na informalidade e na maioria das vezes sem condições de acessar direitos trabalhistas e seguridade social — a prostituição.

Quanto ao reconhecimento legal das identidades pretendidas pelas pessoas trans, o Brasil ainda enfrenta o enorme desafio de superar conservadorismos e garantir às pessoas trans que vivam e sejam tratadas como elas se percebem. A Lei João W. Nery, ou a Lei de Identidade de Gênero, propõe a mudança do prenome e do gênero a pedido das pessoas que se identificam como trans, sem necessitar de cirurgia, hormonização, advogado ou laudo psiquiátrico.- Dia nacional de luta pela dignidade para pessoas trans | Anistia Internacional

Porque a vida não é um faroeste nem um filme de gangsters, é um filme de terror ou se preferir de terrorismo, onde enquanto as pessoas, armas se fuzilam a lá duelos Tarantino, perdão, JON HOO movie, há não só snipers, mas snipers, contra snipers, e entidades jurídicas atemporais nada sobrenaturais que não respondem as leis convencionadas da física atual que estão prontas a devorar não só sua vida, mas as sementes delas. Um filme de guerra, salvo para quem está assistindo e comendo pipoca. E não matando ou morrendo para prover a santa paz da indústria do passatempo como divertimento já manobra diversionista. Full metal jacket.

É por isso que o segredo para plantar idiotas, cultivar idiotias e cultivar a sombra e loucura e psicose no campo alheio, é as luzes bem acessas e os olhos bem abertos no seu cercado, com os amigos bem próximos e chegados possível e os inimigos mais próximos e chegados ainda. Porque nada melhor ou pior do que Arqui(ini)amigos juntos como superamigos. Ou supervilões.

Depende como vê ou é visto, e portanto como você faz chegar não a desinformação ou informação, mas como você se comporta como metamaterial, para usar uma terminologia tecnológica contemporânea para o lidar desse novo campo das ciência que não é o da mera manipulação dos campos neuro-psicológico, mas da manipulação da metainformação pela metamorfose dos metamateriais, e produção e domínio da metafisica já como produção de metamaterialidade através dos domínios da propriedade e faculdades intelectual do campo senão o epistemologico o cientifico e tecnológico da metainformática. Porque todo mundo pode ser, um kungfu master, mas nem todos os são, ou tem os capitais para sê-lo. E isso já é um golpe fatal.

Que loucura, mas o brasileiro importando conceitos alienigenas está perdendo do que é latrocínio e etnocídio de um povo e cultura por supremacista raciais e o que a miscigenação supra-ideologia antiracista e por definição não só multicultural, mas de fato desculto-culturalizadora, ou que é a mesma coisa cosmopolitizadora de cultura pop-industrial era brega e popular quando não criminalizada como marginal, não só por ter uma outra raiz, mas por trair a pureza de diferentes raízes raciais que não deveriam se misturar, que loucura, mas não se engane, planejada.

Pega que é a apropriação cultural e da malandragem…

Algo que depende não cegueira seletiva, mas do quartas paredes da matriz do lado do muro e do mundo está. Se, ou olha unilateralmente com olhos de águia, ou mesmo com sua visão periférica bilateral… de presa. Ou mesmo de mera visão multilateral que não passa de um prisma, da mera computação superficial das perspectivas todos os players, para prever seus pensamentos antes dos movimentos. Mas da visão do mestre que vê o mundo mesmo de olhos fechados ou cegados. Da mente que não precisa estar nem de corpo formal ou informacional presente no tempo e espaço alheio, não precisa sequer ter olhos e ouvidos, nem os seus próprios nem os dos seus espiões para ver ler e detectar os movimentos da anima. A menor perturbação na rede complexa da vida. Porque não se esqueça, não é por acaso que se uma borboleta bate asas em Moscou ou China neva em Nova York, e vice-versa. E não são só computadores que são capazes de detectar não só os sinais para fazer esse complexos cálculos teóricos heurísticos do caos. Seres vivos especialmente os conscientes da sua senciência tem muita capacidade de detectar as menores alter-ações, antes menos delas se tornarem mero sinais factuais de ações ou reações, que dirá, os simbólicos abstratos. Incluso sistematicamente como treino, da sua capacidade de meditar racionalmente sobre o que tudo que é invisível no passado e futuro: Refletir para além do jogo de espelhos. Investigar os rastros daquilo que é natural, mas está além do campo atual da percepção concreta. Mas nunca além da sua visão prospecção semiótica, sem se preocupar com o que não pensam e refletem vão pensar, até porque para o idiota que não pensa sobre o que não consegue enxergar, até a menor das capacidades de antever o ridiculamente previsível esteja um passo além no passado ou no futuro é coisa sinistra, bruxaria, e não destreza. Porque tudo que escapa a percepção predeterminista-materialista dos cultuadores do seu demônio, do seu eu gênio e eugenismo, se não é loucura, há de ser genialidade, uma dádiva hereditária. E como poderiam pregar e racionalizar história de outra forma?

A genética. Um fato. O sangue azul, a eugenia. A seleção artificial dos idiocratas e idiocracias supremacistas que matam e se matam necrocapitalizando enquanto vão se perpetuando como múmias parasitadas predadores replicantes de seus patriarcas e patriarcados monocráticos idem, incluso na sua mísera prole, seja a legitima ou bastarda, alimentada com a carne do holocausto necrosacrifical dos “fracos”, os não-elegíveis pelas suas doutrinas predeterministas conscientes ou não do seu credo-esteta paleonto-mitológico pseudo-cientivista. O machão, Burt Reynolds que um dia já se vestiu nas peles navarras no cinema spaguetti europeu explica, ou melhor, o que ele signo-simbolifica, em contrastaste, com o fantasma das pegadas de fundo do sound-track, cheio de afettos de Morricone…

Anos 50 e 60… seminais. Do ápice do idílico para o inicio do despertar conturbado, do sonho de vida ao pesadelo como realidade como morte consciente seja como maturidade ou infantilidade decrepita em negação e renegação do reino vida sempre o “cerca” e sucede. Como vida embora o cego veja apenas erva daninhas no seus campo monopoliais. Porque o seu crescei-vos e multiplicai-vos é o quantitativo. O mais do mesmo. A morte. A expansão de um enorme buraco negro imperial. E não o crescer e multiplicar da diversidade liberdade gregária. Puritanos, que ainda não que a seleção natural não é feito de eugenias e genocídios para a perpetuação dos consanguinidade atávica. Mas de amor e sexo, e amor e sexo entre anjos. E não entre tarados necro-antropófagos fetichistas mal-amados e frustrados por devorar falos e anus, ventres. Ou como diria o filho do homem. Fora da disneylandia. No paraíso somos todos anjos, idiota. Sem raças, sem sexo, sem nação, nem religião. Sem bandidos nem mocinhos, nem belos, nem feios. Todos Irmãos. E eles tem coragem de chorar de fingir que chorar mãe-terra, ou suas filhas.

Eu tenho filha, mulher, mãe e irmãs de sangue ou não. E por elas, eu que sou um dinossauro machista, não tenho a menor dúvida de que lado estou. E não é do “meu”.

Image for post
Image for post

“O estuprador é você. São os policiais. Os juízes. O Estado. O presidente. O estado opressor é um macho estuprador.”

O coletivo Las Tesis foi fundado há pouco mais de um ano, por quatro mulheres chilenas.

O objetivo delas é traduzir “teses de autoras feministas em um formato performático com a finalidade de alcançar uma múltipla audiência”.

A canção que ganhou o mundo é baseada nos textos da antropóloga feminista argentina Rita Segato. — ‘O estuprador é você’: a coreografia feminista chilena que está ganhando o mundo

Mas nem fudendo.

Essa lição aprendi faz tempo…

Pode parecer um exagero equiparar a relação de poder com a violência do estupro. Seja o estupro a um ato de poder, seja o poder a um ato de estupro. Para muitos pode parecer que estas afirmações servem apenas para relativizam e reduzir a carga de violência do estupro ou então para demonizar as relações de poder. Porém essa percepção só existe para quem não usa a palavra poder no mesmo sentido destes libertários e destas feministas. Ou seja não compreende o poder como a própria relação de violência por definição que se manifestas como violação em diferentes formas e graus. Da ameaça e intimidação e perseguição, da privação a agressão, até enfim a violação e violência máxima contra a vida e liberdade como estupro e assassinato.

A quem enxerga e confunde o poder como se fosse liberdade. Como se fosse meramente a possibilidade de fazer algo, seja como direito ou capacidade, o poder não parece ser tão violento e violador, assim como igualmente banalizado a próprio violência sexual, das mais explicitamente agressivas até as mais enrustidas e toleradas como simples “relações de poder”.

O poder a que nos referimos diferente da liberdade que existe sem necessariamente haja uma relação como capacidade e propriedade inerente de uma pessoa, não existe sem justamente a sua violação. O entendimento do poder e uso palavra poder nesse sentido, é uma apropriação pervertida do conceitual desse fenômeno da liberdade pois na prática do poder é consiste justamente na perversão da liberdade tanto na medida que se destrói e expande esse conceito para a vontade, corpo e propriedade alheia.

A liberdade existe em si e para si como fenômeno inerente da livre vontade que confere ao ser sua anima e autonomia. O poder só existe como relação na exata medida em que se define como a livre vontade de um ser imposto sobre a de outro. Poder sobre coisas sem vontade própria pode é uma extensão da liberdade como propriedade. Liberdade tomada a revelia sobre seres dotados de igual vontade é poder e igualmente violação.

O que torna o ato do estupro tão perverso é justamente o fato que o que ele viola e não é só o corpo do ser como se esse fosse sua mera propriedade, mas a sua alma sua vontade. Ele é um ato mais muito mais próximo de assassinato do que do roubo porque ele não tenta destituir a outra pessoa de uma propriedade que pode ser separada dela, mas uma a propriedade do seu corpo enquanto dignidade, enquanto manifestação da material da sua existência espiritual. Uma forma lenta e dolorosa de matar uma pessoa aos poucos roubando literalmente sua vontade viver, sua liberdade enquanto livre vontade.

Ou de forma mais simples uma relação de poder, não é definida pela simples presença de hierarquia ou desigualdade de forças ou poderes, mas necessariamente pela sua imposição. A relação de poder é essencialmente uma relação de violação porque necessariamente se impõe contra o princípio da consensualidade das partes. Essa relação não-consensual essa violação nem sempre é feita só com agressão, mas por vezes, com ameaça, coação, repressão e até mesmo privação dos meios dos meios que o outro poderia oferecer como resistência contra a imposição a vontade do outro contra a sua.

O que caracteriza o estupro é o ato sexual sem o consentimento da outra parte. A violência não está na força bruta, a força bruta é apenas o método mais antigo e primitivo de impor sua vontade e desejos a força. A violência está na violação em si, na imposição da sua vontade sobre o outro sem o seu consentimento por qualquer que seja o poder, ou mais precisamente a relação de poder para cometer o abuso.

Por isso não é de se surpreender que soe ridícula e implausível a acusação de abuso sexual ou estupro por parte de uma mulher contra um homem, pois para que isso seja possível a mulher precisa necessária deter o poder da relação e como regra é contrário que se verifica. É como acusar um negro de supremacismo racial, ou um cidadão de abuso de autoridade contra um governante. Ele não tem como exercer o abuso ou impor a supremacia de um poder que não possui, mas ao qual via de regra está submetido.

Não vou contudo repetir aqui os argumentos feminista do caráter masculino e patriarcal do poder, ou da relação de poder que carateriza as relações sexuais de abuso aceito ou recriminado do homem contra todos os outros gêneros e até mesmo contra o próprio forma de imposição do seu poder. Esses argumento foram muito bem postos pela critica feminista ao machismo e patriarcalismo.

Minha contribuição não ao feminismo, mas contra a dominação patriarcal. Vem justamente da denuncia do quão psicopatologia é essa cultura de e mentalidade violência predominante masculina da qual eu como homem posso falar com propriedade. Não só como adulto mesmo lutando ainda faço parte desse inconsciente coletivo doentio como vou continuar fazendo enquanto ele existir e for homem. Mas também como criança que um dia fui, que antes de ser homem e portanto submetido a força desse pátrio-poder tanto no sentido de me converter na sua imagem e semelhança quanto de anular qualquer sentido feminino integral do meu ser, sobretudo naquilo que a liberdade é natureza mãe e geradora da criação e criatividade.

O poder é um estupro, não apenas por analogia a violência da violação da dignidade e liberdade. O poder é um estupro porque é um fetiche. Assim como todas as relações sexuais não só a de intercurso sexual propriamente dito mas entre pessoas de diferente gêneros está completamente pervertida enquanto relações poder. As relações de poder igualmente estão completamente pervertidas por sexualidades frustradas como manias e taras de posse do outro. Manias e fantasias de poder que se realizam literalmente pelo gozo da violação e violência que vão assim como as relações de poder e abuso sexual nas relações pessoais dos menores abusos aos crimes mais monstruosos e hediondos. Cometidos por maniacos em série que como psicopatas que não encontram mais satisfação da sua libido senão cometendo as piores atrocidades que traem todas os fetiches de poder e perversões sexuais.

Adentrar o museu de tortura medieval, um presidio, um campo de concentração, os porões de ditaduras ou mesmo regimes que se dizem democráticos e a casa de um psicopata como o que inspirou o filme psicose é revelador e assusta pelo de semelhança entre esses pequenos e grandes maniacos. E entendemos que o gosto de ambos por moveis feitos com pele de gente não é mero acaso, nem o gozo e prazer mal disfarçado com a agonia e sofrimento e posse das vidas alheias tanto em rituais de antropofagia de almas e corpos.

Supomos que a ligação entre poder tesão sexualidade e dominação são fantasias inofensivos. Ou hipócrita e puritaniamente tentamos fingir que não vemos o quanto governantes e outros poderosos tem de velhos tarados e maniacos. Tentamos assexuar o fetiche do poder. Separamos em caixas em compartimentos da nossa mente, e praticamos essas constante cegueira coletivo não só como forma de nos proteger do nossa traumas sociais, mas de renegar dos nossos próprios instintos sexuais e possessivos mais primitivos. Mas lá estão eles, espelhados e institucionalizados nesses cultos e culturas de poder como possessividade e possessão e adoração da posse martírio da beleza e inocência, vulnerabilidade e liberdade das mulheres e crianças estupradas e mortas por nossos corpo artificial. E lá está esse homem frustrado e reprimindo comemorando a violência dos lideres maniacos da representação das sua vontade coletiva como quem comemora o gol do seu time, a se gozar todo como o pinto dos outros.

Mutias outras explicações são dadas para isso. Mas muitas explicações são foram inclusive cientificas foram dadas para os piores crimes da humanidade, da escravidão as guerras, das torturas aos holocaustos, para tudo eles tem uma explicação e justificativa bem elaborada, exatamente como os psicopatas comuns. Capacidade de racionalizar suas taras e os crimes cometidos por elas faz inclusive parte da definição dessa sociopatia.

As teorias econômicas e materialistas tentam vender o homem civilizado como um homem racional governado por sua consciência, mas o que ele este homem desintegrado embrutecido pelo cativeiro é um animal econômico e politico que quando na politica e nos negócios fode, e nas sexo come. E vice-versa. E não fode e come feito bicho, mas como bicho que pegou gosto por carne e sangue. E quanto mais nova e tenra for a carne maior é a libido do hierarca tarado por possuí-la como sua, como poder. Não é toa que sua libido gire em torno dessas satisfação fisiológicas primitiva comer e foder. E que o que ele chame de cultura e civilização não seja senão a ritualização desses vícios como costumes predatórios até para o plano do simbólico e espiritual.

O estupro o assassinato o aprisionamento, tudo isso quando devidamente ordenado e institucionalizado dentro dessa cultura de violação como estadismo como prerrogativas ou licenças a quem detém a autoridade deixa de ser crime e mania para ser a normalidade e a lei. Os mesmos fetiches, manias perversões em atos e comportamentos quando praticados dentro dos ritos dessa lei, dentro das prescrições desse culto se tornam aceitáveis. E o soldado nazista quanto o psicopata volta para casa e seu papel de pai amável e cidadão respeitável. E a normalidade é definida por consenso, pelo consenso entre eles os maniacos que estipulam suas manias como regra e seus mitos que a racionalizam como doutrina.

A satisfação da tara de posse do outro, a gozo pela violação, seja ela efetivado pela violência políticas, econômicas, religiosas, social, pessoal em todos os planos carrega esse desejo de satisfação da libido que primitivamente é dispersado no sexo. O sexo é primitiva e instintivamente o veiculo de perpetuação do ser e sua forma. Ele enquanto liberdade enquanto está relacionado ao amor e criação. Na medida que ambos estão intrinsecamente ligados como principio constituinte do novo a partir da harmonia e conjunção do diverso. Onde uma das partes anula ou devora a outra não é propriamente criação do novo, mas manutenção e reprodução de um mesmo. E neste sentido a parte que viola literalmente devora o outro, se alimenta de sua força vital para reproduzir aparentemente como mesmo. Porque de fato, desse relação predatória a cada vítima já é outro completamente alterado por seu hábito. Não é por acaso portanto que mesmo nas formas mais brandas de abuso e dominação o frustrado e maniaco por controle da vida alheia mantenha seu fetiche na repressão sexual, procriação, concepção tanto em seu sentido literal quanto simbólicas como ódio, inveja e censura da arte, o livre pensamento, conhecimento e comportamento. De tal forma que aquilo que ele não consegue possuir, controlar, empalhar e inseminar para ser como coisa a extensão do seu ser ou sua imagem ele precisa desesperadamente destruir. E o destruir, o matar é fazer de novo o ser sua posse, sob seu controle.(…) —A influência revolucionária do feminismo radical no pensamento libertário

Lição revolução, transgênero, transgeracional. Revolução libertária no sentido paradigmático mais puro e gregário da palavra: libertação da alma matter. E você preocupado que os véios múmias de bolas murchas e falos falidos bombados cortem a sua potência natural hein, Django. Ná. Antes de cortar o Yng eles estupram e matam Yang, o que te gera, alimenta, fora e dentro de você.

O Tao signo-significa.

Image for post
Image for post

Tesla mapa-tabula.

Image for post

A pedagogia de Rudolf Steiner ensina.

A matemática vortica-toroidal de Rodin começa a explicar.

Image for post
Image for post

E para variar encantados com o que seu reflexo criativo, o ser humano, já começa a narcisamente a idolatrar a si mesmo na ilusão do saber como poder, ou mais precisamente na ilusão irrefletida do jogo de espelho cognitivo-informacional racional de sua projeções ego ideais-imagéticas no caso geométricas-matemáticas são a concretude real e não modelos de sistema operacionais de interpretação signo-funcionais existenciais da realidade. Tomam as pressuposições dos plano axiomáticos como a totalidade arqueológica da historicidade, quando por definição são e sempre serão apenas a projeção do estado da ciência da consciência atual, que se expande e atualiza e aperfeiçoa, mas nunca atinge a perfeição, por um simples fato: a sua retaliação, não abre novas portas do conhecimento preexistentes, ela cria novas, tanto para além da campo delimitado dos padrões lógicos pela arque atual, quanto para além da padrão neurológica da linguagem de programação gramático-matemático para além do plano da métrica, metria e conceito-ação do logos não só da informação da physis atual, mas da metaphysis do que é atemporal à metainformação do padrão multidimensional organizacional. Ou seja novamente se perdem novamente na idolatria megalomaníaca do poder total como nova ordem do saber, como nova imagem ego-hierarquia que embora entender mais amplamente o universo não ainda compreender como a anarquia e a solidariedade são o ethos libertário-gregário inescapável a perene criação existencial quando das re-descobertas do conhecimento. Pois do é daquilo que fica aquém e além do que é tornado e tomado como por normalidade e com naturalidade que tanto a natureza quanto o gênio quanto o louco constroem a base de lançamento para a nova jornada tanto da investigação semióticas dos princípios elementares da episteme desses planos de tomada dos limites das fronteiras não só do pensamento, mas dos universos tanto até então desconhecidos como inclusivo ainda sequer criados.

De tal modo que mesmo que fosse possível que tudo fosse descoberto, isso não seria nenhum impedimento para aqueles que os ultra-passados chamam primeiro de loucos para depois chamar de gênios, inventarem de novo, o novo, incluso na forma de novos universos. Porque não se iluda não existem átomos não tenham metaformações mais elementares, não existem padrões que não tenham metaformações igualmente mais elementares, e recombiná-las para formar novos padrões é uma questão de domínio empírico do que antes como mero campo das informalidades ou conhecimento e artes informais, como campo formal das formalidades e formações incluso como ciência e tecnologia e engenharia dos metamateriais, computação metainformação ou até mesmo física da matemática metafisicas ou espirituais. Mas e então o mundo estaria dominado. Tolo de quem pensar isto. Todo aquele que sentou no trono da sua representação de saber-poder e se coroou como rei desse reino de fantasia, recebeu o seu prêmio inevitável que a vida reserva a quem acha sabe tudo, ou o que é a mesma coisa quem ignora que a liberdade é invencível, se fez o inimigo do conhecimento: a anti-filosofia, mero credo absolutista incluso disfarçado de pseudo-ciência.

O “iluminado” que portanto esquece se somar a mandala das suas equações holísticas o advento do iluminismo humanista, libertário e cosmopolita, popular, social e pan-anarquista, que se esquece de se desculturalizar para se cosmopolitizar e cosmopolizar tanto a sua consciência de uma nova era, quanto a sua própria consciência interpessoal como ethos de práxis liberta do necropoder que necrodescapitaliza que cega seu sêmen, mata a liber da alma matter do logos da sua episteme, faz hipo-teses, não pratica ciência da consciência, até porque essa ciência ainda não existe está ainda no estado de arte seminal, que requer treino, prática e ensinamento. Porque quem disser que a conhece mente.

O que existe é ciência da tecnologia das metainformações, e metamateriais. O que é basicamente protociência desse campo de estudos das metaciências. E não propriamente a própria. Até porque a própria requer algo absolutamente fundamental que nenhuma tem. Nem elas, nem os conhecimentos alternativos concorrentes mesmos os holísticos. Extinção da desintegração dos campos de estudos, o que não é a mesma coisa que a mera integração, ou mera descompartimentalização das ciências, mas literalmente a compreensão de que as divisões dos campos de saberes estão para a saúde mental individual e coletiva como a divisão do trabalho e capital está para humanidade e planeta. Uma forma tosca e primitiva de alienação e especificação para produção de poder-saber via uma imbecilização geral para especialização da produção-reprodução automática de uma pensamento-atividade mecânico incluso intelectual.

Dividir para conquistar. O domínio do campo da produção das intelecções não só desconexamente obtusas, mas oclusas da senso-noção dos sentidos existenciais e razões sociais das alteralidades que compõe a integralidade da cosmos politico tanto da tanto do sua identidade quanto da sua comunidade como consciência enquanto vetor produto-produtor da função consumo-consumidor dentro matriz da sua própria inconsciente coletivo da sua alienação como credo da poder como ciência, e da ciência como poder, ainda como terminal burro servo-idiocratizado das fantasmagorias mitomaníacas de poder ignorante, violento e totalitário e necroeugenistas e supremacistas.Impotentes e subserviente perante os supremacistas ignorantes e prepotentes, porque não emancipada e não emancipatória, não libertadora e libertária, porque apartada e desintegrada, e desintegrada porque desagregada e não senso significada para o libertação popular. Mas ela própria reduzida a mera instrumento de reprodução, a maquinária do seu holocausto por necrodescapitalização por expropriação das propriedades vitais e ambientais, das intelectuais às naturais, das naturais às intelectuais.

E Meditação, credo nem ciência fraca de hipo-teses ou hipo-criticas e demo-ideologias e éticas de mandos e desmandos não curam essa chaga. É preciso o ethos da práxis, da arte seminal, da metis, teckne aplicada como ciência e tecnologia social vivida como responsabilidade humanitária e não transferida como obrigação alienada. Habito, costume, rito. Prática, experiencia, vivencia, concretude, realização. trabalho não alienado: labor-ação sem sujeição sem de si nem do outro. trabalho integrado como ciência da produção consciente da obra e sua razão, objetivo e consequência, independente dos preços e premiações tenha o modelo de pensamento um chão ou no céu, seja aqui e agora, ou além.

Não adianta fugir do pau. Porque não se iludam enquanto os gringos se livram dessas excrecências do naipe de uma cura gay…

Deixa as múmias e assombrações do congresso descobrirem que podem roubar dinheiro público não só liberando e subsidiando ainda mais os crimes anscientes golpes de estelionato e falsidade teocrático-ideológico já legalizados, até porque mais antigos que a criminologia e o ritualista do estadismo, mas subvencionando diretamente parcerias publico privadas de exorcismo com erário de preferencia financiada com o BNDES.

Vai rindo. Pensa nas coisas mais absurdas que você está vendo. E depois dá uma pesquisada aqui… 2017

Quem vive da imbecilidade morre pela imbecilização. De modo que os já limítrofes idiocratas também se desconectaram completamente da realidade e em sua prepotência cometeram o mesmo erro da plutocracia norte-americana. Acreditaram que ao eliminar tempo de TV, que ao trancafiar lideranças mafiosas, ou expor as tendências fascistas iriam literalmente arrebanhar a aterrorizada população de volta para o seu cercado do status quo de centro da moralidade e moderação. Mas que moralidade? Que moderação? O centro de poder não só se desintegrou ele derreteu. E só ele não percebeu, graças ao nível de tara, fantasia e descolamento da realidade que só o encastelamento palaciano e poder sem freios (nem imputabilidade) é capaz de prover. O status quo não percebeu que entre o truculência fascista dos Bolsonarianos e o bolchevismo mafioso dos Lulopetismo, o asco pelas hipocrisia das personas e intuições desse poder constituído era ainda maior, mesmo com todas os dados da dimensão da rejeição ao espantalho que foi escolhido para representar seu interesses: Temer.

Será que é preciso fazer um desenho, para que para uma parcela significativa da população, embora uma esteja a esquerda e outra direita, o pior dos seus males é melhor do que está aí, e que cada qual só não se une porque considera a outra polo ideológico como parte desse sistema que abominam? É possível que pragmaticamente dançando sua tarantela as pessoas aceitam novamente as velhas alianças como a podridão, tanto a esquerda quanto a direita. Mas quando a festa da democracia passar e a ressaca vier, quando o novo governo, não puder cumprir o que prometeu, seja porque é impossível, seja porque teve que vender o rabo para chegar lá, teremos novamente uma pais em uma crise ainda maior, com uma população que odeia quem está no poder, e outra mais uma vez traída por quem chegou.

Sei que as pessoas estão enebriadas pelas eleições e que eu estou estragando a festa. Mas tanto faz infelizmente já selamos nosso destino cagamos de novo onde comemos e agora comemos chorando, amanha novamente rindo e celebrando e arrotando caviar. A sociedade não vai se dividir ela já foi divida. De modo que a pergunta não é quem mantê-la unida, mas se seremos capazes de reintegrá-la ou se mais uma vez ela será costurada de novo a força e tocada como uma rebanho.

Porque não importa quem vença com ou sem apelação, não vai ter bases para governar, mas no máximo para se segurar no poder, comprando apoio e reprimindo e espoliando a população. Todas as outras alternativas estão fora da mesa, não só porque estão fora do esquema institucional, mas da concepção de mundo possível das pessoas dentro da abrangência desse sistema que antes de um domus político-econômico e domínio sociocultural é uma matriz psico-epistemológica que se replica como relações de poder e produção baseadas na violação e condicionamento do desenvolvimento cognitivo e emocional antesdetudo como privação de posses de meios e recursos vitais e ambiental tanto os comuns quanto os absultamente privados e pessoais.

Eis um exemplo atualíssimos de como a separação de credos e razão não só é impossível, ela não existe como fenômeno. Mas que não só a separação e discernimentos dos juízos políticos, religiosos e científicos não só pode mas precisa ser feita, e se isso implica logicamente e necessariamente como prática na devida separação dessas instituições, não diz nada a respeito a da manutenção delas como são e estão, ou mesmo na necessária perpetuação das mesmas como única realidade ou os únicos campos e esferas do possível nem como saber, fazer nem muito menos viver.

Igrejinhas politicas, politicagem religiosa, intrigas palacianas ou episcopais, são modelos, projetos que não possuem só uma mesma arquitetura, mas uma mesma lógica. Não ideal, mas psíquica e modelar não só a visão, a percepção sensível de mundo, mas a episteme, a capacidade ver, de distinguir, inteligir, dar sentido e significado as abstrações concretudes e operações mentais e fenômenos que compõe o mundo, a sua imagem de semelhança ou dissemelhança como signos e representações do imagético como real. A arte milenar de comprar tudo que é naturalmente real vendendo sonhos e pesadelos como realidade artificial.-

Ou sim?

AFINAL, o baby yoda não é lindo?

Será que ele vai brincar com o darth Binks?

Image for post
Image for post

Trump é “fácil de ler”. Quanta ironia… Até os democratas , antes tarde do que nunca perceberam que foram devorados por sua pseudo-esperteza. Republicanos, ao que teimam em continuar fingindo que não.

Ai, ai… e olha que não falta ao grande irmão do norte é supercomputador. E mesmo assim não conseguiram prever que Trump já tinha ganho. E nem que o processo de impeachment era igualmente para não dizer previsível, como inevitável.

Não vou nem entrar na questão da veracidade das premonições, profecias ou previsões. Mas picaretagem ou não nunca foi tão fácil como agora fazer previsões especialmente as catastróficas. “O papa será assassinado…” “uma guerra mundial vai começar…” “Gente envolvida na Lava-Jato ainda vai morrer em circunstancias misteriosas…”. “Um ataque nuclear vai ocorrer…” ou então “Trump vai sofrer ser deposto…” Mesmo que tudo isso não passe de um chute, as probabilidades das catástrofes estão altas. E chutar desgraça é sempre um aposta win-win. E nem precisa acertar todas. Basta acertar uma e dizer que todas as demais ajudaram a avisar o mundo a mudar de caminho e pronto. Assim é fácil. afinal sempre se pode atribuir o poder da previsão que de alterar o futuro (que não deixa de ser verdadeiro) para encobrir as falhas e se agarrar aos acertos. Difícil não é prever a desgraça, difícil é evitá-la. Difícil é inventar o para-quedas e ainda por cima costurá-lo enquanto se está em plena queda livre.

Mas até por uma questão de método vamos começar do fácil antes de ir para o difícil. Vamos falar das previsões de futuro antes das tentativas de transformá-lo ou construí-lo.

Seja fruto premonição, pessimismo, paranoia, chute ou sabe-se lá o quê, é inegável que parece que a futurologia fica inegavelmente mais fácil de praticar em tempos de crise. Eu mesmo por exemplo tenho uma bola de cristal que funciona melhor quanto mais aumenta crise. Essa bola de cristal é tipo uma lei de Murphy da cretinice humana, e que me diz algo mais ou menos assim: “não adianta amarrar macacos a um piano por tempo infinito que eles não vão produzir uma sinfonia, mas põe uma bomba na mão deles e dá 5 minutos para eles para ver o que acontece…”

Essa lei é especialmente útil por exemplo para aplicar com lideranças nacionais e mundiais. É evidente que governantes não são macacos, mas também não são nenhum Beethoven nem estão tocando pianos, logo se isso fosse um jogo, apostar que vai dar merda, seria mais fácil que acertar na Mega-Sena.

O que surpreende portanto não é nós macacos amarrados as nossas maquinas de destruição em massa não tenhamos composto ainda nenhuma uma sinfonia com essas coisas, o que surpreende é ainda não termos nos explodido achando que estamos tocando ou assistindo a um concerto de um maestro ao piano.

O que surpreende quando equacionamos as crendices e estupidez humanas as probabilidades não é as previsões de tantas crises e catástrofes, mas justamente o contrário, não termos ainda nos extinto como espécie como já fizemos com tantos outros povos, culturas e espécies. O que me assombra não são as profecias apocalípticas. O que me assombra é a capacidade inexplicável da vida continuar presente contra toda probabilidades da nossa desinteligência. O assombroso é a vida não ter desaparecido perante tamanho grau de entropia e não o contrário. Pode-se até dizer que isto é estaticamente um verdadeiro milagre termodinâmico.

Se pensarmos então por essa perceptiva inversa de expectativas veremos que não é tão difícil prever o que vai acontecer, especialmente porque as relações de causa e efeito se tornam tão mais previsíveis quanto mais extremas (e estúpidas e imprevisíveis são as decisões dos supostas inteligencias em momentos de crise. É como ensina o ditado popular “Quem come prego sabe o que cu que tem” E modéstia a parte já estamos comendo pregos a muito tempo. Milagre portanto seria se por exemplo os Estados-Nações cagassem flores ao invés de ódio e bombas e violações de direitos humanos e naturais. Milagre seria se o problema virasse solução. E passasse do dia para noite a construir as alternativas e soluções para o futuro ao invés de cagar regras.

Quem se dedica e a transformação do mundo para o bem ou para o mal sempre trabalha racional e intuitivamente com a futurologia. Esta sempre tentando prever esses futuros, identificando os mais prováveis seja para tentar alterá-lo seja para simplesmente não ser esmagado por ele. Isso se faz buscando e apreendendo a ler os bioindicadores de cada ecossistema seja ele natural ou artificial, seja ele sustentável ou não.

Na geopolítica e economia olhe para as maiores potencias e corporações, olhe para as maiores e mais potentes e supremas bundas comendo e cagando no mundo e você vai saber o tamanho da merda que vem por aí. E até vai começar a entender melhor os seus problemas intestinos.

Uma das maiores cagadas do mundo recentemente tem nome feita em praça pública atende pelo nome de Trump na presidência dos EUA.

Uma cagada desta é praticamente é “prato cheio” para profecias e premonições algumas delas até mesmo auto-realizáveis. Não era preciso ser um gênio nem matemático mas apenas pensar minimamente livre de paixões ideologias e supremacismos raciais e nacionais para prever com razoável acuidade o comportamento futuro de tão “imprevisível” persona e as consequências dos seus atos agora presentes para o mundo.

Aliás não era preciso nem prever. Porque não faltou quem avisasse que o cara era um desequilibrado mental, um fascista, um estatopata no comando da nação com praticamente metade de todo o potencial destrutivo, bélico e econômico, de todo o Planeta Terra.

Fazer previsões de futuros altamente prováveis não era e continua não sendo nenhum pouco difícil. Podemos praticamente dizer que existem duas grandes previsões sobre o mundo na era Trump:

Uma das previsões é catastrofista. Com Trump e acólitos insanos ensandecendo ainda mais com o poder e perdendo o controle de uma das n regiões de conflito armado que estão envolvidos como na Península Norte Coreana por exemplo. Desencadeando até mesmo um conflito de proporções mundiais.

Outra das previsões, não é propriamente uma previsão mas a alteração dessa futuro altamente provável previsto acima. Ou seja é agora o equivalente a inventar o para-quedas e costurá-lo já em plena queda-livre do trumpismo. O impedimento político ou psiquiátrico de Trump. Sim isso mesmo. Finalmente as pessoas perceberam que estão no século XXI com armas nucleares, e que não é nada saudável a era dos reis ou ditadores loucos ou debeis mentais no poder não é mais algo que dá mais para maquiar com propaganda ou para usar um eufemismo contemporâneo fatos alterativos. Porque até para poder continuar inventando fatos alternativos há que garantir que existam duas coisas: gente e fatos. Algo que guerras com armas de destruição em massa eliminam.

Quanto mais grave é a crise mais fácil é a previsão do futuro, porque mais óbvio e evidente se tornam as possibilidades, ou mais precisamente menos alternativas e mais necessários se tornam as possibilidades.

Rigorosamente portanto não existem dois futuros alternativos mas um: ou é o impeachment de Trump, ou já era. Porque a outra alternativa não é propriamente a previsão de um futuro, mas a certeza do seu extermínio. É o não-futuro.

É muito fácil prever que essa roleta russa que os EUA está jogando, vai mais hora menos hora vai acabar numa bala na agulha. Porém previsões apocalípticas não são só fáceis de fazer, são completamente inúteis porque no dia em que alguém acertar uma, não vai servir nem para dizer depois “bem que eu avisei”.- Impeachment de Trump

Alias, inevitável, sim, o processo de impeachment, porque protelado, agora seu resultado é irrelevante, porque o mandato já acabou o serviço está feito. E portanto a essa altura do campeonato cheira mais golpe pré-campanha eleitoral do que qualquer outra coisa. Em suma, não querem tirar Trump, querem mesmo é acabar com suas chances de reeleição. Mais uma manobra que pode não só ser um tiro que vai sair pela culatra, como estourar essa bomba de ódio racial que o agente laranja obviamente não plantou mas (re)ascendeu o pavio curto dos EUA.

E se você está se perguntando o que tem a ver com isso. A resposta é simples, querendo ou não quem vai pagar a conta somos também somos nós. Primeiro porque eles vão externalizar de novo todos seus prejuízos e danos e não só financeiros. E otário dos países aculturados e subdesenvolvidos que puxarem a briga e a bronca para si. E adivinha se não nós quem?Por sinal até na questões do Oriente Médio que não temos hard power para nos meter, e não servimos senão de decoy para ataque terrorista já encaramos senão de otário com gente desonesta vendendo e entregando o Brasil até para isto.

O neocolonialismo como o velho e bom necrocapitalismo e com direito as barreiras e sansões do mais descarado protecionalismo mercantilista. E se você achava que era só manual de teoria econômica que eles já ultrapassada que eles já jogaram fora faz tempo, refugo tecnológico, teologia de prosperidade provinciana retrasada, substancias toxicas e outros lixos tóxicos ou práticas que eles se livraram ou proibiram faz tempo em seu território que eles exportam e mineram por aqui, tem muito mais custo marginal que eles externalizam para países marginalizados, perdão, subdesenvolvidos. muito mais lixo toxico cultural ideológico, e refugos intelectuais introjetados nas províncias na inversa medida e proporção que se expropriam a matéria prima e alma matter da natividade intelecto-cultural do hospedeiro imbecilizado-expropriado.

Incluso o terrorismo por enquanto só no domestico de ataques armados nas escolas bem ao estilo bang-bang americano. Mas calma que no depender da pregação do ódio xenofóbico macaqueado dos gringos chegamos também em outros histerias e fobias completamente alienígenas a nossa cultura, mas já nem tanto a nossa realidade, imersa senão exatamente na mesma alucinação distópica, nos mesmo padrões autoritários que por sinal são mundiais: fake news, governos tirano-criminosos apontando uns para os outros ao mesmo tempo que vão assim dividindo e criminalizando a sociedades e atacando liberdades civis e por aí vai, velha receita privada para preservar privilégios estatais semeando a guerra de classes para colher o totalitarismo nacional e a discórdia entre os povos para colher guerras entre nações- e claro lucrar com, porque recapitalizar o necropoder é preciso, ou necrocapitalizar seu poder.

Ficou com medo do fim do mundo? Sem problemas. Não há crise que não seja uma oportunidade, especialmente de terror e ansiedade. E você achando que só igreja fatura vendendo o fim do mundo estava próximo? Quer pagar quanto? No cartão, ou boleto? Morra duas vezes, pague uma.

“Pode parecer estranho ou assustador, mas fazemos disso uma diversão, um jogo, ao mesmo tempo em que nos preparamos para a eventualidade de uma catástrofe”, afirma a designer.

Diante dessa possibilidade, ela se dedica há cinco anos a abastecer uma despensa de emergência, em que mantém suprimentos para satisfazer as necessidades calóricas da família por três meses, seis semanas de água potável, kits de primeiros socorros para diferentes tipos de situações, lenha para fogueira, painéis solares para produção de sua própria energia elétrica, facas de todo tipo.

Além disso, Kris fez aulas de tiro e de lutas marciais, além de aprender a caçar, limpar um animal abatido, entre outras habilidades.

A ansiedade contemporânea

É popular a imagem de um avô veterano de guerra, consumidor de teorias conspiratórias, que mantém latas de feijão e todo tipo de quinquilharia no porão de casa para prevenir desabastecimento ou privação em tempos difíceis. Ou do fazendeiro isolado e excêntrico, cético sobre o Estado e a sociedade, que transforma a casa em um bunker contra invasores.

O que se vê nos últimos cinco ou sete anos, no entanto, é o surgimento de uma onda de adultos jovens com alto grau de escolaridade, renda entre média e alta e de orientação política diversa que passou a gastar cada vez mais tempo e dinheiro para se preparar para algo muito ruim — ainda que não haja indicativos concretos de que o pior está batendo à porta.

No fórum online Reddit, a página dedicada à comunidade prepper já conta com mais de 113 mil membros. No espaço, eles discutem desde a quantidade de desinfetantes necessários para um bom estoque até a ventilação ideal para seu bunker privado.

O próprio presidente do Reddit, Steve Huffman, se identifica como um prepper. E ele não é um caso raro no Vale do Silício. Executivos do Yahoo, Facebook e Google estão entre os que se dedicam semanalmente a se preparar para uma catástrofe. Nos fóruns de discussão de funcionários das gigantes de tecnologia, há tópicos sobre o movimento.

“Certamente os preppers do século 21 bebem dessa fonte histórica dos avôs, mas temos hoje um grupo muito grande de pessoas, extremamente diverso. É muito difícil determinar um perfil exato de que seja um prepper atualmente. Pode ser qualquer pessoa que sofra de uma ansiedade crescente detonada por incertezas em relação ao mundo atual e que decida fazer algo concreto para defender sua própria vida”, explica o antropólogo e especialista nesse movimento Chad Huddleston, da Universidade Southern Illinois, nos Estados Unidos.

Uma pesquisa feita pela National Geographic em 2012 com cerca de mil americanos reforça o argumento de Huddleston: 40% dos participantes afirmaram ser sábio guardar dinheiro para uma catástrofe do que investir em uma previdência privada para a aposentadoria.

Lésbica, descendente de africanos e indígenas, eleitora ocasional tanto de democratas quanto de republicanos e opositora ferrenha do presidente Donald Trump, Kris reconhece que destoa do histórico do movimento.

“Sei que estou longe do estereótipo do homem branco, velho e conservador que decide estocar coisas em casa. Mas percebo que na comunidade há cada vez mais pessoas parecidas comigo”, afirma a designer, que também conhece grupos de extrema-direita ligados à comunidade prepper.

Polarização assusta

No caso de Kris, a percepção de que a eleição de Trump provocou uma cisão racial no país, que poderia levar a uma escalada de violência entre civis ou da polícia contra negros, a levaram a intensificar seu estilo de vida prepper.

“Sempre fui contra armas. Mas, em 2016, quando me convenci que Trump ia ganhar a eleição, comprei minha primeira pistola para me defender”, diz ela.

Hoje, tem três armas de fogo na casa: além de uma pistola, possui dois rifles para caça. “Tenho muitos amigos negros alarmados com Trump, que vivem me dizendo: ‘Ele vai nos matar’. E eu digo: ‘Então, se preparem’. Mas eles não fazem nada prático, apenas lamentam.” (…)

O jornalista e prepper Jon Stokes, de 44 anos, expressa claramente a tensão social em torno da política. Ele acredita que as eleições de 2020, quando Trump tentará se reeleger, podem detonar um processo perigoso de agitação social.

“Não interessa qual lado vença, minha impressão é que o outro lado não estará disposto a aceitar o resultado e a situação pode escalar”, diz Stokes, ex-editor da revista de tecnologia Wired.

Ele cita a situação do Chile, em que manifestações populares massivas levaram recentemente a quebra-quebra, violência dos agentes públicos de segurança e toque de recolher na capital Santiago e em outras cidades, e os protestos em Hong Kong, como um cenário que acredita ser possível para os Estados Unidos.

“Muitos dos meus amigos do Vale do Silício compartilham esse mesmo tipo de ansiedade: há uma grande sensação de incerteza e insegurança em relação às mudanças políticas.”

De acordo com a revista New Yorker, o mal-estar provocado pela eleição de Trump em 2016 entre o eleitorado democrata prepper e rico levou 13,5 mil americanos a pedirem visto de residência na Nova Zelândia na semana seguinte ao anúncio do resultado eleitoral — 17 vezes o número médio de pedidos para o período.

Por ser uma ilha com muitos recursos naturais e bom índice de desenvolvimento econômico e social, o país é visto como um refúgio ideal para preppers endinheirados em situações em que seja necessário se retirar dos Estados Unidos. (…) - Os americanos que se preparam para um ‘apocalipse’ causado pela polarização política

Image for post
Image for post

Um mercado multibilionário

Quem não pretender deixar o país, tem cada vez mais opções para se refugiar na própria casa. “Temos muito orgulho em projetar o abrigo dos seus sonhos”, declara em seu site a empresa americana Disaster Bunkers, que produz espaços ultra-seguros sob medida para os clientes.

Além das funcionalidades, a empresa garante design moderno e conforto nos bunkers. Um dos modelos mais baratos disponíveis sai por quase US$ 10 mil (R$ 42,5 mil reais) e oferece proteção contra bombas, armas químicas e biológicas, além de servir de abrigo antinuclear. O mercado para esse tipo de consumidor é hoje multibilionário.

“Com a mudança do perfil dos preppers, muitos negócios faliram e outros tiveram que se adaptar e oferecer coisas mais modernas e urbanas pra sobreviver. Ao mesmo tempo, é um negócio que não pode ser ignorado. Conheço muita gente que acabou atolado em empréstimos e dívidas de cartão de crédito de tanto comprar produtos pra se preparar. A demanda é grande e consistente”, afirma Stokes, que hoje trabalha como editor do site ThePrepared.com, especializado em preppers.

Ele mantém um estoque de alimentos suficiente para cinco meses em sua casa, no Texas e não tem um bunker apenas porque o solo da região onde mora é muito rochoso para perfurações desse tipo.

Kris admite que seus gastos nos últimos cinco anos com a cultura prepper atingiram uma dezena de milhares de dólares. Gasto do qual ela definitivamente não se arrepende.

“Prefiro estar preparada e nada acontecer do que ser pega desprevinida. Estou pronta pra enfrentar qualquer ameaça à altura. Não abro mão do meu direito de morrer lutando.” — Os americanos que se preparam para um ‘apocalipse’ causado pela polarização política

Morrer lutando? Piada pronta. Morrer comprando, ou o que é a mesma coisa, bancando a sua própria morte, e de quebra a nossa. Porque necrocapitalizando de A e a necrodescapitalização de B, é a morte a longo prazo de ambos. Esteja dentro ou fora do sarcófago, perdão bunker.

Pois é, my Fuehrer, I can walk… Missão cumprida.

Nenhum sistema pode contar com a boa índole de quem detém o poder, mas somente com a garantia de liberdade dos iguais em poder sobre a coisa publica. Contar com a benesse e de alguns player e não regras e forças iguais para todos é pedir para levar ferro. Porque na hora H, meu amigo, ninguém diz que faz o que faz porque quer, mas com a eterna desculpa do que é preciso e para o seu bem.

Não seja tolo, em breve, muito em breve, batmans e jokers vão estar juntos de novo e advinha contra quem? — A Democracia está morta. Longa vida a Democracia!

Antigos espíritos do mal, transformem essa forma decadente… em Pinochet…

Ou num Irishman…

Irishman de Martin Scorsese é uma obra-prima de diretor que não só domina sua arte como linguagem, ou teckne, mas meticulosamete, assim como seu narrador, em todos os planos do olhar. Cinema de maturidade, de quem está olhando o mundo de outro plano. Saí procurando para ver se achava se ninguém mais havia visto a anima da obra cinematografia do autor ou só assistido um filme. Encontrei aqui no medium um olhar que vale mais do que a pena compartilhar. Sobre esse manifesto, sobre a cegueira de fim de um tempo, o fim de uma civilização em decadência, de uma fantasia que quanto mais retorna as suas fases infantis, assim como na velhice mais demostra o quão de fato avançada está a decripto e falência desse sonho que não era só americano.

Se acreditasse em genialidade diria que Scorsese é uma gênio. Irishman é um epitáfio em forma de arte cinematográfica. Até no uso da computação gráfica. De Niro jovem assim como o De Niro velho é em anima o mesmo. São velhos, se movendo como velhos, batendo como velhos. Não há truque de animação computadorizada, nem de cena. A todo instante o filme é um memento de que o Cinema, a America, a Democracia foram corrompidos, de como facilmente são mortos e apagados. Um dos retratos mais realistas de como funciona uma fabrica de ilusões num fluir de tempos reais, e de fatos senão absolutamente verdadeiros, absolutamente verossímeis, pela verossimilhança de como se fato se viveu. Só quem não conhece as entranhas da máquina que atire a primeira pedra.

Cada momento da narrativa do filme faz questão de quebrar a ilusão temporal juvenil de qualquer ato de violência. Nunca vi a computação gráfica tão bem empregada para causar estranhamento. O filme é do começo ao fim, em ritmo, imagem, linguagem, a espectrografia da alma católica sobre o semioscópio cinematográfico de Scorsese. Uma síntese não só de Scorsese, mas da cristologia. O melhor e mais assustador filme sobre mortos-vivos que já vi na minha vida. Como diria o outro quem tiver olhos que veja e ouvidos que ouça. Com um domínio do Tempo cristão, não só na narrativa, mas da arte do ilusionismo que produz a magia do cinema, desde que vi Charles Bronson como herói, desde de “Era uma vez no Oeste” de Leone. E olha que eu não assisti em tempo real como ele brincou, o italiano brincou a iconografia imprintada no inconsciente glamourizado do sonho hollywoodiano americano invertendo os papéis dos bandidos e mocinhos, entre o chino-mexicano que seria depois necrocapitalizado com o eterno psicopata e o mocinho Fonda. Algo que tanto Leone quanto Scorsese já vinha buscando antes em suas cinematografia.

É o retrato em movimento do fim de uma era. Porque não se engane. Se a maior invenção dos homem das cavernas foi o fogo, a maior ou pior invenção dos homens das cavernas modernos foi como passar fogo nos outros. A maior invenção dos séculos retrasados não foi a pólvora, ou o mosquete, foi sem a menor sombra de dúvida o revólver. A arma de fogo de repetição, portátil, recarregável, e pessoal, produzida em massa. O que os mais primitivos deste dinossauros ainda cultuam em seus signo. Com ela na cintura Impérios foram derrubados, vastas extensões de terra tomadas e povos inteiros foram dizimados. A unidade atômica e elementar, o lastro e o rasto da moedas sejam fiduciárias ou não da riqueza das nações, e logo da escravidão, pobreza e extinção, escravidão dos povos nos tempos modernos. O resto são signos e símbolos a girar em como culto de poder servo ou supremacistas em torno do logos dessa teckne.

Mas isto era nos tempos modernos. Hoje as armas são outras. A maior invenção também portátil recarregável e que funciona de forma bem mais inteligente e é capaz de derrubar inimigos a uma distancia infinitamente maior que as armas de fogo é o advento do computador pessoal devidamente ligado as redes de tele-comunicação, a tele-informatica. Já a pior, é a que tem transformado essa ferramenta na arma mais poderosa arma que faz da revolver, uma mera capa e espada, na mão de um hábil mosqueteiro, perdão fuzileiro bem treinado para fuzilar, porque em verdade, todo o conjunto é a arma, inútil sem todas as pecinhas da maquina-maquinação, do idiota alienado que empedra o dedo para puxar o gatinho o judas-imbecil que empresta sua cabeça montar a peça por um punhado de dólares a mais, 20 centavos, 30 pesos o quê a hora ou o minuto talvez? depende da (des)valorização da sua carne-alma assim vendida a custo perdido ou sob efeito de uma perda de capital irrecuperável. Irishman explica, ou melhor o silencio gritante do olhar da filha denuncia que vale mais que mil falas dos maninterrupts.

Em Economia, custos irrecuperáveis, também chamados de custos afundados (sunk costs), são recursos empregados na construção de ativos que, uma vez realizados, não podem ser revertidos em qualquer grau significante. Ou seja, o custo de oportunidade desses recursos, uma vez empregados, é próximo de zero. Geralmente estão associados a ativos específicos.

O custo irrecuperável é aquela aplicação de recurso realizada no passado da qual se esperava a geração de benefícios futuros; entretanto, no presente não mais se vislumbra sua potencialidade de geração de benefícios futuros, embora ainda não tenha sido totalmente amortizada.

A falência é fatal. E não está no futuro. No futuro, só está a consciência que se morreu. Não há redenção. Não culpas, desculpas, remorco, O caixão já foi pregado. E portas entreabertas não salvam os fenômenos ad hoc. Ou numa sentença: “que tipo de homus catolicus dá aquele tele-fonema padre?”

Ou numa projeção da hipocrisia da pessoa física para a jurídica temos termos para contra discriminar semitas e discriminar a discriminação dos antissemitas, discriminar os crimes de holocausto nazistas. Na outra ponta também follow the money é o mantra para frear o crime organizado. Mas quando o crime organizado é o legalizado, ou em outras palavras ele já foi devidamente branqueado, o dinheiro já não fede mais, nem o produto tem mais o cheiro do matéria-prima com que o patrimônio do necrocapital foi processado: a carne dos mortos. E a fanta já nem gosto amargo mais da carne criança queimada e escravizada em campo de concentração na Alemanha, ou africa, mas sabor de fantasia, de Fanta S;A.

(…)Como a senhora mostra a vida das crianças no campo de concentração de Bergen-Belsen aos visitantes da exposição?

Diana Gring: Em geral, crianças quase não deixam vestígios, diferentemente dos adultos do campo de concentração. Mas conseguimos coletar muitas peças para a exposição através dos contatos com sobreviventes: objetos, desenhos, poemas. Tentamos, com eles, representar algo da situação de vida das crianças no campo.

A parte central da exposição foi construída de tal forma que existem cinco blocos temáticos. Eles descrevem como as crianças eram acomodadas, por que agrupamentos sociais elas transitavam, como era seu estado psíquico, quais fatores eram ameaçadores à vida delas — como violência, fome. Também representamos coisas como aulas escolares e jogos.

DW: De que as crianças brincavam no campo de concentração?

Diana Gring: Eles faziam o que as crianças fazem em todo o mundo: reencenavam o mundo ao seu redor. Elas brincavam de nazistas e judeus ou contavam cadáveres que estavam empilhados em frente ao seu barracão. Isso era difícil, porque muitas vezes os corpos ficavam parcialmente entrelaçados uns nos outros. A descrição de como era a situação das crianças no acampamento, deixamos em grande parte aos próprios sobreviventes.

Temos esse grande tesouro das 120 entrevistas, em que muitos episódios são descritos — como o momento em que o pai morria ao lado delas na cama, como elas lidaram com a fome, ou o que lhes dava esperança.

DW: A sua exposição mostra fotos, documentos, lembranças das crianças que sobreviveram. Qual peça tem significado especial para a senhora?

Diana Gring: Assim, sem pensar muito, eu diria que é a foto de um bebê. Era Henriette Hamburger, que tinha dez meses quando morreu aqui. Ela sorri para a câmera. É a única foto deixada para a família dela. É a que mais me impressiona. Também mostramos um capítulo que lembra as cerca de 600 crianças que foram mortas aqui.

DW: Havia em Bergen-Belsen um chamado campo de troca, onde os nazistas mantinham as famílias como reféns. É por isso que um número desproporcional de crianças sobreviveram nesse campo. Como a experiência no acampamento marcou as vidas delas?

Diana Gring: O fato de que as crianças puderam sobreviver aqui é atribuído definitivamente ao fato de que Bergen-Belsen consistia em várias partes e também, em grande medida, porque os detidos e as famílias eram mantidos como reféns. A questão de como as crianças sobreviventes lidaram com a experiência do acampamento é ampla. Há pessoas, as chamadas child survivors, que quase nunca falaram sobre isso, que tiveram que aprender a entenderem a si mesmas, interna e externamente, em um processo que durou décadas. Às vezes, elas sequer conhecem sua identidade.

Temos um sobrevivente que foi libertado em Bergen-Belsen quando tinha dois anos e meio e que não sabe nada sobre sua identidade, que passou a vida tentando descobrir de onde veio. Então, depende muito de como era a situação da criança após a Segunda Guerra Mundial, se pais ou parentes sobreviveram, se elas eram órfãos e se foram acolhidas por um orfanato.

Perai, deixa que eles gostariam de I’d like to buy the world a Coke…

De fato a melhor propaganda do mundo. Ou não…

Mas isso é passado. O negócio hoje não é magia da propaganda do ilusão, da prestigiação, da computação gráfica, é o domínio sobre a ciência da metainformação produzindo o que a mente paleoparadigmática chamaria de magia de verdade: materiais mágicos “de verdade”, impossíveis: metamateriais, manipulados, numa dimensão espaço e tempos não passavam de ficção cientifica ou bruxaria. E não estou falando das capinhas de invisibilidade que por sinal já tem outras aplicações.

Mas de aplicações como esta aqui para o tal grafeno…

Já os elétrons presos em duas dimensões podem se comportar de maneira completamente diferente. Por exemplo, no grafeno, uma estrutura de carbono bidimensional com simetria de favo de mel, os elétrons se comportam como objetos sem massa, isto é, como se fossem partículas de luz, os fótons.

Ar criar materiais com dimensões reduzidas, os físicos acabam descobrindo “quase universos” cheios de quasipartículas exóticas. O elétron sem massa no grafeno bidimensional é um exemplo.

Capturando a luz

Agora, Katarzyna Rechcinska e seus colegas criaram uma cavidade óptica na qual prenderam fótons entre dois espelhos. A ideia original era preencher a cavidade com um cristal líquido, que atua como um meio óptico para controlar a luz. Sob a influência de uma tensão elétrica externa, as moléculas desse meio poderiam girar e alterar o caminho e o comprimento (tamanho dos pulsos) dos fótons.

O resultado foi melhor, permitindo criar ondas estacionárias de luz dentro da cavidade, cuja energia (frequência de vibrações) é diferente quando o campo elétrico da onda (polarização) é direcionado através do cristal líquido, e diferente para polarização ao longo de seu eixo (este fenômeno é chamado anisotropia óptica).

Mais do que isso, assim como os elétrons aprisionados se comportam como se não tivessem massa, os fótons presos na cavidade se comportam como quasipartículas com massa. Essas quasipartículas já foram observadas antes, mas eram difíceis de manipular porque a luz não reage a campos elétricos ou magnéticos. Dessa vez, à medida que a anisotropia óptica do cristal líquido na cavidade era alterada, os fótons presos se comportavam como quasipartículas dotadas de um momento magnético, ou um “spin”, em um “campo magnético artificial”.

A polarização da onda eletromagnética desempenha o papel de spin da luz na cavidade. O comportamento da luz neste sistema é mais fácil de explicar usando a analogia do comportamento dos elétrons na matéria condensada: As equações que descrevem o movimento dos fótons presos na cavidade se assemelham às equações de movimento dos elétrons com spin.

Computação fotônica

Com tantas semelhanças, o sistema fotônico construído pela equipe imita perfeitamente as propriedades eletrônicas, o que leva a muitos efeitos físicos surpreendentes, como estados topológicos da luz, e, em última instância, pode permitir fazer quase tudo o que se faz com a eletrônica, só que usando a luz.

A descoberta de novos fenômenos relacionados ao aprisionamento da luz, como este, pode abrir o caminho para a implementação de novos dispositivos optoeletrônicos, como redes neurais ópticas — inteligência artificial rodando diretamente em um hardware de luz — e realizar cálculos neuromórficos — processadores que funcionam como um cérebro.

Há ainda um aspecto promissor em particular, com a perspectiva de se criar um estado quântico único da matéria, o condensado de Bose Einstein, que hoje é criado com átomos ultrafrios. Esse condensado pode ser usado para cálculos e simulações quânticas, resolvendo problemas muito difíceis para os computadores modernos. Os fenômenos estudados abrirão novas possibilidades para soluções técnicas e novas descobertas científicas. -Luz aprisionada mostra um novo quase universo de possibilidades

Hoje a desigualdade de saberes, como não poderia logicamente deixar de ser é absolutamente tão gigante e fatal, quanto a hiperdesigualdade de saberes como capitais; do saber como poder, e poder sobre o saber; é o necrocapitalismo a devorar a natividade das propriedades intelectuais e naturais para reproduzir a possessão hereditária artificial sobre seres e fenômenos reificados como objetos psico-batizados no arcabouço da própria auto-destruição mutua assegurada- devidamente ressegurada por apólices de resseguro em favor dos herdeiros das suas carcaças cientificamente perplexas e mal-assombradas.

Mas não se engane porque o Sobrenatural já era. Ou mais precisamente: quem ficar para trás nessa guerra que não é uma mera corrida armamentista já era junto como o sobrenatural. E quem ficar cantando os mantras dos ideólogos presa nessa velha nova onda ou melhor new order reciclada, se não for para a vala ou pira, vai para senzala-mundi para morrer lentamente enquanto trabalha até a morte.

Porque de duas uma: ou o mundo entra numa era da consciência para todos. Ou só para alguns poucos privilegiados. O que não quer dizer que todos vamos voltar para a idade medieval. Mas só a grande maioria de idiocratizados e escravizados crentes de que o mundo é feito de desigualdades de liberdades, oportunidades, gêneses e essências, enquanto aqueles que necrocapitalizam todos os demais em saberes e poderes estes monopolizadores estão encastelados em seus monastérios desfrutando de todos os privilégios que só o saber que esse bobagem é um monte de ilusão para sustentar essa pecuária humana agora como hiperdesigualdade de saberes-poderes absolutamente idiocratizante ou seja miseravelmente fanatizadora e alucinógena da realidade.

Esse é o dilema do nosso tempo, OU essa nova ciência ficará restrita com mera metaciencia medieval materialista-predeterminista a serviço da necrocapitalização até predar e parasitar o ultima forma de vida desse planeta, enquanto eles fogem, ou pelo menos partir para grilar ou gafanhotar com suas colônias outras Terras e terras deixando para trás seus rastro de morte e pilhagem. Ou essa ciência vai atingir abrir o olho semiótico para sua raiz e razão epistemológica de ser e continuar vir a sendo, e se re-evolucionar como ciência da consciência, o que necessariamente envolve uma revolução identitária de proprioconcepção de “comunidade cientifica”, ou o que é a mesma coisa de sentido e razão da sua função existencial de mera serva tecnocrática governamental, para libertaria popular. De arquitetura- engenheira puto-corno do politico-economicismo do holocausto privato-estatal para cosmopolítica ecológica não dáa, mas para as humanidades libertário-gregária de todos os seres vivos. E não como ideologia mas como epistemologia porque quem acha que descobriu o segredo da vida, num conceito ou número, ou forma geométrica, é pior que idiota é maluco. Por isso das belas artes o humor sempre será a mais vital a não se perder jamais. Porque nada mais perigoso e autoritário que alguém que leva mais a sério ou tem mais paixão e compaixão por suas ideias ou ideais que a vida de qualquer ser vivo.

ENTÃO NÃO CONFUNDA O SIGNO COM O REAL, PORQUE O REAL É SEMPRE SÉRIO:

Ideologia? Não, senhor. Não se deixe confundir nenhuma dedução jamais feita na história da humanidade foi mais racional do que o “penso e logo existo”. Uma manifestação de igualdade de liberdade universal quando pressupõe e respeita a mesma anima nos outros seres sensíveis. Uma declaração de guerra reducionista e predeterminista e escravagista, um projeto de ditadura de saber e poder, consciente ou não, quando nega e renega ao outro o mesma soberania não só sobre o real e a realidade, mas antes na preconcepção de quem é quem, quem é o sujeito que irá ditar a verdadeiro e o falso, quem é sujeito, o pensador, discriminador, quantificador e qualificador e quem é o mero objeto dessa função gramatical ou matemática dessa lógica de programação de dominação e projeção determinista do mundo, o resto da equação: a ser subtraído de suas propriedades, objetivas e subjetivas: os outros.

Eu penso, existo não porque os reacionistas ou crentes, dizem que eu tenho uma alma ou não. Eu penso e existo, porque EU SINTO e sentindo pertenço ao mundo sensível neguem eles, e digo quem eu sou, quer eles neguem ou reneguem mesmo calado. Não, estes homens quando ousam negar ou afirmar a alma ou se o destino das pessoas não passam de hipócritas ou idiotas ou se fazem para como idiocratas comandar os demais através do monopólio das vontades comandar os demais. Porque até quando alguém nega sua vontade, e anima a quando a nega então a todos as demais a afirma como vontade absoluta e totalitária afirma como ideologia demogagica materialista e nillista escravagista e genocida sobre todos seres dotados de anima, por uma simples verdade ou razão epistemológica, se realmente acreditasse que não tem alma, vontade não como demagogo e ideólogo, mas como praticante poria fim a sua vida e liberdade e não a dos demais.

A relação de poder não é apenas um contradição é sempre uma mentira perversa, uma negação de tudo que é essencial não só materialmente a vida e liberdade do alheio, uma negação da própria essência da vida e liberdade do alienado para que o alienador e sua vontade e preconcepções reine sobre ele como a reino, realidade e sujeito dotado de fato dotado de alma, ou anima tacitamente reconhecido neste mundo, porque os outros existem apenas como objetos animados ou inanimados apenas em função não só das suas vontades de poder, mas das suas preconcepções.

Eis o reino da Semiótica e epistemologia, o campo da concepção da verdade e falsidade, e logo da sua visão ou cegueira. Das luzes e sombras, que precede, a fé e a ciência, o campo das fé e ciência como doutrinação de idiotas, ou como liberdade de pensamento e consciência. O campo onde não se luta meramente para a quebra revolucionaria das formas, mas dos padrões ideológicos que são sempre mitológicos ou pseudo-cientifico por oposição as científicos e conscientes e libertários, os verdadeiramente criativos e seminais.

Por isso que um erro reduzir a imensa revolução da quebra dos preconceitos eugenistas de predeterminação não só de gene, mas agora da nova vanguanda a de gênero, como mera ideologia. Ideologia é a preconcepção que se impõe como verdade ao alheio, sim isto é uma guerra de projetos de poder. A afirmação do direito de definição da própria identidade não. Isto é a nova vanguarda da revolução libertária. São as pessoas que estão na linha frente atacadas na frente pelos fanáticos, e sendo empurradas pelos canalhas que se dizem seus representantes na retaguarda sedentas para capitalizar em cima dos seus cadáveres para se projetar ainda mais como falsas lideranças.

Distas bombas, submarinos, armadilhas e trairagens, que compõe a lógica e estratégia de toda essa guerra pela episteme tenho tratado em outros textos.

Mas como legítimo representante dos dinossauros patriarcais que caminham sobre a terra, posso dizer na nossa linguagem primitiva abusiva e violenta, o seguinte. A violência que funciona é sempre a covarde.

Logo, com toda a tosquice de conversa de bar, não há maior coragem do quem entra num bar de machões homofóbicos covardes que só briga em bando, que a bichona louca ou a mulher faz questão de entrar e tomar seu lugar. Poucas vezes na vida, já gente com mais coragem de um lado, ou com mais covardia de outro, salvo com capuzes brancos, uniformes, com cruzes ou suásticas, até porque sou ocidental. No oriente, os símbolos devem ser outros, mas a mensagem deve ser a mesma.

E eis que voltamos ao X da questão as armas de Jorge, porque Jorge é da Capadocia, Salve Jorge.- Qual a solução?

Written by

X-Textos: Não recomendado para menores de idade e adultos com baixa tolerância a contrariedade, críticas e decepções de expectativas. Contém spoilers da vida.

Get the Medium app

A button that says 'Download on the App Store', and if clicked it will lead you to the iOS App store
A button that says 'Get it on, Google Play', and if clicked it will lead you to the Google Play store