Ei, George! Que bom te “ver”, por aqui, amigo! Qualquer hora precisamos nos ver de verdade, para trocarmos algumas ideias, inclusive sobre democracia direta (que esquentou na França inclusive como demanda de alguns coletes amarelos).

Fico feliz que tenha gostado do texto, e grato por suas observações. Mas gostei ainda mais dessa verdadeira sinopse do que sem dúvida poderia vir a ser o roteiro para um filme distópico. Sei que você tem trabalhado muito, mas sinceramente, acho que é uma ideia muito promissora que se tiver algum tempo livre, valeria a pena investir mais. Eu mesmo gostaria de escrever algo assim, mas me falta imaginação, entre outras coisas tão importantes quanto para construir uma boa narrativa. Mas que fazem falta narrativas nessa linha que falem sobre futuros e presentes alternativos, utópicos e distópicos, especialmente sob a ótica ao sul do equador, isso fazem…

“Ao contrário de distopias como 1984 onde o Big Brother integra obrigatoriamente os indivíduos como necessidade econômica de uniformização e controle, o novo Big Brother da hipo-utopia faz o inverso: exclui compulsoriamente. Esses redundantes devem “desaparecer”, seja física ou virtualmente.” — (trecho de “Ao Sul do futuro: hipo-utopia no cinema de ficção científica” de Wilson Roberto Vieira Ferreira)

De qualquer forma, é sempre bom trocar com ideias com você, sobre os mais variados temas, meu amigo. Precisamos fazer isso mais vezes, mas virei literalmente um bicho-do-mato; mea culpa.

Abraços, e que nos vejamos em breve

Marcus

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X-Textos: Não recomendado para menores de idade e adultos com baixa tolerância a contrariedade, críticas e decepções de expectativas. Contém spoilers da vida.

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