Emergencial????Como ajudar sem doar um centavo. Nem sair de casa. Enquanto a dita cuja não chega.

Fui pego no meio, quando redigia. Este escrito. Mas tá valendo: O programa nem chegou, mas já tem gente tentando aplicar golpes em quem agora está desesperado aguardando. Vamos ajudar a não deixar.

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Parte I

Enquanto o que é urgente não são urgentemente. Já tem cafajeste agindo mais rápido, entre o gap do avisar que vai fazer e o iniciar de fato o pagamento. Até porque entre o improvisar a provisão de toda lógica e logística do programa e organizar um golpe, nesse meio tempo, mais fácil é organizar mais um golpe.

Sim, já tem gente passando falsa informação.

Esse é “só” para roubar dados. Mas outros podem (como bem sabemos) ser usados para provocar ainda panico, tumultos e convulsão sociais:

Incluso como mais riscos de morte, seja no local ou por contaminação.

Se nem a falta de tal provisão do minimo vital, nem a demora até em calamidade pública não são capazes de quebrar o isolamento horizontal e causar o caos, tem sempre mais um espirito de porco, para empurrar o próximo e o Brasil inteiro para o precipício.

Apresentada a canalhice. Vamos ao que podemos fazer:

Mesmo que você não se enquadre no benefício, você pode fazer algo que não tem preço nem paga:

Informar e manter informado o maior número de pessoas que você conheça e confiem em você saiba que se enquadram nele.

Sobretudo aquelas que não entendem muito bem o juridiquês, ou as vezes nem o português mais formal, ou seja traduzir.

E mantê-las constantemente informadas, e a disposição como canal aberto de comunicação para que possam esclarecer qualquer dúvida numa linha direta, seu zap, cel, caso recebam informações de fonte duvidosa ou até se passando por oficiais.

Sim, felizmente os beneficiários de Quatinga Velho tem essa linha direta conosco e podem fazer esse confirmação. Uma das beneficiarias recebeu informações falsas, (fake news), de que já poderia ir buscar se cadastrar. Se por má fé ou não. Não importa. É preciso não só correr contra, ou concorrer, é preciso neutralizar esse tipo de desinformação, com serviço de contra-informação. Canal direto, linha direta, pronta resposta (1 minuto). E desfazer quem para propagar consciente ou não o caos e a discórdia.

Algumas pessoas tem no ReCivitas essa rede. Outras pessoas não. Demais Organizações da sociedade civil, igrejas não negacionistas, cidadãos conscientes e esclarecidos, ou seja que sabem o que estão falando, podem fazer esse papel voluntário não só de esclarecer quem eles já conhecem.

Notem que bem o que disse: Esclarecer QUEM ELES CONHECEM. JAMAIS SE DISPOR A ESCLARECER QUEM NÃO CONHECEM. NÃO. NÃO. E NÃO. NÃO SE COLOQUEM A DISPOSIÇÃO PARA PRESTAR ESCLARECIMENTOS SEM SABER QUAL SERÁ A DEMANDA. JAMAIS.

PORQUE VOCÊS PODEM GERAR UMA DEMANDA QUE NÃO PODERÃO ATENDER, NÃO POR FALTA DE CAPITAL (CONHECIMENTO), MAS POR FALTA DE TEMPO E BRAÇOS.

SEM PERCEBER TERÃO FEITO PRESTADO UM DESSERVIÇO.

OU SEJA TERÃO CRIADO (SEM QUERER) UM SERVIÇO DE DESINFORMAÇÃO. ONDE QUEM BUSCA ESCLARECIMENTOS ENCONTRA O QUÊ? NADA.

É como dar um site sem conteúdo, uma carta sem conteúdo. Ou um endereço de IP, ou rua, que nem é o errado, mas está vazio ou cheio de mais. Dá no mesmo. Quem de fora fica, foi roubado em tempo, que poderia ser usado para buscar em outro lugar. Isto inclusive pode ser feito de proposito. E não importa se por erro ou maldade. É preciso evitar que por erros de comunicação, organização ou sabotagem as pessoas terminem ou aguardando sem receber a informação que tanto precisam para poder chegar até o beneficio. Isso é um ajuda que podemos dar desde já. Com qual informação: AGUARDEM.

Algo que se pode fazer de casa. Com um telefone. Gerenciando algum tempo. Lembre-se não só para informar. Mas para eventualmente receber. Uma ligação a qualquer tempo. Porque tempo não é dinheiro. Mas também é doação de trabalho e dependendo da qualidade tão ou mais valioso que a qualquer paga.

Por suposto o governo irá em breve cobrir esse gap entre a divulgação do programa e estabelecer ele próprio todas esses procedimentos. As agencias governamentais na medida que for identificando os beneficiários em potencial que tem o cadastro e o contato, irá estabelecer todos esses procedimentos de comunicação, nem que sejam feitos por disparos de robôs, (não servem só para atazanar a vida com telemarketing). Inclusive toda vez que não só tiverem noticiais, mas que detectarem pela própria comunicação dos beneficiários que há tentativa de hackear ou sabotar o sistema, na comunicação e logística. Isso é básico da teoria de comunicação, informação inteligencia e organização. Quando querem e sabem como a coisa seja feita. E querem. Tem que querer. Não são loucos. Não todos. Sem ironia. O problema é fazer isso a toque de caixa, improvisando. Não é fácil. É preciso dados.

PARTE II

Logo eles terão o cadastro também dos descadastrados, e colocando para funcionar poderão estabelecer toda a logística de transferência de dados e recursos do programa também para estes. No que é só transferências de dados, ou seja cifras e códigos mais fácil. No que não, nem tanto. Assim como no que se refere a quem não poderá ir até as agencias, nem sequer para se cadastrar nem para dar conhecimento que existe, que dirá que pegar o recurso ou receber o recurso. Na verdade o problema é um pouco mais profundo ou complexo. Será preciso ir até pessoas que nem se sabe e tem ciência (e nem nunca se quis ter) de que existem.

Será necessário fazer o que nunca se fez a busca pelos excluídos entre os não incluídos. Salvo quando eles surgem nas estatísticas negativas, desaparecidos, mortos. Ou desaparecem delas. O que dificulta ainda mais. Em territórios que nem sempre o estado está presente de fato, e quando adentra não consegue atuar de forma positiva que dirá fazer levantamento de dados para planejar uma ação efetiva com ciência e consciência para o bem de toda a coletividade, a começar dos próprios indivíduos da localidade as vezes que nem consta no mapas ou mapeamentos ou indexações de dados. Porque estou falando isso. Porque estou aventando esses problemas? Para dizer que teremos que estar prontos para ajudar, principalmente os assistentes sociais que serão a nova linha de frente e vanguarda quando ou se esse programa começar a funcionar mais efetivamente para as pessoas mais carentes entre as carentes. Aliás coisa que as para variar a sociedade e as pessoas mais pobres já estão fazendo enquanto quem mais pode e tem o poder só fala e pede umas para as outras fazerem algo. É e sempre foi assim que o mundo funcionou.

Seja com palavras de conforto, ensino, ordem, ou fazendo na prática. É sempre a mesma coisa. Uns prevaricam e protelam até não poderem mais enquanto se batem e debatem para ver quem vai levar o crédito e quem vai pagar a conta. E outros agem e fazem enfiando a mão no bolso e na massa sem pensar duas vezes. Uns carregam o andor. Outros saem para tentar faturar e comemorar na maior das desgraças. Enquanto não for com ele. Só quando os outros rirem de mim, não do outro.

Um complemento agora desnecessário, mas quem sabe no Futuro Próximo ajude.

PARTE 3

A busca pelos excluídos entre os não incluídos

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O fato é que enquanto estivermos em isolamento social, e tivermos redes de telecomunicação e bancárias funcionando tudo que poderemos fazer é isso ajudar com repasses de informação e recursos fidedignos na medida das nossa capacidade de tempo e dinheiro. E cobrindo, o que agora faltar.

Salvo alertar sem alarmismo o que deve ser feito. Até porque devemos ficar tranquilos que eles já devem estar preparando tudo isso.

Então primeiro, assim se ou quando colocarem a disposição da população o sitio eletrônico para que particulares, coletivos ou associações mesmo aquelas que não atuam próximas ao governo sobre pessoas em possível estado de carestia e vulnerabilidade que no caso nem sequer mais, ou já antes, não podem se locomover para dar essa informação in loco. Ou sequer pedir socorro por telecomunicação.

Eles poderão agir em cima do que precisam: informação devidamente checada possam comunicar as pessoas em estado de carestias e vulnerabilidade que não tem condição nem de se cadastrar, logo portanto nem sequer de se locomover até as agencias.

Assim cumprindo isolamento social muitos nem sequer sabem viram e por definição da invisibilidade e falta de representatividade, ou voz ou lugar de fala na sociedade dessas pessoas que é nenhum, logo completamente desconhecido, estarão devidamente preparados para efetuar a busca ativa, como os agentes e assistentes sociais devidamente protegidos para não se contaminar porque serão a nova e outra linha de frente, e vanguarda da sociedade. Que não podem cair. Aliás poderão terão como a logística dessa busca poderão inclusive atender as pessoas que não poderão sair, que hoje já estão a ser atendidas pelas redes de solidariedade mutua comunitária que se organizaram para entregar tais provisões.

A maior dificuldade não são como atender os que estavam cadastrados. Mas os que não. A busca pelos excluídos entre os não incluídos. Que são como os próprios casos subnotificados do novo coronavírus, ou a miséria que desapareceu nos períodos de ufanismo do fim da miséria. Aquela miséria que todo mundo sempre soube que todo mundo sabe que existe, mas ninguém sabe onde está, ninguém viu, ninguém falou com ela, ninguém ouviu, não apareceu na estatistas turbinadas, salvo nos desaparecidos, sumidos, não comunicados, enterrados como indigentes, em vilas e cortiços que não aparecem nem constam nos mapas, em quebradas que wazes da vida mostram ou não mostram o que deveriam como os mapas a realidade.

Enfim, o mundo real, no campo e nas urbes, e não o de papel das representações e atuações para a bolhas aplaudirem. Onde quem governa, não é estado. Mas a falta não só dele mas da sociedade. E logo de portanto de dados, de acesso aos dados, e de meios para acessar sem intermediários ou segurança tanto os dados quanto as pessoas, sejam para quem faz a ponte da comunicação, quem faz o atendimento, a guarda, mas sobretudo não se esqueçam jamais disso, para quem deveria ser atendido e fornecer os dados, corretos, mas assim como o inverso é verdadeiro, não confia. E a pergunta que se não for feita sem ideologia nem fundamentalismo é: deveria?

Existe uma razão matemática também nesse processo: quem governa de fato é quem detém a posse de fato e não a de direito, incluso em termos governamentais sempre. Logo é sobre esses termos reais e não decreto-virtuais que o programa deve trabalhar. Porque não é mais para produzir dados para finalidades outras, mas resultados sócio-humanitária. Uma lógica completamente distinta da tecno-burocrática. O objetivo não é censorar, nem fidelizar, nem capacitar para o mercado, mas de fato livrar a pessoa da privação sem NENHUMA CONDIÇÃO. E isso não é a mesma coisa que remover condicionalidades. Esse é o problema do hierarquista e estatista, é ausência de ordem, quando em verdade é o oposto, é trabalho pesado de educação dentro do própria lógica e logística operacional do programa desde a comunicação até a efetivação dos métodos e processos e tomadas de decisão e gestão. Caso contrário. Dá no contrário. É por isso que não funciona. Não peça para uma lobo fazer o trabalho de um pastor. Nem vice-versa. Nem um Galo chocar. Ele canta, ele briga. Mas botar ovo, ainda por cima em pé. É loteria. Bem, Deus é Brasileiro. Até porque não há o que o brasileiro não consiga escrevem mesmo o analfabeto pelas linhas tortas e quebradas dos seus falsos salvadores.

Em certos lugares o Estado não está presente, mas sabe quem governo e tem contato. Tem como entrar e sair. Desde que entre em acordo com os verdadeiros donos de fato que ele sabe que não é ele, o meramente de direito para efeitos espetaculares às burguesias de direita e esquerda seus contribuintes em geral néscios e felizes por não saberem de quantos ossos é feita sua linda canoa condominial. Tradução para esquerda bacurau e direita semi-nazi: seu mundo é cenográfico. Fora da bolha, polícia e ladrão, ativista e general sabem só ninguém te conta, e mesmo contando ninguém ouve, salvo quando o esgoto vaza. A vida é isso que vocês estão vendo agora, não saber se vai sobreviver ou não amanhã, se vai morrer de doença ou de fome, vai ser trancado, ou solto. É insegurança em seu estado total ou se preferir totalitário que mata todas as liberdades que as pessoas não conseguirem garantir se não conseguirem se comunicar, entender, organizar, parar de atacar e se unir. Em torno de uma grande líder? Não isso é ainda é selva. É macacada ou se preferir os grandes primatas. Mas sociedades. Contratos sociais.

A bem da verdade mesmo que ninguém a veja ou vendo não comunique nada. Hoje não é um impedimento fatal, nem capital para que o governos não os mais bem aparelhados tecnologia de telecomunicação e computação da metadados cheguem até ela, mesmo que os dados que possuam sejam ruins, duvidosos, ou sistemas de georreferenciamento com baixa cobertura e qualidade seja de antena e satélite como o Brasil.

Existem uma série de técnicas de cruzamento de dados da condição da própria arquitetura urbanismo, cruzadas com os índices de doenças na própria população que permitem projetar a probabilidade tanto da incidência das pessoas em condição de miserabilidade ou vulnerabilidade invisível já presente ou futuro, quanto da própria expectativa de vida dessas populações em geral ou especifico, quanto surgem mágica, ou quântica(titativamente) nas planilhas de outros dados como as taxas de mortalidade por exemplo. Como agora o objetivo não é mais não vê-las nos dados, mas o oposto. É possível encontrá-las, nas brechas nos intervalos. lacunas e incoerências que esses dados deixam. Como zona de maior probabilidade. O que por si só, aumenta as chances e otimiza as buscas sobremaneira se a intenção é de fato, acabar com ciência e consciência como toda a pobreza e a miséria das pessoas a vagar. E não com os pobres e miseráveis. Para isso a técnica da cegueira seletiva, do não sei não quero saber e tenho raiva de quem sabe, embora mais lenta que os fornos também funciona, e não pesa na consciência não dos inconscientes que podem até ter ciência do que fazem, mas não tem industria nem para produzir riqueza que dirá a miséria em seu estado de máxima otimização e velocidade: o genocídio em massa. Não, aqui Brasil não é Alemanha. Para o bem ou para o mal é sempre um caos que até quando é planejado é imprevidente e improvisado. É Brasilia, não é Mercedes Benz. E o fusca para quem não sabe é igual o Ministro, não é fabricação própria é fora de linha e refugo e lixo importado.

As organizações de base, prefeituras precisam com a mesma urgência e emergência que comunicaram antes de enviar, deixando a brecha, acalmarem as pessoas. Manterem a linha direta com as pessoas que vão receber o beneficio. Ou podem tanto elas mesmas provocar uma correria, ou pior serem sabotadas, por quem vai enviar informações falsas, provocando correria e estourando bases que não estarão preparadas para atender a demanda que não conhecem ao certo. E que não tem pessoal suficiente para atender.

Os cidadãos comuns e as organizações sociais podem ajudar, fazendo isso voluntariamente provendo o serviço de contra-informação para neutralizar o ataque da desinformação para causar o caos e explosão do sistema nessa guerra hibrida, porque para quem sabe a miséria é caos no Brasil nem quando o ataque é por infecções oportunistas e desastres naturais ou seja por causas naturais é só feito de improviso. Há sempre outros parasitas oportunistas tramando e atuando, para tentar vantagem da situação de dentro ou fora das falhas da enorme buro-tecnocracia e falta de (des)inteligencia do sistema operacional e logístico sociocultural do Brasil completamente desprovida de neuro-linguagem empática integrada. Falei em grego? Traduzo: tem sempre um filho da puta pronto para aplicar um golpe nos buracos que a processos jus-burocráticos abrem, perdão, deixam nas duas pontas da relação.

Vai ter gente, portanto que vai continuar sem acesso, porque não só a informação nem a grana chegará até ela. Mas porque ela não poderá chegar até informação que dirá até a grana. Existe um abismo comunicação entendimento entre dois territórios. Dois Brasis. Bacha explica. Um é a Bélgica. Outro é a Índia. E o cidadão não entra na Bélgica. Nem o da Índia entre na Belgica. Quem entra? Quem sai? Quem governa de fato? Quem sobe, quem desce? Armado ou desarmado? Quem cruza a fronteira dos campos de concentração? E com que credencial? Um fuzil? Um crucifixo? Um jaleco?

Qual é a moral, qual é a autoridade? Qual é o credito que compra, qual é a moeda que nem sempre se compra com nem se vende com as moedas de Cesar? Nem só com promessas quebradas. Ou ao contrário, nem entra se não tem a cor certa, a roupa certa, o título certo, os contatos, os esquemas, os privilégios, e os foros. Como é que fica a arquitetura dessa selva de pedra, dessas guerra urbana da logística na esfera do real, e não nos planos do parlatório e planilhas? Põe na conta do Papa?

Como ficam os assistentes sociais que já estão na linha de frente? Na vanguarda como os médicos sem equipamento de proteção. Ou não vão? Vão para a retaguarda. aguardar passivamente que as pessoas venham até os postos? A que razão? Freqüência? Como coordenar a ação e a comunicação, neutralizando a interferência no ruido tanto da desinformação, quanto do trasporte seja dos valores das cifras ou códigos? Como rastrear os hackeadores tanto virtuais quanto na rua, pronto para interromper a cadeia operacional e logísticas seja da busca ativa, o rastreamento de quem precisa e não ir até a montanha. Como proteger esse sistema que antes de ser redistribuição de renda o é do informação e lógica-istica em tempo real.

Resumo:

A parada é o seguinte. Quem é capaz de decifrar essa bosta, que são as leis, precisa ajudar a traduzir para gente analfabeta. Sem alarmismo, porque senão você vai provocar sem querer o mesmo efeito que os terroristas, pânico. Corrida as agencias. Se conhece alguém que precisa e se enquadra, mas não pode ir até as agencias, precisa comunicar ao sistema, porque senão ela vai morrer esperando pela ajuda.

Planejadores, precisam disponibilizar a busca ativa. Começar a providenciar o sistema de informação para que as pessoas possam fornecer esses dados. Isso é um serviço não para burocratas é para bombeiros, paramédicos e assistentes sociais. Eu? Eu, não. Não ponho mais a mão nisso aí. Não sou charlatão. É preciso dados. E dados, ontem. Não amanhã. Não prometo o que não posso entregar. Quando pagamos a renda básica em Quatinga Velho por exemplo para evitar o fracasso, que experimentamos em Paranapiacaba. Primeiro pagamos e depois comunicamos para as autoridades interessadas tanto as grandes quanto pequenas. Para evitar, mal entendidos ou falhas na comunicação. Hoje não é possível errar para acertar. Mas vão errar para acertar de qualquer forma. Já estão, não fazendo. Já estão demorando. Já erraram de novo. Ao estabelecer como emergência. Mas não podem errar em não estabelecer busca ativas. E em hipótese alguma podem recuar agora. Ou demorar cada dia mais.

Assistência Social não é um balcão de banco ou corpo

E não vão poder se fazer de cegos e surdos. Nunca mais. Vão ter que ir até onde ninguém entra, ajudar gente que sequer aparece no sistema, em lugares no campo e cidade que para todos os efeitos não podem mais não existir. O mundo do invisível. Porque eles não querem ver nem tratar. ACABOU.

Pelo menos para mim. Que não tenho muito mais a dar nem acrescentar, salvo mais batatas e abobrinhas, ah…e não esquece: o molho é a gosto do fregues.

Resta saber como será o fim dessa história. Ou quão lento e doloroso será o recomeço. E para Quem. Por quanto tempo…

Ou melhor :

De quem, por quem e para quem.

PS:

Não dá para contar, não dá para esperar, temos que ir nos ajudar e fazendo antes, durante e depois sempre. Tanto faz se é prevaricação, incompetência, imprudência, imprevidência, ou aposta no caos, ou falta de capacidade, mesmo… o governo põe a culpa falta de solidariedade das grandes fortunas e oposição, e elas na incapacidade do governo, é um jogando no vácuo e fazendo par com o outro. Vão levar o povo brasileiro e o Brasil para a vala. Ou o povo pára de esperar a ajuda e se ajuda, ou vai morrer tanto faz se trancado em casa de fome ou contaminado nas ruas. Com eles juntos batendo cabeça é sempre win-win para eles. E morte para o povo.

O povo não pode parar o corre, já eles… correr que é bom nada

E NÃO ADIANTA NEM RECLAMAR. PORQUE MESMO QUE NÃO FOR MALDADE. É IGNORÂNCIA. E SE NÃO FOR NENHUMA DAS DUAS É O PIOR, ELES NÃO SABEM COMO FAZER, PORQUE AINDA NÃO ENCONTRARAM UMA FORMA DE IMPROVISAR. ATÉ PORQUE NÃO DÁ TEMPO. E O TEMPO QUE RESTAVA PERDERAM. E O QUE JÁ NÃO TEM CONTINUAM PERDENDO.

ENTÃO NÃO PERCAM MAIS ESSE TEMPO ESPERANDO. NÃO ESTOU FALANDO DE QUATINGA VELHO, ESTOU FALANDO DE ORGANIZAR REDES DE SOLIDARIEDADE ENTRE AS PESSOAS DA SUA COMUNIDADE IMEDIATAMENTE. QUEM TEM MAIS AJUDA QUEM TEM MENOS COM O QUE TIVER A COMPRAR O QUE PRECISA, FAÇAM VOCÊS MESMO OS FUNDOS E AS TRANSFERÊNCIAS DE RENDA ENTRE VOCÊS. NÃO SEJAM IMPREVIDENTES COM O PRÓXIMO PORQUE O PRÓXIMO AGORA PODE SER VOCÊ. ISSO É A VERDADEIRA REDE DA RENDA BÁSICA PRIMEIRO EMERGENCIAL, DEPOIS UNIVERSAL, BASTA NÃO PARAREM NUNCA MAIS. NÃO SE ESQUECEREM NUNCA MAIS DO QUE ACONTECE QUANDO NOS ESQUECEMOS UNS DOS OUTROS.

São agora 17 e 55 minutos do dia Primeiro de Abril. Até os Bancos (incluso os falidos receberam grana mais rápido). Agora é com vocês. Ou vai pedir pro SS ou pros Marinho é café maior…

Mas espera sentado, porque quem espera e canta sempre alcança…

E deixa prá lá…

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X-Textos: Não recomendado para menores de idade e adultos com baixa tolerância a contrariedade, críticas e decepções de expectativas. Contém spoilers da vida.

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