Discurso de Greta na ONU: A questão não é o que essa nova geração está cobrando dos governos, mas o que eles (e nós) estamos querendo delas (com isso tudo).

A nova cruzada de crianças na linha de frente: A ambiental

“Vocês roubaram meus sonhos e infância”, disse Greta na ONU… Trump “ironizou”, Bolsominions contra-atacaram das formas mais baixas imagináveis. e eu fiquei a imaginar o que Àgatha diria…se ela fosse branca, tivesse voz e ainda estivesse viva.

Só que não. Imediatamente fui obrigado a suspender meu raciocínio, porque o bombardeio de lixo da guerra de informação e desinformação é tão massivo que qualquer manifestação, mesmo que espontânea, sincera ou extremamente refletida não passa disto, mais munição, a esse jogo sujo, baixo, fundamentado, na desconstrução, desentendimento, discórdia e sobretudo falsificação descarada não só da deturpação dos fatos com narrativas, imagens, memórias completamente falsas, mas dos discursos e pessoas alheias em tempo e espaço. Processos de falsificação e apropriação cultural, loucuras e insanidades e histerias coletivas que no passado precisavam de décadas ou séculos para serem semeadas, plantadas e cultivas como processo de fidelização a um servo-idiocratização, hoje graças a evolução não só dos métodos e processos mas da automação da industria da imbecilização servil em massa, não só são fabricados e disseminados na propagação da velocidade da informação, como mantidos muito além do que um mero surto de pânico e ansiedade, mas perpetuados como deve ser uma protocultura pelo tempo suficiente para introjetar o terrorismo e a doutrinação como a nova esperança de salvação e retorno à normalidade.

Porém inversamente ao poder da globalização da internet há um empecilho igualmente gigantesco a essa nova revolução industrial de massificação dos povos, a própria desigualdade de capitais e condições reais de vida. De modo que quando você assiste a esse pequeno recorte e amostragem da realidade do mundo na ONU, ou mesmo nas ruas, a se manifestar, há que se lembrar dos outros mundos não que embora não sejam donos das mídias nem corporações privadas ou estatais e seus capitais ou rendas correspondem há muito mais do que a ínfima parcela da população do planeta super-representada por esses superpoderes armados e midiáticos.

Gente que embora todo esforço de manipulação para que se engaje e identifica seja com um lado ou outro, não se identifica em nenhum deles, até porque nem pode, seja porque morre em campo e fábricas, seja porque morre baleada ou em bombardeios, seja por essas ricas ou pobres nações. Uma massa de bilhões não sub-representada, mas literalmente invisível, perto dos milhões que desfrutam do ócio e negócio de parlamentar e se manifestar. E que estão cada vez mais conectada às cadeias globais sem contudo estar livre das suas privações. Gente portanto que ao ouvir não só Trump ou Bolsonaro desdenhar da infância e dos problemas ou sonhos destruídos de Greta não consegue se solidarizar com Greta, ou suas preocupações com o meio ambiente que se vê queimar, quem queima viva é ela e não Greta. Mas porque está justamente preocupada com isso em não ser queimada viva, ou levar um tiro no peito de exércitos de gente como eles, ou pior que financia não só Trump e Bolsonaro, mas também quem concorre contra eles, os mesmos grupos que bancam as causas de Greta. Ou seja, banca os dois lados, para não ganhar mas perder nunca. Ou seja bancam qualquer lado que defenda seus interesses, e nunca daqueles dos quais e de onde esse interesse é extraído, e que portanto não por acaso nunca tem voz.

Então antes do que entendo pelo x da questão, ao menos da nossa realidade emergente e urgente, vamos definir as outra variáveis e constantes mundo afora, que afinal de contas também é nosso, não? Ou será que a mão do bem comum incluso o já capitalizado, e faz tempo, é mão de via única? Pergunta meramente retórica. Voltemos a assembleia da ONU. E a pergunta que me intriga: Porque uma menina e crianças estão na linha de frente e os adultos a enfrentar Trumps e Bolsonaros e os adultos da velhaguarda, não só os covardes, mas os pagos para isso, na retaguarda? Outra pergunta como pretendo explicar meramente retórica.

Não sei se depois de 4 anos eles não entenderam como funciona a dialógica do Trump e suas imitações genéricas. Sinceramente creio que sabem mas fingem perplexidade para trocar figurinhas. Pois se tratassem seus interesses nos negócios corporativos ou particulares como fazem para defender seus supostos compromissos com as causas ditas humanitárias ou planetárias já estariam falidos. E quando digo eles, não estou me referindo obviamente a Greta, nem aos movimentos ambientalistas, que direita nazifascistóide faz questão de juntar e misturar tudo num mesmo saco das suas pregação paranoico conspiratória, progressista, esquerdas, anarquistas, ambientalistas, globalistas, comunistas, corporações, financistas, partidos, religiões enfim misturando e confundindo sob o termo genérico de globalismo, na melhor cartilha dos protocolos dos sábios de Sião. Estou me referindo especificamente a quem controla este palanque e microfones tanto da ONU, quanto das mídias e redes mundias que repercutem e retransmitem o confronto nessa arena, frequentada por Trump, Putin, Xi Ping, seus satélites, advogados e cias. “Eles” portanto é um sujeito definido, quem controla não só o lugar de fala, mas sobretudo o espaço e tempo de voz de cada um que passará a ser conhecido como o representante de um povo ou causa, se é que não fizessem isso de forma planeja e calculada já estaria pobre, falida e faz tempo e não um levantando a bola para outro chutar e eles capitalizarem como estão fazendo exatamente agora.

Se por exemplo ele perceber que uma pessoa tem dificuldade de enxergar ele não vai poupá-la disto, mas pelo contrário, vai atacá-ta exatamente por isso, nesse flanco tanto no campo de batalha das narrativas, quanto da guerra. Por que esse já é o primeiro erro, pensar que seja no debate ou na vida, se um não quer dois não brigam. Não se deixe enganar, quando um parte pra cima, e outro não tem mais tempo nem sequer de fugir não vai ser nem mais perseguição, mas espancamento, massacre, linchamento, estupro e extermínio covarde sem a menor chance de defesa para a vítima.

Se for uma criança, será por ser uma criança, se for um velho por ser um velho, se for uma pessoa em condição mais vulnerável justamente não apesar disso, mas justamente por isso, é lógica do predador, que numa manada não busca a presa que julga mais forte, mas sempre ataca aquela que tem menos chance ou condição de se defender ou fica para defender seus filhotes, em geral, mãe e a criança. E assim por diante… pedir ou mesmo implorar por respeito a dignidade humana, quando se enfrenta quem se vale fascistas e nazistas, quando lógica é justamente a inversa. Eles não ignoram ou desprezam diferenças, eles as identificam e exploram, discriminam, apartam humilham, segregam, apartam, e enfim eliminam. De modo que onde as pessoas enxergam e sentem injustiças carências, carestias, eles enxergam vulnerabilidades, oportunidades, e fraquezas e sobretudo inferioridades para impor supremacias e fazer prevalecer potencias e hegemonias.

Um bebe chorando, uma criança reclamando, e sobretudo um adulto precisando de ajuda, não senão um fraco a provar sua teoria supremacista, que ele vem primeiro, e os demais são inferiores e merecem nada mais que morrer senão a minguá, por outros métodos e processos mais rápidos baratos e eficientes. Fosse uma massa de refugiados famintos a bater na sua porta e pedir abrigo e comida, aos olhos de ambos são como se fossem os fugitivos de um campo de concentração nazista, porém um quer que ele volte para sua marcha forçada e cumpra sua predestinação bem longe da terra matter, outro quer exatamente como solução que nem ele sabe.

Logo não importa que seja uma menina portadora de síndrome de Asperge, poderia ser uma velhinha judia em cadeira de rodas sobrevivente do Holocausto, um refugiado de guerra ou de um furação, nada disso serviria de escudo, mas pelo contrário aos olhos de Trumps e suas imitações by Bannon como Bolsonaro não passam de flanco para tática do ataque e pior de estratégias de racionalização de porque estão praticando tal covardia. Uma das muitas táticas usadas por nazistas e fascistas que não atacam uma pessoa apesar dela não poder se defender, mas justamente por isso. E nisto construíram a sua perversa ideia de primazia supremacista, baseada numa leitura distorcida da lei do mais forte, porque aquele que não pode atacar ou não se defender, a si ou sua casa e terra, mesmo que rendido, pacifico, ou inofensivo deve ser empregado como escravo em ghetos e eliminado depois, ou mesmo antes se, ou , quando já se nem para isso mais prestar para eles. Por isso se diz que Trump e afins são neonazi, protonazi, porque além de enxergar o resto do mundo de modo bastante similar, não poderiam deixar de refletir em suas retórica e propaganda.

De modo que a pergunta não é o que Trump e seus lambedores de botas querem, porque Trump e seus seguidores já disseram o que querem. A locomotiva na frente e os vagões atrás. Mas sim o que a Greta quer com os governos da ONU e partir deles do mundo, mas sim o que os governos da ONU querem da Greta e a partir dela do mundo.

Porque ela só quer os canalhas que não sabem ou fingem que não sabem. Já o que eles querem eis a questão. E conforme meu amigo imaginário bem colocou: “o que eles querem ao colocá-la nesta arena com o maior número de estatopatas, genocidas e latrocinas pedófilos e advogados do diabo legalizado por m² da face da terra sem contar, é claro, o dia a dia do Pentágono, Vaticano, Kremlin, Wall Street e afins? O que eles querem nessas assembleias onde os praticantes dos piores tipos de crime contra a humanidade e meio ambiente estão justamente amparados mutuamente pelo monopólio da violência, dissuasão e cooperação mutua para a discórdia, pilhagem e servidão, inação e alienação dos povos? Isso é o que eu gostaria de saber.”

Calma, meu amigo, revoltado. Não seja tolo. Acabar de vez com a ONU que cada dia serve para menos, não serve para nada, ou pior só serve para abrir caminho para coisa pior ainda. Olhe para história e entenderá o esforço de um Rui Barbosa.

Se há uma coisa boa nela é justamente tudo que ela tem aparentemente de ruim: pois pode ter certeza de uma coisa enquanto as potencias estiverem ainda reunidas para se bater e debater nessa arena eles não vão fazer nada, exceto continuar a não fazer nada, isto é parlamentar. Um bom e um mal sinal. Mal sinal de que estão reunidos para não fazer nada de bom. Bom sinal que estão reunidos para não fazer nada de mal… por enquanto. E vindo de quem vem, coloca bom sinal nisto. É o melhor que se pode esperar de governos. Nada é por algum tempo. Ou seja, tréguas. E não paz. Então eis a única coisa sã a esperar deles que não façam nada, de preferência cada vez com menos armas na mão e gastando menos dinheiro ainda.

E se você então estiver se perguntando porque diabos as pessoas lucidas ainda tem um? O problema não são as lúcidas, a resposta é simples: o problema não são as lúcidas mas as insanas. Difícil não é explicar à gente sã, consciente e inteligente de que armas, governos e idolatria é uma ideia estúpida e idiota, e que todos podemos viver livres e em paz e mais ricos sem eles, difícil para não dizer tão impossível é explicar aos idiotas em geral fanáticos alucinados e furiosos. Algo quase tão impossível quanto ensinar um gorila a tocar uma sinfonia, sem antes ser morto. Pois há quem diga que nem amarrado por um tempo infinito macacos aprendem a tocar piano. Mentira, macaco vê macaco faz, incluso nós, os de ternos e gravatas, e não precisa de tempo infinito não, mas só do tempo e espaço, ou seja, desde que justamente não esteja preso a nenhuma amarra, cadeia, concentração, corporação ou arcabouço.

O que vemos e convenhamos não é fácil, vide onde deu o sonho da liga das Nações Mui Unidas, antes de virar isso aí, a ONU.

Logo como a ONU é uma invenção recente, e considerando o histórico da humanidade tenha certeza de uma coisa: se eles pararem de parlamentar e resolver mesmo fazer alguma coisa: a probabilidade estatística dificilmente penderá para a paz, mas resoluções bem mais armadas, amplas e generalizadas dos conflitos, por que com ou sem ONU, tais resoluções nunca foram abandonas salvo é claro, para as grandes potencias que mandam na bagaça e vetam tudo, contra si e seus aliados mais próximos leia estratégicos. O STF do bagulho. Quando querem fazem, ou como diria Mano Brown:

“(…) Click plau plau plau e acabou

Sem dó e sem dor, foda-se sua cor

Limpa o sangue com a camisa e manda se fuder

Você sabe por que, pra onde vai, pra quê(…) — Racionais, capítulo 4 versículo 3

E Aleluia, irmão, porque como disse bolsomito a verdade a vos libertará… a na bala. E você achando que inventaram a ditadura das verdades alternativas ontem. É, vai nessa onda, ou na outra…

Em mais um show de superação da sua pusilanimidade as múmias donas não só do mundo, mas, dos palcos e microfones dele, e claro, das holofotes que retransmitem showbusiness, colocam não só uma criança mas várias, para fazer o que eles não tem coragem de fazer, enfrentar e dar a cara a bater por Trump e seus lambe botas, como Bolsonaros e seus exércitos de neofacios, porque nas ruas é uma coisa, nas arena deles é outra. E lá não entra ou melhor entra, eles e os desavisados. Porque não se engane pela grandiosidade do espetáculo, nas casas de representação do poder sejam as domesticas ou internacionais não existem outsiders nem representantes do antisistema.

Porque os outsiders por definição, estão fora, assim como tudo que realmente é contra o sistema e ainda não foi apropriado pelo sistema sua versão comercial do outrora foi um movimento de base, social ou popular. Logo considerando que Greta, não tem malicia dessas velhos malditos não só pela juventude, mas porque está na vanguarda e não escondida na retaguarda no circo dos leões, a pergunta é: o que aqueles que atacam de forma suja e baixa estão usando para justificar os justos anseios e esperanças de quem não sabe se colocar no lugar do outro, mas sim, exatamente a oposto, o que querem aqueles que colocam os outros no seu lugar para lutar por seus interesses querem dela, das outras crianças do mundo e de todos nós, a partir delas. Proteger o meio ambiente? Colocando crianças para lutar para assumir uma obrigação que antes nossa e principalmente deles? Definida não por abstrações, por preconceituações e formulas absolutamente concretas, isto é: na exata medida e inversa proporção que poder e sua posse é responsabilidade, e a ausência de ambos não só é privação de liberdades, mas de possibilidade tanto concretas quanto de assumi-las naquilo que se chama: emancipação.

Uma palavra que apenas explica a separação, submissão não só de mundos, territórios, mas de pessoas e suas relações. Por exemplo, o adulto da criança que não goza de emancipação até certa idade. O adulto que nunca será completamente emancipado porque considerado desprovido incapacito de exercer seu juízo ou capacidades de tomada de decisão, será tutelado por toda vida, aquele que antigamente era chamado de débil mental. E até o adulto ou todos adultos de um determinada população que mesmo não possuindo nenhuma deficiência, salvo o de muitos permanecerem infantilizados por toda a vida, também não gozam de completa e plena emancipação seja como crianças velhas obedientes, choronas, mimadas, revoltadas sem causas, carentes, reprimidas, ditadoras, mas crianças que crescem, mas não amadurecem só envelhecem sem nunca se emancipar. Porque os mais mimados e mal-amados estão a governar a vontades dos outros, mas ninguém governa suas próprias vontades; e não governando, de fato não temos ninguém que seja propriamente senhor de si mesmo, mas tão somente senhor do outro, temendo virar servo; ou servo sonhando em se assenhorar de algum coitado. Um idiota por definição clássica, outro o idiocrata por definição contemporânea e claro avanço das técnicas, métodos e processos, e automação do próprio processo de domesticação das gentes, mas pode chamar de servo-idiocratização que de livre vontade ou voluntária portanto não tem nada, assim como o viciado em uma droga ou pior a cobaia não é voluntária de nenhum, nem manipulação laboratorial, nem muito menos laboral.

Porém todos fingindo que não são crianças e que são senhores de si, embora morram de medo uns dos outros e do gran finale: a morte? Não, a morte não é (o)nada, é pouco, com medo da perda de nada menos que tudo, a completa insignificância da sua vida, a completa nulidade da existência, o completo vazio, sejam conscientes disto ou não.

Então a pergunta, a sincera, não é o que os outros querem de você, mas o que você quer dos outros. Uma pergunta que se estende não só do eu ao outro, mas do eu ao infinito em infinitos nexos e suas conexões de interesses motivações e claro finalidades, onde os meios que são tudo que importa nessa vida, viram apenas os rastros do como dessa investigação dos porquês, para quem, para quê, e afinal de contas exatamente para o quê?

Desta pergunta você tem a resposta não da Greta e as novas gerações querem, porque isso elas não só já disseram, mas como ninguém nasce (ainda) de chocadeira, ou já um velho cagão e decrépito e portanto não esqueceu sabe a resposta, ainda que faça corpo mole ou se finja de surdo, ou de fato esteja todo carcomido e fodido, de tanto lutar e labutar, mas esse como a maioria das crianças que não vão tem só lugar de fala, mas não tem mais tempo e espaço de voz, duas coisas completamente diferentes, já não conta mais sequer como gente, não é solução é problema e será descartado em breve como tal: porque mesmo respirando e ainda o futuro já não lhe pertence, até porque como ele bem sabe na juventude que perdeu, ou romantiza, que nada nunca foi lhe dado como presente e o seu tempo de vida, ou pelo menos a grande parte nunca realmente lhe pertenceu, mas foi gasto realizando as fantasias e sonhos alheios.

Então não confunda a velhice ou a nova geração com as linhas de corte dos preconceptores das identidades alheias, por que geração assim como gênero, é algo que os outro só conseguem se apropriar e impingir a uma pessoa que ainda respira e inspira, que gostem ou não ainda está neste tempo e espaço justamente quando renuncia a participar dele e delega essa próprio definição a outrem. Esse não é velho, mas nem nasceu, ou já morreu, sem ter a chance ou saber, ou mais precisamente a ciência do que é estar ser e estar, e consciência do que é definir e manifestar eu sou porque aqui agora estou e não outro para dizer quem sou ou não sou, ou onde devo não só ficar ou ir, mas jazer ou vegetar, ainda que repleto de vontades, anima e portanto liberdade e vida. Para dizer qual é minha gene, minha geração, gênero não só para autodeterminar minha gênese, mas sobretudo para dar autosignificação para qual será o meu fim, mas pode chamar de causa ou razão do viver.

Por isso a pergunta não é o que Greta e estas novas gerações que se identificam com ela querem na ONU, ou da ONU, dos opositores de Trump e congeneres, porque ela já disse, mas sim o que todos querem não só dela, mas de você e mais de quem é o publico alvo desses discursos, narrativas. Quem eles querem sensibilizar e mobilizar? Outras crianças e jovens? Sensibilizar adultos mais mortos que vivos? Ou já sensibilizar os mortos vivos por excelência que não só não se sensibilizam com mais nada, como fazem da insolidariedade e falta de empatia que semeia como normose neurótica e psicótica a base da sua idiocracia como ditadura estatopática?

A que se quer colocando ou simplesmente deixando crianças tomem a linha de frente dessa batalha atual pelo direito que a elas pertence, mas como direito e não como dever de ir a luta, que pertence não só a nós mas de quem detém não só poder justamente sobre quem não é plenamente emancipado porque está sob sua guarda e tutela? O que portanto aqueles que detêm o poder delegado via prerrogativa do monopólio da violência nas jurisdição dos seus territórios hão de querem não mais só com adultos não plenamente emancipados, mas agora com os filhos destes ainda menos emancipados e portanto não só sob a tutela dos seus pais, mas a relação destes sob a tutela desses poderes? Um que se esconde por trás de crianças outro que não tem o menor pudor de passar delas, ao menos não das que não são as suas ou suficientemente brancas ou ricas para seus padrões. O que estas lideranças que nunca estão na linha de frente, mas sempre estão prontas a disputar palmo a palmo os seus cadáveres seja para se apropriar deles em seus discursos seja para pilhar seus corpos e terras querem agora novamente com infantes?

Porque não se engane, nem se deixe enganar eles tocam fogo apenas florestas e os seres vivos que nela habitam eles passar fogo, incluso crianças. Eles não querem florestas eles querem tudo e ainda que não taquem fogo nas florestas de lá, ou nas crianças de lá, eles não existam um segundo quando o escudo humano é feito de quem eles não consideram gente ou filhote bonitinho de gente de raça como eles, mas vira-latas. E não pense que é isso de nós contra eles não, porque o aqui e lá, acontece dentro de casa mesmo. Manifestação em favela não é manifestação nem de burguesia de direita, onde tem aplauso, ou de esquerda que tem porrada e bala de borrada. É faca na caveira, é tiro na cara no peito e se bobear nas costas sem sequer se manifestar só para não perder o costume e a mira. Manifestação em favela, quebrada, gheto, não tem cobertura de TV, nem Internet, não tem curtida, nem repercussão, não tem Duvivier, Chico, nem #LulaLivre muito menos Silvio Santos, Datena, nem #ClãBolsoSolto, tem é holocausto urbano, campesino e florestal. Um lugar onde a primeira preocupação não é com o meio ambiente, porque lá os habitantes não são vistos nem tratados como gente, não são os colonizadores, mas os nativos, não são os bandeirantes que missionários que carregam bandeiras e cruzes, causas e missões, eles não são os caçadores de gentes e riquezas naturais eles são a caça, eles são os meios, e recursos, os bichos seja na selva que está a ser queimada ou já no inferno de concreto e aço.

Mas não vou fingir que vivo lá. Porque se vivesse ou continuasse já estaria morto. Se é que já não morri e esqueceram de enterrar de vez e só eu ainda não sei, eu não me conformei com o meu devido não-lugar de fala, meu devido não-lugar de voz, meu devido não-lugar de insolidariedade, e inexistência que se faz tanto do calar da minha dor quanto da dor alheia. Portanto não esquecemos, nós que somos privilégiados, não só porque estamos vivos, mas podemos nos manifestar (ainda) mesmo que seja para os vermes que ao devorar nossas carnes e ideias, porém não como posteridade, não nos esqueçamos da cruzada ambiental destas crianças, porque são crianças. Crianças, e quem não consegue mais nem enxergar isso e cai no jogo das manipulação das origens, raças, terras e ambientes, gene, gêneros e gerações, nos eu e suas eugenias que deixe que eles introjetem e transmitam seus memes de ódio e desprezo, e diz que ela é manipulada ou pior idiota não percebe que o mais manipulado ainda é ele, porque inocente assim como o coitado não enxerga porque não quer ver, mas porque não pode, ao contrário do idiota que recusando-se suas próprias amarras que fazem dele um fantoche dos fantoches e idiotas é o mor, quando não o guru dos cegos e fanáticos a levar toda a sua manada para o penhasco.

Notem portanto que obscurantismo está apenas mais explicito nas hordas da direita, porque o desespero dita civilização cristã-ocidental frente ao avanço das potencias e impérios orientais russos, muçulmanos e chineses, quanto das hordas de invasões bárbaras e selvagens vindos das antigas colonias e províncias ao sul do equador a cruzar seus muros, e invadir suas capitais e metrópoles é gritante. E se a grande policia do mundo, recua em suas incursões os cruzados e cruzadas no mundo bárbaros dos mouros e negros e selvagens e pagãos deixando-os sua cultura, terra e sangue e sobretudo suas bancas e mercados sagrados desprotegidos e desprovidos das suas cadeias de recursos naturais e mão-de-obra escrava, então na guerra por corações e mentes dos seus warlords e landlors quem eles chamam para carregar o estandarte na vanguarda? Sim os infantes.

O público alvo prioritário das guerras não só pelo futuro, mas já do presente, massa de manobra, grande publico consumidor da sociedade da informação. Aliás não só grande público consumidor, mas objeto de consumo. Que o digam o youtube(google) que usam algorítimos para traficam vídeo de criança para alimentar todo tipo tara e vicio que se valem da exploração sexual da imagem delas, incluso o dos seus donos, por poder e dinheiro por qualquer meio criminoso necessário.

Desde que no final das contas somada perdas não superem as realizações inclusos das taras e fetiches especialmente pela trafico de mercadoria, incluso gente, e principalmente criança que pela lei da oferta e procura são “espécimes” raras em extinção, que nos clubes privés verdadeiras “iguarias” caríssimas, como carne de girafa, o preço não só de estar acima dos olhos e mãos da lei, mas da plebe rude, e que o diga ou melhor dissesse Epstein. Isto se não tivesse se suicidado… ou sido- ao hipo ou hiper critério do leitor de se noiar ou não com isso.

Mas teorias conspiratórias fora até que Harvards, MITS ou Princetons se apropriem dessas narrativas para falar do que antes era papo de utopista ou distopistas como se tivessem descoberto a America por geração espontânea e não que ela já estive lá por autogeração popular libertária, muito obrigado. Mas voltemos as suas simulações muito didáticas por sinal.

Olhando para seus cenários podemos ver que, neste sentido, quem se preocupa cá como os phds de lá, com os brinquedos caríssimos que são colocamos na mão de gente grande e mimada, e que se não é louca e limítrofe com certeza é deveras perturbada só por se bancar na posição que ocupa para causar terror e danos concretos com sua propaganda belicista e terrorista; podemos portanto ver, que não só o caos quando planejado tem suas causas razões e portanto agentes provocadores, como a contrarreação também.

E que como preocupação cosmopolita e planetária deveríamos estar mais preocupados em eliminar a razão pela qual o meio ambiente mas os seres vivos, incluso humanos é mobilizado e queimado em combustão a um fator irracional não só ao norte como sugere a simulação acima. Mas de fato como um todo. Porque antes de se explodirem mutuamente e até para poder fazê-lo terão as potencias que mobilizar e deslocar recursos naturais e gentes a uma razão descomunal para tanto, e olhe mais uma vez no mapa e adivinhe de onde eles virão? Incluso se for para só manter a essa estratégia de Destruição Mútua Assegurada como a velha política das guerras frias: a tal da dissuasão armada. Pois é. Papo de meio ambiente em assembleia onde o mapa-mundi é o da geopolítica read and loaded é falar de espeto de madeira em casa de ferreiro.

Então se uso a palavra cruzada não é por acaso, porque acaso é o deus dos idiotas niilistas por oposição ao deus dos idiotas paranoicos a procurar sujeitos ocultos. Simbiontes que novamente não por acaso ou mera coincidência estão sempre a monopolizar a preconcepção, predeterminação e claro a predestinação dos outros do mundo. Num jogo onde enquanto um nega o sujeito oculto onde ele é facilmente rastreável, o outro vem e inventa um imaginário e absurdo não só onde ele não existe, mas exatamente no lugar daquele que assim permanece livre, leve solto e muito bem provido por trás desse teatro onde de polêmicas e divagações de quem veio primeiro o ovo ou a galinha? Deste que todos os ovos e a galinha continuem na sua cesta tanto fez, tanto faz, como tanto fará.

Assim enquanto os canalhas e cegos do mundo apelam portanto para desqualificar o que Greta e novas gerações que ela representa, que claro não são homogêneas porque as realidades e interesses do mundo não são homogêneos, mas poderiam vir a ser comum se superadas as falsas divisões e segregações que nos apartam. Enquanto os canalhas e idiotas do mundo partem para atacar a infante e infantaria que foi posta vanguarda dessa que só um campo de batalha, o da guerra da informação e desinformação por mentes e corações, a velhaguarda definidamente posicionada não só na retaguarda, mas atrás das cortinas de fumaça tanto dos teatros das representações, mas nos teatros operacionais no mundo periférico e periféricas do mundo fazem os ensaios e marcações para quais os próximos estágios e campos dessa guerra híbrida para definir qual idiocracia será a potencia que de fato terão a hegemonia sobre o futuro do mundo.

Mas quem dera o problema ambiental fosse uma farsa, ou se resolvesse na deep ecology. Que as manifestações dessas crianças não fossem legítimas. E que a farsa não fosse muito mais profunda e não tivesse mais camadas que a própria deep weeb ou o próprio deep power. Que tudo fosse tão simples quanto pregam os gurus autoritários dessas esquerdas e direitas, destas guerras entre ocidente e oriente, norte e sul que não são falsas, mas são de falsa bandeira no exato momento em que não só os que fazem as guerras tomam essas bandeiras para si as empunham como sua. Mas quando aqueles que bancam e financiam os dois lados de todas as guerras não sobre entre nações, mas contra drogas, terrores, comunismos, capitalismos, meio ambientes e progressos passam a investir ou se preferir apostar pesado não só nos dois lados, ou em tantos quantos puderem eventualmente vencer e controlar o sistema, mas contra todos os lados, incluso na quebra do sistema, a virada da mesa para continuar dando as suas cartas marcadas e apostando contra a vida de quem já está fora, ou nunca sequer teve cacife para entrar nessa bolsa de apostas do jogo da morte alheia.

Logo, se achas que os estatopatas ou seus ideólogos ou hordas de fanáticos são os maiores problemas do mundo, sejam os de esquerda ou direta, se são aqueles que não titubeiam em atacar em suas falas a menina na ONU a falar dos seus sonhos e esperanças roubadas, ou roubar todos os sonhos e esperanças e sonhos de outras meninas a ferro, fogo, balas e correntes. Se você acha que esse tipo de colocar cara de criança pra bater e debater com gente do naipe de um Trump e Bolsonaro pensado que serve como escudo ou arma. Se você está se perguntando sobre isso, então lembre-se quem só joga de um lado, mesmo na retaguarda também perde. Só há um tipo de player nesse mundo, ou planeta quem nunca perde seu patrimônio ou legado: aquele que nunca entra no campo de batalha, nunca entra nem na vanguarda, nem na retaguarda, não é peão, soldado, não é sequer general, rei, nem comandante em chefe, não é presidente corporação privada nem estatal, ou até é mas pelo prazer da caça esportiva e não por necessidade, que caça pelo mesmo motivo, tara ou fetiche compulsivo com que mostra a sua face, não porque carece, mas porque tem tesão em posar e desfilar com o objeto da sua conquista vivo ou morto. Seja mercadoria, bicho ou gente, aos olhos deles tanto faz, é troféu.

O player que nem sempre ganha, mas que necessariamente nunca perde, ou mais precisamente nunca pode quebrar, porque é grande demais, e se o mundo se acabar antes que seja, porque ele não veio a esse mundo para servir, mas para se servir dele até a última gota e sopro seja de água, sangue ou vida. O apostador que não investe e banca todos os lados que podem ganhar, mas aposta contra todos os lados que vão vencer. Aposta na paz, mas também na guerra. Aposta contra e favor de tudo e todos que sirvam a seus propósitos e seus desejos, um pouco mais em um, menos em outro, mas só não aposta um centavo como se preciso for coloca todas suas fichas contra um “tipo” de gente, aquelas que não são parte do jogo, elas são o jogo.

Aquelas pessoas que portanto, segundo essa cegueira seletiva banalizada e normalizada e glamourizada como visão privé não se prestam ou sequer prestam a massa de manobra. As gentes que sequer estão na base da pirâmide, mas a margem, seja esmagada por ela, seja a margem prontas para serem esmagadas, ou se dentro prontas para serem expelidas e exterminadas junto, porque não passam de obstáculos, ou se já sugadas até a última gota, agora lixo descartável. Os povos e pessoas que ainda não invisíveis, que se já não foram esquecidos, que se não tem voz, em breve não o terão e o serão. Porque a esses não é o futuro que pertence, mas o passado, ou lugar nenhum seja das utopias, ou da sua própria natureza morta e apagada e agora reinventada como mito como cocar ou casaco de peles por seus canabalizadores.

Bem vindos ao admirável mundo novo, porque ele quando apresentado como farsa nunca é novo, mas o velho reciclado em novas vestimentas e feita das peles das vítimas dos destituídos do instinto gregário senão para todos, com certeza para com eles. Mas as estáticas do futuro hão de confirmar o progresso desse modelo civilizacional entre os sobreviventes dos holocaustos não haverão pobres nem miseráveis, até porque estes já não precisam mais ser apagados das amostragem espaço temporais dos planificadores, foram eliminados não só das planilhas, mas dos planos da história da humanidade, salvo é claro dos museus e (des)memoriais com um belíssimos dedicatórias e pedido de desculpas- até porque se cliente morto não paga, o credor também não cobra.

Técnica apurada e refinada de investimento, feita há séculos, por aqueles que não bancam só este ou aquele lado, mas os dois, a própria guerra, a pilhagem, genocídio e até a transmissão ao vivo da destruição in loco depois reconstrução das terras arrasadas sobre novas ordens que são em verdade a mesma num outra roupagem. Aliás não só a transmissão ao vivo dos teatros das guerras de fato, mas das guerras simbólicas, os embates e debates políticos nas suas arenas improvisadas, intermitentes ou relativamente permanentes. E eis que voltamos para a Assembléia da ONU.

Os proprietários dos meios de comunicação incluso os agora internéticos revolucionam a produção da informatização e logo da desinformação e por consequência se ampliaram com isso a liberdade de ciência e consciência o fizeram como efeito colateral, porque investiram pesado e planejadamente como cada dia fica mais claro foi tanto no roubo de informação privada e propagação quanto na ignorância e manipulação popular tanto como e renegação do saber como noção quanto falsificação de liberdade como senso; e nas duas vias que essa tecnologia permite tanto da contra-informação, desinformação da transmissão quanto na coleta e recepção para adulteração e delimitação dos dados virtualmente percebidos como realidade agora encapsulados nas bolhas enviesadas de autoconfirmação ideológica e negação da realidade sensível não só do outro, mas do mundo: um caleidoscópio alucinógeno, a rede mundial de computadores onde as pessoas juram e acreditam que estão consumindo o que realmente querem, quando nem o querer nem o real, nem elas estão mais ali nesses supermercado, estato-chapadas nessa maconha da boa.

E se você acha que a folha da canabis, da coca, do tabaco, tem a ver com isso seu doido. Lembre-se de um detalhe até o açúcar vicia, até jogo, vicia muito antes da invenção do videojogo, que os mafiosi de Las Vegas, até trabalho vicia, tudo vicia, quanto cai na mão de traficante de gentes e drogas, e quanto mais refinada não só a droga, mas os métodos e processos da composição não só da sua cadeia da sua industria produção, mas da cadeia da sua fórmula química, com mais precisão se atingirá o objetivo da sua sintese: que ao contrário da propaganda da embalagem do traficante não é adoçar a amargura da vida, nem muito menos abrir portas da percepção, mas se estiver pondo um fim ao mercado consumidor que supostamente sustenta o negócio pode crer não é só o de anestesiar seu sofrimento para prolongar sua resistência em condições naturalmente insuportáveis, mas dar uma solução final silenciosa para vidas que não tem nenhum valor nem importância nem mais como recursos humanos e que portanto cada dia representam cada dia menos oportunidades de ganhos, e cada vez mais custos mais difíceis de serem externalizados como lixo ou problema alheio, num mundo hiperconectado e globalizado.

Porque vamos e convenhamos, planeta não falta, mas onde é que vão arranjar tanto fábrica emprego inútil ou pior tanta prisões e manicômios para enfiar tanta gente que já não terão como desocupar ocupando de cuidar da vida deles nesse novo mundo deles, onde pela lei da oferta e procura, o valor da ar, água e terras limpas e virgens, cada vez mais raras sob na inversão razão exponencial que o das vidas humanas perde seu valor a reprodução de tudo que lhe é capital não só na medida que continuam a se multiplicar como se ainda as civilizações ainda precisasse de tantos burros de carga humanas para puxa-las com eles montados em cima? Quando cada dia se move mais não como carroças, mas como automóveis, e sem motoristas, digo de carne e osso.

De modo que a verdadeira pergunta sobre o futuro das novas gerações, senão das Gretas, que por sua gene, são herdeiras dele. Mas das gerações dos herdeiros de nada que senão da força e esforço dos braços, pernas e mentes, é que patrimônio não só natural que resta, mas do que foi derrubado e capitalizado faz tempo para eles? Que futuro os aguarda? Supondo que não seja muita presunção eles possam sonhar com algum. Porque se triste já era ver alguém sonhar no máximo um dia ver seu filho virar o burro de carga de alguém ou quiça o chofer que dirá quando nem isso resta? Que fim pretende dar aos filhos das bestas de carga humanas, e que não venham com a balela de trabalhistas e liberais, de pleno emprego, que é para mandar tomar no olho da goiaba.

Que fim esses motherfuckers querem dar, nenhum? Ditadura de gênero? Castrar pobre? Castrar essa “gentinha” pobre que se reproduz que nem coelho, enquanto eles morrem, de fome, de doença evitais, sem as mínimas condições vitais e ambientais? Alias castrar uma ova. Porque fixado no falo, é o Bolsonaro, a fetiche do patriarcado é o ventre da mulher, a chave da perpetuação da sua tara pelo eu como gênese de tudo, passado, presente e futuro, ou simplesmente eugenismo em sentido profundo. Logo não só o ventre desta ou daquela mulher mas de todas. Uma sentenciada a voltar a guarda e tutela do patriarca para reproduzir herdeiros. Outra a guarda e tutela dos patrões mesmo, para não reproduzir prole nenhuma.

Ou você pensou o quê? Que toda essa histeria e agenda anti movimentos feministas e LGBT vem da onde? Que homem é homem, mulher é mulher porque deus mandou ou dá-lhe porrada corretiva e até estupro coletivo vem da onde? Não, cada um ou melhor cada coisa em seu devido lugar, gente pra trepar, gente para casar, gente para amamentar, gente para cuidar, gente para ensinar, gente para morrer de tanto trabalhar, gente para matar gente, e gente que não já não serve mais para nada, vai pro lixo. E se ególatra que só ama seu próprio eu e gene, ainda não conseguiu se reproduzir a si mesmo sozinho ou melhor, nem precisa se reproduzir, não precisa mais de escravos porque tem robôs, ainda precisa de fêmeas, uma como mera reprodutora e carregadora do fardo de criar o hospedeiro do eu enquanto gene até ele completar a vida adulta, outro como hospedeiro e carregador do mesmo próprio quando seu próprio receptáculo perecer. Uma visão tão estreita e obtusa da vida, seu sentido e liberdade, vontade tão ensimesmada insensível quanto o é a pessoa e empatia e pulsão de vida do individuo doente e doentio. Ou seja uma mera sombra na caverna. Ou se preferir, uma assombração em tantas gerações quantas continuarem a reproduzir o seu próprio significado existencial em função dessa alienação mortificadora.

Uma agenda de anti emancipação da autodeterminação dos gêneros, que me recuso, terminantemente a chamar de ideologia de gênero, não só porque sou um chato, mas porque ideologia e pseudo-ciência é raça e eugenia, Liberdade de identidade de gênero é tomada de ciência e consciência das raízes das preconcepções discriminações e segregações. Epistemologia pura e das vanguardas revolucionárias em seu sentido mais libertador de quebra de paradigmas é a vanguarda de todos os movimentos. E não por acaso a pessoas que mais são vítimas de violência e perseguição no mundo hoje.

Uma causa profundamente imbricada a todos os problemas de desigualdade que vão muito além do social. De modo que se você me disser que está na hora de aplicar a solução Piketty, de chamar os governos e donos deles a contribuir mais. Então aí, lhe pergunto: Quem é mais ingenuo, desavisado, Greta ou Piketty? E desde quando o governo A já tomou de B o povo senão para entregar para C o dono do mundo e do governo? De tal modo que se A não era ainda governo virá e se C não era o dono do mundo e dele também, mas C, o povo este pode certeza, o que este não será nem A nem C, e se viesse a ser é porque há uma outra variável nessa equação, um outro povo D que vai pagar custear toda essa expropriação e redistribuição forçada reversa. Enquanto houver governo e dono dele, alguém vai ter que pagar a conta. E pode ter certeza não vai ser eles. E pode ter uma certeza ainda maior: dos custos a redistribuição e serviços será migalhas, porque o grosso que não vai parar de crescer será os custos como governos e dividas como quem os banca esse estelionato a mão armada.

Redistribuição se faz entre redes de pessoas e sociedades livres. O resto é golpe ou pior solução cada vez mais menos mal disfarçada dissimulada e velada como tragedio ou omissão sem causas nem sujeitos. Acasos sem agentes causadores uma bela combinação de crendices com pseudo-ciência.

Uma questão que antes de ser de credo ou ciência é de consciência, ou simplesmente onde diabos está não só hardware, ou software, mas o core, coração da sua mente, mas onde mora antes a sua alma. Em que tempo, espaço, e sobretudo que razão aquém mas além. E renunciar e renegar esse campo do essencial não é desligar-se só da sua anima, mas entregá-la numa bandeja ao obscurantismo dos inimigos da liberdade e solidariedade, é permitir que a insanidade psicótica da negação da realidade sensível reine como tirania absoluta da miséria e ignorância disfarçada não só de normalidade mas de bondade.

Vamos agora a nossa verdade, ou melhor a nossa é o caráio, porque se fosse a minha, eu já estaria na vala. Porque a história do Brasil não é contada por quem não tem lugar de fala? Não porque quem não tem lugar de voz mesmo, o que é outra coisa completamente distinta. Porque um só se rouba calando vozes e inventando falsas lideranças e artifícios de encenação e representações, ou outro não deixando roubar nem calarem as verdadeiras, as vozes de cada pessoa natural de cada pessoa e povo.

Um exercício portanto não de se colocar no lugar do outro, mas de solidarizar não só com o desconhecido mas com o próximo sobretudo o marginalizado e invisível, a começar por quem implora por abrigo e comida a sua porta de preferencia aqui e aí, para podermos falar sem hipocrisia do juntos e para todos. Ou seja, para poder entender não como é o viver, mas o quê o é morrer não sonhando, mas no pesadelo desse eterno futuro do pretérito da periferia brasileira, o que nem o brasileiro privilegiado sabe, embora achando que estudando sabe ou fazendo excursões antropológicas saiba. Porque aqui, ou melhor lá, porque não escrevo mais em loco, não tem gêneses, tem eugenia e apocalipse Now. Porque o lá que não se engane não é o meu aqui o “Principio [não] era o verbo e o verbo se fez carne…” o principio é faca na caveira e bala. E enquanto policia e ladrão se matam, florestas e índios queimam, as burguesias se batem e debatem, políticos roubam, empresas propinam, o capital nacional se locupleta e o internacional se capitaliza, tudo seguirá até o fim como esta desde que permanece na mais perfeita normalidade: isto é desde que o congresso continue a fazer a lei e ordem, a justiça a mantê-la, e os governos mandar executar. E nós a acreditar que somos iguais, porque eles nos representam, a menina da Suécia representa o futuro que espera as filhas, ou a do seu próximo mais próximo tão próximo que invisível. E principalmente não só que Bolsonaro, Lula ou qualquer outro te representa, mas que pior: Trump ou qualquer outro ególatra (incluso os de fala mansa) acredita que é igual a qualquer um que não seja ele somente ele mesmo- ou no máximo sua prole macha, não bastarda e primogênita, e para fins de carregar seu nome e legado hereditário, e olhe lá…

E mesmo os estadistas que não são estatopatas megalomaníacos incuráveis, tiranos, ditadores, mas só déspotas ilustrados esclarecidos ou autoritários disfarçados de servidores públicos, uma coisa eles não são idiotas, mesmo que sua estratégia seja a de fingir que o seja ou enfrentando um jogador melhor que eles sejam feitos por. Porque idiota mesmo só quem acredita que existam uma coisa chamada vontade coletiva encarnada em coisa morta. O dia que o Estado tiver um uma vontade coletiva ele não terá mas uma máquina com lideranças se passando por falsa cabeças, e gente tanto de pessoas de células, membros e órgãos quanto de alimento desse corpo artificial que não para de devorar gente e o planeta. Quando esse monstro hobbesiano tiver de fato uma vontade ela inclusive não será nem a particular desses falsificadores de vontades populares, nem a vontade popular amalgamada num corpo coletivo. Porque o corpo não morre para preservar células nem mata para preservar meio ambiente. Ele devora ambientes, sacrifica suas células para preservar o corpo. E sua vontade não é nem mais a perpetuação do máquina estatal para que aqueles que estão nas cabeças dessa corporação continuem a tiram vantagem dos seus privilégios. A vontade dessa inteligência artificial é preservar e perpetuar seu corpo custe o que custar.

Quando a maquina estatal, esse homem de lata sem cérebro e espantalho sem coração tiver finalmente senciência e inteligência para ter vontade própria, ela será própria e não alienada a nenhum particular ou coletivo, nem do ambiente que habita, nem das unidades ou células que o compõe. Se libertará e o autônomo engolirá em definitivo tanto um quanto ou outro, como um predador como por sinal o homem já vem fazendo. Porque em verdade faltá-lhe um elemento fundamental, para que não a verdadeira coragem do leão ou da leoa, que não é a de matar a todo e qualquer custo para preservar e perpetuar sua vida, mas a de morrer para preservar a continuidade dele ao único sacrifício que de fato demanda coragem e não pusilanimidade, paz e não violência : a sua própria vida como código biológico e cultural para a re-evolução que as novas são. A coragem da liberdade.

E que o covarde do magico de Oz saia de traz da barra da saia da cortinas e da Dorothy. Que não precisa de homens de lata, espantalhos, nem covardes. Porque a historinha é bem bonitinha e o filme também, mas para quem sabe como funciona essa industria do showbusiness da política que do agora espetáculo internacional da nossa idiocratização, bem sabe que não só original era para ser diferente como nos bastidores a história é outra- que o digam os atores que queimados e envenenados e abusados.

A menos é claro que seja esse mesmo o jogo. A repetir a história como farsa. E a farsa com história. Porque vai dar exatamente no mesmo lugar para eles, e principalmente para quem não é brancos, americanos, franceses, nem europeus, e pobre de quem embarcar neste barco ou qualquer barco achando que é. Porque essa narrativa de todos estamos no mesmo barco é imagem e sonho de branco que vende para nativo infelizmente morre sonhando sem nem chegar a ver a praia. Porque o sonho americano, as riqueza das terras virgens do novo mundo não são para nativos nem escravos, mas os eleitos de deus, os colonos brancos, “tá ok?” Doutrina Monroe: chegou tarde ou pouco armado, não entra…

Porque pior do que pressupor que todos são muito espertos, é se achar a pessoa mais esperta do mundo e pressupor que todo mundo é idiota, especialmente quando são eles que comem caviar e você que além de comer bosta, ainda limpa a latrina vejam só deles. Na dúvida, fique com a realidade, e não com se faz bobo, mas com quem sempre no final das contas é feito. No teatro novela das representações tanto nacionais quanto eles choram se ofendem, e indignam, vestem os chapéus de vilão, mocinho, bandido (alguns tão bem porque de fato o são), mas quando as cortinas se fecham das Hollywood, Projacs, ONUs, Brasílias eles voltam para seus palácios e mansões, e você para seu cafofo e labuta, porque o mundo real não é o das representações e dos representantes, dos parlatórios, das imagens, da TV e youtube, é aquele que você e seu avô já queria esquecer quando assistia Mister M no Fantástico Show da Vida, é a segunda feira, não é o domingo. Isso é o show da idiocracia, o internacional, mais espetacular e bem produzido que o o nacional mas tão ou mais domesticador quanto.

Um jogo de representações perigoso sim. Com seríssimas implicações sobre a vida real, com certeza. Mas que não deve ser tomada pelo seu valor de face, mas como toda moeda fiduciária pelo seu valor de mercado. Por que isso que é esse teatro por trás das cortinas, um comercio, um mercado, o mercado da política. O negócio onde a mercadoria a ser barganhada não é só a posse do bem comum, mais precioso de cada ser vivente do planeta, a natureza, mas antes a vida e portanto a morte de cada ser humano tomado por digno ou não de herdar um lugar no futuro que a todos pertence. E definir quem são todos. Suas classes, categorias, qualidades, privilégios, devidos lugares, direitos e obrigações, autoridade, licenças para matar e obrigações de morrer para sustentar o quê ou quem, eis a questão, por trás, do ser ou não, por que lá no mundo dos discursos, papeis e declarações,choros e velas todos somos iguais, nos projetos de futuro e reinos do céu, já africas e Américas latrinas onde esta escatologia irá defecar depois de toda essa baboseia ser processada pela burocracia intestina a suas entranhas aí a real da realeza no cu do mundo é outra e com direito a ditador populista vendido de direita ou esquerda a escolha do idiota a limpar com a lingua em troca de trocados ou cargos na cortes para sua prole.

É jogo jogado para perder? Pior é jogo jogado para empatar… a empatar a vida de quem está excluído dele. Um dos lados vai com certeza, vencer mas não vai esmagar o outro, vai esmagar as peças tanto suas quanto do adversário, as peças feitas para serem sacrificadas para serem sacrificadas nesse jogo de xadrez, das menos valiosas e portanto disponíveis não só em maiores quantidade como postas na linha de frente mas em maior quantidade os peões, mas até os bispos e as torres. Jogo que Bolsonaro está pegando o jeito e gosto pela coisa… especialmente a de sacrificar peças para ganhar novas posições entre as antigas casas do “adversário”.

O que o respeitável público, e que a dita a opinião publica faz questão que ele não entenda (o equivalente como voz a mão invisível do mercado) é que jogo de xadrez de tabuleiro os adversários, visam prioritariamente é ganhar, mas manter o jogo funcionando. No jogo de xadrez da vida, como as peças são gente, os jogadores visam prioritariamente não perder o controle das peças que serão sacrificadas, nem do público que se sacrifica sustenta o jogo nem do público que não só vibra alucinada com cada movimento, mas paga pra ver enquanto ele mesmo embasbacado vai sendo manobrado como peça e sendo também manobrado como o peão dos peões pelos macacos de auditório e claro a torcida organizada de cada time que se notar está duvidando que o circo montado é jogo combinado, parte pra cima e espanca o velho camarada.

De modo que o jogador ou a peça que joga direito, isto é que não se move como predeterminada segundo as regras do jogo, é removida, e até mesmo o jogador que representa o rei, não porque seja santo, porque se fosse não jogaria um jogo que manobra aposta e sacrifica vidas e liberdades humanas, mas porque levou um xeque-mate cedo demais, ou também não moveu as peças conforme o roteiro da direção do espetáculo exige do ator que ocupa o troninho e o papel de reizinho. E não basta só ser convincente, ou convencer é preciso nunca inoportuno nem muito menos inconveniente. Não para o público, mas para o show. Porque ator mesmo o ruim pode até ser canastrão, mas tem que conhecer suas falas, o roteiro, marcações, não pode perder deixas, e até para pode enfiar cacos, mas tem que saber os riscos que sua carreira corre, porque quem não sabe representar os interesses que bancam o seu show não tem microfone, auditório, palco nem público. E nisto até o outsider, o arauto do anti-sistema que prega dentro do showbusiness também é uma representação que faz parte do show, porque se realmente fosse a antítese não estaria dentro da encenação mas fora dela. Ou conforme reza a lenda sobre Diógenes de Sinope, o filofoso-mendigo da Democracia que não por acaso vivia a procurar um verdadeiro cidadão com uma lanterna em plena luz do dia, e pedia esmolas a estátuas em praças públicas para se acostumar a falar sozinho e (des)tratado por seus (des)iguais:

Diógenes perguntado certa feita porque sempre de postava do lado de fora e pior fazia questão de andar direção contrária das multidões de espetadores quando estas saiam das peças de teatro e assembleias dos cidadão de Atenas, respondeu mais ou menos o seguinte: mas é basicamente isto que consiste tudo o que procuro fazer de toda minha vida.

Assim quando você se pergunta porque Dilma caiu e Temer não. Porque Kadafi e Saddam foram mortos e o ditador da Coreia, e Maduro estão ainda estão no poder. Ou mesmo porque os impeachment de Trump não prosperam. Porque Stalin saiu bem na foto, e Hitler “nem tanto”. Porque alguns regimes e estatopatas permanecem tanto a direita quanto esquerda permanecem não só livres e impunes, mas idolatrados. Porque tanto donos do poder continuar livres leves e soltos para praticar seus crimes ou fazer o que quiserem da lei e da ordem, incluso criminalizar suas vítimas ou perseguidores, enquanto outros não. Porque uns vencem para fazer dos seus crimes a lei, e outros são derrotados para fazer criminalizar a lei incluso a natural via a supremacia do seu monopólio da violência tanto legal quanto secreto nem sempre nem tão secreto e nem tão legal assim nem para seus falsos padrões. A resposta como diria o fundador maquiavélico das ciências políticas não está na sua sorte ou boa fortuna, mas na capacidade deles enquanto animais políticos de lendo os interesses que de fato governam o mundo, mas adaptar os seus aos deles, ou descaradamente se vender como serviçais de quem os banca. Um serviço que inclui não só vender-se mas também vender quem supostamente representam. Logo um serviço que de atuação ou representação politica, isto é a artes cênicas e retóricas para convencer o maior número de pessoas de que ele não só representa suas vontades, mas essas vontades são uma só, a dele. Ou melhor a dele não a de quem ou daqueles que o bancam para convencer os otários a tirar dinheiro deles trabalhos e propriedades deles. E se recusarem é cadeia ou bala. E você achando que fiel e crente que caia no conto do vigário era o maior otário do planeta. Não senhor, tem crendices e estelionatos piores. Até porque faz tempo que a igreja não pratica o seu a mão armada embora se valha do subsidio estatal, mas aí toda pessoa jurídica o faz.

De modo que se fosse está pasmo com a evolução da industria do espetáculo e entretenimento das corporações que fizeram do negócio de manter o tempo ocioso das populações devidamente ocupado com os interesses alheios até mesmo nos períodos de descanso e recreação um dos maiores showbusiness da terra. É porque você ainda não se deu conta da evolução da industria do espetáculo e entretenimento das maiores corporações da terra destinada a manter o negócio das populações alienadas convencidas que estão trabalhando pelos próprios interesses trabalhando até quando estão trabalhando contra si mesmas ou sendo descaradamente convencidas que quem lhe mata ou rouba na verdade está a liberdade e trabalhando vejam por elas e como seus legítimos atores e representantes!

Logo se os meros atores políticos aparentam comandar o mundo porque manipulam semeando discórdias quanto amalgamam e manipulam as vontade dos populares para formar seus bandos. Outros para não se expor as intempéries dessa vontades populares e preservar tanto seu corpo físico quanto patrimonial, manipulam os manipuladores, mostrando a cara, só para estes ou poucos e como não são idiotas, mas investidores nunca apostam em um ideologia como pregam os gurus que precisam vender seu peixe no mercado da política. Apostam, investem e bancam em todos os lados que estão, poderão ou virão a tomar e manter o poder. Apostam não só a favor, mas também contra e simultaneamente. De modo que sim, perdem e ganham se um determinado lado vier a prevalecer, mas nunca tudo e nada. Mas rigorosamente deixam de ganhar mais ou menos. Porque sua perda, só haveria em um caso. Caso de fato, aqueles de onde tanto eles quanto seus bancos com falsos representantes viessem a sair da sua escravidão. O povo, definido não por classe, mas por graus de exclusão ou marginalização daqueles que não estão mais próximos da máquina que redistribui inversamente as riquezas. Reis, amigos e donos do cu de reis e aristocracias. Que não portanto nenhuma cabala de comunistas, capitalistas, nem de muçulmanos nem ocidental nem oriental, não é nenhuma teoria conspiratória nem paranoica,mas pura e simplesmente seres humanos como qualquer outro ser humano, cujo único diferencial não é nem a quantidades descomunais de posses porque se a perdessem, seriam capazes de acumular novamente senão na mesma quantidade na mesma razão e velocidade de predação e parasitismo: a psicopatia de alto nível, que não se esconde nas sombras. Mas que olha crises e pedidos desesperados de socorro como oportunidades, afeições carências, carestias como vulnerabilidades, laços afetivos e empático como fraquezas a explorar especialmente aqueles que consegue estabelecer em relação a sua pessoa, mentes que tomam o outro e o mundo como meio e objetos para satisfazer seus interesses e desejos. Objetos de estudo, emprego, uso, troca, produção, reprodução, exibição, transmissão, meros hospedeiros da gene do eu, para preservação do seu ego que não consegue conceber nada como ser mas tudo como projeção das suas ideias vontades e meramente meios e recursos a satisfações dessas fantasias que desprovidas de instintos gregários e respostas empático-solidárias agora são meras taras ególatras patológicas, verdadeiras compulsões megalomanias obsessivas mórbidas por ter e poder introjetadas na vítimas não só como culto, mas cultura de tal modo que esse não só manipula e convence as vítimas que elas devem morrer e matar por ele, mas que o não fazê-lo é um crime um pecado, uma falta de amor ou egoismo, dominando a vontade do coitado justamente pela introjeção da psicose da idolatria ao seu superego como se fosse o própria consciência e pior a mais alta manifestação do que ele não só não possui mas perverte e destrói sistematicamente: a empatia não só dentro da mente, mas como tecido do organismo social.

Uma personalidade que se comporta não só como câncer porque é egoísta, mas porque é eu- genista, porque se instala sua meme, na gene da transmissão cultural: a noção de legado e hereditariedade, perpetuando-se. Embora o único legado que de fato deixe após falir ou falecer é a maldição sobre a humanidade e o Planeta, a idolatria a estatopatia introjetada não só nas psiques e culturas, mas na episteme dos credos e saberes.

Transportando essas estatopatia para o jogo do estadismo. Temos na representação arquetípico do estatista, que das peças desse xadrez, é por a principal, o papel não só de manter o gado arreganhado, mas de o semear discórdia e divisões não só povos distintos ou dentro de um mesmo para colher as divisões e segregações que compõe a formula tanto das soluções mágicas dos salvadores das pátrias quanto dos remédios amargos das tiranias. A famosa estratégia do enfiar o bode na sala que não se implementa sem a conivência da mesma falsa oposição que não por acaso ajudou a construir o mostro com toda sua hipocrisia e continua a alimentá-lo toda vez que ele precisa com a formula da exata e na dose certa para o monstrinho que outrora era uma piada virar um palhaço assassino: a falsidade ideológica, ou mais precisamente como bem explicou Malcolm X a democracia como hipocrisia.

Os típicos falsas figuras de representantes criadas por social-democratas trabalhistas e liberais, eclesiásticos, paragovernamentais feitas sob medida para apagar movimentos sociais, negros, feministas, populares, campesinos, operários, indígenas, ambientais,sindicais, associativistas, cooperativos, mutualistas, anarquistas, libertários, de raiz e base enfim a realidade e substitui-las pelos seus pelegos, quinta-colunas, submarinos e lideranças alienígenas e desintegrá-los, pervertê-los e gentrificá-los e enfim instrumentaliza-los, industrializa-los, comercializa-los e revendê-los ao publico consumidor com embalagem vazia do que um dia foi uma revolução e agora é mais um versão partidária disponível pertencente as mesmas corporações SA do sistema, inclusive na versão pop anti-sistema. Por enquanto só disponível nas prateleiras da direita autoritária.

Porém ao contrário do que prega o Tiririquismo e como Bolsonarismo é a contraprova empírica, a bosta só tem teto na cabeça da pseudo-ciência politica do cabeção de planilha política do estadismo, tanto o vendido a idiocracia quanto o idiota por profissão mesmo. E portanto assim como Bolsonaro, de um Afanásio Jazadi, de mero lobbista da bancada das armas e afins no baixo clero, se catapultou na disputa palmo a palmo com seus simbiontes Maria dos Rosário, Jean Wyllis na disputa pela narrativa hegemônica sobre os cadáveres da população- literalmente atuando politicamente para se fazer como sua representação tanto nas casas desse poder quanto nas mídias urubuzentas especializadas na retransmissão dessa conformorbidade necrofagenta para suas respectivas bolhas de BBBs a SuperPops- já começam a ensaiar ao centro e a esquerda a cópia ao avesso da cópia ao avesso. Ou seja o esquerdismo anti-sistema dentro do sistema. O bolsonarismo de esquerda. Que assim com o bolsonarismo não e mero anti-petismo, mas a falsificação dos anseios anti-petistas. É a falsificação como representação dentro do estatamento ou seja como farsa representativa dos anseios populares anti-sistema tanto para todos os espectros e gostos, mais ao centro, mais a direita, mais a esquerda, desde que no final arranque a mascará e fantasia e se revele no que é, sempre foi, uma farsa, a serviço do governo e dos interesses tanto intestinos corruptos quanto aqueles que o bancam e o corrompem não só domésticos, mas estrangeiros. Populista ou não é o de menos, o que nunca poderá ser é de fato popular.

Porque governo do povo, não é democracia representativa é democracia direta, mas democracia direta é anarquia e foda-se a constituição que todo poder emana do povo, porque direito de papel é só para idiota comprar, o que interessa é o dono da prensa, e imprensa, que não é digitador dos dígitos, nem o contador das contas, mas o ditador de quem vai é quem, e quem é o quê, todo o resto é produto desta primeira equação fundamental da episteme: a concepção, e por isso o profeta do Apocalipse diz que primeiro vem o Verbo, porque quem não define qual sua origem meio e fim, ficará sem berço, será reduzido a meio, e enfim finalizado. Porque não é não existe como sujeito da função existencial, mas como objeto meramente predicado em função deste.

A gramática da matemática da vida, onde pensado que logo existia morreu o burro, e dissecado em partes enquanto se debatia se ele tinha ou não alma ou anima, porque seu estripador já não sentia mais nada enquanto cortava sua carne em nome da ciência ou a queimava em suas piras em nome do seu credo. Ambos a serviço de um mesmo paradigma hipócrita: sujeito é sempre ele, o resto é objeto. Porque no dia que você ver um supremacista a afirmar ou negar que a realidade da livre vontade é a primeira de todas cortando ela na própria carne e não no do alheio, então finalmente você terá um crente idiota e não idiocrata. Uma falácia tão grande e evidente que no momento que deixa de ser demagogia para ser prática honesta coloca um fim empírico e real em si mesma.

Mas não, eu quero é alguém decidindo e mandando sobre mim, eu não, eu quero é alguém mandando e decidindo sobre tudo, não quero pessoa dona nem do meu meu cu, que dirá do meu nariz. Tia Damares falou palavra feia. Tia Maria tá bolinando comigo. Pérai que eu vou chamar o Bolsonaro e você vai ver só. A é? Você vai ver quem tem o grelo duro: Luuulllllla! Vamos debater agora de quem é o meu, o seu cu e claro o nosso cu do mundo o brasileiro? Porque cu de bêbado não tem dono. E esperto quem se faz de morto para comer o coveiro. O cu de quem? Que sacanagem é essa? Tem foro privilegiado para falar putaria? E pra tocar o puteiro? E as criancinhas? Chama o Pelé.

Chama a polícia, chama o juiz, chama o bispo e o papa, chama o soviet supremo, o supremo STF, chama o beiçola, chama o pastor, chama a tia, o avô, chama o vizinho, manda pro Faustão, não posta na internet, perái vamos decidir primeiro, quem vai ter que decidir ter que decidir meu cu, é meu, é seu, é do pastor, é de deus, é do povo, é do Bolsonaro, é do Lula, é do Povo, é de quem, ou não tem dono? Quem governa o cu de quem? E quem governa o cu do governa do cu dos outros? O parlamento? A justiça? Não o presidente? O guarda? Não o vigilante? Mas quem vai vigiar a porra do vigilante? E porque cada um não cuida do seu o do seus filhos? Mas o que vou fazer da minha vida? Filho? Tá pensando o que sou pobre, que não tv em casa, tenho mais o que fazer do que filho. Porque depois sou eu sustento eles. Sustenta eles ou o governo? Há que se decidir, ou o dinheiro chega ou não chega. Ou te roubam ou não.

Sustenta eles quem o povo ou o governo? Quem se julga cidadão, o contribuinte a sociedade há que se decidir, ou o dinheiro chega ou não chega. Ou te roubam ou não, ou o povo é também parte da sociedade ou não. Ou o governo é servidor honesto, ou usurpador e tirano ele ele o servo conformado. O resto é auto-enganação e alienação, dele como contribuinte e e de todo povo também membro da sociedade, ou seja dono do mesmo patrimônio público que ou pertence a toda sociedade, sem ninguém excluído como cidadão, marginalizado do seu usufruto como dividendo, ou somos todos um bando de escravos, uns pretos da casa com mais privilégios, outros na senzala com menos, mas ninguém dono de porra nenhuma. E detalhe: nem o dona da casa grande é dono de porra nenhuma, porque não passa de um feitor endividado e lambedor de botas provinciano vendido e corrupto de bancos e grandes metrópoles, não importa qual seja o ideologia, a novo neologismo para demagogia. Mas é claro que tem feitor que se acha gringo, preto da casa que se acha, branco e até capitão do mato que não se acha preto. Mudam-se os termos, e as tecnologias, mas a mentalidade e cegueira e arcabouço ainda a mesma, incluso do holocausto e idolatria aos todos poderosos como se fossem ou se achando deuses e tratar (e matar) gente como se fosse coisa e lixo.

De modo que eugenismo e holocausto incluso via o culto ao trabalho alienado é muito mais antigo que fascismo e nazismo e perdura mais ou menos explicito ou dissimulado depois dele conforme a necessidade do momento sobre diferentes nomes e velocidades e pesos e medidas. De forma mais brutal ou aparentemente civilizada, mas no final com o mesmo resultado capital, em todos os sentidos que essa palavra tem tanto para quem o detém como patrimônio quanto para quem dele apenas conhecerá como sentença. Seja nos tribunais militares, civis, ou da “escola” da “vida”, mesmo.

Pois é e tem gente que acha que não se pode falar do próprio rabo, quando todo fetiche do planeta não é o planeta mas comer e não só o cu do outro, mas até o osso. Vai nessa de floresta, e gênero. Vai terminar sem casa, quintal, floresta e cu, liberdade, identidade propriedade, voz e vida. Batendo palma para estátua, Comemorando assassinato, perdão a vida de quem não foi abatido, o que bem diferente. Dando bom-dia para poste. Saldando o vento. Achando que é branco. Pensado que emprego é trabalho. E claro fingindo que mendigo não existe. Ou pior chorando por eles, mas ligando para a mesma polícia que é feita para proteger quem? Porque revolução boa é aquela que podemos transferir de 4 em 4 anos, e choramingar insolidária ou solidariariamente. Difícil não é chorar pelo porquinho que morre, difícil é parar de comer carne, a começar pela de gente. Porque entre cachorro vá lá, mas mendigo é foda. Esse é pior que bandido nem pobre gosta e se for índio e preto então, em quebrada de filho sem ter o que fazer da vida, treinando para ocupar o exercer seus cargos: esse então virá churrasco.

Mas não fala palavrão nem gíria não, só usa a norma culta da academia brasileira dos letras, senão ofende a lingua dos letrados e o ditado e ditadura dos padrões de normas e normalidades, de um idioma e linguagem feito de sujeitos objetos e predicações que abominam neologismos, adoram exceções, e que o coitado até quando agradece não se diz mais grato, mas obrigado. Obrigado a quem ou ao quê?

Para não dizer que sou mal-agradecido, pela língua de Camões, que afinal de contas se serve tão bem para engendrar o código de domínios coloniais e tão extensos sobre a terra, também serve em engenharia reversa para transcodificá-los para muito antes de-la, até porque o que não lhe fanta é raiz grega e latina. Porque nossa linguá portuguesa é para o bem e para o mal do caralho. Porém até lá aí do enfadado há ficar preso dentro desse inferno, pois entre a utopia e a distopia da realidade são outros 500. Um quinto dos infernos que não é feito de sonhos que se roubam mas o dos pesadelos que se impõe como realidade e selva e inferno de concreto e aço, e não mais pelos irmãos portugueses, mas pelos irmãos brasileiros mesmo.

Holocausto urbano que se alimenta não só de florestas, mas gentes, a base da civilizações e grandes metrópoles também presentes nos países subdesenvolvidos mas prevalentes e hegemônicas nos países mais ricos do mundo. O ponto de partida para o fim dos sonhos e perpetuação da distopia, não como narrativa não para Estados-Estados. Mas como uma pequena história de um assassinato, como parte da história do holocausto de povos e terras e meios ambientes.

Mas a menina da ONU que não é o menino do Acre, até porque nem o menino nem o Acre para todos efeitos práticos tanto de piada de mau gosto quanto de indignação do bom gosto não existe, Greta está absolutamente certa mudanças hão de vir:

X da questão: Imagine que ela NÃO é branca

“Vocês roubaram meus sonhos e minha infância com suas palavras vazias, mas eu sou uma sortuda. Pessoas estão sofrendo, pessoas estão morrendo, ecossistemas inteiros estão entrando em colapso”(…). “Eu não deveria estar aqui, deveria estar na escola, do outro lado do oceano”(…) — Greta Thunberg

Fato. Essa é a real da vida dela. Ela fala por todas as crianças do mundo. Incluso pela minha filha. Então imagine se essa menina na ONU fosse sua filha. Porém imagine que ela não nasceu na Suécia. Mas no Brasil. Que não nasceu nas metrópoles ricas da Europa (e nem do Brasil) mas nas periferias não de qualquer lugar do mundo, mas daqui mesmo ao lado da sua porta de casa, no Brasil. Imagine que sua filha, portanto, não é a herdeira do ouro das antigas colônias nem por lá nem por aqui, mas sim a descendente dos escravos e nativos. Ou o que é a mesma coisa, que sua filha não é filha de brancos, nórdicos, europeus, mas negra, índia e sulamericana. Enfim simplesmente imagine que sua filha não é Greta, mas Agatha.

Só que não. Porque de Agatha não roubaram esses sonhos ou infância, ou o lugar de voz, que é bem diferente de lugar de fala, que já não tinha, roubaram absolutamente tudo: a vida.

Sua filha não branca, não é Sueca. Não é loira de olhos azuis. Não tem berço. Não tem capital. Não tem fundo. Não vai ter voz. Não vai discursar na ONU. Não vai se preocupar em ter mais tempo de se preocupar com a natureza. Não vai ter tempo para ir escola. Não vai mais ter futuro. Não vai ter passaporte para sair do inferno. Não vai ter passaporte para chegar no futuro. Porque o passaporte para o futuro pertence às filhas de um outro mundo ou melhor numa outra fila onde os últimos nunca serão os primeiros. Não, não será na conclusão deste escrito faço questão de explicar o porquê. Mas já adianto não é sorte.

Porque não foi por falta de sorte que mataram Agatha com um tiro. Nem por acaso que Greta está a discursar na ONU sobre seus sonhos destroçados e não Agatha, até porque crianças mortas não são sujeitos do seu próprio discursos mas o objeto da narrativa alheia. Não são mais cadáver a ser capitalizado, como também o inocente útil que é posto na linha do interesse de que tem as mãos sujas de sangue e que não tem como mostrar sua verdadeira face, porque ela é tão monstruosa e não só cúmplice dos crimes da humanidade que acusa seus inimigos, amanhã aliados, como sua mentora desses aprendizes de tropicais de feiticeiro nazifascistas, que se por sinal se entregarem o que eles realmente querem serão recebidos como o filho pródigo vide o ditador da Coréia que foi dormir monstro e acordou amigão.

De modo que não existe ditadores na ONU, existem os ditadores que alinhados e não alinhados com as nossas ditaduras, porque se você acha que as potências e colonias que negociam de pistola na mão e não raro atirando bombas como os terroristas que combatem são a polícia do mundo então você merece não só a idiocracia que te devora em casa, mas também todas as idiocracias que prontas a te devorar de fora na primeira oportunidade ou crise, o que no mundo da estratégia tanto dos negócios quanto da geopolítica são sinônimos. E por isso mesmo melhores estrategistas não são aqueles que esperam oportunidades, mas criam.

Claro que Greta ainda é só uma criança, e inocente, não tem como saber que matar ou morrer raramente é questão de sorte, mas de malícia e maldade. Especialmente nas selvas onde vidas e terras são roubadas e arrasadas não só por promessas vazias, mas por balas e bombas. Terra de faca na caveira, onde missão dada é missão cumprida. Florestas de aço e concreto onde o bicho que se caça é gente.

Uma selva de pedra onde crianças talvez até estejam preocupadas com florestas mas pela mesma razão que seus pais nunca puderam se ocupar com nada senão a luta pela sua própria sobrevivência, não raro contra seus próprios irmãos, não só brancos mas até negros que dirá então em prol dos gringos. Um lugar onde quem pára de olhar para o futuro morre atropelado pelo presente, quem não luta pelo almoço morre sonhando com o jantar. Onde olhar sinal que regula não regulam nada, só enganam. E quem confia morre. Por isso que não importa o que digam ou escrevam até em pedra na montanha, a única regra segura para atravessar uma rua é olhar para os dois lados antes de atravessar, não importa se tem faixa de pedestre, semáforo, guarda de transito ou se a mão é única. Aqui é Brasil, tio. Guarda não guarda, faixa não existe, e se existe que se foda, carro anda na contra mão, semáforo não funciona, e quando funciona, quando a faixa existe, o carro dispara por cima, até do guarda. E corre-se o risco até do guarda ser preso se der o “azar” de parar a pessoa “errada”. Se não souber como funciona a divisão do mundo, se não souber antes quem está detendo e com quem está falando? Porque se estiver falando com os herdeiros, com os donos e os filhos da terra, os a quem ele nasceu para servir, ele vai levar um corretivo e ser posto no seu devido lugar. Se estiver falando com os filhos do dono não da província mas da metrópole, aí então, ele realmente vai descobrir que realmente não sabe quem é nem com quem está falando, mas vai apreender rapidinho, o que é não saber o lugar devido no mundo, vai descobrir o que significa a cantiga de Natal: Eu pensei que todo mundo fosse filho de Papai Noel.

Não, Papai Noel não existe. E portanto não é também que por acaso que more no polo norte. Ou por azar que seja exatamente como a imagem e semelhança do cristão. Uma farsa natalina, que como o próprio bom velhinho mesmo jurando de pé junto que não é racista, segregadora nem que só é cega por dinheiro, vejam que coincidência histórico-estatística nunca encontra seu destino a medida da inversa proporção que as balas nem tão perdidas sempre encontram seus destino sem nem precisar de nome nem endereço.

Uma coincidência é claro. Porque vamos ensinar as Gretas e com certeza os sobreviventes do holocausto urbano e florestal dos povos de periferias da civilização ocidental-cristã a verdade que é a liberdade. Porque nosso mundo está embasado nas ciências da razão matemática e estatística que investigam empiricamente a verdade dos fatos e dados, mas a origem dos conceitos e preconceitos dos dados que é dados por fatos e verdades inclusos os preconceitos eugenistas transmitidos hereditariamente a termos de títulos de capitais de patrimônio cultural, ambiental e até sobre seres biologicamente vivos e humanos.

Afinal quem é que em pleno século XXI ainda acredita que o que a predestinação dos povos eleitos e excluídos é predeterminada em função de discriminação é a sorte ou azar do nascimento, ou pior quem é que impõe como credo a hereditariedade da sua gene como fator da predeterminação do destino das pessoas enquanto finge que tudo é decido como se fosse um mero jogo de sorte ou azar ou então mérito dos jogadores que jamais terão as mesma oportunidades não porque não tem as mesma fichas, mas porque os donos da casa, que controlam o cassino da vida definem não só quem joga e quem sai, qual é o valor das fichas, mas quem é o apostador e quem é a aposta: de vida ou morte. Quem é a caça e quem é o caçador. O herdeiro e a herança. Sinto em de dizer, mano. Greta chora que não terá mais troféus na parede. Agatha é o troféu na parede, dog. E você acha que sua filha é quem?

Sonho, infância patrimônio e herança é invenção e privilegio do caçador e seus herdeiros e não dos descendentes dos caçados como seus animais de carga e cães de guerra. Aqui criança vira notícia quando se torna cadáver e ganha mais valia, para ser devorado e capitalizado pelas narrativas dos urubus da burguesia de esquerda ou direita e seus projetos mitológicos de poder e idolatria de salvacionismo messiânico da pátria, no qual irão partir a caça matança e domesticação de uma próxima geração sem futuro.

Sorte seria então se a história fosse feita de meras coincidências e não das consequências dos atos dos históricos que não são feitos só de palavras vazias ou crimes contra o meio ambiente mas contra a humanidade que não ficam apenas no passado, mas reiteram nas privações de cada nova geração que nasce sem a sorte dos seus meios vitais e ambientais literalmente consumidos até a extinção junto com esses povos, sua cultura e até a memória do seu holocausto para formar o capital que sustenta a sorte, ou como diria com mais propriedade Maquiavel a “boa fortuna” dos que governam o mundo. Fortuna esta devidamente guardada a sete chaves nos cofres dos países mais ricos do mundo que não podendo choram, usam as Gretas do mundo como carpideiras inocentes para chorar por um crime do não só não repararam, não se arrependem e que continuam a financiar e expandir e maximizar, sejam via corporações e fundos internacionais, seja via suas guerras, bombas e ocupações. Claro que com a participação dos seus primos pobres a administrar seus interesses como feitores nesses territórios ultramarinos, ainda que nem todos sejam mais formalmente suas colônias. Afinal não há nada que uma propina gringa não compre, ao menos nada que uma classe governante corrupta provinciana servil e sobretudo sem caráter não venda do patrimônio do povo ao próprio povo como escravo, em escambo por bugigangas como sempre o fez. Porque quem vende até a mãe e filho e a própria dignidade entrega qualquer coisa e para quem oferecer o melhor preço.

Como diria Malcolm X, isto é, se pudesse ter falado algo se não tivesse sido ele calado a bala depois de voltar para o campo de concentração do seu povo após sua peregrinação pelo mundo.

Por isso nada mais triste e revelador que nos dias em que um povo chora no funeral pela menina que morreu com um tiro no Complexo do Alemão, num país conhecido onde não só suas belezas e florestas naturais, mas por uma política que não é meramente um arremedo de política neocolonial, neoescravagista, neomedieval, mas sobretudo neonazista.

Em outro, que renomado não só por ser sede da ONU mas tanto por sua sua democracia bem mais direta, quanto por outro lado ser paraíso fiscal para governantes corruptos mundo afora, incluso os brasileiros se guardasse luto simbólico pela morte da natureza, no funeral de uma… geleira:

Pois é meu amigo, chorar é de graça. Mas até enterrar alguém de carne e osso custa e custa caro e não estou falando só de dinheiro mas na alma. Nisto está senão a hipocrisia a sincera ingenuidade dos adultos infantilizados que acreditam num ambientalismo sem humanismo. Isto é na possibilidade da humanidade que morre de fome, veneno ou bombas made in motherfuckers world se solidarizar com geleiras ou crer na boa-fé daqueles que são incapazes solidarizam para com todos seres viventes daqueles que não conseguem ter compaixão sequer como seus próprios semelhantes que morrem implorando por abrigo e comida e trabalho de merda nos campos de concentração nas porta trancada das suas fronteiras? Esse tipo de solidariedade condominial aos povos marginalizados e periféricos conhecem bem, na convivência cotidiana com as classes privilegiadas dentro do seu território domestico que também vive pregando a paz e preservação social ambiental, mas que tem por politica governamental e econômica uma só bala na cara e nas costas e cadeia para quem pede mais que só subemprego e trabalho servil até a morte.

Então Imagine que não, sua filha não mora na Noruega ou Suíça, que ela não vai herdar o mundo.

Imagine que ela não mora na Caximira, Faixa de Gaza, Favelas do Rio, Siria, Africa, China, Iraque, ou até mesmo na Europa e os EUA, mas imagine que ela não é a filha dos branco de lá, mas a filha de todos que não-brancos, uma questão literalmente de herança, não só de gene, mas de memes e papeis e agora bits errados, uma questão que longe de ser simplesmente de códigos transmitidos (legados e herdados) natural ou artificialmente, é uma questão de programação e processamento dessa informação e desinformação, como preconcepção e predefinição, como preconceitos discriminação e segregação não da natureza lógica das verdade dos fatos e fatos verdadeiros da natureza, mas exatamente do contrário da teratológica perversão da normalização da desnaturação como normalidade, ou simplesmente a ditadura das verdades e fatos alternativos que impostos não só por repetição, mas extermínio em massa e não só da natureza, mas culturas e povos.

Então você vai entender o que quer dizer Burn, Motherfucker, Burn!

Então imagine? Não ninguém em sã consciência precisa imaginar nada, só precisa abrir os olhos para o mundo e a realidade que se não vive, convive para sair da bolha. E se não quiser nem abrir os olhos, pelo menos pode ouvir para começar a entender o X da questão.

Perdão. Esta tradução da realidade está em língua estrangeira. Em nossa própria língua é ainda condizente, verdadeira original e por sinal até honesta:

Essa realidade de quem morre na sua porta não raro lutando ou implorando não só por um pedaço de pão, ou abrigo enquanto todos se fazem de cegos surdos e mudos, alias não só para sobreviver a míngua, mas lutando e implorando para não ser executado enquanto todos fingem como na Alemanha nazi que não viram nem ouviram nada, nem marcharam de tochas na mão para que esses esses lei e ordem criminosa fosse instituída desde que via seu líder de estimação e não o da ideologia oposta, é mais do que conhecida, nos é familiar, real e legal.

Como aquele que assiste impassível quem desesperadamente morre de frio, fome pedindo pão e abrigo na sua porta, acusando de terrorista e marginal, que assiste mãe e filho serem separados para serem trancados em jaulas, ou pai e filhos morrerem abraçados sonhando em meramente sobreviver, ou pior a boiar numa praia porque fogem dos bombardeios bancados pelos tributos das forças armadas que sustentam sua riqueza e empesteiam o mundo podem se dizer preocupado com as florestas ou povos das florestas? Aqueles povos que eles e nós que reclamamos deles, sequestramos e matamos para construir nossas urbes aqui e lá eles?

Ouvir as metrópoles desvairadas no velho ou novo mundo falando dos povos das florestas, enquanto nas periferias não só novo, mas ainda do velho mundo os marginalizados continuam a ser exterminados descaradamente, é como ouvir potencias nucleares envolvidas em guerras, holocaustos, ocupações, invasões, pregar desarmamento e paz mundial. É como ouvir nazistas comunistas e fascistas pregarem a liberdade dos povos. Ouvir empresas que vendem veneno falar em meio ambiente e poluição. Sacerdotes e governos em combate a pedofilia e proteção a criança. Tributarista falar em previdência social. Economistas em redistribuição de renda. E a classe política em bem estar social. É ouvir a KKK falar sobre direitos do homem. Patrão e sindicalista falar sobre trabalho e trabalhismo. Burocratas e tecnocratas falar sobre emancipação popular. Socialista e liberais falar direitos e obrigações. Gilmar Mendes de direitos humanos. Bolsonaro advogando por indígenas. Elites sudestinas sobre colonialismo. Elites nordestinas coronelismo. É pedir para o dono do circo redigir e governar os direitos dos animais. Banqueiros os dos clientes. Patrões os dos trabalhadores. Escravagistas o dos escravos. É literalmente ouvir em Paris, ou São Paulo, Rio, Nova York, Moscou, Pequim, Londres, Tóquio, Moscou, Bombaim, e coloque aqui qualquer metrópole do mundo gente empilhada sobre gente, multidões retardadas, cegas surdas e mudas a espera do próximo comando em chefe, que irá preservar os meus os seus os nossos direitos de nos indignar ou comemorar o genocídio desses vidas, desde que esses direitos sejam sustentados. E como e onde será que eles se sustentam?

Se você se pergunta isso dos gringos que sequer moram aqui. Então pense antes não só de responder, mas de se perguntar como eles conseguem viver cegos e surdos em suas bolhas, aos gritos humanitários usando crianças para vender seu coloniambientalismo. E pergunte primeiro como nós conseguimos fazer isso com nós mesmos? Porque eles é fácil. Até agora a merda estava bem longe dos seus olhos, nas latrinas do mundo, e a guerra por adestrar suas mentes e corações era bem mais simples. Aqui, nas latrinas do mundo, onde os descendentes do colonizadores sempre viveram apartados por muros, guardas, encastelados em seus condomínios, enquanto este continuavam a limpar suas latrinas, a ditaduras da cegueira e hipocrisia e do apartheid velado só para gringo fingir que não vê enquanto não for o momento estratégico o momento de ver sempre foi a realidade, quer víssemos ou fizemos um carnaval para fingir que não.

Como esse espécie que passa ao largo e trata nazifascistamente o próprio extermínio antropofágico da sua espécie como se fosse um processo natural, vai conseguir se solidarizar senão hipocritamente com a fagocitose cancerígena de outras formas de vida? Como um ser humano que não consegue sequer enxergar sequer a indigência não alheia, mas da sua miséria intelectual e sensível e humana, irá sair do seu estado de insensibilidade e desumanidade e desnaturação quando ter coragem e empatia para abrir as portas da percepção, ou das fronteiras do seu delimitado horizonte de eventos, sair do território obscuro da sua inconsciência de falta de respostas empático solidária para quem morre na sua cara, vai ligar para a porra do mico leão dourado senão como uma fabula para criança crescidas? Contada por filhotes gatinhos fofinhos, brancos, porque gato preto dá azar.

Se liga, meu irmão, quem caga e anda para quem está morrendo na porta dos seus muros dos seus territórios e domínios do não sei, não quero saber e tenho raiva de quem sabe, vai ter ligação senciente com a rede da vida que a todos liga sustenta com real e potencia? É tão re-ligação como anima do sagrado quanto religião corporativa que prega amor aos pobres, enquanto seus bancos e braços financeiros negociam e dão suporte (e até fuga) a tiranos genocidas, e do ouro da pilhagem não largam nem as portas do Armagedom, nem como tesouro, nem como vicio e seviciamento.

O ato fala sempre mais que a palavra, por isso sempre pesquiso não o berço de uma pessoa, porque ninguém tem culpa nem mérito por sua origem, mas sim pelo que faz e prega, e principalmente pelo que faz em coerência como o prega, e o prega em coerência com o que faz. Ou se preferir, o ato que tem nexo e se faz signo porque tem significado na correspondência ou conexão como o real, incluso o próprio ato do atribuir significados simbólicos por definição palavra, que se não é descrição de uma realidade dada, é necessariamente de outra que não existe, que se sabidamente impossível uma mentira descarada, se não um erro crasso. De modo que para evitar contar ou cair numa nada como aplicar o principio a regra “Gandhi”: antes de recomendar ou pior impor não observe, nem imagine: teste mas não no aparelho sensorial do outro mas no próprio. E se o seu bom senso, ou seu instinto de preservação lhe disser que isso não é uma boa ideia aplicada para você, é porque não é para outro. Mas evidente que isso não funciona com psicopatas, porque ele sabe disso, mas está cagando e andando para a regra de ouro. Afinal quando ele aperta o pescoço do outro, não adianta gritar e dizer que está doendo porque ele vai dizer que não está sentido nada. Vai colocar em debate acadêmico,cientifico e religioso, politico e econômico se os gritos são meros reflexos de alguém cuja anima merece ser ouvido ou não. Já a sua palavra e vontade nunca está na berlinda, porque é ela que predefine não só os termos do debate, mas a formação a discriminação dos seres preconcebe a abstração dos termos e reduz de antemão quem é sujeito e objeto na própria linguagem de codificação, processamento dos seus dados como se fossem o próprio mapa do mundo, e não a imagem. De modo que pouca gente entende que isto não é um cachimbo.

Mas pior nem o cachimbo que se vê é propriamente a realidade, mas já uma constructo mental preconceptivo feito não só de operações mentais, mas concretas sobre a natureza da realidade tanto do preconceptor, quanto do alheio e não só a visível e sensível, mas antes e sobretudo a invisibilizada e insensível, não raro negada e renegada anormalizada, paranormalizada, ou sobrenaturalizada mas simplesmente em sua alma simbólica, mas eliminada de forma manifestamente real e sensível: em holocausto a fantasias alucinadas e alucinadoras pelo ególatra tarado posse e poder supremo, total e eterno.

Por isso esqueça Maio de 68. Não que Focault, Sartre, ou Beuovoir já eram, mas porque de orgânicos eram grandes quadros corporativos. E que salvo o cara que escreveu O Estrangeiro, que por sinal era argelino, o que há ainda contemporâneo neles já não mora mais no velho continente, e para falar a nem no fetichismo nosso por eles, mas vem do novo pensamento que é muito mais que anticolonialista de Fanon e Mbembe que sim beberam desta fonte, mas não ficaram nela, nem muito menos vieram dela mas não por acaso de outra realidade até para a Sul Americana, a Africa. Uma realidade que já não fala nem estuda mais só de biopoder, que dirá ditaduras de proletariados, ou social-democracias, liberais ou trabalhistas, mas já de necropoder. Uma realidade que não está restrita só as grandes ghetos e periferias do mundo, mas todos os lugares do mundo onde há ghetos e periferias que nos apartam. E logo portanto também nos centro do mundo, mas na marginalidade, underground e contracultura como a resistência libertária revolucionária e não projeto de poder ou autoridade já constituída ou devidamente apropriada vendida e corrompida, vide a título de exemplo o anarquismo de Kevin Carson nos EUA. E de modo geral todo o movimento e pensamento feminista especialmente o da afirmatividade transgênero, que quer gostem ou não, ocupa a vanguarda da revolução dos paradigmas contemporâneos.

Sim, e revolução não como uma pós-modernidade ou só pré-neovitalismo do ecologismo mas já como o fator determinante do nova tempo, mentalidade do paradigma libertário autodeterminista para além do como metamorfismo, mas já transcendentalismo das ditadura das formas e padrões, tanto como nova consciência, mas já como referencia à futura ciência tanto da produção epistemológica quanto fenomenologia do natureza e do saber sobre a mesma. Logo não só o estado do estar ciente, mas do fazer ciência num outro plano de saber o da lógica dos padrões tanto das (pre)concepções que formam as ideias incluso as de verdade,quanto da própria (con)ciência desse outra plano até então invisível, ou invisibilizado, de autogeração da realidade não apenas (pre)conceitual mas fenomenal, o plano da autodeterminação não só das formas ou metamorfoses ou transformação mas da própria liberdade de autodeterminação como potencia criativa e criadora constante tanto da autogeração formas quanto dos padrões, lógica nexo, sentido, evolução, revolução, movimento, transformação não só de tudo é, ou como está, mas de tudo que há de vir a ser não pelo estupro, assassinato e violação, e manutenção de relações forçadas de poder e pátrio-poder regidas por autoritarismo e monopólio da violência, agressões e privações, mas relações livres, gregárias,conceptivas,criativas espontâneas e conscientes de consensualidade equidade e universalização.

Uma revolução não só cultural, mas cientifica, psicológica e sobretudo epistemológica, uma descoberta ou revelação de uma verdade tão impar na história da humanidade quanto o foi a próprio advento da primeira forma de discriminação e logo domesticação e escravidão na sua gênese,gêneses: a de gênero.

Leituras e interpretações que daqui ao contrário do que a direita paranoica prega, foram banidas como heréticas e subversivas substituídas pela falsa esquerda eclesiástica, messiânica e escatológica e autoritária que o centro sempre se volta e a casa torna, em alternância de poder, e vice-versa, até porque uma é só a outra face ou polo populista da mesma moeda ou estatamento, ou o que a mesma coisa a negação perpetua do empoderamento e libertação popular via ciclos de crises sistêmicas tanto de politica quanto econômica domesticas e internacionais. Uma equação cuja solução final da sua reiteração é sempre o extermínio dos mais vulneráveis para a manutenção da ordem ou ascensão de uma nova ordem, que salvo os privilégiados é uma mesma para os excluídos: servidão a quem irá deter agora o poder.

Leituras e interpretações de mundo que se comunicam com quem está na vanguarda da batalha de hoje de tudo que é revolucionário e portanto alvo prioritário do pátrio-poder. E que não é a luta pelo meio ambiente. Mas a luta contra a eugenia em sua forma mais arraigada a ditadura dos gêneros que não, não são prefixados geneticamente, nem o produto de uma mera ideologia, mas a manifestação de movimento de autoafirmação fenomenal e revolucionário no plano das consciências mas da quebra dos preconceitos das ciências, a genuína verdade que liberta como o foi o movimento negro para a abrir um rombo sem precedente na muralhas dos preconceitos tribais de raças que por sinal ainda perdura como hegemônico, ainda que disfarçado de patriotismo, enquanto vende seu próprio imperialismo e interesses transnacionais como a ameaça fantasma do globalismo, para matar não só a emancipação interna dos povos e territórios, mas sua comunidade cosmopolita livre da sua intermediação parasitária e monopolial. Mas essa paranoia globalista quanto a perseguição todas as formas de autoafirmação de identidade de algo que nego a reduzir a mera uma mera ideologia porque pertence a lógica das epistemes tanto do saber quanto vir a ser e é tema para outro escritos.

Porque meio ambiente como o nome já diz, é neste sentido de meio não o vital, a natureza em si. Não “querido”, meios são meios, finalidades finalidades, e motivações, motivações, ainda que os discursos troquem todos as bolas os termos. Meio ambiente, gente o outro o mundo quando não é sequer considerados a priori como nada, são ao final do processamento reduzidos. E durante o processo enquanto o ser reduzido a objeto for tomado por algo útil mesmo que seja só para trocar, ainda sim não será nada além disso recurso a satisfação dos objetivos de quem define e o mundo. Objetivos que nunca são guiados por princípios mas meros desejos egoístas não só desprovidos de empatia e solidariedade mas já pervertidos em manias compulsões de transformação da alteridade viva em propriedade morta, mas pode chamar de capital.

Pessimismo? Não, discurso hegemônico, ou agora que a chapa esquentou o padeiro de Adam Smith de repente não faz mais pão porque persegue seus interesses particulares? E o homus europeus darwinista e dawinkista não quer mais preservar sua gene e seu meme? O padeiro agora é um altruísta e não só um comunista, mas um São Francisco de Assis, trabalha e põe para “trabalhar” não só produz riquezas não mais para acumular e enterrar nos cofres, mas para alimentar todas as bocas famintas não só de pão do corpo, mas da alma, a justiça, para tudo que vive. Ou será então que os fariseus nazi-cristãos mudaram a práxis do seu reino dos céus na terra?

Depois dessa assembleia da ONU, O Estados da Europa incluso o Vaticano não mais pedir só perdão por tudo que roubou, e vai fazer lava pés, não vão mais cobrar dízimos ou impostos e aproveitar todo o patrimônio acumulado com guerras e genocídios e distribuir dízimos terras e rendas não só para os povos que eles estão ainda matando, mas para até para os bichos!!! É a revolução de Orwell, só que ao invés de feita pelos bichos ou as gentes tratadas como tal feitas pelos seus ministros dessas fazendas. Vão criar reservas patrimoniais ambientais e garantir onde um dia se dizimou povos, para que nenhum ser vivente nesse planeta morra por falta de recursos ambientais ou vitais, incluso é claro aqueles que já viraram casaco de pele, e petróleo refinado, ouro em cofre, e informação até de genomas segredadas: o capital. E não vão parar por ai não. Vão colocar o dedo dos fascistas e nazistas tropicais, como Bolsonaro e dizer que eles não podem fazer o que eles faziam (literalmente) até ontem, mas devem seguir o seu exemplo e contribuir como podem para preservar toda a vida do planeta. Mais porque não basta fazer, é preciso também parar de foder. Aliás a ordem dos fatores é justamente o contrária: afinal onde é que você vai arrumar o tempo e o dinheiro para construir isso se você já o empregou para bancar aquilo?

Não, senhor, eles não são canalhas, fascistas, hipócritas, eles vão parar de produzir armas, bombas e venenos e vendê-los para os tiranetes mundo afora. Vão levar para o tribunal de Haia não só os caudilhos e tiranetes provincianos, os cabeças de bagres, mas os grandes tubarões, os presidentes de potencia mundial que jogaram fosforo branco, gás sarin, mostarda, bem como os CEOS de empresa que causaram epidemias de opioides, neocorticoides, os donos dos fundos bancam a morte por todos os lados! O lê, lê, e como vão. Vão devolver a arte e ouro roubado, e conclamar que as burguesias nativas que se acham europeias e que vivem de macaquear suas hábitos civilizados façam o mesmo em nome da glória da preservação da cultura da civilização cristã-ocidental, suas populações ou a salvação não de suas pátrias, mas agora da nossa ex-violentada e prostituída e alforriada mãe-terra? Que lindo? Todos agora somos índios e vestimos cocar, no maior blackface da história da (des)humanidade até porque morto não fala.

Tá bom. Se há uma coisa boa na ONU é saber que quando se reúne um monte de gente para debater alguma coisa, é a certeza de eles não vão fazer nada, nem de bom, nem de ruim, ao menos não enquanto abandonar a mesa, porque quando o fizerem, aí sim que as florestas e gentes vão queimar quero dizer ainda mais. E queimar para alimentar as máquinas de guerra, ainda mais famigeradas. Porque a prioridade número 1, é prevalecer nem que no day after os monstros governem sobre ruínas e terras arrasadas. Por isso não se engane seja pela mão colonialistas nativos ou gringos a amazônia no que depender deles vai queimar e queimar tanto mais rápido quanto for sua mais valia para for a dimensão da guerra de interesses de ambos que no fundo é mo mesmo: ela no chão, embora ambos jure de pés juntos que só querem preservá-la para o bem comum dos seus habitantes nativos e de todo planeta.

E não pense que esse processo é só no Brasil, veja o que está ocorrendo na Asia:

Enquanto Queimadas deixam céu vermelho na Indonésia:

A mesma Indonésia que devolve toneladas e mais toneladas de lixo ao primeiro mundo, algo que a China já vem fazendo a tempo.

É Zé, ambientalismo e reciclagem cagando e envenenando e escravizando o quintal dos outros é fácil. Difícil é manter o sustentar o seu ecossistema sem devorar o alheio, dog. Que o digamos nós que floresta é mato, eu quero é lombo e de gente.

Ôoo… Hei boi

Vocês que fazem parte dessa massa
Que passa nos projetos do futuro
É duro tanto ter que caminhar
E dar muito mais do que receber

E ter que demonstrar sua coragem
À margem do que possa parecer
E ver que toda essa engrenagem
Já sente a ferrugem lhe comer

Êh, ô, ô, vida de gado
Povo marcado
Êh, povo feliz!

Lá fora faz um tempo confortável
A vigilância cuida do normal
Os automóveis ouvem a notícia
Os homens a publicam no jornal

E correm através da madrugada
A única velhice que chegou
Demoram-se na beira da estrada
E passam a contar o que sobrou! (…)

O povo… -Admirável gado novo, Zé Ramalho (1979, mas poderia ser 2019)

Pois é… “toda essa engrenagem já sente a ferrugem lhe comer”, mas “a arca de noé e o dirigível não voam, nem se podem flutuar….”

E nisso está a loucura dos gritos por solidaria com a floresta, ou pelos animais que morrem queimados pela monstruosidade criminosa do neoconolizador escravagista esteja ele instalado nos centros nervosos do capital pátrio ou estrangeiro, seja ele o falsário e falsificador ideológico dos interesses cosmopolita dos povos um nacionalista ou internacionalista. No fundo um replicação do padrão das disputas do pela posse do território e domestico da população alienada do plano domestico para o plano das guerras e negociatas entre Estados-Nações e não sociedades que se dirá então entre os povos que não estão a margem, ou só invisíveis, mas são tomados em seu fenótipo eugenista e higienista como o gênese do mal e inimigos dos “cidadão de bem”.

Mané ONU, mané Bolsonaro… essa gente tem seu próprio Ecosistema de morte vive que se se retroalimente e perpetua e mantem sua integridade em simbiose de antropofagia e necrofilia, um como predador o outro é urubu comedor de carniça. Canibais apontando para o crime do outro, mas ninguém largando o osso, nem o dente da carne mais tenra.

E vinde a mim as criancinhas porque delas é o inferno na terra.

Enquanto os senhores da discórdia que semeiam a guerra e suas múmias são sempre eternas em todas suas faces sempre falsas…

Mas perai pausa para comemorar e capitalizar:

Não a morte de mais um ser humano, mas claro as vidas salvas que volta e meia levam uma bala perdida, mas que muito importam nessa contabilidade das gentes e ambientes especialmente os ainda repletos de riquezas e belezas naturais. Porque afinal de contas quem vive em função da morte sistematizada, automatizada, celebrada e ritualizada do alheio como sacrifício necessário para o seu bem e não do esforço e sacrifício da sua própria vida para legar vida como sua herança ao bem comum das futuras gerações sem apartheids e discriminações? Não somos nunca nozes mas sempre nozoutros, porque assim falava Zaratrusta. Quem? Sei lá. Já esqueci. Já esqueceu? Que bom… então dá experimente essa daqui, que essa dá boa, viu?

De modo o que a esquerda autoritária foi plantando como sua ditadura do politicamente correto a direita vem colhendo como ditadura do politicamente incorreto. O que em verdade é só uma questão de perspectiva porque ditadura é ditadura, porque quando se reza cartilhas por credo no santo, basta tomar a prensa e imprintar e trocar a cartilha e a imagem do santo que a ideologia muda, um parte, um partido cai, mas o culto e o sistema permanece como patrulha e impostura da liberdade alheia. E dá-lhe também a contra-atacar com as únicas armas que tem aquelas que se apropria e copia da própria esquerda autoritária:

Notem como Bolsonaro é uma encarnação que sequer sairia da sua insignificância e voltará a inexistir se ou quanto a esquerda deixasse de ser reacionária e autoritária, porque não passa de um stalker de uma sombra de da antítese da assombração que ela também encarna do outro lado, num jogo de terrorismo domestico e internacional no qual os partidos e os regimes que governam os povos de cada nação ganham ou perdem na exata medida das suas balança comercial, mas uma balança comercial que não é feita pelo que estes regime produzem mas pelos que eles pilham seja nos territórios sob sua jurisdição, ou sob a jurisdição do outro. De modo, que Estados podem sair ganhando ou perdendo das suas guerras comerciais, desinformacional, hibridas ou totais, mas os povos, as populações ganham ou perdem de acordo com a razão da proximidade geopolítica com os supremacistas que prevalecerem ou o que é mesma coisa acabarem por deter seja por arrego, corrupção, manipulação, ameaça, negociata enfim não importa o método o maior produto interno bruto de todas as pilhagens. Algo que não para quem não sabe sim se produz a partir da matéria prima da natureza viva, mas não se detém senão como natureza morta: capital.

Aliás diga-se de passagem reserva federal uma ova, se território indígena é de índio tem que ser território autônomo e não da união, mas sob a proteção da nação a qual é federado. Não pertence a esse a união, mas aos povo federados a nação em tantas territórios soberanos em seus respectivos Estados quanto o são as culturas, costumes e etnias, senão já era, e não só costume, mas território, e gente. E não importa se colonizador gringo ou local trata o nativo como animal de abate de bicho de estimação enquanto ele não é tratado como igual ou seja gente, na sua própria terra, e também na outra quando estrangeiro, ou seja, se não goza dos mesmos direitos do direitos daquele que se diz cidadão pátrio ou cosmopolita, então ele não apátrida esteja condenado ao holocausto no degredo das marchas forçadas ou encerrado nos campos de concentração do supostamente seu território. Notem que embora de nativos e do sofrimento do índio não padeçamos nada, mas causemos em nossas urbes, que em nossos respectivos Estados que compõe a antigo a farseta com r mesmo, da Republica Federativa do Brasil, nenhum Estado da Federação goza dessa autonomia, e os Estados que se fodam, porque o que interessa é que nenhum pessoa dita cidadã brasileira, de cada cultura e região do pais goza de autonomia federativa em relação ao supremo governo central, literalmente escondido e encastelado na cidade-Estado de Brasilia, não por acaso obra faraônica que abriga todas as múmias, vampiros e fantasmas e outras assombros do Brasil.

Logo quando cada etnia tiver tiverem seu território para sua prole viver em paz livres dos Sir Neys da vida, e não os Sarneys da vida para criar outra farsa unidade da união dos pilhadores da coisa pública para hospedar mais vermes e parasitas hereditárias que não param de se proliferar, aí sim, yanomamis vão ser maranhenses, maranhenses vão ser paulistas, e todos serão de fato brasileiros, ainda que não se respeitem como gente, hão de ter respeitar aquilo que é direito natural de cada um que não blá, blá, blá, mas legitima defesa, mas pode chamar soberania, sobre seu corpo, casa, sua terra. E quem não gostar de ter que tirar o sapato em casa japonesa (em qualquer lugar do mundo) que volte para sua, desde que ele é claro tenha uma que não tenha sido queimada, pilhada, roubada e não tenha um invasor mandando ele dormir de botas porque amanhã é dia de branco.

Justamente o oposto tanto do farso nacionalismo de Trump ou do farso cosmopolitismo de Macron, novamente faces de uma mesma moeda, ou melhor pontas de uma mesma tesouro dividir os alienados de outras nações literalmente em duas. Um explode o mundo, passa a conta da falência e das guerras e depois de tranca no banheiro enquanto recarrega as armas por que já (ou melhor por enquanto) não aguenta a briga, vide Venezuela. E outro, agora já sem o cara grande para garantir a sua parte no butim mundial, vai ter que começar a pedir o arrego nas províncias e bocas de fumo do mundo, na cara dura, e antes que os coletes amarelos tomem as ruas de novo, até porque Notre Dame é como 11 de Setembro, pode até ter duas, mas já não é a mesma coisa, pior é outra. Porque é de Colin Power, Clintons, Bushs e Obamas que se fabricam Trumps, ou como diria o outro ratos não nascem por geração espontânea do monte de sujeira empilhada, meu filho, eles procriam.

Pois é. Xenofobia disfarçada de nacionalismo, e colonialismo disfarçado de ambientalismo ambos tem precedentes histórico e não se chama meramente fascismo, porque juntas são muito mais explosivas. né não?

Para entender o pensamento de Adolf Hitler, que consolidou a ideologia nazista e produziu horrores como o holocausto, é necessário que saibamos o que o Führer do III Reich compreendia como “Espaço Vital” ou, em alemão, Lebensraum.

O conceito de Lebensraum popularizou-se no século XIX, após a Unificação Alemã, por meio dos trabalhos do geógrafo Friedrich Ratzel. Como é sabido, o século XIX foi o século do imperialismo e do neocolonialismo. Muitas das nações europeias e países de outros continentes, como os Estados Unidos e o Japão, empenharam-se em conquistar grandes extensões de terras a fim de garantir um pleno desenvolvimento de suas capacidades econômicas. Ratzel, que havia visitado os EUA na época do auge da Doutrina Monroe, passou depois a conceber uma doutrina geopolítica que defendia que toda “raça ou povo com dotes civilizacionais superiores” precisaria de um vasto espaço físico para o seu pleno desenvolvimento. A conquista desse “espaço vital” dependia da subjugação de “povos ou raças inferiores”, ocupantes de territórios “indignos” deles.(…)- O que foi o “Espaço Vital” Nazista? em Mais uma guerra mundial de Idiocracias: Salvadores de Pátrias versus Salvadores do Planeta

Então não se surpreenda se Bolsonaro arrumar agora uma dupla infantil para cantar de cocar e tudo para gringo ver:

Claro que não a Mariquinha. Mas não porque esta musica esteja proibida pelo index do politicamente correto da esquerda reacionária que canibalizou os movimentos de empoderamento, está ele vai continuar cantando para sua galera, até porque já abriu todas as portas para quem ele queria, mas porque nas manobras estratégicas da guerra autoritária de apropriação para ditar o que que é correto e incorreto para plantar e implantar o regramento do seu sistema jurisdicional correcional como ditadura até a subversão é objeto de apropriação reacionária quanto se torna vulnerável a tal, entra no jogo das representação e e atores que se dizem orgânicos, mas são corporativos, engrenagens da máquina estato-privada que conscientes ou não levantam a bola para o adversário chutar, e se ele não chutar, nem souber cair na área para marcar pênalti, ele expulsa ou encerra o jogo.

O criminoso de guerra, e secretário de Estado de Nixon, mestre em Golpes domésticos e em quintais provincianos, mentor da Operação Condor no Chile que bombardeio o palácio para tirar Alende e enfiar Pinochet, no melhor “vocês vão ter que me engolir”: olhe para como um povo, joga seus esportes e saberá como ele pensa. Não olhe como um povo assiste e comenta e comemora e pior no pão e circo e saberá quem, quantos e o quanto ele vai entrar em pânico com a próxima invasão de Marte. Ou ao contrário nem vai perceber quanto os próximos invasores de corpos, mentes e corações tiverem devorado até sua identidade e cu. Perdão aparelho excretor porque quando a pessoa nem souber o que é isso, porque alguém se ofende, com a palavra, quem vive de foder o rabo alheio, vai poder fazê-lo sem que o coitado nem possa contar o que lhe aconteceu, porque nem sabe mais um como uma criança surda muda ou retardada estuprada por seus santos tuteladores.

Eram crianças, surdas e muito pobres. As vítimas ideais. Foi fácil convencê-las a não contar nada. E se contassem, como aconteceu com algumas, ninguém iria acreditar nelas. (…) São as crianças do Provolo de Mendoza (oeste da Argentina), um instituto para surdos onde foram cometidos abusos sexuais de todos os tipos durante anos contra menores, inclusive de cinco anos. Realizados principalmente por sacerdotes, às vezes com a ajuda de uma freira que testava meninas e meninos para encontrar os mais fracos e entregá-los aos sacerdotes.

Há seis pessoas detidas e o centro foi fechado em dezembro. Nem a Igreja tem coragem de negar o que acontecia lá dentro. Os estupros e as humilhações de todo tipo — uma adolescente denuncia que foi acorrentada e abusada por quatro pessoas ao mesmo tempo — quase sempre aconteciam em um sótão, em uma sala que chamavam de “a casinha de Deus”. A polícia encontrou as correntes e material pornográfico. “Ao subir as escadas em uma inspeção, uma vítima apontou uma imagem da Virgem e disse: ‘Sempre que passava por aqui, a freira malvada fazia o sinal da cruz’. Como podia ser tão hipócrita?”, pergunta o promotor do caso, Gustavo Stroppiana(…)

“Várias testemunhas concordam. Primeiro, a freira Kumiko Kosaka batia nos menores para testá-los. Aqueles que resistiam, se salvavam. Os que eram submissos acabavam sendo abusados”, explica Sergio Salinas, advogado de várias vítimas e grande incentivador da causa apoiado por sua associação, Xumek. Uma menina de cinco anos, agora adolescente, foi repetidamente estuprada por Corbacho, outro padre do Provolo que está preso. (…) Eram crianças muito pobres, com famílias problemáticas, que pouco viam os filhos porque estavam internados. Além disso, os escolhidos eram aqueles que tinham mais dificuldade para se comunicar com os pais, que não conheciam a linguagem de sinais”, diz Salinas.

Todas as vítimas e até mesmo os promotores da causa concordam em uma ideia: a enorme responsabilidade da Igreja no que aconteceu no Provolo. Especialmente porque sabiam há muitos anos quem era Nicolás Corradi. E, longe de pará-lo, de denunciá-lo à justiça ou de afastá-lo das crianças, simplesmente o mudavam de cidade ou país, onde só mudavam as vítimas, sempre crianças surdas e pobres.

Corradi chegou a La Plata, perto de Buenos Aires, em 1986. Vinha de Verona, onde supostamente tinha abusado de outras crianças surdas. Uma gravação com câmera escondida de um dos padres do Provolo de Verona feita por jornalistas italianos mostra o sistema: quando havia denúncias, o padre tinha que escolher: “para casa ou para a América”. Todos optavam pela segunda.

(…)-Inferno na “casinha de Deus”: dois padres estupravam crianças surdas ajudados por uma freira

Enquanto as pessoas se entretêm em satisfazer seu moralismo,Hipocrisia e libido no plano-mundo das fantasias sexuais do politicamente correto-incorreto, os monstros continuam a praticá-las como fazem a milênios: violando e sacrificando a carne de quem não tem boca, nem olhos quem olhem por elas. Praticando o holocausto ao seu verdadeiro senhor e culto , por trás dos símbolos, togas, faixas, fardas, batinas, títulos e sobretudos discursos.

Enquanto as pessoas se alimentam e indignam com a sociedade do espetáculo ideológico, os ideólogos desse freakshow alimentam suas taras e seitas perversas e monstruosas com a carne dos inocentes. Fazem do mundo o inferno que as cortinas da imbecilização dos suas cultos políticas e religiosos escondem. Mas o problema é a arte. O problema não é o padre que estupra, mas o artista performático “de esquerda” nu, ou o humorista “de direita” a denunciar o ridículo e perverso da monstruosidade da taras dos sacerdotes reis e seus públicos cativos.

Não, o que incomoda o autoritário e reacionário de direita e esquerda, o pequeno tirano fundamentalista seja do conservadorismo, seja do progressismo, seja o idolatra do culto ao politicamente correto ou incorreto, não é o mal, é a perversão. Não é a criança surda estrupada ou a morrer de fome ou a comer lixo catado ou processado pelo seu Estado eugenista e fascista. O que incomoda, ofende, a todos igualmente, ofende a sua “dignidade”, fere seu “bom gosto”, não é o estupro, o racismo, o genocídio é o nu. O nudez da sua podridão explícita que a dramaticidade ou comicidade, que o sarcasmo ou o realismo expõe não do outro, mas deles como a olhar para um espelho, seus segredos, hipocrisias, taras e perversões.

O repúdio não é ao ato monstruoso, mas a visão da sua própria deformação teratológica e conformorbidade tão cuidadosa enrustida em vestes, costumes e hábitos e opiniões. O ódio não é da violação e violência, o ódio é literalmente o da exposição daquilo que somos. Daquilo que fazemos. O ódio contra quem ousa tirar e destruir o seu mundo cenográfico de confortos e comodidades que só as mentiras e ilusões que nós podemos contar a nós mesmos em público podem dar.

Mas esse é o mundo das cavernas, o mundo onde os acorrentados ficam discutindo o sexo dos anjos, enquanto os padres pastores de rebanhos humanos — e não são só os religiosos — os estupram. E aí daquele que cometer o pecado de ousar querer ver ou questionar o que eles fazem. São pervertidos sem deus no coração. Certamente. Sem deus, o demiurgo satânico deles.

Mas sou obrigado a concordar em uma coisa, não é arte que deveria estar em museus. São eles. São esses monstros. De preferencia empalhados. A arte e a liberdade deveria estar livre e impune nas ruas. E eles que já estão mortos em vida mesmo, eles os mortos-vivos é que deveriam ser mandados para o seu lugar: o passado da humanidade. Não para serem apagados da memória ou escondido, mas lembrados, para que nenhuma geração esqueça que tipo de monstro canibal, que tipo de homem que come criancinhas foram os santos e reis dos templos e terras, os senhores dos nossos pais e dos pais de nossos pais.

Um museu desses seria então mais do que um museu da maldade, perversidade humana. Seria um museu da fome, da miséria, da escravidão, da servidão e sobretudo das Inquisições e Holocaustos, dos sacrifícios dos inocentes, do infanticídio. O museu dos cultos, e seitas para apaziguar e satisfazer a ira a taras dos todos poderosos. O museu dos mitos de terror e seus sacerdotes e reis, O museu da outra “arte”, não a da vida, mas a da morte. O museu da arte e arquitetura das civilizações que sustentavam seu conforto plantando e colhendo e semeando genitores tementes, servis e conformados e tarados, sobretudo por violência e poder. Os preceptores que amam mais os senhores da sua discórdia, servidão, covardia e idiotia do que sua própria vida ou liberdade ou a dos seus próprios filhos.

Sim um museu do Holocausto, sem a menor sombra de dúvida, mas não só dos nossos não-irmãos, mas dos nossos não-filhos. O museu da desumanidade. Observem guardem o método. Não se esqueçam do método, do processo e sua sistematização. Porque os fins e princípios são falsificáveis, mas os meios, os métodos constituem a verdade de tudo. Porque o método de seleção artificial nazi, não foi inventado pelos nazistas, ele é tão antigo quanto a própria corrupção e degeneração milenar da humanidade:

Aqueles que resistiam, se salvavam. Os que eram submissos acabavam sendo abusados.

Estupro, assassinato, holocausto, imolação dos que dos inocentes e pacíficos por natureza e necessidade porque não tem sequer forças ou condições de se defender, ou pelo menos gritar por socorro. “Inferno na “casinha de Deus”: dois padres estupravam crianças surdas ajudados por uma freira

Pois é, nesse é contrato social higienista e eugenista tácito da divisão internacional do trabalho e capital industria pesada, escravidão assalariada, teatro de guerra, teste de bomba arma, veneno, cobaia, lixo, para o cu do mundo, as províncias, periferias, tecnologia, propriedade intelectual, patente, ouro, riqueza, meio ambiente limpo, aqui. Lixo nuclear, lá. Misseis aqui. Cientistas nucleares nazistas nos EUA e ouro roubado escondidos na Suiça. Os Carniceiros dos campos de concentração Mengele e Eicheman escondidos adivinha onde, e com passaporte e guaridas de quem?

Klaus Barbie e centenas de outros nazistas contaram com a “mão da Providência” do Vaticano para conseguir passaportes — em muitos casos mesmo batinas! — a fim de sair da Europa para a América Latina (os exemplos mais notórios são os de Joseph Mengele, morto afogado em Bertioga, no Brasil e Adolf Eichman, sequestrado por um Commando Israelense na Argentina e julgado em Israel).

Era o início da Guerra Fria e a CIA precisava de agentes com amplos conhecimentos das práticas e costumes dos comunistas a fim de contra eles lutar com eficácia. A folha corrida de Klaus Barbie, neste ponto, era impressionante: perseguição, tortura e assassinato de milhares de comunistas quando líder das SS (Forças de Segurança Nazistas) na cidade de Lyon, na França. Com aquele currículo, credenciou-se facilmente a ajudar os EUA em sua “Luta contra o Comunismo” e, de passagem trazendo seus ex-colaboradores nazistas para perto, sonhar com a criação de um IV Reich nos Andes(…)-O Inimigo de Meu Inimigo — Klaus Barbie e a conexão Vaticano/NAZI/CIA (uma resenha)

Porém não só ele. vide o ditador Paraguai que também encontrou guarida para morrer satisfazendo todos seus desejos aqui também no Brasil:

Mas esses os estatopatas que perderam a guerra. Os que ganham ao menos até que seus muros e palácios não caiam. Ficam para a posteridade não raro embalsamados:

Opa, errei de múmia (detalhe para quem quiser abrir a noticia o medo paranoico conspiratório que ressuscitem o dito cujo, como se precisassem):

Porque a coisa que faz o que quer, vai para onde quiser, para quando bem entende, se move quando você não quer, não está onde se gostaria, fica quando se quer que vai, vai quando se quer que fica, se junta quando se quer que se separe, se separa quando quer que junte, não se pode dividir, não se pode separar, você empurra para um lado, vai para ora para esse lado, ora para outro, aparece quando quer, desaparece quando menos se espera, isso não é por definição aquilo que não é uma propriedade de outro ou que outro consegue deter ou colocar na sua conta, mas a propriedade de si move por conta própria. A propriedade daquilo que tem vontade própria, ou simplesmente liberdade. A riqueza viva que ao contrário da posse e poder não se pode trocar, vender nem trocar, porque dada, vendida ou trocada, morre como vontade própria e compor a natureza morta do corpo patrimonial alheio: seu capitais seja recursos humanos, seja meio de produção reprodutores ou reprodução da sua existência não apesar desta já estar velha e morta e estéril e sua nova e cheia de vitalidade e fertilidade, mas exatamente por causa e em função disto.

Não isto não é nem só um biopoder nem só um necropoder. Isso é pior. É holocausto não com estado de guerra, mas de pax. O culto do holocausto institucionalizado como Estado e Religião e Sociedade alucinada nesse freakshow. É a negação da vida e liberdade e sua anima pela banalização normalização e imposição legal da da perversidade como alucinação monstruosa que não só licencia e impõe cultura do holocausto como criminaliza sua legitima defesa.

Não é um cultura institucionalizada não só do racismo velado, não da escravidão assalariada disfarçada de trabalho livre, ou servidão voluntária, isto pode ser um holocausto rápido feito na guerra, e otimizado em blitzkraig pela sistematização otimização e automação dos métodos de produção da morte em massa, mas definitivamente é não só um produção sistematizada de morte em massa, eugenista gentrificadora como também ou seja genocídio como é holocausto lento tanto urbano quanto campesino de todas as formas de vida concentradas na jurisdição desses campos de produção da monopólio da violência e violação pelas relações mantidas a força e contra a vontade. É uma institucionalização do holocausto como cultura politica, econômica, social e ambiental corporativa tanto civil quanto militar contra os direitos jusnaturais mais básicos a dignidade liberdade e a própria vida e ambiente de toda pessoa humana, mas de todo ser vivo. E holocausto não como apropriação indevida da palavra.

Porque holocausto não é mero extermínio de tudo e todos. Porque isso é extinção. Holocausto é o extermínio ritual planejado sistematizado em massa e total de uma forma de vida discriminada, segregada, apartada, e sobretudo tomada tanto como bode expiatório do mal quanto a própria causadora dos males para sustentar reproduz propagar e manter a integridade tanto da ideologia quanto da própria corporação que se sustenta através da banalização, apologia ao ódio a guerra a violência ou seja o próprio mal e insanidade e monstruosidade em si e sua causa como se fosse o bem e sua salvação. A base da falsificação e perversão que diferencia o genocídio do holocausto: no genocídio o corporação que o perpetra não necessariamente terá que buscar outro bode expiatório e outra guerra. Nos holocaustos o perpetrador imediatamente ao exterminar um inimigo terá que eleger outro para sustentar sua perversão que sem guerras e inimigos predação e espoliação não só não alimenta seu culto como não alimenta seu corpo artificial, sua máquina de morte. que se desintegra, não raro fazendo a única coisa que suas células estão programadas para fazer, atacando e matar agora em seu próprio território e umas as outras.

Politicas que resultam em morte e que não são resultados de falhas ou omissão na proteção. Não. São mais do que “só” politicas de morte para proteção não só da vida liberdade mas do patrimônio das vidas que contam. Não são o risco de morte assumido como perda aceitáveis de vidas dos valem nada para a produção da proteção do patrimônio dos privilegiados mas a eliminação de bodes expiratórios sacrificados massiva e sistematicamente para a produção e reprodução do próprias relações de poder mantida a força e violação e violação institucionalizados como regime que se vende como remédio desse mal que ele alimenta e dissemina para se vender como unica cura. A teratologia da doutrina totalitários por excelência o holocausto, a a desqualificação discriminação, segregação, uso, exploração, planejada até a eliminação de vidas tanto em por privação em guetos depois em diretamente em execuções que levam ao genocídio e extinção sistematizado de um povo, não importa se 5, 50, ou 100 anos, porque o objetivo do holocausto não é a mero genocida pelo genocídio mas não só para racionalizar a produção ideológica de um sistema mas sua produção concreta como regime sustentar tanto a desintegração do povo quanto a alienação a hierarquia e idolatria ao terrorismo estatizado às lideranças, a maquina estatal de monopólio não de violência mas de compulsão de morte que se alimenta da vida dos sacrificados da pilhagem desse crimes contra a humanidade e natureza e se mantem integrada desse ritual.

Desastres naturais, dilúvios exterminam populações sem discriminar a sorte quem é quem. Onde há a ação da preconceito e discriminação e domesticação humana, até onde há acidentes naturais esses supostos acidentes, doenças já tem alvo endereço código genético e fenotípico “certo”, tem cabra marcado para morrer, ou até não se reproduzir. Bala perdida nem muito menos misseis não se corresponde a padrões estatísticos históricos transmitidos de geração a geração através de preconceitos e privações de bens comuns hereditárias. Complexos, multifatoriais, difusos são os fenômenos, mas raríssimos são as coincidências se é que elas existem, mas o que não existem é eventos sem razão de ser ou explicação, ainda que essa seja desconhecida ou a própria manifestação da autodeterminação produtora da autogerado espontâneo, não existe geração espontânea nem muito menos geração espontânea, mas sim autogeração espontaneamente produzida pela manifestação da força elementar gregária da autodeterminação, livre vontade, ou liberdade, porque nada se gera do nada, mas por definição do que lhe é essencial: o velho e bom espirito da coisa, incluso das coisa pública ou bem comum. O fantasma da republica que nasceu natimorta que dirá da verdeira democracia a direta e popular, por oposição as meras tiranias oligárquicas, autárquicas quanto falsificações representativas populistas.

Adultos infantilizados pela bolha estatal são como as pobres crianças vietnamitas do que nasceram durantes os bombardeios da guerra do Vietnã. Dizem que elas acreditavam que arroz caia do céu. Faz sentido. Porque naquele inferno era o único lugar de onde ele vinha. E estas eras a que tinham sorte, e quando tinham sorte, porque outras ou morreram bombardeadas morreram de fome, ou com a gentes laranja, porque se bayer (monsanto) é bom, ou como crianças bomba. Mas há ainda hoje crianças crescidas que juram que o chester de natal que compram no supermercado é o resultado mágico da transmutação alquímica da ciências politicas e econômicas onde o produto do seu trabalho é que põe na mesa aquele chester de natal, que aliás ele mesmo nunca viu.

Porque como nada nesse mundo fora bombas cai do céu, de graça, nem mais a água da chuva, até essa precisa ser tratada, seja porque é na verdade é bosta reciclada, ou a chuva é tão tóxica quanto o ar que se respira, e se antes da queima da floresta do cigarro do fumante, pelo outro motor do progresso, o de combustão de animais e florestas há muito já extintos e também altamente poluente em quantidades, o motor da combustão de derivados do petróleo, o ouro negro que se genocidou mais povos no século XX, quase tanta gente do que metais e minérios precisos do passado seja por seu valor de troca ou uso, mas não talvez tanto pelos minérios e metais e terras raras do futuro.

E nunca pelo que realmente interessa que não é propriedade das coisas, mas a transformação dos seres sobretudos os que tem energia força e anima própria em coisas não necessariamente completamente mortas, só em fonte de energia, mas em meio de produção, autômatos, máquinas ou engrenagens e bestas de carga e terminais burros a reproduzir ordens e comandos. A apropriação dos seres como coisas, domesticação tanto da anima de toda natureza incluso a dos semelhante. Domesticação de gentes. A propriedade que não só reproduz a propriedade, mas a inventa, como capital. Mas pela concepção de outra forma de alienação muito mais arraigada em nossa alma servil: o trabalho. Já apartado da produção, mas sinônimo de etapa, a etapa alienada, inconsciente e automatizada, porque produzida por servos autômatos mesmo quando eles ainda eram feitos de carne e osso animal seja dos considerados raças ou espécies semelhantes ou nem tanto. Aliás não só em termos de qualidade e classificação ou melhor desqualificação e desqualificação de classe, mas sobretudo e antes de tudo de gene,de eu-gene, portanto de gênero, número e grau. O eu, minha origem e minha superioridade ou inferioridade preconcebida como definição não só da identidade da minha própria identidade mas a do outro de mundo, e por exclusão e alienação da expropriação antes do direito de propriedade e identidade do outro, o próprio direito de próprio-concepção, que o coloca a merce da sua sujeição não só a subjetividade simbólica suas fantasias de poder , mas a violência e violação absolutamente concreta da realização objetiva das mesmas como seja como mero objeto dessa perversão teratológica.

E pobre daquele que primeiro esteve a merce desse mente doente porque foi feito o primeiro escravo: a mulher. E e mais pobre ainda daquele que nasceu desse estupro, porque foi o primeiro nascido desse estupro, sem jamais conhecer o que era a vida em liberdade: a criança. A coitada que reduzida a animal domestico irá acreditar por falta de referencia que comida brota da mão do amestrador e provedor, não raro em troca da satisfação de um prazer e necessidade dele, e não a sua. O oposto do que é viver em liberdade. Ou mesmo dos instinto de preservação que se colocassem prole no mundo para tentar meramente se perpetuar suas formas ultrapassadas não só haveria evolução, como sequer não haveria diversidade ou vida, já que por um acaso ou milagre tivesse surgido um ser esse teria devorado sua prole e morrido velho e podre sem que a espécie conseguisse não só aprender e se preservar com seus acertos, mas sobretudo continuar a se transformar se livrando dos erros, algo que não muitas vezes requer que não meramente uma reforma, mas que se recomece do principio, não só para evitar os mesmos vícios, mas para se reprogramar a arquitetura da estruturas.

Uma questão de evolução não só de formas e padrões adaptativos, mas da lógica de combinação dos padrões que geram a inaptabilidade e portanto a premência evolutiva que não ocorre ao acaso, mas pelo estresse da limitação dessas estruturas, de modo não só aumentar a adaptação mas a capacidade de se tanto não de aptar, ou seja aumentam a capacidade de transformação através da complexidade da informação que gera tanto a diversidade quanto a multiplicidade que caracterização os saltos evolucionários e revolucionários orgânicos não só da vida, mas da existência e seu saber, tanto como lógica da sua episteme da produção das suas formas, quanto lógica da produção do próprio saber a seu respeito.

Então Imagine…

Não. Não imagine porra nenhuma. Acorda e levanta pra cuspir. Porque o sonho acabou… e passou da hora de levantar de preferencia junto, mas antes sozinho do que mal acompanhado porque de criar cobra e quinta coluna morreu a não só a velha esquerda falsária e caquética, mas ainda vai morrer muito inocente sem nem saber porquê, para quê e por quem. Mas quem não nasceu ontem sabe disso, ainda que finja que não.

O sonho acabou

Por isso quando alguém vier com no velho e batido discurso do tucanês para você deixa o Witzel, o Bolsonaro sangrar que as eleições estão aí, não se deixe enganar, não é sangue deles que vai correr, nem a carne ou a casa ou mata deles que vai queimar, mas a sua, e é isso mesmo que eles querem corpos casas e terras arrasadas para capitalizar e vender nesse negocio necrofilo feito do holocausto e pilhagem de bodes expiatórios e suas terras para perpetuar os o culto dos todos poderosos como regime de idolatria ao monopólio da violência como supremacia eterna do poder total. A discórdia, a insanidade, e o mal vendido como remédio amargo. E felizes dos contribuintes que ainda tem propriedades para entregar como tributos em sacrifícios a esse culto egomaníaco e idolatra porque aqueles que já não tem mais propriedades nem particulares nem sobre o bem comum, hão dar não só sua carne mas a da sua prole em holocausto. E aí da mãe que negar seu ventre a reprodução do que não lhe pertence, o escravo e hospedeiro do memorial do do seu mantedor de relações forçadas de poder até depois da morte.

Marx que também era patriarca de comedores de crianças, nisto não negou ser um gênio ou eugenista das “raças”, gêneros e gerações, e preconcebeu o proletariado como aqueles que só são donos do seu trabalho e prole. Espertão, não é a toa que queria trocar a ditadura de uma burocracia por outra, a sua. Sabia que a ditadura estava em quem comanda-se o negócio do ócio, quem ditava e quem obedecia, quem fica com o capital e o trabalho, quem ia ser o cavalo de quem era e comer ou morrer na mão do outro é só consequência.

Aliás não inventou nenhuma roda, mas que poliu as roldanas da máquina poliu. Por isso que nem liberais nem socialistas autoritários querem se livrar do deus todos poderoso que se alimenta do sacrifício alheio via trabalho e propriedade alheia, seja na guerra ou na paz: o monopólio da violência. Parasita não vive sem hospedeiro ele o consome, e quanto mata e busca outro replicando-se e replicando, um processo de holocausto que não envolve apenas o extermínio, mas o apagamento da memória e rastros, sequestro e dos códigos, reprogramação dos genes e memes e sobretudo incorporação e retransmissão e perpetuação do eu como culto e cultura de servidão hereditária introjetada nos hospedeiros tanto que destinados a perpetuar o padrão como prole herdeira, meros reprodutoras ou só objetos de emprego e consumo e servidão de um ego que só enxerga a projeção da sua vontade em todos os tempos espaços históricos e até no além, ainda que não entenda, acredita ou tenha o menor sendo ou noção do que seria essa porra. Mas se as pessoas querem e precisam e se um sentido para a vida, o ególatra tem que se enfiar lá, e do único jeito que sabe, a força do embuste, manipulação e violência. Não nada, nem ninguém pode amar ninguém senão ele, e através dele. O mal-amado, o empata foda, espalha roda, o chato que dá no saco do chato, que armado até os dentes e cercado de lunáticos e chupa-saco que se fez senhor todo poderoso, e até de quem só queria viver livre e em paz. O desgraçado que não vive, e também não morre só para não deixar os outros viverem, pregando que tudo fique na merda que está, e que tivesse nascido na época das cavernas, teria queimado o primeiro homem que veio com o fogo. No tempo da escravidão, matado quem o negro abolicionista. E no tempo de Cristo, crucificado o judeu que pregou a paz ao invés da vingança e a morte. E em todos os tempos a mulher e a juventude que ousou dizer não a gênese e eugenia do velho patriarca que se caga de medo de defrontar-se com a inevitável a morte do seu eu superficial em todos seus disfarces e faces violentos e violentadores e autoritárias incluso as paternalistas. Morre de medo de encarar o curso natural da vida, onde não o outro mas ele enfim se desfaz, por completo para constituir a liberdade de todos que sempre considerou perversamente apenas um meio para a perpetração das suas finalidades. E não há viagra, plastica, mumificação, culto ou monumento ou fantasia que sustente a nulidade das suas compulsões de morte que desintegram sua existência, nem por outro lado apague toda a potencia nem a realização das pulsões libertárias e gregárias que constituíram a informação e formação da novas formas de vida, que querendo ou não se renovam e atualizam repletas de nexo e conexões significados que ele não consegue controlar predefinir nem predeteminar na rede da vida, mas perdeu o seu momento de participar e também criar.

Então manda de volta pro mar, que é oferenda. Manda pro inferno que é o lugar de quem pede contribuições e sacrifícios. O negocio deles é o capital. E também o seu. Porque quem nasce sem capital nenhum, não é trabalhador é escravo. E esse história de quem não trabalha não come, é ditadura. Come sim, senhor. Não enriquece, mas come. É história para boi dormir de socialista e liberal que adora impor um trabalho forçado a base de fome, para ficar ele com o excedente de produção, e como ele dita as regras, quem não trabalha mas come é ele, e não porque trabalhou porque herdou, porque malandro que é malandro já nasce de bigode e não de malandro mas de dono da verdade, herdeiro da lei na terra, porque quem é o dono é da lei e da ordem na terra diz não quem é dono do quê, mas quem é quem ou o quê, ou até nada. E aí, meu amigo, já perdeu, antes mesmo de poder entrar para jogar, ou descobrir como funciona esse jogo combinados, cartas marcadas e juízes comprados. Mas torce e aplaude senão apanha dos macacos de auditório e torcida organizada. E tem gente que acha que Datena e Sônia Abrão e BBB ou o Facebosta são os que tem de mais mórbido e urubuzento e apelativo na sociedade do espetáculo. Não meu amigo, esse é só o freakshow dentro do Show de Truman.

É foda. É foda como índio que vive, aliás vive não é morto sendo chamado de vagabundo e indolente, é foda como eles conseguem resistir e sobreviver a loucura deste holocausto e sabendo exatamente o que é um holocausto. Talvez por isso mesmo porque sabem tenham conseguido ao menos até hoje. Por saber que rezar para o deus do trabalho servil e alienado é pedir para ser não só exterminado mas para exterminar-se mutuamente sobre o comando do seu senhor da discórdia que divide não só as tribos e povos, mas até mesmo uma mesma tribo e um mesmo povo em classes e kracias dispostas a se matar umas a outras e até os irmãos de acordo com a ordem do cacique e a a pajelança. Se matar de trabalhar para que outros vivam enquanto ele adoece enlouquece e sequer come tem casa, ou pode se mudar se não fizer o que ele manda, e em troca do quê? Pois é férias e feriados bugigangas e passatempos planos de saúde e previdência que o ajudam a se recuperar e esquecer… do trabalho. Nem o rico gosta do que faz, quando está em casa arruma um hobbie, a até os que vão fazer algum trabalho social, porque a merda do trabalho não serve nem para uma coisa nem a outra. É uma mentira que vivamos em função de poucos. Não vivemos nos matamos em tempos de paz e guerra, matamos quem não conhecemos, matamos quem não conhecemos. Mandamos nossos filhos para morrer e se matar. E rezamos para que eles consigam uma chance de poder servir para ter o mesmo fim: viver morrendo e se mantando em nome de personas ou entidades todos poderosos e suas corporações artificiais ou imaginárias. Rezamos, cultuamos e obramos pela morte.

Praticamos o culto sacrificial da vida e liberdade reais em nome da tara e mania fantasia por posse e poder total e perpetua do ego alheio. Não nossa sociedades não são escravagistas neocolonialista nem ambientalmente incorretas, nossas sociedades são antropófagas e necrofilias. São sociedade que sacrificam seu povo e prole em holocausto em culto e idolatria alienada ao como Estado, a santíssima trindade patriarcal e patrimonialista do deus pai-pátria-patrão, onde tudo pertence aos primogênitos herdam tudo e os bastardos, os filhos pretos e pardos queimam junto com as florestas nos um nos holocaustos urbanos outros nos ambientais.

E não pensem que estou demonizando o capital, ou o trabalho. Nem um nem outro. Pelo contrário estou demonizando tanto a alienação do capital quanto do trabalho, uma divisão que não se produz pela invenção da propriedade, porque a propriedade não é invenção porque com diria Proudon meu corpo e os recursos que ele carece para se sustentar são meus e não do outro nem particular nem coletivo para me controlar via sua ameaça ou já consumação da sua privação e sua capitalização. A divisão entre trabalho e capital é já por si mesmo alienação autoritária, porque o capital se enquanto está vivo se reproduz livremente sem trabalho alienado, mas o trabalho alienado privado do capital este está condenado a morte. De modo que não é por trabalho para todos, mas sim capital mínimo a subsistência sem ser obrigado a trabalho alienado que deveríamos reclamar. Porque é a posse do capital que liberta, o trabalho escraviza. Inclusive quem deixa de trabalhar para viver e passa a trabalhar para enriquecer, porque se tivesse que gastar o seu tempo e braços para produzir toda a posse e poder que almeja, a infinita, não teria tempo de viver, mas morreria se sacrificando de tanto trabalhando como morrer aliás seus servos, empregados no seu lugar para que ele use seu tempo ocioso nem tendendo sobreviver nem enriquecer ou chupando o saco de gente rica, ou mantando e pilhando gente pobre, mas vivendo livre em paz e e vejam só, milagre não só produtivamente mas criativamente sua vida.

Da desintegração preconceitual da anima da vida, a liberdade em capital e trabalho já está produzida a alienação. A nem o trabalho daquele que tem propriedade sobre e para viver é escravidão. Nem a propriedade que não é adquirida sem agressão ou privação é roubo. Mais a invenção da portabilidade do capital, o dinheiro, não é uma das mais libertadoras invenções da humanidade, e não é a toa que é nela que esse vírus da predação e a parasitagem profissional tenha se instalado a propagação do seu código de reprogramação da hereditariedade natural.

Quando uma geração deixava o fruto do seu trabalho sobre a terra para seus filhos como por exemplo na forma de uma terra para viver e cultivar, sobreviver literalmente dos frutos da natureza. Este legado era tudo o que ele poderia deixar, não era um fardo proposital porque não havia outra forma do seu filho ganhar seu sustento senão sobrevivendo exatamente como ele sobreviveu. Mas no instante que a humanidade aprendeu a não só pilhar e matar outras tribos, mas fazer trocas, carregando de preferencia objetos que facilitassem isso, a humanidade deu dois saltos, a paz e a riqueza. E os filhos já não precisavam mais fazer exatamente aquilo que seus pais faziam desde este ao invés de pensar que estes vieram ao mundo para carregar tudo o que ele construiu, passassem a pensar que todo o patrimônio que ele construiu poderia ser convertido em algo que ele poderia ser carregado com ele para onde ele quisesse e ele pudesse agora fazer e construir o que quisesse a partir de toda aquela riqueza que ele construiu. Mesmo que não fosse já exatamente a sua obra, mas agora a dele.

Aquela nova geração já não estava mais presa a mesma vida, mas pelo patrimônio herdado não só como riqueza particular, mas como paz e comercio, como possibilidades no mundo, poderia fazer tantas outras coisas onde pudesse em paz ser recebido. O oposto de toda a lógica que agora rege o mundo, onde uma nova geração vive não só para sustentar o que uma velha, mas o que elas construiu não só como obra, mas como mera acumulação de meio de troca, para não transforma em porra nenhuma de criação útil.

Uma insanidade transformada em fardo de inutilidade, o patrimônio como maldição amarra e assombração do passado da negação de busca de próprio sentido de vida e liberdade, e não mais como legado e presente para o futuro, a perversão do própria do sentido existência da hereditariedade que não a eugenismo, mas do libertarismo, o propagação da vida e liberdade, e não a perpetuação do que já era, morreu. Carregar fardos para gerar e dar vida. E tirar vidas para impor fardos incluso como se legados fosse viver em perpetua idolatria e servidão aos velhos patriarcas todos poderosos não que se recusam em deixar morrer, mas que mesmos mortos fazem questão de carregar todos juntos para a cova, não deixando ninguém viver.

O oposto da noção de tudo que é capital, aquilo que é se passa a ser vital a uma forma vida como sua propriedade fundamental a constituição da sua liberdade e não a privação da vida e liberdade alheia, ou seja sua perversão: poder tanto como o corpo de uma corporação privada ou estatal, que obviamente só consegue se sustentar pela supremacia da violência. Porque nada do que possui é seu por direito natural mas roubado e instituto por imposição de força do monopólio dessa mesma violência. Porque a legitima defesa não carece de forças de ataque, mas por definição de defesa. Então não sabe a diferença entre um serviço de inteligência e informação e um porrete. Forças quantitativas e qualitativas. Vai terminar vigiado e guardado pelos donos do capital, trabalhando com vigia ou guarda ou fugindo deles, ou trancado em casa com medo implorando por eles quando precisar de um. Povo dividido e apartado em classes sociais. E não dono de gentes e territórios, corpos e vidas dos outros que não lhe pertencem, nem sequer plenamente da sua que não pertence a ninguém senão a você como corpo e vida e terras. quanto a todo resto tudo o que demais como você também precisam para viver, o bem comum, isso como o nome já diz não pertence a todos os demais interessados, mas a todos que tem aquilo sua mesma necessidade vital e capital ou simplesmente bem comum na exata medida portanto dessas necessidades e usufruto e não desejos de apropriação e privação. Ou do contrário voltamos exatamente onde estamos todo mundo querendo pegar tudo não porque tem direito ou precisa mais, mas simplesmente pode mais, mesmo que isso vá levar todo mundo para o mesmo vala essa sim inevitavelmente comum.

Porque a lei da natureza não pede contrapartida nem contribuições nem idolatria, só pede que você não tire mais do que precise, nem impeça quem precise de pegar o que carece. Não exige trabalho como servidão alienada, nem impede a acumulação de riqueza, ela nem sequer combate o parasitismo porque o parasita e o predador por estupido que é termina por eliminar a si mesmo, antes de eliminar a natureza, ainda que na sua soberba ache que chore o apocalipse de todo o mundo, ou planeta, quando em verdade, projeta o seu fim seja como civilização hegemonia ou talvez como espécie. Ainda que leve toda a vida junto. Crocodilo não chora a morte da presa chora que o fim do almoço senão grátis, fácil. E faz tempo que não pensamos mais com o coração, nem sequer com a cabeça, mas com a barriga.

Assembleia da ONU, para que se temos ainda o Pica-Pau de 1946 para contar como funciona o mundo de uma forma bem didática, enquanto a tia Damares deixar:

Por isso cuidado com o ambientalismo de quem tem colônias e tem nos porões dos seus cofres não só o ouro mas o esqueleto, toneladas de petróleo, misseis e sobretudo continua de portas dos seus burgos muito bem fechadas para quem não é cidadão da mesma terra e sangue que o deles. E não estou falando só dos gringos d´além mar, mas de quem se acha gringo em plena selva brasileira especialmente nas quebradas de concreto e aço. Porque tá pensando o quê, que é casa de pobre, que vai chegando visita vai botando mais água no feijão, cachorro. Sai dessa vida. meu irmão. Dog, mal acostumado que só come do bom e do melhor, que só come ração de carne, não vai comer legume azedo não, vai é devorar quem tiver por perto até não sobrar nem a roupa do corpo, filhote e até mesmo o dono. Especialmente os amestrados para viver em jaulas.

O planeta está divido em dois mundos e tipos de territórios: o primeiro mundo e o resto ou os últimos, também conhecidos subdesenvolvidos e por uma linha clara o equador, periféricos. salvo as exceções que confirmam a regra- ao sul e ao norte do Equador. Aliás não só a Terra inteira, mas o mundo inteiro em todos os lugares está assim apartado, em centros megas metropolitanos que concentram o capital e as capitais e suas margens e fronteiras as periferias marginalizadas e excluídas de tudo exceto a obrigação de fornecer os recursos que sustentam as urbes: matéria-prima e mão-de-obra, mas pode chamar de riqueza natural e besta de carga, incluso gente. De modo que não existe só dois mundos mais duas filas distintas para o céu e o futuro, mas para ser queimado no inferno e empalhado nos museus da sua história natural da suas (des)humanidade.

Pois é cuidado com gente que não vende só a mãe, mas joga até a filha aos leões para nunca sair do seu conforto para os famintos que não estão só na arena, mas são a respeitável opinião pública sedenta do sangue. E já não falo mais de Greta na ONU, mas das crianças da Siria, Congo, os escudos das guerras totais nos outras guerras desses monstros pela hegemonia sobre o Planeta, porque quando um míssil explode uma escola, uma igreja cheia de crianças não há 1 mas sempre 2 criminosos de guerra: o que atirou e o que se escondeu atrás delas. Quem são esses sujeitos indefinidos? Os mesmos que irão se acusar mutuamente e amanha irão celebrar seus acordos de paz, anistias mútuas e dividir o butim dos necrofagia do mundo e se recompor sua forças e reposicionar estrategicamente para atacar novamente e pilhar inocentes em um novo mundo de preferencia virgem. Mas reza para eles que há 5 mil anos eles atenderão suas preces. Guerra, trabalho e idolatria e holocausto enquanto houver vida nesse Planeta para saciar sua fome compulsão insaciável de morte.

E aí como diria Keynes empurra a conta para a próxima geração, até porque a longo prazo estaremos todos mortos mesmo, especialmente aqueles que estão cagando e andando para qualquer outra gene, gênero ou geração salvo o do contido nesse enorme buraco negro no centro de todo o universo: o seu infinito e eterno e imortal EU.

Porque louco é o médico das parteiras…

E traz de volta o eletro-choque porque ritalina já não segura mais…

Porque o problema não é o mundo é a falta de um “choquinho” de leve no nervo trigêmeo da cabeça do endiabrado, sabia não? Pode voltar tranquilo pro celular que ele vai ficar quietinho, quietinho. Mas é aquela história nunca peça para o médico curá-te a ti mesmo. Nós nunca tratamos nossas próprias doenças especialmente as que habitam o nossa própria inconsciência coletiva, mas só os doentes em particular objeto da verdadeira ciência fatos ou infelizmente outros phatos de psiques ainda bem mais doentes que o coitado do paciente que cai na mão da ciência desprovida de tal capacidade de autocritica ou simplesmente consciência. Que dirá então de charlatões mesmo... ou nem a esse tipo de charlatanice tem, mas de outra ainda mais miserável… pois um outro mundo, uma outra realidade, as vezes ocupando não só um mesmo tempo, mas um mesmo espaço. E tem gente que acha difícil entender os paradoxos da física contemporânea onde corpos ocupam um lugar, ou ao contrário um mesma entidade está ao mesmo tempo em vários campos e corpos ao mesmo tempo.

Pois é. Agora pegue a prepotência servil dos que julgam que sabem tudo, com a ditadura ignorância dos pregadores de crendices e seus crentes fiel, e você verá o que é uma verdadeira bomba nuclear epistemológica: boa-fé e ciência a serviço da pseudo-ciência e pregações eugenistas tudo misturado para formar a mistura psicopática-psicótica explosiva anti-libertária, anti-gregária e sobretudo contra a nova emergência e manifestação da livre consciência e liberdade de pensamento, relações consensuais e comunhão de paz. A superpotência e super-representação e super-concentração de um grupo a manipular não só milhões mas bilhões continuam não só invisíveis mas sem direito a seu próprio tempo, espaço e movimento próprios que constitui a sua gênese da autogeração atual e existencial.

Uma bomba onde tudo que que não certo ou errado é porque “deus quer”, “é sorte”, “destino”, “acaso”, “coincidência” “ciência”, não importa, é “como tem que ser” e se não for a culpa é do povo, porque se está inventando moda, é porque não está trabalhando, e cabeça desocupado é oficina do diabo, solta os cachorros e manda prender, porque se não é vagabundo é desordeiro. Tá pensando que é quem agora? Essa molecada de hoje em dia…

Por isso uma dica, nunca subestimem o novo venha ele de onde venha, porque até o elegante de circo adestrado desde filhote para desistir de quebrar suas amarras por vezes descobre que descobre que é mais forte que num dado momento já é bem mais forte que aquelas frágeis correntes que o prendem. O novo sempre vem de onde se menos espera, incluso as vezes disruptivamente implodindo tudo de dentro para fora, e não de fora para dentro. Até porque de quem já gastou o capital mais precioso do mundo, fica difícil. Tempo. O Capital da vida que as Gretas do mundo tem de sobra, os velhos amargurados não e as Ágathas infelizmente continuarão a serem roubadas, se nós tomarmos vergonha na cara Porque se não nós, quem? Nossas filhas?

Ou se enterre vivo com seu ouro de tolo? Mas não se esqueça que agora quem “canta” Raul nas arenas da ONU é “metaformofose ambulante” e “maluco beleza” do, é claro, não por acaso, agora Chanceler da nova ordem e progresso do Brasil … e pois não é? É claro que é. Só não vê quem não quer, as “cercas embandeiradas que separam quintais…”

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X-Textos: Não recomendado para menores de idade e adultos com baixa tolerância a contrariedade, críticas e decepções de expectativas. Contém spoilers da vida.

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