Da desilusão com a realidade à alusão das (pre)visões como (cons)Ciência do Futuromundo

Não é preciso ver para crer, mas é preciso crer no antever para agir antes de esperar para deixar acontecer

“Há quase 30 anos, um dos maiores jogadores da história da NBA anunciava ao mundo que havia contraído o vírus HIV e estava se aposentando das quadras no auge, aos 32 anos — o astro, contudo, acabou voltando a jogar. Na época, o diagnóstico era quase uma sentença de morte e considerado por muitos um “câncer gay”.”: folha

Sou perguntado se sou uma menina ou um menino com muita frequência. Eu só digo: ‘sim’”, declarou ao The New York Times em recente entrevista. Já quando lhe perguntam se deseja se tornar trans, ele responde: “Me sinto confortável na minha pele. São só pessoas (que perguntam) querendo me colocar em uma caixa”, diz.

Quem pensa que Magic Johnson tem problemas para aceitar o filho está bem enganado. Quando EJ assumiu sua sexualidade publicamente em 2013, ele afirmou à imprensa: “Apoio meu filho um milhão por cento”, disse, contando que já havia feito isso dentro de casa sete anos antes. “Isto é o que meu filho escolheu e tenho que apoiá-lo. Os negros não aceitam os gays porque são muito religiosos”, observou.

Quando perguntado sobre as críticas que seu filho recebia de blogueiros reacionários, declarou: “O problema é deles, não nosso”. -Filho de Magic Johnson arrasa e se torna ícone de estilo recusando rótulos ou padrões de gênero

Ao contrário de textos anteriores que também contém previsões, as previsões do escrito acima citado não foram produzidos utilizando (apenas) o método semiótico das deduções lógicas das causas epistêmicas dos fenômenos (passados) para projetar suas consequências (futuras) valendo-me apenas da investigação metalinguística da narrativas dos fatos e eventos . Narrativas portanto (conforme o método) jamais devemos pressupor axiomaticamente como dados certos, ou meramente incertos, mas apenas oclusos; rigorosamente as pegadas pelas quais podemos rastrear não só a verdade dos fatos não reveladas pela narrativa, mas determinar simultaneamente e proporcionalmente a fidedignidade da fonte tanto como veracidade da mesma enquanto correspondência com a realidade quanto intencionalidade de corresponder com o real, isto é, honestidade.

Um método que requer a observância, portanto, não daquilo que o discurso revela de falso ou verdadeiro em sua coerência ou nexo interna, incluso do que ele omite, seja nas entrelinhas da linguagem, ou metalinguagem com ou sem intenção. Mas também e sobretudo da sua coerência intencional não só informativa, mas igualmente metainformacional externa, ou seja com o mundo que pretende cobrir ou encobrir: o mundo real, que não é meramente concreto, mas sensível, cujo sensorial, cuja visão de verdade, factualidade incluso como previsão, que nada mais é do que uma visão mais amplificada da amostragem do que está presentificado ou dados a serem computados ao mesmo tempo.

Ou se preferir. Cognitivamente, o Passado nada mais é do que um banco de dados. O Futuro uma incógnita. E presente, o grau de certeza dos dados tanto que você joga desse banco de dados para dentro dessa memória RAM para efeito de processamento e interpretação, leitura e programação e claro visão do mundo. O quão ampla é o campo de visão em termos de espaço ou tempo, incluso do que é aparente invisível, é comumente chamado previsão. Um método ou programação algorítmica que uma máquina pode executar, ou uma pessoa idem. Até porque uma máquina ou algorítimo nada mais é do que automação das projeções dessas reflexões, tenha o programador consciência ou não de que sua criação é uma projeção das suas idealizações que, materializada, se chama mais propriamente: maquinações.

Em outras palavras, na falta de uma máquina superpotente de previsão do futuro, você pode fazer conscientemente uma. Porque tais máquinas são feitas da superpotência da episteme humana. Capaz de fazer previsões bem mais incríveis e menos ordinárias do que as banais descritas como tais no texto acima.

Assim, o que as algumas pessoas chamam de instinto ou premonição ou mesmo capacidade visionária; seja para seguir cultuando ou perseguir renegando; seja ainda para continuar vendendo e comprando como pura charlatanice (tão fanática quanto a crendice sem questionamento, ou a suspeição agnóstica da investigação gnóstica); enfim, o que as pessoas classificam ou desclassificam como capacidades sobrenaturais, paranormais, é se não for um embuste, o resultado de complexos cálculos heurísticos não só de antever coisas, mas simplesmente de ver as coisas que não raro se efetua em velocidades que antecedem o acontecimento dos eventos, e que necessariamente é por definição e necessidade (incluso de seleção natural) a precisam ocorrer a tal razão, e cuja antevisão, é uma em verdade, uma mera ilusão extrasensorial.

Razão pela qual quanto maior for a capacidade de projeção das causas e consequências, maior será o campo de (pre)visão espaço-temporal relativo do observador; e quanto maior for a capacidade deste observador de ver além e aquém da capacidade não só de outrem, mas dele mesmo de entender, isto é, quanto mais inconstante, intermitente e fora da sua consciência for esse estado de ciência, mas os outros observadores e o próprio observador não compreenderá tal visão como ciência nem muito menos a desenvolverá como método científico consciente. E chamará tais procedimentos de efetuar observações e adquirir conhecimento, entenderá tal visão fenomenal semiótica da episteme que não domina com naturalidade de não-normal.

Porém, o que se chama de previsão nada mais senão a capacidade de deduzir o que não está aparente, o que não está presente ou visível, ou rigorosamente o que não está no campo sensorial do espectro frequente do espaço-temporal ou dentro da sua velocidade de percepção ordinária do campo da visão atual. Uma mera ilusão de semiótica, dada não só pelas diferentes velocidades e capacidades de processamento e interpretação sensorial-intelectivas das diferentes realidades, mas do exercício tanto dessa capacidade seminal quanto da capacidade epistemológica que amplia o tempo real não só da atualidade, mas expande o campo espacial daquilo que se supõe fragmentado como desconexo ou desintegrado como particularidades dessincronizadas, quando são e estão não como partes integradas de um todo, ou um todo monolítico, mas são a resultante interrelacional autodeterminada que emerge não da interação meramente difusa, confusa, nem muito menos arbitrária auto-geracional infinitas possibilidades dessas singularidades predeterminadas, mas da força cosmopolítica universal gregária-libertária inter-autodeterminadas.

Capacidade que portanto não se resume a realizar deduções lógicas da fidedignidade dos metadados sobre a episteme metalinguística das intenções narrativas, mas sua correspondência simbólica fenomenológica com a realidade representada em graus de maior ou menor veracidade epistêmica. Desde que portanto, o observador, seja o que interpretada o discurso sobre os fatos, ou diretamente os fatos, tenha portanto o conhecimento, aparelhos e capacidade tanto de detectar quanto não só para processar os dados que recebe, mas para cruzá-los com aquilo que denomina por real. O Real que não é projeção nem guardada em sua memória, nem a projetada diante dos seus olhos, mas igualmente a deduzida a partir do mesmo procedimento de rastreamento onde tudo que é ilusão sensorial-intelectiva inerente e necessário a própria cognição é filtrada e depurada, por reprocessamento cognitivo, até que o cognato seja a reflexão semiótica desta episteme dos fatos- e que se não for a verdade produzida pela sua natividade intelectual fenomenológica é signo tão vazio quanto corpo morto sem alma.

Ou a ilusão inversa a programação do código-padrão simbólico que, se enquanto representação e projeta a arquitetura do mundo é confundida com sua própria base elementar seja substancial-material ou essencial-vital, quando sempre por definição é a imagem que portanto não só espelha um plano finito, mas abre planos fractais infinitos cujo verdadeiro padrão é o oposto da ordem pressuposta. A liberdade que irá reinventar o mundo e o conhecimento inclusive por causa da interferência do próprio saber-observação.

Algo que longe de ser uma meditação metafísica, ou intelectual das análises críticos filosóficas materialistas históricas ou transcendentalistas, é um procedimento que requer a mais genuína de todas as ligações com a realidade sensível, tanto como comprovação empírica, quanto formação e experimentação laboratorial para a construção, tanto das hipóteses quanto da aplicação metodológica da investigação da semiótica da episteme dos fenômenos para além da mero jogo das representações signo-simbólicas dos planos ceno-criptográficas que compõe as ilusões de ótica ou de (des)semiótica das demagogias ideológicas.

Requer nada menos que todo o compromisso científico com a consciência da investigação e ligação com a realidade concreta e sensível, a ligação empática com o mundo real e sensível, a conexão empática com os seres e fenômenos vivos que sentem e requerem resposta e o intercâmbio não só imaginário, mas concreto da realização da relação empático sensíveis não como hipótese e hipocritica, mas como crítica concreta da realidade, ou em outras palavras nada menos que a realização empírica da ação-transformação da realidade sensível, sensual e consensual da vida e suas formas como novas formas de vida e viver como multiplicação diversificação e potencialização gregária da liberdade.

Sem esses atos e fatos concretos, palavras, símbolos, signos, numerais, gestos, encenações, discursos, teses não significam nada, porque não sem sentido existencial e função empático cognitiva, são meras representações imagéticas, fantasmagóricas, arbitrarias, convencionadas, condenadas a morrer e se retornar ao pó assim como o barulho é só barulho e não música onde não há ouvidos para dar significância aquilo que não tem significado além do preconcebido e preconceitual. Convenções sem correspondência necessariamente verídica nem com real, nem com a anima geradora da realidade e que não tem inter-relações de ordem e padrões natural e que, portanto, dado sua artificialidade forçada tendem a desperecer e decair na insignificância na exata medida que a força externa que sustenta sua materialidade também morra.

O oposto portanto, tanto das deduções quanto das realizações que se fundamentam na investigação e edificação através do fundamento pela busca do que é necessário, elementar e absolutamente vital não só a experiencia e manutenção da vida e liberdade, mas da significação de ambos como tais em como função, existências da seu próprio fator determinante não passado mas futuro enquanto razão ser, sempre o novo, sempre o viver e morrer pela nova vida, nunca a morte da vida pelo que já morreu, sequer vive, ou pior é a própria morte em progressão degenerativa da vida não só no plano formal, mas informático e metainformacional em sua ligação como sua fonte criativa atemporal. O fator determinante como constante cosmológica da geração de todas as gerações: a liberdade.

Uma consciência solidária da necessidade de liberdade universal que portanto não produto de meras dedução, reflexões ou meditações, mas necessariamente da prática científico empírica laboratorial da experimentação, investigação e experiências de campo também popularmente conhecidas como escola da vida, conhecimento de causa, e experiência de vida, que só se adquire desse ativismo social enquanto luta conscientemente voluntária, feita de livre e espontânea vontade em solidariedade e consensualidade pela libertação e liberdade de quem carece sem discriminação nem por cegueira seletiva nem por segregação eletiva.

Um estado de consciência da ciência que emerge como noção de existência e do próprio sentido existencial enquanto razão social e sentido da vida como para além das prescrições de identidades e relações dadas de vida e morte de tal modo que possamos enfim entender o que somos para além das meras condições conjeturais a saber: uma consciência como liberdade pura integrada que perdurara ou não dependendo do que você é? Um monte de downloads de softwares e vírus alheio. Ou já um upload do seu código fonte na verdeira nuvem? O que é obviamente uma metáfora e de uma parábola contemporânea bem pobre. Porque novamente, como a consciência por definição não é um projeção egótica e nem o episteme um código simbólico nem um padrão predefinido.

ENTÃO, portanto, por favor, não confundir com o programa minimalista desenvolvido a partir da gramática geracional de Noam Chomsky. O método aqui sistematizado não só opera na observância proativa do campo metaformador, mas metainformacional da força das volições. Logo não é meramente reativo na detecção-sensorial nem das forma posições e movimentos, nem muito menos informação das ações-reações, mesmo quando tudo que podemos contar é com informação e desinformação de segunda ou terceira mão, e pouco confiável.

Até porque como disse no princípio não importa. Nem que tivesse todo o acesso a informação mais privilégiada do mundo, não veria o elefante na sala, nem se ele sentasse na minha cabeça, sem essa capacidade de me conectar a realidade sensível que me cerca, que é sempre uma alteralidade, ou o que é a mesma coisa, é o oposto não só da cegueira ideológico seletiva, mas simbólico intelectual, porque o mundo dos signos e símbolos não é o real, é representação, uma ferramenta, um sistema operacional que serve para projetar e até construir realidades concretas no mundo real, ou enlouquecer as pessoas dentro da sua própria imaginação ou no própria arquitetura distópica dessa fantasias urbanas ou virtuais assim conscientemente ou não projetadas como insanidades e insalubridades inter redes ou tecidos sociais coletivos pseudo-comunicantes, seres desempatizados ou o que é a mesma coisas psicopatizados no patos de fatos sem olhares para episteme fenomenal dos seres e eventos que de ordinários não tem nada, são e somos todos absolutamente extra-ordinários. E temos o direito de vivermos livres e paz de se-lo. embora a lei da ignorância da força de fato insista em impor a ordem em contrário: o extermínio, cônscio or not.

Para a especialista em aids Wilza Villela, além de uma redução das campanhas de conscientização, o aumento do número de casos também está ligado ao conservadorismo. “Os governos precisaram fazer concessões às forças conservadores, para garantir a governabilidade”, aponta a médica e psiquiatra.

Segundo a especialista, sempre houve nas escolas resistência às aulas de educação sexual e ao esclarecimento sobre doenças sexualmente transmissíveis, mas antes a pressão por parte das autoridades era maior. Nos últimos anos, fortaleceu-se a resistência contra a distribuição de preservativos nas escolas, com os docentes mostrando disposição sempre menor de colaborar, afirma.

“Os programas nas escolas ficaram muito esvaziados, porque você não tem uma pressão de política pública para isso”, diz Villela.

Fim da cooperação com a sociedade civil

Com a início da crise econômica e financeira a partir de 2013, além disso, o Tesouro não cortou apenas as verbas para as campanhas de educação, como também suspendeu a cooperação com a sociedade civil. Até então, as ONGs eram a espinha dorsal das campanhas contra a aids. Em vez disso, a responsabilidade pelo esclarecimento foi entregue ao SUS.

“Foi correto em tese, mas deu errado na prática”, avalia Villela. “Os profissionais do SUS podem ser super bem intencionados, mas são pessoas comuns, com todos os preconceitos que todo mundo tem. Assim, as ações de prevenção de aids passam a entrar no pacote do programa de saúde da família. Imagina: o agente comunitário vai às casas, e se for falar de camisinha, vai falar aquela coisa frouxa e as coisas politicamente erradas — as coisas sobre gays que todo mundo fala.” -O que explica o aumento dos casos de HIV no Brasil? | DW | 01.12.2019

Pois, num diga. será? Sabia, não?

Então resumo da opera, sem compliquêis:

“Foi correto em tese, mas deu errado na prática”

EXATAMENTE.

Nunca entregue um museu ou uma fundação ou organização a um doidivanavas (aliás não entregue nada, pague uma renda básica e deixe o cara fazer o que ele quiser da vida dele, de preferência nada, e tem gente que acha que renda básica é prejuízo). Quanto o Brasil já teria economizado evitado em prejuízo se gente sem vocação ou maluca mesmo não tivesse que se empregar para fazer o que não sabe, não quer fazer não tem competência, odeia, ou o pior acha que sabe e só faz merda e loucura de desgraça inventando moda só para pagar de importante e autoridade e mamar na grana fácil fingindo que trabalha.

Fica então a lição, nunca coloque um encastelado para um trabalho de campo. E vice-versa. medico para fazer um trabalho de um paramédico. E mais importa não force ninguém a trabalhar, deixe que cada encontre o que faz melhor, porque se o que de melhor não for nada pode ter certeza, estamos saindo no lucro. Feliz do povo que paga barato para idiota frustrado não tomar o poder, do que caro para ser governado por ditadura de idiotas autoritários frustrados pelo reconhecimento obviamente impossível. Sejam eles idiocratas de esquerda… ou de direita.

E não ria, porque mais idiota do que eles, é o contribuinte especialmente o que podendo banca uma pobre honesto ou uma criança faminta, banca um vagabundo e todos seus mandos e desmandos como meritocracias. Quem é o mais idiota, nós ou eles?

Troque seu cachorro por uma criança pobre? Troca não, fica. Se livra dessa cachorrada louca, se livra do seu palhaço maluco-assassino que não para de fiscalizar a vida alheia que sobra dinheiro para gente, cachorro, gato, papagaio floresta…

X-Textos: Não recomendado para menores de idade e adultos com baixa tolerância a contrariedade, críticas e decepções de expectativas. Contém spoilers da vida.

X-Textos: Não recomendado para menores de idade e adultos com baixa tolerância a contrariedade, críticas e decepções de expectativas. Contém spoilers da vida.