Democracia Direta não é só Política é Econômica (Parte 5)

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Estados de Direito Ecolibertário

Estados Democráticos de direito de fato, não de papel. Repúblicas Ecolibertárias e Democracias Econômicas fundadas pela reintegração dos direitos políticos aos econômicos; ou mais precisamente, pela igualdade política como direito inalienável sobre as propriedades particulares (riqueza) e comuns (liberdades).

Estados de Paz Libertários onde pessoas absolutamente livres para negociar pacificamente seus interesses ou o que é exatamente a mesma coisa terminantemente proibidos de impô-los seja pela coerção seja pela apropriação e privação dos bens comuns e naturais necessários a vida de todo revelia dos demais. Verdadeiros livres mercados, inclusive sociais, onde são as pessoas naturais que geram a demandam e determinam diretamente a produção dos seus bens e serviços públicos, via associação de suas propriedades e rendas particulares e comuns.

A democracia economia é, portanto constituída pelo reconhecimento de que a igualdade de poder necessária a justiça é igualdade de autoridade sobre o bem comum. E tal igualdade só existe onde há o equilíbrio de forças formado a partir pela liberdades garantida como mínimos vital. Ou seja, a preservação das propriedades naturalmente impossíveis de ser dívidas, segregadas ou apropriadas sem violar os direitos fundamentais a vida, liberdades e concepção dos demais habitantes do território.

Na democracia econômica ecolibertária todo cidadão é portanto livre para financiar sozinho ou em sociedade seus interesses comuns, conforme sua vontade e desde que não viole os direitos naturais dos demais. Em palavras simples e direitas, desde que não tome sem o consentimento dos outros o eles também precisam para viver e que por naturalmente por direito também é deles como seres vivos: os meios necessários a preservação da vida — Sua e de todos como ecossistema.

Na democracia econômica portanto:

· Não há necessidade de intermediários políticos representando decisões, apenas gestores e administradores mediadores e negociadores de interesses particulares públicos e comuns.

· o uso da ameaça coerção e claro a deflagração da violência são dissuadidos pela disposição da sociedade em defender legitimamente contra os violentos e prepotentes.

· Os danos pela apropriação indevida e toda ação não consentimento não pode ser restituída com violência, mas o pode por sanções unilaterais.

· Os pobres assim os mais ricos podem pela associação financeiramente bancar a escolha de seus valores e interesses e negociações competitivamente suas decisões com os mais agentes deste livre mercado social.

A justiça é um estado de garantia de direitos fundamentais positivos como tanto como liberdades fundamentais quanto igualdade de poderes sobre o bem comum. Se justo e legitimo um contrato social não pode inventa direitos só os reconhece prove e defende porque os direitos são naturais são os compromissos e responsabilidades que precisa ser constituídos voluntaria e socialmente. Uma constituição deve, portanto versar não apenas sobre o reconhecimentos dos direitos humanos e naturais universal, mas sobre as disposições e dispositivos institucionais que dão cumprimento a este direito:

1. Renda básica incondicional; e

2. liberdade plena de associação de paz.

Democracia direta, Econômica e Ecolibertária.

E o resto? O resto é mais do mesmo: papel.

Governe-se.

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X-Textos: Não recomendado para menores de idade e adultos com baixa tolerância a contrariedade, críticas e decepções de expectativas. Contém spoilers da vida.

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