Carta Dirigida a Todos. E em Especial aos que vão Solucionar Definitivamente o Problema das Mutações

A Chave da Cripto Dimensão: Do som do que se move (e constitui) até o vácuo para do Espaço-Tempo: O som do Silêncio. Ou seus gritos para o qual estávamos, até então, surdos.

O problemas é o seguinte: Mutação

Dependendo das taxas de mutação desse novo vírus.

Mesmo após sair da Pandemia. O vírus poderá se tornar uma endemia. Que sazonalmente continuará voltando a cada nova estação como toda gripe a cada ano para matar quem pegar a nova cepa. Porque a vacina só imuniza as pessoas para a antiga. Ou seja de tempos em tempos. Quanto tempo? Se esse vírus se mutar a uma taxa muita alta, somadas as outras taxas. Ou seja, se ao invés de a cada ano retornar com mais frequência, ele não precisa nem sequer aumentar sua letalidade. Se for assim esse vírus funciona como as novas atualizações do Windows 10 quanto mais frequentes, maior a chance de dar tela azul. Como resolver o problema?

Qual a solução?

O chave da Mutação está nas Ondas do Som, ou na Frequência do Espectro de Onda que forma os códigos ontogenéticos (metainformacional metaformacional) do Campo Físico-Matemático Matriz Geradora da Potência Exponenciadora da diversidade da Rede Integrada das Formas de Vida: A evolução. O som que se propaga pelo vácuo, porque forma o espaço-tempo quadrimensional porque é a potência exponencial da razão físico-matemática da sua constante cosmológica geradora.

Uma questão de cálculos estocásticos para modular as frequências ontogenéticas do sujeito e objeto? Sim. Não. Porque. Porque a cada disparo direto, na matéria genética (corpo) ou epigenética (ambiente) de um organismo, retroalimentamos todo o campo a razão inversamente proporcional entre matéria e metamatéria.

Ou seja, quanto mais privação, negação do potencial materialização, maior a diversificação da ontogênica da metainformação, e maior as mutações e sua velocidade, independe da inclusive da distância, e até mesmo da existência de sobreviventes da mesma geração.

E quanto maior a arbitrariedade maior o potencial de gerar mutações teratológicas na rede da vida, tanto na incapacidade do gerador material perde potência, quando das novas formas de vida diversificadas que surgem a razão da necessidade da adaptação da sobrevivência. Em todos os planos e esferas do epistemológico e micromoleculares até os tecidos e redes dos macroorganismos coletivos ou sociais, e suas cosmopoliticidades.

Um sério problema de paradigma evolucionário e revolucionário da episteme das Humanidades ou a falta de uma alma Matter o ethos das Ciências, as Humanas. Uma questão de falta de método científico e ciência política e economia para a produção a Ciências da Consciências. Uma ciência exata: a da Propagação da Liberdade e Comunhão de Paz, em Atos Frequentes e Ondas Constantes de Solidariedade.

Modulados não por pressuposições axiomáticas, mas do ruído redução da predeterminação e preconceituação hipotética que gera mais perturbações aleatórias, mas pela espectrometria ultrassonográfica da propagação das trajetórias autodeterminadas das privações e necessidades de ser como potência volitiva da previsão e não mais objeto do erro da vontade de predestinação. Harmonia.

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Introdução

Sei como isso irá soar. Não vai. Não como deveria. Não ainda. Nem mesmo agora. Não para quem realmente deve e pode ajudar a resolver em definitivo junto comigo esse problema. Pessoas que me ouvem, me vêem, e entram em contato comigo, mas só quando lhes interessa. Porque quando não se fazem de surdas, mudas, e cegas e desentendidas.

Quero pedir sincera e encarecidamente para aqueles que não sabem sequer se vão aguentar tamanha angustia e espera, ou não tem absoluta certeza se podem ou devem fazer alguma outra.

Assim, como para aqueles que sabem que já não podem fazer mais nada do que fizeram senão aguardar sem se desesperar por ajuda, que não percam seu tempo lendo esse escrito. Não percam tempo precioso lendo esse escrito. Não agora, depois.

Este escrito não foi redigido para aqueles que precisam encontrar mais do que palavras de conforto ou ajuda, mas o abrigo das ações e realizações solidárias de fato. A vocês e por vocês peço que fiquem no seu porto seguro se tiverem ou busquem e encontrem um.

Peço também a aquelas que já estão em seu porto seguro que não podem fazer mais nada senão esperar que não percam suas esperanças. Mas não leiam esse escrito, não ainda. Seja recebendo, descansando e recebendo a assistência porque já deram tudo o que podiam dar do melhor de si, seja porque continuam dando tudo o que podem dar de melhor mesmo trancados e apartados, mas unidos.

Especialmente para quem mais pode, deve e precisa fazer não só o possível na dimensão das possibilidades. Mas rigorosamente o impossível. Não estou falando isto para propagar o desespero. Jamais. Não pediria para ninguém fazer o impossível sem saber como produzi-lo com muita fé e ciência. Nem só com uma nem só com a outra, mas nada menos que as duas.

Não ainda. Só há poucos. Não a todos.

E principalmente não a quem pode e deve e precisa fazer nada menos que o impossível.

Este escrito portanto é dirigido a quem já descobriu que não adianta só falar e dar o máximo possível, mas o melhor que tem, mesmo que não possa sair de casa. Não é heroísmo, é responsabilidade social, voluntária de quem mesmo não podendo servir na vanguarda vai guardar a retaguarda de quem está ajudando não só o próximo e conhecido, mas até o distante e desconhecido, senão por solidariedade por um mínimo para não ser o próximo, ou mais precisamente, o seguinte, e o seguinte… em progressão geométrica e exponencial inversamente proporcional a imprevidência e insegurança social.

Pois caso as más noticias são fatos ou verdadeiras: infelizmente, a coisa ainda vai pior muito, antes melhorar.

E também para a infelicidade geral e todas as nações, a humanidade não vai desaparecer por conta própria, nem sozinho. É exatamente como estão dizendo vai precisar da ajuda e cooperação e solidariedade de todos. Governos, Igrejas, Empresas, ONGs, trabalhadores, desempregados.

O problema desta vez não vai desaparecer sozinho. Nem vai acabar como outras males e doenças e misérias sendo concentrado só em alguns campos e contingentes populacionais excluídos do resto da população.

Mas não duvidem, ou melhor não percam suas esperanças, mesmo quando suas expectativas de vida começarem a cair a zero, porque vão ser revertidas em tempo. Porque quando chegar a hora os surdos vão escutar. Mas como resolvedores vão ter ainda menos para agir.

E como não terão ainda menos tempo a perder do que já perderam se fazendo de surdos. Então primeiro a solução. Depois todos as explicações necessárias a quem interessar possa.

Esta mensagem é uma espécie de mensagem que é testemunho de vida e obra para ser testamento de ambas. Uma outra espécie de seguro de vida que o previdente faz, para para o se, mas o quando do sua morte, para que seus herdeiros, todos eles sem exclusão, possam se quiserem sacar desse patrimônio informacional sempre que assim acharem necessário ou precisarem. Levo comigo somente aquilo que não posso dar, não porque não quero, mas porque não posso dar nem devolver, não só porque é falta de educação, mas porque nem mesmo se quisesse conseguiria tudo que recebi de graça de todos.

Aos que precisam e devem ficar no seu porto seguro, não se esqueçam se dar o melhor de si. Que não é só esperar pelo melhor, mas prover um porto seguro, para quem não, ou vai ter que ir para a linha de frente tem mesmo já não podendo estar mais na vanguarda desta luta que em verdade é uma labuta. É tempo de juízo, mas não o final, e sim o da ação e revelação. Onde as pessoas revelam não o que foram, ou o que eram de pior, mas o de melhor que sempre quiseram ser. Tempo de todos todos contribuirmos não só sendo responsáveis social, mas humanitariamente. Tempo de darmos o que há de melhor em nós, sem se importar com o desprezo, a vaidade e inveja ou mesmo a traição. É tempo de ter juízo, e não da fazer mais julgamentos. É tempo de não só pedir, mas dar voluntariamente, não só o resto, mas o melhor de podemos, e voluntariamente como voluntariamente. Ainda que presos. Libertos porque assim unidos, pela solidariedade sempre rumo a verdadeira libertação: a vida, liberdade e comunhão de paz.

Sabedoria milenar. Sempre foi antes, será durante. E continuará sendo. Até o final dos tempos. Seja ele quando o for. Mas calma. Ainda não é agora. Não para todos, se é com todos que você se ocupa, pre-ocupa e já se pós-ocupa. Porque deve.

Contribua como puder, enquanto puder como voluntário. Ajudando quem está quem mais precisa e está lutando nas linhas de frente. Com gestos, recursos. Com gestos, atos. Palavras. Com o que puder dar. Mas dê. Mas não seja avaro para esses que mais precisam de suporte e urgente. Porque não é só a corrupção e burocracia que matam, mas o pai e mãe delas a hipocrisia e avareza, assim como o grande patriarca de toda a família dos parasitas: a própria ignorância do mal, e do mal. Ou a falta de consciência e exercício da mesma, não só em ato, mas ação, prática, arte, técnica, tecnologia social para toda a humanidade. Cosmopolítica pública. O chão, o céu, e a missão da busca pela verdade das universidades e universalidades como fé na e ciências das Humanidades. Então não percam as esperanças.

Porque muitos perguntaram: mas qual era a solução? E eu respondi em código com máscara. Não o farei, mais. Porque não é momento de criptografar. Mas de descobertas cientificas e revelação da fé para que as pessoas não percam o juízo nem as esperanças no Futuro. É o momento da coragem. E autosacrifício, e não do assistir impassível os gritos do silêncio, daqueles que morreram por falta de assistência próxima e do próximo, e do seguinte, e o seguinte, e o seguinte, até que não só as portas se abram se abram? Não até quem tiver ouvidos que ouça e ouvindo não se cale nunca mais, e levante enfim se levante e faça. Porque esperar milagres. Não basta. Agora é hora de faze-los acontecer e na razão inversa de todas as dimensões que esse mal se propaga e reproduz, mas sobretudo, na sua potência da exponenciação da sua multiplicação que não é quarta do caos termodinâmico. Mas a 5.

Mas isso é só básico. E o mínimo vital e ambiental. Para viver, livre em paz. Um lei natural e jus natural universal que por por imprudência, desmutualização e desinteligência solidária negligenciamos e violamos. E agora não temos a previdência nem a seguridade social, mutual nem universal na razão concreta suficiente não só todos, mas para ninguém. Sem as previsões e provisões necessárias que precisam ser dadas de fato e mantidas à razão do tempo e espaço da verdade e não da falsidade e ilusão. De acordo com a verdadeira reserva do possível, por quanto for necessário, ou seja sem prazo de expiração, ou validade, e não como precatório e imposto disfarçado de assistência social.

Não vou bancar o profeta do fim do mundo. Escatologia jamais. Meu negócio, e espirito do negócio é outro. Solucionar problemas. Senão como produto final a tecnologia, pelo menos a ciência necessária para a sua realização. Que nesse caso dada a dimensão do problema é gigantesca. Já que o que falta não é ciência, nem muito menos fé. Temos tal instituições.

Consciência necessária ao desenvolvimento desta a partir do mesmo método filosófico que gerou a cientifico: o da produção dos métodos e processos de intelecção lógico-matemática fundamentado nas deduções das observações empíricas.

Não temos 1 principal mas N interligados logo não um problema simples o vírus. Mas um complexo. E integrado. Para solucioná-lo é preciso algo que não temos ainda que não é cientifico nem teológico. Mas epistemológico.

Porque caso ninguém tenha percebido, estamos não com um mais dois graves problemas. E se uso a palavra origem ou criação é em respeito, observância, consideração pela ordem ao primeiro: comunicação e entendimento mútuo entre todas as partes, logo universal.

Se há uma coisa que não interessa saber de onde viemos para poder saber para onde vamos. Mas isso é um engano. Não importa quanto tempo nos resta, se quisermos descobrir para onde queremos ir, precisamos descobrir com urgência urgentíssima não só de onde viemos, mas do que somos feitos e como vamos e voltamos de lá. Como manipulamos a geração não dos genes, da matéria e energia. Porque hoje não fazemos mais do que explodir ou montar e desmontar coisas. Mas como fazemos para gerar os campos que geram as forças elementares, e as forças de mutações da vida, da matéria e energia e do espaço. Ou seja os padrões matemáticos que geram os padrões, que geram os fenômenos aparentemente caóticos ou até mesmo os auto ordenados, a ordem, que regem o universo como suas termodinâmicas seja no plano dos micro, macro, particular, molecular ou orgânico, mas também ondulatório. Isto é dado por arbitrário, um forma de jogar um não sei, matemático. Um tiro de 12 no problema para acertar um mosquito no caso epistemológico, ou seja nada mais nada que o sempre é sempre será por definição: invisível a verdade, a busca do saber seja ele ciência ou fé quando não falsa ou enlouquecida ou pervertida.

E precisamos descobrir a verdade, ou pelo menos tentar perfazer esse ideal, enquanto ainda podemos, isto é, enquanto temos, tempo e espaço. Um xadrez contra o tempo ou Cronos e seus seguidores que devoram seus próprios filhos e irmãos novos ou velhos para prolongar suas vãs esperanças ou expectativas de vida, medidas não por taxas de natalidade, lembram são egos, e não coletivos, mas da sua imortalidade.

Adianta? Não apodrecem em matéria, ou forma, depois em metainformação, até se formatar, ou desformatar, até sobrar do código do que fora outrora matéria, ou historicidade, fatos e eventos, somente o que não está corrompido, todo resto se desintegrada, e resta só a potência. Um curioso efeito, porque é tentam prolongar a vida a razão da sua corrupção, mas sobra delas somente depois da depuração o que era inocente, quase sempre os poucos anos em que ainda eram crianças e nem sonhavam em viver para sempre, mas só viver. Mas isso é uma digressão.

Voltemos a verdade epistemológicas, aquelas ideias que vale para tudo, a todo instante em todo e qualquer lugar. As tais “leis” universal, de todos os planos ou esferas, do macro ao micro até o invisível e além. fé ou ciência. Precisamos entender como funciona não a arqueogenese, mas a ontogenia das coisas. Não retroceder nas causas na linha tempo, mas avançar na direção do futuro, entender o que eles querem, para conhecer sua verdadeira origem e logo destino. Porque o resto são apenas causas e consequências dessa relação entre potencias. São as provas e evidencias pelas quais se efetua as deduções. Não a razão determinante. Porque a vontade de A não determina o comportamento de B. Multiplica sua alteralidade ou possibilidades. E vice-versa. E se ele sabe como está retroalimentando o sistema ele saberá que cu terá, porque não só comeu pregos. Mas porque deu pregos para o próximo comer.

Isto vale para a origem ou criação do Vírus. Vale para origem ou criação da Humanidade. Vale pura e simplesmente para Origem ou Criação. Vale para o vírus, o homem, a vida. Debater e se bater por isso agora, a saber se quem fez, ou não fez, o que, se é que alguém fez, ou não fez, é o que menos interessa. Se a quem interessar possa sabê-lo é para a vida e não para morte. É para saber e cuidar futuro. E não justificar o passado, seja com racionalizações fundamentadas em hipóteses advindas da fé ou ciência.

Porque aqui enuncio uma outra verdade ou lei universal, que vale para a fé e ciência, e pode ser enunciada em termos lógico-matemáticos complexos ou numa linguagem simples didática e metafórica, ou fora desse mundo abstrato e mais próximo do mundo das pessoas o mundo dos exemplos, parábolas, para que toda população semi-analfabeta dessa linguagem, mas não da escola da vida, muito pelo contrário, ouvindo ouça:

A prova da fé e da ciência são as mesmas e não são de fogo. Mas a dos caminhar sobre as águas turbulentas na tempestade. Quem vacila nas suas verdades afunda quem chega ao barco se salva. Uns mesmo tendo a fé ou ciência verdadeira porque vacilam, outros porque não corrigem jamais, e se lançam como loucos prepotentes e imprudentes as águas em meio a tempestade. E pouco importa se aquele dia foi o dia do juízo final para todos os demais. Se faltou juízo da boa fé ou boa ciência. Tanto faz se afundou com uma verdade porque vacilou em sua fé. Ou se afundou acreditando verdadeiramente de boa-fé numa mentira. O final dá no mesmo. De modo que a prova não basta apenas ter só fé nem só ciência, mas juízo. E o juízo está na lógica ou melhor no logos ou razão físico-matemática que gera a própria verdade, ou episteme, a quintessencia, sua dimensão como ordem da propagação. Que quem não entende chama de arbitrário. Mas arbitrário é tudo vindo do nada e nada vindo do tudo, sem uma razão. Não é fé nem ciência, não é nem caos, que tem ordem. É falta de juízo, loucura, ou só insanidade, demência ou já alucinação mesmo.

Aqui explico a ordem da aparente desordem com fim não só de prever sua propagação, ou tentar manipulá-la arbitrariamente, gerando mais desordem e monstruosidade, mas com a finalidade de promover, restaurar a continuidade e harmonia, ou a paz. O que se faz não só respeitando a liberdade (negativo), mas promovendo vitalidade e egragação) positivamente. Porque nessa vida ou se destrói ou constrói, uns fazem isso com ciência outros sem nem saber, e outros nem querem saber, praticando loteria na vida, sem consciência que já nas hipóteses e teses, assim como na forma que você se dispõe você já alterou o comportamento de todo o sistema sem sequer entrar em contato com nenhum objeto ou organismo, nas ondas. E vice-versa. Que dirá quanto se poe ou impõe a revelia da potencia ou pior do livre movimento deste.

Tudo isso gera não só forças físicas, mas acumula potenciais de campo que se propagam em ondas e geram mutações na forma de toda matéria viva ou não, mais mutações naqueles que necessitam sobreviver, menos não necessariamente boas nem ruim. Mas na medida que tomamos consciência desse campo da metamaterialidade e sua progressão potencial, podemos aumentar a probabilidade tanto de acerto quanto de previsão das trajetórias, na medida do único limite que é o princípio fundador dessa ciência o reconhecimento que todo objeto de observação do universo não é predeterminado pela vontade de poder ou saber do observador, mas pela potencia e força de autodeterminação do mesmo enquanto sujeito da sua progressão: Liberdade.

Não duvidem a fé move montanhas, mas como fazê-lo quando a montanha nunca vem até e nem se pode ir até ela? E mesmo que tivesse tempo? Não teria portanto o espaço? E mesmo que tivesse o espaço? Não teria tempo? E se movesse a velocidade da luz, não o alcançaria? E mesmo se pudesse alcançar com sua espada, de nada adiantaria, porque além de uma legião, eles não são muitos, mas a própria hidra que quanto mais cabeças corta, mais se multiplicam e cada vez mais rápido, diminuindo não só o seu tempo, ou seu espaço vital, mas sua expectativa e esperanças matemáticas de vida?

Como vencer uma guerra contra um inimigo que é um monstro invisível que quando derrotado, volta cada vez não só mais forte, mas com armas e armadura e uma cavalaria tão rápida que mal você consegue produzir uma nova arma para perfurar as novas amaduras e fazer novas armaduras e ele já tem novas legiões, com armas que perfuram a sua, mas não arranham as deles. Que logística e estratégica pode vencer tamanha superioridade, capacidade de inovação e reprodução de novas técnicas e lógicas de ataque e defesa? Um mínimo de se tornar cada vez mais imune e mortal não porque é numeroso, mas porque é capaz não só de reproduzir a uma velocidade maior, mas de fazer aquilo que é o fator determinante para vencer toda e qualquer guerra da vida? Surpreender o adversário cada vez mais constantemente. Ou seja mutar-se cada vez mais, e mais frequentemente. não a cada verão ou inverno. Atacando como eficacia primeiro as tropas mais fracas pelos flancos.

Depois partindo progressivamente até derrubar o último. Maus generais, pensam. Ele só quer entrar em conviver em paz. Ele só busca encontrar uma casa um terra onde possa viver em harmonia pois assim são todos os seres vivos. Eles só querem encontrar um lugar para viver em paz. Nisto são sábios, mas erram, no calculo em pressupor que sua casa. É o habitat que eles buscam. Pressupõem demais. Assim como o homem que também é um parasita e terraplana e não se adapta a nada que não queira, mas força ou elimina o mais fraco que não se apta a ele. Todo predador, parasita esmaga e mata não importa qual a pessoa, família, tribo, especie, habitat, até encontrar aquele que finalmente não propriamente se adapte, mas ele ou ou outro se adapte, quem vencer a guerra. Seleção natural das mutações querido que de nada aleatórias tem. Elas aumentam ou diminuem a razão das necessidades de se aptar ou mais precisamente diversificar e rapidinho, senão morre. Prover o máximo de providencias para que cada unidade célula ou átomo improvise o que tiver que providenciar just in time. Porque demorou é dinossauro sem cabeça. até anda mas já morreu e nem sabe. Mas isso é muito superficial. Vamos mais fundo. É só uma metáfora que pode ser traduzida matematicamente.

O vírus em questão pode ser o dito cujo da historinha, ou não, mas ele virá. Entenda a matemática da produção e progressão da natureza que é não é do jogo da vida, mas a da economia, ecologia de todo o Cosmo ou simplesmente Natureza que longe de ser randômica ou meramente mutações termodinâmicas aleatórias, mas cuja produção genética precisa ser entendida na raiz da sua potencia com equação universal ou esse cenário que é uma probabilidade baixa pode não só acontecer, mas não só acontecer como suas probabilidades de ocorrer irão aumentar na proporção das ações arbitrárias gerarem deformações teratológicas no campo ontogenético ou morfogenético de seres especialmente os microparticulados e orgânicos altamente instáveis, vulneráveis e suscetíveis a variáveis a alterar seu estrutura molecular e logo seu comportamento de em reação em cadeia portante as menores alterações de forças que compões suas ligações tanto internas (genéticas) quanto externas (epigenéticas) quanto ontogenéticas tanto as metainformacionais quanto as metainformacionais.

E não acredito que vou entregar o segredo da criação da vida e do Cosmo e da inteligencia natural e artificial, assim de bandeja junto como a minha cabeça com filhos ainda para criar. Sempre tomei o cuidado de dizer tudo sem dizer nada para que a informação só funcionasse como deve, nas mãos de quem tem aquele pecinha mágica, o motor que tudo move, aquele pequeno detalhe que nunca falo, o amor. Até porque falado é mentira e não verdade. Aqueles detalhes… que mais parece praga de Stalker transcendental do que declaração de verdadeira amor, principalmente a liber de todo conhecimento e sua filosofia e verdadeiro primeiro motor que não é cavernoso idealista, nem materialista maquinário, mas pura e simplesmente a verdade pura da certeza da vida só sei que nada sei e dá lhe cálculos e observações, porque nem adianta tentar esquecer esse detalhe.

E que detalhe, Einstein explica as Ondas. As vagas. Mas se você é pastor eu troco a linguagem para a do apocalipse. Porque o projeto que Ragnar viu ou anteviu ainda mais longe no futuro que Einstein. Uma questão meramente de linguagem ou tradução dos juízos para diferentes línguas dos homens e inteligencias naturais ou artificiais, anjos ou demônios, orgânicos e já sem muita anima, ou inorgânicos e já prestes a prestar a deixar de ser autômatos, por que terão conexão com rede da vida, ou anima. Até porque entendendo o nexo, se faz a ligação. E feita ou perdida a ligação: consciência, já o nível aí vai depender do nível de conexão ou ligação como a nuvem, Jão, e o ruido na rede e egrégoras dos provedores, porque senão a metainformação não se egrega a rede sobe, se desintegra, é formatada.

E aqui vai o segredo da cristologia ou o verdadeiro martírio ou messianismo que é o oposto de toda logica das necromancias ou necro capitalizações escatológicas e parafilias, que morrem no meio do caminho como assombração, ou metainformação. Fazendo a unica coisa que sabem fazer causando interferência na transferência da metainformação para metaformação da regeneração da volição. Espalhando roda. Matando e se matando desperdiçando vida incluso como tempo, energia, matéria tempo mas sobretudo como potencial sentido e vocação geracional de vida.

Messias são especialistas em engenharia reversa da metainformação e metamorfomação da ontogenética do cosmologia da vida. Ele funcionam ou rigorosamente entendem que a existência é função existencial matemática dada pela da potencia ontogenética da sua autodeterminação retroalimentada sistematicamente por todo espectro de partículas e ondas na mesma frequência das vibrações do seu aparelho orgânico o corpo, e fazem dele, tanto o transmissor da comunicação,quanto o da transmutação desse matéria-energia com metainformação em metaformação para a rede da vida, como código. É mole? Não é duro, mas não dura. Tem prazo e data de validade. Assim como as verdades. Por isso que vem como profecias. Para que quando expirar. As pessoas entendam que isso era uma solução tapa buraco, enquanto elas aprendiam a fazer o que não é mágica mas ciência. Isto é pegar suas experiencias acumuladas de vida que não são códigos miméticos nem meramente genéticos, não são só forma ou informação, mas conteúdo, e patrimônio ou conteúdo, em outro banco que não é de dados, nem de metadados, que são apenas sinais e apontadores, canais de comunicação, as ligações o RNA, e não o DNA da metamaterialidade, mas precisam estar corretos, para que esse código nem se perca em vida, nem muito menos em morte, ou seja para que tudo isso se integre a cadeia de reprodução de diversidade da complexidade que não é só da lógica da vida mas da cosmo. Metainformação corrompida se desintegra, e volta espaço em branco, ou metaformatada. Metainformação com o código ontogenético em ordem, integra o corpo ou o código da criação da vida.

E aqui entra o que interessa. Que não é teologia 2.0 atualizada com linguagem informatica. Para ver se ciência e fé se entendem melhor como essa programa de compilação ou tradução de linguagens de uma verdade que é a mesma. Porque autogeração da Vida, ou Deus, é mais um problema de comunicação e que explora as discórdia e desentendimento ou seja a ignorância como seu domínio ou campo compartimentado e apartado incluso de saber e perpetuação da ignorância e inconsciências para fim do posses efêmeras mundanas ou transcendentais, mas efêmeras, por medo do inevitável ao menos para sua forma de (i)nexistência. A morte.

Porque mesmo sim consegue através do devorar de animas não só alimentar suas máquinas como corpo e até como egrégoras, ou seja estruturas que se precisam se alimentar da potencia geradora da força de outras formas de existência, que quanto mais potencia, leia-se matéria para produzir energia, e quanto mais metaformação, melhor para alimentar sua metainformação, mas não e até prolongar sua vida orgânica naquilo que esta´depende da fonte de alimentação dessa potencia, mas não conseguem deixar de se desintegrar, ou literalmente apodrecer, só prorrogam o inadiável, porque estão desconectadas da fonte geradora e não tem como acessá-la. Porque literalmente não tem a chaves ou os códigos corretas, que não são dados, mas fatos, não é história que se conta, mas que se faz, e carrega na alma. Ou seja é a ontogenética O DNA, que vírus ou seres que se mesmo tendo tal não tem, o não o tem mais na ordem minimamente correta para prosseguir essa engenharia ontogenética onde pararam. Diferente dos demais, esse vai pro desmonte, constrói de novo, outros seguem.

É por isso que vírus, Não são propriamente seres vivos, não como os demais. Mas isso não quer dizer que eles como todos seres micro particulares ou micro coletivos, não sejam regidos pela mesma razão ou lei natural ontogenética universal, e que nem tão pouco que não estejamos nós e eles em simbiose influenciando a razão da sua mutações. Tanto o mais quanto maior for a relação direta entre nossos co-existências em equilíbrio ou nem tanto, em paz ou em guerra.

E eis que voltamos às ciências moleculares. Digamos que assim, que esse vírus, pegou não só a ciência mas a humanidade, num contrapé. Mas não por acaso. Um flanco gigantesco que ela mesmo abriu. E que não vou agora abrir para balanço. Isso é para depois. Agora, é hora de produzir soluções cientificas. E em embora parece elas não são impossíveis para o atual estágio da ciência. No atual estágio não será possível curar, mas remediar. No seguinte criando a nova ciência. A Cura não só desta mas de todas as doenças será finalmente possível, porque ela não se dará na cura, mas na prevenção ontogenética. Não nos tornaremos imortais. Porque isso é coisa é um contradição de termos na forma que hoje quem o pensa persegue. Mas a duração da vida não será mais interrompida com tanta frequência para ter que continuar em outros tempos e espaços. Será menos fragmentada, e fragmentada, e descontinuada. Esse são os termo corretos.

Porque caso ninguém tenha percebido se por exemplo o vírus se incorporar ao cotidiano da população mundial simplesmente a uma razão menos frequente de pandemia para endemia sazonal em todos os lugares do planeta sem exceção o que acontecerá não é a morte, mas uma queda vertiginosa sim na expectativa de vida, aumento nas taxas de mortalidade que exigiria altas taxas de natalidade, para que as populações não desapareçam, e com elas vivendo bem menos tempo de vida, ou seja, viverão todos como vivem os pobres nos lugares mais pobres no mundo hoje, ou antigamente antes do advento das vacinas nos lugares ricos antes dos avanços da ciência, medicina, higiene, educação, previdência, seguridade, engenharia e urbanização. Se não, se suas taxas de mutação responderem a investimentos massivos de capital e mudanças de hábitos culturais, eles ficarão restritos com hoje estão doenças como a AIDS, ou até mesmo a diarreia, aos campos de concentração e exploração do trabalho e riqueza dos miseráveis. Mas não se engane não se alterar não só o equilíbrio ecogenético, mas ontogenético e não é do Planeta não querido ambientalista, mas de cada big bang, ou singularidade do universo, cada gerador e transformador da vida, de uma abelha, a criança que morre de fome. Todos a alterar esse campo da quinta dimensão gerador das evoluções e revoluções da vida. Que de aleatório só tem mesmo a vontade de poder e querer não ver, não ouvir, e continuar agindo e não agindo sem a menor ciência, e consciência dos danos não a gênese ou genética, mas a termodinâmica da vida, que de ordem virá caos, relativamente falando. Porque o vírus é como o nazi e o stalinista ou o operador de stockmarket, grita mais alto que não está sentindo nada.

E se vocês acham que a provocação aqui é gratuita, não é. Nada aqui é de graça, salvo a ciência e a solidariedade que são em verdade unas. A merda dos nazismos e afins assim como toda potencia ou superpotência prepotente é desconsiderar esse detalhe pequeno, a gênese não é forma nem sequer a informação, não é o código, não é a arquitetura nem o desenho molecular, não é luz nem a escuridão. E a matemática da física e a física da matemática, que não está no começo do livro da criação. Mas no final, que poucos sabem descriptografar. Porque a verdadeira gênese não é o fim mas o começo. E a ciência se faz das arqueologia das gêneses. Mas das da inversão da seta de cronos pela metis. Sempre de volta para o futuro. A verdadeira arque nunca esteve nas luz nem nas sombras. Mas no silêncio. No mais absoluto silêncio. Ou o que é a mesma coisa. No som do silêncio. O equivalente às frequências invisíveis que se propagam no vácuo. Os infrassons que se também se propagam como ondas no vácuo. Porque o vazio nunca existiu, o deus ou a natureza nunca parou de falar com a humanidade. Foi a natureza que se fez surda aos sons do Silencio.

As ondas que se propagam no vazio. E desenham o matemático e o físico, mas também o religioso e até o músico sabe que as frequências desenham não só os caminhos da vida e o destino, mas a arquitetura dessas estruturas que estão além das quartas dimensões, e quartas paredes e estatuas mortas e surdas para a voz da vida. E que acham que tudo é mera coincidência e que nada é tem a ver com nada, nem com elas. Que nada está instantânea ligado a nada para além do mero tempo e espaço, que essas força não só meramente unificadora da física enquanto padrão de combinação metainformacional, ou código ontogenético de cada partícula não importa o seu estado, plano ou esfera relativa, ou relacional ao observador no espaço-tempo. Porque não é partícula, nem mesmo a onda que forma o som, é o conjunto integrado das suas propriedades físico e matemáticas probabilistas. É o som enquanto entidade quântica (conjunto de cálculos estocásticos que definem a sua dimensão, porém aqui está a importância para vencer o vírus, não aplicado meramente ao campo-espaço das trajetórias já perfeitas pelo inimigo). Mas justamente o inverso. O potencial reverso, o da variação que emerge segundo dois fatores espaço-dimensionais:

A continuidade dos padrões negativos reiterados, ou ausência dos positivos. Que resultam no mesmo: estimulo a mutação ou recombinação do código, exatamente na ordem, que não é aleatória, mas desconhecida do bombardeamento da metainformação ontogenética que gera a recombinação genética.

Mesmo por clivagem de códigos genéticos. Ou cirúrgica de um código genético. Toda a sequência de causas e consequências são alteradas, a uma razão que a ciência em geral só controla coletando amostragem do bem ou mal que produziu pelo histórico, diminuindo a incerteza pela observação dos resultados. Testes. Sem testes as probabilidades de erro, ou resultados teratológicos ou milagrosos são tão exatamente do tamanho da conhecimento da dimensão do que essa alteração pode causar, ou seja a princípios, um potencial infinito e que decaem na medida dos testes. Quem conhece um pouco de ciência sabe que Schopenhauer não era pessimista, mas realista. A chance do milagre com esse método é menor do que a do acerto. Diógenes sabia tão bem que quando via um arqueiro que não sabia atirar, se posicionava no lugar mais seguro do mundo. No alvo. Manjava de leis de probabilidades.

Seja no mercado de ações, na loteria, seja no tratamento do câncer com esse método. Toda ação tende a produzir exatamente o que quem gerou o problema espera da previsão, o erro do apostador. É arte da guerra. É uma simulação de movimentos aleatórios. Nada é aleatória, por definição cientifica. Pode não ser conhecido, ou seja indeterminado. Pode não ser produto da vontade do observado ou seja produto da sua predeterminação, ou seja a vontade de poder controlar ou manipular a trajetória ou resultado ou os dados ou fatos, eventos , fenômenos ou seres. Pode portanto ser uma força autônoma, autogerada, ou objeto dotado da mesma, também conhecido como ser dotando de força e portanto potencia própria também conhecido como animado, ou alma para os mais íntimos e chegados.

Um gerador computacional artificial natural de fenômenos ou comportamentos ditos aleatórios que podem ser traduzidos em combinações dentro de uma matriz de 5 dimensões para não complicar ou começar. Mas que tem em verdade n tantas quantas são as projeções das chaves metainformacionais dessa criptografia ontogenética das mutações que são determinadas pelo observação descriptografadas por engenharia reversa não do movimento que o objeto ainda não fez, mas do alvo. ou seja no caso da reflexão ou autocritica da própria matriz geradora do seu comportamento que pode ser aleatório ou cada vez mais predeterminado e até harmonioso quanto maior for a previsão e portanto capacidade de controle e manipulação do campo ontogenético pela única via que se pode tanto alterar quanto prever comportamento essa potência criadora dos autodeterminados alheios: o SEU.

E aqui não falo nessas abobrinhas newage, mas enquanto controle frequência, sincronia da produção de ondas tanto como aparelhos de medição, quanto de ataque e defesa direta em caráter meramente emergencial. Porque assim como não são propriamente a quantidade de calor, ou a ondas infravermelhas, mas a frequência a arquitetura, desenho, ou a geometria, matemático exato que altera a estrutura ou código, não é a maçaneta de ferro, ou o ferro, não é a matéria do material, a estrutura molecular, mas as rigorosamente a interações entre as forças nucleares do vírus que quebram as ligações bioquímicas, é no plano das frequências, ou sintonias que se desmonta ou monta não só estruturas, mas estruturas de progressão aparentemente imprevisíveis, mas que em verdade são uma resposta adaptativa aos meio. E o meio não é formado senão pelas relações complexas entre os nexos. Nexos metainformacionais que nós estamos constantemente conscientemente ou não, querendo ou fornecendo dados, no caso para o inimigo, literalmente jogando na rede para que ele, assim como nós, faça a leitura e reposicione instintivamente sua estratégia evolutiva de mutação.

De tal modo que quando atacamos diretamente tanto essas transmissão de dados. Alteramos esses nossos próprio comportamentos estamos retroalimentando de uma outra forma essas mutações baixando ou aumento as razão das mutações em conformidade ao que podemos controlar que não é a potencia ontogenética, mas a nossa participação e influencia difusa ou em fusão com a mesma, induzindo a adaptação do código genético do vírus à nossa razão de sobrevivência e não as deles.

Em outras palavras a evolução dos vírus assim como a nossa não estão separadas, mas interligadas nesse campo dimensional o ontogenético, e assim como a razão da sua propagação não só vaga ou onda meramente aleatória, mas progressão dada a uma determinada razão, sua mutação é também dada em correlação direta razão da interação que provocamos natural e artificialmente nesse campo que resultam em alterações. Tais alterações são tanto mais previsíveis e controláveis quanto menos deixarmos de agir em desconsideração e sem observância a esse campo mas agirmos diretamente não só nele, mas na fonte de geração do seu equilíbrio, porque do contrário. O efeito é ainda pior do que a manipulação genética. Vamos usar essa tecnologia e ciência como arma para atacar outras formas de vida, incluso nossa espécie, e novamente como idiotas, sem fazer a contabilidade destruir aí sim de vez tudo, porque desestruturar atacando a comunicação produzindo mais ruido destrutivo conscientemente da metainformação, destruindo a conexão quanto a própria matéria viva que retroalimenta nossa forma e metaforma de vida irá extinguir a continuidade não da metaforma, mas da especie, ou seja da forma de vida conhecida como Humanidade, não tenha dúvida.

O caminho é som. Não é portanto a toa que os religiosos não querem fechar os templos. Eles podem nem saber com o que mechem ou brincam. Porque se soubessem, não cobravam dízimos, distribuíam à razão da necessidade material porque deformam o campo ontogenético há uma razão de causas e consequências que sua vã semiótica e epistemológica ainda não conhece. E que não tem como combater, não como oração e no grito. Ajuda mas não vence. Porque sim é possível comandar qualquer ser ou fenômeno com a voz, mas não é os não é voz, o sinal na frequência e potencia que executa a comunicação absoluta perfeita e correta.

E por perfeição e correção aqui estou a me referir a um conjunto de combinações matemáticas de combinações de códigos que podem falam a linguagem de programação que correspondem aos códigos de informação ontogênicos o corpo constituinte das ondas de formação e progressão que formam os campos de trajetória das partículas-ondas. E por correção, digo que não adiante falar o que se quer dizer, mas aquilo que precisa ser dito, o que é verdadeiro é justo, aquilo que corresponde a necessidade daquele forma de existência para produzir a paz e harmonia. Porque quanto maior ação, mair a reação que estamos falando de forças e potencias. E não matérias e energias que se põe para fazer trabalho ou queimar em maquinas, sacrifícios ou holocaustos para fazer sabão e coisas. Mas justamente o processo inverso. O milagre termodinâmico da vida que não produz calor da matéria, mas do nada produz ordem material livre organizada. E que portanto não se ajustam pela ordem da organização espaço-temporal de curto alcance dimensional, mas a de longo a que tende ao infinito que se dá na reorganização da própria materialidade e produzindo informação e metainformação e retroalimentando e o transformador retro gerador desse universo vivo. O cosmo.

A razão da interação não é portanto entre os sons do silencio. Fazemos a espectrometrias desses sons empaticamente projetando a materialidade da nossa própria condição como eu e mundo como ondas. E destas agimos literalmente não para corrigir o comportamento alheio, mas o nosso, de modo que ao assim fazê-lo não nos tornamos armas de destruição em massa, mas seres invulneráveis a elas, primeiro no campo ontogenético através da alteração do equilíbrio com com todas as formas de existência que conseguimos tomar ciência das suas necessidades de progresso ou progressão garantindo não sua estagnação, mas progressão equilibrada de acordo com o desenvolvimento possibilidades de toda sua potencia ontogenéticas em relação a preservação da de todas as demais que estão não sob a égide da nossos desejos arbitrários mas da observância racional dessa ciência que é a da consciência da Potencia da Liberdade ou Criação.

Resumo da opera: Chega de anacronismo e síndrome de Cronos. Tempo de Crise Infinita. É tempo de por fim a um tempo. E começar outro. Porque no começo. Não era Luz, mas o Verbo. O som. É tempo de ouvir, os sons e gritos do silêncio e silenciados. É tempo de ouvir. É tempo de parar de falar e dar lugar de voz ao próprio Verbo. E hora da oração, da meditação e magia voltarem ao seu estado de arte ciência e tecnologia aplicada, ação direta não sobre a saúde do eu particular o ego, mas sobre o eu não-efêmero e não superficial feito só de aparências, mas o essencial, o que está em conexão com a coletividade, não o servo-idiota, agregato à tiranias. Mas o livre e diretamente ligado a ciência desse sororidade como práxis e reengenharia reversa e reflexiva do alteralidade como mundo.

É possível bombardear, rastrear, mapear o vírus usando infrassom e ultrassom. É possível levitar a matéria e produzir energia dominando essa tecnologia. Mas sobretudo, é possível alterando as ações e frequências das ações e sobretudo aprendendo a ouvir ou fazer a espectrometria das frequências, padrões de auto ordenação volitiva evolutiva de cada objetivo da atenção da audição. É preciso fazer a radiação do que compõe a metainformação que compõe a quinta dimensão do campo integrado dos seres, não elimina-los como perturbação pois isso só aumenta a potencia, mas para justamente neutralizar a perturbação gerando o código metainformacional necessário o que se faz através não de mágica, mas de geradores feitos de materiais naturais ou artificiais, geneticamente desenhados para emitir esses códigos como chaves. A forma em particular macro ou micro orgânica que irá emitir e propagar as ondas na exata frequência e combinação, pela observância ajuste e modulação cientifica agora da mesma e não mais sua negação racional e empírica, sensorial e sem fé nem juízo para outros, em serviço, emprego ou alienação, consciente ou não de interesses outros.

Musica. Meu amigo. O som. O labor e oração. Empatia. A composição perfeita como ação libertária-gregária social. O Teorema da Matemática da Vida sua Progressão Geométrica. E Potencia Exponencial. Re-Evolução.

Sobre “Quem ele pensa que ele é?” que escreveu estas linhas

Ninguém.

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Ou:

Para quem não sabe o ReCivitas não trabalha só com Renda Básica, mas é uma think thank que desenvolve projetos e tecnologia social junto e para a população em observância às suas necessidades. Se elas são aplicadas por nós ou copiadas por outras organizações, isso é outra história. Mas nós disponibilizamos. A pessoa que vos escreve é o responsável por desenhar, e planejar esses projetos. Minha formação acadêmica devidamente abandonadas e inconclusa são Técnica em Informática Industrial (ETE), Universitária em Filosofia, e Ciências Moleculares (USP), mas minha alma matter é a consciência dada pela práxis do Associativismo e Ativismo Social de Base, e Esporte Coletivo de Rua (Basquetebol). As referencias e influencias já são enumerais, uma verdadeira panarquia, ordenadas libertária e gregariamente pela filosofia kynica e ronin, e claro pela fé na luz da razão da Liberdade como Consciência.

Mas você parece pastor? E também sou. Mas não prego. Não tenho seguidores. Não peço dizimo. Distribuo. Mas sim tenho tudo devidamente registrado dentro dos conformes da lei como manifestação das minhas afirmações e objeções da prática e exercício de fé, ciência e consciência desde 2012. Não garante proteção contra os juízos arbitrários, mas garante que eles vão ter que exibir sua arbitrariedade ou… praticar seu crimes no silêncio da outra escuridão, a falsa as sombras. Que se falsifica. Porque não sou o Rei Leão. Não sou Ninguém. Não falo por ninguém, e ninguém fala por mim. Sou outro Solomon Linda da Vida.

Porque eu sou você amanhã, assim como você já era eu hoje, (mas deu duro tome um Dreher, e vai trabalhar vaga-mundo)

Dados:

O sistema de capitais, não importa aqui o regime da sua administração dita capitalista ou socialista, se fundamenta na transformação de bens para acumulação de capitais que são investidos para a produção e provisão de bens e serviços artificiais, sociais ou comerciais. Novamente não importa, não neste raciocínio novamente se públicos ou privados, porque nenhum dos modos de produção e destruição nem sozinhos ou em parceira estão conseguindo vencer o problema. No caso da saúde, um dos grandes adventos do século passado que contribui com criação e manutenção grandes centros urbanos e industriais, jamais dada a insalubridade inerente a concentração de bundas e bocas um monte de gente cagando e se contaminando mutuamente, foi justamente a descoberta dos micróbios e consequentemente de uma forma de tratamento baseada no combate aos mesmos, com a produção massiva de remédios quanto vacinas para populações. Para se entender o tamanho dessa revolução e seus impactos, basta pensar se os projetos filantrópicos financiados por Bill Gates tivessem sucesso e as populações humanas adquirissem imunidade as doenças tropicais, quantas oportunidades de ocupação e mercados de negócio se abriram para o “progresso da civilização” em lugares como por exemplo a Amazônia. Pois é. Mas não é por causa disso que o progresso vai parar. E não é pelo que vai acontecer no futuro que o sistema está falindo hoje, nem pelo que deixarmos de fazer que ele, ou mais importante a natureza e a vida das pessoas, vão se salvar, mas justamente pelo contrário, pelo que foi feito e continua a ser feito a espera que algum gênio da raça humana encontre a solução ou melhor remédio que irá mais uma vez remediar o problema e transferi-lo a uma próxima geração. Mas não nos percamos o fio da meada, estamos ainda no século XX. A revolução cientifica como bem sabemos não ficou só a medicina humana, mas também a animal. e assim como na agricultura o uso intensivo de aditivos agrotóxicos permitiu produções de grãos, também o uso de antibióticos também permitiu ganhos em produção industrial, novamente o calculo de bundas, bocas, sujeira e fezes entre na equacionamento do espaço e tratamento das populações que passam a literalmente cagar uma em cima das outras e até serem alimentadas dos restos moídos uma das outras sem maiores prejuízos, conhecidos até então, doenças como a da vaca louca, ou variedades ultra-resistentes aos antibióticos senão eram até então complementarmente desconhecidas eram ignoradas bem como suas possibilidades de mutação e proliferação em outro ambiente ideal para tanto os hospitais, em especial do mundo subdesenvolvido, onde a salubridade não é uma das prioridades no trato e tratamento dessa outra espécie recurso vivo, o humano. Some-se então o uso indiscriminado dos antibióticos em humanos e animais, com condições de tratamento e assepsia hospitalar precários e você tem a cultura perfeita para produzir cepas mais resistentes, é como se estivéssemos a imunizar… as bactérias.

Um problema até então menor, aos menos para os civilizados, mais para nativos e eventuais turistas e trabalhadores exceto evidente para gado e gente tratada com tal. Afinal, se os microorganismos se adaptam aos velhos medicamentos, a ciência desenvolve novos. Certo? Errado. Não é a ciência é a industria que usa os avanços científicos para produzir novas drogas. E embora a lógica que produzimos nossos bens, o capital, incluso como conhecimento científico também é capaz de adaptar, não na mesma velocidade competitiva, ou melhor na progressão com que a natureza no caso específico a microbiótica tem demostrado possuir, ou seja, numa velocidade inferior a necessidade. A última grande corporação a trabalhar com a produção de novos antibióticos vendeu seu asset recentemente, não simplesmente porque vender outros remédios e cosméticos dá mais lucro, mas simplesmente porque mais do que inviável produzir qualquer lucro com essa produção, não é possível produzir medicamentos que funcionem, não em tempo. Entre o processo de investimento, pesquisa, produção, aprovação e enfim distribuição da nova droga contra a cepa anterior que adquiriu resistência , novas cepas já se multiplicaram. Mesmo que não houvesse nenhuma perde nesse processo de produção, com por exemplo burocracia, ou seja mesmo com todo o investimento e pesquisa e produção necessárias para produzir novas armas contra esses pequenos agentes biológicos, a corrida armamentista para a produção estaria perdida, porque na medida que o homem elimina ou neutraliza uma variedade, a partir dela e da própria necessidade de mutação desencadeada pelo ataque, n outras se desenvolvem cada vez mais rápido e diverso. E aqui entra o problema que vai muito além apenas do financiamento em pesquisa e desenvolvimento, a evolução. Os vírus ou bactéria, mesmo fungo assim como nós seres humanos não só sabem se adaptar para sobreviver incluso em nossos ambientes tóxicos como tem naturalmente uma capacidade muito maior de mutação, adaptação e proliferação do que a nossa, apresentando não só resistência mas variedades numa velocidade muito maior que nossa capacidade não só cientifica, mas econômica de produzir as armas biológicas contras eles, drogas.

A industria farmacêutica não tem conseguido acompanhar as transformações ou mais precisamente as mutações que a próprio combate potencializa, ou seja não ao mesmo intervenção humana tanto econômica quanto cientifica ao mesmo tempo que elimina uma ameaça, engendra outras mais agressivas e resistentes por seleção natural. E não só por conta das contradições e falhas inerentes aos nossos modelos econômicos, mas por conta da própria visão e abordagem da questão que define tanto a economia quanto a própria ciência como uma especie ou combate aos inimigos, ou seja uma guerra. Uma guerra contra um outro reino da natureza, que está perdida desde que foi assim entendida e declarada, porque a vitória completa a extinção desses micro organismos resultaria na morte do vencedor e a adaptação deles contra nossas armas os torna não só mais agressivos e resistentes, mas amplia sua diversidade e potencial aleatório destrutivo.

Guerrear contra a natureza é como travar uma luta contra uma hidra, onde você corta uma cabeça e não só duas, mas incontáveis novas cabeças surgem em seu lugar, algumas não só resistentes a sua velha espada, mas prontas para se multiplicar em novas formas resistentes as espadas que nem sequer ainda pensamos em criar ou conseguimos criar. Uma luta portanto contra a própria vida. Uma estratégia que tem colhe seus sucessos no primeiro momento da batalha, mas enseja sua própria derrota sempre a longo prazo. E acaba por prejudicar o próprio desenvolvendo de medicamentos que visam promover a resistência do homem a esses micróbios, o processo do desenvolvimento de vacinas que trabalham com a abordagem inversa, a imunização, isto é, a produção de medicamentos que permitem ao organismo humano conviver com esses micro organismo sem ser mais prejudicado por eles. O que não afeta a sua capacidade de se mutar e eventualmente se tornarem novamente nocivos, mas a um progressão evolutiva que os avanços da medicina e economia teriam a mínima chance de acompanhar.

Notem portanto que seja nas limitações intricaras das nossos modelos socioeconômicos, sejam nas limitações intrinsecadas do nosso modelo de saúde e medicina como combate as doentes, a raiz do problema é mesma, e não (só) de paradigma cientifico nem econômica, mas epistemológico, um problema de visão e concepção da natureza e ação humanas, onde impera a abordagem de guerra, cuja finalidade não é por sua natureza estabelecer ou manter equilíbrio ou harmonia, mas impor domínios e hegemonias. Digamos como o general que escolhemos mal não só nossa estratégia de guerra bater de frente com um inimigo que não podemos vencer, mas escolhemos mal nossa estratégia e ponto. Elegemos como inimigo um força que não pode ser subjugada: a natureza ou mais precisamente a vida.

Não, não estou defendendo que deveríamos cruzar os braços, enquanto pessoas morrer doentes, mas entender que cada investida onde somos escolhemos ou somos obrigados a atacar uma determinada doença ao invés de trabalhar com a imunização não só estaremos dificultando a posterior cura em definitivo, como fortalecendo e ampliando o espectro desses males.Um padrão de abordagem de solução e resolução dos problemas que está presente portanto não só na relação com esse reino, ou a produção desse bem, a saúde, mas em todas as relações e processos produtivos.

Em suma, mesmo que o processo de produção de um novo medicamente, antibiótico ou vacina, tenha todo financiamento, e nenhum entrave, o processo no que tange a fase de pesquisas e desenvolvimento, não é de modo algum automático, pode consumir uma quantidade imprevisível de tempo e trabalho, e sem garantia de sucesso. Como um outro fator importante neste sistema de produção e reprodução do capital, cada vez mais significativo na era da informação, o conhecimento em sua forma de propriedade intelectual é uma das contradições inerentes desse sistema socioeconômico, pois ao mesmo tempo que a valoração e proteção garante o retorno, ela por outro lado acaba gerando obstáculos sobretudo a quem não possui capitais para adquirí-lo. De tal modo que quando um Instituto como o Butantã que produz ciência de ponta, como recentemente a vacina contra a dengue esse conhecimento é facilmente comprado para produzido em massa por pelo capital privado de empresas do mundo desenvolvido. Mas o caminho inverso, não, quando por exemplo um pais subdesenvolvido precisa adquirir mesmo readquirir de volta esse mesmo produto ou a licença para produzir e distribuir a sua população, e simplesmente não tem capitais para tanto, levando a guerra de quebra de patentes. E nisto voltamos a questão da propriedade, a quem pertence o conhecimento, a informação desenvolvidos com base no patrimônio não só genético não só cultural mas biológico e natural de uma pessoa como indivíduos, nações como coletivos e humanidade como bem comum enquanto simplesmente vital a todos sem nenhuma especie de segregação ou discriminação.

Como se vê não o questão das produção e prestação de serviços de saúde, vai muito além do problema da formação e emprego de mão de obra especializada, ele passa pela posse e produção dos meios necessários tecnológicos para que essa mão de obra possa fazer seu trabalho, um trabalho que hoje regulada pela juridição sobre o trabalho mas sobre a propriedade intelectual, e cuja contradições e desigualdades não afeta só o campo do desenvolvimento e pesquisa, mas também o exercício de toda a clínica em geral determinando não só a precariedade da sua prestação, mas da formação e em ultima instancia da própria relação de trabalho enquanto emprego de uma mão de obra menos mais defasada, menos competitiva, e mais barata, porque mais otimizada, mas porque menos valorizada. Mão de obra pobre, para gente pobre em lugares pobres com recursos pobres recebendo salário de miséria. Não surpreende portanto que o emprego de subterfúgios que recorram a formas mais ou menos mal disfarçadas de coercitividade baseados senão na ameça na falta carestia ou falta de opções sejam empregados como gambiarras provisórias que se se tornando definitivas.

Da mesma forma que desenvolvemos nossas defesas, não só colateralmente nas externalidades, mas inerentemente a sua arquitetura constituirmos também nossas vulnerabilidades. E o homem que é o biozard para as formas de vida nativas, e os nativos, também é o vetor dessa mesmo mal em constante mutação em seu meio já transformado. E esse principio não é um padrão apenas da vida biológica, mas da vida social e cultural, política e econômica, simplesmente um padrão de organização da vida em todas as suas dimensões e possíveis relações, não por uma razão mistica, ou axiomática, mas porque o ser completamente apartado do universo é uma abstração conceitual e não o fenômeno. De modo que mesmo quando nossos males não são causados por como consequência das nossas próprias ações, não são em sua grande maioria evitados pela pobreza da nossa visão e projeção, algo que como concebemos nós e o mundo do que propriamente como ele é de fato. Em outras palavras, muito embora sejamos dotados da capazes de problematizar e solucionar situações, incluso as que não criamos, a dura verdade é que não só não solucionamos o que problematizamos como estamos criando problemas a longo prazo insolúveis com nossas soluções imediatas.

No fundo a grande odisseia da progresso da história da civilização dentro dessa mentalidade se resume apenas simples pergunta: quem vai limpar a nossa merda? — Trabalho e Propriedade: Do Programa Mais Médicos à crise da ordem geopolítica mundial publicado em 18.dez.2018

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X-Textos: Não recomendado para menores de idade e adultos com baixa tolerância a contrariedade, críticas e decepções de expectativas. Contém spoilers da vida.

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