Bateu o cagaço: das teorias da conspiração que viraram um perigo real… às utopias “impossíveis” que se tornaram a única solução realista à paz

Das teorias conspiratórias

Não vou nem falar de todas daquelas outras que os mais “céticos” juravam que era impossível de acontecer e já história. Porque o que mais interessa agora é o futuro. Eis algumas e (só algumas) das teorias conspiratórias (que não eram só conspirações) que estão virando realidade ou estão louquinhas para tomar o poder legal e real:

Trump Presidente

FHC Presidente

http://www.brasil247.com/pt/247/poder/263584/FHC-lan%C3%A7a-bal%C3%A3o-de-ensaio-para-derrubar-Temer-e-presidir-at%C3%A9-2018.htm

Crise da Democracia Representativa Mundial

Risco de Conflito Geopolítico Global (inclusive armado)

Aliás o simples fato do termo “terceira guerra mundial” ter saído dos blogs conspiratórios e ganhado a grande mídia com a maior naturalidade do mundo. É em si um péssimo indicador das duas coisas:

primeiro, que as conspirações não eram só feitas de maluquice e paranoia; e segundo, que as mídias não são o monumento de credibilidade que tentam se vender, ou mais precisamente apelam a mesma maluquice e paranoia quando servem de veiculo a propaganda de guerra e terrorismo de estado. Que é o que temos agora de fato, ao menos nessa “fase da guerra”, se quiser comprar a ideia que já estamos em um conflito- ao menos um que já não estivéssemos desde que inventaram os Estados-Nação.

Das utopias

Mas deixe-me voltar ao tema desse texto: teorias capazes de fazer previsões, ainda que de eventos altamente improváveis e anormais, daí tida como “malucas”; e as práticas pressupostamente mias impraticáveis que se eventualmente concretizadas ainda sim são renegadas como fatos de conhecimento, ou seja cortada pelo “desvio padrão”.

Não, não estou fazendo apologia da capacidade de visão e previsão a toa. Não vendo, nem peço doação por isso. Mas insisto no acerto destas previsões, porque quero ressaltar que duas coisas importassímas: primeiro a necessidade de questionar o que não se põe ou não se deixa ou não se costuma por em questão. e segundo, uma vez colocado o que realmente interessa em questão tratar finalmente com seriedade a o problema e a sua solução real.

Ainda é possível alterar o curso dessa história com a observância da visão proposta que consideramos a mais importante, o problema e a solução que não nos cansamos de repetir, a saber:

a carestia e a necessidade urgente da provisão de uma renda básica.

A renda básica não é um remédio santo, capaz de resolver todos os problemas do mundo, mas pode vaciná-lo contra as distopias mais perigosas. Vacina não remédio. Pois, uma vez instaurado guerras e estados policiais, renda básica provida por poderes totalitários não trazem a liberdade real, mas ração aos dominados pela servidão e alienação.

Das Teorias e Práticas como Conhecimento Possível

Mas para isso precisamos abrir nossa visão para o damos por certo e errado e pior certeza e verdades absolutas. A desqualificação prévia de teses e praticas revolucionarias, como paranoicas ou utópicas serve ao mesmo fim: preservar realidades absurdas sem possibilidade da critica ou questionamento.

Supor credibilidade e seriedade de um assunto a partir do seu tema ou objeto de estudo, é ainda mais alienante do que discriminar e desqualificar estudos ou seus campos de acordo com a autoridade de quem propõe suas classificações e qualificações.

Como se não qualquer tema não pudesse ser tratado com a devida seriedade e método investigativo.

Como se a credibilidade e seriedade fosse determinada pela autoridade e não o contrário em todos sentidos.

E pior como se temas cuja extrema urgência e seriedade como a propriedades e rendas básicas e os sistemas de governos e suas leis não pudessem ou melhor devessem ser permanentemente postos em questão.

Tudo isso é como equiparar questionar porque não temos uma revolução, a algo tão absurdo quanto acreditar em duendes. Ou acreditar piamente que eles não existem pela ausência de dados observáveis que comprovem a sua materialidade. Descartar proposições que não se pode provar empiricamente é a grande sacada do método cientifico, mas um erro crasso supor que a verdade e falsidade esteja delimitada pelos campo da nossa observação-intelecção, ou pior a própria realidade se confunda ao cognoscível.

A mecânica quântica provou que pode se prever com muito mais acuidade quando se considera a indeterminaria como um fator determinante. Quando equacionarmos o incognoscível lógico-sistemicamente, como o fazemos linear e algebricamente aumentaremos ainda mais a nossa capacidade de prever as probabilidades e logo alterar conscientemente nosso futuro.

O essencial continuará invisível aos olhos, mas mesmo os mais insensíveis poderão ser mais inteligir os rastros desse Tao. Poderão antever as causas e consequências que interferem constantemente na realidade sem estarem compreendidas pela mesma, mas rigorosamente estando a mesma, a realidade, compreendida por elas.

Mas na dúvida vai por mim, enquanto ainda estou mais acertando do que errando, o negócio é a renda básica pra ontem, antes que mais previsões que não é preciso ser nenhum gênio para se fazer se confirmem como nossa triste

realidade.

Aliás, não acredite em mim, duvide de tudo e de todos, inclusive da ciência, e da informação. Seja verdadeiramente o mais o cientifico possível, trabalhe o mundo como se fosse uma incógnita escondida por trás dos cruzamento dos dados e não só os dados em si, mas principalmente os dados que você adquiri por conta das suas próprias experiências. Não acredite em mim, só acredite em você e você mesmo encontrará enfim o real, o essencial e o que o que realmente precisa para preservar a liberdade fundamental que é esse fenômeno existencial: a consciência.

Decart era outro filho-da-puta, mas nisto ele estava certo: Governe-se.

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X-Textos: Não recomendado para menores de idade e adultos com baixa tolerância a contrariedade, críticas e decepções de expectativas. Contém spoilers da vida.

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