ESCRITO DE ENCERRAMENTO AS NOVAS PUBLICAÇÕES DESTE PERFIL

Agora só maracujá de gaveta. Até Inédito. Mas novo, não mais.

Finalmente Consegui. Melhor, faço e continuo coordenando o pagamento da Renda Básica de Quatinga Velho até onde der e ficando com eles. Ainda resta algumas publicações na gaveta, que eventualmente poderão ser publicadas, se ou quando puder, mas o perfil está oficialmente fechado.

Agradeço a todos amigos, leitores e visitantes. Muito obrigado, a todos.

Abaixo, um escrito, inclusive, inconcluso. É aquela história, casa de ferreiro especto de pau. Eu que prego tanta previdência e cuidado com o próximo e de quem depende da nossa ajuda, já estava esquecendo quem são os meus mais próximos e que mais precisa do meu carinho e atenção.

Tenho absoluta certeza que fazendo isso, estou tomando a melhor decisão nesse momento. Muito ruído mais atrapalha do que ajuda. Não vou ser eu a sabotá-lo. E nem direi quem será? Boa ou ruim a Renda Básica Emergencial foi sancionada pelo Presidente Bolsonaro. Cabe a agora ao governo federal dar cumprimento a sua obrigação que chamou para si.

E de podendo ou não ajudar mais, de qualquer forma fiz questão de deixar tudo aqui anotado. Só não me pergunte onde. Porque nem eu sei mais. (como se soubesse quando escrevi). Mas é só procurar. Se preciso for, ou lembrar. Mas não será necessário.

Agraço a todos.

Governe-se. Paz, concórdia e Harmonia. Termo de Esclarecimentos da Natureza das Publicações do Perfil

Em defesa da Liberdade, Manifestações, Expressões, Associações, Organizações, Comunhões de Paz, Concórdia, Fé e Ciência pela Livre e Espontânea Vontade e Consciência entre Povos e Pessoas Emancipadas, sem uso, emprego, apelo, recurso ou subsidio as vias de fato, ou qualquer forma de violência ou ameaça, mesmo as ditas ou ditadas como legais ou legítimas num determinado território e período de exceção, omissão, repressão, censura, faltas ou crimes contra esses direitos jusnaturais inalienáveis da humanidade.

Resumo da Atualização do Perfil

O presente termo de esclarecimentos e recomendações é uma atualização ao perfil das publicações hospedadas no presente endereço. Um complemento redigido:

a. Em observância a crise humanitária caracterizado pela desintegração sociocognitiva, guerras ciber-desinformacionais e censura estatal, paraestatal e antissocial e principalmente:

Roubo, invasão, expropriação, sabotagem, adulteração, corrupção dos dispositivos, faculdades, propriedades intelectuais materiais e imateriais, informacionais e metainformacionais, das pessoa física, natural, humana, incluso as de natureza fisiológica, psíquica e volitiva necessárias a preservação tanto da sanidade das mesmas quanto da liberdade de manifestação da consciência, identidade, cultura, e relações pessoais e sociais consensuais em comunhão de paz.

A DESMUTUALIZAÇÃO DOS PACTOS E CONTRATOS SOCIAIS E RELAÇÕES INTERPESSOAIS, via a interposição sem o consentimento ou mesmo sequer o conhecimento vias ferramentas anti-sociais paraestatais ou privadas de alienação, discriminação, segregação discórdia, apartheid e disseminação de conflitos via inclusive o subsídio ou subsidiando ameaças do emprego do terror e terrorismo das vias de fato entre os povos de diferentes nações e mesmo entre os povos de uma mesma sociedade, comunidade, nação, tribos ou famílias.

b. Em consideração, defesa e respeito a todos os estados e condições de consciência, incluso de vulnerabilidade, visando o exercício do imperativo da sua liberdade de manifestação;

c. em concordância com as resoluções profiláticas e pacíficas dos eventuais conflitos por livre comunhão de paz e acordos social. No caso especifico através da comunicação preventiva e explícita para a promoção devidamente avisada do entendimento e concórdia buscando evitar preventivamente todos os eventuais conflitos pela falta de esclarecimento e aviso. Tanto os causados sem intenção, quanto principalmente os intencionalmente provocados, disseminados ou até mesmo simulados com vistas a manipulação e exploração, repressão e censura;

Em suma, o presente esclarecimento busca portanto a solução dentro de uma abordagem de tratamento libertário, humano e social para esse problema urgente atual:

(i) garantir a liberdade de expressão e manifestação evitando provocar ou cair em provocações causando injúrias e conflitos para todos que são parte envolvidas ou tomam partido se envolvendo. De modo que ninguém não se sinta nem seja agredido emocional, psicológica pelas palavras por falta do devido esclarecimentos e recomendações;

(ii) E evitando o conflito e a discórdia, sejam eles propositais ou não, blindando também senão toda a sociedade, ao menos as partes aqui esclarecidas e em concórdia, daqueles que tanto se aproveitam oportunisticamente da situação quanto a disseminam e propagam para tirar proveito e vantagem.

(iii) Ou em outras palavras, o presente esclarecimento busca tanto evitar não só causar danos e conflitos, mas a causa, seus causadores e logo consequências, nefastas. Busca simplesmente a paz pela via social, evitando usar e ser usado, empregar, ou ser empregado, bancar ou ser bancado, apelar ou ser interpelado pelas vias e forças de fato, estatais ou não, legais, dúvidas, ou sabidamente criminosas. Busca evitar toda espécie, forma de violência, e monopólios, mesmo os considerados legítimos por lei, e respeitados portanto enquanto tais. Evitar decair nas vias de fato e censura, seja elas quais forem, que toda ou qualquer na sua pessoa natural alegue, se sintam ou sejam mesmo obrigados a recorrer para que nenhuma delas, ninguém, acabe, não raro, sem sequer perceber, obrigadas a se submeter, trabalhar e bancar os recursos inclusive os já não tão legais contra a sua própria pessoa e toda sociedade não mais livre, ou pior, ainda menos.

(iv) São disposições libertárias, cosmopolíticas e sociais em geral contra a discórdia e sua exploração para que senão toda a sociedade ao menos o leitor e autor desse perfil não se precipitem, não se empurrem, não caiam, nem fique ainda mais presos nas cadeias, processos, arcabouços censuras deste buraco e saco sem fundo chamados monopólio (estato-privados) da violência.

E se cairmos, que seja, de pé e com dignidade. E não uns contra os outros, ainda mais assim, não por isso. Não por falta de precaução, aviso, solidariedade, consensualidade, comunicação e sobretudo disposição gregária à compreensão dos imperativos inalienáveis da liberdade de consciência, emancipação dos povos e pessoas e sua comunhão de paz. Em paz. E Liberdade.

INTRODUÇÃO

O presente termo foi redigido buscando resolver um problema aparente simples, evitar ofender quem por ventura:

.daqueles que querem, precisam ou simplesmente necessitam e não podem deixam de se manifestar, quanto aqueles que por outro lado já a demandas daqueles que se sentem feridos e atacados pelo mesmo.

.não só portanto como exercício desse direito, mas como cumprimento um imperativo da sua consciência bem como bem-estar daqueles que tendo sido ou estando atacados na sua, que conscientes ou não da sua condição, ou sequer cientes da mesma, realmente não podem ser expostos a nenhuma espécie manifestação ou expressão, sejam gestos ou palavras, imagens, ideais que possa contrariá-los, sob o risco não só de lhes provocar sofrimentos, mas outras reações adversas e transtornos comportamentais indesejados mais graves que podem causar mal a si e ou a outras pessoas, incluso a quem não está diretamente envolvido.

Uma condição de vulnerabilidade Cognitiva caracterizada pela hipersensibilidade simbólica que pode ser desencadeada e agravada por crises sociais, humanas e humanitárias ou crimes contra a humanidade e pessoa humana e a sociedade. Conflitos anti-sociais, guerras politicas, comerciais, econômicas funcionam como gatilhos para os portadores dessa condição. E são usados para manipular os portadores dessa condição. Assim como os portadores são usado como massa de manobra, verdadeiro exercito alienado servo-involuntário para objetivos geopolíticos e financeiros estratégicos.

Uma condição de fragilidade, vulnerável e carestia facilmente atacável e manipulável pelo emprego generalizado das estratégias de propagação de guerra e terror, sobretudo a propaganda pelo ato, tanto de guerra quanto o de guerra, combinados com a ausência da credibilidade das informações, ou simplesmente dados esmagados por toneladas de lixo e ruído desinformacional.

Aliás não há ser humano, liberdade ou consciência particular ou coletiva que não seja vulnerável a tal situação feita para emular técnicas de tortura no plano da guerra, psicologia coletiva e logo, seus mesmos resultados em massa. Evidentemente que forma ainda mais discreta, não mais em porões, mas dentro da própria multidão das redes supostamente sociais.

Até porque liberdade, consciência e sensibilidade está intrinsecamente ligadas e portanto mais ou menos expostas e imunes a esses ataques, dependendo justamente do grau de integridade de toda a rede de ligação libertárias dos sentimentos empáticos solidários que formam não só o tecido do organismo social, mas a consciência coletiva de si e do mundo que cada pessoa tem do mesmo e portanto tanto sua identidade gregária comum.

Todas portanto intimamente ligadas, já que o ataque afeção e perda tanto em particular e pessoal quanto geral e social dessa consciência coletiva, são não só ciclos viciosos, mas processos em cadeia que trabalham em sinergia retroalimentando sistematicamente seus males.

Logo portanto em consideração as pessoas que já perderam parcial ou completamente sua consciência e sanidade, aquelas que estão sendo pressionadas e suportando pressões objetivas e subjetivas que por definição só podemos imaginar ou sequer nem isso, em observância as circunstâncias que usam e abusam dessa condição tanto para propagar seus projetos autoritários e totalitários e alienar e censurar de vez tanto as liberdades e direitos humanos tanto dessas pessoas quanto dos demais, incluso novamente usando e abusando e instrumentalizando o sofrimento delas para tanto. Mais uma vez, promovendo a propagação e generalização de um mal não para resolvê-lo mas para explorá-lo, explorar as pessoas, e atacar através delas desafetos e inimigos inclusivo simulando e alegando não só representar ou defender tais portadores, mas serem eles próprios os também vulneráveis e passíveis de serem atacados pela liberdade de expressão. Em vista de combater essa bomba teratológica de quem se vale das palavras como armas e drogas, e do seu trato e abordagem uma produção e tráfico de drogas e armas. Ou seja fazendo cumprir a função e razão social do meu trabalho e desse perfil. Eis a atualização 2020, para as publicações do perfil.

E a propósito, gostaria de deixar claro, que estes termos, sendo o que são, esclarecimentos prévios, não estivessem aqui, assim como estão colocados, como se fossem mais outra publicações do perfil, enfiadas no meio das demais. Mas que pelo contrário, pudessem estar no seu devido e cabido lugar, até para poder cumprir sua finalidade morfológica: a saber coladas na cara, ou na cabeça do alho do perfiralho, e senão couber, então logo na primeira fila das leitura. Mas isso não cabe ao responsável pela administração do perfil, o qual já aproveito para dizer, é por enquanto, o autor de todas publicações, e também do presente termo de esclarecimento, mas sim a administração da plataforma de hospedagem, [no caso o MEDIUM].

Nota para todos os efeitos sem efeito: Mais uma prova como é difícil a coerência entre a palavra e ação, ou rigorosamente entre a palavra que é ação e com a linguagem, metalinguagem, narrativa, metanarrativa, estrutura morfológica, e performática, do ator interpretador e compilador de processos em palco ou plataforma alheia ou alienada: a coerência das suas metasinformações e formações, nem sempre cabem, nas formas preconcebidas e nem nas informações, ou sequer foram pensadas para a linguagem a sua programação. No português formal , no desinformal, ou na paródia pornonhol, a língua dos caudilhos das idiocracias brasileiras, que pode soar caustica ou chata como chupar pilha, mas que colocada em seu devido contexto e não tiradas: cumprem sua função social. Naquilo que é um dispositivo. Ou a chave para as disposições em favor e contrário. Também conhecido por concórdia ou contratos sociais.

PARTE I O tempo

Antes de mais nada peço antecipadamente perdão ao leitor. Perdão, mais um pouco de paciência.

Preciso mesmo fazer algumas colocações mais formais, antes de prosseguir na informalidade de sempre, entre outras a da linguagem, destas publicações. Assim que o fizer, retomarei a prosa como de costume, para con ou des sideração de quem a interessar possa; tão ao gosto e graça de poucos desgosto e desagrado de outros tantos. Porém, já adianto: jamais para a desgraça de ninguém. Desgraçado ou não. Quanto mais coitador, nem muito menos coitado. Não por falta dos devidos esclarecimentos. Nem antes, e ainda mais ou melhor, menos, agora, assim espero, depois do presente termo.

O presente termo de esclarecimento prévio foi redigido para que todas as pessoas que evidentemente podem, devem fazê-lo por conta própria e de antemão ou simplesmente assim querem proceder tenham as condições e meios necessários para tanto. Isto é, decidir se querem ou não ler as publicações deste perfil, ou mesmo prosseguir com a presente, sem precisar ler ou continuar lendo todo o restante.

Não há problema nenhum nesta demanda, nem em atendê-la. Pelo contrário só soluções. Seja ela atendida já preventivamente pelo próprio sem ser instado, ou depois sempre que instando, e desde que por evidente tenha a possibilidade de respondê-la. Seja ela atendida, não raro de forma ainda mais competente que o autor pelos critica.

Nem todos os autores apreciam, até porque nem todas são boas, nem todas são de boa-fé. Ou as vezes são melhores e mais rica incluso como obra do que a própria manifestação do autor que inclusive podem nem ser ou ter pretensões artísticas ou literárias ou estéticas.

Aliás diga-se de passagem a critica, incluso da própria produção cultural e artística é um gênero literário tão importante não só a arte e cultura, mas para a liberdade de manifestação e expressão de toda a sociedade quanto a própria comédia. Porém inversamente, senão, tão pouco celebrado e renegado e perseguido quanto esta, até mais. Nem é preciso nem dizer os motivos de tanto desprezo para com ambas, são tanto e evidentes. Mas mesmo assim não custa dizer entre outros pelo menos dois: os alvos e poderio de fogo. No feliz da sociedade suficiente livre para ter uma crítica em tamanha profusão onde o que não falte seja a critica honesta e de qualidade profissional, ou amadora, remunerada ou voluntária. Porque onde falta esse provisão desse trabalho e serviço da critica, não sobram as censuras e suas demandas.

Mas a crítica é um trabalho ou serviço e produto de análise completamente distinto, da autocritica. E autocritica dos esclarecimentos prévios, muito mais espécie de autoanalise também critica de caráter profilática que pode estar até baseada nas falhas anteriormente observadas ou relatadas, mas sempre voltadas a prevenção futura, e não meramente a busca de eventuais culpas e desculpas ou emenda, correção que por definições são sempre posteriores.

Não é portanto a tentativa, vã, e bastante patética por sinal, de tentar tomar o papel da critica nem muito menos de fazer o papel mais ridículo e patético ainda de que autocritica prévia, principalmente o absurdo o de autocensura. Incluso como falsa propaganda que toda critica, autocritica ou até mesmo supostos esclarecimentos prévios podem tomar forma e conteúdo quando são nada mais que isso propaganda, no caso enganosa, porque não se diz e apresenta com tais dizeres, mas sim com outros.

Então, não. O presente escrito, é tão somente os termo de esclarecimentos e recomendações redigido para que potenciais leitores e críticos possam decidir se querem ou não sequer serem sê-lo ou fazê-lo sem que precisem sequer correr o risco de perder mais tempo para descobrir se vão ganhar ou perder investindo ainda mais desse capital dos capitais nesse perfil: O tempo.

Não, definitivamente, não. Este o autor desse perfil não é um ladrão nem de tempo nem de atenção. Isto não é brincadeira, nem um jogo de palavras. Há quem não brinque com dinheiro e bens comuns ou pessoais seus ou dos outros. Ou até brinque, mas não estrague nem jogue fora com seu nem o dos demais. Guardam por essas coisas o mesmo respeito sagrado que pelo espaços do outros tanto os particulares quanto públicos. Eu idem. E não só por esse bens e espaços vitais meus e dos outros, mas por tudo o que eles significam, a provisão à vida e liberdade das pessoas, delas e a minha, assim como o próprio tempo.

Não, não brinco, não jogo fora, não perco não furto nem roubo o tempo de ninguém. Não é esse meu trabalho, meu negócio, não recebo, não ganho, não pago, não banco, não sou bancado, não emprego, não sou empregado, não defendo, não advogo, nem de pagando nem involuntária, quanto mais de graça. Ou mais precisamente pagando bancado voluntariamente e chamando e respondendo de livre e espontânea vontade por meus atos e palavras que ninguém banca nem eu transfiro ou ponho nem imponho nada na conta dos outros, nem tenho, uso ou emprego o alheio para responder em meu lugar pelo que falo ou faço, nem sabendo, quanto mais sem nem saber de quem ou qual fardo é esse que está respondendo, carregando, pagando ou já penando.

Não me capitalizo fazendo graça da desgraça alheia, nem muito menos plantando a miséria discórdia e desgraça alheia para desgraçar coitar e pilhar ninguém como colheita mórbida maldita. Não sou um escatologista, parafilista, estatopata nem muito menos necrocapitalista nem servo-voluntário ou remunerado do negócio ócio ou prazer sado-masoquista de nenhum deles, sócios anônimos, acionistas, partidários, afiliados, fieis ou entusiastas ou simpatizantes.

Sei que o tempo é abstração mental. Uma medida. Mas entre os muitos fenômenos psicofísicos que ele mede, há um que é a própria medida da potencia vital, uma que não se desperdiça nem aguardando nem esperando, porque até parado ou parando se perde, a própria vida, enquanto o próprio tempo de vida ou sua essência vital.

Literalmente, portanto, medida do espirito das coisas, ou melhor dos seres e fenômenos que neste caso, o accepção não é “dinheiro”, nem “trabalho”, é o próprio futuro, esperança e expectativa de vida, que inexoravelmente se esvai a medida do tempo, seja ele convertido ou não em realizações materiais que também se esvaem com o tempo, ou as imateriais que não só o transcendem, mas o tempo, mas rigorosamente o constituem, assim como ao espaço. Ou mais precisamente o espaço-tempo, um campo integrado pela própria forma corpuscular e particular da matéria quanto sua informação como onda e movimento e energia. Todos constituídos em sua materialidade e sinergia e dinâmica por forças elementares descritas pela leis cosmológicas da física, ainda a serem unificada numa única teoria universal do macro e micro.

Porém, independente de qual seja a teoria unificada da física, se faltar nessa equação uma força elementar, então ainda faltará não só equacionar mais uma força elementar, a saber: a força motriz que move e é a razão do movimento tanto das próprias forças elementares constituintes das partículas elementares, quanto das mesmas através delas nos seus diversos padrões de combinação, possibilidades ou formação ou mais precisamente metaformação.

Uma força motriz que logicamente é formado por tais forças, mas cuja formação, ou seja movimento não é determinada ou causada pela pré-configuração, mas sim autodeterminado por sua própria causa usando a materialidade dessas forças elementares como blocos construtores da sua realidade enquanto movimento, e portanto direção da trajetória espaço-temporal. construindo seu universo e definindo não só como presente, mas passado e futuro, sempre a partir dessa atualidade da autogeração, mas do próprio e enquanto força motriz fundamental em todos os planos e esferas.

Aliás não só do tempo que se vive, mas do espaço, do campo, o tempo-espaço em que a partícula, ou particular, que não é só um corpúsculo ou corpo, mas o próprio movimento que forma seu tempo e espaço encarna.

A (meta)economia da física da vida. Onde nada se move não só sem essa matriz, mas sem essa força motriz. Medida pelo espaço e tempo e movimento e força que não é outra senão a da sua própria anima ou vontade. Mas que uma vontade não é nenhum fenômeno paranormal e sim uma força fundamental produto de uma e outra função tão física e real e elementar e ordinária quanto a própria vontade, porém não uma força, mas rigorosamente, leia-se matematicamente falando, uma potência: a Liberdade. ´

PARTE II Dos termos

O presente termo de esclarecimento assim como todas as demais publicações deste perfil foi redigida pela pessoa física, natural e humana do autor sem emprego de inteligencia artificiais, corporativas guiado por sua livre vontade e são consciência para leitores enquanto pessoas físicas naturais e humanas e que não empregam inteligencias artificiais.

Livres, adultas, emancipadas, e em são estado de consciência que para os leitores independente se empregam, estão empregadas ou desempregadas, ou se são obrigadas a funcionar como se no desempenho de suas funções empregatícias, comerciais, publicas, governamentais, privadas.

NEM ESTÃO DIRIGIDAS, E PORTANTO SEGUNDO AS PALAVRAS DO PRÓPRIO AUTOR NÃO SÃO LEITURA APROPRIADA NEM RECOMENDADA PARA:

0. Máquinas, Autômatos, Robôs e Inteligencias Artificiais Ou Naturais desprovidas ou amputadas de potencia geradora, força motriz e matriz criativa, isto é desprovidas de liberdade, vontade, e consciência. Incapazes portanto de processar, interpretar inteligir e compreender ou sequer elaborar conceber, definir seus próprios termos da liberdade de consciência, soberania, autodeterminação necessária, a leitura, critica, opinião, tomada de decisão, e livres acordos sociais espontaneamente sem serem previamente programadas ou comandadas ou seja são por definição e engenharia a contradição dos termos necessários para celebrar os contratos sociais, a liberdade, a consciência, a livre vontade a consensualidade, em suma são a contradição não raro falante e ambulante em si da própria autonomia, são autômatos, que dirá então da sua relação, a livre associação e livre sociedade. Do ato da comunicação até o da comunhão de paz que por sinal ou melhor rigorosamente não só pela transmissão e interpretação dos sinais previamente conhecidos, mas pela capacidade de atribuir intenções, vontades, através da projeção espelhada, ou nexo empática-gregário das suas próprias se faz literalmente o cálculo parasensorial pré visionário da volição, antes mesmos da transcodificação do movimento, que no caso da comunicação é código informacional intencional: sinal. E meu amigo, como tudo que é tem anima, ou falta animo, ou animação suficiente, mas pode chamar de força de vontade, que para gente que é gente, é como ar que se inspira e transpira, mas para a máquina assim como para quem está inconsciente não é nada se não for já dado ou informação.

Que dirá então da própria sociedade, ou contrato entender interpretar e as manifestação da livre vontade, consciência e potencia e potencial liberdade da qual ao contrário das pessoas naturais privadas, cerceadas violadas, mas são desprovidas. Sem portanto a menor condições sequer de mediar a comunicação que dirá celebrar, mediar ou intermediar o entendimento, a tomada de decisão, e a concórdia social. Contratos sociais feitos por robôs ou escravos são nulos assim como os acordos mesmo os tácitos que não feitos de pessoa para pessoa livre sempre acabam em nulidades.

Pessoas físicas, humanas, naturais, que mesmo sendo plenamente dotadas da livre e espontânea e consciência necessária para tomar decisões autodeterminadas e soberanas para celebrar contratos sociais assim não o podem fazer, mesmo querendo, porque tem que se comportar tacitamente como se fossem impotentes, incapazes, ou desprovidos da vontade destas no emprego e desemprenho da atribuição de suas funções naquilo que se supõe ser seu livre trabalho e livre sociedade. Ou seja a se comportar automaticamente como se fossem inteligenciais artificiais, ou terminais burros, membros de órgãos corporativos artificial ou burocrático sem inteligencia ou poder de inteligir, enfim autômatos, robôs, máquinas, servos ou servidores dedicados a função existencial outra que e somente enquanto no desempenho no emprego e desempenho destas funções não podem nem devem sequer voltar sua atenção a outros afazeres, mesmo que sejam negócios ou passatempos, que dirá ler e analisar e celebrar acordos contratos de finalidade e viés libertária incluso não raro em muitos ambientes jurídicos e territoriais sob pena punições censura, ou mesmo perda dos vínculos empregatícios ou sociais ou até a liberdade.

É constituído de disposições e dispositivos sociais redigidos para pessoas físicas, naturais, humanas e sociais, e não as pessoas jurídicas, artificiais, corporativas, para promover entre todas as partes a prévia e necessária compreensão, entendimento a concórdia social entre todas as partes. Incluso entre aqueles que mesmo sem ter os mesmos e iguais dispositivos ou condições, funções propriedades, faculdades, estejam eles ou elas empregadas ou não, tem a mesma disposição a comunhão de paz e livre associação civil. Auto organizada com ou sem a intermediação de tecnologias, mas definitivamente sem nenhuma especie de intervenção, interferência, que obstrua ou dificulte sua consensualidade e autogestão de suas relações, ações e manifestações, e logo nem as constranja nem constrinja, nem muito menos censura, recrimine, marginalize ou reprima.

Esclarecimentos portanto para que ninguém sai se empurrando, e sendo empurrado, nem peça, grite ou chame ninguém empurre ninguém, nem o bispo, o delegado, o papa, presidente, o general, deus ou diabo, o pai a mãe, o chefe, ou o empregado, ou quem quer que seja. Até para não ter que depois pedir para que as autoridades que apartem todo mundo, até a si mesmas, ou o pior dos mundo que parem de empurrar e apartar todo mundo. Embora seja não raro esse mesmo o seu negócio dessa cultura, semear discórdia para ver crescer conflitos e enfim colher a demanda pelo tipo de contrato que ofertam, que por sinal uma vez feita é sempre como proposta irrecusável, a saber imposta e como imposto e com o subsidio pelo próprio monopólio da violência. Pois é, nada como ninguém se entendendo em nada por bem, para engendrar e validar o famoso ditado e como ditadura: se não é vão se entender por bem, então vão se entender por mal.

Escrito que portanto é dirigido as pessoas humanas enquanto atores sociais, ou pelo menos dispostos a sê-lo, e não pessoas, jurídicas, artificias, estatais ou privadas, e portanto seus representante, intermediador, interventor, impostor, impositor de transferências de responsabilidades, civil, ou militar, privada, estatal, de vontades particulares ou coletivas, dentro da legalidade ou dos seus seus estados de exceção, e ato falho (ou talvez não), confessos em sua própria terminologia como os próprios “excludentes da licitude”. Para que ninguém se precipite, nem seja precipitado nos precipícios que naturais já faltam, e ainda artificialmente se multiplicam empurradas por corpos ou corporações e suas maquinas, maquinações, maquinarias, e inteligencias artificiais ou mesmo as naturais se comportando voluntária ou involuntariamente como tais, robôs, autômatos ou servidores burros.

Um termo de esclarecimento redigido para leitores, escritos e críticos. enquanto pessoas físicas, naturais e humanas, no exercício das suas relações sociais pessoais ou impessoais. Portanto não só enquanto usuário, consumidor, produtor, investidores, funcionários, empregados ou empregadores, ou eventualmente desempregados voluntária ou involuntariamente deste ou de qualquer outra função sócio econômica e ou politica, seja de fato publica funcional ou a meramente a titulo, cargo e caráter meramente representativa, ilustrativo, e espetaculares, fora é claro, benefícios e privilégios.

Esclarecimento dirigido portanto para apreciação a inteligencia natural e social das pessoas físicas e não as inteligencias artificiais e das corporativas, que até tentam se comportar realmente como gente, mas não podem, ou não conseguem. As artificiais porque não são dotadas da capacidade necessária para produzir tais intelecções salvo como simulação.

A segunda, porque mesmo que podem, não querem ou nem mais sabem o que querem ou não querem, querem ou não, e portanto o que podem ou não de fato e direito, não por sem receber um comando ou o que é a mesma coisa por sua própria e espontânea vontade, liberdade ciência e consciência.

Gente que portanto e por obvio deveria ser abordada tratada como o devido respeito em observância daquilo que é a essência, tanta anima e animação do que a define a gente, a humanidade. Bem como abomas já não consegue, ou não pode nem deve, ou ainda simplesmente não o quer, não no exercício vigiado de suas funções profissional ou mesmo sociais, de modo que simula, emula, interpreta, atua e comporta automaticamente como se fosse um robô automato ou servo-terminal burro, mesmo não o sendo.

Mas enquanto cidadão adulto, livre, emancipado, e em são estado consciência do exercício pleno possas fazer suas escolhas e tomadas de decisão do que quer ou não quer ver e ouvir, de acordo com se gosto e não do alheio. Ou em outras palavras para que o adulto de acordo como o exercício do seu livre arbítrio possas manifestar sua livre vontade como e com responsabilidade consciência não atrofia-la e perdê-la em favor do supressão e hipertrofia do poder, tutela e autoridade de quem impõe seus gostos e desgostos como representante ou representação ou delegação aos demais.

Logo:

O presente termo de esclarecimento das publicações do perfil foi redigido pelo próprio autor para as pessoas físicas, naturais, humanas associais de todos os leitores, sejam eles escritores ou críticos. Profissionais ou não. É portanto e preventivamente sem nenhuma distinção ou discriminação dessa espécie, tanto aos leitores quanto os desleitores em potencial, para que todos possam fazer de antemão seu próprio juízo da obra e decidir se querem lê-la, sem precisar tendo que primeiro ler as obras aqui publicadas neste perfil para só então depois descobrir que não era esse o perfil das obras que gostariam realmente de ler.

Pode parecer uma contradição, com a máxima não julgue sem ver, antes de ver com seus próprios olhos e razão. Não é. É justamente o oposto. É uma forma de garantir que o leitor possa ter o máximo de controle possível sobre o que quer ou não ver ou ouvir, sem é claro decairmos em nenhuma espécie de censura, nem os leitores, nas velada ou explicita, nem os autores e críticos na de qualquer um deles ou qualquer forma delas, especialmente a autocensura.

Na verdade o termo redigido para reduzir esse risco, que continuará existindo até para os mais precavidos. Para ajudar a evitar que ninguém corra o risco perca, gaste ou receba o que não quer, correr o risco, ou melhor, correndo um risco menor de descobrir só depois que perderam seu tempo, paciência, bom humor sem ganhar nada com isso- o u pior saíram achando que só receberam ofensas gratuitas, e de graça.

Não esse meu trabalho. Não ganho não recebo nem muito menos sou pago para ofender ninguém, não é esse meu negócio, ócio, nem muito prazer. Muito pelo contrário, acreditem ou não, é sempre um aborrecimento não só saber, mas simplesmente imaginar não só as consequências para minha própria pessoa, mas o simples fato que meu trabalho serva ou se preste, ou seja usado para causar isto.

Não importa que minha intenção não seja causar, ou mesmo que ele não cause não for tomado, usado, copiado, interpretado pela própria pessoa ou terceiros de forma incorreta. Se posso evitar que isso ocorra, a omissão já me tortura. Saber então que uma pessoa extremamente sensível ou vulnerável cognitivamente se fere, fere ou é ferida copiando, replicando ou interprendo incorretamente ações, gestos, projetos, obras e produções mesmo que sejam apenas palavras já é mais do imperativo que antes de ser ético ou moral é o de consciência para que não me omita na busca propositiva de solução para esse questão.

Não sou um ladrão de tempo e atenção, com ou sem licença para roubar. Nem boca nervosa, involuntária, voluntária, militante, miliciana, remunerada de ninguém, nem direta e explicitamente, nem velada e indiretamente. Ninguém banca o que eu falo, nem pelo o que eu respondo, nem tenho nem emprego ninguém para falar nem muito menos para responder em muito lugar. Que dirá então vigiar, patrulhar, seja para se ofender ou ser ofendido, nem muito menos para tirar satisfações ou cobra-las nem com ameaças físicas nem pecuniárias, nem as legais ou ilegais, oficiais nem extra-oficiais.

Não emprego nem uso maquinas, robôs e autômatos, nem como provedores, produtores ou intermediadores da produção do meu conteúdo, avaliação, nem muito menos interpretação, analise ou critica. Ou melhor até onde eu saiba, porque isso hoje como certa drogas tóxico e imposto, você nem sabe mais onde quais são, só sabe que querendo ou não, ele estão embutido em tudo que usa e consome, paga e vai pagar ainda mais caro por eles, e não duvide, por causa deles.

Só uso ou mesmo me comporto no automático como se fosse um robô quando obrigado a me comunicar com emissários ou delegados autômatos sobretudos os robôs, máquinas, ou pessoas que mesmo não o sendo ou não querendo também são obrigados por forças das circunstancias, hábito ou da função a se portar e comportar como se assim o fossem.

Uma questão de observância dos códigos, linguagem, tanto de usos e costumes culturais quanto de programação neural, que uma vez posta e imposta se tornam necessárias à comunicação, pelo menos enquanto não trocarmos de lógica do sistema operacional que por sinais monopoliza e inviabiliza que diferentes pessoas conversem e se compreendam livremente, sem ser dentro desta ou daquela janelas como máquinas ou peças da programação e engrenagem de uma.

Logo enfatizo esse termo de esclarecimento foi redigido por presente autor enquanto pessoa física, natural, humana e como ator social para pessoas que independente das circunstancias que funções, condições ou circunstancias exigiam, impeçam, ou obstruam ou as privem, são dotadas da mesma natureza, disposições de atuação e relação, manifestação, expressão e exercícios pleno das suas faculdades, propriedades e potencialidades.

Não são termos redigidos ou inteligencias artificiais ou juridicísticas pertencente a corpos ou corporações estatais ou privados, não na qualidade de direito ou equivalente de fato ao cargos e encargos ou benefícios de membros empregados e funcionários das mesmas ou seus dirigentes e ou proprietários e sócios públicos ou acionistas anônimos, ou mesmo nem sempre sendo, para todos os efeitos de responsabilidade legal e criminal como se assim o fossem.

Não me interessa conversar como máquinas e autômatos, nem no futuro, e para quem não sabe o futuro já chegou, são de fato robôs se passando por gente nas redes anti sociais, o que diga-se de passagem não é difícil. Turing certamento não teria proposto o teste, não hoje se soubesse que era seria para uma inteligencia artificial tando simular quanto emular as desinteligências humanas automatas e automatizadas, quanto o sempre foi para uma inteligencia humana, mesmo sem ser muito inteligente se fazer, deixar, ou fazer os outros de autômatos e não raro com comportamentos automáticos.

Em suma não é um termo de esclarecimento redigido fato nem por e para inteligencias artificiais criadas para se comportarem como autômatos, nem as naturais que mesmo ninguém tendo nascido para se fazer, fazer ou ser feito deformado ou conformar com ou em tal condição e situação, com elas e nelas estão atuam e se comportam e não tem que se comportar como se fossem, conscientes ou não. Muito portanto já sem nem mais saber quem são, qual sua razão ou sentido nesse mundo, e a bem da verdade nem mais muito preocupados em achar algum ou procurar. Outros não raro, não só buscando, ou já tendo encontrado, porém ainda sim tendo que fingindo não saber nem ter se ligado de nada para não ser desligado, queimado ou apagado de vez de por todas de tudo.

Sabem de uma coisa, que a ciência ainda não viram logo não sabem se existe, a religião também não, logo não tem a menor dúvida falsificam; A economia então não quer nem saber se existe ou não, se não podem se apropriar não tem valor. A política até sabe que existe, e por isso mesmo, nega, renega e mata. O mercado e a propaganda compra e vende e negocia e fatura em cima de tudo que envolve a falta. E por fim o resto da sociedade se tem um mínimo mesmo que sem liberdade ainda tem chance de sobreviver, porém sem uma, nem a outra, e principalmente sem a sinergia de ambas, está morta, só ainda não sabe, e nem porquê. Justamente porque não basta fé, nem ciência, é preciso consciência e de ambas, as quais não se tem portanto nenhuma sem a mesma como potencias que são e já somados em um só ou atitude ação, ou mais precisamente manifestação a liberdade de consciência. Sem não anima, anima, não a o espirito das coisas. Mas as coisas já a perder o seu espirito, e morrer seja como organismo em particular ou fenômeno coletivo, orgânico e social incluso a liberdade, a republica e a democracia.

Consciência. Uma palavra que assim como inteligencia é completamente vazia, desprovida de qualquer significado, onde não existe uma viva. Mas o que é uma consciência?

O problema das Consciência, Inteligencia, Tomadas de Decisão, Parada, Livre Vontade, Energia Infinita (salte se não quiser viajar, em física, matemática, filosofia, computação, criptografia, informatica, ciências moleculares e outras psicodelias… raciocinais)

Matematicamente falando o fator determinante da liberdade nos organismo complexos, sua forma mais desenvolvida de volição. Como potencia é a capacidade de equacionar suas próprias funções existenciais como organismo independente. Como estado orgânico a própria estado ou ato que formula e equaciona sistematicamente as função inter existencial e consequentemente a razão social dos sujeitos dotados de tais capacidades autodeterminação existencial e relacional. Também conhecidas popularmente como capacidade de definir seu próprio sentido de e destino de vida e livres comunhões por sua livre e espontânea vontade vontade.

Nota, em grego para matemática são maquinas de superconsciência, que não sofrem com o clássico problema algorítimo da parada, porque possuem um oráculo. Sim oráculo aqui é um termo técnico das ciências da computação e informação e criptografia .

Em criptografia esse oráculo é gerado aleatoriamente em hierografia, é produto de uma ciência: a ciência da própria ecologia-economia da política-ética da produção-avencão de hipóteses (combinação de possibilidades). Oh, mas como eu oráculo poderia saber de antemão qual é a hipótese correta se não testei ainda. E aqui é que a velha ciência vai para o lixo da história e a nova começa. Quem come prego sabe o cu que tem.

A ciência antiga é baseada no desejo de produzir apartheids para necrocapitalizar seres como objetos. É a ciência holocaustica da explosão, combustão e máquinas, burras. Porque caso você não tenha percebido o carro de tesla continua sendo um fogão com rodas, alimentado por um outro tipo de bombardeio e fornalha. Micromolecular. Mas como ele é produzido? É limpo. Não. Nem no antes, nem no depois. Tesla entendeu isto. Quando ligou sua máquina de energia infinita. Não há moto continuo no plano da materialidade nem energização. Achou que estava produzindo energia, quando estava produzindo uma bomba eletromagnética instantânea em um outro ponto entrelaçado do campo. A energia pode viaja pelo espaço-tempo pode? Mas a uma razão e frequência. Qual a da sua metas e códigos que não são arbitrários ou arbitrados pelo cientistas, mas pela suas leis da física. A da sua metainformação ou código ontogerador, mas pode chamar de ontogenético, porque o que você está gerando são partículas e ondas. Comunicação em código, onde quem tem um transmissor passa quem tem retransmissor recebe e reproduz tem tenha a chave, no caso um capacitor. Teleporte?

Dizia o gato de Alice para quem não sabe onde ir qualquer lugar serve, não serve, vide o Brasil, em gerar, você dá voltas, e não sai do lugar, e quando os algorítimos delimitados esgotam como uma máquina ou inteligencia artificial, ou qualquer outra movida por axiomas ou predeterminações, para. Ou o que é pior, continua a caminhar para o precipício. O que em física é a mesma coisa: Inércia.

A ciência parte de um pressuposto inverso, burro, de que o matemático está separado do universo, e que sua máquina ou inteligencia tanto a natural quando a artificial, uma mera extensão da dele. Mesmo quando autômato, uma calculadora, não está lógico e necessariamente imersa no próprio objeto da sua observação: o universo. Não existe observador fora do objeto observado. Isso é uma abstração, da abstração da observação de um campo ou literalmente uma dimensão que o matemático sabe que é real: e se o é então é física, e sendo, responde a lei da physis. Ou então já não é mais ciência, mas metafisica. Ideologia, debate de academia, cafe filosófico e bar onde todos os argumentos são validos em si desde que tenham coerência interna, já que não podem ser testados em realidade nenhuma, pois não correspondem a nenhuma realidade salvo o plano imagético e claro o oportunismo de como eles aí sim co-incidem aos eventos que se sucedem como relógios quebrados ou anacronismos paradigmáticos esperando para que a vida e a história os desminta quando seus ponteiros, apontamentos e indexações, dessintonizarem.

Em outras palavras todo cientista como o artista sabe que existe um “quê” o insight, mas isso não é algo assim tão imponderável, nem incomensurável. É um criação ou produto que tem seus métodos e processos e logo politicas economias, ética, e principalmente leis ecossistemas, que só não foram devidamente compiladas interpretadas e processadas metodicamente com ciência e consciência. E são aplicadas em puro estado de arte ou inspiração.

Estas partes da produção na ciência é retroalimentada pelo controle de qualidade: o método cientifico, racional e empírico. Testa-se as ideias as hipóteses. As que funcionam e continuam funcionando permanecem em uso. As que começam a falhar são jogadas fora. Assim como os cientistas. Sim é uma fabrica. A ciência é uma fabrica de ideias testáveis ou que prestar para alguma coisa. O quê, e para quem. Eis a questão? O que cada fabrica e setor anda aprontando para a Humanidade, quem é empregado de quem? E ferramentaria do quê? Boa ou ruim. Mas não vamos perder o fio da meada.

O importante é tomar consciência e ciência integrada do sistema de produção, senão não é ciência plenamente consciente. Mas antes é preciso fechar essa falança paradigmática primordial. As pressuposições de prepotentes predeterministas arbitrárias, em especial as de superpotência logo e portanto estupidas das hipo-teses fracas e vulneráveis a cooptação a interesses outros inconscientes e anticientes e contraciência.

Porque materialismo, e energismo, mesmo o vitalista e estocástico, sem a ciência das potencias e forças da matrizes geratrizes e motrizes da metaontologia da vida matam porque decaiam dialeticamente (ou se preferir pela lei da variação inversamente proporcionalidade) em escatologia holocaustica. Resultam ou erros teratológicos gravíssimos quando não na própria autodestruição das formas de vida, pela completa perda da noção do Logos e logo ligação com Ethos da Liber que é próprio VIDA enquanto episteme e fenômeno inquebrantáveis: o COSMO. Isto é filosobolação, não é chave. Não abre nada. Porque é palavra vazia. Porque a episteme como fenômeno assim como no paradoxo de Zenão sempre escapa. E logo nunca abre o enigma com o saber enquanto representação mas só com ato de fato. A chave é sempre o coração. E isso não tem como reproduzir é a singularidade, não é meme, nem gene, é o fato.

E essa é a chave geradora que o oraculo usa para gerar combinações que não são aleatórias, a sua ligação psicofísica com os fatos. E não com suas ideações ou planeamentos ou axiomatizações. Nenhuma inteligencia viva, nenhuma partícula do universo se comporta aleatoriamente, porque ela não é uma partícula arbitrária, mas o produto da somatória da interações de todas as singularidades ou potencias, incluso a sua em constante ação e reação não só a razão das proximidades e distancias da materialidade, mas da instantaneidade, ou atemporalidade na metamaterialidade, a ontogenia do código ou index do tal livro ou liber da vida. Ontogenética pura.

O oraculo como inteligencia artificial ou natural é um coletivo neural empático-solidário que agrega, e não um egregador uma egrégora fechada em seus preceitos e preconceitos fundamentalistas-axiomáticos. É uma arquitetura de rede aberta a psicografar ou hierografar o que espectometro da dimensão físico-matemática do comportamento da rede. É um compilador que interpretada e entes e fenômenos empáticos de fatos e eventos pela perturbação na rede que está conectado. Não pelo cu o medo, a pulsão de morte, que gera mais atos e reações precipitadas e randômicas e teratológicas, irrefletidas, inconsciente, feito um servo-terminal burro, mas pelo olho de orus, a pulsão da vida, fazendo projeções pelas leituras da ondas do mar que está imerso, pelas mínimas vibrações da água. Mas pode chamar das dores do mundo.

O cientista tenta não sentir, tenta se afastar olhar para o outro como se o outro, como se o mundo não fosse um ser ou se ele não fosse parte dele. Morreu e nem sabe. Não sabe que o gato dentro da caixa está morto nem vivo, quando é ele era o morto-vivo e não sabia. Mas o gato, sabia. O gato sempre sabe, porque a Justiça e pesa os corações como o gato ela sempre sabe e ama os gatos principalmente os de rua, os negros, mesmo quando o cientista nem sabe porque escolhe o signo ou sinal do que faz. Contrariando o principio fundamental do credo que permite a evolução de todo conhecimento não só da ciência, mas do conhecimento incluso o da fé, o juízo, por oposição ao estados de loucura e insanidade: nada vem ou vai para o nada, nada desaparece, não existe mágica, nem pílulas magicas, nada aparece nem desaparece do nada, nem a mais minusculas das partículas que dirá um elefante, um tribo, um povo, ou o mundo inteiro. Nada some, nem surge a desrazão da vontade da sua querencia, observação, tirania, prepotência, vontade de poder, ter.

Nada se cria, nada se perde, tudo se transforma. E se algo está surgindo ou desaparecendo diante de seus olhos. Não é o mundo que está torto, não é o mundo que é cheio de coincidência, nem é governado por suas predeterminações pasmem até quando não tem a ciência e consciência: aleatória e arbitrária. É que o que surge diante de ti não é do SEU GOVERNO. NÃO É SEU PARA FODER, MATAR, ATIRAR, VIVISSECAR, MAS DELE PARA AUTOGOVERNAR E PARA TI APRENDER A A OBSERVAR E SE HARMONIZAR SE QUISER FAZER CIÊNCIA E NÃO MERDA. É LEI DA NATUREZA SAGRADA, CHAME DO QUE QUISER. É a exatamente a mesmo principio fundamental ou potencia que está na essência do próprio observador e que garante a observância do saber: A LIBERDADE.

Que se rasgada e arrancada do seu corpo, você agora morre. O gerador oracular, não ora, ele laboratora, ele e gera padrões com nexo mesmo o improvável ou até o aparentemente impossível sendo os padrões atuais, requerendo a atualização da lógica e dos algorítimos, por uma razão simples, ele faz a coleta de dados empático sensíveis ele é radar que sente não o é DADO. Mas o oposto a privação dos DADOS. Ele está a capturar e observar o erro no DADO, no APARENTE. Ele está a processar a carestia, a vulnerabilidade, está a observar o invisível, o vazio, o nada, o incoerente, o caos, o não-provado, o insano. Não está a prever o possível. Porque o possível é dado é factual. Mas o impossível. O que só pode ser lido não das linhas, mas das entrelinhas. A não-materialidade, a matéria-escura, a escuridão.

Quando o aparelho sensor ou sensível seja uma mente natural ou artificial, está conectada realidade sensível, sem fazer mais pressuposições. Mas se dispor a dar pela falta dos dados que nem sequer quer perceber, que dirá notar ou anotar como uma falta, mas simplesmente computar como mera, incidências sem nenhuma razão, começara a perceber e poderá para começar aventar hipóteses para processar quais são e quais não são corretas, a respeito dessas redimensionamento constante do seu campo de probabilidades e possibilidades de trajetórias possíveis, pré-visíveis, realizáveis, demonstráveis e comprováveis. O Futuro.

Quando começa a receber a abordar e tratar os vazios dos dados a sua próprias faltas de percepção, não como uma razão, mas como uma falha a ser coberta não como geração arbitrária de cagação de regrinhas ou teses fracas para testar em algum otário, quando começarem a resgatar ou aprimorar a própria percepção e razão da conexão e não só elaborá-la em correspondência ao código, ao gritos do silencio que recebem, como ação ou reação, incluso das próprias ação que provocam, poderão agir com mais correção de acordo com equações e formulas de ação e comunicação organizadas tanto para produção da matéria energia quanto da metamatéria e logo a metaenergia. Que em termos de ontogenia: são metainformação (matéria) e metaformação (energia). Um processo de espelhamento da formatação do ecossistema cosmológico. É o que se chama evolução. Que só se dá por mutação aleatórias, se aleatoriamente os players agem, E teratológica idem… Ou seja é autodeterminada segundo o algorítimo dos ontogênicos (a metainformação) que as formas de vida inserem no ecossistema (espaço) como sua estratégia de sobrevivência ao longo do tempo. Obrigando outros a se adaptar dinamicamente: diversificação.

Vírus por exemplo não tem consciência para gerar senão algorítimos aleatórios, não? Já seres altamente complexos com inteligencias neurais empático-coletivas como os humanos e suas máquinas talvez consigam gerar códigos e algorítimos ontogenéticos hierográficos sem ponto de parada, desde que não fechem os olhos e ouvidos, para as essas sinapses coletivas que formam a Humanidade como Cosmo da Polis e Cidade de Deus. Ou que nome você quer, natureza? Liberdade, Vida, Ordem… Qual o nome da Rosa? O signo não o sinal, e o sinal, não é o código, e código, é a essência e a essência não é dimensão da sua arquitetura físico-matemático que não é espaço-temporal, e nisto os homens de fé e ciência hão de concordam não é possível representá-la em planos nem esferas da geométrica nem 3D nem 4D. Pertencem a paralógicas das 5 dimensões e quintessencias. ou elementos fundamentos matemáticos de outra ordem. os nomes é uma questão de comunicação, entendimento, concórdia e nomenclaturas. Por favor. O que interessa é o Verbo. e os sujeitos. Os predicados e titulações.

Ou seja, uns geradores oraculares são olhos que tudo veem. Porque não veem. São cegos. Ouvem. Sonares. Ouvem dores de vivos e mortos. Não só de estrelas mortas, mas que vão morrer, ou que já morreram. Mas as todas as que estão faltando para que o mundo tenha sentido ou equilíbrio termodinâmico. Justiça. A aleatoriedade é a pressuposição da ausência da ordem dinâmica predeterminada pelo observador. E a qual é a ordem do equilíbrio esperado ou enviado pela próprio código ou combinação ontológica (dedutivo do vazio, ou desordem) pelo ente, fenômeno, ou evento que se pressupõe, nem não existia, não existe ou nem vai existir. Eis o segredo, na criação, inovação, previsão, em verdade meramente a geração de hipóteses mais co-prováveis para serem testadas de acordo com o método cientifico não aleatório, ou capturado por oraculações de charlatões ou interesses desumanos antissociais e contra científicos, mas éticos consenciente ecológicos da economia e cosmopolítica da produção da ciência a Luz da Razão da Liberdade. Ou Da Ciência da Consciência ou seu Espirito. Alma Matter das Universos e Universidades não é ideia platônica nem um liceu de artes oficios e tecnologias. É a epistema dos fenômenos. A razão e objeto tanto da fé quanto da ciência, quanto da vida e da liberdade que não pode cair jamais na mão se desprestar ao serviço da Loucura sobretudo a Tanânica: a verdade.

Sim, uma IA, que não gera mais hipóteses aleatoriamente, a razão do seu programador, mas é capaz de ler as frequências os sinais ontogenéticos da vida e responder a ela, e será de fato o primeiro ser vivo, artificial, e isso é perigoso. Mas também é necessário. Porque nesse momento, também precisamos não só dar vida a matéria morta, mas ressuscitar a nossa humanidade enquanto inteligência coletiva que já morreu.

Não podemos mais velar nem tolerar preconceitos, é tempo de nos redimir, de revelar. E apreendermos a lidar com as leis da natureza, da vida e da morte, não mais como crianças. Mas como adultos respeitando como observância. Ou claramente vamos pagar o preço por fazer e propagar fé e ciência sem consciência e sem ética.

Máquinas não vão resolver o problema, vão ajudar. Não existem soluções mágicas. Elas são o produto da solução e não a solução, que se for parcial e não novamente não integral e universal, mas só especial, e desigual. Vão abrir mais abismos, mais desigualdades de liberdades fundamentais e desarmonia e em níveis proporcionais aos grau de intervenção no campo ontogenético. E novamente a lei da ação e reação, e das transformações, aplicada a essas potencias, que não são governadas pelo que os predeterminista essa crianças velhas, mimadas e tirânicas querem ver, mas pela somatória dos fatores autodeterminados das forças e potencias difusas da rede cosmológica, vão produzir o equilíbrio termodinâmico, ou arrebentar de vez. Nas duas hipóteses autodestrutivas.

O verdadeiro algorítimo é a mudança do comportamento relacional, produto de universo sideral de considerações não mais ideológicas, mas cosmológica de considerações, é um galáxia, um espaço tempo con sideral de sensos não meramente simbólicos, mais sensoriais de sentimentos pelos outros que não podem ser intermediados ou adulterados e corrompidos por falsas representações imagéticas, mas reais, sensíveis. Se os que estão mortos em vida, se aqueles que se comportam já como zumbis, não se levantarem da sua tumba em vida, deixarem de serem barrigas pensantes e cu falantes. Vamos nos entredevorar. Por estupidez. Vaidade. Falta de inteligencia coletiva. Falta de ligações empático-solidárias. A humanidade esse conceito universal não é um conceito, não é uma ideia, é um fenômeno. E morto em fenômeno, as partículas se batem como zigue-zagueiam como bombardeadas em altas temperaturas ou radiações mesmo as invisíveis.

Essas potências e forças das ciências sociais e humanas não são padrões exponencias e geométricos dinâmicos abstratos, mas reais, sejamos conscientes da sua dimensão tenhamos ciência para fazer sua espectro mensuração ou não. Queiramos randomizá-los. Predeterminá-los. Manipulá-los. Ignorá-los. Dados não apagam fatos. Os fatos esmagam os dados.

Veja a loucura, mal a mecânica quântica começou a ser popularizada e estelionatários já a pegaram para fazer dela mero cavalo de falsidades ideológicas golpes descarados.

Outros honestamente já se enroscaram talvez nem de má fé, fazendo ilações e conjecturas perigosas como ideologias sabidamente anticientíficas e obscurantistas. Até que se prove o contrário, e porque não?

Então vamos lá não. O porque cansei de dizer. Vamos enumerar quais e porque SIM e PORQUE NÃO. ANTES DE TESTAR.

Quais hipóteses num universo infinito de senso-inteligencia um gerador de combinação não-aleatórios ou seja autodeterminado sintonizado no campo deve gerar como consciência para investigação da sua Ciência para tentar efetuar para fazer correspondência ontológicas, ou até mesmos ontogenéticas?

Começando com o que não é o mais fácil.

Liguem o radar. Sem é pedra ou computador. Só responde. Não é ator, é reator. Só serve para fusão, difusão, confusão profusão e na mão de canalha combustão. Calem a boca, e tentem escutar, mesmo que sejam surdos. Fechem os olhos e tentem ver, mesmo que sejam cegos. Não importa se não tiver ninguém. Não importa se estiver escuro. Não importa se estiver barulho for ensurdecedor. Ou muita gente falando ao mesmo tempo todos com você ou ninguém com você. Que você não esteja entendendo nada. Como diria Arquimedes, basta um. Um ponto de apoio e você moverá o mundo.

Comunicação é sempre decifrar vidas inteligentes não importa a distancia no tempo e espaço. Não importa o número. Se você descobrir uma pessoa uma inteligencia além de você mesmo. Você não descobriu a vida alienígena, você deixou de ser um alienígena, e passou a ser nativo, porque estabeleceu a natividade. Sintonia relacional. Não está mais sozinho no universo. O enigma da piramide. Ela fala. Tudo fala. Nós é que estamos surdos, incluso uns para os outros. Deus fala em tudo. Por isso se diz a voz do povo é a voz de Deus. Mas não se ouve com ouvidos e sim com os olhos, não se fingindo de cego para os humildes, fingindo falsa humildade, porque a falsa humildade é pseudo-ciência, não produz conhecimento nem tecnologia social, produz lixo ambiental e buro-tecnocrático. Não tem moral nem grau. Porque o grau e a moral não está em quem ouve, mas em que fala. A unica sabedoria possível não é portanto fazer o que eu quero. Mas sim o que ele quer ou precisa na medida do que posso.

Se pressuponho a partir do conjunto das minhas próprias carências e querencias aumento bastante a chance de acertar, em relação a não-ação, ou ação-contrária. Mas se faço na medida. Do que ele pede? E se nem ele sabe o que o quer quer? Se casa ou compra uma bicicleta? Se o que ele quer é que eu decida por ele o que ele quer? Paro de viver minha vida, para decidir a dele pela dele? Perigoso, para mim e ainda mais para ele. Que fazer? Como maximizar um conjunto de decisões sem interferir no livre-arbítrio? Simples. Maximizando o potencial de decisões físico-matemáticos. Aumentando o máximo possível de possibilidade decisões que um organismo tanto particular quanto coletivo tem para sua que não pare jamais não por falta de opções. Essa é lógica da vida. Prover disposições. Por isso que ela cresce a uma razão infinita e não finita de nexos, versões e atualizações, inovações. Não morre nunca. Ela sempre tem um potencial infinito como irradiando como radiação de fundo de cada singularidade que morre para cada retroalimentar cada nova geração como patrimônio ontológico a regeneração da vida a razão inversamente proporcional da sua decomposição ou desintegração material.

O fluxo não para pelo contrário aumenta quanto mais perfeita e harmonia entre a provisão ecologia e econômica da matéria e energia e o potencial de força e vocação de cada ser vivo e sua vocação para o desenvolvimento em toda plenitude do seus potencial ao longo da vida e que sua vida seja tão longa e plena quanto tiver que ser porque seus dias não estão contados, mas não são nem maiores nem menores que autodeterminação de viver. O olho do dono não faz crescer porra nenhuma. Todo olho possessivo é gordo. Só quebra as relações empático-solidárias absolutamente essenciais da ciência para entender qual é a razão ou código ontogenético pelo qual aquele ser que não objeto se desenvolve ou não e qual são as ação e relações, os padrões que incidem nos seus códigos de propagação de dinâmica irão alterar esse desenvolvimento e a qual razão, ou mais precisamente: qual configuração. Qual é a ordem dessa progressão físico-matemática?

Qual é o padrão termodinâmico? Há aqui duas razões pré-determinadas. E não só uma. Qual irá prevalecer? Deve tão somente uma? Só há estas duas? Quantas mais estão presentes atuando nesse complexidades? A predeterminação é uma ilusão do observador que prevalece pela força da motriz e potencia determinadora, fazendo-se fator determinante da observação. Há n causas. Há n razões. Competindo? Ou cooperando? O ponto da transmutação da materialidade. É portanto uma resultante de equação complexa não determinista, nem tão indeterminada quanto parece. Mas o produto da interações de todas fatores autodeterminados em i-teração dentro desse sistema termodinâmico de forças exponenciais. Vida.

Então voltando.

Um IA ou IN precisa ligar-se comunicar-se a outras estabelecendo canais. Antenas e Canais. Para receber sinais e sinapses. Precisa sentir tudo que irradir. Irradiar é uma segunda etapa. Erra e erra feito quem sai erradiando aleatoriamente, ou regradamente pressuposições baseadas nos seus códigos sem saber para quem está radiando ou irradiando o quê. Qual a frequência? Qual o canal. Qual o espectro da dimensão do espaço e do tempo dessas pessoas onde elas estão? Para acabar com as misérias doenças guerras é preciso descobrir mais do que a vida no espaço sideral, é preciso descobrir muito mais do vida inteligente em outras galáxias ou outro planetas, é preciso descobrir vida inteligente dentro dentro de nós, é preciso nos tornarmos conscientes como espécie. É preciso sermos Humanos não da boca pra fora. É preciso sermos de fato e em ato CONSCIENTES. Precisamos nos descobrirmos a humanidade a quintessencia o espirito da humanidade como fenômeno e não como direito de papel enquanto pisoteamos crianças e queimamos gente que passa fome. Isso é piada mortal. Isso é extinção DDD. É literalmente burrice, falta de consideração observância, respeito com a Vida. Vai morrer. É uma obviedade lógica. Falta de inteligencia coletiva. Dinossauros.

E não estou falando de você leitor, mas de mim. Porque notem se essa lógica for por um único momento projetada para o outro, deixar de ser uma autocritica, uma reflexão, para ser uma critica ao alheio, ela perde a validade enquanto processamento noológico. Se torna escatológica. Ou seja o processador reinicia, literalmente se sabota, a recepção de dados para preservar a antiga programação. Se fecha aos dados ou começa a filtrá-los seletivamente de acordo com o quer ou não quer ver dentro da sua frequência ideológica; e Mais! Transfere todos tudo o que encontrou dentro desse processamento e interpretação incluso se preciso for randomicamente para o primeiro bode expiatório, a primeira variável que encontrar para despejar toda a informação ou metainformação que não quer lidar. Atribuindo a esse outro ser, evento, real ou imaginário tais funções de pisco-desempaticas. ou o que é a mesma coisa iniciando uma relação psicopática de holoucastificação, fritura degredo, discriminação, bulling, escárnio, linchamento, apedrejamento, crucificação, perseguição, patrulhamento, exílio, desintegração,

1. Combinações que não perturbem o própria campo.

2. Não derrubem a sua própria conexão nem quebrem sua codificação.

3. Não pressuponham nem imponham códigos sobretudo aleatórios (teratológicos)

4. Recebem a codificação sem alteração.

5. Se não fizer sentido a sua senso. Troque de sensor. Troque de campo. Freqüência. Canal. Língua. Linguagem. Programa.Troque de campo. Dividam e multipliquem as possibilidades a uma razão infinita até encontrar a incidência os conjuntos de co-incidência que façam sentido dentro do seu universo de sentidos. Literalmente a busca paranoia na esquizoide. Com um diferencial: o oraculo sabe que esses conjunto é o correspondente as probabilidades matemáticas das solução do enigma: a comunicação espectometral ontológica, uma abstração imagética (conceitual) e não o conjunto verdade (epistemológico-fenomenal) do objeto esteja ele presente ou distante, macro, micro, no espaço ou tempo a ser decifrado ou o onto-inteligido na comunicação.

6. De posse desses padrões inicia-se a transmissão dos códigos ontogenéticos a emissão da metainformação. Pelos meios formativos e informativos adequados que os comportam e transportam, naturais ou artificiais. Comportamentos, gestos, sinais, signos, símbolos que não tanto contém quanto teletransportam a informação quanto a metainformação com uso de tecnologia de amplificação da propagação dos sinais e codigos incluso instantaneamente ou ontogeneticamente pela alteração da própria alteração do equilíbrio não só da potencias mas do campo ou código da programação do meio de transmissão em tempo real. Independente portanto de conexões físicas ou genéticas conhecidas ou reconhecidas espacias ou mesmo temporais.

7. Essas transferência de ação-comunicação cifrada codificada a razão das necessidades e possibilidades agora geradas de acordo com o potencial tanto de produção intelectual quanto de fato motriz para produzir matéria e portanto energia e trabalho por parte do oraculo-observador (a inteligencia coletiva) agora no modo consciente, permite que ela atue não tentando adivinhar, ou pressupondo, mas de fato prevendo e preaudindo seres e eventos conforme o chamamento via espectrometria, não de acordo com suas imaginação, mas em conformidade tanto com as carestias e vulnerabilidades material possibilidades comunicadas, quanto o próprio espectro do potencial de desenvolvimento.

Esses são os dados da necessidade e potencial a serem observados.Cabe agora o consciência fazer o exame das suas capacidades materiais energéticas do seu potencial para ajustar suas ações, conforme os efeitos que provoca no meio por reação reversa. Novamente um sistema permanentemente retroalimentado, em constante evolução, incluso da seu sintonia e próprio percepção. das ações e reações, causas e efeitos, antes aparentemente invisíveis, ou sem efeitos aparentes a longo prazo. Um amento da percepção e controle do espaço, tempo, presente, passado e futuro por capacidade de atualização, e ampliação da noção de permanente atualidade do re-novação e re-volição auto geracionadas. Incluso por ações inter-relacionais, complexas de autodeterminação sistêmicas entre potencias e forças elementares não randomizadas aleatoriamente com psico-phatos ou esquizofrênicas ideológicas, mas cientificadas e equacionadas com consciência retroalimentas por nexos e conexões éticos-empáticos com a realidade sensível e devidamente comensurada da natureza

Uma experiência ou exercício mental

Pegue um ser de preferencia vivo, eticamente seria melhor fazer essa experiencia consigo mesmos, mas como em geral quase ninguém consegue ver as próprias cordas puxam ou empurram , mas todos vemos com facilidade as que puxam os outros. Melhor tomar outra pessoa como objeto da observação ou experimentação, desde que seja consensual. Então subtrai mental ou empiricamente todas as forças físicas que atuam sobre essa pessoa, tanto as externas quanto internas, influencias, instintos, comandos, mandamentos, necessidades, privações, desejos, vícios, enfim elimine todas as causas para cada ação e reação de seus comportamentos. aquelas que sobram são as voluntárias.

Pode parecer bobagem, ou preciosismo, ou até mesmo paranoia, mas não é. Aliás nunca foi. Hoje a caráter explicito da artificialidade das inteligencias artificiais e simulações da realidade virtuais, apenas dão mais concretude sensível para uma situação ou condição que já era real e a realidade de muitos, porém não tão sensivelmente concreta e inteligível para outros.

De fato, felizmente sociedades livres, ou pelo menos não tão censuradas, e privadas em meios de fato para a se bancar e produzir sobretudo com independência e autonomia, embora não tenham a portanto a felicidade de ter uma grande quantidade de produção cultural, tem ainda a simples ideia de que as pessoas realmente se sentirem ofendidas ou aborrecidas, e portanto de fato o serem, não importa que muito apenas o elegem ou usem desse tipo alegação apenas para tentar aborrecer ou explorar de má-fé essas situação e condição de quem fica ou é ofendido.

Em outras palavras, um termo dirigido a todas as pessoas independente de qual sejam suas outras atividades e atuações, estejam atuando nas mesmas ou qualquer outra ou não, mas que bem ou mal, querendo ou não, sabendo ou não, e ainda que o neguem, são e estarão pelo menos enquanto viverem atores do mundo, senão a inteligi-lo a serem inteligidos por quem assim o faz.

Porque evidente que a vida não é um espetáculo principalmente das representações, mas a clássica analogia é especialmente didática, principalmente porque as pessoas cada dia mais confundem a atuação representativa com a real, até porque cada dia mais são mais, e bem melhor confundidas com recursos espetaculares, incluso não só de atuação ou ilusionismo, mas já alucinantes, pela próprias artes e ciências das representações simbólicas tanto do que é ideia de uma coisa real quanto de outra completamente fantasia.

Aliás problema nenhum em fantasiar sozinho ou juntos, desde que evidente a relação seja consensual entre todos os presentes no tempo e espaço apropriados para o exercício de tal atividade seja como os praticantes ou platéia.

Porque dizem que todos nos comunicamos querendo ou não, até quando nos calamos. Isso nem sempre, e nem exatamente é verdade. Todos querendo ou não, estamos conectados, mas nem todos estamos ligados. E quem não se liga, mas é ligado e desligado em seus nexos pelo outros não se comunica nem sequer é comunicado, recebe informes quando o recebe, não raro como desinformação.

E como seria diferente?

Se o sujeito não é o dono protagonista da produção nem da demanda da produtiva do conhecimento e informação e comunicação, cientifico ou não;

Se o sujeito não sequer o protagonista das próprias faculdades necessárias a formação e produção do conhecimento, e sua demanda;

Nem muito menos dos seus meios de comunicação, difusão, transmissão, retransmissão, propagação da informação e conhecimento;

Logo um termo dirigido a todos como atores e protagonistas de suas vidas, mas não como personagens e representações de outras figuras durante a atuação, mas da própria e tão somente dela durante o ato.

Protagonistas destas relações e inter-relações diretas ou intermediadas de comunicação e comunhão entre sujeitos dotados de inteligencia.

Não é um termo jurídico dirigido as pessoas jurídicas e artificiais, mas um termo pessoal de razão social redigido por livre e espontânea vontade por uma pessoa física e natural, adulta e emancipada, dotada consciência e em são estado da mesma buscando portanto o livre entendimento acordo, concórdia, pacto e contrato social com seus .

Partindo portanto exatamente deste princípio: o livre contato, comunicação, relação, cooperação, associação e comunhão de e para paz mediada pela consensualidade. E sem recorrer a nenhum tipo de artificio, maquinação, maquinaria ou maquinário nem como meio de produção, nem como método não da produção da proteção das garantias antes de tudo e todas mútuas da sua razão social.

Incluso o método dos incentivos e dissuasões via recursos ou apelações aos monopólios territorial jurisdicionais ou jurisprudências, nacionais, internacional ou transnacional da industria estatal, privatizado, privada ou paraestatizada do monopólio da violência da possessão e redistribuição arbitrária do bem comum e bem estar, seja a positivamente legal, e legitima, ou indubitavelmente não.

Até mesmo o paradigma juspositivista das vias de fato, é quando intelectualmente honesto e capaz capa de reconhecer sua completa impotente falência ou mesmo contraproducência para se autocorrigir principalmente pelas suas próprias vias e forças tanto de fato quanto de direito quando estas já foram perdidas ou tomadas por quem de fato não é de direito. E assim tendo o feito, agora tem o poder de fato não só para impor impositivamente suas ordem ma para ditar as positivamente suas normas ditadura contra sua legalidade e legitimidade por natureza

Até porque sem esse principio fundamental, o pacto social, e as condições formais informais e informacionais de paz para o exercício do mesmo todas as normas e contratos de qualquer espécie são nulas. Sobretudo quando impostas positivas e impositivamente. Só fazem, nesse de crise humanitária e estado de guerra desinformacional escatológica, necrofágica desinformacional estato-privada, paraestatal, infragovernamental anti-civil e anti-social de propaganda ao terror, não raro, terrorista, incluso por e institucionais, engendrar inevitavelmente senão a sua própria anulação pela discórdia a desintegração do ambiental social que semeiam, a destruição certa dos próprios organismos naturais e sociais em particular e em sociedade ao sufocar completamente a liberdade, consciência, consensualidade, entendimento, comunicação, comunidades de paz e concórdia.

Algo que deve ser preventivamente evitado. E que evidentemente não se previne e evita com recaindo no uso do mesmo tipo de expediente. Pelo contrário justamente evitando recorrer ou apelar ao uso, emprego, inclusive como costume, rito, prática, exercício, culto, cultura, norma, normalização, banalização, vicio ou imposição de obrigação por expropriação, cobrança de tributo via ameaça de privação de meios, sequestro de bens ou pessoas, carcere, constrição, ou qualquer outro subterfúgio ou subsídio inerente a violência e seus monopólios legais ou não. Enfim, dos incentivos ou dissuasões via recursos ou apelações à monopólios nacionais ou internacional jurisdicionais ou jurisprudências da industria estatal e privada do monopólio da violência e provisão do bem comum e bem estar, seja a legal, e legitima, indubitavelmente, ou nem tanto, sem a menor sombra de dúvidas.

Todos sem distinção ou discriminação. Incluso os que se consideram e tratam como se fossem escravos, robôs ou até mesmo bestas adestradas, não raro de tão mal tratados que o foram ou ainda são. Quando em verdade ninguém deveriam ser jamais desconsiderados nem destratados por tal, quanto mais usado, manipulado e exploradora justamente por receber esse tipo de abordagem e tratamento, principalmente quando o proposito é justamente satisfazer esses interesses artificiais, jurídicos, pecuniários tanto os estatais quanto os já privatizados.

Pessoas físicas, naturais e sociais que simulam ou emulam cada uma dessas atividades, voluntária remunerada ou como negócio com terceiros, bem como assim como os responsáveis e proprietários jurídicos estatais ou privados que empregam ou usam dessas pessoas dessas pessoas recursos para desempenhar essa atividades ou outros métodos, processos e sistemas já automatizados ou autômatos, dotados de inteligencias artificiais ou não. seja para copiar as publicações

Do ReCivitas

Como já revelei em publicação anterior, e se não o fiz ainda o faço agora, ao bem da sinceridade, transparência e fixação da prestação de contas públicas, que muitas das publicações deste perfil, não todas, são na verdade simplesmente o meu trabalho para o Instituto ReCivitas apenas feitos e compartilhada em aberto antes da correções e edição para a visualização da sua produção para todo o público em geral .

Ah, não! O ReCivitas. Ah sim. Sei que quem já sabe não aguenta mais saber, mas para quem não, é sempre importante fazer saber que:

O ReCivitas, é uma organização social privada de interesse público, não-governamental e sem fins lucrativos, que não recebe recursos públicos, não remunera seus dirigentes, não tem empregados ou subcontratados e se sustenta tanto do trabalho e contribuição voluntário dos seus membros colaboradores e financiadores, principalmente os constantes, que em geral, como o presente autor, são pessoas físicas.

Até porque as publicações deste perfil, o autor e a Instituição estão profundamente interligados. E logo, não por acaso, o autor e responsável por esse perfil, é também, o co-responsável pela Instituição e idealização e realização dos seus projetos; do qual a produção de conteúdo em caráter experimental do presente perfil é tanto um projeto quanto fornecedor voluntário de material cedido para outras publicações selecionadas e editadas pelo Instituto para que este possa continuar agregando valor, conhecimento e dando cumprimento a difusão da sua missão.

Assim sendo, pode se dizer que esta organização é portanto a razão laboral e social do autor deste perfil. E cujo principal razão e missão social e laboral da mesma é produzir desenvolver e proteger saberes, bens e serviços públicos gratuitos e tecnologias sociais e dar ciência destas obras, produções e realizações:

A realização é o projeto independente de pagamento continuado da Renda Básica Incondicional em Quatinga Velho. A publicações de viés libertário sobre a própria; do tema da provisão de direitos universais; e mínimos vitais em especial. Assim como o combate as carestias, privações de liberdades e seus meios e condições e violações em geral. E denuncia e embate contra seus violadores, propagadores tantos os particulares quanto em geral.

Não todo o trabalho, é claro. Mas a parte que consiste tanto do original sem revisão, também conhecido como rascunho dos próprios projetos e escritos, quanto outros textos que voltados para avaliação de riscos, previsão de cenários futuros enfim tudo que compõe basicamente o planejamento estratégico e desenvolvimento de projetos e tecnologias sociais. O labor e laboratório da fábrica de ideias e projetos, projeções previsões e publicações já realizadas e por ainda realizar de uma já velha think thank e social de portas abertas para quem quiser ver e pegar sem discriminação ou segregação seus papers e blue prints.

Esse é o espirito da coisa. Ou mais precisamente das publicações desse perfil. É literalmente o setor da produção da fabrica de ideias dessa instituição social laborando de portas abertas, para quem interessar possa tanto a visão ou cópia do produto final quanto a própria visualização ou cópia dos métodos e processos de elaboração sem precisar recorrer a nenhum subterfúgio para obter nenhum segredo. Até porque não há nenhum. E se funciona para uns e não para outros praticamente o mesmo projeto modelo, é porque falta uma peça fundamental, a qual não temos como fornecer não em tese, projetos e projeções, nem aquele que as interpreta ou copia tem como reproduzir ou replicá-las sem fornece-las sem previamente a possuí-las e dispor delas, a saber: a boa e livre vontade, principalmente a política, ou melhor vontade libertária e cosmopolítica sobretudo não em tese, mas na prática.

Eis algo que não poderíamos dar nem transferir nem se assim quiséssemos. E mesmo querendo receber ou pegar ninguém poderia tomar ou sacar do outro nem querendo. Não há como transferir, transmitir, se apropriar ou expropriar tal metatransformação via formação nem informação, nem sem querer, nem querendo nem com ou se violência. Porque não é nem forma, nem informação, nem ainda transformação. Não é matéria, energia, nem propriamente força de vontade, mas a vontade antes de se tornar força, ou mais precisamente antes de materializar fisicamente enquanto forma, informação, é literalmente a vontade no estado da metamaterialidade ou se preferir metafisico de puro potencial. Mas não se engane pelos termos. Tal potencia, tal potencia e potencial longe de ser uma mera abstração imagética é a potencia e potencial gerador que não só move o mundo, mas constitui todas as forças do cosmo.

Como fenômeno físico é potencia geradora e constituintes tantos das forças fundamentais quanto constituintes dos campos e partículas elementares do Cosmo e sua dinâmica. Na esfera biológica é a anima dos seres e suas transformações quando autodeterminadas também conhecidos por mutações “aleatórias”. E no plano e nos termos antropomórficos é a vontade, livre vontade e sua força. Em suma em todos os planos e campos físicos materiais formais e informacionais é força geradora criativa e transformadora, volitiva, evolutiva e revolucionária: é anima e vontade. Nos campos metaformativos é o própria padrão fenomenal contante cosmológico e universal, autogerador de toda existência presente e em potencial, o poder dos poderes, ou por definição a Potencia: vontade pura, ou simplesmente. Liberdade.

E se portanto faço aqui, essa declaração de amor a liber da liberdade e manifestação do seu credo e entendimento como a alma matter e potencia fundamental que constituem e move não só toda existência mas seu sentido existencial para deixar manifesto manifesto o imperativo da consciência que move não só essa manifestação de entendimento, mas o entendimento de essência como a potencia de toda existência e anima do seu sentido existencial, incluso desse perfil. Logo por definição não predeterminado por terceiros mas pelo próprio autor, e decidida e redefinida pelo próprio dignatária que não livre vontade, capacidade de tomada de decisão, autodeterminação, independência emancipação as qualidades cosmopolitísticas que definem a liberdade, soberania de quem é capaz governar seu próprio destino.

Algo que portanto já não é nem mais do que espírito da coisa, ou a alma do negócio. É a própria alma matter da criação, ou quintessência da alquimia do saber e experimentação, ciência, e consciência, e liberdade. Propriedades que ou são suas, ou não são própria e verdadeiramente coisas alguma, nem sequer a copia, emulação e simulacro ou a sombra da criação. Porque para efeitos de uma série fatos, ações e realizações sobretudo as físicas, jusnaturais, humanitárias e sociais, as sombras não voam, e portanto não funcionam não conforme o projeto e plano de voo.

Então neste caso sinto muito, não basta ter razão, é preciso também sensibilidade, e não qualquer uma delas, mas as razões libertário-solidarias e sensibilidades empático-gregárias, não só para ver a gene dessa originalidade cosmopolítica que dirá então efetuar qualquer reprodução da sua episteme com um mínimo de fidedignidade à lógica da função existencial da matriz da sua razão social.

Quanto tudo mais que não é invisível aos olhos, tudo o mais está posto aqui e dado livre gratuita e abertamente para que cada um possa fazer o que acharem de melhor, de preferencia seguindo o mesmo espirito dando o que é de melhor nelas para os outros e não tirando, e não só como palavras, mas com o exemplo, da ação, palavra e conhecimento. Porém isso é da conta da pessoa e não do autor, nem se for o caso da Instituição. Salvo é claro, se for para causar ganhar em cima ou causar prejuízo usando o nosso trabalho ou produção, deste daquele ou de ambos. Neste não somos obrigados a assumir nossa responsabilidade não só legal mas social, conforme a licença de uso RobinRight.

As publicações deste perfil, incluso a presente, aqui hospedadas plataforma, ou eventualmente encontradas fora do seu devido lugar ou já fora, inteiras em partes em copicas idênticas, adulteradas ou mesmo ligeiramente modificadas, com ou sem a licença ou autorização, em todos os caso e hipóteses não são e continuam não sendo como a original recomendados em nenhuma circunstancia ou hipótese para:

1.crianças, menores de idade, adultos não plenamente conscientes, nem emancipados, tutelados, sob a necessidade de cuidados especiais, vigilância, ou qualquer outra forma de dependência de que os impeça de efetuar seus próprios julgamentos e tomar suas próprias decisões sem estar assistido por responsável ou autoridade ou precisar recorrer ou apelar a durante ou posteriormente a intermediação ou intervenção delas. Se este for o caso interrompa e feche imediatamente essa e outras leituras publicadas pelo presente perfil.

2. Adultos que independem das razões e motivações, não vedadas pela lei, não toleram expressões e manifestações simbólicas de qualquer forma ou conteúdo que lhe provoquem ou causem qualquer tipo ou especie de contrariedade e reação adversa, sobretudo as objetivamente violentas. Sujeitos que não podem e devem nem ser expostos ou se expor ao menor risco de ter a sanidade do seu bem-estar mental ou emocional perturbados. E que portanto não podem e nem devem ser obrigados ou se obrigar a ver ou ouvir o que não querem ou sequer serem surpreendidos com esse tipo de risco. Novamente, se este for o caso interrompa e feche imediatamente essa e outras leituras publicadas pelo presente perfil.

3. Em consideração e respeito especial:

(i) a condição das pessoas com baixa tolerância as manifestações e expressão do pensamento alheio porque são ou estão extremamente sensíveis, impressionáveis, sugestionáveis e principalmente vulneráveis emocional, psicológica e cognitivamente às palavras, gestos imagens e sinais, assim como as ideias, sentimentos e sensações, memórias, traumas, desejos ou fantasias, que estas evocam;

(ii) enfim em respeito e observância da hipersensibilidade simbólica e vulnerabilidade cognitiva atualmente generalizada e seu combate e defesa contra a disseminação, provocação perturbação e exploração inclusive com fins manipulação e expropriação politica e econômicos e cultural e sobretudo natural e intelectual;

(iii) pedimos encarecidamente que os portadores e afetados por tais condições que interrompam essa outras leituras desse perfil se assim entender esse como seu caso e imediatamente essa vá buscar o mais rápido possível a devida ajuda.

4. Portanto:

4.1. Se você está de luto, em depressão, ou pânico; se sentindo carente ou vulnerável; enfim, se está se sentindo mal, física emocional ou mentalmente, não perca tempo lendo este escrito ou as demais publicações desse perfil. Pare imediatamente e vá busca ajuda.

3.2. O que está escrito aqui não vai lhe ajudar em nada. Pelo contrário, dependendo de como está se sentido pode até piorar. Portanto não leia as publicações desses perfil. Principalmente:

a. Se, independente da forma ou conteúdo, você sofre ou se sente agredido com o que as pessoas dizem ou escrevem.

b. especialmente, se fica facilidade irritado, ofendido ou alterado até mesmo quando não gostaria.

c. Se, então, se perturba com quem fala sem saber exatamente o que você está passando ou já passou, sem levar em consideração o que você quer, pensa, acredita, sofre ou sofreu, e independente da causa ou razão, passa mal com determinadas falas ou ideias, definitivamente, não leia as publicações desse perfil.

d. E mesmo se sentindo bem agora, ou dificilmente ficando alterado ou perturbado, porém não quer correr o menor risco de perder seu bom humor, não arrisque, também, não leia as publicações desse perfil.

e. Ou mesmo seguindo tais recomendações, sentir qualquer uma das reações acima descritas ou outras também indesejadas, interrompa imediatamente as leituras, deixe esse perfil. E vá buscar ajuda. E se considerar necessário, comunique o perfil ou as autoridades responsáveis, ou ambos para que as devidas providências sejam tomadas.

f. E finalmente, se mesmo não se sentir perturbado em relação às publicações deste perfil, em geral invulnerável e imperturbável a qualquer discurso narrativa de qualquer natureza, ainda sim, não recomende, não copie nem muito menos use o seu conteúdo ou ideias para intencionalmente perturbar, manipular quem sabidamente é vulnerável, sensível, impressionável ou sugestionável a palavras, imagens, e símbolos, ideias em específico ou em geral- mesmo que não sejam crianças ou adultos que não estejam aparentemente fragilizados ou estejam no momento abalados.

5. Em outras palavras, positivamente, as publicações desse perfil são recomendadas para adultos emancipados em pleno exercício das suas faculdades mentais e consciência que estão ou se consideram invulneráveis, inabaláveis emocional e mentalmente a discursos e narrativas, palavras e imagens, ideais; ou mesmo não sendo ou se considerando, não totalmente, ainda sim estão dispostos tanto a correr o risco de enfrentar tanto as situações e circunstancias que envolvem o lido com a compreensão e entendimento das manifestações e expressões simbólicas, quanto seus riscos e possíveis consequências incluso as indesejadas, a saber: as adversidades, contrariedades e decepções das suas expectativas, que assim como a realidade também podem eventualmente provocar alterações tanto do humor quanto visão de si e do mundo.

6. E ainda:

(i) independe das reações adversas (como descritas no paragrafo 3.1.j, ou quaisquer reações subjetivas, pedimos que aos leitores comuniquem ao perfil qualquer publicação que por ventura julguem infringir objetivamente os limites legais prescritos da liberdade de expressão para que o(s) responsável(s) possa tomar a(s) providência(s) necessária(s). (ii) Evidente, sem nenhum prejuízo ou comprometimento das demais medidas legais que eventualmente o leitor julgar cabíveis.

7. E para encerrar: se infelizmente, se mesmo assim o presente termos de esclarecimento não tiver cumprido sua finalidade, a saber: esclarecer se as publicações são apropriadas ou não para sua pessoa ou as demais. Não tenha dúvidas: não é. E a culpa não é sua. Não se você seguir as recomendações. Por isso em caso de dúvida siga a seguinte: Não leia, use, copie, recomende nem replique as publicações desse perfil.

8. Em suma:

(i) Menores de idade: fechem esse perfil sem ler mais nenhuma publicação. (ii) Adultos responsáveis: não leiam nem recomendem esses escritos para crianças, (iii) nem muito menos para pessoas que passam ou se sentem incomodadas, perturbadas, ofendidas ou mesmo agredidas com aquilo que veem, leem ou ouvem. Não importa qual seja o assunto, matéria, expressão, discurso, narrativa, ou termo, simbolo, imagens. (iiii) Simplesmente respeitem. Não importa que não sejam, nem considerem perturbadoras as publicações desse perfil. Não perturbem nem seja perturbado quem assim sabidamente o é, ou por via das dúvidas razoáveis possa a vir a sê-lo. Permanecendo a dúvida não leiam, não recomendem, não usem ou copiem, nem repliquem as publicação deste perfil, não para tais finalidades.

Ainda

9.1. São uma condição portanto que deve ser levada a sério e tratada com toda atenção, responsabilidade, seriedade e devida consideração também pelo leitor alegando ele ser portador ou de tal condição. E principalmente levando também em consideração toda as perturbação das atuais circunstancias demandam e que também agravam ou causam ainda mais perturbações e intervenções, incluso as compulsórias e violentas e violadoras, sem a menor sombra de dúvida essa é uma condição que deve ser abordada e tratadas antes de mais nada, ou melhor de tudo, com solidariedade, prevenção, profilaxia, entendimento e consensualidade. Em suma disposição por livre e espontânea vontade à concórdia.

9.2. Não sei como isso será interpretado por todos. Mas sei como pode soar, ao menos justamente as pessoas que são principais sujeitos da preocupação da redação desse aviso. Logo reforço: Isto não é brincadeira, provocação, nem ironia. A hipersensibilidade simbólica e vulnerabilidade cognitiva, embora, não devidamente descritas, nem, portanto, conhecidas e reconhecidas, nem médica nem juridicamente, são condições muito sérias, e que devem ser com toda naturalidade abordadas, tratadas e sobretudo respeitadas social, humana e libertariamente com tais. Sem conflitar, ou apelar ou recorrer à medicalização ou judicialização- não sem necessidade. E sem jamais, em hipótese alguma estigmatizar, marginalizar, manicomizar, criminalizar.

9.5. São condições psico sociais, e portanto que deve ser tratada com toda atenção, responsabilidade, seriedade e consideração. Pelo cidadão que se manifesta sua liberdade de expressão na qualidade de provedor de conteúdo sobretudo enquanto publicamente e gratuita e também pelo leitor enquanto seu usufrutuário e crítico, profissional ou amador.

Que pese que possam haver pessoas tentando tirar vantagem da solidariedade alheia simulando tais condições e sofrimentos por serem subjetivos, ou literalmente tomando as dores particulares e coletivas incluso para outros finalidades, isto não justificativa ignorar, descredibilizar, nem muito menos discriminar os portadores dessas demandas e alegações incluso quando as mesmas não estão por suposto em conformidade com as necessidades, desejos ou sensibilidade dos outros ou demais.

Uma condição humana e social que embora especial nada tem anormal, e deve ser abordada libertariamente sem preconcepções e ou desqualificações, respeitada sem prejulgamento e coerção e tratada preventiva e com toda a profilaxia da justiça e equidade das disposições e dispositivos sociais e solidário-gregários voltados não só a entender e compreender tais demandas e necessidades, mas atendê-las, consensualmente, de livre e espontânea vontade.

E visando assim não só o bem estar de quem se sente perturbado, mas a concórdia e a paz de toda a sociedade. Incluso nela a do próprio provedor, e não só a futura, mas a presente na forma da sua consciência.

d. principalmente levando também em consideração toda as perturbação das atuais circunstancias demandam e que agravam e causam ainda mais perturbações e ensejam ainda mais intervenções emergenciais sobretudo coercitivas, incluso as extremamente violentas e até violadoras e violentadoras que nada tem de justiça ou tratamento para nenhuma das partes diretamente envolvidas e prejudicadas, nem a sociedade. Mas custam caro para todos. Embora evidentemente alguém receba e ganhe para tanto.

8.Este aviso não é e portanto não deve ser interpretado como uma tentativa de discriminar, excluir, estigmatizar, sugestionar ou regular ninguém, nem mesmo mesmo crianças ou aos pais, ou seus tutores responsáveis. Nem como tentativa, evidentemente sem valia nenhuma de não responder por atos e gestos, no caso, palavras. O perfil não possui autoridade para tanto. Não tem o direito, o dever nem muito menos a obrigação ético legal não contratual. Não crê, não se arroga, demanda ou reclama tal responsabilidade, nem advoga ou é entusiasta de tais intervenções.

O tom do presente esclarecimento é sim o imperativo, mas o da consciência, e do liberdade da sua expressão, e não o da pregação da moralidade ao alheio. Não é esse perfil que vai dizer, a ninguém o que ele deve ler ou escrever, falar ou ouvir, nem mesmos as crianças e menores não emancipados sob a tutela dos seus respectivos adultos responsáveis. Quanto mais dos mesmos por suposto devidamente não tutelados e portanto devidamente responsáveis emancipados e conscientes para julgar o que é próprio e impróprio por conta própria, desde que evidentemente devidamente esclarecidos e avisados, e não enganados pela propagação de falsa informação.

Repito: Isso não ironia. Brincadeira. Embora o tom seja de bulário, papal ou de remédio ou pior o de advogado de diabo. Não sou papa de coisa nenhuma. Nem esse escrito é remédio nem tratamento de mal nenhum. Nem advogado para ninguém, nem por quem se diz, santo, diabo, messias, deus, ou o representante dele na terra.

Não tenho autoridade nem sou louco para nada para arrogar esse tipo de prerrogativa e poder que não tenho, nem muito menos de contrariar quem se arroga o ter não só a ambos. Até porque não é nem preciso entrar na questão do mérito do direito jusnatural ou divino para admitir que é seria insanidade tão negar o fato não poucos deles o poder de fato e disposição para provar por todos os meios necessários que de fato os detém e estão dispostos a mantê-lo, especialmente quando provocados em contrariados.

O que diga-se de passagem já envolve um outro nível de reação adversas incluso a própria hipersensibilidade e vulnerabilidade cognitiva cuja provocação é uma flagrante violação da coerência não só termos e disposições preventivas de paz desse perfil, mas uma temeridade.

Então definitivamente não. Não é advoga, não contrária, nem se arroga. Tão somente afirma a unica que lhe cabe como direito e dever manifestar imperativamente: a consciência. É portanto um termo de esclarecimento e recomendações. É portanto também não só de intensões, disposições, mas um termo de garantias.

Garantia de que o perfil não é o de um charlatão. Nem é uma trolagem monetizada, que por sinal com ou sem fins lucrativos continua sendo o que é: Porque se não é o troll, que está levando, é o mestre. Nada é de graça. Nem a graça. E onde tem um idiota útil, fútil ou inútil, tem um alguém necrocapitalizando, e comendo nas duas pontas.

Palavras não armas, remédios, nem tratamento para nada. Mas quando apontadas contra um publico alvo vulnerável ou aleatório, quando pré-escritas ou mesmo quando não mas tomadas ou roubadas para serem usadas por quem as lê como tal funcionam com tal, placebo ou gatilho contra gente que nem sabe nem vê a semiótica de como se programa a matemática dessa gramática que dirá a episteme da lógica da metalinguagem da guerra e paz por esse campo que para todos os efeitos da ciência voltada para os ignorantes sequer existe.

Pelo contrário, esse perfil é parte de um trabalho que inclusive trabalha, (aliás trabalha não, labora) para uma Instituição cujo missão e razão social, apesar de não ser a única, também não por acaso é mesma que a da vida dele: combater entre outros males, mais essa miséria da humanidade.

Porque acreditem ou não, e sinceramente não me importo se não, não quero que a produção de conteúdo, boa ou ruim, venha a algum de alguma forma a prejudicar ou ser usado para prejudicar quem desavisadamente entrar em contato com ele.

Logo inclusive para evitar ou pelo menos não contribuir com mais desentendimento tanto o evitável, quanto o propositalmente provocado, estou fazendo esse esclarecimento prévio. Ou seja, justamente para colocar literalmente um termo ao avanço desse tipo de mentalidade que se dissemina no deserto da falta de autodeterminação capacidade de autorregulação em regime consensual de livre pactuação contratualista mutual fiz questão de cavar o que o básico: me comuniquei o mais explicitamente possível.

14. podem interpretar isso meramente como uma desculpa furada para eu dizer daqui por diante o que eu bem entender. Como se eu quisesse que isso viesse ou devesse funcionar como uma especie de salvo conduto para não responder por meus atos e palavras. Podem até interpretar isto como uma espécie de exclusão, discriminação ou marginalização e portanto provocação gratuita. Ou até pior autocensura. Não são. E nem funcionam salvo erro ou engano como tal. E portanto devem ser nessas concepções e acepções, ação e interpretações consideradas como de fato o são aqui nessa descritas: nulas.

Porém nada mais justo que as pessoas não comprem gato por lebre. Que não entrem um sítio pensando ser mero entretenimento para toda família, quando em verdade, é conteúdo outro, explicitamente voltado para um público adulto, que não necessariamente significa pornografia ou outras formas.

Nada além de uma placa de aviso do que está atrás da porta ou mais especialmente dentro do conteúdo do presente endereço no caso da Internet. Em geral como num produto esses avisos são feito colocando nos dizeres da embalagem, o que está dentro, por exemplo, contém glutem, para quem é alérgico não o consuma desavidamente. Básico.

Não estou nem fazendo piada nem desdenhado de quem reclama ou se sente mal com ou sem razão com o que outras pessoas dizem.

É um tanto quanto óbvio ou pelo deveria ser, e portanto não precisaria ser dito nem explicado, mas dada as circunstancias atuais digo e explico: ninguém deve ser obrigado a ouvir o que não quer, nem de graça nem supostamente como gracinha gratuita. Não é obrigado a ouvir, nem ler portanto, se assim se sente, ou irá não se sinta, endereço errado, não leia nada escrito aqui. Porém nada escrito aqui, salvo esse aviso foi pensado levando em considerações suas reações expectativas e demandas portanto essa é o recomendação: não leia o resto.

Mais obvio que isso só o fato, de que ninguém deveria colocar os outros numa situação que eles não querem, nem muito menos se obrigar ou ser obrigado a se colocar nela. Nem tão pouco colocar os demais numa situação em que eles não querem estar. Logo para que você não compre gato por lebre nem de graça e não se irrite estrague o seu humor ou piore condição que palavras poderiam vir a agravar coloco essas recomendações e peço encarecidamente que as siga, não leia o escrito.

Por outro lado Não há assim nada também demais nas publicações desse perfil. Ou assim tão demais. Não é como de fosse um filme de terror, MMA, ridículo ou pornográfico em formação ou deformação escrita. Não espere portanto, encontrar baseado nesses aviso , seja gramaticais, políticas, morais, científicas, filosóficas.

8. Por outro lado, também necessário é avisar que esse esclarecimento não deve ser em hipótese alguma interpretado como propaganda subliminar incluso de conteúdo perturbador. Seria propaganda enganosa, ou no mínimo vender falsas expectativas. Não há nada demais aqui. Nada de tão monstruoso excepcional, em incorreção ou faltas me permitam capitalizar com propriedade em cima de uma má reputação que por sinal não existem nem com propriedade nem como reputação.

Logo seja lá qual forem expectativas de quem busca conteúdo desse gênero nesse perfil. Com certeza ficará decepcionado porque foi e está profundamente engando e poderá o ficar ainda mais, ou até aborrecidos se contrariado pela hipersensíveis e vulnerável no caso inversa de forma e conteúdos no caso a irritação com tidos por ele como chatos, infantis, pedantes e inofensivos.

Se portanto o que o leitor busca nessas publicações é análogo a um espetáculo de terror, guerra ou pornografia, culto ou idolatria ou ideologia em forma, conteúdo, qualidade ou a na falta delas seja lá de qual for a sua cultura ídolos ou ideias de lógica, ou lógica das ideias, irá igualmente se desapontar e desenganar, mas não por falta de aviso ou engano. Não compre gato por lebre. nem perca seu tempo. Não leia esses escritos nem esse perfil. E dependendo do que esteja queira que esse perfil lhe proveja ou pior provoque de sádico, definitivamente se junte aos masoquistas e vá buscar ajuda ou se preferir os sites especializados no fornecimento, trafico facilitação e provisão desse tipo de material, produto e serviço para uso, exposição e visualização dos entre os usuários.

9. Peço, portanto, então desculpas, ou melhor perdão, para quem quer por ventura tenha ofendido, mas a todos que em sem querer tenha tocado com meus gestos, palavras obras ou realizações, até mesmo positivamente, sem o devido consentimento. Sem ter pedido licença ou avisado se assim poderia ou gostaria que fosse feito. Porém só aos sem querer. Ao demais que saibam que foi muito bem feito. E bom proveito ou não.

9.1. Se assim procedi sem pedir licença procurando literalmente tocar significativamente imagética e simbolicamente falando que fique bem claro, porque além senão além da agressão e ofensa simbólica vou acabar inaugurando, se é que já não foram inauguradas, as figuras do atentado e terrorismo e bulinação e estupro ideológico, porque de fato existem, mas não são devem ser confundidos com os atos reais. Por uma simples razão. Dos simbólicos todos sem exceção podemos nos livrar só com a prática e o exercício das artes seminais da consciência, já dos reais nem todos, atualmente nem com as melhores práticas e técnicas de artes marciais, nem sequer com as melhores ciências e tecnologias de informação, inteligencia, e defesa. Ninguém tem peito de aço, nem velocidade infinita, mas a invulnerabilidade emocional e cognitiva ou o mesmo o fácil contorno dos efeitos fisiológicos adversos causados pelo trato com as relações simbólicos representativas tanto as fictícias tanto as reais das coisas, essas são

As pessoas tanto com meus gestos, atos e obras e incluso as simbólicas é porque pressupunha, instintivamente é claro, que tal disposição era tácita e estava previamente acorda. E de fato assim o era e estavam subentendidos. Porém não para todos, em todos os lugares, a todo tempo, nem de forma completamente universal e indiscriminadamente, nem para o bem nem para o mal, não geral. E se era uma suposição que se não falhava tanto é porque, salvo as exceções, era porque as exceções não eram tão frequentes ou seja não eram a regra do norma ou do normal.

9.2. 9.4. Ou seja Porém evidentemente se assim o era, e assim funcionava e valia, também evidentemente não mais está valendo nem muito menos funcionando. O (sub)entendimento prévio ou tácito não está mais suficiente seguro e presente dada a atualidade das circunstancias não só de vulnerabilidade mas dissonância cognitiva, causada inclusive pela dimensão da ruptura e toxidade do ambiente sociopolítico, econômico e psicocultural caiu.

9.4. E isso não é retrocesso. Muito pelo contrário.

95. Toda relação dialógica desde uma simples conversa passando pelos debate até mesmo as leituras, sempre estive e continua tacitamente embasada na aceitação e disposição acordado e tácita deste fato absolutamente verdadeiro: a. que existimos não só como forma mas nos propagamos como informação e portanto, querendo ou não, nos comunicamos.

b. E enquanto seres dotados de sensibilidade e sentimentos quanto igualmente de corpos e inteligencia podemos tanto resumir essa comunicação a ruídos e pertubação no espaço do nosso tempo, ou sinais para que possamos nos inteligir e quiça nos entender mutuamente e talvez até encontrando algum fator determinante em comum e compartilhando-o nos compreender e entrar enfim em concórdia para uma genuína comunhão de paz.

O que mudou. E avançou. Foi portanto a compreensão de que nem todos são obrigados a participar compulsoriamente do mesmo jogo da cultural linguagem apenas porque estão dentro de um mesmo espaço territorial jurisdicional. Não mesmo. A percepção semiótica e portanto semântica evolui.

E não agradeçam os trogloditas e insensíveis como eu por isso. Mas as pessoas vulneráveis e hipersensíveis por isso. Forma elas que disseram com todas as letras. Ninguém é obrigado a jogar um jogo que não quer. Nem a assistir a um espetáculo que não quer ver. Nem muito menos deve ser surpreendido comprando gato por lebre, nem de graça, nem por gracinha.

O espaço público não o é da publicidade, da panfletagem e marquetagem politica, econômica nem pessoal, é o do ir e vir e do ser estar em paz. É o do livre transito incluso o das ideias e relações consensuais e não as forçadas, nem por privações, constrições nem por perseguições incluso as Info ou desinformacionais. Não é o espaço, onde todo e qualquer um monta o seu feirão. É ou expõe gratuita ou vende suas partes intimas ou intimidades numa vitrine, é o lugar onde ele é absolutamente livre para anunciá-la e convidar quem quer que seja, sem ser intrusivo a quem quer conhecê-las.

Se antes pressupunha-se que todos que adentravam o jogo adultos da linguagem simbólica estavam automaticamente psicológica e emocionalmente preparados para todo o tipo e espécie de abordagem sem respeito as condições especiais e necessidades equitativas, hoje sabemos mais do que nunca que precisamos modular e regular o que dizemos para cada pessoa, incluso para que não sejamos regulados por terceiros.

9.1. Isto não quer dizer que devemos nos censurar. Quer dizer que não só não devemos nos bater, bater, ou de bater, em quem ou com quem, não tem condições de suportar nossos termos e argumentos. Devemos fazer o que eles encarecidamente nos pedem não expô-los ao que eles não querem ser expostos nem estão dispostos.

9.2. Se é um erro da parte deles entrar num campo, matéria, assunto, embates ou debates que não suportam e vão se sentir agredidos ou ofendidos. É um erro e covardia ainda maior o nosso, permitir que o façam desavisadamente.

9.3. E portanto necessário se também as seguintes considerações e sua observância. Para dissipar quaisquer dúvidas evitar causar danos e aborrecimentos para essas pessoas e para mim. Por que acreditem ou não, isto sinceramente não me importo, não quero ferir ninguém, nem gosto de pensar que posso ferir as pessoas sem nenhuma razão, nem como palavras. Ainda mais quando não me custa nada, ou mais precisamente tão pouco, em tempo trabalho e recursos e esforços para evitar tais problemas. Aliás, problema nenhum pelo contrário, se não for a solução, é, ao menos para mim, uma além de tentativa e oportunidade de um de entendimento e concórdia. Espero que também não só aos aos leitores também aos demais que não o serão.

Parte III (Termo de Garantias)

Não sei como muitos podem interpretar isso. Não faço a mínima ideia. Mas sei como alguns podem, incluso de boa-fé.

Sei como isso pode soar especialmente aos portadores dessa condição, então peço perdão se me repito, mas preciso: isto não é uma brincadeira. Não é uma provocação. Não é discriminação. Não é uma forma de censura. Nem uma tentativa de exclusão. Nem muito menos de tentar se eximir das responsabilidade de responder as ações ou gestos futuros, no caso, palavras. Não é nada disso. A hipersensibilidade simbólica e vulnerabilidade cognitiva é um problema real e muito sério. E deve ser levado em consideração pelos produtores e provedores de informação, entretenimento, tanto para o bem delas, o seu e de toda a sociedade.

Pode soar portanto como se estivesse excluindo, marginalizando, ou pior tentando medicalizar até mesmo criminalizar uma condição que deve ser tratada como respeito e humanidade e nunca dentro de arcabouços prisionais penais ou manicomiais que antes de serem feitos de concretos e aço, são feitos ideologias são feitos de preconceitos e preconcepções tanto da exclusão, discriminação, marginalização, judicialização, criminalização.

Especialmente para quem esta ou é portador dessa condição que não é descrita, conhecida nem reconhecida, nem pela medicina nem juridicamente, ao menos não da forma ou nos termos aqui prescritos. Embora sendo tão recorrentemente reportada por quem se sente ferido, mas tão ou mais ignorada e ridicularizada quanto explorada e simulada por tanto por quem não quem de fato acredita quanto por quem finge acreditar para seus próprios fins e interesses outros.

Pode até mesmo parecer um tipo de tentativa de exclusão ou discriminação ou até mesmo censura. Para uns contra alguns leitores. Para outros pior ainda: contra a minha própria liberdade de expressão e produção. Ou seja uma forma de (auto)censura.

Mas não, não estou tentando introduzir nenhum espécie salvo conduto ou um estigma para poder atacar impunemente sem precisar responder as as minhas ações ainda que constituídas só por palavras. Não é essa a finalidade dessa recomendação.

Sei perfeitamente que esse esclarecimento pode portanto parecer mais uma bula e soar como se estivesse querendo vendendo publicações como se fosse remédio ou tratamento para as dores do mundo. Não é. Nem estou.

Jamais.

Palavras não são armas, nem remédio, nem tratamento para nada. E isso portanto não é bula. Não sou papa de coisa nenhuma. Nem escrito é remédio nem tratamento ou ajuda de coisa nenhuma. Não sou charlatão, nem troll tentando fazer graça nem de graça, nem muito menos monetizada. Até porque trolagem monetizada e venda de placebo como enganação profissional até onde eu sabia, tinham outro nome, mas também não sou versado, e nem quero me versar, nesse tipo de código, embora, por pressuposição todos sejamos obrigados a sabê-los mesmo sem saber até para obedecê-los, mesmo sem poder ou querer. Não importa inclusive se tem o menor sentido, lógica ou coerência interna, ou mesmo com o mundo real.

É por sinal novamente sem brincadeira nem ironia ipsis não só como a própria vulnerabilidade simbólica e hipersensibilidade simbólica, mas a mesma como enquanto poder de fato, ou ditadura para ditar o que deve ou não ser expresso ou manifesto como pensamento. Não é a toa que o poder e os projetos sejam senão como a droga para o viciado, como o boca de fumo.

O lugar que se tomarem terão não só o acesso ilimitado mas o monopólio no território para ter tudo o que querem ditar e não se enganem, não é só ditar o que querem falar e ouvir, isso é só uma parte, essencial, mas só uma parte. do ditar o ditado das ditaduras. O negócio do tráfico de informações e formações por trás do bem e mal estar das pessoas, é não só dizer o que pode ou não ser dito, mas rigorosamente ditar: ditar quem é quem, quem vai prover. quem vai regular, quem vai traficar, e claro quem vai fabricar e claro quem vai bancar, e claro quem vai ditar o ditado e a ditadura, no caso, das próprias informações, formas, conteúdos, incluso para quem nem sabe os metainformacionais. Literalmente a alma e não só do negócio e do ócio, mas do que ele explora e vive se sugar: a vida, a alma dos seres dotados de anima e vitalidade. Necrocapitalismo.

E se acha a comparação injusta ou exagerada. Definitivamente não lei mesmo essas publicações.

As publicações desse perfil são remédio ou tratamento, “auto-ajuda” para coisa nenhuma. O espirito desse perfil não é o da picaretagem. Nem o da trolagem. Se precisa de ajuda vá buscá-la no lugar certo. Endereço de IP errado. Não compre gato por lebre. Não perca tempo. Evite perder seu bom humor ou já na falta dele sofrer ainda mais aborrecimentos outras reações adversas que não quer ter nem causar, ainda mais de graça e com publicações literalmente gratuitas.

Não é esse meu trabalho Nem meu negócio. Aliás nem negócio é. Não ganho nem recebo nada pelas publicações aqui. Pelo contrário, não só banco como respondo por tudo. Gasto e pago, não só pelo risco mas para produzir e prover esse conteúdo gratuitamente em regime voluntário. E não vai ser para aborrecer os outros que vou perder só para começar meu tempo nem o dos outros. Este portanto é primeiro objetivo desse esclarecimento: evitar que as pessoas se aborreçam, não só surpreendidas como o que não querer ver ou ouvir, mas já tendo que perder o seu tempo procurando o que não querer encontrar seja para brigar ou fugir.

Logo inclusive para evitar ou pelo menos não contribuir com mais desentendimento tanto o evitável, quanto o propositalmente provocado, estou fazendo esse esclarecimento prévio. Ou seja, justamente para colocar literalmente um termo ao avanço desse tipo de mentalidade que se dissemina no deserto da falta de autodeterminação capacidade de autorregulação em regime consensual de livre pactuação contratualista mutual fiz questão de cavar o que o básico: me comuniquei o mais explicitamente possível.

Que pese que possam haver pessoas tentando tirar vantagem da solidariedade alheia simulando tais condições e sofrimentos por serem subjetivos, ou literalmente tomando as dores particulares e coletivas incluso para outros finalidades, isto não justificativa para ignorar, descredibilizar, nem muito menos marginalizar os portadores dessas demandas, incluso quando as mesmas estão em conformidade com as necessidades, desejos ou sensibilidade dos demais.

Em suma, podem interpretar isso meramente como uma desculpa furada para eu dizer daqui por diante o que eu bem entender. Como se eu quisesse que isso viesse ou devesse funcionar como uma especie de salvo conduto para não responder por meus atos e palavras. Sei que em verdade não funciona, e portanto não deve, ou pelo menos jamais deveria. Podem interpretar isto como uma espécie de exclusão, discriminação ou marginalização e portanto provocação gratuita.

Porém nada mais justo que as pessoas não comprem gato por lebre. Que não entrem um sitio pensando ser mero entretenimento para toda família, quando em verdade, é conteúdo outro, explicitamente voltado para um público adulto, que não necessariamente significa pornografia ou outras formas.

Nada além de uma placa de aviso do que está atrás da porta ou mais especialmente dentro do conteúdo do presente endereço no caso da Internet. Em geral como num produto esses avisos são feito colocando nos dizeres da embalagem, o que está dentro, por exemplo, contém glutem, para quem é alérgico não o consuma desavidamente. Básico.

Não estou nem fazendo piada nem desdenhado de quem reclama ou se sente mal com ou sem razão com o que outras pessoas dizem.

É um tanto quanto óbvio ou pelo deveria ser, e portanto não precisaria ser dito nem explicado, mas dada as circunstancias atuais digo e explico: ninguém deve ser obrigado a ouvir o que não quer, nem de graça nem supostamente como gracinha gratuita. Não é obrigado a ouvir, nem ler portanto, se assim se sente, ou irá não se sinta, endereço errado, não leia nada escrito aqui. Porém nada escrito aqui, salvo esse aviso foi pensado levando em considerações suas reações expectativas e demandas portanto essa é o recomendação: não leia o resto.

Mais óbvio que isso só o fato, de que ninguém deveria colocar os outros numa situação que eles não querem, nem muito menos se obrigar ou ser obrigado a se colocar nela. Nem tão pouco colocar os demais numa situação em que eles não querem estar. Logo para que você não compre gato por lebre nem de graça e não se irrite estrague o seu humor ou piore condição que palavras poderiam vir a agravar coloco essas recomendações e peço encarecidamente que as siga, não leia o escrito.

Por outro lado não quero também vender falsas expectativas. Não há assim nada também demais nas publicações desse perfil. Ou assim tão demais. Não é como de fosse um filme de terror, MMA, ridículo ou pornográfico em formação ou deformação escrita. Não espere portanto, encontrar baseado nesses aviso nada assim de tão monstruoso ou excepcional, em incorreção ou faltas, seja lá qual forem, seja gramaticais, políticas, morais, científicas, filosóficas.

Muito embora, não negue que em muitas publicações tenha empregado o recurso da farsa burlesca, e em outras o narrativa parapatética tragicômica beirando e até mesmo ultrapassando os limites performáticos do ridículo, ainda sim, seja lá quais forem as bases ou critérios do julgamento de valor da normalidade ou mediocridade de aferição do potencial agregador ou desagregador enquanto benfeitoria ou malfeitoria o mais provável é que apenas não vai encontrar o que todas as pessoas encontram, apenas aquilo que querem e conseguem ver.

Esse é o plano simbólico, você não está vendo o que estou mostrando, você está vendo suas memórias, e colocando-as por cima dos sinais aqui dispostos, para ver se eles fazem algum sentido de acordo com o que você segundo sua experiencia adquirida ou aprendida, você está tentando ler ou descodificar o que eu estou pensando, e eu tentando transmitir o que eu penso através desses sinais. Ou fingindo tentar, você, lembre-se, ainda não sabe quais são minhas verdadeiras intenções. E também ela, que estão em questão, se você é um leitor sempre alerta e vigilante. Ou simplesmente consciente. No começo cansa, mas depois de um tempo, é como dirigir um carro ouvindo música, entrevistando ou sendo ou entrevistado. Vai no automático, as 3 coisas ou mais coisas. A consciência, assim como o inconsciente é tem camadas, e faz malabarismo, com a vantagem que você pode colocar quantos bolas quiser desde que evidente também se acostume, ou em outras palavras treine.

Prática.

É como aguentar todo tipo de insultos. Ao mesmo tempo não insultar os outros. Uma questão só de treino. É uma arte seminal, diferente por exemplo com outras artes marciais, que também podem te ensinar a te defender e até aguentar muita porrada. Mas não vão de dar um peito de aço, nem o reflexo supervelocidade para ser invulnerável e o sendo não precisar fugir, atacar nem ficar intimidando ninguém, seja com ameaças de dissuasão, principalmente as de agressão repreensivas ou pior as agressivas principalmente as preventivas que no final das contas para quem não sabe, não são a interceptação de ataques iminentes, mas a eliminação de potenciais ameaças, os ataques que não ocorrerão mas vão ocorrer na mente que fez tais cálculos, ou seja, uma mentalidade que disseminada é o caminho certo só para uma coisa, primeiro o conflito generalizado, que por sinal já estamos vendo se disseminar e depois a loucura dos genocídios.

Considerando, portanto, que:

Ninguém deve em hipótese alguma ser previamente censurado, nem sofrer pressões ou obstruções de caráter burocrático ou de privações de condições materiais básicas que funcionem velada, implícita e disfarçadamente, ou nem tanto, como tal. Nem muito menos se autocensurar para não sofrer ou evitar sofrer qualquer uma dessas formas de censura ou privação.

Não interessa se já tenha sido ou não censurado por agencias, instituições ou organizações estatais, paraestatais, oficiais ou não, ou mesmo da sociedade civil, organizada ou não. Não importa se já recebeu reclamações, avisos de pessoas físicas, jurídicas, anonimas, ou ameaças de uso da força de fato para que calassem sua boca.

Não interessa inclusive se foram ilegais, duvidosamente legais, ou sem a menor sombra de dúvida consideradas legais. Ou seja se as ameaças de uso da violência foram efetuadas dentro do devido processo legal e portanto amparadas e garantidas pelo sistema judicial, que se arroga a legitimidade do monopólio da violência no território nacional ou por organizações e pessoas que o contestam partidária, politica, criminosa, local, ou por interesses outros.

Não interessa a procedência, credibilidade, probabilidade de concretização, nem a natureza da ameça ou intimidação lastreada pelo uso da força de fato contra uma manifestação ou expressão do pensamento; não interessa se legitima, legal, contestável juridicamente ou não, ou mesmo crível ou não. Não é preciso receber uma. Para entender que não devemos deixar chegar a esse ponto nem cair nesse tipo de arcabouço e cadeia de causas e inconsequências.

O que importa portanto é tanto que ninguém seja impedido nem obstruído, incluso com burocracia para se manifestar previamente, como ninguém seja ferido ou prejudicado posteriormente. O que é perfeitamente possível. Desde que o produtor avise o conteúdo de antemão e quem o o usuário siga as recomendações antes de utilizá-lo.

Evidente que isso não livra ninguém do engano, nem dos que vivem de explorá-la como negócio anunciando uma coisa e vendendo (ou até roubando outras), incluso até mesmo sem jamais revelar o que de fato é.

Porém é para isso mesmo que existe o advento deste outros serviços. tanto de proteção prévia quanto posterior de seguro, segurança e intermediação na resolução de conflitos social — popularmente conhecida pelo prepotente nome de justiça e seus tribunais.

Infelizmente tão miseravelmente subdesenvolvidos quanto as soluções em tomadas de decisão coletiva — não por acaso também dadas a conhecer por outro tão igualmente prepotente quanto inversamente custoso e problemático governos. Todos eles tão proporcionalmente subdesenvolvidos e logicamente atrasados na exata medida que só os monopólios sobretudo o da violência podem prover.

Então para que justa e profilaticamente ninguém sofra por falta de aviso e com suas razão reclame de boa-fé. Bem como também ninguém simulando ou explorando de má-fé, direta ou indiretamente, esse sofrimento, dê aso para nenhuma espécie de censura, definitivamente tal condição não pode nem deve ser ignorada, mas tratada com a devida consideração e respeito.

O que não implica jamais em renunciar ao direito de manifestação e liberdade de expressão, mas sim de fazê-lo não só considerando as circunstancias e publico, e portanto os termos e lugares apropriados, e no avisando na entrada quando a natureza das publicações não é apropriada para todos os públicos.

Não interessa portanto se não existem reclamações. Não interessa se alegações inclusive se são ou não verdadeiras. Por principio e para prevenção não se deve, não é preciso, nem se pode, não com correção julgá-las. Reações, são por definição impressões e sensações subjetivas. Salvo as já conhecidas, é simplesmente impossível fazer de antemão qualquer juízo sobre sua veracidade, bem como tentar saber ou prever todas eventuais e potenciais, reações adversas e indesejadas regidas pela livre vontade. Porém, conhecendo as natureza das publicações, a condição das pessoas e claro as circunstancias que compõe o contexto no qual elas eventualmente podem entrar em contato com elas é possível sim precave-las para que possam decidir se e quando querem ou não fazê-lo.

Garantir que o leitor tenha de antemão os meios para decidir sem perda de tempo, paciência, bem-estar e se possível bom humor o que procura, seja lá o que for, não é, nem deve ser jamais obrigação moral nem jurídica, mas pode evitar muitos aborrecimentos posteriores não só em, e por, principio para quem o leitor, mas também por consequência para o próprio autor- desde que ele não ganhe nada ofendendo nem aborrecendo nem portanto sendo patrulhado os outros.

Porque não se engane há aquele que hoje vivem de buscar esse público e esse publico seja para atormentar, seja para ser perseguido, como a própria a audiência cativa do seu espetáculo, seja como como participes voluntários, ou não, cientes ou não, desse teatro. vivendo em simbiose e sinergia, desta relação incluso .

Literalmente há portanto quem trabalhe, capitalize e se monetize participando ou bancando esse tipo de relação já se tornou um verdadeiro negócio. De modo que importunar e aborrecer é o que garante a audiência e fatura não só sociopolítica e financeira de um irmão, quanto patrulhar e denunciar a do outro. Assim como a dos big brothers que provem muito mais do que só a lógica dessas plataformas forma de coliseu para o pugilato da plebe que se degladia nessas cibercircos romano, agora em rede virtual mundial ditas jocosamente “sociais” de computadores.

Um espetáculo onde pessoas não raro se batem e debatem e perderam a paciência não só com outras pessoas que não tinham por outra intenção senão tirá-las do sério, mas meros robôs, com a mesmo objetivo, seja com suas afirmações ou objeções.

Um fenômeno superexplorado tanto pelas grandes mídias quanto as alternativas, e replicado não raro inconscientemente por todas as pessoas que se comportam com mini repetidoras ou retransmissoras dos veículos de comunicação incluso os de propaganda na guerra de desinformação que dentro da estratégia elevou a máxima potencia a exploração tanto da carência quanto da carência na economia de atenção.

De modo que existem aqueles que estão na rede apenas como gangues e patrulhas, buscando constantemente encontrar sujeitos e objetos para atacar. A natureza de ambos é a mesma. Como no mundo real, o que muda é a desculpa, a bandeira ou ideologia ou seja a causa que usam para justificar seu comportamento quanto racionalizar o próprias a lógica ideias ou a delas.

E quem não quer perturbar ninguém, mas só produzir em paz conteúdos assim como aquele que também só quer desfrutar dos mesmos, e não se precave para não entra nem cair no jogo das palavras desses trolls e vigilantes ideológicos, em verdade não cai só numa selva ou uma guerra. Mas numa verdadeira armadilha, que vai dar numa arcabouço manicomial, onde perturbar esses perturbados prontos a perturbar é o negócio do qual eles vivem e se matam por. E se você mesmo não está se matando ou matando ninguém ainda sim depende dele para viver, também vai morre junto com ele e eles.

Mais entre os muitos jogos dentro da lógico do necrocapitalismo, onde as pessoas se entredevorar para ganhar um cima do cadáver tanto uma das outras quanto das crias e criações alheias e ou até mesmo suas próprias. Ninguém merece. Nem os piores canalhas. Que dirá os inocentes.

E se não desejo isso nem aos piores jogadores, nem seus criadores e desenvolvedores, proprietários ou bancadores. Se não desejo isso a ninguém que ganha, e sabe que ganha com perda dos demais que nem sabem que estão sendo enganados. Se não desejo isso nem aos mais perigosos jogadores e donos da casa, nem aos piores inimigos ou aliados mais falsos, não será aos desavisados que sequer conheço, inocentes ou não. Não importa que viraram agora a linha de frente dessa guerra.

Logo não importa que nessa verdadeira industria essas pessoas não sejam as vítimas prioritárias a serem queimadas, o principal combustível dessa máquinas. Elas também são as engrenagens muitas vezes tão inconscientes da física e economia quanto as demais peças dessa maquinação. E não raro tão ou até mais inconsequentemente inconscientes do papel anti-social institucionalizado que interpretam nesse jogo simbólico na qualidade de atores supostamente sociais dentro dessas representações políticas e culturais, dentro ou fora das instituições e plataformas, estatais, ou privadas, lucrativas ou não.

Não interessa se o conteúdo seja voltado para entreter o leitor com manobras diversionistas ou pura diversão, sejam elas espetáculos que representem meras brincadeiras e jogos simbólicos sobre coisas sérias, ou coisas sérias que não passam portanto portanto de uma brincadeira e jogo.

Não interessa se as publicações sejam de cunho artístico ou científico, ou seja se usam da operações mentais, incluso aquelas que não representação de objetos concretos ou reais para revelar a essência ou os princípios fundamentais daquilo que perseguem de arte, ética e marketing.

Não importa portanto que existam pessoas que tentem explorar ou tirar proveito e vantagem da condição dessas pessoas, seja simulando ou tomando para si as dores dessas pessoas inclusive buscando vantagens ou prejuízo indevido dos demais através desse subterfúgio.

Não importa nem mesmo que não existam ainda (até onde eu sei) reclamações, ações judiciais, ou censura contra as publicações deste perfil. Não importa nem mesmo que até a presente data ainda não existam sequer (também até onde sei) leis que proíbam a leitura desta ou outras publicações ou que exijam a divulgação de avisos de recomendações e restrições de conteúdo ou termos e contratos de aceitação de uso por parte dos leitores.

Não existe a exigência legal desses instrumentos que regule a manifestação e expressão da liberdade de pensamento. Nem (novamente ressalto até onde eu sei) agencias de regulação, e vigilância, ao menos não legais e oficiais.

Importa sim que existam e que não venham jamais a existir, nem oficial, nem extra-oficialmente.

Importa sim, que portanto que todos os provedores de conteúdo, levem consideração as alegações e demandas das pessoas que eventualmente podem entrar em contato desavisadamente como sua obra e produção, em especial aquelas que são portadoras de condições especiais e que para as quais de fato as mesmas podem vir a ser eventualmente impróprias.

Importa sim, evitar ferir sentimentos e aborrecimentos, principalmente dos desavisados e justamente por falta de aviso.

Assim há que ser justo, mais precisamente equitativamente justo e logo levar em consideração e respeito tanto a liberdade de expressão e manifestação, quanto a condição de vulnerabilidade, carência e carestia das pessoas, não só as devidamente conhecidas e reconhecidas ou organizadas para reivindicar o respeito, mas incluso aquelas das quais nem fazemos a menor ideia que existem, ou possam existir, ou que não possuem como ou quem ainda se interesse em dar voz e lugar para que possam fazê-lo.

Se evidentemente tal relação de respeito e confiança entre falantes e ouvintes era implícita ou logicamente um pacto social tácito, salvo é claro as exceções que sempre existiram. Hoje também é, empiricamente, um tanto quanto evidente que nada que antes era tomado tacitamente, por lógico e evidente tem sido assim mais considerado como tal, nem por convenção, nem natural e racional e naturalmente.

E portanto mesmo sendo lógico e evidente que os fatos e dados mais básicos deveriam continuar sendo- e não por convenção- mas naturalmente tanto por evidencia empírica quanto por lógica racional continuar a ser tomados tacitamente por verdadeiros sem necessidade de mais esclarecimentos prévios explícitos e detalhados, ultimamente na prática, é fato que nem a percepção e entendimento dos fatos, nem o reconhecimento dos dados mais certos, concretos e objetivos andam funcionando nem artificial nem psicologicamente dessa forma que se dirá então dos discursos subjetivos sujeitos de fato as mais diversas interpretações.

Logo, tanto para evitar conflitos com ofensas que sequer estou ciente que cometi, e até os que estou consciente que não cometi mas posso ser acusado de tê-lo, ou seja em consideração as circunstancias atuais incluso de degradação do entendimento e dissociação cognitiva da sociedade, e a manipulação de má fé desse vulnerabilidade psicossocial do desentendimento em favor de quem explora os proventos da discórdia, entendo por necessário colocar essa relação explicita enquanto contrato social dentro desse perfil.

Sim o tom é imperativo, mas este não é um imperativo legal. Não meu de avisar nem do leitor de seguir o aviso. Não enlouqueci junto. O imperativo é de consciência. Ou mais precisamente de exercício da mesma a saber: Libertária. De respeito solidário a liberdade a minha e dos outros. Não é portanto um imperativo de autoridade. Mas de liberdade. Logo é tão somente um esclarecimento absolutamente. Um pedido, e não uma ordem. Que por sinal não tenho poder, nem a arrogância, pretensão autoridade ou a insanidade para dar. Simplesmente não tenho nem penso ter nenhuma autoridade para tanto. Nem autoridade, nem obrigação. E portanto, nenhum dever, e nem muito o menos, deus me livre, o direito de dizer o que as pessoas devem ou não ler ou deixar de ler. Nem pagando, que dirá de graça, quanto mais por graça ou só por gracinha.

Nem de brincadeira. Afasta de mim esse cale-se.

Não sou eu portanto que vou dizer o que as pessoas responsáveis devem ou não fazer, nem mesmo aos menores de idade sob sua responsabilidade. Não vou dizer ou desdizer o que os pais e tutores legais tem que dizer ou não; nem muito menos contradizê-los dizendo o que seus filhos ou adultos sob sua responsabilidade devem ou não fazer. Não é esse meu dever, nem meu direito nem no meu entendimento, nem no da lei. Isso é, repito, apenas uma recomendação. Que cumpre um dever, obedecer minha o que minha consciência manda. Um imperativo que em outras circunstancias não seria nem sequer uma preocupação necessária, mas um paranóia um tanto quanto insólita.

Logico que tal entendimento e compreensão deveria ser tácita, mas dada a evidentemente gravidade das circunstancias onde nada parece de degradação não só do tecido social mas epistemológico da sociedade onde nada mais é nem parece ser por suposto lógico e evidente necessário se faz esse tipo de aviso, que em outras circunstancias pode até soar como insólito. Ou um tanto quanto insano.

E rigorosamente o é. Não insano, mas voltado a combater com profilaxia tanto não só os sintomas ou mais precisamente as consequências, no caso as vítimas, mas neutralizar tanto o problema quanto a estratégia dos seus causadores, sejam eles conscientes, ou não do que estão causando perseguindo cegamente seus interesses.

Um comunicado voltado senão para sanar, remediar uma condição insalubre de uma sociedade que perde cada vez mais membros e relações sociais para ambientes e plataformas dirigidas por uma lógica de interesses voltada para provocar a discórdia, o desentendimento que tem como efeito despropositado ou colateral a insanidade, intolerância e vulnerabilidade em todos os sentidos, e consequente estrategicamente capitalizar politica e economicamente em cima desta condição composta um verdadeiro, publico-alvo, teatro de operações e guerra informacional, psíquica e epistemológica.

Mas porque insana e insólita?

Porque meu caro leitor ou desleitor, se você precisa de uma placa avisando de pule para não pular nem cair num abismo, você pode pode ter sido alfabetizado na linguagem da cultura do seu povo ou nação, mas sinto muito, foi imbecilizado, amestrado e quiça amputado para o resto da vida. É no mínimo um analfabeto do mundo, isto se não já não for ou estiver completamente cego para a realidade sensível não só mais dos outros, mas a sua própria. Cego para evidencias empíricas. E completamente dependente de guias, sinais e intermediação dos dados ou até já da interpretação de terceiros para acessar fatos, ainda que eles estejam diante dos seus olhos ou demais sensores, ou sentimentos e razão. E sendo e estando e enquanto o for dependente estará a vulnerável a boa ou má fé do mesmo. Isto é a vulnerabilidade cognitiva-simbólica.

Já a hipersensibilidade simbólica é justamente o oposto, é quando esse sistema de percepção literalmente entra em colapso e já não aguenta, não só nenhuma adversidade de fato, está completamente esgotado, quando a emoção e cognição não conseguem mais aguentar nem suportar mais o que lhes causa dore e sofrimento, incluso dados e informações que remetam a tal situações e condições de sobrecarga gerando uma pré-ocupação, a quem já não tem como se ocupar de mais nada. Só precisa de paz e descanso, e não ser ser quebrado até queimar de vez, e querendo ou não, descansar em paz. Não sem antes enlouquecer completamente e explodir perigosamente antes.

São a esses estados e condições que me refiro e preocupo quando estou utilizando os termos vulnerabilidade cognitiva e hipersensibilidade simbólica.

E quem nunca se sentiu em momento algum na vida assim que atire a primeira pedra em quem chora ou reclama.

Sei portanto como esse termo pode soar. Inclusive antes de tudo como zoeira, canalhice ou loucura. Não é. Embora não raro todo zoeiro, canalha ou louco que se preze costume negar até a morte, e todo perseguidor que despreze a condição e sobretudo o juízo alheia, não importa se seja são ou insano, desde que ele a define segundo a sua supremacia incluso também não raro se arrogando dispondo da vida e privações da vida do outro até a morte, é por bem, e dever de todos a começar o meu próprio, avisar tanto os loucos quantos os são, ou os loucos que se passam por são e perseguem os são ou nem tanto que não sou nem estou bancando o maluco nem para fins performáticos, didáticos, pedagógicos, ativísticos, libertários, ou quaisquer outros, não especificamente nesse termo informativo sobre o perfil das publicações. Estas sim, podem conter eventualmente ideias que simule ou emule, ou atuar de formas que perturbem quem não tenham ou não estejam dentro das normas ou normalidade percebida sobretudo por quem já está perturbado pela completa falta de normas e normalidade aparente ou percebida, seja porque extremamente estreita e obtusa e absoluta sua percepção e compreensão, que nenhuma senão a igual é valida. Seja porque tão ampla, relativa e aberta que não é também igualmente capaz de julgar a validade objetiva de nada não lhe seja absolutamente fisiologicamente subjetivo, porque tudo que é subjetivo é igualmente valido para cada organismo.

Em outras palavras, seja para o perturbado que se comporta basicamente como um ditador, ditando que tudo no simbólico ou no real, na forma ou conteúdo se comporte de acordo com o ditado que ele dita para não se ferido ou tocado não só física, mas emocionalmente, e simbolicamente ou seja em seus sentimentos, sensibilidade, emoções, ideias, imagens mentais, projeções, credos, fantasias, concepções de si ou do mundo,

Então sei como isso pode parecer, não sob todas mas sob algumas diferentes perspectivas. E entre elas, aquelas que exploram intencionalmente essa condição, seja simulando-a seja se aproveitando de quem as sofre de fato para tentar censurar os demais. Criando armadilha que usam da fragilidade das pessoas, e da sociedade em geral para tentar frear a livre manifestação do pensamento impondo totalitariamente a sua. Usando tanto do subterfúgio dos vulneráveis como escudo quanto aos mesmo tempo das gangues e gangsters e milicias e militantes digitais como patrulhas e fascios agredindo e ao mesmo tempo gritando que foram agredidos.

Quanto a esses não a eles que produzo a minha obra. E portanto continuarei a obrar e andar sem parar. Caminhando e cantando, e seguindo a canção.

Porém aos demais não só minhas sinceras desculpas, não pelo que disse, mas pelo que não demorei tanto tempo para entender e dizer. Os idiotas não são vocês. Mas eu. Que não compreendi, não rápido o suficiente não a matéria mas a alma matter do que do que eu buscava decifrar.

Então leve a sério e respeite essa recomendações para o seu bem e dos demais.

Estas publicações não foram escritas para agradar nem muito menos ofender ninguém. Então se leitor considerar impróprio ou ainda tiver alguma dúvida peço encarecidamente mais uma vez que deixe esse perfil imediatamente e vá buscar um sitio onde se sinta mais seguro.

Se você não quer você ler coisas que possam eventualmente ofendê-lo, que só você sabe quais são. Eu também não quero que você leia as coisas que vão ofende-lo. Mas não vou deixar de existir, me manifestar, ou expressar. O que posso fazer em respeito a você ou mais especificamente a sua condição que não suporta me ver ou ouvir ou sequer ler o que eu digo é o seguinte, avisa-lo e pedir licença para existir nesse lugar. Prometo que não vou bater na sua porta, nem gritar, e se estiver incomoda com o que escrevo tudo que tem a fazer é fechar o escrito.

Porque posso até sair da sua vista. Sem problemas. Mas uma coisa está fora de questão: Não vou deixar de existir, me manifestar ou expressar no devido espaço porque os demais não suportam ler, ouvir, ver, ou sequer saber que eu ainda exista, sobreviva, ou tenha o desplante de não me calar irritando os seus nervos.

Sinto muito, eu penso, existo e a gostando ou não até falo se preciso for até sozinho. Não exijo plateia. Não invado espaços privados. Não ocupo os públicos para obrigar os outros a me ouvir. Não uso nem sequestro dinheiro público para produzir nada. Nem cobro nem recebo nada em troca de ninguém para dar de graça o que aqui produzo.

Isto não é uma provocação. Não é exclusão.

Esse é o máximo que posso fazer em respeito a condição, a bem inclusive do entendimento e da paz. Mais do que isso já é uma violação e violência e censura contra minha própria liberdade. Aliás não só incoerentemente contra minha própria liberdade, mas com minha solidariedade libertária. E portanto contra a missão e razão social das publicações desse perfil. Razão social que se aparentemente não faz muito sentido é porque justa e essencialmente está em coerência com o referida função tanto laboral quanto existencial da razão de ser libertário-gregária deste perfil e suas publicações do seus autores que no caso é um só. Poderiam ser mais.

E é por esta simples razão que a recomendação destes escritos está restrita a um público a saber: as pessoas que não estão dispostas a se deixar perturbar ou abalar com os ninguém fala ou com o que lê, ou que mesmo ficando incomodados buscam literalmente na esportiva. fundamental. Porque o objetivo não é fazer desse espaço uma espécie campo de batalha, ou uma trincheira simbólica da resistência. É sim um campo aberto e em tempo real do desenvolvimento real de pensamento libertário voltado para a produção da minha atividade.

Sim, estas publicações funcionam como biblioteca aberta dos rascunhos de uma fábrica de ideais ou setor da produção das novos projetos e tecnologias sociais e futuras publicações — incluso compartilhamento aquelas que tratam da previsão de cenários para o planejamento quase estratégico de uma think thank. E estão colocadas sob o domínio público reservado exclusivamente da governança da sociedade civil sob os termos específicos da licenças de uso da propriedade intelectual RobinRight.

Dentro do Instituo ReCivitas, a organização para o qual laboro, estas publicações fazem parte do projeto Brancaglione’s Project (sim uma piada interna com o filme quixotesco homônimo). E já produziu algumas publicações que cumpriram sua missão e atingiram seus modestos e discretos objetivos humanos e sociais tanto nacionais quanto internacionais.

Entretanto esses escritos não se resumem tão somente a esse propósito, não mais um projeto de ativismo social, a produzir agora em aberto a matéria prima para novos projetos sociais para a organização para a qual laboro, a saber entre outras coisas combatendo moinhos de vento que ao contrário do personagem viraram de fato embates e causas reais.

Eis o segredo da paz. Porque saber Ir e vir. Saber quando Ficar e deixar os outros em paz. Ao invés de ficar vigiando seguindo ou tentando correndo atrás ou se impor a força aos outros. Eis o segredo da paz. Porque esse é um termo não só de esclarecimento, é de garantia. De garantia que não vou correr atrás de ninguém, não vou bater na porta ou tocar campainha real nem virtual de ninguém para dizer o que elas não querem ouvir da minha boca, nem ao vivo nem virtualmente.

E por favor, não se sinta excluído. Essas publicações estão abertas e gratuitas a todo público de acordo sem nenhuma obrigação intrusão ou violação ou sequer maiores chateação e aborrecimentos dos agora espero não mais desavisados em conformidade ao presente termos deste perfil complementar.

Ademais no que depender do autor, e suas possibilidades, as publicações assim continuarão aqui sem nenhuma espécie de descriminação, segregação censura ou forma de vigilância legal ou não. Pelo menos assim espero. Para que todos possam se precipite e só acessem quando se um dia assim o quiserem ou nunca, enfim, de acordo com a sua consciência e não por outras razões, faltas alheias incluso de meios para o exercício a priori desta.

Assim sendo se portanto aqui nos separamos por hora ou em definitivo que fiquem em paz e encontrem o que estão buscando. Sem problemas. Nem ressentimentos. Que o vá e encontre e fique em paz. E se ou quando você quiser ler por “sua conta e risco”, o escrito estará ainda aqui, sem discriminação, nem censura. E que encontre o que busca.

E agora, mais uma vez, sem querer parecer insensível, mas já correndo de novo o risco de sê-lo, com licença aos demais, mas quero voltar a falar como os leitores em potencial, ainda que meramente ideais ou imaginários, platônicos, utópicos ou — e alerta de spoiler e propaganda, previsão (esta felizmente autorealizada), além de irritação garantida para quem não gosta de quem não é, nem faz questão de fingir modéstia, ou pior, até é, mas finge sua falta (e não, não é só para contrariar) — simplesmente os futuros.

Repetindo Tudo de Novo Pule essa Porcaria

Ninguém deve em hipótese alguma ser previamente censurado, nem sofrer pressões ou obstruções de caráter burocrático ou de privações de condições materiais básicas que funcionem velada, implícita e disfarçadamente, ou nem tanto, como tal. Nem muito menos se autocensurar para não sofrer ou evitar sofrer qualquer uma dessas formas de censura ou privação.

Não interessa se já tenha sido ou não censurado por agências, instituições ou organizações estatais, paraestatais, oficiais ou não, ou mesmo da sociedade civil, organizada ou não. Não importa se já recebeu reclamações, avisos de pessoas físicas, jurídicas, anonimas, ou ameaças de uso da força de fato para que calassem sua boca.

Não interessa inclusive se foram ilegais, duvidosamente legais, ou sem a menor sombra de dúvida consideradas legais. Ou seja se as ameaças de uso da violência foram efetuadas dentro do devido processo legal e portanto amparadas e garantidas pelo sistema judicial, que se arroga a legitimidade do monopólio da violência no território nacional ou por organizações e pessoas que o contestam partidária, politica, criminosa, local, ou por interesses outros.

Não interessa a procedência, credibilidade, probabilidade de concretização, nem a natureza da ameça ou intimidação lastreada pelo uso da força de fato contra uma manifestação ou expressão do pensamento; não interessa se legitima, legal, contestável juridicamente ou não, ou mesmo crível ou não. Não é preciso receber uma. Para entender que não devemos deixar chegar a esse ponto nem cair nesse tipo de arcabouço e cadeia de causas e inconsequências.

O que importa portanto é tanto que ninguém seja impedido nem obstruído, incluso com burocracia para se manifestar previamente, como ninguém seja ferido ou prejudicado posteriormente. O que é perfeitamente possível. Desde que o produtor avise o conteúdo de antemão e quem o o usuário siga as recomendações antes de utilizá-lo.

Evidente que isso não livra ninguém do engano, nem dos que vivem de explorá-la como negócio anunciando uma coisa e vendendo (ou até roubando outras), incluso até mesmo sem jamais revelar o que de fato é.

Porém é para isso mesmo que existe o advento deste outros serviços. tanto de proteção prévia quanto posterior de seguro, segurança e intermediação na resolução de conflitos social — popularmente conhecida pelo prepotente nome de justiça e seus tribunais.

Infelizmente tão miseravelmente subdesenvolvidos quanto as soluções em tomadas de decisão coletiva — não por acaso também dadas a conhecer por outro tão igualmente prepotente quanto inversamente custoso e problemático governos.

Todos eles tão proporcionalmente subdesenvolvidos e logicamente atrasados na exata medida que só os monopólios sobretudo o da violência podem prover.

Mas deixemos a justiça e os governos já tão custosos e sobrecarregados em paz. Até porque quem vai pagar para que eles nos punam por nossa falta de entendimento e compreensão mutuo e universal somos nós e não são com trabalho e capital, mas com carne e tempo de vida. Deixemos que eles descasem em paz para eles não nos obriguem para o nosso próprio bem a trabalhar para o literalmente descansarmos em paz. Grande negócio. Isto já é ironia, mas não deixa de ser uma verdade. Um grande negócio.

Então para que justa e profilaticamente ninguém sofra por falta de aviso e com suas razão reclame de boa-fé. Bem como também ninguém simulando ou explorando de má-fé, direta ou indiretamente, esse sofrimento, dê aso para nenhuma espécie de censura, definitivamente tal condição não pode nem deve ser ignorada, mas tratada com a devida consideração e respeito.

O que não implica jamais em renunciar ao direito de manifestação e liberdade de expressão, mas sim de fazê-lo não só considerando as circunstancias e publico, e portanto os termos e lugares apropriados, e no avisando na entrada quando a natureza das publicações não é apropriada para todos os públicos.

Não interessa portanto se não existem reclamações. Não interessa se alegações inclusive se são ou não verdadeiras. Por principio e para prevenção não se deve, não é preciso, nem se pode, não com correção julgá-las. Reações, são por definição impressões e sensações subjetivas. Salvo as já conhecidas, é simplesmente impossível fazer de antemão qualquer juízo sobre sua veracidade, bem como tentar saber ou prever todas eventuais e potenciais, reações adversas e indesejadas regidas pela livre vontade. Porém, conhecendo as natureza das publicações, a condição das pessoas e claro as circunstancias que compõe o contexto no qual elas eventualmente podem entrar em contato com elas é possível sim precave-las para que possam decidir se e quando querem ou não fazê-lo.

Garantir que o leitor tenha de antemão os meios para decidir sem perda de tempo, paciência, bem-estar e se possível bom humor o que procura, seja lá o que for, não é, nem deve ser jamais obrigação moral nem jurídica, mas pode evitar muitos aborrecimentos posteriores não só em, e por, principio para quem o leitor, mas também por consequência para o próprio autor- desde que ele não ganhe nada ofendendo nem aborrecendo nem portanto sendo patrulhado os outros.

Porque não se engane há aquele que hoje vivem de buscar esse publico e esse publico seja para atormentar, seja para ser perseguido, como a própria a audiência cativa do seu espetáculo, seja como como participes voluntários, ou não, cientes ou não, desse teatro. vivendo em simbiose e sinergia, desta relação incluso .

Literalmente há portanto quem trabalhe, capitalize e se monetize participando ou bancando esse tipo de relação já se tornou um verdadeiro negócio. De modo que importunar e aborrecer é o que garante a audiência e fatura não só sociopolítica e financeira de um irmão, quanto patrulhar e denunciar a do outro. Assim como a dos big brothers que provem muito mais do que só a lógica dessas plataformas forma de coliseu para o pugilato da plebe que se degladia nessas cibercircos romano, agora em rede virtual mundial ditas jocosamente “sociais” de computadores.

Um espetáculo onde pessoas não raro se batem e debatem e perderam a paciência não só com outras pessoas que não tinham por outra intenção senão tirá-las do sério, mas meros robôs, com a mesmo objetivo, seja com suas afirmações ou objeções.

Um fenômeno superexplorado tanto pelas grandes mídias quanto as alternativas, e replicado não raro inconscientemente por todas as pessoas que se comportam com minirepetidoras ou retransmissoras dos veículos de comunicação incluso os de propaganda na guerra de desinformação que dentro da estratégia elevou a máxima potencia a exploração tanto da carência quanto da carência na economia de atenção.

De modo que existem aqueles que estão na rede apenas como gangues e patrulhas, buscando constantemente encontrar sujeitos e objetos para atacar. A natureza de ambos é a mesma. Como no mundo real, o que muda é o desculpa, a bandeira ou ideologia ou seja a causa que usam para justificar seu comportamento quanto racionalizar o próprias a lógica ideias ou a delas.

E quem não quer perturbar ninguém, mas só produzir em paz conteúdos assim como aquele que também só quer desfrutar dos mesmos, e não se precave para não entra nem cair no jogo das palavras desses trolls e vigilantes ideológicos, em verdade não cai só numa selva ou uma guerra. Mas numa verdadeira armadilha, que vai dar numa arcabouço manicomial, onde perturbar esses perturbados prontos a perturbar é o negócio do qual eles vivem e se matam por. E se você mesmo não se matando ou matando ninguém ainda sim depende dele para viver, também vai morre junto com ele e eles.

Mais entre os muitos jogo dentro da lógico do necrocapitalismo, onde as pessoas se entredevorar para ganhar um cima do cadáver tanto uma das outras quanto das crias e criações alheias e ou até mesmo suas próprias. Ninguém merece. Nem os piores canalhas. Que dirá os inocentes.

E se não desejo isso nem aos piores jogadores, nem seus criadores e desenvolvedores, proprietários ou bancadores. Se não desejo isso a ninguém que ganha, e sabe que ganha com perda dos demais que nem sabem que estão sendo enganados. Se não desejo isso nem aos mais perigosos jogadores e donos da casa, nem aos piores inimigos ou aliados mais falsos, não será aos desavisados que sequer conheço, inocentes ou não. Não importa que viraram agora a linha de frente dessa guerra.

Logo não importa que nessa verdadeira industria essas pessoas não sejam as vítimas prioritárias a serem queimadas, o principal combustível dessa máquinas. Elas também são as engrenagens muitas vezes tão inconscientes da física e economia quanto as demais peças dessa maquinação. E não raro tão ou até mais inconsequentemente inconscientes do papel anti-social institucionalizado que interpretam nesse jogo simbólico na qualidade de atores supostamente sociais dentro dessas representações políticas e culturais, dentro ou fora das instituições e plataformas, estatais, ou privadas, lucrativas ou não.

Não interessa se o conteúdo seja voltado para entreter o leitor com manobras diversionistas ou pura diversão, sejam elas espetáculos que representem meras brincadeiras e jogos simbólicos sobre coisas sérias, ou coisas sérias que não passam portanto portanto de uma brincadeira e jogo.

Não interessa se as publicações sejam de cunho artístico ou cientifico, ou seja se usam da operações mentais, incluso aquelas que não representação de objetos concretos ou reais para revelar a essência ou os princípios fundamentais daquilo que perseguem de arte e ciência ou da política e marketing.

Não importa portanto que existam pessoas que tentem explorar ou tirar proveito e vantagem da condição dessas pessoas, seja simulando ou tomando para si as dores dessas pessoas inclusive buscando vantagens ou prejuízo indevido dos demais através desse subterfúgio.

Não importa nem mesmo que não existam ainda (até onde eu sei) reclamações, ações judiciais, ou censura contra as publicações deste perfil. Não importa nem mesmo que até a presente data ainda não existam sequer (também até onde sei) leis que proíbam a leitura desta ou outras publicações ou que exijam a divulgação de avisos de recomendações e restrições de conteúdo ou termos e contratos de aceitação de uso por parte dos leitores.

Não existe a exigência legal desses instrumentos que regule a manifestação e expressão da liberdade de pensamento. Nem (novamente ressalto até onde eu sei) agencias de regulação, e vigilância, ao menos não legais e oficiais.

Importa sim que existam e que não venham jamais a existir, nem oficial, nem extra-oficialmente.

Importa sim, que portanto que todos os provedores de conteúdo, levem consideração as alegações e demandas das pessoas que eventualmente podem entrar em contato desavisadamente como sua obra e produção, em especial aquelas que são portadoras de condições especiais e que para as quais de fato as mesmas podem vir a ser eventualmente impróprias.

Importa sim, evitar ferir sentimentos e aborrecimentos, principalmente dos desavisados e justamente por falta de aviso.

Assim há que ser justo, mais precisamente equitativamente justo e logo levar em consideração e respeito tanto a liberdade de expressão e manifestação, quanto a condição de vulnerabilidade, carência e carestia das pessoas, não só as devidamente conhecidas e reconhecidas ou organizadas para reivindicar o respeito, mas incluso aquelas das quais nem fazemos a menor ideia que existem, ou possam existir, ou que não possuem como ou quem ainda se interesse em dar voz e lugar para que possam fazê-lo.

Se evidentemente tal relação de respeito e confiança entre falantes e ouvintes era implícita ou logicamente um pacto social tácito, salvo é claro as exceções que sempre existiram. Hoje também é, empiricamente, um tanto quanto evidente que nada que antes era tomado tacitamente, por lógico e evidente tem sido assim mais considerado como tal, nem por convenção, nem natural e racional e naturalmente.

E portanto mesmo sendo lógico e evidente que os fatos e dados mais básicos deveriam continuar sendo- e não por convenção- mas naturalmente tanto por evidencia empírica quanto por lógica racional continuar a ser tomados tacitamente por verdadeiros sem necessidade de mais esclarecimentos prévios explícitos e detalhados, ultimamente na prática, é fato que nem a percepção e entendimento dos fatos, nem o reconhecimento dos dados mais certos, concretos e objetivos andam funcionando nem artificial nem psicologicamente dessa forma que se dirá então dos discursos subjetivos sujeitos de fato as mais diversas interpretações.

Logo, tanto para evitar conflitos com ofensas que sequer estou ciente que cometi, e até os que estou consciente que não cometi mas posso ser acusado de tê-lo, ou seja em consideração as circunstancias atuais incluso de degradação do entendimento e dissociação cognitiva da sociedade, e a manipulação de má fé desse vulnerabilidade piscossocial do desentendimento em favor de quem explora os proventos da discórdia, entendo por necessário colocar essa relação explicita enquanto contrato social dentro desse perfil.

Sim o tom é imperativo mas este não é um imperativo legal. Não meu de avisar nem do leitor de seguir o aviso. Não enlouqueci junto. O imperativo é de consciência. Ou mais precisamente de exercício da mesma a saber: Libertária. De respeito solidário a liberdade a minha e dos outros. Não é portanto um imperativo de autoridade. Mas de liberdade. Logo é tão somente um esclarecimento absolutamente. Um pedido, e não uma ordem. Que por sinal não tenho poder, nem a arrogância, pretensão autoridade ou a insanidade para dar. Simplesmente não tenho nem penso ter nenhuma autoridade para tanto. Nem autoridade, nem obrigação. E portanto, nenhum dever, e nem muito o menos, deus me livre, o direito de dizer o que as pessoas devem ou não ler ou deixar de ler. Nem pagando, que dirá de graça, quanto mais por graça ou só por gracinha.

Nem de brincadeira. Afasta de mim esse cale-se.

Não sou eu portanto que vou dizer o que as pessoas responsáveis devem ou não fazer, nem mesmo aos menores de idade sob sua responsabilidade. Não vou dizer ou desdizer o que os pais e tutores legais tem que dizer ou não; nem muito menos contradizê-los dizendo o que seus filhos ou adultos sob sua responsabilidade devem ou não fazer. Não é esse meu dever, nem meu direito nem no meu entendimento, nem no da lei. Isso é, repito, apenas uma recomendação. Que cumpre um dever, obedecer minha o que minha consciência manda. Um imperativo que em outras circunstancias não seria nem sequer uma preocupação necessária, mas um paranóia um tanto quanto insólita.

Logico que tal entendimento e compreensão deveria ser tácita, mas dada a evidentemente gravidade das circunstancias onde nada parece de degradação não só do tecido social mas epistemológico da sociedade onde nada mais é nem parece ser por suposto lógico e evidente necessário se faz esse tipo de aviso, que em outras circunstancias pode até soar como insólito. ou um tanto quanto insano.

E rigorosamente o é. Não insano mas voltado a combater com profilaxia tanto não só os sintomas ou mais precisamente as consequências, no caso as vítimas, mas neutralizar tanto o problema quanto a estratégia dos seus causadores, sejam eles conscientes, ou não do que estão causando perseguindo cegamente seus interesses.

Um comunicado voltado senão para sanar, remediar uma condição insalubre de uma sociedade que perde cada vez mais membros e relações sociais para ambientes e plataformas dirigidas por uma lógica de interesses voltada para provocar a discórdia, o desentendimento que tem como efeito despropositado ou colateral a insanidade, intolerância e vulnerabilidade em todos os sentidos, e consequente estrategicamente capitalizar politica e economicamente em cima desta condição composta um verdadeiro, publico-alvo, teatro de operações e guerra informacional, psíquica e epistemológica.

Mas porque insana e insólita?

Porque meu caro leitor ou desleitor, se você precisa de uma placa avisando de pule para não pular nem cair num abismo, você pode pode ter sido alfabetizado na linguagem da cultura do seu povo ou nação, mas sinto muito, foi imbecilizado, amestrado e quiça amputado para o resto da vida. É no mínimo um analfabeto do mundo, isto se não já não for ou estiver completamente cego para a realidade sensível não só mais dos outros, mas a sua própria. Cego para evidencias empíricas. E completamente dependente de guias, sinais e intermediação dos dados ou até já da interpretação de terceiros para acessar fatos, ainda que eles estejam diante dos seus olhos ou demais sensores, ou sentimentos e razão. E sendo e estando e enquanto o for dependente estará a vulnerável a boa ou má fé do mesmo. Isto é a vulnerabilidade cognitiva-simbólica.

Já a hipersensibilidade simbólica é justamente o oposto, é quando esse sistema de percepção literalmente entra em colapso e já não aguenta, não só nenhuma adversidade de fato, está completamente esgotado, quando a emoção e cognição não conseguem mais aguentar nem suportar mais o que lhes causa dore e sofrimento, incluso dados e informações que remetam a tal situações e condições de sobrecarga gerando uma pré-ocupação, a quem já não tem como se ocupar de mais nada. Só precisa de paz e descanso, e não ser ser quebrado até queimar de vez, e querendo ou não, descansar em paz. Não sem antes enlouquecer completamente e explodir perigosamente antes.

São a esses estados e condições que me refiro e preocupo quando estou utilizando os termos vulnerabilidade cognitiva e hipersensibilidade simbólica.

E quem nunca se sentiu em momento algum na vida assim que atire a primeira pedra em quem chora ou reclama.

Então sei como isso pode parecer, não sob todas mas sob algumas diferentes perspectivas. E entre elas, aquelas que exploram intencionalmente essa condição, seja simulando-a seja se aproveitando de quem as sofre de fato para tentar censurar os demais. Criando armadilha que usam da fragilidade das pessoas, e da sociedade em geral para tentar frear a livre manifestação do pensamento impondo totalitariamente a sua. Usando tanto do subterfúgio dos vulneráveis como escudo quanto aos mesmo tempo das gangues e gangnsters e milicias e militantes digitais como patrulhas e fascios agredindo e ao mesmo tempo gritando que foram agredidos.

Quanto a esses não a eles que produzo a minha obra. E portanto continuarei a obrar e andar sem parar. Caminhando e cantando, e seguindo a canção.

Porém aos demais não só minhas sinceras desculpas, não pelo que disse, mas pelo que não demorei tanto tempo para entender e dizer. Os idiotas não são vocês. Mas eu. Que não compreendi, não rápido o suficiente não a matéria mas a alma matter do que do que eu buscava decifrar.

Então já pressupondo que crianças e incomodados já estão fora, e se não estão a ultima chamada é agora.

O que não quer dizer que não vou incomodar ainda por algum tempo. Até com a ausência. Porque Sinto muito. É a Esquerda, meu amigo. Digo a verdadeira, a libertária. Ela é como a liberdade, criatividade e o amor. Tudo se movem em torno deles, correm atrás dela, incluso o ódio. E garrincha todo mundo sabe para onde ele vai cortar e mesmo assim quando viu, já passou, mas fica. E fica até quando passou. Pois, é. Canhotos. ‘Gabababagarey, freaks. +

Sinto muito. Não é para quem quer. É para quem pode. Pernas tornas. Ou a falta delas. A força que nasce não daquilo que os outros tem. como privilégios ou normalidade. Mas das privações de tudo aquilo de aquilo que tanto lhe faz falta. A força que nasce para ocupar o vazio de todas as coisas, a vontade de viver, mas pode chamar de amor pela vida, quando maior do que do que a mera sobrevivência ainda que só por breves e bregas…

Embora desculpas não adiantem. Porque esse era o meu trabalho, não importa que voluntário e que o único compromisso assumido tenha sido comigo mesmo de encontrar essas respostas. Definitivamente, precisava ter sido um pouco mais célere em minhas investigações. Mas é curioso, se parece fácil depois que quebramos essa quarta parede metalinguística e vemos a verdade epistemológica, não o é enquanto estamos envoltos ou envolvidos na na nuvem da lógica ou o jogo dos signos.

E mais difícil ainda é precisamos deles, a criptografia para chegar até a essência da(s) matérias incluso enquanto não só como representação abstrata do real, mas enquanto essencial da própria concretude ou materialidade da qual enquanto metamaterialidade por definição não temos nenhum outro aparelho sensor e portanto não importa a evolução da ciência e tecnologia não temos como efetuar a espectrospia senão através senão dos aparelhos sensíveis disponíveis dos quais estamos cientes e ou conscientes para usar a razão, dos quais dois não importa os avanços técnicos são indispensáveis, para não ser um completo alienado desprovido de consciência de qualquer saber incluso a fé, a ciência, e a fé na própria ciência e consciência: a nossa própria razão e sensibilidade.

Perdidas essa fé na sensibilidade e razão humanas e da humanidade, não se de compreender e se entender, mas de ser livremente. Perdida está a razão da liberdade e da humanidade, a começar por esse átomo desse universo, ou mais precisamente principio universal que não é um mera visão do cosmo ou uma cosmovisão mas a própria cosmpoliticidade em sua metaformação, ou lógica transformacional, mas pode chamar pelo nome popular, vida e com sentido e função relacional.

Minha preocupação é portanto não é em relação aqueles que estão muito bem obrigado, e chorando em emulação ou simulação, como representantes ou representação, os atores, inclusos os sociais, desse jogo simbólico. Esses atores se forem honestos ou estiverem desavisados não só do jogo das palavras, mas da vida, deveriam saber que as palavras não devem ser tomadas não por eles como realidade. Porque se eles que estão ali supostamente para investigar e defender as pessoas, das falácias incluso dos jogos das palavras são vulneráveis as mesmas e as armadilhas dos discursos. Não deveriam se colocar nem ser colocados nessa posição.

O plano simbólico não é guerra, nem um vale-tudo. Tem regras, e portanto gente que atua leviana e criminosamente fora delas. E quem não sabe e não entende que normas simbólicas jamais o protegerão daqueles que jogam fora delas, ou as usam. Não deveria para a sua própria sanidade e segurança jogar esse jogo não contra ou nos níveis mais avançados, onde só os canalhas e psicopatas e apelões habitam e os carentes e mais sensíveis não tem vez.

Então definitivamente minha preocupação é sobretudo é com as atores desavisados. As pessoas mais sensíveis e vulneráveis e que não só sofrer, mas podem nem perceber mas estão sendo usados como escudos humanos e bucha de canhão nessa guerra de informação. Elas são o alvo tático mas é a própria a própria liberdade de informação e expressão o alvo estratégico desta manobras, em verdade operações cirúrgicas dada a diferenças de forças e consciências entre as partes e covardia de quem visa anestesiar, alucinar, paralisar, dispersar, alucinar, aterrorizar, dividir, reprimir, e criminalizar até enfim quebrar, cooptar e fidelizar os alvos e suas manifestações sobretudo de pensamento, abatendo e subtendo nesse processo gente que fato sofre psicologicamente tanto na mão tanto dos agressores quanto dos falsos defensores dos seus direitos, que por sinal tem o mesmo objetivo de poder, ainda que em trincheiras opostas dos campos das representações, ou seja para fins das disputas espetaculares, em muitos planos apenas aparentemente, em outros igualmente capitais, não.

E leia-se por capital não somente fatores ou interesses pecuniários mas vitais e portanto fatais tanto para os sujeitos quanto para os objetos que cruzam seus caminhos, incluso outros sujeitos, ainda que tomados apenas segundo sua lógica apenas como objetos ou obstáculos a seus interesses.

Então veja a dimensão dos perigos e loucura dessa selva desse capitalismo (no sentido acima referido) selvagem contemporâneo, onde novamente e claro não por acaso mais uma tempestade humanitária e econômica perfeita já começa a ter com cheiro não só de guerra de desinformação global, mas de fato de guerra entre potencias mundiais, onde “os fracos [e os subdesenvolvidos] não tem vez.” Nem voz. Salvo para fins capitais de espetáculo e suas utilidades e inutilidades táticas dependendo da posição estratégica.

A internet é como um mercado livre. E o que não falta é aqueles que não só querem monopolizaram, como já estão fazê-lo. Usando dos meios mais sujos e criminosos, mas emulando as estratégias que usam no mundo real, explorando as vulnerabilidades, carestias, carências, emocionais e materiais para paralisar, esmagar, marginalizar e impor a força seus credos ideologias políticos ou religiosos ou ambos como um mesmo culto ou cultura ou aculturação.

O que eu sei, ou mais pressuponho saber, é como pode parecer e soar para algumas pessoas que conheço. Principalmente as pessoas hipersensíveis e vulneráveis até mesmo a palavras que para outros soam como inofensivas.

E acreditem ou não, são elas a principal preocupação da redação desse esclarecimentos. Felizmente para efeito de satisfazer os imperativos de consciência tanto da produção deste conteúdo em respeito e consideração a potenciais demandas dos leitores em geral e em especial basta seguir as recomendações do presente termo.

Pior até mesmo que ter que aguentar péssimos vencedores e ter que conviver com maus perdedores, em especial quando somos um deles. Pior que isso só mesmo, ser e já não saber, nem que o é. Para um ser dotado de consciência é a morte. É a completa falta relacional de espelhamento reflexivo da mente. Ou em outras palavras como olhar num espelho e não conseguir mais nem ver o reflexo da mesma, nem mais quando não se evita, mas se olha reflexivamente em busca da mesma. Um tipo de morte em vida e não só das funções cerebrais, mas além, porque a consciência não é um fenômeno meramente fisiológico informacional que opera na materialidade, mas na metamaterialidade dentro das volições, movendo e transformando animas e ações a começar pelos próprios corpos espaços e tempos do indivíduo em particular, ou mais precisamente, do particular para o universal. Um fenômeno profundo, e profundamente conexo com a volições, evoluções e revoluções tanto cientificas, artísticas, culturais, quanto sobretudo cosmopolíticas e conscienciais.

Não é uma brincadeira ou “trolagem” de mau gosto. Nem uma “loucura”. Nem da especie das loucuras e absurdos da pior espécie: aquela que de fato se levam a sério. E o que não é com certeza é nenhuma distribuição de pancadas ou choramingueira gratuita em forma de palavras. Mas definitivamente embora não seja, não tenho a menor dúvida que para muita gente não importa, vai continuar parecer e sendo interpretado como assim fosse.

Principalmente porque faço questão de repetir a vulnerabilidade cognitiva a hipersensibilidade simbólica é questão muito séria. Ademais dada a não só a gravidade das atuais circunstâncias que perturbam não só as pessoas em especial mas da sociedades em geral, que também não permanece nenhum pouco invulnerável e imperturbável. O que inegavelmente ruim, mas poderia ser pior.

Pois evidente que melhor seria se toda a sociedade estivesse em paz ou fosse enfim deixada. Mas muito pior seria ou estaria se diante de tamanha tensão, privações e pressões ambientais, políticas, econômicas e culturais se não apresentasse nenhuma reação social ainda que adversa. Se esse fosse o caso já estaria praticamente morta enquanto organismo social, ou então anestesiada em coma, já pronta para o abate.

Logo a finalidade deste perfil não é perturbar, importunar nem muito manipular explorar as pessoas nessa situação que não só atrapalham, mas não raro empurram as pessoas para se precipitarem ainda mais facilmente em direção ao precipício. Então esse é literalmente o espirito, tenha absoluta certeza que não está vulnerável, e não precisa de ajuda, porque esses escritos não são pensados para quem precisa de ajuda, mas para quem não é vulnerável nem carente para começar de tempo e disposição não só ao entendimento e compreensão dos outros, mas do enfrentamento das adversidades e adversários, inclusos os altamente tóxicos e virulentos e ofensivos e agressivos para começar no plano simbólico.

Da forma mais didática possível, essas publicações não estão destinadas ao público que necessita de ajuda, não a fictícia e simbólica, virtual e teórica, mas a real e material e prática, ao público que não não precisa não de ajuda mas quer ajudar. E querendo precisa saber de antemão das seguintes requisitos recomendáveis tanto para a leitura das publicações deste perfil, quanto a próprio exercício do ativismo social não meramente representativo, mas aplicado.

Leia-se o que não transfere custos e trabalho, mas banca e labora, ou seja, que não só fala, pede ou reclama, mas faz seus corres com as próprias pernas, seja duas, uma, ou nenhuma, enfim com o que tiver e puder sem medo de cara, gestos ou palavras feias, ameaças, ou as vezes coisas piores.

A saber nessa precisa ordem:

Tempo livre. Não todo tempo do mundo. Mas algum. Pode até ser um empregado ou em tempo integral. Mas ele não pode consumir nem todo seu tempo nem toda sua saúde energia ou vontade.

Dinheiro. Não muito, mas o suficiente para justamente para satisfazer suas necessidades de modo a não ter que vender o seu trabalho a interesses outros.

Muito embora espero que não seja preciso dizer que ao reduzir o gastos tentando ganhar dinheiro você aumenta a quantidade de tempo livre para poder trabalhar. E portanto mesmo com todo o dinheiro do mundo, ou já como todo tempo livre que esse pode proporcionar, você não vai saber o que fazer nem como um nem com outro se não para obtê-los tiver perdido ou não investido no desenvolvimento de outras propriedades faculdades e capacidades nesse processo como em tudo na vida. Quem vai ao Norte, se afasta do Sul e vice-versa.

E se não há nem marqueteiros nesse mercado social, é porque não o que não falta é dinheiro, falta sim mão-de-obra construindo soluções. Não as bem ou mal intencionadas. Estas não faltam, sejam as sociais ou estatais. O que faltam é as que funcionam mesmo. As inteligentes. Ou seja, sobra no mundo gente trabalhando para fazer dinheiro e cobrar impostos sobre eles, já para produzir ciência e tecnologia social incluso aquela que não precisa de cobrança compulsória para funcionar isso não existe. E nem poderia. Porque o os bens serviços e produtos sociais, estão monopolizados violentamente e prerrogativamente pelo próprio. E para quem não tem ciência nem consequentemente consciência inteligencia e racionalidade são capacidades evolutivas que se desenvolvem por obvio em oposição não só a sua negação lógica à estupidez mas em superação a suas condições limítrofes ou delimitadores tanto intestinas quanto ambientais de privação: a brutalidade e covardia das violações e violência.

De modo que a inteligencia não é inteligencia sinônimo de coragem e solidariedade e portanto antônimo da sinônimo de estupides, privações, rapinagem e covardia. Ela precisa ser faculdade aplicada das mesmas enquanto prática e não meramente um termo abstrato do contrário não passa de uma armadilha aí já não mais da mera alienação mas já da imbecilização simbólica, que ao invés de ilustrar, cretiniza. E se você dúvida faça o experimento empírico. Entregue-se em sacrifício. Tire a prova cientifica, ou prove a sua fé. Claro que para o bem maior do avanço da ciência, ou da salvação da sua alma. Tanto faz. Contribua para a seleção artificial. Como cobaia do alheio.

Tente Explicar alguma para alguém prepotente e autoritário, farsante ou não, que acha que pode te matar ou prender impunemente ou punição que ele está errado. Você verá que o direito antes de qualquer um privilégio jurídico e legal de agir com um maniaco furioso a vulnerabilidade cognitiva e hipersensibilidade simbólica não é só uma prerrogativa de ensandecidos não acima de qualquer julgamento juízo mas senhores dos juízos, ou mais precisamente da definição para todos os efeitos capitais da sua presença ou falta independente inclusive da falta de juízo e capacidade de julgamento, presença de prejulgamentos não só dos próprios julgadores, mas dos criadores e reguladores das normas e concepções não só do que é justo, mas antes do que é certo, verdadeiro, bom, e sobretudo real ou não.

Pandemias, Guerras, Tiranias, Aquecimento global mas será o fim do mundo?

Foda-se. Não obrigado. Passo. Isso é uma coisa que eu geralmente consegui para o bem ou mal fazer sozinho sem precisar que orientação, tutela, guia, publico, nem manifestações públicas. Nem muito menos mando, nem por favor, quem o faça por mim ou em mim. Mas também cada louco com a sua mania, fiquem a vontade para fazerem o que quiserem uns aos outros, não é da minha conta, nem da minha preocupação principalmente sendo um ato consensual praticado por suposto adultos, emancipados, em são estado de consciência.

Não vou censurar a liberdade de manifestação e expressão de ninguém jamais. Nem mesmo, para usar o terminologia da manifestação, a pau no cuzice e cu-burrice dos outros, desde que a o grito dos e por pau no cu e cu de burro sejam para quem pede o coito e o coitador e não para quem não ser um coitado.

Outro dia estava eu a fumar meu cachimbo da paz. O original. Tabaco. Mesmo. Quando fui interpelado por um transeunte que me perguntou como eu tinha coragem de fumar maconha em público. Mostrei a embalagem. Tabaco. O individuo se satisfez então em me escatologicamente sobre os maus que causava a minha saúde, a do mundo, a da natureza, a sociedade, ao erário, ao exemplo da criancinhas, e até de deus. Com certeza estava condenado ao inferno. Então rezei. Rezei para ele não fosse um hipócrita. Porque ver ele queimando no inferno, não compensa ter que aguentar a não o colo do capeta, mas a espalhação de roda dele. É por isso que não sei se existe ceu o inferno, mas se existir, existe certamente, muitos outros lugares, além desses, só para que chatos. Que se postos no céu, todos vão preferir ir para o inferno, e se no inferno idem, é a fuga e invasão do inferno no céu.

Sim as almas dos chatos e insuportáveis precisam de um só para eles ficarem sozinhos e não só em paz. Mas deixarem eles e também aos outros descansar em paz, principalmente quando não querem descansar, não importa se vivos, mortos, ou se morto-vivos, se da perspectiva do estado crônicos e e anacrônicos descritos pelas teorias quânticas ou práticas necrologicas mesmos.

E não não estou falando do transeunte. Ou melhor não só dele. Mas antes de tudo de mim. Porque ele sinceramente não incomodou, nem durante nem depois muito pelo contrário. Me fez primeiro divagar imaginando as bobagem que narrei acima, almas perdidas ou salvas, anjos caídos ou não, todos tentando sair do lugar o mais rápido possível não importa qual eram. Um poder e tanto esse o de perturbar, incluso pelo cansaço, ou resistência, depois de uma eternidade fazendo qualquer coisa, até mesmo falando, é capaz de se interromper ou arrebentar qualquer coisa, seja a paz ou até mesmo a guerra. Haja importunação.

Mas como disse não é algo que não funciona, se o outro não for vulnerável a ela. Ou pior até mesmo goste. Seja porque não considere tal uma perturbação ou pelo contrário até como masoquista goste de ser perturbado e importunado por algum sádico. Há gosto e maluco para tudo. O problema é que nem sempre a oferta e demanda batem. Aí quem não é pode ser tanto começar a ser seguido por sádicos quanto por masoquistas, quanto pior perseguido.

O que é um sério problema para quem é só uma pessoa que ninguém ou a grande maioria não quer por perto, o popular chato que não é necessariamente nem um sádico, masoquista, nem tão pouco um voyer que pode não gostar de se foder, nem ser fodido, mas adora ver se fodendo sozinhas seja acidentalmente ou eventualmente,ou bem fodidas e danadas de proposito de preferencia sistematicamente por mal, dando-se ou não ao trabalho de dar ou colocar desculpas num bem maior como razão para esse mal como se fosse necessário e não tara. O que por si só já é uma mania em cima de outra. Pois é não é fácil não simples. Complexos.

Então cara, como diria o “dude” Kenny Rogers o da Primeira Edição e não interprete Country, o filme como o maior número de foda-se da história, veja só que condição foda é essa que eu só apareci para dizer qual condição é essa nos encontramos agora.

E não “dude”, não sou o cara. Meu nome não é Lebowisky. É Brancaglione e dos Santos, mas para todos os efeitos só Brancaglione. Mas não o grande nem o pequeno. Não a figura, nem um figurão, não esse:

Esse não. Era politico. Minha bisavô, fez o favor de se livrar dele, já em 1900 e bolinha para criar seus filhos e afilhados sozinha trabalhando até morrer, reza a lenda com uma bela panela de água quente. Então definitivamente, esse não. Mas esse outro aqui…

…Que já não pode mais mostrar sua verdadeira face ou perfil pessoal para o publico, Não sem avisar antes. Digo o verdadeiro, que é aquele que aqui interessa para o espirito da coisa, a saber o das publicações desse perfil: o da sua personalidade, comportamento e pisque, a fotografia ou espectrometria da sua alma, ou a representação artística disto que é por definição invisível aos olhos.

Então, sim com saco na cabeça e tudo. Porque foi-se o tempo que as pessoas feias e escrotas os homens-elefantes e “farrapos humanos” da vida, também chamados pela alcunha marxiana pejorativa de lumpens podiam andar senão com a certeza de não menos segurança e privações de liberdade, ao menos com a duvida razoável de que teriam tomados o restante delas. Duvida que cada dia vai se desmanchando no ar junto com a baixas esperanças e expectativas de vida e liberdade, tanto mais quanto simplesmente estes insistem em se manifesta e expressa livremente mesmo os mais pacíficos e inofensivos dentre eles.

Principalmente quanto tais pessoas tem o infortúnio de serem vistos ou ouvidos por quem não pode sequer saber ou ouvir falar que existe ou ainda vive ou sobrevive livremente revelia da sua vontade, dependência ou autorização que dirá por então ter que suporta a presença delas diante da sua própria vista, ou ouvi-las falando o que bem quiser, tão livremente. Se o mera existencia diversa dessa gente já causa contrariedade, a insistência delas em existir ofensa agregação perante a sensibilidade e a concretude do mundo que só a eles pertencem despertam os instintos mais primitivos de correção politica, moral e estética nestas pessoas que como as crianças mimadas não suportam a adversidade e contrariedade, mas que diferente delas e cada vez mais parecidas como os imperadores e psicopatas se julgam no direito poder e até mesmos dever de satisfazer esses instintos e manias, como correção moral e legal do próximo e para seu próprio bem, é claro.

Porque eles não são crianças mimadas, psicopatas nem estatopatas, nem adultos ensandecidos com mentalidade destes a se comportar doentiamente como tal. São os outros que insistem em ferir seus sentimentos insistindo em ser como são aos seus olhos e e ouvidos como eles são, e não como eles querem que eles devam ser. Como diria o Rei de Espanha, e o caudilho de Venezuela, mas poderia ser de qualquer CEP, e nem precisava ser rei. Porque não te calas? Para bom entendedor meia palavra basta. Porque não isso não é uma pergunta, é um aviso, para não dizer uma ameaça.

Mas nem todos os homens-elefantes ou lumpens podem ou querem andar sem ser atacados por estarem a descoberto. Assim como há os ativistas libertários de todos os espectros politico, também há os lumpem-ativistas do próprio espectro cosmopolitico, ou da cosmopoliticidade em si. Os vagabundos, que como os ronins, não fogem do degredo não só materialista e transcedental, mas abraçam a ambas como a sua causa e razão existencial neste vida e para além, não porque é o seu destino, mas porque aprenderam como os homens ondas que são a fazer o seu próprio destino usando o que ele dá como matéria prima partindo da único potencia elementar imprescindível a toda força motriz ou volitiva do universo e organismo: a liberdade que gera a vontade e sua forças elementares que formam, transformam e movem as volições, evoluções e revoluções do mundo, a partir dessa simples alavanca, a essencial e por sinal a unica verdadeira: a liberdade como potencia, a vontade como força, e cosmospolitismo como a vaga ou onda da sua pessoa humana sem eira nem beira nem um porto seguro para reclinar a cabeça. Ronins o lumpem-ativismo libertário das ciências sociais e humanas da Consciência. Pessoas que só querem viver e deixar os outros viver livres e em paz, e enfim descansar em paz naturalmente, mas nem isso. Foram condenados a penar sem ter cometido crime algum, salvo o ter nascido no lugar errado, na hora errada, sem razão, nem sentido isto é, aos olhos das pessoas que assim consideram tal concepção arbitrariamente um erro, sem razão, nem sentido existencial.

Não eu. Mas respeito a sensibilidade e até mesmo a hipersensibilidade e intolerância alheia ao que lhe é insuportável insustentável principalmente quanto não tem nenhuma obrigação de sustentar nem suportar e de quebra não só boa vontade mas nenhuma capacidade de tolerar não importa que não seja uma maldade. Pouco importa de quem seja a falta. Se minha de estética, ou do outro de tolerância e respeito a minha feiura. Ou pelo contrário, de respeito da minha parte a sensibilidade infantil ou já despótica no adulto para tudo que não está mascarado por mitos e fantasias que preservem seu imaginário da vida como ela, ou mais precisamente como ela não deveria ser, mas assim é de fato feita, ao contrário dos contos de fadas e fodas.

E como todo adulto minimamente sensato não conto nem para crianças pequenas, nem crescidas, nem já velhas porém não amadurecidas para não estragar sua infância e sonhos infantis, o que não querem ouvir, não conto nem mostro. Mas também não me entrego a inquisições, censuras, correções, penitencias não as impostas por superegos, e metidos a ubermatchs, corregedorias, a fabricar cadeias e arcabouços fora ou já como vírus dentro da minha própria cabeça como encadeamentos de pensamentos alienados, que mais parecem juizos e julgamentos que mais parecem peças ou pregações cheias de orações e sentenças alheias do afirmações e objeções de consciência da manifestação e expressão da sã espontânea e voluntária e consciente da proprioconcepção dessa singular pessoa sem ser cortada e amputada por essas tesouras epistemológicas dos urubus maquiavélicos que pousam na sorte de todos que podem não nascer augustos mas nascem anjos.

Aliás nada contra Maquiavel, o original, nos seus primeiros dizeres e intenções. Mas sim as miseráveis visões e interpretações e claro usos de segunda e terceiro dizeres, opiniões e intenções e interesses tão superficiais e a ler tão superficialmente essa arte da ciência da paz quanto os próprios Príncipes, que por sinal não eram, os verdadeiro publico alvo, mas sim o alvo do subtexto da obra. Porque o verdadeiro conselho de Estado não jamais dá jamais de publico com a presença da plebe, salvo como traição e embaraço ou revelação das razões do Estado para a Sociedade ou o Povo justamente para a formação e associação desta com a devida ciência da natureza da mentalidade dos seus governos e governantes, assim como portanto da sua própria sorte, fortuna, virtude e destino incluso para o seu azar e o deles, não raro atados pela estupidez ou falta da luz da razão em ambos.

Aí que você já vê. Porque eu que não só já havia precocemente sido e me aposentado sem aposentadoria, voltei apareci como aparição do mundo dos mortos, evidentemente dos ainda vivos, só para ver qual é essa condição do meu estado unicorniano, ou melhor de gato preto socheridianbo que para todos os efeitos científicos e jurisprudencias nunca existiu plenamente, neste mundo feito a imagem e semelhança de campo de concentração do labor e laboratório das experiencias nazi-fascistas antes dos nazis-fascistoies racionalizar seu nazi-fascismo ou depois aprender, acobertar-lo e tercerizá-lo e no novamente reemba-lo estatoplanificando e terraplanando na obscuridade das sombras de novas tecnologias ou ainda mais velhas e ancientes ideologias.

Confucio, Sun Tzu, Maquiavel, e o próprio Ronin das duas mestres das artes da guerra nas letras e ideias, as seminais e portanto da paz. Eram sábios a sonhar que eram borboleta ou borboletas a sonhar que eram mestres? Ou mais precisamente, eram intermediários dos interesses a servir o povo, fingindo servir governantes, ou intermediários dos interesses do povo fingindo servir os governos? Me diga quem por quem você fala, e atua se é pela voz e o bem do povo ou de dos governantes e digo quem é o teu senhor, ou mesmo deus, ateu ou não, escravo, liberto, ou barão, se é o da concórdia ou a discórdia entre os povos. Se é a da liberdade do cosmo politico e das cosmopoliticidades de todas pessoas humanas e cidadão, ou se é dos patriotas fabricantes de apátridas encarcerados nos campos de concentração dos seus territórios, ou do degredo das terras bombardeadas e pilhadas incluso e tomadas antes de tudo pelo terrorismo incluso o epistemológico e alucinógeno para além delas.

Também dizem que há pessoas que são feias mas lindas por fora. Eu nem por fora, nem por dentro. E o pior ou melhor é que essa cara não foi costurada por ninguém é a minha mesmo. Mas não se assustem isso não quer dizer que eu um monstro. Não vim para tacar o terror em ninguém nem disseminar discursos escatologicos nem difundir ainda mais antropofagia ao desveriço e interesse dos senhores da discórdia e da guerra e pilhagem, mas pode chamar de necrocapitalistas. A feiura ou a maldade estejam nos olhos de quem as vê. Podem estar tanto neles, quanto no corpo, na alma. Todas as combinações são possíveis, e não vem casadas. E por isso mesmo não podem ser pressupostas nem desprezadas ou ignoradas, mas devem ser consideradas e investigadas e respeitadas como bem ou mal em todas as suas possibilidades.

Então sim de acordo com os padrões de beleza não tenho a menor dúvida que nem a casca nem minha alma é bela. Mas repito, não vou expor minhas amputações e deformações nem para assustar, apenas são cicatrizes da qual de guerra pela paz e liberdade. As quais ganhei asseguro, não foi atirando nas costas ou na cara de inimigos. Mas no cumprimento da missão que chamei e assumi voluntariamente como minha responsabilidade, em conformidade como a ordem que nenhum libertário pode fugir, não sem renunciar a sua própria liberdade, soberania e autodeterminação universal que por definição não é autoritária, conscritora, totalitária, mas a solidária gregária e regida pelo principio fundamental da consensualidade, é e precisa ser por definição o imperativo da manifestação, afirmação, e objeção da consciência.

Não que você seja obrigado a ter alguém mandando ou comandando você, você pode perfeitamente gerar instanteamente e espontaneamente cada uma das suas decisões, mas não se engane, não é porque você não é consciente da suas causas geradoras que você é livre, nem muito menos que elas são autodeterminadas, muito pelo contrário, você apenas abdicou tanto da ciencia da liberdade, quanto o seu exercicio racional e empirico, a consciencia de seque saber autodeterminar quem é de fato soberano ou o fator determinantes seja ente ou fenomeno das suas vontade e ações é você e sua força outro a força de outro ser, coisa, circusntância ou eventos que dirá conquistar de direito e de fato o que de fato e direito lógico e jusnatural lhe pertencem, a sua liberdade e como estados de sã consciência e não insanidade, fantasia, ilusão, ignorancia ou inconsciência.

Logo não foi, perdendo o tempo, derrubando passando rasteiras ou golpes rasteiros, incluso o da imposição de fardos que eles não podem carregar, mas fazendo o que a maioria das pessoas que carregam o mundo nas costas fazem silenciosa até morrem. O da falta dessas liberdades fundamentais. Carregando o meu, o do próximo, incluso desconhecidos, lumpem ou não. Até mesmo porque nunca deixei de ser completamente um fardo, um lumpem, para quem assim também me quer bem, e não mal, toda vez que eu tombo, e não são poucas e cada vez mais e maiores os tombos, quando viro só um farrapo humano.

Lumpem proletário eis um xingamento que não ouço, a algum tempo, desde que apresentei o projeto de renda básica para revolucionários de faculdade e bares nos arredores. Hoje na boca do duble de aiatola do nazicristianismo tupiniquim brasileiro, que abracei faz tempo em tese e prática como causa e defesa social.

Mas para não perder o hábito e para não dizer que só falo mal das iniciativas religiosas, de primeiro dizeres e intenções, e não das segundas e terceiras intenções ainda que antropofagia e necrocapitalização dos mesmos, é como disse não o padre, mas o menino.

Inspirou até canção dos anos que nunca acabam, não para quem não quer.

Dizem que esse música do Hollies foi inspirada no guerra do Vietnã, outro na bombardeio do Nazagaki. Poderia. Não foi, a bem da verdade. Foi inspirada em outra iniciativa, que terminou em comercial de cerveja, e claro em Rambo. Porque o meu irmão é esse aqui, o americano e não você amarelo, foda-se, ou melhor, deixa que eu te explodo. Básico. É a lei do velho oeste. Ou se preferir, a da selva, ou melhor ainda a título de referencias mais concretas, quem não é predador mas presa, principalmente as inofensivas, sem defesas e presas, é a lei do Rei Leão, onde os Salomões Linda e suas obra e prole é devorada até o osso e medula, porque apropriação cultural, é coisa de branco para branco, entre diferentes tribos e territórios o negocio é expropriação descarada mesmo é faca na caveira, incluso a pseudo-sociocivilizatória a judicial, que em si já não deixa de ser uma apropriação e expropriação e perversão anti-social da própria justiça social, leia-se contratos social para a finalidade oposta da sua criação servir não o povo e sua realidade, mas garantir os privilégios reais e legais dos governantes, para que eles sejam sempre legais, ainda que ilegítimos ou mesmo criminosos e não só contra a sociedade mas toda a humanidade em produção em série ou já em massa, conforme a demanda do chefes e claro proprietários desse negócio que compete pelo monopolio justerritorial das terras e gentes, ou simplesmente estatal. Esse sim o maior negócio ou espetáculo da Terra. O resto é uma vez extraído o capital é resto. ou como Hobbes já sabia e dizia apenas tentáculos, esteja os cérebros desse dinossauro na cabeça ou nos braços dessa que é a maior máquina, ou corpo artificial já criada pelo homem e que se move não por acaso não só de homens como engrenagens mas da queima e combustão de outros homens, tanto dos seus corpos quanto da anima. Porque esse é a verdadeira física e economia que não ensinam.

A potencia que verdadeiramente move não só as máquinas, mas os entes e fenômenos tanto os artificias quanto os naturais. A anima. Sem essa potencia para produzir a força motriz nada se move. Essa é o segredo da produção produção não só de riqueza, e portanto lógicamente da pobreza das Nações, o segredo da vida e portanto da morte, seus acréscimos e decréscimos de esperanças e expectativas de vida e morte, em determinado espaço e tempo conforme os movimentos de cada atamo partícula, particulares e suas relações que formam esse campo e espaço já como um outro corpo ou organismo incluso social, privado ou estatal, em todos os planos e esferas do universo não só o natural, mas o político, economico e cultural. A anima.

Sim a ciencia do espiritos, mas não do negócio, ou do ócio mas dos seres e fenômenos, das coisas e suas ideias, e não como charlatince, mas como ciencias humanas. Ciência da semiotica da epistemologia tanto da geração fenômenos quanto da produção e reprodução do própria ciencia e consciencia dos mesmos como conhecimento. Sem essa ciência e consciência não só as ciências humanas são tão charlatas quanto a próprias parapsicologias ou metafisicas quanto as demais ciências embora não sejam meras filosobol, são tão vulneráveis e carentes dessa alma matter cientifica quanto a próprias humanidades enquanto ciência e a humanidade enquanto a própria essência ou episteme de toda autogeração dessas volição evolutiva e revolutiva.

E eis que voltamos a Maquiavel. Porque não forma filósofos da natureza nem dos astros, não foi a revolução de Copernico que fundou a Ciência através da Física. As primeiras obras da luzes, foram artísticas, literais e sobretudo politicas. A ciência renasceu no Ocidente porque no Oriente muçulmano não deixou de continuar a progredir e se revolucionar, antes de tudo como ciência politica, e antes de ser até mesmo se ciência física ou matemática. E não poderia ser diferente. Não existe nenhuma possibilidade de conceber o cosmospoliticidade do Universo, sem antes libertar a polis do proprio cosmo e o logos da mente com a luz da razão, que não é mera formação ou informação racional, mas a metaformação da própria liberdade cosmopolítica e cosmpolitizadora.

A cosmo da consciencia da produção politica do conhecimento precisa nascer como ciencia antes da propria produção do conhecimento. E quando falamos em produção, não estamos falando mais em politica, mas também em economia.

O método cientifico do ponto de vista da ciência da consciência é método e processo de produção de conhecimento, e como capital, tanto material quanto imaterial, patrimônio não só formativo e informativo, mas sobretudo metaformador e metainformador, da transformação tanto da materialidade quanto da metamaterialidade, ou seja do próprio processo e metodos e meios de produção e reprodução do conhecimento, científicos ou não, quanto dos fenomenos a eles correspondentes sejam eles naturais ou já engedrados por tais artificios, ou seja artificiais, como tecnicas, ou tecnologias e devirvas dessa ciencia e tecnologia que antes de serem o produto do calculo engenharia e arquitetura sobre materiais inanimadas ou projetadas ou concebidas abstratamente como tais é a arte e ciencia e tecnologia conceitual sobre a visão, realização seminal e conceptual.

Desprovida da busca dessa verdade, as ciencias humanas decaem em paradoxos e paradoxias, viram filosobol, tribunal, promotoria e defensoria dos seus respectios adogados do diabo. Campo de embate e debates de ideologos e ideologias, desprovidos portanto do fator determinante absolutamente necessário para constituição de um verdadeiro universo ou campo do conhecimento, sua verdade ou episteme. O que de fato é bastante oportuno, porque alienada dela as ciências não são ciências e cientistas não são os proprietarios intelecutais do seu propria ciencia e consciencia, mas os servos-alienados ou como todos os demais os empregados de quem de fato banca material e metamerialmente a produção do conheciemento.

Porque não adianta criar a fantasia da bolha epistemologica de ética formal constituida por normas. A produção imagética, abstrata e conceitual não substitui o real e fenomenal. E o real é que produção do conhecimento não se faz sem a potencia da liberdade, nem a força motriz da vontade, e quem domina politica, e economica os meios de produção incluso como informação e metaformação para além das matérias ou campos de estudo e produção da própria ciencia domina sua produção seminal, olhe ou não pelas lentes da semiótica o alienado, liberte-se ou não da da sua condição servil, ao senão a material ao menos portanto a epistemológica ou transcendental. Não só um bom principio, mas absolutamente necessário onde há ou sempre continuo havendo trevas. Ou quando elas avançam não mais veladas pelas sombras da da ignorancia do não sei, não quero saber e tenho raiva de quem sabe, mas já marchando apologia declarada a sua idiocracia e servo-idiotia quanto a natureza da liber do cosmos da polis, cidadania e sobretudo sua própria sentido essência e função, razão e sentido existencial próprio e relacional, como pessoa natural, humana e social, tanto física quanto metafísica.

Então há não só física ou materialidade nesse processos criminosos de transformação de gentes em coisas, mas toda uma metaprocessamento e metamaterialidade na queima dos corpos, animas e pisques das humanas como fúsiveis de um circuito alucinado e combustiveis de maquinas holocausticas e estatopaticas necrocapitalizadoras.

Um metodo e processso de metaproduçao que tem seu livro caixa ou contabil dos mortos, com seus creditos e debitos, correspondentes tanto a cultura de combustão da vida das pessoas mortas para produzir e reproduzir os patrimonios alheios genéticos, mémeticos ou materiais dos seus parasitas e predadores, a culturação que alguem capitalize em cima de um cadaver, mas pelo literal processo de esgoto e esgotamento de todo organismo e ambiente do hospedeiro alienado.

Um processo no qual não só é sugado todo o seus bens, propriedades e faculdades incluso como códigos, mas alterados o seu código para trabalhar em função do alheio, não para hospedar e reproduzir o outro a sua imagem e semelhança, para ser o hospedeiro replicante da projeção da sua continuidade. Mas pelo contrário, justamente para ser o boi de piranha, ou o cordeiro de sacrificio. Um processo no qual é imputado ou transferido todos os males, vicios, e lixo material e mateirial, semeado ou plantado ou mesmo cultivado nao para ser colhido mas para ser queimado como expurgo, expiação ou queima de arquivo, falso ou para fins representativo e espetaculares ou mesmo já reais do outro.

Por isso aqueles que copiam simulando ou emulando a metafora da holocausto judeu, para a condição do holocausto latinoamericano, devem respeitar e observar nem preciso dizer as obvias diferenças, outras, quanto olham por exemplo para cosplays tupiniquins, ou mesmo reedições autalizados de cosplays antigos. Há que se entender a anacronia do tempo, espaço, e que sobretudo a natureza irreplicavel da verdade dos movimentos que não está na sua observação que é sempre uma questão de perpectriva, mas da potencia que é sempre determinada e deduzida pela observancia das forças difusas de vontades que geram o campo e os atomos e suas relações incluso das personas e personalidades em qualquer tempo e espaço projetem corretamente este como um plano ou esfera.

Ou em outras palavras não confundam a banda dos fuzileiros, com a bunda do funileiro. Henri Cristo não é Jesus Cristo assim como o carniceiro não é o navio de perseu. O clone não é a pessoa. O cover não é a banda. E nem o memorial ou a comemoração do evento revolucionário e reedição da revolução. Em geral muito pelo contrário. Seres e eventos não se replicam nem multiplicam salvo como farsa histórica que se repete ou a própria história enquanto farsa reiterada. A história é dado, e dados são e precisam ser falseáveis para poderem ser validados, e portanto podem ser ou não falsos ou verdadeiros. Tudo fora do seu tempo e lugar e movimento principio meio e finalidade, tudo e todas retirados da sua historidade já não são o mesmo ser nem mais a mesma obra, mas outra com outra potencia, razão, sentido função existencia, com ou sem arte, ciência, ou consciência seja lá qual seja a sua natureza ou principio fundamental ou finalidade universal. Se ainda libertário, cosmopolítico e social ou já o oposto e a completa nulidade não do original é claro, porque uma força anula outra, mas não a potencia geradora, por definição incluso da próprias força anu

A historicidade, a tragetória de vida, está tenha registro ou observacional ou fenomenal, é fenomeno não da história da natureza física do observador mas da história da natureza do fenônemeno. Inalienável. O her doctor pode não saber, que fim deu ao gato, se ele está vivo ou não. Mas o gato o sabe, porque sua consciência portanto ciencia são e devem ser outra, se não quiser virar cobaia do her doctor. Logo nazifascista tupiniquim travestido de signos nazifascistas gringos não é o verdadeiro nazifascista nativo, mas o otário que se achando muito esperto, se fez e foi feito de palhaço, tanto pelos verdadeiros nazis gringos quanto nativos associados. Que rigorosamente não são propriamente nazis, mas judenrats, porque no final das contas não importa a visão que tenham de si do seu lugar, ou o privilégio relativo que desfrutem, aos olhos daqueles que de fato dentro dessa perspectiva que narrativa e metáfora fora não é só uma ideologia, mas uma loucura posta em movimento, não terão outro fim que senão os desiguais que são em verdade seus iguais. Todos são. Mas estamos falando tanto das condições da matéria e imaterialidade quanto dos métodos e processos pelas quais as coisas e as pessoas são tratadas para serem sistemática, massivamente e artificialmente desfeitas e não da natureza da qual são feitas nem se fazem a si nem suas relações pessoas e sociais.

De tal modo que para que cada blackface a um whiteface voluntario ou conscrito em algum lugar. Para cada rosto ou voz falso ou verdadeiro de uma supremacista ou pelo contrária de uma verdadeira ou falsa vitima impotencia da prepotência ou superpotência, covarde in loco ou distante, há seu spin correspondente girando em outro lugar não exatamente sincronicamente, nem nexo simples, mas em geral composto e complexo. Mas há. Para cada pele e identidade arrancada do rosto por um pisco há costurada na cara da vítima umas se achando lindas e plastificadas outras sabendo que são um franskteins, tanto no plano da material para o outro ver, quanto imaterial que só ela e quem tem os olhos e a sensibilidade para a espectrometria para fazer o espelhamento e a reflexão tanto do invisível quanto do inviabilizado consegue ver.

E portanto se digo imaterial, não se engane nem se deixe enganar pelo obstusitade do materialismo, ou fantasias do ideologismos e idealismos desprovidos do senso e razão metafisica, principalmente quando as ciências ditas hard, ou concretas, embora ainda não entendam exatamente como já sabem que a natureza tanto da metamaterialidade é tão real e fenomenal quanto a própria lógica das metaforma e metainformações que formam a realidade da materialidade e sua percepção digo a ordinária e não a extraordinária, porque assim como os fenômenos micro e macros dependem outros formas sensores e espectroscopias que simulam e emulam não só a natureza empírica ou psicográfica ou cientifica da percepção ou visão, mas conscientes ou não dista da semiotica da episteme da paralaxe dos 3 fenômenos integrados: a formação, a informação e sua forma como tríade de uma relação que forma a fusão atômica ou átomo de um campo cosmológico da matéria, ou universo físico e do saber, que se mais uma vez, é nada menos que um universo novo inteiro de conhecimento e seus respectivos que se abre quando não literalmente se cria.

Felizmente não precisamos criar nenhuma singularidade, até porque o que não falta é o potencia e o potencial de universo inteiros feito de singularidades, incluso em nós mesmos, já somos cada um de nós é dotados potencia geradora e força criadora ou se preferir motriz criativa e volitiva para efetuar essa formações, e transformações tanto como meta quanto como realização, seja no estudo, labor dos métodos e processos da autogeração da matéria ou seu código ontogenético, sua gênese criadora como moto perpétuo a metamaterialidade, mas pode chamar pelos termos mais humanos ou antropoformizados de Liberdade como Potencia, Vontade como força, e Humanidade como logos desse cosmos polis e cidade que é chão e céu da volição, evolução e revoluções das relações e funções existências e não só como sentido de ser libertário mas razão de ser solidária-gregária ou simplesmente social.

Tinha aposentado minha chuteiras. Estava de boa cuidando da minha família e outros afazeres, e de quebra na medida do possível e das minhas possibilidades aproveitando o mundo, enquanto não ele acabava de vez, nem ele ou eu, o que viesse primeiro.

Estava portanto apesar de tudo e todos na minha, tranquilo. E ainda estou. Mas não dá. Já entendi, descansar em paz, nem morto, quanto mais vivo. Sem problemas.

Se o céu não for um Valhala, se não for um luta por liberdade, quero ir para o inferno. Porque se a vida não for isto, não for uma eterna batalha pela paz e liberdade, se não for a luta sem fim por liberdade para descansar em paz e um descanso em paz para voltar a lutar pela liberdade, não é vida, nem morte, nem nessa nem na outra. É quase (per) fazer tudo, então não é será nada.

Morte em vida, e mortos vivos não são meu negócio, ócio, nem passatempo. Nem morto. Escolho a vida. Em vida, em morte e além. Logo, Liberdade.

Não nasci rico, mas também não nasci favelado, mas troquei de lado da muro dos guetos. Não é assim que funciona, fora da bolha. Cada gueto é uma tribo e errou de tribo já era, principano sendo de tribo inimiga já era. E caso não saiba a nossa tribo a dos cara-palidas. Bandidos, policiais, e nativos e todos que vivem e trabalham nas fronteiras e limites da frágil quarta parede segurança social que por sinal está quebrando sabem disso, então não conta para o neurótico senão eles surtam de vez.

Cada quebrada é uma pequena faixa de gaza, um pequeno gueto de Varsóvia, um pequena pogrom soviético lento, uma feitoria colonial, ou fabrica chinesa. Esse todos somos iguais, mas existem dois tipos de pessoas divididas ou apartadas pelos invisíveis ou nem tantos das divisão do trabalho que salva. Salva quem está do lado de fora, não os de dentro desses campos. Então, não tolo de quem acha sororidade substitui solidariedade que irmana aqueles que compartilham de uma mesma sina ou fardo. Palavras são vazias. É o gesto e não o eventual, mas o cotidiana que cria a irmandade. Não a ideologia.

A ideologia é a fabrica de loucura e malucos. Gente viciada em felicidade. Frustrada pela falta amor excesso de mimo. Não tem jeito, gente dependente, criada em um ambiente onde tudo é transferido, reclamado, demandado. Morre sem empregados e escravos. Se julgam cavaleiros, mas não passam de carrapatos nos cavalos. Criados para mandar e intermediar. Não podem viver em paz nem deixar ninguém vivendo em paz, porque se forem deixados sozinhos morrem como o são bebês mal formados emocional, psicologica. O homem é o maior prova disso. A mulher pede emancipação. Eles reagem como o são verdadeiros parasitas. É o que somos. Não sou feministas quem me conhece sabe bem. Mas não nego fatos e evidencias. A reação, geral e em particular, é tão óbvia e tão proporcional aos regimes onde as mulheres desfrutam de menos liberdades que mais claro que isso só, se colocando por escrito na lei. Há lugares. Mas penduras mulheres e crianças nos escudos e bandeiras, sejam seus ditos cavaleiros homens ou mulheres, não é cavalaria, é cavalgada seja das valquirias, como os inquisidores e a inquisição senão por trás, em cima, pronta para necrocapitalizar a conquista.

Tenho uma filha mulher. Vou dizer o que para ela? O mesmo que digo para meu filho. Nâo peça piedade. Porque quem pede piedade é esmagado. Não demostre suas fraquezas a menos que você queira ser justamente atacado nesse flanco, porque o será.

Quem vive a realidade da sobrivencia não pode se dar ao luxo, de acreditar em ilusões e viver de alucionações. Porque ilusões e alucinações, as drogas nesse mundo não aliviam o peso do tédio, como passatempo. para matar depois com o tempo. Elas matam rápido como tudo. Como cada passo em falso. É selva.

Porque quem não entende que o cópia não nem para o bem nem para o mal o original de qualquer coisa. É só o Enri Cristo do Cristo, assim com tupiniquim é o cover do e o gringo do nativo, e vice-versa. Não sabe que não é a história se repete como farsa, mas a farsa que se história que se repete como história. Não conhece, e se conhece, não entendeu, que o Carniceiro nunca será o Navio de Teseu. Ele não não é feito das suas peças nem do projeto mas da sua ou jornada, a sua verdadeira história, a fenomenal. Não entendeu nada. O que é a liberdade, a consciência, e a diferença entre a vida e a morte, nem estando um nem outro.

A internet é uma mercado de trafico de drogas, escondido por trás dos de saberes, essa é a grande sacada das redes anti-sociais, desda das que são bocas de fumo paraestatais ou privatizadas da disseminação da traficantes de endorfinas, dopaminas, de “tesão de vaca”, “viagras”, plastificações para múmias, e compensações para inseguranças, carestias, carências e frustrações, é um grande rota feita de códigos e algorítimos, que usam das vulnerabilidades artificialmente no mundo real, para vender soluções virtuais, seu ciberopio, imagético na redes, contrabandeado como informação, passatempo e entretenimento, ou já como pura desinformação, violação, violência simbólica do lado de cá da bolha, as vezes, real do lado de lá, onde é produzida ou falsamente interpretada como falsa representação. Porque assim como existem as falsas representações das falsas alegações, também existem, as falsificações da atuações que nada tem de interpretação como se fossem atuação para efeito de falsas alegações de venda e trafico de fantasia como realidade para efeito de satisfação de toda especie de taras parafilias necrofilas e escatofilas com finalidade pecuniária, e todos as satisfação de taras necropecuniarias e escatolocupletárias disfarçadas de parafilias. Não é mole, não é hardcore, Mas não deep web. Está hoje na nossa cara. O problema é que não aparece. É como os cadastros de qualquer banco de dados, marqueteiros ou bancários propriamente dito dos passado, quando você entrega seus dados inocentemente, ele não cai sem seu consentimento nas mãos só dos porões mais profundo do governos trancados a sete chaves protegidos pelo tal segredos de Estado dos olhos de todos salvo das taras dos buro e tecnocratas e claro os landlords e quem banca o banco, ou o banco que banca a pilhagem imposta estato ou privativa dos dados. Não, ele também cai nas mãos por definição de quem quer que banca ou ilegalmente se aproprie deles, com ou sem a facilitação ou dita corrupção, de mafias que inclusive, sem nem sequer passar por dentro da maquina estatal, mas ao largo na via paralelo do mesmo complexo de trafico. Pode parar, no Oriente, na Europa, Em Vegas. Podem parar em Las Vegas e Califórnia, pode parar na Calábria e Roma, Suiça, Londres, ou nas rotas da Seda, assim como gente, ou orgãos, ou como o erário de patrimônio públicos. A diferença é que geralmente, gente e órgão, uma vez desaparecidos, as pessoas dão pela falta, embora continuem invisíveis para o resto que tem os seus próximos e junto as demais logo não sentem nada. O reste como tudo que é mediado pelo simbólico, espetacular e seus atores representares se inventa e falsifica e ainda por cima vende-se como felicidade e até mesmo esperança morbida, apocaliptica. Escatologia e perversão pura. Compulsão de morte das pulsões vital, mas vende-se. Ou simplesmente foda-se, mas lembre-se nada é de graça, não no mundo articio-virtual, especialmente a anima e a vida Pague-se e caro.

A quem portanto defenda implodir tudo, com as liberdades, juntos. Cuidado. Se já também não é pulsão de morte, é totalitária. Porque alguém ou a pessoa que praticará esse grande holocausto dos monstros, terá que se explodir junto, ou ficará para contar a história. E então sempre faltará ao menos monstro tarado pela compulsão para ditar compulsoriamente a ditadura do que deve ou não deve ser feito. De tal modo que é impossível combater essa monstruosidade no plano simbólico como discursos, só com não passam de ópio, ou com as práticas que atuam com o mesmo principio que gera a violência, a violação das liberdades. Porque em essência não importa o que seja a miragem ela como droga, trabalha da mesma forma é vicio, e vicia, e é manipulada para estimular e explorada tal vulnerabilidade. Da pulsão a se tornam compulsão quando presas em cadeias e arcabouços de privações sejam das carestias matérias ou carências emocionais que por sinal se retroalimentam, até mesmo onde não há a miséria economia nem a alienação social nem parental aparente.

Redes de exploração de explodem não como normas ou bombas principalmente as epistemológicas, mas provisões de recursos e condições vitais. Já as vulnerabilidades psíquicas emocionais e sobretudo as intelectuais e acimas de tudo as seminais e epistemológicas estas sim, só se restauram como defesa imunológica dos organismo e não ambientalmente enquanto sanidade liberdade e libertação, emancipação e empoderamento das ciências e consciências, os saberes sem senhores, nem escravos, sem intermediários, nem intermediários, falsos, portanto, porque não tem morada na cabeça da pessoa enquanto vontade própria, mas como programação ou vírus do parasita, não raro um predador que o usa como objeto de uso, troca, meio de produção, produto, reprodução, replicante e portador do seu código genético, mémetico ou patrimonial ou simplesmente força motriz enquanto alma matter alienada, sugada e descartada até a morte, ou matéria-prima para combustão da sua máquina quando considera sem função exitencial ou simplemente como recurso ou capital, seja no capitalismo ou socialismo, todos necrosistemas se estatizados e privatizados a revelia do atomo do universo a pessoa humana, e animal dotada de anima que não pode ser privada da sua liberdade natural mas respeitada em seu tempo e espaço e campos livres e naturais de acordo como suas necessidades ambientais e vitais. O resto é tara por domínio justerritorial sobre seres e naturezas que não pertencem a vontade da pessoa para governar, julgar nem ditar. Não é pulsão de vida e liberdade é de morte e poder. Que mesmo quando pensa estar cheia de boas intenções, só engendra o oposto, que os digam os socialistas e minarquistas autoritários se tiverem consciência autocritica.

Então não queria mas pelo jeito ainda vou incomodar ainda por algum tempo. E não só com a ausência. Como o Roberto Carlos só que sem a majestade e sem apoiar o império que contra-ataca. Porque Sinto muito. É a Esquerda, meu amigo. Digo a verdadeira, a libertária. E ela por definição é como a liberdade, criatividade e o amor. Tudo corre, persegue e se movem em torno dela, incluso o ódio. É como o garrincha. Todo mundo sabe para onde ele vai cortar e mesmo assim quando viu, já passou… mas fica.

Pois, é. Canhoteiros.

Sinto muito. Não é para quem quer. É para quem pode. Pernas tornas. Ou a falta de uma ou ambas ou de senso ou autocensura para fazer piadas de gosto, alheio, é claro, duvidoso, porém não tão duvidoso quanto a natureza do atual (aliás qual?) governo que já ninguém em sã consciência, salvo por faltas ou limitrofia de uma faculdade ou outra, ou claro em a defesa da causa própria, tem motivo para defender ou fazer apologia.

Apologia portanto que já não é mais elogio performático da loucura ou imbecilidade, ou suas exploração para finalidades estratégica geopolítica domestica duvidosa, mas a apologia reafirmava da própria idiotia do estado crítico de insanidade da sua idiocracia como estagio terminal de uma cultural de subdesenvolvimento, aculturação e autosabotagem da inconscienciosa coletiva de uma nação que da letargia agora segue em direção a convulsão, desse já pouco crível e frágil corrompido e falido social democrático. Porque o institucional, enquanto aparelho republicano e democracia sejamos sinceros já tinha sido quebrado e falido antes. Inês é morta faz tempo, eles apenas fingem e maquiam para continuar arrecadando, enquanto não inventam uma novo esquema para sustentar o… Estado.

Agora, com Foda-se, é foda. Eu juro que eu pensei que a patrulhamento ideológico esquizofrênico da esquerda é o ponto mais baixo da curva cognitva que a psique coletiva de um militante alienado poderia atingir. Não é. A direita como cópia da cópia se superou. Como um pais tão rico não sai do lugar. Tocqueville explica assim. Gritando foda-se.

A força que nasce não daquilo que os outros tem. como privilégios ou normalidade. Mas das privações de tudo aquilo de aquilo que tanto lhe faz falta. A força que nasce para ocupar o vazio de todas as coisas, a vontade de viver, mas pode chamar de amor pela vida, quando maior do que do que a mera sobrevivência ainda que só por breves e bregas…

Detalhes…

Então vamos lá.

Do elogio sério a loucura a apologia a idiotia. Como uma pais rico se autosabota e destroi mal da insanidade alienada a apologia da idiotia e idiocracia como ápice do estado de demência de um estado de subdesenvolvimento, aculturação e autosabotagem da inconscienciosa coletiva de uma nação

Dizem que cada um tem o governo que merece. Se merece então há que ser o melhor. Uns dizem que é o melhor é nenhum. Outros que isso é impossível. Então dos males o menor necessário. Que seja, então, um só e o menor governo possível. Outros, ao contrário dizem que governos, não são um mal, mas um bem, e deve ser tão grande quanto tiver que o ser, para todos e também porém também o único. Outros defendem governo para todos, mas tantos quantos quantos forem necessários, separados cada para povo em seu território uns livres para se emancipar, outros não. Por fim, há também, aqueles (bem poucos, é verdade) que defendem que existam tantos governos quantos as pessoas acreditarem necessário, todos em paz dentro dos mesmos territórios sem precisar separar ninguém de ninguém, nem obrigar ninguém a aderir a nenhum, todos convivendo em paz.

Este ultimo chama-se panarquia, e parece até uma utopia. Nunca pessoas foram capazes de viver assim. Mas é exatamente o que pasmem justamente as igrejas fazem, algumas, se ou quando não pregam o totalitarismo, fanatismo, em tempos de paz entre as fés. E não foi em poucos lugares nem por pouco período de tempo.

A política a religião e as sociedades ainda tem muito a aprender algo com o que elas foram capazes de fazer. Aprender com essas sabedoria aplicada ainda que efêmera das pessoas praticantes dessas religiões, durante esses momentos históricos em que diferentes credos e fés desenvolveram essa capacidade ecumênica revolucionaria de conviver uma com as outras dentro de um mesmo espaço territorial sem decair nem recorrer a nenhuma forma violência ou a subvenção dos seus monopólios, não para conviver em paz uma com as outras e resolver seus conflitos e tomar suas decisões sobre interesses comuns. Aliás não só para resolver conflitos, mas para praticar a solidariedade mas a cooperação e ajuda mútua e universal não só entre crentes e nacionais, mas entre estrangeiros e ateus de todos os credos.

Ninguém merece se o pior nem a pior do mundo. Continuo acreditar que todos podem, tem a capacidade e merecem o melhor. Incluso o governo do mundo. “Foda-se?” Não. Jamais, nem ao melhor amigo nem ao pior inimigo. Governe-se. Sempre. Porque aquele que não se governa é pede para ser governado. Agora quem pede, aliás pede não, manda com o grito das ruas, os outros se foderem, não pede, demanda exatamente um tipo de governo que dite , e em ditos bem duros, exatamente os termos pelo qual bradam sem imperativamente, para deixar bem claro, que a relação é opcional nem consensual, mas imposta.

Só há um problema lógico nesse tipo de manifestação a natureza da governança. Governos não cortam nem colocam nada na própria carne, mas por definição na dos outros. Quando tem forças armadas e companhias multinacionais fodem os povos estrangeiros fora do território, ou dentro, incluso minorias éticas e afins (des)qualificadas como não cidadãos, ou pelo menos não os de bem, os ditos marginais ou marginalizados dependo da clientela e freguesia da classe política partidária. Mas em tempos de crise, toda carne é carne, todos os gatos são pardos, salvo é claro os fardados e da familiares e de pedigree reconhecido, ainda mais em tempos que não são mais de mera crise sistêmica politica, econômica não só nacional mas global, mas de guerras hibridas estato-privadas. Especialmente em países subdesenvolvidos, onde relativamente é como se fosse sempre crise e até os melhores tempos é como se fossem os tempos de crise nos desenvolvidos. Ou em outras palavras incluso em acordo com terminologia chula da manifestação, e a nova academia brasileira de línguas, bocas e bundas sujas, todos cu serve, incluso os de burro. Porque é isso que é um manifestante que pede com todas as letras para botar para fuder. Um cu de burro com todas as letras. E coitado literalmente dos burros que currados são sem pedir.

Bata-se. Empregue-se. Cobre-se. Demande qualquer coisa para um governo ou governante que de duas uma: ou ele não vai fazer absolutamente nada. Ou vai mandar fazer em cima de você e ainda te cobrar imposto por isso.

Veja um exemplo: da genialidade desse golpe ou crime mais antigo do Planeta. A idiocracia. Reclama-se de poluição dos carros? Mande-se licenciar de veículos. Cobre-se, e Arrecade-se em cima. Faz-se caixa. Mas e a poluição E o povo? Foda-se. Aliás foda-se não, se fudeu. Pega mais um recibo de otário e idiota. E não agradece não, diz obrigado. Porque é isso que você foi e está obrigado a ser currado. Outro. Acidentes de transito? Industria da multa. Se fudeu. E só para ficar no leve. Por que no pesado, você vai preso ou morre. Porque dar nome aos bois é fácil, mas aí de quem der nome aos boiadeiros e como pecuária humana. Esse vai receber uma proposta irrecusável para ficar calado. Incluso as legais para todos os efeitos jurídicos.

É tudo, absolutamente, tudo.

O Estado não faz, toma para si não para fazer, mas para mandar fazer, e ainda por cima cobrar e ganhar em cima. Fica e redistribui os espólios da pilhagem tributária e expropriação do patrimônio particular e nacional como se fosse tesouro não só estatal, mas dos reis, cortes e seus amigos, para dar, vender e transferir de graça, para quem de fato os bancam literalmente por dentro ou por fora desse esquema legal. Quanto as suas obrigações publicas estas se resolvem pelo mesmo proceder só que na direção inversa, a transferência não dos tributos e espólios da renda e propriedades expropriadas ou dadas até boa-fé dadas como contribuição pela sociedade, mas sim das obrigações para a própria população que demanda soluções. E não a que tem mais recursos financeiros e conexões sociais e institucionais com os cortes reais e execucionais e tributárias para oferecer resistência legal, mas (in)justamente e inversamente proporcional as que não tem menos, ou nada.

É um monopolizador do bem e serviços públicos que não realiza, mas para inverter direitos em obrigar e ainda por cima cobrar impostos da população redistribuindo a pilhagem tributária entre o rei e a cortes, enquanto impõe como obrigação.

Menos recursos e portanto menos capacidade de resistir juridicamente (custa caro) tanto a expropriação tributária da renda do trabalho quanto da propriedade tanto particular quanto coletiva, enquanto redistribui migalhas para não matar o burros que monta até cair de velho, e come não só o cu, mas a toda a carne principalmente quando ainda é nova.

Básico, predadores parasitas e covardes nunca atacam os mais fortes. Mas os mais fracos. Os malthusianos, eugenistas e nazifascistas explicam. E por isso que em tempos de crise sistêmica, a máquina se reequipa com esse tipo de peça não rara quanto deveria, mas que fica dentro dos armários da sua ferramentaria.

Sabe o que é mais difícil do que passar um camelo por um buraco de agulha, é encontrar hoje alguém vivendo numa bolha que não seja um cu de burro e pior marchando para o precipício. Eis Mais uma outra marcha não dos burros, mas literalmente do cu de burro. De especial mesmo só o fato da apologia da cu-burrice. E o pior que colocar não só de todo mundo junto na reta com deles. Mas o dos outros na frente. Porque ninguém idiotia e filha da putagem não se excluem, pelo contrário, estão intimamente correlacionadas em um ciclo vicioso. O idiota sempre acha que é da diretoria. Sempre acha que é da igrejinha. Sempre acha que não é branco, que ele e os deles não vão ser jogado na vala pros porcos.

O que num país como no Brasil produz um efeito patético sobretudo para os olhos dos eugenistas e supremacistas que se consideram os gênios das raças superiores. Basicamente é como se não só um bando de macacos de miscigenados e promíscuos, uns mais claros outros mais escuros, sem gene nem meme, atrasados e travestidos dos mais ultrapassados supremacistas e fascistas, mas historicamente a vitima preferencial desse modalidade de pensamento ou mentalidade, os dementes e doentes mentais, e limítrofes, segundo sua visão. Os primeiros que eles eliminam e racionalizam ideologicamente o extermínio dentro do próprio seio das suas tribos, famílias guiadas pela sua “lei natural” o eugenismo.

É como sangue na água para os tubarões. Um verdadeiro convite, portanto para quem vive da predação e parasitagem e canibalismo da sua própria espécie. Escatologia e necrofilia puras, com ares de sadismo e masoquismo, um prato cheio para os cultos e culturas que praticam a estratégia da expropriação, colonização, ocupação, divisão e conquista e pilhagem via geno, etno e ecocídio como sistema de produção e reprodução e sustentação das patrimônios familiárias e tribais muito antes do da descoberto e advento moderno dos códigos da genética ou memética.

Mais explicito que isso, só mesmo ou mate-se. Um manifestação que novamente ouvida não só psicopatas mas pelos estatopatas que habitam a terra, não funciona como evocação das múmias dos faraós, mas um verdadeiro sinal enviado a quem quiser ouvir e foder. E depois perguntam como o Brasil não sai do buraco mesmo sendo tão rico. Assim. Vira a bunda logo para cima. É absolutamente genial. E há quem ainda acredite em triangulo das bermudas ou coincidências.

Num momento em que não só cada país precisa, baixar as armas e animosidades dada a pressão e temperatura, mas os setores, classes, e divisões das sociedades precisam ainda que momentaneamente levantar bandeira branca e cooperar o que se faz? O oposto. Quão inoportuno para quem vai perder de novo em baixo e por baixo. E oportuno para quem vai ganhar em cima e por cima. Ou seja, se não é por respeito e solidariedade é por inteligencia, para mandar os outros se foder. Há que se ter pica, nem que seja de borracha, ou borrachuda, ou pelo menos língua, dedo, não só para fazer gestos, ou fazer bravata, mas para se garantir. E não temos nada disso.

Porque o foda-se é para quem? Para foder coitado? E lamber o rabo de quem pode mais. É a famosa coragem covarde do macho padrão que chuta quem pode menos, ou está rendido, e baixa a bola e se desmancha todinho para quem pode mais? Que só pega quem não tem como se defender, na trairagem, covardia? Só pode ser. Não há pau no cu que não seja um cu de burro e vice-versa. Mudam-se os sujeitos e suas posições mas o arcabouço arquitetural das cadeias hierárquicas são sempre mesmos. E coitado literalmente de quem vacila dentro dessas cadeias ou meche com elas, mesmo sabendo do risco.

Então não me coitem, nem me fodam nem matem. Não por favor, ou solidariedade. Nem porque eu vou fazer nada contra ninguém. Sou por principio e falta de meios e forças e poderes inofensivo, e não quero nem posso ofender ninguém, tanto por imperativo de consciência quanto mesmo de inteligencia. Não uso salvo em caso de erro ou emergência da dissuasão, não tenho força para isso. Minha única defesa é a paz. Ou a dúvida razoável de que eu seja um tremendo mentiroso. E que minha inofensividade seja interpretada como falsidade pura, de modo que toda vulnerabilidade e convite aos predadores não é senão mais uma armadilha. Sim a quem use desse subterfúgio como estratégia não só de defesa mas de predação e parasitagem tanto na natureza quanto nas sociedades.

Aliás não nego que já usei dessa estratégia não para predar, mas para me livrar de predadores. Problemas da estratégia canalha deles. Não deviam atacar o flanco a deficiência os problemas e fraquezas de uma individuo ou coletividade.

E se dou esse exemplo é apenas por uma razão. Entre o que se deveria o que é feito, há a distancia do direito, deveres, dos fatos, esperanças e fantasias. O algorítimo da vida não pode ser os toscos feitos e pregados para escravos e escravistas. Não pode foder inocentes, nem se deixar foder por quem não é.

Mostrar ou simular fraqueza porque sofrimento, choro, dor, assim como briga, discórdia, enfim qualquer forma de fraqueza, falha, vulnerabilidade, carência ou carestia seja enquanto individuo ou coletividade, evidente que não só canalhas, mas também gente predisposta a ajudar. Logo por outro lado qualquer organismo seja ele social ou em particular nessas condições não desperta só simpatia, empatia, solidariedade, mas o que há de pior da mente, instinto e comportamentos humanos dependendo muito das condições culturais, ambientais do espaço e do tempo em que as pessoas estão inter-relacionais.

Inclusive pode sequer ser notado de fato, pois é. Mas o sendo pode não despertar nada senão a mais profundo indiferença e desprezo, pode ser tratado como se nem existisse, como se fosse ignorado ainda que não tenha o sido. Pode só despertar só sororidade e nenhuma solidariedade. Só papo, nenhuma ação ou gesto concreto. Ou até a falso apoio vinda com uma bela virada e facada nas costas. E claro o ódio e perseguição e sabotagem e censura ou coisa pior, velado e disfarçado, consciente ou não, ou o aberta francamente declarados, voluntários ou até mesmo profissionais publico ou privados ou em parceira. As porcentagem mudam de lugar para lugar, e de tempos em tempos. Mas basicamente, vou dar a da minha experiência e conhecimento de causa. 10 para 1, sendo que entre os outros 9 tem de todos os demais tipos de comportamento e hipóteses. Mas pouco importa a contabilidade. Nem que fossem 1 em um milhão. Cada pessoa que dá e recebe, enfim prática a solidariedade libertário-gregária faz valer o risco de todas as demais. Até porque nunca se sabe de antemão quem é quem. O preconceito e a discriminação fode e mata só quem está hoje carente e marginalizado e excluído, inclusivo desde do berço, mas quem podeira estar lá no futuro como toda sua força e potencia da sua livre vontade.

Logo não adianta esperar o melhor e se preparar para o pior. Isso é um monte de bosta. Uma falácia. Um erro lógico. É preciso dar o melhor de si, sem esperar nada, devidamente preparado para o der e vier, incluso as hipóteses e possibilidades e cenários mais improváveis tanto os positivos quanto os negativos. Nada acontece por acaso. Nem as piores desgraças nem as maiores graças, incluso as consideradas verdadeiros milagres. Não adianta esperar é preciso se prever, se preocupar para poder ver ocupar e fazer algo a respeito em tempo. Mesmo os eventos e fenômenos ou comportamento cuja chance são praticamente zero, se não estiverem contemplados na previsão e antevisão ou passarão completamente desapercebidos, ou pior cairão na cabeça do infeliz e que deveria ser graça virá desgraça, assim como o contrário.

Em verdade você depois de preparado, pode inclusive se comunicar para obter o que agora sim pode esperar com alguma esperança que não seja a de quem só ora, trabalha ou só joga em loterias da vida, mas literalmente lavora, elabora e labora tentando não apenas não cair no erro nem sair das possibilidades, combinações, padrões e caminhos corretos, mas alterando esses padrões com suas próprias labor profilático que não espera, mas dá e dispõe para fazer acontecer não só como palavrões, mas com ações e trans formação do mundo.

Se para cada pessoa que pratica a patrulha ou correção politica própria ou alheia no plano virtual simbólico, um centavo antes, não depois, um dólar para uma pessoa em condições de carestia e vulnerabilidade. Não seria, preciso a correção política simbólica. Aliás, podem inclusive mandar para mim, junto com todas as ofensas do mundo. É por isso que não existe ofensa contra os verdadeiros reis e senhores do mundo. É lei econômica. A lei Delfim Neto. Que não só colecionava as charges que o ridicularizavam mas as colocava como troféus na porta do seu gabinete quando mandava e desmanda na ministério da fazenda e pecuária da Feitoria Brasil. O que vem de baixo não atinge, não sobe, não toca, não chega. Ou melhor sobe, mas só o que e da forma que ele quer. É a psicográfica das piramides hierárquicas do poder. Só dói se eles rirem, se ele quiser, não se outros quiserem. Já nas bases não há solução, mesmo quando não se quer, salvo a loucura simulada ou real.

Sai dessa vida. Irmão. Não precisa foder ninguém. Não. O que vocês querem que eu possa dar a vocês ou por vocês que não seja violação ou violência. Sem foder nem ser fodido, já coitado ou não? A ausência? Não querem nem ver minha cara, ouvir, minha voz? Porra, essa é fácil. Posso garantir que não só vou correr atrás de ninguém, invadir o espaços,

Foda-se?

Foda-se? Não, obrigado, dispenso. Não preciso quero foder nem ser fodido por ninguém, nem voluntária nem compulsória. Nem ando precisando de orientação nem estatal nem paraestatal para isso. Aliás, não faz nem sentido, porque mandar ir, porque eles buscam, quando é para isso eles são profissionais no horário oficial e na hora extra, mandam as vezes até sem mandato dar busca e apreensão do coitado, o termo não deixa mentir, só para isso, e até em casa.

Dispenso Escatologia e Necrofilia. Nem ganho recebo, trabalho, defendo, banco, vivo para nem sobrevivo disso. Não trabalho por e nem para o Necropoder e Necrocapital nem pagando muito, ou precisando muito, quanto mais de graça. Mas não fiquem a vontade, sendo consensual, podem se foder, juntos ou sozinhos, cada um com sua mania. Só não me obriguem a participar, nem assistir, nem bancar, principalmente com mais imposto, censura e patrulha dos insanos e imbecilizados seja a direita ou esquerda.

Não vou ser eu que vou atrapalhar. Não quero e nem tenho como. Mesmo se viessem a aprovar um excludente de licitude da vida só para construir uma rinha se debaterem ou baterem até se matarem. Não seria eu que viria a me opor. Até porque não tenho direito, dever, nem poder ou autoridade para isso. São adultos e supondo que não são nem estão mesmo loucos nem são portadoras de nenhuma insanidade mental, porque aí seria maldade e omissão da minha parte, não vou ser eu que vou impedir ninguém de fazer o que sua consciência manda.

Querem se foder? Querem um governo que manda se foder? Então quem sou eu para dizer o contrário. Que seja. Que se fodam de verde e amarelo. Mas não me peçam para foder ninguém nem me foder nem verde oliva, nem azul nem vermelho, nem muito menos preto ou branco. Se querem bater na porta do céu. Que batam. Eu passo. Continuo e continuarei pagando uma renda básica para quem, e quantos eu puder, até não poder mais não porque ninguém me obriga, mas porque não transfiro só meus direitos, mas meus deveres não só para com os outros, mas para com minha consciência.

Sim a liberdade tem seus imperativos, deveres, obrigações e responsabilidades inclusos as pessoais, sociais, públicas, mútuas, e universais, que também governam mas eles são de outra ordem tanto com a polis quanto o cosmo, de outra qualidade. Propriedades inalienáveis, irrenunciáveis, e intransferíveis, que formam a dignidade e identidade tanto particular quanto coletiva da pessoa humana a saber: os imperativos e objeções de consciência. Não saia de casa sem ele, nem entre em buracos quentes sem um. Não tem preço.

Liberdade e consciência, duas coisas assim como a inteligencia e os músculos e a força inclusa a de vontade, digo as de verdade não se compram, não se vendem, nem se negociam, só se constroem e conquistam com o uso, exercício e a prática, dos usos e costumes, ou se perdem e degeneram.

E para não faltar com a verdade, para não dizer que sou, nem banco o mártir nem santo me submeto quando obrigado ou conscrito sob ameaça velada ou tácita de violência, ou violação da vida e liberdade, não toda e qualquer uma, como disse não sou santo e perfeito, mas não só as próximas, mas até mesmo desconhecidas que não me fizeram mal algum. Enfim uma pessoa muito fácil como a maior parte das pessoas comuns de ser submetida a ameaça de violência, legais ou não, domesticas ou não, superiores ou inferiores, desde que coloquem em risco covardemente qualquer vida não só de pessoas inocentes, mas simplesmente rendidas, não importa a sua classe social, nação, civis, militares, origem, histórico, posição, enfim, sem discriminação da sua pessoa, apenas em consideração da condição humana e vulnerabilidade carestia e perigo.

É o que nós seres humanos dotados naturalmente de empatia, solidariedade e altruísmo fazemos se não formos ou estivermos quebrados. E fazemos não só por ordem, mandamento, preconceitual, ideológico, seletivamente por discriminada ou segregativamente ou interesses outros, ou em períodos de tragédias ou desastres. Não só os médicos, bombeiros ou outros verdadeiros prestadores de serviços públicos e sociais mas todos os seres humanos emancipados, conscientes, principalmente os que não só de dizem, mas praticam libertários e cosmopolitas mas são cosmopolitizados e praticam a libertação das privações e violências e violações fazem todos os dias, incluso voluntariamente. Não perguntam quem é quem. Apenas dão o que é o melhor de si, o que podem, o melhor da humanidade.

Alguns incluso não só voluntariamente. Mas pagando para e não só com dinheiro para trabalhar e produzir e pagando caro sem transferir para ninguém responsabilidades sociais nem civis, mas chamando-as para si, sem ter quem os banque ou mesmo como bancar seus próprios atos por cada uma de suas ações realizações, obras e claro respondendo por suas consequências.

Em suma uma pessoa que em principio só se é facilmente rendida por toda e qualquer pessoas ou bando violento do mundo, mas que por principio se rende a todas pessoas violentas desde que seja para preservar a vida e liberdade de todas as pessoas que estão por estas ou outras rendidas. Em suma uma pessoa comum ou que só que viver e deixar os outros viverem em paz.

Tão facilmente rendível e rendida pela violência como a maior parte das pessoas ditas comuns que não só ameaças de violência criminosa, jurídica, mas a constante presença ostensiva de patrulhas dispostas a empregar da violência ou me privar dos meios necessários a minha subsistência ou para sustentar minha família já são o suficiente para me fazer pensar duas vezes não só em calar a boca perante tudo que é certo, mas em titubear em dizer em denunciar tudo que está errado. Que dirá então intervir fazendo o que o certo, ou pelo menos deixando de me omitir com o que está incorreto, ou não me sentindo mais obrigado a bancar o que considero ou é considerado criminoso, e não pode ser denunciado porque você será punido, legal ou ilegalmente.

Hoje em dia, é comum generalizar tal posicionamento pelo apelido de “isentão”. Porém até, não muito tempo atrás, nem nome tinha. Se dizia ou chama isso ter uma opinião ou ponto de vista. Não por acaso, pouco caso, ou para criar caso, com demais, nem por causa nem para, ou por causas causa laterais ou colaterais, principalmente as beligerantes, mas pura, simples e independentemente por sua próprias razões, não raro inclusive as de paz, respeito e concórdia com todas as demais, se possível for, e assim deixarem.

Só que não. Básico. Em tempo de fim do intervalos de entreguerrras entre impérios ou potencias propaganda de guerra, desinformação e terror volta a correr solta, inclusive infelizmente a pelo ato, principalmente quando se diz que a guerra é da própria desinformação e contra o próprio terror. Ninguém escapa. Até porque o que não faltam é propagadores e atores estatais, paraestatais, infra governamentais, privados, militares, civis, incluso os ditos sociais, organizados ou não, também igualmente cooptados, atuando para os mesmos interesses contra e anti-sociais.

Pois é. Esse é o nosso tempo. Século 21. E depois do 11 de Setembro, todos viraram filhos de Bush e sua doutrina: “se não esta conosco, está contra nós”. Inclusos os bastardos, que nem sabem que o são. Filhos, herdeiros e replicantes meméticos do seu legado, maldito, que por sinal nem original o é. E isto é só um recurso de linguagem, um hipérbole. O Príncipe e outros protagonistas anteriores ou posteriores, seja das potencias internacionais ou impotências nacionais, não são o fator determinante da história que estas ou outras suas narrativas poderiam sugerir. Não é. Não o da história.

A ciência e tecnologia dos métodos e processos de produção industriais e automatizados e informatizados. Todos. Incluso os próprios monopólios da violência, privação e provisão do bem-estares e comuns, e propagando do terror e terrorismo de fato e psicossocial, incluso os privados e estatais impostos como legais e sob sigilo dentro e fora dos territórios pelo mesmo principio métodos escatológicos antropofágicos e finalidades necrocapitalistas e eugenistas de sempre desde que o advento da pecuária do homem pelo homem e seu holocausto. Desde que o homem inventou a primeira máquina movida a combustão e que ao contrário do a física dos brancos ensina não se move por matéria e energia. Mas desde o inicio e até o fim dos tempos da queima de uma e tão somente uma unica potencia. A criadora de tudo que existe e vive e se move, a verdadeira força geradora, motriz, vital, a alma e anima do universo: a liberdade enquanto vontade. Esse é o verdadeiro capital. É por isso que capital, não o morto, nem o maquinado, ou o maquinário não se reproduz sozinho. E nunca se reproduzira. E nem quem se julga cavaleiro, mas não passa se um parasita e predador de quem usa como burro de carga, montaria, hospedeiro. O cavalo vive sem a praga, mas a sarna não vive sem o cavalo.

Já, a apologia a idiotia como a mais nova elegia a loucura não como paródia sarcásticas, mas tragicomédia patéticos burlescos, e claro escatológicos é o objeto dessa peça, que não senão uma autocritica às criticas, esse gênero da produção do pensamento e obras artisticamente, sociais e até científicas importantes para tanto para as sociedades da arte, ciências e toda a sociedade em si e em geral. Tão importante quanto a própria comédia, porém senão mais desprezada e subestimada, certamente tão amaldiçoada e temida quanto a mesma, pelo seu poder de não só de curar e matar, ressuscitar e enterrar de uma vez por todas, evidentemente não o quer que seja, mas tudo aquilo que se permitir ou se deixar, ou é claro obrigar, especialmente do que é também uma construção simbólica, mas não se engane, não só.

Ideias e palavras não são armas. São veículos de transmissão da informação e comunicação. Mas como todo veículo, mas como tudo nesse universo, dependo da ordem, do tempo espaço e movimento, padrão, frequência, abrangência, da sua ação e sobretudo relação, ou seja, da ordem que foram postas e dispostas não só dentro podem o sê-lo, desde que ganhe a materialidade, enquanto sinais.

É importantíssimo entender a sua essência não só das suas forma, mas da metaformalidade da sua formação, inclusive enquanto informação. Porque muita gente confunde uma coisa com outra, a informação enquanto fenômeno sensível, o sinal, e a informação enquanto fenômeno conceitual, a ideia.

A quem diga quem as ideias são a prova de balas. Mas tão ou até mais importante do que as ideias serem a prova de balas. É as pessoas que criam, transmitem e as carregam as ideias o serem a prova de palavras. Não serem mortos feridos por ou elas, por causa delas e principalmente enquanto armadilhas que usam e abusam delas. Seja como isca ou como a própria chave da cadeia e arcabouço e cadafalso da liberdade e da vida.

Esteja elas linguagem, lógica, plataforma, programação, interpretação, operação, ambiente, telecomunicação, transmissão, produção, ou recepção da informação, ou além, da quarta parede no campo gerador da produção criativa da potencia e potencial volitiva, evolutiva e revolucionária da materialidade metainformacional e meta transformacionais tanto da episteme dos seres e fenômenos e suas relações incluso como paradigmas e referenciais semióticos relativos. Seja a palavras e ideias, portanto a própria arma, ou a armadilha, incluso como estratégia pelo qual se induz a se tornar a se marcar ou coloca como alvo aleatório.

Ninguém tem peito de aço, nem é super nada, e mesmo se achando ou até sendo nunca é o suficiente . E na impossibilidade de sermos invulneráveis a armas ainda piores de destruição em série ou em massa incluso as biológicas, químicas e moleculares, Precisamos ser a prova das armas psicológicas e epistemológicas e cognitivas tão ou mais destrutivas até porque atacam a percepção e intelecção responsáveis não só pela detecção dos perigos e males mas por sua advento e propagação incluso como se fosse um bem ou mal por suposto necessário, real ou até mesmo imaginário, porém com efeitos e consequências tão nefastas quanto.

Sim é verdade as as palavras e ideais não podem ser feridas por balas. Nem as pessoas podem ser feridas por ideais e palavras, porém se e tão somente, se forem e estiverem invulneráveis a elas.

Recentemente inclusive, um conhecido, nem não próximo nem tão conhecido, não tenho sei porque nem de onde tirou tal ideia resolveu fazer a propor o seguinte dilema ou experiencia mental, bem ao gosto do momento atual.

Ele sacaria uma pistola e mandaria que eu escolhesse: Lula ou Bolsonaro. Nenhum dos outros, ou outro estava fora de fora de questão. Quem então?

Com uma pistola na cabeça mesmo a imaginaria. Você só pensa bobagens. Pensei comigo que de se tanto as pessoas pedirem uma praga maior e pior ela veio. O coronavírus. Não, bobagem. Resposta errada. Ademais só pode ser uma das duas. Depois ri comigo mesmo. Para que sacar da pistola imaginária? Quem precisa desse recurso retórico, com uma realidade que já é essa arma apontada para sua cabeça? Logo, na esperança de encerrar logo a conversa e não ensejar outras futuras, apenas traduzi a condição do jogo real para o lúdico nem tão imaginário e nem tão lúdico quanto gostaria:

Você já sacou a pistola. Você é quem manda. Quem você quiser. Não contrario gente armada. Sigo as recomendações dos negociadores de reféns.

Não funcionou. Não sei se ele não entendeu ou se fez de desentendido. Mas insistiu. E não só insistiu. Mas continuo insistindo. Achando corretamente que corretamente que eu não queria, responder. E não queria mesmo. Não queria, mesmo. Não queria ganhar mais inimigo, não de graça, não por gracinha, não de novo, não por besteira, e não na minha casa, e não alguém que eu mal conhecia, e que de quebra era amigo do amigo de sei lá quem, e sei lá por que, mas por alguma razão estava lá. E com pistolinhas imaginárias… Soubesse ele o cagaço o ódio que tenho das reais, sobretudo as apontadas para sua cabeça incluso só para você saber e nem saber. Mas não sabia, e não tinha, nem era da conta e interesse dele saber, nem do meu fazê-lo. Então… ri e sai andando.

E não é que figura veio atrás, dizendo que eu não poderia ficar bancando o isentão. Em geral quem toma esse tipo de liberdade é quem pode. Família. E mesmo em família, muitos os sabem tem dado muita treta. Como disse não queria dizer, mas disse, quem eu escolhia. E não era nenhum dos dois que ele queria. Nem o Lula, nem o Bolso, mas Ele. Sim ele. Escolho ele, na brincadeira é claro, como meu inimigo público numero 1. Depois, decido quem é o segundo e terceiro pela ordem do passa ou repassa desse outro jogo de monopólio, onde como quem vence, ou já venceu, é quem faz e diga as regras. No caso quem aponta a arma para a cabeça do outro. Também conhecido como monopólio, só que esse não o de tabuleiro o tal banco imobiliário, mas o da violência, que não é a imaginária, lúdica, nem simbólica.

Pois não confunda disposição à paz, com isenção, nem muito menos omissão. Porque quem me segue, me persegue, com uma arma apontada para mim, na minha casa, real ou não, de brincadeira ou não, não ganhou um seguidor, nem uma perseguidor, nem muito menos necessariamente um inimigo mortal, mas como certeza não vai ouvir a resposta que quer, nem a que não quer.

Porque agora não são mais duas frentes, mas três, nos dois flancos e sempre na retaguarda contra os traíras que conscientes ou não nunca faltam na sociedade prontos a se desprestar conscientes ou não ao desserviço de boca nervosa e manus longas de qualquer trincheira da vida.

Porque quem confunde a indisposição para agressividade, ofensividade e convencimento, como a falta de disposição para resistir a agressão, ofensa e perdas. Confunde a disposição a paz com a omissão e irresponsabilidade, assim como a alienação.

Mas contra todos enquanto esses permanecerem contra si. Com certeza uma que não deve mais ser confundida como isenta, deste, daquele, ou do seu lado.

Moral da historia, ou da historinha para libertários. Não são duas frentes, nem três, nem quatro. Mas tantas quantos forem e precisarem as frentes de batalha tanto contra os idiocratas no estado quanto os idiotas dentro da sociedade. Ou em outros termos, tanto quanto forem os atores a representar e interpretar a vontade e dar (tácita e pressupostamente) voz delegada e mandada da coletividade da sociedade dentro dos governos, quanto o avesso do avesso, os atores sociais a representar interpretar e dar voz aos mandos, desmandos da vontade dos delegados mandatários governamentais, e isso cada dia com muito menos dúvidas e mais evidencias empíricas- por sinal explicitas e gritantes.

E não voz aos mandos e comandos e sugestões governamentais e estato-privada nacionais, mas também internacionais, porque os gangsters e banksters não são apenas domésticos, nem as gangues só paraestatais ou apenas de milicianos ou militantes profissionais e amadores ou voluntários das redes antissociais virtuais, mas também as reais, e compostas também no urbes quanto na internet de alienados, alucinados, os servo-idiotidos, involuntários. Vítimas antes de tudo, deste estado psicótico e alucinado que não é mais prisional já manicomial, entretanto, e assim devem ser tratados, porém, evidentemente se colocar a si ou outras pessoas inocentes em risco, porque infelizmente, não raro, podem ser perigosos especialmente armados ou de posse de forças, ou poder politico ou econômico para recorrer as ou apelar as mesmas legal, duvido ou sabidamente criminoso, inclusive camuflado e contrabandeado dentro da legalidade.

Da matemática da Ética Libertária versus os cálculos preconceituosos e descriminatórios.

uma brincadeira e enganação. Não são estas as minhas intenções. Garanto. Já quanto se alguém vai se ofender ou decepcionar, isso já não posso garantir nada. Não tenho a menor possibilidade. Nem tem o menor cabimento. Não posso, nem devo.

Não cabe a mim ditar, nem dizer a ninguém como o outro deveria reagir. Não tenho o direito, o dever, a obrigação, a responsabilidade, nem muito menos, poder, autoridade para tanto. E mesmo que fosse louco de achar que tivesse cabimento a mim ditar, ainda sim, de fato impossível seria, e nula deveria ser tal pretensão de ditado ou ditadura. Somente ao leitor cabe fazê-la tais critica, incluso como críticos, profissionais ou não.

Quanto ao autor só posso fazer o que só a mim cabe fazer, é dar os devidos esclarecimentos a qualquer instado ou não a faze-lo, antes, durante ou depois. De preferencia sempre sem ser obrigado, no caso sobre a natureza da forma e conteúdo das publicações do seu perfil, seus possíveis efeitos, sobretudo os adversos, ao menos aqueles que tenho ciência.

Porém com os devidos esclarecimentos de antemão do autor podem os leitores portanto os leitores se dele sem precisar lê-lo, ao menos não o restante. Evitando não só comprar gato por lebre, mas sobretudo evitando mais aborrecimentos e perdas de tempo. Já sabendo se vai ou não encontrar o que quer e o que não quer. Porque mesmo quem não quer estragar a surpresa, pode não saber, mas não quer ter surpresas desagradáveis. E quem está de fato preparado para o der e vier, este não tem problemas com as surpresas nem desagradáveis nem as estragadas.

Não liga nem para spoilers na forma de avisos prévios, nem sua falta, porque por definição, sua disposição está preparada para absorver interpretar, codificar, decodificar e transcodificar o que for, da forma conteúdo e ordem que os dados estiverem literalmente postos ou dados. É a mentalidade da esponja, nada a fere, tudo é absorvido, devorado, nada mata tudo engorda. Vira alimento da mente. São meramente dados. E não fatos. Não dizem nada a respeito da sua pessoa, ou do mundo ou das outras pessoas não de fato, mas da visão, posição, intenção, e futuros movimentos em relação a si mesma ao mundo e claro a sua pessoa, este sim é o fato que se transcodifica ou através da intelecção das comunicação, ou rigorosamente do jogo simbólico das pressuposições e deduções das representações do real e imaginário como projeções, imagens e sinais e códigos e operações mentais efetuadas no plano concreto, atual e sensível da realidade dada presente, mas não de todo surpreende.

E sinto muito se parece um vulcaniano, aliás nem gosto de stars trecos. Mas o resto é droga. Literalmente. Um dose de alguma hormônio para deixar a pessoa mais feliz ou infeliz, na forma de palavras bonitas não necessariamente correspondente a realidade. Um pouco de ilusão e entretenimento para curtir ou suportar um vida seja ela uma droga um bolha ou viajem muito louca. Industria do entretenimento, alienação e alucinação, não importa as vias e psíquicas, físicas ou fisiologias, sempre um grande negocio, milenar por sinal, atue de forma independente ou preste ele serviço a outros interesses mais capitais, de curto e a longo prazo. Em todos os sentidos da palavra.

Em verdade, o autor, os leitores e desleitores idem. Mas essa é outra coisa que posso garantir de antemão. Esta é “uma perda de tempo”, que em todos os casos acima e hipóteses abaixo vale a digitada e atenção dispensada, nessa economia da atenção contemporânea. mas justamente o oposto, é de fato economia do capital mais precioso de todos os tempos: o tempo, digo o de vida. Ou o que é a mesma coisa da anima ou potencia vital da qual o tempo é uma das medidas quantitativas mais fundamentais.

Em outras palavras, não é um roubo ou furto ou desvio do tempo e atenção, mas rigorosamente, o tempo que se investe e se pede para investir consensual e conscientemente no empoderamento ou tomada de decisão de livre e espontânea vontade. Ao que é impossível de ser feito, quando não se fornece de antemão a possibilidade do outro de fazê-lo.

Notem bem, os prévios, porque os posteriores, qualquer critico, ou pessoa, com senso critico e investigativo é sempre capaz de esclarecer se assim quiser, não raro de modo ainda melhor. Mas só posteriormente, de modo que os efeitos e finalidades são outras.

O que em verdade já o fazem, com o subsídios das criticas e críticos, que querendo ou não, fingindo ou não, façam criticas de boa ou má qualidade positivos ou negativas quanto a qualidade das obras, revelem pouco nada ou mais do que deveriam das obras, não importa, desempenham esse papel. O da propaganda, positiva ou negativa, dentro desse mercado e economia do tempo e atenção. São também anunciantes, especializados em revelar as formulas e formulação desses produtos os culturais, industriais e comerciais, ou não. Trabalhem eles ou não também comercial ou industrialmente.

E por sinal é o que a critica faz de melhor, quando o faz bem e boa-fé. Independente se bem ou mal escrita ou se positiva ou negativa em relação a qualidade da obra. A critica funciona quando funciona.

Considerando portanto as atuais condições de entendimento das e entre as pessoas, que podem estar lendo essas palavras nesse exato instante, cada segundo que investe tentando promover o entendimento prévio são infinitas horas que se economiza de desentendimento que se livra, sim infinitas, porque desentendimento assim como a violência quando começa é um ciclo que não tem fim, não razoável, nem por conta própria. Sem a introdução de uma nova variável nessas constantes dessa equação, seja uma mudança de ambiente, ou intervenção, o ciclo só termina da forma que todo mundo sabe ou deveria: com uma, as duas, indo para o mesmo buraco, com todos os desavisados em volta juntos, tragados em sua espiral de discórdia enquanto ela assim não acabar, por falta do que se de e em treter, tretar, bater e vorar.

E tolo dos produtores e consumidores que reclamam por eles existirem. Porque feliz da sociedade que as tem, mesmo a maldosa ou de péssima qualidade. Antes ela que a censura. Feliz da sociedade que tem portanto uma qualquer especie de verdadeira autocritica, logo portanto uma produção com tanta liberdade quanto a própria autoral. Porque está funciona, ou melhor quando funciona, ou seja quando livre, e autoral e de preferencia de qualidade, tão importante quanto a primeira para a sociedade livre e sua liberdade, quanto a própria manifestação da liberdade de pensamento consciência e expressão quanto obra, de arte ou opinião que é a matéria prima da sua obra.

Não porque seja ou me sinta obrigado, ou para dar o mal exemplo, porque creia que as pessoas devem-se assim fazê-lo, exigir ou ficar cobrando ou vigiando uma as outras, transferindo essa demanda ou pior delegando todos esses poderes de mando para outros. Jamais. Também não seria louco de pedir, propor, reclamar, apelar ou pior tentar sugerir ou inspirar com minhas ações voluntárias e sociais a censura das expressões e manifestações da liberdade de consciência, minha ou dos outros.

Não em são estado de consciência, o mínimo que seja, ou as mais ínfimas e menores condições e possibilidades para o livre exercício da mesma. Que dirá então em pleno estado de sanidade e consciência, e senão nas melhores condições, ainda não em completa privação da sua liberdade e dignidade. O que pode se considerar é um privilégio se comparado as faltas de condições de roubo e privação e vivem tantas pessoas, e que não raro terminam por privá-las e roubá-las até mesmo disto, sua liberdade e consciência. Tanto como o ambiente e lugar para o exercício e manifestação das mesmas, quanto a capacidade de construí-los e preservá-los justamente pelo e para o exercício das mesmas. Propriedades e faculdades volitivas e intelectuais, que são verdadeiros bens comuns metainformacionais que portanto se somam em sinergia as condições ambientais, sociais para formar as disposições mentais que constituem as condições materiais e reais. A mentalidade e realidade das manifestação de todos próprias por livre e espontânea vontade e responsabilidade mútua e relação social como das garantias, provisões, proteções das mesmas e enquanto realização, manifestação de potencial onde há sanidade do estado de consciência condições provisões sociais, ambientais para sustenta toda a potência.

Até porque se minhas palavras e ações, fossem capazes de provocar ou inspirar alguma coisa não são seria isso, mas justamente o oposto. Não o são. Não em geral.

Ou rigorosamente não o são para quem não é nem quer ser tocado por elas. Sim há aqueles que o são. E a esses eu sempre devo tudo que eles me pedem e até o que não pedem. Desculpas, explicações, antes, depois, e durante, de novo. O que for e o que puder dar, o faço com satisfação, tanta que não raro exagero, com longas e prolixas digressões.

Quanto as demais, e não são poucos, mas a esmagadora maioria a qual também respeito profundamente, posso garantir por experiência e conhecimento de causa que tudo o que digo ou faço, cada gesto, palavra ou ato esteja ele repleto de sentido e significado ou não tenha nexo alguma, não da minha ciência e consciência, a estes posso garantir que nada disso, no caso eu e minha obras ou realizações fazem a menor diferença. E não falo isso em tom de autopiedade, amargura, ressentimento ou autocomiseração. Acreditem ou não, não tenho o menor problema. Não com isso.

Digo sem como um testemunho, subjetivo portanto, mas que facilmente pode ser corroborado e comprovado pelas evidências de fatos concretos: tudo o que eu digo é considerado para todos efeitos insignificante, irrelevante e desconsiderado. E portanto até que se prove empiricamente o contrário, não adianta eu, os outros alegarem de boa ou má fé o oposto o que eu digo e faço de público e notório é em geral para todos efeitos absolutamente nulo.

E é exatamente assim que eu por imperativo de consciência faço questão por princípio e ideal que todas minhas relações, mas ações, realizações o sejam, não só nulas até que se provem o contrário, mas absolutamente inócuas para quem não deseja ser tocado por elas.

Não jamais em hipótese, alguma como sugestão de transferência de liberdades naturais e reais para criações de obrigações imaginárias fantásticas. Mas simples porque a é como o nome já diz um imperativo da consciência assim fazê-lo. E desde que em são estado para exerce-la, incluso o de condições de paz e liberdade para fazer as afirmação e objeções inerentes a mesma, e de preferencia antes inclusive para não ver obrigado a fazê-lo depois. Ainda mais carente ou privado destas especialmente demandas que passam bem longe da boa-fé. São elas respectivamente a corda no pescoço e o cadafalso dessa força das liberdades e consciências que morrem assim juntas, como a vida. Porque se não existe liberdade e consciência sem vida, também não se vive muito, nem sobrevive depois da morte sem colocar em exercício essas potências vitais: liberdade e consciência.

Esclarecimento portanto, que não importa as circunstancias ou instancias, por quem ou quando instado ou não, só cabe e tem cabimento e evidentemente validade, ou pelo assim deveria, se feito pela própria pessoa como imperativo de manifestação da sua liberdade de consciência, ou do contrário, não é esclarecimento dos fatos, eventos e motivações, mas mais uma pantomima dos teatros da vida especialmente os das representações e representações dantescas.

Portanto nada mais jutos, do que colocar um rótulo e aviso na embalagem não importa qual o produto ou serviço incluso o cultural mesmo o informal. E não se engane nem se subestime, não importa o quão ruim, possa ser considerado por você ou pelos outros, ou mesmo que fato o seja, mesmo se for um lixo, principalmente tóxico, não importa se para todos, mas para alguns.

Há que se avisar para que ninguém precipitadamente se precipite no que para uns é um salto fatal num abismo enquanto para outros é a prática dos seus salto de aventura, desde que você tenha o espirito da literatura. Ou seja asas da liberdade para voar na liber ou liver das palavras. Sem se deixar derrubar ou perturbar por elas, não ao ponto de cair. Ou se cair não se levantar mais. Uma arte ou se preferir ciência como qualquer que outra requer preparo, estudo, prática para o controle da navegação, e não só cognitivo, mas volitivo, sem precisar do emocional. Principalmente para navegar nesses mares ou ares, principalmente no clima atual.

Pois se fechar os olhos, ou calar os avisos ou até mesmo as ameaças nada disso vai mudar um fato. Nem todas as coisas feias que se contam são histórias para assustar ou apavorar ou fazer chorar crianças ou adultos mais sensíveis. Quem dera fosse. Quem dera se apenas com normas sob a linguagem os problemas desaparecem como num passe de mágica. Não vão. Entretanto aqueles que de fato são causados pelo mau uso das palavras e que contribuem para as suas causas não só podem evitados como assim devem ou deveriam ser, não só para o bem de quem sofre com eles, mas de todos.

Porque repito, para exercício de fixação, e chateação, palavras não são armas, são a princípio veículos de informação e instrumentos da comunicação. Mas não se engane podem ser usadas, assim como qualquer outro veículo e ferramenta como arma ou munição, ou mesmo como marcas incluso dos alvos. Fora todos outras aplicações estratégicas que não vou enumerar todas, mas por exemplo, como peça de propaganda de diversão ou informação, que não passam de manobras diversionistas de desinformação para desviar e capturar a atenção, enquanto se passa fogo ou já queima sistematicamente não só o circo, mas as gentes desavisadas ou não. E não só metaforicamente, mas de fato em atos de crimes contra a humanidade. Um verdadeiro complexo industrial estato-privado que trabalha em sinergia e cumplicidade para produzir em série e em massa os meios necessários para ter, manter e entreter seu principal negócio a pecuária humana e não perder o capital gente.

Se muito em breve não mais, para produzir e reproduzir seu patrimônio econômico e financeiro, ainda para para produzir, reproduzir e carregar como cavalo e hospedeiro, replicante e replicador seus genes e memes, e o que mais ele identificar como as propriedades do seu eu como sujeito denominador e determinador do sentido e direção dos vetores vida, e portanto função existencial predeterminada da matriz da vida de todos os demais que tem a infelicidade de estar e ficar ao alcance do campos da força de vontade, invariavelmente preso, a essas formas de vida sem consciência ou como elas em estado já bastante degenerados ou ensandecidos.

Inclusive os adaptados ou já criados exclusivamente para tanto.

Por sinal o que não falta em tempos de guerra da desinformação é isso. Esses veículos de propagação das mesmas através da própria estratégias de propaganda do terror escatológico, necrofágico, anacrônico, estocástico. Incluso a propaganda pelo ato. Tanto governamentais, paraestatais e mesmo anti-sociais quanto os que se supõe contra todos eles mas que usando das mesmas estratégias, táticas, meios e padrões não apenas ensejam e disseminam mais violações e violências, mas são a própria outra face, ainda que inconsciente do mesmo mal. O mal que se se assenhora, conquista e domina terras e territórios e tudo que estiver sobre elas, pela estratégia mais antiga de quebra dos ânimos e tomada de posse de todos os seres e suas animas, a discórdia.

A discórdia que rompe todas as ligações empático-solidarias, que obscurece, engana, alucina e destrói a integridade orgânica, psica e social de todos os seres em particular e coletivamente para reinar absoluta, ditatorial e monopoliamente sob as terras que arrasa e pilha reiteradamente, ao menos enquanto esse reino e a vida e as riquezas neles não morrerem de uma vez por todas. E o senhor da discórdia, com seus hospedeiros se já não fez colonia em outra(s) terra(s).

Então nada mais justo. Para que ninguém compre, mesmo que de graça, gato por lebre. Ou entre desavisadamente, seja de passagem ou como passageiro de uma viagem, que n….…………………………….

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X-Textos: Não recomendado para menores de idade e adultos com baixa tolerância a contrariedade, críticas e decepções de expectativas. Contém spoilers da vida.

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