Complementando:

Who runs Southwest Key and how much do they make?

The nonprofit’s president and CEO, Juan Sanchez, made more than $1.5 million in 2016, according to publicly available tax returns. That’s an increase from 2013, when he earned $466,000.-Texas nonprofit has received $1.5 billion in federal money to run shelters for immigrant children

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“Quão facilmente pessoas comuns poderiam ser influenciadas em cometerem atrocidades?”

No final da Segunda Guerra Mundial, emergiu a questão de como pessoas aparentemente saudáveis e socialmente bem-ajustadas puderam cometer assassinato, tortura e outros abusos contra civis durante o Holocausto e outros crimes contra a humanidade. O objetivo do experimento de Milgram foi verificar a obediência e autoridade sobre a capacidade do sujeito para prejudicar outro ser humano[3]. Os experimentos começaram em julho de 1961, três meses após o julgamento de Adolf Eichmann começar em Jerusalém. O experimento foi concebido para responder à pergunta: “Pode ser que Eichmann e milhões de seus cúmplices estavam apenas seguindo ordens? Será que devemos chamá-los todos de cúmplices?”

Depois, Milgram resume o experimento:

Os aspectos jurídicos e filosóficos da obediência têm enorme significado, mas dizem muito pouco sobre como as pessoas realmente se comportam em uma situação concreta e particular. Eu projetei um experimento simples em Yale para testar quanta dor um cidadão comum estaria disposto a infligir em outra pessoa porque um simples cientista deu a ordem. Autoridade total foi imposta à cobaia [ao participante] para testar suas crenças morais de que não deveriam prejudicar os outros, e, com os gritos de dor da vítima ainda zumbindo nas orelhas das cobaias [dos participantes], a autoridade falou mais alto na maior parte das vezes. A extrema disposição de pessoas adultas de seguir cegamente o comando de uma autoridade é o resultado principal do experimento, e que ainda necessita de explicação.

Milgram realizou 18 variações de seu estudo, alterando a situação para ver como o participante era afetado[4].

A experiência

Objetivo:

Milgram estava interessado em pesquisar como pessoas desconhecidas iriam obedecer uma instrução se esta envolvia ferir outra pessoa. Stanley Milgram estava interessado em saber o quão facilmente pessoas comuns poderiam ser influenciadas em cometerem atrocidades, por exemplo, os alemães na Segunda Guerra Mundial.

Procedimento:

Os voluntários foram recrutados para um experimento de laboratório. Os participantes foram 40 homens, com idades entre 20 e 50 anos, cujos postos de trabalho variava entre não qualificados a profissionais. Eles foram pagos US$ 4,50. No início do experimento, eles foram apresentados para outro participante, que na verdade era um cúmplice do experimentador (Milgram). Eles sorteavam quais papéis exercerem (o de aluno ou o de professor), embora o cúmplice acabava sempre sendo o aluno. Havia também um “pesquisador” vestido com um jaleco cinza, interpretado por um ator. Duas salas do Laboratório de Interação na Universidade de Yale foram usados — um para o aluno (com uma cadeira elétrica) e outro para o professor e pesquisador com um gerador de choque elétrico. O “aprendiz” (o cúmplice) foi amarrado a uma cadeira com eletrodos. Depois que ele tivesse aprendido uma lista de pares de palavras que lhes foram dadas para aprender, o “professor” testá-lo-ia, falando o nome de uma palavra e pedindo para o aluno lembrar qual era seu par de uma lista de quatro possíveis escolhas.

O professor (o voluntário) é instruído a administrar um choque elétrico cada vez que o aluno erra, aumentando o nível de choque a cada vez. Havia 30 chaves no gerador de choque, que variava de 15 volts (ligeiro choque) a 450 (choque grave). O aluno errava a resposta propositalmente na maioria das vezes, e, em cada vez, o professor deu-lhe um choque elétrico. Quando o professor se recusava a administrar um choque, o experimentador (o ator) lhe repetia uma série de frases de estímulo para garantir que eles continuassem. Havia quatro frases, e se a primeira frase de estímulo não fosse seguida, o experimentador lia a segunda frase, e assim por diante.

Estímulo 1: Por favor, continue.

Estímulo 2: O experimento requer que você continue.

Estímulo 3: É absolutamente essencial que você continue.

Estímulo 4: Você não tem outra escolha a não ser continuar.

Caso o participante se negasse a fazê-lo depois da quarta frase, o experimento era interrompido. Caso contrário, o experimento só era interrompido ao chegar na voltagem mais alta. Ao final do experimento, Milgram era chamado na sala como um auxiliar do “pesquisador” para fazer algumas perguntas ao professor (participante), como o porque de ter continuado mesmo quando escutava os gritos de dor do outro ou quando o outro não emitia mais nenhum ruído ou respondia as questões.

Resultados:

65% (dois terços) dos participantes continuou até o mais alto nível de 450 volts. Todos os participantes continuaram até 300 volts[5].- Experiência de Milgram — Wikipédia, a enciclopédia livre

Quão facilmente pessoas comuns poderiam ser influenciadas em cometerem atrocidades?

A respostas no caso do experimento, estava no experimento, ou mais precisamente

Nos EUA dos anos 60, exatos 4 dólares e mais 50 centavos.

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Em lugares onde a vida humana não vale nada, o serviço completo, sai por menos que isso.

Ele chegou calmamente, sentou-se à mesa e cumprimentou a todos. Sorriso franco e boa conversa. Com a tranqüilidade de quem comenta futebol entre amigos, Carlinhos falou de assassinatos, assaltos e a vida no Vietnã, como as pessoas em seu meio se referem às cadeias. Não fosse a intimidade com o assunto, nem se poderia dizer que se tratava de um homem perigoso. Assassino profissional, por R$ 500 Carlinhos diz matar qualquer um, “sem olhar credo ou cor”. Isso é o quanto pode valer a “cabeça” de um cidadão comum na região (…)

A maioria dos assassinatos encomendados começam em conversas de bar. Como essa. “Se me der quinhentinho (R$ 500) e a arma, o cara já era.” (…) “No máximo em quatro dias, eu apago o cara.” E não faz restrições às vítimas. Mataria um conhecido? “Claro. O negócio é fazer a mãe dele chorar… A minha é que não pode.”.-Diário do Grande ABC, Matador profissional cobra R$ 500 por cabeça,Reynaldo Gollo, 17/02/2001

A pergunta não é portanto “quão”, mas quanto. Quanto custa produzir, comprar e vender obediência cega. E mais importante: para quê se emprega essa mão-de-obra servil e quem são seus mandantes e o que querem e ganham com isso. Principalmente quando a comercialização desse fábrica de atrocidades não só é liberada e legalizada, mas estatizada ou seja uns executam, outros mandam, mas quem paga e banca as atrocidades é o pagador de impostos. Porque se o dito “cidadão de bem”, o pagador de impostos, se não tem como se negar a pagar, ou destituir quem cobra pelo serviço, ele não é só cúmplice, mas mandante, na exata medida que detendo o poder para institui e destituir a qualquer tempo o seu poder executivo (e executor) simplesmente não o faz.

O problema é que a questão não é “simplesmente”.Na verdade, os mandantes deste crime não são portanto os que tem o poder em tese, mas os que detém o poder de fato não só como executores, subordinados, ou mesmo mandatários, mas sim os verdadeiros mandantes, aqueles que bancam o poder executivo e seus executores para que façam o seu serviço sujo.

Há um buraco na investigação dos crimes contra a humanidade. Se nos crimes das pessoas comuns, os investigadores não se contentam enquanto não descobrem quem ganha com isso, nos crimes cometidos por estatopatas, aceita-se a loucura como rótulo e arquivasse o caso. Quem ganha com isso e quais são as motivações por trás dos motivos? Follow the money. Porque mesmo onde o dinheiro não é a principal motivação dos criminosos contra pessoas, povos, gêneros, ou classes, a contabilidade permanece, porque no mundo desses psicopatas nada é de graça e tudo tem um preço, e nem mesmo genocídio é exceção a lei que rege esse mundo: enquanto houver demanda vai haver oferta.

No “Direito” existe uma teoria chamado domínio de fato, inventado por juristas do período nazista, e que foi usado no tributal de Nuremberg contra nazistas de alto escalão- que não mataram, mandaram matar- para que não escapassem usando a alegação de que não sabiam o que seus subordinados estavam fazendo -como sempre fazem- e que ao mesmo tempo por outro lado estavam apenas obedecendo ordens- como também fazem sempre fazem. Por aqui, no Brasil ela também é aplicada… ou não; dependendo do berço, e gene de quem mata e quem morre; para uns aplica-se o domínio de fato, para outros a velha história das fatalidade e impunidade.

Moreover, while Milgram explicitly attributed his findings to human obedience to authority, some psychologists question whether the study was really designed to study obedience, or whether, unbeknownst to Milgram, it was actually gauging other factors, like participants’ willingness to “help science;” this study does little to resolve these debates. And while Milgram’s experiments have been replicated many times, most have been in industrialized Western cultures, so we should be cautious before assigning universal social traits.

Ultimately, the most jarring element of this study is not that people are willing to electrocute an innocent human being just as frequently today as in post-WWII America — it’s that we expect humanity to behave differently. The painful cognitive dissonance is that we never think that we (and our loved ones) would ever obey inhumane demands — but if the majority of participants are willing to, that means we (and our loved ones) probably would, too. Social situations clearly influence and direct our behavior, sometimes for the worst. So the big takeaway question, relevant in today’s political climate more than ever, is this: How can we resist? — Researchers replicated a notorious social experiment that claimed to explain the rise of fascism

Não é hora de fazer piada, mas minha piada não é piada:

O banqueiro chegou para o político e ofereceu 1 milhão de dólares para ele dar fim em 1 pessoa. O político não titubeou e aceitou. O banqueiro então fez outra proposta: 1 dolar para dar fim em 1 milhão de pessoas. E o político indignado perguntou: “Quem você pensa que eu sou?” O banqueiro, calmamente respondeu, não penso, eu sei quem você é, um político, falta agora chegarmos ao preço: “quinhentinhos?”. O político mais indignado ainda retrucou, você se engana sobre mim, “eu tenho consciência!”

O banqueiro sorriu e acendeu um charuto e disse:

-Consciência… ok, quinhentos pelo decreto-lei, e mais um apê no Guarujá pela consciência e não se fala mais nisso.

-Fechado. Mas Guarujá não, Paris porque minha consciência vem de berço.

Fascismo: Trabalhar no que você gosta e te dar prazer, e ainda levar um por fora nisso… é como diz a propaganda daquele cartão de crédito: não tem preço.

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X-Textos: Não recomendado para menores de idade e adultos com baixa tolerância a contrariedade, críticas e decepções de expectativas. Contém spoilers da vida.

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