Da Colaboração do ReCivitas com as Novas Iniciativas de RENDA BÁSICA: Não é só Internacional. É também NACIONAL.

BASTA ENTRAR CONTATO CONOSCO; e-mail: recivitas@gmail.com, marcusv9@gmail.com

Eu disse que é a vida (é a vida), e por mais engraçado que isso possa parecer…Você está no alto em abril, abatido em maio… Mas se não houver nada acontecendo nesse julho?- Thats Life

Conforme comunicado anteriormente, estamos trabalhando voluntaria e colaborativamente com novas iniciativas pela Renda Básica Universal.

Eis o link para a entrevista (em italiano):

www.puntocontinenti.it

Sim, por enquanto só internacionalmente. E não, estamos abertos as inciativas nacionais. Então vamos ver se esse novo comunicado muda isso.

Primeiro vou explicar da forma mais reta e direta (que consigo).

Para tanto peço um instante da atenção de todos. Todos sem nenhum tipo de exclusão, exceção ou discriminação. Porque esse é o espírito e o primeiro princípio dessa iniciativa colaborativa. Então direto ao ponto:

Estamos co-laborando e co-operando gratuitamente com absolutamente todos interessados na Renda Básica.

Mais precisamente, todos interessados em colocar em prática Rendas Básicas Universais.

E mais precisamente, todas as novas iniciativas que interessadas em garantir e aplicar rendas básicas de fato garantidas e incondicionais tem entrado em contato buscando saber mais sobre o modelo da Renda Básica aplicado pelo ReCivitas em Quatinga Velho.

Estamos colaborando e cooperando voluntária e gratuitamente. Simplesmente com todos e qualquer um. Sem nenhum tipo de restrição, exigência ou cobrança de contrapartida de qualquer espécie, incluso financeira. Todos que demonstram interesse em garantir e aplicar de fato verdadeiras Renda Básica garantidas e incondicionais para todos, sem nenhum tipo de discriminação, segregação, obstrução, dificuldade, burocracia, exigência ou cobrança de contrapartidas, humilhações e perdas e desvios de finalidade e princípios, meios e recursos em favor de interesses outros — políticos ou econômicos.

Esta é portanto uma iniciativa de trabalho colaborativo aberto a todas pessoas, tribos, grupos, coletivos, redes, comunidades, associações, sociedades, ONGs. Formal ou informalmente constituídas. Até mesmo fundações, instituições e organismos governamentais ou empresas interessadas em colocar em prática uma renda básica de verdade para todos.

E este é um canal aberto de transferência de informação, conhecimento de causa e da causa para as iniciativas de base do movimento social da RBU.

E o e-mail é a porta para o primeiro contato.

Evidentemente que respondemos e atendemos dentro da medida das nossas possibilidades. Tanto dos recursos quanto do tempo disponível. Já que somos poucos para tantos movimentos e novas iniciativas interessadas na práxis.

Em suma não só trabalhando voluntaria “com” mas “para” essas iniciativas. Estamos a produzir e prestando nossos serviços conforme a demanda de quem toma a iniciativa de entrar em contato conosco e pedir o que precisa que compartilharemos a informação e conhecimento que tivermos para ajudar na construção da solução e realização da iniciativa. Seja enviando antigos trabalhos e obras, se preciso for e possível, produzindo novos trabalhos e obras.

Por exemplos.

. A iniciativa da Itália que realizou a entrevista comigo. Que abre esse escrito.

. Dr. Shobana Nelasco, da Índia, pediu um artigo para livro em 1 mês em inglês. A propósito, obrigado a Fabi e Denis, que revisaram o inglês, e ao tradutor que fez um precinho camarada, pois nem todo mundo pode trabalhar de graça, mas pode baixar o preço, né não?

Aliás não precisa nem saber. Mas querer saber e perguntar.

Foi o que fez o Pablo Sercovich, colaborador de longa data, desde o Primeiro Congresso da Democracia Direta Digital no Brasil, e que por sinal realizou o Segundo Congresso, maior e melhor que o primeiro, na Argentina, por que essa é a ideia mesmo. Com Pablo fizemos um chat, onde respondemos questões especificas e depois enviamos os estudos já publicados para o seu grupo de trabalho.

Notem que a relação se estabelece de pessoa para pessoa e funciona de forma simples sem complicação nem obstáculos. Veja, as possibilidades:

. Se já temos os dados e informações buscadas seja em livro, paper, estudo ou artigo próprio ou de terceiros sobre o projeto já publicado indicamos o material e se possível a exata localização do conteúdo dentro do material.

Se for um material já produzido e ainda publicado, vamos até o acervo e compartilhamos.

Se não temos e podemos produzir em tempo hábil. O faremos.

Se as dúvidas requerem um trabalho mais direto também sem problemas (salvo da Internet rural via radio). Sejam dúvidas administrativas e financeiras sobre os fundos de poupança mutuais de previdência até a logística do cadastramento e pagamento da renda básica com ou sem celulares e bancos ou agentes de campos disponíveis.

A propósito tem também a carta que enviamos para o GLS Bank, Banco Social da Alemanha, mas essa não conta porque essa parceira é oficial, e na Alemanha a papelada não é burocracia, é prestação de contas pesada e transparência mesmo. Não pensem que eles não tem problemas também não. Mas não é a toa que a curva deles seja completamente outra. Essas papelada preenchemos com gosto, porque inclusive funciona como registro e prova também da qualidade do nosso trabalho e organização.

Ou seja também continuamos abertos as parcerias oficiais. E não somos esquizofrênicos. O Banco GLS por exemplo não banca, ele mantém uma conta e envia recursos e até faz campanha de arrecadação todos os anos pelo projeto, ou seja de certa forma também contribui, lembre-se é um Banco SOCIAL. Ou seja, não recusamos contribuições nem financiamento desde que dentro dos mesmos princípios éticos e sociais.

Afinal não adianta pagar renda básica traficando ou bancando armas, drogas ou lixo mesmo que seja o legalizado e no quintal dos outros. Porque dinheiro não só fede. Ele vem marcado e não raro com sangue. Aliás não só dinheiro, mas produtos as vezes inclusive explicitamente com cartas de trabalhadores escravos, crianças incluso vivendo em condições insalubres.

A mão de obra mais barata do mundo, as vítimas e hospedeira do parasitismo das join venture estato-privada do necrocapitalista inter-nações ini-amigas que agora encontraram um organismo competidor não macro, mas micro que usa do mesmo expediente o parasitismo. Mas se adaptou para se proliferar atacando justamente a vulnerabilidade que eles também exploram e não só como infecção oportunista, mas sistematicamente como vermes há tempos instalados no organismo.

Ou seja, não só semeiam e plantam, mas industrializam em massa: a privação primitiva do bem comuns. Um mal que gera a falta de defesa, sanidade e previdência, proteção e garantia das mínimas condições de vida saudável para toda pessoa humana, ou seja proteção social e garantia do mínimo vital, seja em especie ou natura. E logo o que estamos a assistir gente que se não trabalhar morre para os expropriadores estatais ou privados morre de fome, mas que se for trabalhar corre o risco de morrer de coronavírus. A cruz e a espada. Para o povo. E a morte da gente reduzida a rebanho bovino para os administradores de gente como recursos humanos, ou seja, capital a reproduzir capital, nem que seja morrendo nessa guerra para manter essa máquina holocáustica que funciona da combustão de gentes para produzir riquezas como se fosse sabão funcionando sem parar. O que também, é um problema para os nazi-admistradores, porque aposta perdida, ou seja o coronavírus sendo ou se mutando de forma mais letal, coisa que cientificamente ninguém sabe ainda, ou seja, mortos os peões os fornos e piras da maquina mortífera também se apagam e ela vai a falência e para por falta do que botar para queimar, porque eles é que não vão se jogar no fogo para fazer manter enorme motor a combustão de gentes ou churrascaria funcionando não cortando na sua própria carne.

São governantes, sacerdotes, generais e cientistas, eles ditam as leis e mandamentos e experimentos, não são as cobaias. Eles estão do outro lado dessa mecânica quântica, estão quantificando e qualificando os dados e os fatos, fazem as estatísticas, não viram. Salvo se o coronavírus começar escrever a história da humanidade, ou melhor do Planeta Terra. Aí eles viram Tamoios ou Moicanos. E vão entender que apocalipse assim como Tempo e Espaço, como Einsteins já explicava são relativos não ao observador. Ou melhor, não são objetos voadores não identificados relativos ao sujeito que observa a informação, mas seres absolutos concretos e reais, sujeitos não raro inclusive inteligentes e sensíveis dotados inclusive de força, potencia e vontade própria e autodeterminação instantânea, apenas invisível a observação das pressuposições dos prepotências e prepotência da vontade de poder e predeterminação. Uma outra ciência e consciência a da Liberdade.

Nisto tem consistido basicamente nossa colaboração e cooperação que tem sido internacional, apenas porque o ReCivitas e o projeto de Quatinga Velho embora mais divulgado ao menos por nós no Brasil é mais conhecido e reconhecido fora do país do que dentro. Só isso.

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Não se assuste somos apenas OVNIS na nossa própria Terra (e também em NY)

Quem conhece sabe, que esse é um problema de desconjuntura estrutural clássica gravíssima brasileira, que afeta não só o ReCivitas mas todas as pessoas e organização que trabalham com a produção de conhecimento, seja arte, ciência, tecnológica mas os serviços e atuações sociais, principalmente os populares e independente do eixos para não dizer Reichs (só porque são provincianos) da política e empresariado brasileiro.

Entretanto estas já são questões e comentários que destoam. E portanto não cabem nesse comunicado. Porque mesmo sendo extraoficial, ainda é na qualidade de coordenador de projetos do ReCivitas. Vão para um artigo de opinião. Porém desse posso sacar alguns trechos selecionados. Só aqueles mais amenos que contribuem para encerrar essa nota de esclarecimento:

Eu disse que é a vida (é a vida), e por mais engraçado que isso possa parecer…Você está no alto em abril, abatido em maio… Mas se não houver nada acontecendo nesse julho?- Thats Life

Para as pessoas e comunidades distribuímos basicamente dinheiro. Para outras organizações conhecimento. Até distribuíamos dinheiro se fosse exclusivamente para o pagamento da Renda Básica, mas mal conseguimos pagar a renda básica e nossa contas.

Dinheiro portanto sinto muito é para a população. É para realizar a nossa razão social: o pagamento da renda básica universal. E é dessa redistribuição que advém nossa principal riqueza que estamos a compartilhar: conhecimento de causa e da causa: a práxis da renda básica Universal.

Não é tão difícil de entender.

O ReCivitas e seus membros estão hoje na condição de qualquer brasileiro cooptado ou ensandecido. É uma ONG pobre e pequena, principalmente perto do poder riqueza e gigantismo das grandes empresas e do governo Brasileiro. Mas não é burra, nem idiota, corrupta ou hipócrita, nem insolidária, mas sobretudo e principalmente não é louca.

Ou seja, podemos não ter o capital financeiro dessas grandes corporações estatais e privadas. Mas sinto muito, a falta de modéstia, mas com gente morrendo assim não é hora para sermos o que os outros querem que sejamos para sua conveniência.(…)È hora de darmos o melhor independente do que os queiram ou pensem.

Primeiro temos a tecnologia social da renda básica aplicada. Segundo temos a disposição de compartilhar e transferir esse conhecimento. E terceiro do que eles nem conhecem já demos até aula e fora do país: a saber desenvolvimento da econômicas e microeconomias reais: AS SOCIAIS e com mínimo vital e microcréditos; e com direito até a molecada de Oxford estudando a combinação. Gente que hoje trabalha no Banco Mundial (uma bosta de banco, mas a molecada, é gente fina e manja mutia, uma abraço para Karine, Lucian, grande Lucian, e Emma). Temos portanto uma quantidade gigante capital social. E e disposição que só faz crescer incluso quanto mais mortos do que vivos. Capital de sobra para dar e vender, mas que estamos distribuindo de graça mesmo. Nada contra ganhar dinheiro. Mas, por favor, renda básica é como vacina, tem que ser muito calhorda, para ganhar em cima delas. Isto sempre foi o cúmulo da perversão do faturar em cima de cadáveres. .(…)

Então Tradução (…):

Planejamos, realizamos e sustentamos, administração estratégica logística e operacional de um sistema de pagamentos da renda básica aplicada há 12 anos em localidade que não tinha acesso a banco, celular, água, luz, esgoto, algumas famílias alfabetização, documentos, moradia e ruas que não só não eram asfaltadas, elas não eram abertas pelo Estado, mas pelos tratores dos produtores rurais; em suma uma área onde e quando falei com habitantes pela vez, na primeira reunião quanto perguntei se alguém sabia sobre a renda básica de cidadania (o nome que consta da nossa constituição) não poderia ter recebido uma resposta mais merecida e mais inteligente e realista: “não, moço, nós não somos da cidade”.

Pois, não é, não?

Brasil ame ou deixei-o? Não, não deixe. Estando ou não estando aqui. E respeite-o e o descubra. Antes que seja tarde. Afina são só 500 anos de atraso e o tempo esta acabando sabe-se-lá para quem.

Porque dizem que só para a morte não há tratamento. Mas não se deixe enganar. O que não tem cura, nem remédio não é morte. Morte não é a doença. Doença e doentio são as vidas jogadas fora, desperdiçadas e interrompidas. Tudo nessa vida tem tratamento, e para começar um mesmos tratamento básico incluso a morte. E ele chama: O respeito absoluto a vida e Liberdade de todos, e prescrito seu estado mais puro para todos sempre, até mesmo depois da morte. O nome desse tratamento? DIGNIDADE. Respeito a dignidade de toda vida e liberdade, a começar pela própria: a dignidade humana, que não é uma ideia abstrata, mas mora na pessoa de cada seres humano.

Respeito e garantia de liberdade fundamental em sua forma mais mais pura DIGNIDADE, não como pedaço, promessa falada ou de papel ou virtual. Mas como ação e relação social. Contrato social.

A garantia da providencia humanitária sem fronteiras da provisão social dos mínimos vitais e ambientais como previdência social para todos sem discriminação ou segregação, de tantos quanto cada rede puder alcançar e abraçar.

E sem perverter esse fundamento da vida com o contrabando de mais, ou menos lixo ideológico, obstáculos burocráticos empregar desocupados a salários de ouro ou encher o bucho do parasitismo da industria da locupletação estatal ou privada que vive da exploração da privação primitiva dos bastardos e deserdados do tal patrimônios da “humanidade” os não predestinados salvo a virar necrocapital dos futuros herdeiros que sobreviverem aos males e doença que agora estão senão matando afetando agora de forma cada vez mais generalizada toda a espécie humana.

É isso.

Ou freamos o genocídio das potenciais e vocações insanamente frustradas, pervertidas e desperdiçadas e corrompidas pela prepotência como impotência. Ou pela lei da ação e reação cada vez mais essa loucura como compulsão mortífera, ignorância e retardo e incapacidade para lidar com o males e doenças irá nos levar a mais e mais mortes evitáveis. Porque uma coisa são as pestes, incluso as governamentais, outra é a falta de entendimento concórdia e comunhão de paz e falta de um bom sendo comum. Mais do que ignorância ou falta de boa fé e ciência, está faltando um mínimo de razão.

Um mínimo de juízo, que não é viver em sociedade onde tudo no mundo tem dono, mas pessoas morrem de fome se não trabalharem para os donos do mundo.

Porque agora finalmente e infelizmente as pessoas estão vendo, que basta quem detém e regula os meios continuarem sem disponibilizar ou nem sequer saberem como fazer chegar de forma racional tais recursos aos excluídos para que a exploração primitiva se torne de um genocídio a fogo brando e invisível (aos que não estão sendo queimados), para o que agora estamos começando a ver e temer um genocídio explicito e acelerado com muito mais gente correndo o o risco de ser colada na panela do diabo. O que já inclusive aconteceu só não virou estatística ainda.

Mas o que foi que aconteceu? Entrou mais um parasita na equação para competir pela carne dos hospedeiros.

E não é preciso ser um profeta, para ver que se esse não é o juízo final para todos. Já o foi para alguns e o será para muitos e tantos mais enquanto estivermos a mercê e vulneráveis da boa fé de quem não tem nenhuma: parasitas grandes ou pequenos, naturais ou artificiais. Manuel do Bonfim já explicava.

E assim continuará a ser para muitos mais enquanto as populações mais vulneráveis estiverem entregues ao bem prazer dessa monstruosidade. Que não é só o de governantes e banqueiros. É também nossa. Porque não são só eles transferir responsabilidades, são eles que mais faturam com esse sistema. A por exemplo quem reclame de igrejas, uma boa receita de algumas delas não vem de renuncias fiscais mas de contribuição voluntária. (…)

É preciso chamá-las para si, até porque o que eles mais querem é que transferimos e deleguemos todos nossos poderes políticos e econômicos para eles fazerem… fazerem nada ou tudo ao contrário ao interesse social e humanitário e dignidade humana.

Porque pagador de renda básica nada mais é do que um Banco. Um verdadeiro Banco. Ele não inventa valores. Ele cria os envelopes e garante a sua entrega do seu conteúdo, que não está no envelope. Mas na relação. Na rede de ações que criam os valores. E o dinheiro? O dinheiro por mais incrível que pareça sempre foi e será o de menos. O experimento de Josiah Warren e também o do explicam, assim como os estudos de R. Putnam sobre Democracia: Havendo capital social suficientemente desalienado não só o mundo renascerá, mas o Planeta.

Por isso sonhe, mas não fantasie jamais. Porque o pagador da renda básica é não nenhuma salvação e logo o pagador da renda básica nada além de um mensageiro. Não é sequer o pagador de promessas. É o carteiro. Um serviço sagrado. Mas só o entregador. Ele entrega uma postagem que não lhe pertence. Não é dele, para abrir. Não é dele, para olhar. Não é dele. Para fazer enrolar. Ele é um soldado, que recebe uma missão, levar aquele recurso o mais rápido possível de A para B, sem erro. Anotar. Esse é o trabalho.

Renda Básica, é só isso nada senão o mínimo do mínimo para começar uma nova economia que não é fundada na imbecilidade e futilidade, exploração, escravidão extermínio e canibalismo hereditário do homem pelo homem.

Com o coronavírus ficando por mais tempo ou dez ou partindo rapidamente o verdadeiro problema permanece. E novas doenças vão surgir em cima da miséria miserável e pusilânime condição humana, facilmente tratável, desde que haja vontade, não a política, mas a social. Porque vontade politica é o outro nome da preguiça e vagabundagem social, o primeiro passo primeiro a prisão, depois ao manicômio e enfim ao cadafalso da alienação da idiocracia da alienação da liberdades e direitos políticos e econômicos.

Toda economia terá que ser reestruturada. E não como a velha direita e esquerda totalitária querem. Com seus todos poderosos ditadores ditando como será a produção, para eles mamarem e montarem e continuarem a rapinando e violentando com a população por trás dos seus ares debi-intelectualóides de intermediadores e senhores de bem feitores e bemfeitorias supremos.

A infância da Humanidade acabou. Ou a Humanidade cresce e deixa de ser um bando de adultos mimados com suas fantasias idolatria aos todos poderosos a esperar por soluções magicas. Ou vai morrer acreditando e caindo em contos de fada e do vigário. Se é que já não. Mas que pelo morra com dignidade então. Consciente e de pé com dignidade humana e como cúmplices e colaboradores do seu próprio holocausto velado.

Ou o que qual é a gene que você acha que vai ficar para semente, mané? Quem é a tal humanidade? Quem são os herdeiros da Planeta que é de todos? Quem são essa tal Toda a Humanidade?

Porque o que está morrendo nunca foi o Planeta, mas as pulgas, o parasita. O problema do homem nunca foi o Planeta. Mas o homem. E logo a solução idem.

Ou aprendemos a sermos gente e não predadores e parasitas a começar canibais de nós mesmos. Ou vamos ter o fim obvio que qualquer simulador dá a uma especie que se alimenta holocausticamente convertendo tudo que é vivo em coisas mortas, a começar por seus próximo e semelhante: vamos desaparecer como uma grande piada mortal.

Então não adianta colocar a culpa só nos Estatopatas. Eles são só parte da piada mortal. Para esses um réquiem.

Não confunda o Coringa com Espantalho, ou o Bozo com Joker, porque já deu cinco e sessenta para o Papai Papudo, agora só falta a vovó Mafalda, que já tá até sem tamanco, pedir as contas pro Salci Fufu tomar conta da Bodege, porque o clube já deu o sinal verde, o espantalho.

Agora o meu. Afinal verdade seja dita Bozo não é ator social, interessado em garantir mínimos vitais, mas um ator político interessado em botar as pessoas a trabalhar para quem ele serve. Só que sua formação é de paraquedista do exército. Foi ensinado a cair de paraquedas e passar fogo nos outros. O que a idiocracia queria então que ele fizesse no poder? Bricolagem? (por sinal nada contra nenhuma das artes nem o paraquedismo, a bricolagem ou até mesmo a arte marcial ou da guerra, desde que você sabe…)

No mundo existem quantas porras de projeto pagamento regularmente um renda básica incondicional? 100, 10, 5, 1? Quantos torcedores? Quantos jogadores? Quando morre alguém por falta de um tratamento, por falta de remédio, de uma formula, ou de um atendimento que você o um médico sente? Um fracassado? Será que sua dor depende da cor da pessoa? Será que depende do país? Será que depende do médico?

Eu não sei.

Eu só sei que eles podem ser um bando de canalhas, mas eu sou uma piada, não porque não sei e não quis fazer o que sei, mas porque sei e mesmo querendo fazer não consegui fazer nada. Não nunca deixe de ser uma piada, séria mas uma piada, latina, mas americana. Porque afinal de contas, voluntário ou não, esse era o meu trabalho, e não consegui fazer, não em tempo, evidentemente não para todos. — E agora José? Marchar para onde? Brasil Ame ou Deixe-o? (Escrito não publicado)

ENTÃO, EM SUMA É ISSO:

Quem estiver interessado em saber mais sobre como montar uma ação social e de base que para funcionar:

  1. pode, mas não precisa de dinheiro ou recurso governamental nem empresarial. Imposto, dizimo, ou qualquer espécie de contribuição compulsória- e que se preciso for pode emitir sua própria moeda social local.
  2. pode, mas não precisa de empregados ou trabalhadores assalariados, nem pode se servir de servidores conscritos nem massivos, nem sequer incentivado por outros interesses, motivos ou razões que não as voluntárias, sociais e humanitárias.

3. não pode e não precisa vigiar e cobrar sobre os beneficiários porque não subtrai liberdades fundamentais, mas provê e garante condições como o mínimo vital.

4. pode ser, mas é, e quando é, dá lição, porque não precisa de vigilância e cobrança sobre seu próprio trabalho porque não transfere, delega liberdades direitos e deveres fundamentais, mas assume as responsabilidades sociais e obrigações humanitárias com dever e razão e missão social, prestando contas publicamente.

5. pode e até pede, cobra, reclama do poder público que cumpra o seu dever e obrigação, mas não precisa nem depende dele que o faça para continuar cumprindo sua missão social apesar dele.

6. pode, precisa e deve expressar sua liberdade como consciência como ação social solidária, concórdia e comunhão de paz e enriquecimento de todas as pessoas.

7. pode, precisa e deve estar ter sua própria rede solidária, porque povos como sociedades mas sem Estados e até mesmo sem territórios, sobreviveram ao longo da história, vide a história dos povos populações, tribos, famílias e perseguidas e sofreram holocaustos e colonizações foram sequestradas e escravizadas. mas as que não tinham comunhão, comunidade, sociedade, nem solidariedade para criar, manter sua sua ajuda mutua incluso como bancas e bancos de previdência e economia social.

Notem que nada impede que se use esses recursos, esse conhecimento tem outro propósito a saber: montar e sustentar e manter, funcionar comunidades e sociedades previdentes e providentes não dependentes, capazes portanto de funcionar onde e quando as que dependem não funcionam, até onde ou mesmo ate quando as que dependem não funcionam mais. Algo que os atores meramente espetaculares e especuladores tanto públicos quanto privados não entenderam até agora, mas com o corona começam a entender conforme sua curva de aprendizado, isso não é fútil e inútil competição por fama e fortuna particular, isto é a mais do útil inteligencia mutualista é a absolutamente imprescindível seguridade social enquanto garantia do minimo vital e ambiental, mas pode chamar renda básica universal, a verdadeira, e não as fakes.

Notem que nada impede que se use esse recurso, salvo que se torne dependente dos mesmos!!! Eis a essência desse saber. Saber limpar a bunda não sem precisar de papel higiênico, my friend, mas sem virar um pequeno déspota absolutista medieval burguês, que de tão poderoso já ficou tão débil quanto os reis, que tão mal acostumados com um camareiro real a limpar sua bunda também um dia já não sabiam mais como fazê-lo por conta própria.

Porque estados e civilizações caem. Regimes e ídolos mais rápido ainda do que sobem, matam e se matam. Mas os povos e nações que cooperam e cooperam o mais universalmente estas não escrevem apenas a história do mundo, estas escrevem sua história nos Livros de Apologia dos Reinos e Reis, estas escrevem sua gênese no Livros da outra História: a da Ontologia dos Reinos vida ou o que a mesma coisa no Logos do Cosmo.

Governe-se, misifio. Porque quem não se governa junto, é governado pelo alheio e o alienado.

É isso ou empinar pipa com o macaco na Índia. Porque a morte sempre vem, mas puta que me pariu, tanto idiotice só pode ser droga. Deve ser efeito colateral alucinógeno dos 300 e sei lá quantos agrotóxicos… papo sem nenhuma base cientifica eu sei, mas é impossível, não dá para ser tão parvo assim, não sem um estado alterado de consciência. Porque egoismo é uma coisa, burrice outra, mas isso…

Porque até para morrer. Há que ser com dignidade. Porra, mas morrer com dignidade dá uma preguiça, prefiro um barranco para morrer encostado. Opa, achou!!! Brasil. Porque a Polis é deles, mas a praça é nossa. Vamos rir, do palhaço.

Gargalha, ri, num riso de tormenta,
como um palhaço, que desengonçado,
nervoso, ri, num riso absurdo, inflado
de uma ironia e de uma dor violenta.

Da gargalhada atroz, sanguinolenta,
agita os guizos, e convulsionado
Salta, gavroche, salta clown, varado
pelo estertor dessa agonia lenta…

Pedem-te bis e um bis não se despreza!
Vamos! reteza os músculos, reteza
nessas macabras piruetas d’aço…

E embora caias sobre o chão, fremente,
afogado em teu sangue estuoso e quente,
ri! Coração, tristíssimo palhaço.

Publicado no livro Broquéis (1893).

Só que não, não mesmo.

Prefiro outros Pagliacci, e atores mais reais que inspiram a caracterização dos meros personagens fictícios, até porque eles são a ontologia do eu acredito e não a apologia da mesma velha loucura: a privação do bem comum pelo monopólio da violência, incluso como espetáculo e farsa da representação da arte da atuação popular e social.

Sobretudo os que sabem que a vida real especial nos campos da concentração dos contingentes ao sul do Equador não é sempre assim, não é um palco, não é um show, e que segunda-feira, é sempre dia de preto… vida loka…

Definitivamente posso não ser um mestre nessa arte da auto-superação. Mas e nesses mestres tanto da arte da verdadeira atuação social seja qual for o campo, mas principalmente nas atividades sociais de base, onde se o ator for falso, não é ator é representante e político, não faz, finge ou pior obstrui, destrói ou manda matar a ação social, ou o ator e ainda cobra imposto do contribuinte por isso. Não? Não é assim que funciona, para você? Ok. Se funcionasse igual para todos, não haveria herdeiros, patrimônio, bancos nem museus, mas só famílias, tribos e civilizações inteiras extintas.

Passar coronabonus com nome de Trump ou do Sei-lá o nome do ditador da China ou Rússia, Brasil, Venezuela e sei lá mais onde:

Alguém vai ter que passar o coronabonus com nome de Trump ou do Sei-lá o nome do ditador da China ou Rússia, Brasil, Venezuela e o raio que os parta:

Aqui também tem:

Mas a parada e os paranauês aqui são outros, não tem arma nem violência, nem monopólio não leia-se o contrato social e o ethos da ecologia da economia social é a outra:

Mas é outra mesmo:

E faz tempo:

Mas o que eu estava falando mesmo? Ah, sim a vida…

É a vida (é a vida), isso é o que todos dizem
Você está no alto em abril, abatido em maio
Mas eu sei que eu trocarei essa melodia
Quando eu voltar ao topo, voltar ao topo em junho

Eu disse que é a vida (é a vida), e por mais engraçado que isso possa parecer
Algumas pessoas se divertem pisoteando em um sonho
Mas eu não deixo, deixo isso me levar para baixo
Porque esse belo e velho mundo continua a girar

Eu já fui um fantoche, um pedinte, um pirata, um poeta, um peão e um rei
Eu já estive por cima, por baixo, por dentro e por fora e de uma coisa eu sei
Toda vez que eu me encontro de cara no chão
Eu me levanto e me levo de volta pra disputa

É a vida (é a vida), te digo que isso eu não posso negar
Eu pensei em desistir, baby, mas meu coração simplesmente não pode aceitar isso
E se eu não pensasse que valesse uma única tentativa
Eu pularia direto em um grande pássaro e então voaria

Eu já fui um fantoche, um pedinte, um pirata, um poeta, um peão e um rei
Eu já estive por cima, por baixo, por dentro e por fora e de uma coisa eu sei
Toda vez que eu me encontro de cara no chão
Eu me levanto e me levo de volta pra disputa

É a vida (é a vida), essa é a vida e eu não posso negar
Muitas vezes eu pensei em pular fora, mas meu coração não aceita
Mas se não houver nada acontecendo nesse julho
Eu vou me enrolar em uma grande bola e morrer

Porque a piada é mortal, mas os cavaleiros são das trevas, ou melhor eles cavalgam do céu. Como as valquírias. Você não ouviu? Quem tiver ouvidos que ouça porque a canção é velha, e não é só o fantasma é sempre o mesmo, o do Natal e Sábados mal passados.

O morcego

Meia-noite. Ao meu quarto me recolho.
Meu Deus! E este morcego! E, agora, vede:
Na bruta ardência orgânica da sede,
Morde-me a goela igneo e escaldante molho.

“Vou mandar levantar outra parede…”
— Digo. Ergo-me a tremer. Fecho o ferrolho
E olho o teto. E vejo-o ainda, igual a um olho,
Circularmente sobre a minha rede!

Pego de um pau. Esforços faço. Chego
A tocá-lo. Minh’alma se concentra.
Que ventre produziu tão feio parto?!

A Consciência Humana é este morcego!
Por mais que a gente faça, à noite, ele entra
Imperceptivelmente em nosso quarto!

NOTA:

A propósito peço por favor que usem o e-mail só para dúvidas com respeito a renda básica. Quanto a assuntos, mesmo sobre abordagem em artigos e publicações neste use a ferramenta do google mais as palavras chaves, “medium” e “brancaglione” e uma dica vá para as imagens. A busca é mais refinada e até mais ampla.

PS:

E propósito veja um MAPA atualizado. Com diferentes iniciativas de renda básica. Salvo o engano que já nos deram por mortos enterrado (vamos enviar a mensagem pedindo a correção) é bem interessante para se ter uma ideia geral de quantas anda cada projeto. Atenção especial para o projeto do KENIA. E de Utrech.

Written by

X-Textos: Não recomendado para menores de idade e adultos com baixa tolerância a contrariedade, críticas e decepções de expectativas. Contém spoilers da vida.

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