Bolsonaro pagando 13° do Bolsa Família?

Nunca subestime um populista, nem de esquerda… nem de direita

Quem diria, hein? Quem diria que estaríamos a ver e passar por tudo que estamos vendo e passando? Pergunta errada. A pergunta não é “quem” diria, mas “qual”, qual modelo era e é capaz de predizer o que estava e está acontecendo. E fazendo predições e proposições factíveis com antecedência e fornecer não só as promessas, mas as tecnologias capazes de mudar a trajetória dos fatos não depois do leite derramado no presente, antes do leite, ou sangue derramado, e depois amanhã, quando a proatividade já era, e só resta a armadilha do eterno ciclo vicioso da ação e reação. Mas pode chamar de furação de olhos, e olhos furados, até que em terra de cego quem tenha um só olho seja o rei.

Porque a questão não é ficarmos eternamente perplexos, mas superar de uma vez por todas os modelos ultrapassados, aprendendo a ver o futuro, para nunca mais nos conformarmos com nosso passado, e sim aprendermos de uma vez por todas a construir nosso futuro. Isso não é premonição, nem muito menos falta de fé ou esperança, mas fé na capacidade de fazermos ciência, consciência e livre arbítrio, não só na própria, mas do próprio povo.

Segue escrito de 24 de Maio de 2016, um olhar libertário do passado para o futuro autoritário do Brasil de 16 de Outubro de 2019:

Bolsa Família: O desmonte?

Desmontar? Mas que nada! Só se forem idiotas. Eles vão é apertar o cabresto e montar em cima ! De espora e chibata na mão!

Desmontar o cavalo selado? Eles vão é botar a cambada deles no bojo e desfilar nesse cavalo de troia! E com todo mundo aplaudindo o mais novo salvador da pátria! E se não se iludam sem democracia direta e renda básica, se não for o impopular do Temer será alguém bem pior: um populista- só que agora de extrema direita religiosa.

E como se não bastasse, enquanto isso, enquanto o novo feitor do Brasil desfila distribuindo rendas alheias como se fosse favor e não obrigação, estará roubando o patrimônio publico para entrega o nosso capital aos seus verdeiros senhores. E a isto não se chamará crime, mas a salvação do Brasil!

Eis o verdadeiro golpe meus amigos, que não é dado contra governantes, mas por governantes junto como outros governos contra os povos para compram e vender nações a preço de banana. Um golpe dado por todos os governantes disputando ao preço da morte da população a “aprovação internacional”. Um golpe que não é dado por esse ou aquele partido mas todo uma classe politica já pré-paga e vendida, a trair sua nação e traficar seu povo e suas terras em troca das bananas dos rei e tolos… ouros e tronos.

E só há uma coisa pior do que esse golpe: é o crime de responsabilidade fiscal ou social consumado como crime contra os direitos humanos quando até as garantias precárias e corrompidas do minimo vital são diluídas e subtraídas.

O Estado que não tem recursos nem para garantir o minimo vital aos mais carentes é um estado falido. Mas o Estado que além de expropriar reiteradamente renda, trabalho e propriedades se exime até da obrigação porcamente cumprida de ao menos minimizar a carência dos mais carentes sob sua custodia para que perecem pela privação do que ele roubou, não é apenas um estado ladrão é um estado genocida.

(…)

Desmontar o Bolsa-Família?

Só se eles forem tão estúpidos no social quanto foram seus antecessores na economia. Com certeza no que se refere ao aparelhamento estatal, os novos chefes de governo estão determinados a se livrar dos petistas. Mas o que os impede de enfiar a cambada deles no lugar?

Sensibilidade social? Nula. Noções de Populismo? Zero. Mas por que é que eles haveriam de jogar fora o cabresto e desmontar o maior cavalo de tróia da história quando eles podem entrar no bojo e montar em cima?

Programas de renda mínima condicionados são o presente de grego dos governos para os pobres. Por fora tudo o que eles precisam, por dentro, contrabandeado toda a burocracia e sua cambada pronta para controlar os dependentes. Desmontar então para quê? PT fora agora basta colocar os cupinchas do PMDB, que pode até não ser o verdadeiro dono do curral da fazenda Brasil mas é o novo feitor.

Eles podem aumentar ainda mais as condicionalidades. Podem focalizar ainda mais os pobres. Podem cobrar ainda mais as contrapartidas. Podem fiscalizar ainda mais os dependentes. Eles agora podem tudo o que o PT podia, e o mais importante: eles podem fazer tudo isso dentro do que está previsto e funcionando no esquema do programa! E mais! Podem usar dos mesmo métodos econométricas para provar o quanto assim aumentaram a “eficiência” e “eficacia” do sistema e diminuíram a pobreza, exatamente como agora sumindo como os pobres… no papel.

Eles podem apertar cabrestos; pesar na chibata; sem sequer tocar no modelo tecno-burocrático do programa ou suas pseudo-avaliações. Eles podem até trocar de nome; e voltar a chamar o programa de bolsa-escola. Podem devolver explicitamente o seu verdadeiro caráter neoliberal e ainda economizando recurso como propaganda populista para encobrir isto. Em suma, eles que podem simplesmente usar e abusar de tudo isso, que é inerente ao programa e ainda ganhar votos e aplausos por isso, porque é que desmontariam o programa então?

(…)

Entretanto se esses fisiologistas que nunca aspiraram mais do que ser a verminose da República se deixaram mesmo picar pela mosca azul, ou pior, tem apenas por ordem acabar mesmo com todas as conquistas sociais. Então rezem, ou pelos menos aprendam a fingir a rezar. Porque não vai ser nem o que eles querem; nem o que os petistas querem, nem o que eu quero: vão dar fascistas e evangélicos na cabeça, e mais rápido do que eles mesmos estão se preparando para tomar o poder.

Que a esquerda palaciana está contando que eles façam deem esse passo enquanto ainda sonha como a retomada do poder isso nos já sabemos. Mas se esses fisiologistas escorregarem mesmo no ódio cego e fazer mais bobagens no social quem vai vir para tomar o lugar é a ultra-direita bandida e fundamentalista porque a fidelização fanática da doutrinação ideológica evangélica sobre seus convertidos já superou a evangelização dos petistas sobre seus militantes fanatizados faz tempo.

O petismo que usou e abusou destas técnicas de manipulação fanático-religiosa que aprenderam dos seus doutores da teologia, agora vão ser engolido pelos novos teólogos da prosperidade sem nenhum pudor de assumir seus anseios de posse e poder materiais. E assim os políticos que se fingiam profetas, vão perder lugar para os profetas que se fingem políticos. Todos farsantes, bem sabemos, mas a ordem dos fatores piora ainda mais o produto social desta equação fano-política.

Os políticos que se fingiam profetas, vão perder lugar para os profetas que se fingem políticos. Todos farsantes, eu sei, mas a ordem dos fatores piora ainda mais o produto social desta equação fano-política.(…)

Como disse, pouco importa a previsão do passado. A questão é o futuro. E para isso é preciso trocar de paradigma. Do autoritário para o libertário. Do determinista, para o autodeterminado. Do clamor fanático por grandes líderes populistas, e transferências de responsabilidades. Para o chamar da responsabilidades mútuas, as verdadeiras responsabilidades cidadãs que constituem não partidos, mas a unidade da sociedade civil, não como demagogia e discurso, mas como ação e prática solidária e voluntária de pessoa para pessoa, cidadão para cidadão. Cada um dando o que pode, com o tempo que tem para quem não precisa de nenhum tipo de discriminação e todos decidindo juntos em tantos grupos quantos as pessoas quiserem se juntar ou separar para agirem em paz como bem entenderem, para se ajudarem umas às outras. Uma ética simples e poderosa, mas que não só acaba com a pobreza, mas constrói a verdadeira riqueza das nações, não aquela que se pilha matando e invadindo outras, mas produzindo e até competindo sobre essa base cooperativa pelo capital.

Da conjuntura internacional

Sei que a ordem internacional do dia é a austeridade a todo custo inclusive como perda de todas as conquistas sociais. Mas também sei que a austeridade não é só para salvar velhos bancos e estados insustentáveis e falidos, mas sobretudo frear toda a revolta e desobediência civil renascente com esse status quo. E é por isso mesmo que sei sem programas compensatórios que mantenham a população devidamente “pacificada” o risco de ruptura social é demasiado grande para que uma precarização de direitos trabalhistas e civis de certo.

Logo a retirada do bolsa-família não seria apenas um crime contra a vida das pessoas carentes, mas um erro estratégico inclusivo do ponto de vista dos daqueles que controlam os programas e sistemas de governo a menos o que eles queiram não sejam só explorar o trabalho, mas subtrair recursos e territórios vitais. O que infelizmente é o mais provável.

A questão não é portanto se o PMDB sabem qual é o propósito governamental do bolsa-família ou não, eles tem faro para essas coisas, A grande questão é se os verdadeiros donos da fazenda Brasil deram inadvertidamente a ordem para os feitores desaparelharem o cavalo. A grande questão é se quem comanda nosso novos feitores, conhece o bolsa-família, porque a função neoliberal das transferências de renda condicionadas já está muito bem referenciada até na literatura acadêmica como “armadilha de pobreza”, mas se o interesse é só mesmo perpetuar a pobreza, ou levada aos extremos gregos, onde não se interrompem distribuição de rendas sociais, mas se compram os patrimônios públicos.

Se o Brasil já estiver devidamente rendido e vendido, então ninguém vai objetar que os novos feitores sentar em cima do programa social mais aclamado do mundo para os países subdesenvolvidos ao sul do equador, ou como diriam nossos hermanos para nosotros os macaquitos?

Enquanto forem obedientes e subservientes eles podem ser “os caras” e entregar o que eles querem eles podem até fazer bravata, mas que se atrevam a pensar que são iguais e querem sentar nas mesmas mesas que eles.

Entretanto não confundam minha critica presente com as teorias de vitimização conspiratórias pregada por governos demagógicos da pseudo- esquerda latino-americana e seu bolchevismo tardio. Talvez eles sejam menos oligárquicos, mas são mais populistas, e tão traidores, autoritários e entreguistas quanto seus aliados-inimigos. Eles não são as as vitimas mas os traficantes e feitores dos crimes de roubo e genocídio perpetrado pelos verdadeiros branco supremacistas dos colonialismo contemporâneo. Você e ele podem achar que eles são brancos e ricos, mas pergunte ao verdadeiro dono da fazenda bem nascidos longes dos macacos tropicais o quão brancos eles são.

Eles são aos olhos da gene mais pura tão negros ou quanto nós, e não haveria escravidão se só houvessem brancos supremacistas. Há que se ter pretos-da-casa e capitão-do-mato que se acham ou aspiram a civilização para que se forrem os navios negreiros. Ou você acha o que os brancos escravagistas entravem no meio do mato para caçar preto, ou os “vencedores” entregavam os “vencidos” facinho para eles.

A exploração, a discriminação, até o genocídio custam muito caro onde há resistência, é preciso traição, é preciso que o irmão entregue o irmão, o pai ao filho, o vizinho da esquerda entregue o da direita, e o da direita o da esquerda para se instaurar a dominação. É preciso institucionalização a divisão da humanidade é preciso sistematizar a traição dos povos para haver exploração do homem pelo homem, e traição institucionalizada das sociedades tem nome e se chama: Estado.

Por isso peço não traiam a si mesmo, não traiam a sua humanidade em nome de governos. Mobilizem-se senão conosco, por conta própria, mas mobilizem-se, para que essa advertência não vire profecia :

Se deixarem, ou melhor, se deixarmos, senão eles outros virão para enfiar seus para dentro da burocracia e depois desfilar em cima do maior programa de distribuição de renda condicionada do mundo: ou seja cobrando como se fosse favor o que é direito do povo e literalmente pagando com se fosse benesse deles o que não mais do que sua obrigação constitucional garantir o mínimo vital.

Sem renda básica incondicional urgente, veremos ainda os piores populistas da extrema direta emergente desfilando como os novos salvadores da pátria montados nesse cavalo de tróia, cercados de novos fanáticos fieis e sob o aplausos de organismos internacionais enquanto o povo segue submetido e alineado aos regimes de carestia regulada e vigiada como se fossem o combate (eterno) à pobreza. Veremos os novos capatazes dos donos da fazenda Brasil não apenas apertar o cabresto e diminuir a ração mas montar de espora e chibata contra um povo currado e celado e quebrado pela dita esquerda.

E enquanto somos mais uma vez enganados enquanto recebemos como benesse as migalhas das rendas sobre propriedades que são nossas, essas propriedades são roubadas e vendidas junto como a promessa eterna da nosso trabalho forçado como mão-de-obra eternamente escravo-assalariada por usurpação da nosso patrimônio e herança natural.

E há ainda o branco-da-casa, o burguês de esquerda que ainda diz: “veja meu nobre colega, olha companheiro, era melhor ter ficado com sob a chibata mais leve do outro capatazas. Malditos escravagistas travestidos de abolicionistas, fácil é falar como a chibata e a humilhação são é leve quando você é a mão e não lombo; quando você a vigilância e a burocracia e não o vigiado, marginalizado e dependente.

Que a casa grande queime e seus bons e maus sinhozinhos fujam juntos para a Europa. Eu quero ver nosso povo que nunca será branco, mas é igual livre.

O que estamos vendo pelo mundo afora não é uma perseguição das esquerdas. É uma contra-reação contra a primavera libertária que renasceu de forma muito similar a onda anti-governamental do inicio do final do seculo XIX. E que não por acaso foi morta junto com tantos inocentes nos campos de concentração e trincheiras das guerras mundial — dando lugar a essa geração de eternos baby boomers que hoje nos governam como se fossem as últimas crianças do planeta Terra.

O que estamos vendo é o Brasil sendo posto no seu devido divido dessa eterna nova ordem mundial, a sempre fazenda e feitoria escravagista na divisão internacional do trabalho. O pais que junto com Índia e China e todo um o continente africano são os maiores provedores de recursos naturais e mão-de-obra semi-escrava e sub-humana aos olhos dos supremacistas brancos, donos dos centros do mundo.

O pais que deve se contentar com no máximo democracias populistas e programas sociais assistencialistas condicionados às contrapartidas governamentais. Democracia direta, renda básica incondicional. Isso é coisa para gente branca rica e cidadão de primeiro mundo, pobre preto e indios latino-americano, tem é que dar graças a deus pelas ditaduras populistas ou bolivarianas, pelos bolsas-famílias e empreguinhos de bosta como se fossem o supra-sumo da liberdade e democracia ou ficar com oligarquias patriarcais do velho testamento mesmo que nem dão pão mas pedra mesmo.

Para as periferias do mundo é bolsas famílias e democracias irrepresentativas, para os países ricos “civilizados”, desenvolvidos e industrializados: mais democracia direta e direitos humanos garantidos de fato como renda básica incondicional. E volta para cozinha e aprende a dizer muito obrigado, hein seu ingrato.

E você que pensava que a esquerda caviar morava só no eixo Rio-São Paulo?

Para eles brancos ricos e civilizados e industrializados é renda básica incondicional e democracia direta; para nós os eternos escravos na divisão internacional do trabalho, é bolsa família e governos populistas. Para eles direitos políticos e economicos plenos, para nós os eternos empregados do lixão do mundo direitos precários e programas asssitenciais vigiados e compensatórios a lá bolsa família e essa democracia de fachada.

Para eles brancos democracia direta e cidadania plena, para nós caudilhos e golpistas a lá Lula, Dilma, Temer, Maduro, Serra, por aqui qualquer ditadura populista de merda a direita ou esquerda que a massa engula (à força) serve, desde cole a palavra democracia na porta do seu boteco e vende mão-de-obra e petróleo a preço de banana.

Os novos estados-nações neoliberais especialmente nas periferias da nova ordem mundial não serão apenas estados prisionais mas estados panópticos paternalistas onde o bem-social minimizado e condicionado é apenas a face branda da sua vigilância e repressão dos povos reduzidos a massa e mão-de- obra precária.

Programas assistências compensatórios, como o bolsa-família, que demandam focalização, condicionalidades e condicionamento, são por definição esquemas de controle, tutela e ressocialização das populações dependentes, historicamente classes e povos marginalizados. Mesmo que eliminada a sua instrumentalização partidária-eleitoral, o programa permanecerá cumprindo seu papel inerente e sua missão governamental de ração e pacificação dos exércitos de reserva do precariado dos povos não-brancos da nova ordem mundial.(…)

Um novo paradigma que não interessa ao corporativismo de quem não quer acabar com a pobreza, e seus tecnocratas e burocratas, mas continuar a fazer do pobre e sua pobreza: cobaia, militante, eleitor, o empregado, soldado, o alienado da sua tirania populista de suas corporações estatal ou não, sempre de interesses os mais privados e particulares possíveis, o dele. E não o membro da sociedade com direitos de participação e dividendos sociais sobre o patrimônio e riqueza da Nação que eles não só pilham mas entregam a quem pagar mais pelo preço do seu latrocínio e genocídio do tráfico do seu próprio irmão como cadáver e terra e casa arrasada, mas pode chamar pelo eufemismo deles: corrupção. Perdão, autoridade, porque autoridade é um direito e privilégio dos governantes, e logo uma obrigação e sina exclusiva dos excluídos dos desiguais em liberdade, e portanto em poder para decidir o destino dos seus próprios corpos, liberdades e propriedades. Algo que antigamente se chamava de servos e escravos ou idiotas mas hoje, em tempos de verdades e fatos alternativos cada vez mais consumados, chama-se cidadão mesmo.

(…)

O bolsa família é portanto na economia o que é a democracia representativa na politica muito bonita perto das ditaduras, mas a mesma farsa perto da verdadeira liberdade: a cidadania plena sem tutores, a democracia direta politica e econômica.

Programas sociais como o bolsa-família são a parte da frente do açougue neoliberal. E nem queira saber do que é feita a salcinha.

É a outra forma, mais limpinha e cheirosa de (não) lidar com a raiz do problema da marginalização e manter “pacificados” os marginalizados que ainda não decaíram na criminalidade ou na miséria absoluta — aquela que não se tem nada nem mais família.

Bolsa família, como todo direito trabalhista, ou em termos contemporâneos compensatório da precariedade da ausência de trabalho livre, é a mitigação do mal da escravidão assalariada. Ao Roubo e escravidão não cabe mitigação nem compensação, mas extinção e restituição das liberdades e propriedades roubadas.

Nenhum trabalho forçado análogo escravidão, toda exploração por privação primitiva não deve ser objeto de assistência, subsidio ou compensação, mas de extinção por garantia de direitos de propriedade e renda naturais inalienáveis. E toda propriedade estatizada, privatizado, ou até mesmo socializada compulsoriamente deve ser devolvida aos seus legítimos donos, a começar pelos bens que são natural e ecologicamente de todos pelo simples fato de que ninguém poderia sobreviver sem: o bem comum.

Mais imposto? Redistribuição de renda compulsória?

Tudo isto é um engodo. A riqueza que nos falta não está nas mãos do vizinho, nem mesmo dos mais ricos, mas sendo agora mesmo entregue pelos nossos governos para sustentar seus cargos e os privilégios das classes e empresas que colocaram eles lá.

Não precisamos da benesse de nenhum estado autoritário feito da expropriação da riqueza alheia, precismos sim é nos livrar deles, para poder garantirmos mutua e universalmente as nossas propriedades e rendas comuns que são nossas por direito natural como habitantes da nossa terra.

Porque toda a renda básica que nos precisamos e nos falta é está que já é nossa, nosso capital e patrimônio natural, que está a ser entregue a nossa revelia aos donos dos fundos e corporações internacionais, não só agora, mas desde que nos chamamos Brasil como pagamento de dívidas que nunca se findarão enquanto não acabarmos com quem as fabrica… e vende nosso trabalho para pagarmos por eles.

Repito, o bolsa-família é um engodo, mas se você me perguntar vamos acabar com ele? Saiba que isso perante as necessidades a luz do direito natural se traduz assim: vamos cometer um crime contra a humanidade?

Sim o bolsa-família não é o máximo, não é nem sequer o mínimo de uma vida livre e digna, mas você não derruba o teto do preto e do índio porque sua casa é sua prisão ou o grileiro o mantém em servidão em troca dela. Você derruba o grileiro e devolve a terra ao nativo e ao dono por usucapião para que ele no lugar da senzala refunde sua nação como sua casa livre.

Sem isso jamais haverá uma revolução verdadeiramente americana nem democracias, mas colonização aristocráticas mais ou menos bem disfarçadas nem ao sul nem ao norte do continente. E em verdade em nenhum lugar do mundo, porque não há mais terra ou povo deste mundo que não tenha em algum momento de sua história ainda não sido colonizado.

Sim o Bolsa-Família é um engodo, porém a carência da população é fato e sua necessidade emergencial. Não importa que a manutenção dessa necessidade tenha sido planejada ou cultivada. A sua retirada não é apenas um mero erro estratégico de quem quer a pacificação (no sentido mais bovinos da palavra); a retirado do bolsa-família de é um crime de responsabilidade social que se consuma como violação contra os direitos humanos.

Ladrões podem tem força para manter suas pilhagens e reféns, mas não tem legitimidade para estabelecer condições nem contrapartidas para devolver o que não é seu. Não podem cobrar das vítimas que paguem resgate ou vassalagem para que devolvam o que eles usurpam e roubam. Ladrões tem que restituir incondicionalmente a liberdade e a propriedade a seus legítimos donos. E ladrões que monopolizam o bem comum não apenas rouba o que não poderia, mas colocam em perigo a vida de quem precisa de tudo que é vital e eles tomam e renegam até mesmo como a refeição ao encarcerado.

Impor condições para cumprir a garantia do minimo vital já é um crime contra o contrato social. Subtrair então toda essa garantia precaria e criminosamente instrumentalizada não é justiça nenhuma, mas um crime ainda maior e contra não apenas contra o direito do cidadão, mas contra os direitos a vida do ser humano.

A propriedade e renda que hão de faltar ao carente não são apenas as posses e dividendos sociais expropriados de todo cidadão, mas a subtração da compensação mínima para que esse roubo não se configure como privação até a morte, trabalho forçados legal ou ilegal. Não é portanto a manutenção de nenhuma garantia de liberdade de fato como relações consensuais ou trabalho vocacionada, é a não renegar ao privado disto tudo até mesmo o direito a subistência sob custodia e servidão política mesmo.

Quem quer acabar com o Bolsa-Família precisa colocar antes a renda básica na prática e não só no papel, ou vai entrar para história não como um golpista, mas como um criminoso. Porque o que você pode acabar com justiça é com as contrapartidas e condicionalidades, jamais com a garantia do minimo vital aos mais carentes que é um direito fundamental de todos sob a custodia sob um Estado e portanto obrigação governamental. É isto ou declarar a falência e dissolução do Estado, o que não livra eles da obrigação como governantes, mas não a de todos nós como iguais em direitos em não violar o usufruto dos demais ao bem comum, ou novamente garantirmos a participação no rendimento do nosso nosso território a todos os habitantes.

Mas não nos enganemos. Acabar com a burocracia das condicionalidades e contrapartidas estaremos acabando com o bolsa-família ou sua neoliberalidade, estaremos tirando o cabresto, mas não estaremos garantido nenhuma renda básica para todos, nem acabando com os currais e estrabarias do mundo. Mas pelo menos, agora sim, estaremos indo mesmo em direção a garantia desse direito, porque sem o clientelismo poderemos enfim começar a discutir com honestidade o verdadeiro caminho a universalização dos direitos- a ampliação da abrangências das redes de proteção social.

Ao se livrar das desnecessárias contrapartidas e condicionalidades, sobrará ainda focalização e elegibilidade. Porém esta é uma questão que mesmo em países pobres (o que não é o caso do desigual Brasil) pode ser contornado sem discriminação, mas lidando sem hipocrisia contra a segregação, olhando com coragem para o mapa dos apartheids sociais, priorização a libertação das senzalas mais pobres do mundo.

Porque a pobreza não precisa ser separada por faixas de renda ou classe social, o pobre já está segregado por muros e fronteiras geopolíticas bem definidas e bem guardadas não apenas por pátrias e nacionalidades, mas por burgos e urbanidades.

Por conhecimento de causa, garanto a vocês, fora o desvio padrão, ninguém, nem mesmo o burguês que se acha de esquerda) ou (gringo que se acha cosmopolita) vai sair do conforto para ir morar nos guetos e periferias ou campos de refugiados do mundão afora por nenhuma razão social deste mundo, muito menos só para receber uma renda básica.

Não sou só um idealista, mas um ativista e praticante das utopias libertárias Por isso se estou sonhando, o faço mais acordo que todos os devotos do realismo político.

E por isso mesmo sei que não existe nenhuma liberdade ou democracia onde ditos cidadão livres não desfrutam das condições materiais necessárias para todos disporem igualmente do seu tempo não só como poder de decisão sobre seu ócio e negócio, mas para participar voluntariamente do lido da coisa pública.

Sei que a renda básica sozinha nunca será a restituição completa do bem comum como controle da propriedade pública, porque isto só poderia ser feito por uma cidadania plena via democracia direta, mas já é a metade imprescindível do caminho a liberdade. É a indispensável devolução imediata do acesso ao usufruto do rendimento das propriedades aos habitantes, que poderão ainda não ser politicamente livres, mas ao menos não serão mais economicamente escravos.

E sei, sem hipocrisia que definitivamente só há portante um a forma legitima de acabar com o Bolsa-família, ou qualquer estado ou programa neoliberal ou estado social-democrata autoritário: é garantindo a renda básica incondicional, e se jamais haverá incondicionalidade plena enquanto não houver democracia direta, também jamais haverá direitos políticos plenos, isto é igualdade de autoridades onde não houver liberdades básicas garantidas de fato para todos.

E se lei são necessárias para que direito fundamentais sejam garantidos de fato e direitos humanos não sejam mais ignorados ou desrespeitados, que seja. Mas essas leis não pode ser meras leis protelatórias, do me-engana-que-eu-gosto. Não podem ser como a lei do ventre livre que só serviu no fundo para retardar ainda mais a libertação e fazer do o último pais do mundo a abolir a escravidão! E isto só como uma guerra e a queda de um império!

Leis de garantia de igualdade de liberdade não podem ser o engodo dessas leis demagógicas que não saem do papel ou os programas populistas clientelista, mas a provisão de liberdades fundamentais de fato garantidas para todos: renda básica incondicional constitucional e não-governamental: Renda Básica libertária.

Já quanto ao Nobel sobre os estudos sobre a pobreza fica para uma segunda parte, porque preciso terminar, outro escrito sobre os Curdos e a Catalunha e o Equador. Porque as frentes e vanguardas agora são outras, e o buraco não só bem mais fundo, mas cada dia mais fundo, uma verdadeira vala comum, onde não por acaso deveria estar o tal do bem comum.

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E a proposito, em tempo, por falar predizer em futuro, vai mais algumas do passado mesmo, incluso aquelas que dão nome para os (fri)bois, e olha quem eu achei o filhote de FHC, e papai de Tabatas e outras lagartas prontas a virar borboleta. Porque não é só guerra, mas também politica se faz com submarino.

“Há cenários políticos que os analistas e cientista políticos quase nunca consideram, seja porque não tem coragem de tornar público, seja porque ganham para sequer o aventá-lo, seja ainda porque não querer nem lidar com a mera possibilidade dele ocorrer. Um deles que não é nada improvável é o completo derretimento dessa farsa democracia, o outro é a permanência de gente que tem o poder de fato, não aceitaria na presidência. Ninguém chega a presidência (vide Lula e a sua famosa carta) e nem fica sentado nela (vide Dilma) sem beijar a mãe a anuência dos grileiros desse terra chamada Brasil, não chega, não fica, nem se sequer concorre sem que eles tenham absoluta certeza que independente dos discursos, na prática eles estão subordinados e servem aos seus interesses. Nem Lula pós-Moro, nem Bolsonaro transmitem essa segurança ao “mercado”. Daí a busca desesperada por um engana-trouxa para colocar nas prateleiras o ano que vem, tipo um Huck ou qualquer sub-produto do gênero.”- Idiocracia, Idiotas e Idiocratas… no Brasil

No fundo não tão difícil assim saber o que vai acontecer, desde que você não caia de novo no conto deles…

Era do tardio 2017, mas vale ainda mais urgentemente para 2019 e se tivermos sorte, por algum tempo mais, antes que já não possamos mais fazer nada, salvo lamentar:

(…) Hoje está claro como dia que as burguesias de esquerda e direita não passam de capachos desses lideranças politicas mafiosas de direita e esquerda que compõe assim como as diferentes correntes dentre de um mesmo partido um mesmo esquema dentro do sistema, um mesmo grupo de interesses antagônico aos do resto da população, a plebe.

Mas quem é a plebe? É fácil de saber?

Você simpatiza ou milita por algum partido? Tem o rabo preso ou paga pau para algum politico? Você, saindo um ou entrando outro muda alguma bosta na sua vida? Você recebe algum, decide alguma coisa se entra um ou sai outro? ou só fica assistindo torcendo e achando, acho que tá melhor agora, tá pior. Você tá dentro ou fora da panela? Sente a coisa esquentar de fora ou de dentro? É o dono ou é o empregado? É o cliente ou é prato? Na suruba do Brasil você coita ou é coitado? É pastor ou é fiel? É eleitor ou politico? Tem foro privilegiado ou nem tem diploma universitário?Tem dupla cidadania ou é só brasileiro mesmo? Tem conta na Suiça ou na caixa econômica mesmo? Joga na bolsa de valores ou na loteria? Faz poupança ou tem fundo? Vive de renda ou trabalha para mal se sustentar? É chefe ou é empregado? Recebe lucros e dividendos ou dividas e ameaças de cobradores? Tem subsidio fiscal ou bolsa-família? Quem te representa é sindicato ou confederação? [ou nem um dos dois] Preciso continuar ou não?

Meu amigo se sua resposta foi 100 por cento em que é coitado e não em quem coita então você é 100 por cento povo da cabeça aos pés. Está 100 por cento fudido, roubado e alienado de seus direitos políticos e econômicos pela classe politica e atravessado burguesia canina que vive de chupar o saco dessa gente até cair os dentes.

Temos claramente três forças atuando no Brasil, duas puxando o Brasil para o a lama do passado, e uma esmagada por eles que pode e cada vez mais deve explodir a qualquer instante. Temos de um lado as velhas direita e esquerda ora lutando ora cooperando para ver quem irá mamar mais na tetas do Estado falido e do outro a plebe, o povão que sustenta esse velho regime esses velhos malditos dessa classe politica e compadres criminosos.

Colocando isto na pirâmide social temos:

Nas classes médias: o burguês de direita que prega o ódio contra o politico corrupto de direita junto com o burguês de esquerda que prega o ódio contra o politico corrupto da esquerda. Eles amam se odiar. E adoram disputar tanto o monopólio do pobre, quanto do poder, mas quem claro que só gozam com o pau dos outros só ficam com os carguinhos, empreguinhos e na torcida, quem fica mesmo com tudo são seus as classes politicas e econômicas que estão acima e cagando para a servilidade ideológico-canina deles.

Acimas das burguesias temos as classes politicas: os politico de esquerda e direita que fingem que se odeiam mas sempre estão prontos para fugir ou dividir o produto do roubo junto ou se matar se for necessário pela mesma razão, sem nenhum ressentimento pessoal, por obvio. basicamente criminosos com a pisque de criminosos com ou outro louco ou idealista perdido no meio deles que não percebeu que está cercado por capangas de luxo de mafia legalizada que é a venda e cobrança compulsória de bem comuns que não pertence a eles e serviços públicos que eles não fazem.

Acimas das classes politicas temos o mercado: O mercado esse ente misterioso e invisível, a somatória de muitas vontades competindo… vai chega de balela. O mercado é o nome da classe social que não tem nação nem princípios humanitários ou ecológico, mas tão somente econômicos e hereditários. Não acreditam em solidariedade nem mutualismo, mas só competição e de seleção natural. Gente que não precisa aparecer na revista forbes nem muito menos na revistas Caras. Gente que detém o capital suficiente para cagar e andar para o que os povos, governos burguesias querem ou não querem, que pouco se importam com o que pensam ou fazem desde que continuem se endividando e pagando o que devem sem é claro jamais terminar de pagar. Esse é negócio. Para eles não importa se o resto da humanidade, se mata ou se beija ou se vendem e comem carne humana enlatada, desde não consumam seu capital, continuem trabalhando e pagando suas contas que se danem.

Abaixo de todos eles, estão enfim portanto os que danam a plebe: a escrava politica e econômica de todas os outras classes que quando não está pagando conta para manter a classe politica ou o mercado funcionado ou está morrendo ou já morreu rezando e pagando dizimo para ver se um milagre cura a miséria que é sua vida.

Notem contudo que o segredo para que esse sistema não exploda, é que essa diferença tem que ser de grau e não de classe. Quanto mais essa desigualdade vai se extremando e configurando como polos completamente opostos. Mais a tensão social vai se aproximando do ponto de ruptura. E não por acaso sociedades com uma classe média maior, isto é menos desiguais, são as mais estáveis e menos vulneráveis aos discursos populistas e extremistas. Mesmo nas mais antigas democracias a solidez das instituições não é nada, onde não existe um minimo de equilíbrio politico econômico e social.

Aliás esse principio de ordem nacional é valido também para ordem internacional. Sem um mínimo de equilíbrio de forças geopolíticas e financeiras a tendência é a desintegração e os conflitos.

E como estamos num momento de crise sistêmica onde o risco seja de conflitos e guerras e ascensão de ditaduras totalitárias se tornam plausíveis, encontramos em todas as classes sociais pessoas e espectros ideológicos, pessoas que se não compartilham dos mesmo princípios ou sensibilidade tem um interesse ou objetivo comum minimamente racional: preservar a paz e a liberdade. Na falta dessa inteligencia e entendimento entre todos os interessados em breve teremos apenas um solução olhando agora para a ordem nacional e internacional: O levante e a resistência popular contra nossos próprios governos autoritários e vendidos e os governos autoritários de outros países que já estão avançando por hora economicamente sobre cada países em crise.

A globalização está sendo feito sem nenhuma base de proteção humanitária dos direitos mais fundamentais. Como uma espécie de nova revolução industrial, e é neste campo que os extremistas e populistas xenofóbicos estão atuando, atendendo uma demanda justa de pessoas desesperadas de forma perversa apelando para os piores instintos de sobrevivência. Estão ao invés de direcionar os conflitos para uma resistência entre os povos contra esses governos, está jogando os povos uns contra os outras para preservá-los inclusive se preciso for com mais crises humanitárias economias e zonas de guerras e intervenção militar.

Concluindo

Olhando portanto para esse retrato de imobilidade entre essas classes que se comportam na verdade como castas. E para o próprio Brasil que dentro da ordem mundial, isto é da divisão internacional do capital/trabalho, tem uma população majoritária de escravos assalariada, e uma pequena elite politico e econômica servil, ambos dentro da ordem internacional meros feitores e peão-de-obra das grandes supremacistas econômicos internacionais que não veem o Brasil mais do que um celeiro mundial, e nossa gente como animais de carga.

Olhando para essas nossas classes politicas que não passam de traficante do trabalho do nosso povo e do patrimônio nacional. Olhando para nossa burguesias imbecilizadas hipócritas e servis. Olhando para esse “mercado” que de livre não tem nada, é só o casa-mata do supremacismo que não tem povo, nação nem humanidade. E enfim olhando para o nosso povo, e todos os povos periféricos oprimidos por governos de criminosos que os marginalizam cada dia só tenho mais e mais uma certeza: a mudança que esperamos e precisamos, o Brasil e do futuro cada vez mais depende do levante e resistência pacifico de seus povos tanto contra o egoismo cego das velhas classes politicas corruptas quanto contra o oportunismo supremacista dos neofascistas.

Uma verdadeiro levante e revolução popular. Que não deve ser confundido com as revoltas comunistas que em breve começaram a ganhar força de novo. (…)

E hoje por não termos ainda isso. E dentro da divisão internacional do capital e trabalho estarmos nos classes mais baixas corremos o sério risco de sermos engolidos em breve senão por revoltas por algo pior do que isso um novo salvador da pátria, agora no estilo Trump. -Sabe qual a diferença entre um coxinha e um mortadela? Nenhuma. Só o preço a que eles se vendem.

Mas não, não pode ser assim. Então tá. Acredita no que quiser. E não como as coisas são. Acredita que o que tem cheiro de merda, consistência de merda, gosto de merda, que sempre foi merda, sempre te engaram vendendo como merda, agora não, desta vez não, não é merda. Porque como diria Sarney o plano Sarney tem que dar certo. Então come. Come a merda de novo acreditando que é chocolate. Porque é só o que eles pensam.

Pois é. Como disse não existe premonição. Existe é mapeamento sondagem. Incluso como informação privilegiada, e até “dizem” ou “reza a lenda” não só com o mapa da mina nas mãos, mas a mina já arrendada, independente de quem quem ganhará a sua administração. Mas como diria o douto her doctor Mendes: “lendas urbanas”. E vá comer merda, e trabalhar vagabundo. Deixem que os doutores e pastores e gurus prevejam e predigam qual será sua predestinação divina na terra dos submarinos. Que o diga Ciro de levar mais torpedinho.

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X-Textos: Não recomendado para menores de idade e adultos com baixa tolerância a contrariedade, críticas e decepções de expectativas. Contém spoilers da vida.

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