Direitos Humanos sem fardas nem bandeiras… inclusive partidárias

Reforma da Polícia Militar

“No Brasil interessa e muito a quem detêm o poder politico e econômico como privilégio manter o debate dos direitos humanos e a sua proteção social dentro dessa velha divisão de classes. Interessa e muito impedir que o debate vá para outro nível, saia da esfera da farsa politica e seus agentes entrem de fato na agenda e esfera do verdadeiro debate popular e democrático. (…) Muita gente que não é fascista nem racista identifica a defesa dos direitos humanos como uma peça de um programa ideológico da esquerda. E faz porque tanto a velha esquerda faz questão de monopolizar o tema como se humanismo fosse uma propriedade exclusiva sua. Como a direita fascista, diz muito obrigado e estabelece com ela o polo inverso que sustenta ambas como jogo de gato e rato, pregando que direitos humanos só existem para bandido e proteção social para vagabundo.” (…)

Superar esses preconceitos não interessa a nenhuma das partes que monopolizam esse não-debate, porque sem esse jogo combinado ambos perdem os seus respectivos gados. Tratar a renda básica e os direitos humanos como os temas verdadeiramente universais que eles são no nome, não interessa a nenhum projeto de poder. Porque sem as cercas e muros embandeirados, eles perdem o controle ideológico da população dominada por essas divisões imbecilizantes.(…)”

X-Textos: Não recomendado para menores de idade e adultos com baixa tolerância a contrariedade, críticas e decepções de expectativas. Contém spoilers da vida.

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