Autognose: Da alma matter da Democracia ao corpo do bem comum como República durante as Guerras Híbridas do Século XXI

Das cyberguerras na era da hiper desigualdade de desinteligência de métodos e processamento semântico-epistemológico dos metadados e metainformação dos fenômenos e sua natividade

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Escultura de Prometeu Acorrentado, Sochi, Rússia

Ideologia é uma bomba cognitiva feita com formulações físico-químicas quando não escolásticas que serve para ataques e dominação neuro-psicológica em massa. Tecnologia epistemológica é bomba alucinógena feita com física nuclear e em breve calculada com computação quântica que evapora com a cosmovisão do eu e do mundo do outro, a noção de realidade sensível alheia numa velocidade da meta(desinformação) jamais vista. Aliás não vista. Porque não é nem obscurantismo, nem luz da razão, mas a razão da propagação da luz enquanto informação e formação.

Dizem que não custa nada avisar. É mentira. Custa. Mas calar sai mais caro. Dito isto quero contradizer quem diz que o mundo inteiro vai em breve entrar em guerra. Não, não vai. Já entrou. Ou melhor, depende. Depende do tipo de guerra que esta pessoa está se referindo. Porque para quem não sabe: o mundo inteiro, querendo ou não, já está em guerra, naquela que se convencionou chamar de guerra híbridas.

Guerra hibridas é portanto o nome que se convencionou chamar esse tipo de conflito, porém eis que a guerra já está perdida nos manuais porque esta guerra já não é só mais hibrida, em termos de táticas e estratégias, mas de organismos, tecnologias inclusive financeiras, sociais, e jurídico-jurisdicionais internacionais. Estados-Nações e corporações transnacionais hibridas não são só armas, elas já são players nessa guerra. E player muitas são mais poderosas e na prática não só interferem não raro controlam direta ou diretamente organismos nacionais ou internacionais menores, leia-se como menos poder politico econômico, militar, financeiro e tecnológico. Poder ou capital, tanto faz eles não são metaforicamente sinônimos, eles de fato rigorosamente intercambiáveis incluso como meios de troca.

Tão antigo quanto a guerra é a corporação, ou organismo necessário para formar a moral de tais grupos. Integrar ou desintegrá-los com ou sem emprego da força de fato como arma, porque outros instrumentos e expedientes não só facilitam e diminuem os custos da produção e manutenção desses organismos. Eles são determinantes da competitividade, porque quanto maior for a necessidade do emprego da força de fato não só para desmobilizar a organização do inimigo, mas para mobilizar a própria organização você já perdeu a guerra e nem sabe. O problema é que a questão da moral é pensada de forma tosca e primitiva dentro de um padrão de adestramento ou ordenação ideológico, simbólico, mental, psicológico, cultural. Quando é um problema ou melhor fenômeno muito mais antigo que a própria preconcepção da moralidade ou sua normatização e redução como código ou mandamentos éticos, ou meros estados de disposição ou predisposição psico-comportamental ou sugestional ao comando alheio, especialmente como introjeção de ideologias ou respostas emocionais reflexo-condicionadas.

Sim está profundamente relacionado ao fenômeno milenar ancestral da idolatria caracterizado pelo culto a persona, entidade, bandeira ou instituição que encarna o espirito, ou carrega a simbologia, que une e forma o corpo hierárquico. A base da formação cultural de toda corporação, de origem de ordens religiosas ou militares, incluso de toda os aparelhos estatais que se apropriou e desenvolveu uma liturgia própria a partir da integração de ambas. Hoje conhecidos como Estados-Nações que hoje estão de pré-falência. Ou mais precisamente em concordata, não no sentido vaticanista, mas literalmente no sentido que o mercado confere a palavra, ou seja de fato de pires na mão, financeiramente quebrados. Os Estados-Nações, há anos estão literalmente sem liquidez, se liquidando, e em liquidação, especialmente os descapitalizados ou subdesenvolvidos. Ou mais precisamente sendo liquidados, para não dizer literalmente se evaporando, dado a velocidade que estamos nos aproximando do ponto de ebulição, mas já a metáfora já é físico-química. O termo mais apropriado é ruptura.

Porém não foi a industria, e nem os bancos, nem o complexo mercado financeiro que estão derrubando o monopólio da violência aparelho estatal sobre as nações, nem muito menos o retorno medieval das igrejas, nem mídias nem a velhas nem as novas. Aliás é preciso entender que Os Estados, As Igrejas, Os Militares, Os Bancos, O Mercado, A Industria, A Internet, A Imprensa todos esses poderes continuam presentes mas já estão sendo fagocitados e começam a orbitar em por uma centro ou capital do poder ainda mais massivo e monopolizador. E que opera nesse plano de manipulação dos valores e moralidades de forma muito mais elementar dentro do plano conceitual.

Um fenômeno de domesticação das gentes ou servo-imbecilização que é mais antigo que a invenção das próprias igrejas ou Estados deuses ou religiões, agremiações ou corporações, ou do próprio nascimento da espécie humana, é uma variante do comportamento primitivo de manada. Que em organismos mais complexos ou corporativos é caracterizado pelo culto a personas, entidades e corporações ou até mesmo métodos, processos, signos ou símbolos que representam ou encarnam essa concepção que antes de ser único corpo é de uma única meta não meramente como a formação ou informação em si, o signo, mas o que o signo representa, e eis onde o materialismo perde e perde feio, é espirito, como episteme meta tanto da formação da informação (o signo) quanto da formação do corpo significado (a matéria).

Uma cópia artificial portanto do processo natural de autogeração dos organismo vivos, no plano meta-físico ou semântico-epistemológico com o qual a ciência materialista não tem lentes nem armas para lutar porque furou seus olhos enquanto consciência e sobretudo ciência da consciência para lutar tanto no mesmo plano quanto em outro nível de métodos e processos cientifico-tecnológicos contra essa manipulação da natureza das animas. E esta perdendo feio na luta quando o negócio é alma do negócio e o espirito da coisa, não só da coisa pública, mas até quando o negócio é a própria ciência, incluso do espirito da coisa pública, ou das republicas e seus sistemas de tomadas de decisão coletivas: as democracias.

Uma copia artificial, diga-se de passagem ruim, porque como vemos se corrompe e degenera decai em perversão e perversidade tentando conservar a integridade do seu corpo por todos os meios necessários perdendo-se tanto do seu principio original quanto portanto da sua finalidade ou razão de ser verdadeira que não conservar-se as custo do sacrifício (e sacrificial) de vida humanas, mas preservá-las a todo custo incluso do sacrifício da própria corpo ou máquina estatal. A essência da perda e perversão da noção do significado do espirito da coisa, onde um simbolo ou entidade passa a vale mais que a vida e liberdade de qualquer pessoa, quando é a vida e liberdade de qualquer pessoa que não só vale mas confere o valor e significado e sentido existencial tanto do simbolo quanto da existência da união, cujo simbolo não é senão a representação dessa meta como laço, relação, pacto pessoal e social. E que desfeito em ato. Morre em sua insignificância não só como mera simbólica sem sentido, mas como sentido espiritual sem função existencial; Sem o nexo e a liber que literalmente move e confere a anima e integração a um corpo não só o estado e organização, mas a organicidade e vitalidade que separa o vivo do morto, e a mera parte do todo, e o particular do universal. De tal modo que morto não adianta mais ameaçar ou bater no burro de carga que lhe carrega. Não é a pancada que move o mundo, mas a vontade. E o parasita que perde até noção disso. Não é cavaleiro sem cabeça, não vai morrer, já morreu e não sabe junto com seu cavalo morto de fome no meio do deserto que ele mesmo plantou.

Sempre existiu gente adepta e devidamente adaptada a filosofia de vida “não sei, não quero saber e tenho raiva de quem sabe”. Agora, porém, mundo não só mais em crise, mas em guerra, não declarada, mas em guerra- os monstros, ou melhor, o monstro interior antes trancado no armário da subconsciência tomou controle do estado de vigília, despertando de um sono profundo, entretanto não para acordar como pessoas conscientes, mas como zumbis, como olhos e ouvidos e braços incluso armados, e até mesmo paramilitares de um mostro maior feito do corpo de muitas pessoas alienadas em torno de única persona ou bandeira, seguindo uma única cabeça ou poucas (supostamente) pensantes.

Logo quando digo mundo inteiro, num mundo globalizado digo todo mundo mesmo. Não só Estados-Nações, ou megacorporações privadas mas todas as pessoas, incluso aqueles que sequer mais percebem que estão sendo bombardeadas ou sabotadas a todo instante. Incluso as pessoas que já nem sabem que já viraram uma bomba relógio pronta para explodir, ou agentes sabotadores da sua própria vida a serviço da desagregação e discórdia. Pessoas já completamente inconsciente das causas e consequências dos atos inconsequentes. Pessoas completamente alienadas que não tem a menor ideia do que está acontecendo, ou pior que mesmo já sabendo já se renderam e entregaram seu destino e futuro ao alheio. E quando digo alheio entenda: a pessoa que não vê, não sente não vive, nem compartilha da sua condição visão, anseios e visões, salvo como discurso, por uma simples razão, não está no seu barco que vai afundar mas em outro, e logo não se importa se você vive ou morre, salvo os que de fato se arriscam seu própria vida para entrar com você nele.

Muito embora, não recrimino ninguém que já tenha abandonado esse barco, porque cada um sabe onde seu calo aperta, e o Brasil já entrando na fase da nau dos desvairados, e voltarei a esse ponto mais a frente. e onde se não fizermos algo urgente muito em breve será um salva-se quem puder não só para quem está na vanguarda, ou é sempre o alvo prioritário de toda caça as bruxas, mas um salve geral, e pobre da galé, ou galera, que não tem para onde fugir, isto é não porto seguro nem passaporte nem refugio. O privilégio desta riqueza incomensurável que é ter mais de uma cidadania para se refugiar sob mais de uma jurisdição de um monopólio da violência nem tão violento e injusto. Vira um apátrida na sua própria pátria.

Experimenta o que é viver como um marginalizado na sua própria terra. A sensação de viver em um campo de concentração a céu aberto, onde a polícia não mas te protege, mas te vigia. Descobre o que é não mais ser visto como um cidadão, mas como um potencial rebelde, terrorista ou criminoso. Descobre como é viver num apartheid, numa favela, ou num estado vigilante noturno, mas pode chamar pelo nome correto, um estado fascista. Que só é fascista para quem está na outra ponta do fuzil, nem para quem está ainda encastelado sob a proteção do vigia. Ainda… eis a questão. A progressão escalar da tirania no vácuo da insolidariedade. Uma idiocratização que cresce na inversa proporção das transferências responsabilidades sociais para a hipocrisia das tecno-burocracias institucionalizadas como ditadura do real e legal. A perda do ethos empático-solidário como práxis para o falsificação tributarista-dizimista demago-ideológica da privato-estatização da sociedade civil organizada e a humanidade dos seus contratos sociais, algo que a poesia de Brecht e Maiacovist explica. E explica bem melhor em affetos que minhas formulações e equações lógico-gramaticais.

Entretanto eis mais uma coisa que também custa caro. Ficar se repetindo, Só que neste caso é para Desdizendo o que desdisse. Não nesse mundo globalizado, não existem mais lugares livre nem seguros. Não existem mesmo mais novos mundos. Não existem mais terras nulis, nem em terras ou águas internacionais, onde onde possa se em paz viver e deixar em paz, nem evidentemente para todos. E dependendo do lugar nem mesmo para os mais ricos e privilegiados do mundo. E dependendo da origem ou se preferir da gene da pessoa, a continuar a progressão escalar dessa mentalidade nem mesmo se a pessoa for a mais rica e poderosa entre os mais ricos privilegiado dentro dos lugares supostamente mais seguros e protegidos do mundo, se contudo essa pessoa for no “lugar certo” for da “gene errada”.

As pessoas erram constantemente o calculo entre o como as coisas são, como elas deveriam ser. E principalmente quem elas são. E como elas os outros pensam que elas são. Confundem constantemente sua visão, a do outro, a natureza, a projeção alheia, a sua. E a trajetória. E não raro morrem. E não só as pessoas pobres. Mas também as pessoas de ricas, tanto as pessoas físicas quanto as jurídicas.

É curioso como uma pessoa rica facilmente consegue reconhecer a inveja de uma pessoa pobre por seu sucesso, quanto dos seus pares ricos. E vice-versa. Também o pobre quando obtém sucesso de qualquer especie consegue verificar a inveja tanto dos pobres, quanto dos ricos que sentem eles como um intruso. A inveja assim como a admiração e a solidariedade são sentimentos difusos não tem nem endereço nem nacionalidade. Mas variam ou melhor, aumentam ou diminuem não só em proporção de ódio, mas se difundem ou melhor se propagam conforme a abrangência, profusão e dimensão e natureza da desigualdade dentro de um localidade. Tal que não importa se rico ou pobre facilmente reconhecemos os sentimentos “bons” ou “ruins” em nosso ambiente nativo, se “gringos” em outro terra ou mesmo na nossa esses sinais de mudança de pressão e temperatura social, somos analfabetos funcionais do jogo de classes sociais e suas tensões. E nele o estrangeiro nem sempre é “cafe-com-leite” mas bode expiatório, alvo não só de discursos de ódio, mas práticas que quando começam não param para discriminar quem são os pobres ou ricos. Pelo contrário um discurso que se potencializa quanto maior o numero de pessoas da população nativa, principalmente das classes e especialmente das raças privilegiadas que se sentem tão mais revoltadamente e roubadas por perder seus privilégios hereditários de classe e raça e gênero, quanto mais pessoas das estranhas ou estrangeiras ocupam posições de sucesso que no seu entender deveriam pertencer a gente da sua classe e tipo, isto é gene gênero. E ninguém ao olho eu genista purista ou puritano é mais desprezível do que uma estrangeiro principal de origem cultural ou genética considerada inferior, do tipo tropical, seja porque não manteve sua arvore genealógica pura miscigenando, ou porque nunca sequer teve ou sequer conhece a raiz da sua raça ou pedigree, ou como dizem por aqui, não teve berço. Não tem armas nem escudos, se pobre plebe e rude. se rico um eterno vilão. Nunca será um príncipe não da disney. Sorry, tia Damares. O Tinder, também é (IA) gringa. And have a nice day, ou melhor Day After (aliás o filme é uma bosta, mas Jason Robbards é foda, sempre).

Estrangeiros não importa o quão bem sucedidamente estão integrados a cultura de um país sempre experimentam esse tipo de xenofobia, pelo contrário, o sucesso especialmente em tempos de crise é uma faca de dois gumes. Como muito sabem e aprenderam dolorosamente os povos que viveram como expatriados errantes perseguidos e escravizados por tanto tempo. E assim aprenderam entre outras coisas a não só esconder os signos de sucesso. Outras coisas, como por exemplo, não comprar mais do que precisassem para sobreviver os falsos ídolos alheios de modo a não colocar sua sobrevivência em risco nas mãos de falsos sinais e idolatria. Mantendo sempre não só moedas fiduciárias, ou mesmo títulos de propriedades de terras, mas não como salva vidas considerados tão seguros para os considerados filhos da terra, e sim como meros meios de troca, porque sempre souberam que joias e metais preciosos sempre passa-portáveis, segredáveis e muito mais seguros e facilmente intercambiáveis até com quem quer sua morte.

Eis um segredo da sobrevivência de povos perseguidos, expropriados junto é claro com a ajuda mutua. E ainda tem gente que recrimina chama de avarentos. Eles não são é otário. Porque senão eles por eles mesmos então quem por aqueles que ninguém é por eles? Muito pelo contrário todos estão contra eles. Notem portanto que há muitos saberes na lógica dos capitais assim como muito nazismo infiltrado também. Da mesma forma como, não se engane, na própria logica do comunismo. Que partindo do principio mais puro do bem comum e partilha comunal também decaiu ainda mais flagrantemente, mas não menos criminosamente nos mesmos crimes de extermínio sistemático da vida humana alheia ao seu corporatismo totalitário. No fundo apenas diferentes nomes, regimes, falsas balseiras e ideológicas a se esconder por trás de outrora verdadeiros ideias diferentes tipos de racionalizações, juízos e justiciamentos mas, que na prática tem uma lógica método e sobretudo finalidade: satisfazer os interesses particulares do grupo de indivíduos que controla a máquina estatal seja dentro ou fora dela. Interesses que não são meramente pecuniários, mas cuja maquinações pecuniárias da acumulação e maximização de posses e poderes sem fim seja em patrimônios ou mandatos perpétuos e hereditários tanto servem para realizar quanto acobertar sua desejo de satisfazer suas taras maniacas compulsivas doentias mais inconfessáveis que não são por posse e poderes de mero fetiche de acumulação de “meios”, mas compensação de frustrações de pulsões vitais e realização de fantasiais megalomaníacas necrofilias e antropofágicas muito mais estatopáticas ególatras e genocidas que uma pessoa com respostas empático-solidárias minimamente preservadas pode conceber em termos de sadismo morbidez e perversidade.

Pois, é. O mundo não é mais um lugar seguro. Nem mais para aqueles que tem todo o serviço de inteligencia e segurança do mundo, a sua disposição para antever onde vai pisar de modo a não cair em campos minados fora ou dentro de casa, ou não permitir que sua própria casa ou arredores se torne um campo minado para ter que viver encastelo ou trancado em uma jaula ou território de ouro.

E se nem para eles, que não ricos, e não são tropicais está mais seguro para andar livremente onde querem imagine para quem não é. É o significado do 11 de Setembro de 2001 que marca o início do século e dessa guerra que não é contra o Terror, mas é a guerra do Terror hibrida, sim mas generalizado ou globalizado. Não existe lugar no mundo, nem nacionalidade que esteja completamente livre e segura, completamente imune ao terror. Uma guerra feita não só de propaganda pelo ato do terror, mas pelo terror como ato de propagação do terror como propaganda do terrorismo já dentro de uma logica sistêmica de looping infinito, onde o terrorismo não é mais método, ou tática, contra-tática, mas verdadeiro estado de guerra não declarado difuso e disseminado cuja finalidade é o fortalecimento é o estado de vigilantismo corporativo global, porém não daquele velho modelo de Estados-Nações, mas já de uma nova ordem tecno-burocracia ou melhor de cibertecnocracia privato-estatal transnacional. Muito bem armada com e não só com ciência e tecnologia para tanto, mas com uma visão paradigma e pragmática de mundo como a qual a retrasado pensamento provinciana ainda agarrados em seus mitos salvadores da pátrio, refugos demago-ideológicos meramente adaptados improvisadamente para usar e empregar essas novas tecnologias de ponta, e ser sequer perceber serem usados e empregado como pontas de lança por elas podem competir, quanto mais fazer frente. E justamente pela razão acima explicitada, estão sendo também eles usados, porque operam num plano campo de batalha lógico ou melhor semântico-epistemológico que sequer tem ciência e tecnologia para dominam. Permitam-se ser mais claro e incisivo sequer tem consciência de que em seus credos obtusos e ideológicos estão sendo dominados e subjugados e manipulados ideologicamente como poderiam haver de ter qualquer ciência ou desenvolver qualquer tecnologia de ataque ou defesa que opere nesse plano sistemico operacional de manipulação, controle e dominação que não é o meramente geopolítico, econômico cultural ou mesmo o psicológico. Não é o da mera arquitetura ou engenharia de métodos, sistemas ou processamento de dados, ou metadados, mas da metainformação semiótica e epistêmica não como guerra de tele-informação ou desinformação, não é por narrativas, projeções e ideologias, mas pela fé, verdade e realidade, nada menos do que o estado de sã consciência do real e sua valoração paradigmática.

Neste neste exato momento que escrevo, o problema em tempo real do Brasil (e mundo) não que estejamos sofrendo (só) de ataques desordenados de falsas bandeiras, e ou (xor) de macacos descoordenados na cristaleiras, mas um genuíno ataque orquestrado, e não meramente ideológico, mas epistemológico. Um ataque do tipo cavalo-de-troia. Não só tecnológico, mas institucional, cultural, psicológico, mas sobretudo epistemológico, e num plano semântico epistemo inédito. Inédito em manipulação não só dos projeção e narrativa dos fatos e eventos mas das capacidades sensoriais e cognitivas das pessoas ou mais precisamente das suas propriedades e faculdades intelectuais inaudito, para o qual guru, pastor ou liderança carismática ou escolástica alguma não só preparou a população, nem mesmo as melhores cabeças pensantes, incluso a sua própria, também vulnerável como todo o inconsciente coletivo.

Muito mais avançado não só em termos de manipulação das massas alienadas pelas ideologias e ideólogos domesticas dos países periféricos, mas também das inteligencias estatais e ideólogos provincianos incluso os honestos. Porque os desonestos a arquitetura do capitalismo privato-estatista já resolveu o problema faz com propaganda cultural de valores e moral dúbia e claro engenharia militar-financeira: golpes de estado e propina bem guardada em paraísos jurídico-fiscais.

Estamos vivendo não um choque de civilizações, mas de desigualdades de ciência e tecnológicas e (info)capitais usadas como armas para fins estratégicos no sentido clássico da palavra, fins militares mesmos. E claro financeiros, comerciais industriais econômicos informacionais, que no fundo não deixam nas horas derradeiras de serem prevedores de recursos ingulamente estratégicos a aumentar não a mera desigualdade de visão e mentalidade, ou se preferir consciência, mas a supremacia que define a hegemonia não só entre potencias, mas antes entre nações impotentes subdesenvolvidas e as desenvolvidas, estás sim que vão disputar quem irá disputar que irá prevalecer e desenhar o mapa-mundi e como ele deve ser visto de cima para baixo, ou da direita para esquerda, ou até mesmo se redondo, dinâmico e plural ou planificado, centralizado e estático.

Uma batalha não só entre nativos e alienígenas com armas infinitamente superiores. Mas como armas de alucinógenas não só químicas, psicológicas culturais, ou culto-ideológicas, demago-ideológicas capazes de desintegrar a moral e união de um povo. dividir para conquistar. Um ataque que nem sequer estamos vendo, e se vendo, não entendendo direito. Porque nem sequer temos lentes semióticas para lidar como esse tipo de guerra que não é da (des)informação, mas metainformação.

Uma guerra que sequer estamos vendo direito o verdadeiro inimigo, porque não é a mera guerra por mentes e coração dos seculos retrasados, mas por almas matters e espíritos das coisas, a guerras do futuro que não são info-tecnológicas mas conscio-noológicas. É a guerra não pelo domínio domestico dos campos formais da matéria e informação. É a guerra cosmopolítica e pelos campos seminais e siderais metafísicos da metatransformação das formas, informações, e metainformação. Nada menos que o domínio da preconcepção alienada do céus e terras e seu destinos que está em jogo. E logo não é a tao que as pessoas sintam que lhe faltam o chão ou que o céu parece desaparece desabar sobre suas cabeças. Porque o olho determina a razão (e loucura) da visão paradigmática de mundo. E os paradigmas estão em plena convulsão, revolução e guerra pelo espirito do não só do tempo ou do espaço, mas da fio condutor da vida, a volição não dos movimentos que já eram, mas que hão de vir a ser.

Não é só a luta de narrativas entre o bem o mal. O buraco é mais em cima. É a luta pelo domínio da livre-arbítrio e sua arbitragem, a livre vontade. O domínio sobre a força elementar e universal, a liberdade, sem a qual não existe o fenômeno da moral, e a noção de bem e mal não passam de mera programação de códigos éticos e morais alienados projetados e introjetados do parasita ao hospedeiro, e não um estado de espirito ou consciência nativo emancipado autodeterminado de fato independente e ciente e dono do seu destino como futuro. O próprio domínio do jogo da predeterminações e autodeterminações das predestinações, ou próprio destinação das pessoas, povos, nações, gêneses e gerações. Nada menos que tudo que está posto na mesa de apostas, e na revolução e guerra que se inicia nessa era que marca a idade contemporânea não de um novo século, mas de fato um novo milênio.

Incluso agora o não só o democrático mas o da própria coisa pública. Para quem não sabe, não só o pilar fundamental de uma verdadeira democracia, mas sua alma. O espirito republicano que está para a fundação e fundações das democracias tanto as clássicas quanto as modernas como a alma está para o corpo. O respeito sagrado ao bem comum como não só como mera coisa mas bem maior, como bem público é a alma matter da revolução das democracia por oposição a todas as formas de tirania.

Mas que espirito republicano? Se não temos capacidade de processamento de dados para cair na real dos problemas atuais infraestruturais de desenvolvimento qual estamos décadas atrasados, que dirá para lidar de mentalidade, que neste caso estamos séculos. Como uma inteligencia pública que não consegue compreender que a falta de garantia de um minimo vital na era do fim do empreguismo e trabalhismo será fatal pode compreender que o ataque a instituições basilares da fundações democracia e republicana é uma ataque de sabotagem, consciente ou não, da nação?

Como escapar desse debate retrasado e embate retardado de disneylândia tupinicana decaída acontecendo agora? Se não temos capacidade de processamento de dados nem metadados para sair dessa armadilha, não temos inteligencia nem natural nem artificial para escapar dessas maquinações e artifícios e armações alheias? Porque o que está acontecendo é que estamos (de novo) caindo na armadilha. Até porque nunca escapamos completamente dela, ou saímos desse buraco. Pois enquanto nos desintegramos numa luta tribalista faticidade e insana por hegemonia de fés, cultos, ídolos, ideologias, demagogias, enquanto estamos nos armando e sendo armados para nos matar por senhores e seus pregadores vendidos da guerra e discórdia, eles esfregam as mãos, para enfim tomar o que queriam sem precisar fazer o sujo, a riqueza das terras arrasadas e corpos pilhados de uma nação agora governada por tiranos ainda mais constitucionalmente provincianos e vassalos e alienígenas, ditadores de republicas de bananas, ou reizinhos de dinastias tropicais provincianas.

Entenda.

Enquanto nos países subdesenvolvidas, a inteligência dos estados maiores, a idiocracia provinciana luta essa guerra hibrida usando os velhos e ultrapassados manuais do “conquistar mentes e corações” do século XIX e XX, meramente reciclados e maquiados. e adaptados tanto ao respectivo espetro idio-ideológica das suas bolhas quanto as tecnologias de última geração importada que (importante provém) a formação destas bolhas; ou seja enquanto os idiocratas tupiniquins lutam peça hegemonia domestica da idiotia sobre sua população nativa. Essa ciber parceira privato-estatal, essa novas companhia das índias, destinada a fazer negócios, não na ou só da China, ou made USA, mas já de outro mundo. Negócios cujos provedores são fermentas hibridas jurídico corporativas e tecnológica transnacionais usadas como armas em todo e qualquer campo incluso do saber. E que operam forma cada vez mais autônoma e automatizada, neste caso operando a guerra da demago-ideológica da desinformação através da tecnologias da tele-comunicação e informação de forma inteligente contra a pseudo-inteligencia dos ultrapassados serviços de inteligencias dos Estados-Nações, expropriação propriedades intelectuais e intelectos tanto do patrimônio nacional, estado, população e da próprio serviço de inteligencia, retroalimentando o capital informacional e financeiro destas máquinas tanto no plano financeiro quanto operacional como info-capital na exata medida que não só fazem de otários, ou de idiotas úteis, manobrando a próprias elites “pensantes” provincianas como massas, mas literalmente subtraindo delas seu capital cognitivo intelectual, em todos os planos e dimensões: privacidade, segredo, propriedade intelectual, e principalmente intelectualidade. Impondo a conformação do real alienado não só dependente, adulterado e irreal, mas já anêmico, ignorante, desconexo, alucinado, sabotado, cheio de bugs, backdoors, e o mais importante sem nenhuma propriedade, autoridade, autodeterminação, soberania, liberdade e capacidade autônoma de intelecção salvo a falsificada a induzida por não realidade virtual construída não mera projeção ideológica mas por introjeção semântico-epistemológica da servo-alienação, e uma alienação não só servo-idiota, mas miseravelmente imbecil e ignorante , ignorante da sua miséria e imbecilização prepotente de esperteza desprovida de identidade. Algo que repito já existia, produzir tecnologia automatizada para produzir autômatos ou vice-versa é em essência a base do ciclo da necro capitalização da vida e liberdade alheia que reproduz a lógica dos sistemas de capitais inclusive como processo revolucionário de industrialização e produção de novas “maquinas” ou recursos e “empregos humanos”. Mas jamais numa escala de produção em massa e reprodução industrial via tecnologia da automação tão derradeira automatizada dos métodos processos e comportamentos dos seres humanos para a automação dos recursos e meios de sistema tão eficiente de domínio-domesticação das populações (e lideranças) alheias como massa massificada de autômatos como uma idiocracia de servo-idiotas que se acham geniais. Fenômeno que também ocorre nas potenciais e não só nos países subdesenvolvidos. Sinal de que a queda não uma guerra contra os subdesenvolvidos. E sim que somos o elo mais fraco da corda. Mas um sistema em plena ruína ou falência, ou como mencionei em ataque ou liquidação.

Assim sendo, enquanto trabalhamos com dados de uma realidade falsificada, quem falsifica não só a realidade, mas a expropria vai se necrocapilizar sua inteligencia artificial alienígena, tanto da nossa propriedade intelectual nativa popular informal e informacional, quanto das faculdades intelectuais e formadoras imprescindível para lidar com a realidade. Enquanto perdemos tempo precioso nos entretendo com passatempos, ou paralisados por brigas de insanos imbecilizados tanto os maniacos por poder quanto seguidores fanatizados por esses ensandecidos. Os estados maiores superpotentes, alimentam e manipulam dando o ringue, e claro, as disputas para que essa primitivo semiótica e episteme dos idiocratas e seus servo-idiotas monopolizem e paralisem e até desintegrem de vez as nações. Fazendo destes idiotas-idiocratas e suas desserviço de pregação da discórdia fraternicida, o serviço do idiota-voluntário da pátria que em verdade serve o senhor da guerra alienista alienígena. Agora se não for um otário mas sim vendido, isso ninguém quer realmente saber, porque a prova cabal, é a recompensa de governar como tirano traidor do seus própria terra e irmãos.

Esses idioto-idiocratas são portanto nada mais nada menos que a ponta de lança de uma tecnologia de ponta que usa literalmente como base lançamento da sua dominação. De modo que se IAs de alimentam dos pobres coitados como turcos mecânicos, ela ataca usando esses idiotas úteis como suas longa manus que fazem da sua ultrapassada guerra não base não só desintegração nacional mas da infiltração e alienação de modo que enquanto quem se julga as cabeça dessa máquina a manipular os membros desse povo como se fossem seus ovelhas, são eles que estão prestes a serem tosquiados. Justiça poética para os lobos que se virem como pregadores vestidos de ovelhas. Só tem um problema: nos vamos juntos e mais rápido do que daria para se divertir. De tal modo que quando terminar este alerta ele já estará parcialmente tardio porque sou um, eles uma legião não só de autômatos, mas montada e submersa numa Matrix de cálculos e projeções de IAs com estímulos e recompensas artificias que daria inveja em Skineer e seus pombos sem tornozeleiras.

Estamos portanto diante de um ataque programado e coordenado não só instituições contra as instituições democráticas, mas já contra as republicanas. Um ataque que aparente “vandalismo”, “terrorismo”, ou a propaganda pelo ato não só contra edificações, ideias, mas contra o espirito da coisa, mas contra instituições centenárias que foram responsáveis pelos poucos e atrasados avanços cooperativo e competitivos para o progresso socieconômico e sobretudo humano do Brasil no cosmpolítica do Mundo: a diplomacia, ciência, história, abolição, trabalho, economia, industria, movimentos sociais, organizações civis, religiões, tolerâncias e liberdades de credos e convivências pacificas, e até vejam a academia, a justiça e os militares.

Quem diria que um dia essas instituições sacrosantas digo os militares e a supremos tribunal diplomacia para estariam sobre ataque e que eu estaria as defendendo? Eu diria, alias não diria, disse. E não me cansei de atacar. E continuo. Mas não, pelas costas. Não como um covarde. Um traíra. Um criminoso. Não as pessoa humana. Não sua família. Não tentando apagar o que historicamente eles fizeram de bom, para tentar demonizar e criar um regime de terror. Repito: o que uma pessoa física e jurídica faz de bom ou ruim não apaga nem méritos ou desméritos, não apaga fatos como querem os vendedores de alucinações idolatras de fundo messiânico totalitário ditatorial de todo espectro politico partidário das assombrações e múmias demago-ideológicas. Ou em outras palavras, não adianta por mais que eles e seus escribas e repórters tentem fazer da história uma farsa que se repete como farsa, a história não é um contabilidade bancária, não é um livro caixa, muito menos um caixa 2, feito por contadores (de história), pronto a falsificar os registros a mando da nova direção, e proprietários. Não, adianta, vir com sua contabilidade criativa histórica nem contada a esquerda nem a direita, a história é feita de fatos e eventos, rastros que não estão a merce dos falsificadores de registros e documentos. Pelo contrário que deixam rastros e marcam nos própria queima de arquivos, incluso a viva para quem tem a faz a espetrometria semiótica da metainformação, mané. Vocês não estão no lixo da historia, vocês são o lixo toxico da historicidade da anima da vida.

Cansei de construir criticas do quão podre, terminal, esse corpo estava, do quanto ele precisava se livrar da sua hipocrisia que lhe devorava intestinalmente e ser renovado, com urgência urgentíssima. Do quanto precisávamos com urgência precisamos revolucionar o espirito corrompido da coisa publica e atualizar a democracia a nova fase da revolução tecno-industrial tele-informática do info-capitalismo financeiro. Analises, Criticas, Previsões, diagnósticos, denuncias, manifestos, propostas, projetos, enfim criticas e realizações e mobilização contra a o hipocritica, hipocrisia e imobilismo. E não mudo, uma virgula. Não adianta reformar toda essa infraestrutura podre caindo aos pedaços, ela está condenada. Ela precisa ser reconstruída. Mas por favor não me venham com ideias do tempo do onça, quando se amarrava cachorro com salsicha. Reis, monarquias e terras planas e deus vult, daqui a pouco, só falta agora vim com rede de telégrafos, ou cura por objetos ungidos, destruição de arte e expulsão de demônios- correção: esquece essas ultimas… já tem.

Então, a pergunta, o que eu estou defendendo: estou defendo a sopa. A estratégia da mosca é simples: Joga-se uma mosca na sopa. E ao invés de tirar a mosca. Defende-se jogar a sopa, fora para ficar com a mosca. Neste caso, a azul. Assim, os idiota-idiocratas junto como canalhas estão querendo jogar a sopa fora não a mosca. Não estão atacando o problema, mas a solução. E essa é justamente estratégia desse ataque de falsa bandeira do falso ataque contra o sistema que não ataca o sistema: ele é o mainstream global se atualizam nas idiotia das idiocracias provincianas locais via perfeitos idiotas que se acham grandes líderes e gurus! Pregando a retrocesso como se fosse conservadorismo, enquanto lá fora, e de fora para dentro, eles avançam não a passos de formiga, mas na velocidade da luz da razão da metainformação já instrumentalizada tecnológica inteligencia artificial voltada a dominação, domesticação via expropriação das propriedades intelectuais e intelecções, via inter-idiocratização tele-informatizada e automatizada- incluso e sobretudo da cabecinha de dinossauro dos a inteligencias buro-escravocratas estatais tanto neoliberalóides empreguistas quanto dos fano-trabalhistas paleo-marxianas, não mais em fase, mas em curto-circuito queimando a placa-mãe da sociedade.

Não é mais uma questão de criticas construtivas contra a hipocrisia, ou só de criticas desconstrutivas. Essa é uma analise superficial do plano das criticas incluso as toscas e superficiais e imediatistas que abundam, quanto as maqueadas como profundas e futuristas, mesmo como meros projetos virtuais, até essas rarefeitas.

Logo, não é uma questão de defender pessoas, ou instituições. É uma questão de defender tanto a pessoa humana, quanto o espirito não da coisa pública, mas do bem comum, como alma matter da democracia que não tem que ser desintegrada por reizinhos príncipes e suas ditaduras, mas progredir e se re-evolucionar em salto revolucionário que o tamanho dos obstáculos exigem como transformação. Não deve ir para o passado, mas caminhar para o futuro com mais democracia e mais republica. Deve se livrar da podridão e evoluir e não voltar para o medievalismo ou para clã-tribalismo colonial e feudal. Paz e Luzes, meu amigo, não cegueira e sombras e guerras.

Menos Dom Corleones e ou Dom Pedros, e mais Joaquim Nabuco, nessa porra ai.

Dito isto. Voltemos aos primórdios da civilização: o monopólio da violência. E seus pronomes, títulos, tacapes porretes, manadas, com direito togas, felizmente sem perucas e babadores. Que respeito a cultura de todos os povos é a base da tolerância não importa o fetiche de for inofensivo, mas cueca por cima da calça, e salto alto Luiz XV em anão de jardim é já é para quebrar voto até de monge beneditino. Mas vamos lá.

A busca pelo domínio espiritual é a base da formação não só das religiões organizadas mas de todo aparelho estatal enquanto regime de monopólio da violência. E todas as teorias políticas e econômicos ou pregações ou pior práticas inclusos as sistemática-institucionalizadas como regimes socioeconômicos ideológicos materialistas quando não são picaretagem, ou seja enganação e falsidade ideológica, são autoengano, ideologia. Operam num plano de generalizações que funcionam desde que os jogadores comprem as preconcepções ou os postulados demagógicos que os ideólogos pregam e no limite da insustabilidade das leis da física e natureza, e claro operação fora do plano da consciência seja dos doutrinados ou eis o maior perigo já dos doutrinados já também eles presos no arcabouço nos seus pressupostos axiológicos. Cegos guiando cegos aos gritos.

Algo portanto que não se combate meramente destruindo tais monopólios, nem muito menos construindo outros concorrentes, ou pior submetendo os nativos a alienígenas. Ou seja aumentando a repressão, submissão, mas pelo processo inverso, que não cabe neste escrito desenvolver. O que cabe aqui, é explicar é que quando não se tem essa visão paradigmática, e um monopólio mais fraco vai se desintegrando, ou sendo integrado por outro mais forte, outros projetos de poder ainda mais violentos e autoritários oportunistas emergem da vulnerabilidade desse sistema em falência desse organismos, tomando literalmente não só territórios, mas seus órgãos, rompendo tecidos sociais, e mantando o hospedeiro. Alguns desses parasitas vem de fora outros são sempre viveram intestinalmente como vermes e emergem da fraqueza do sistema imunológico. Ou seja emergem como protoestados, paraestados ou neocolonialismo da falência Estado e convulsão socioeconômica, não raro retroalimentada por sua própria atuação crescente como infecção generalizada, atacando não só o sistema nervoso, e o cérebro, mas o próprio sistema imunológico, ou seja não mais sobre o corpo estatal mas a própria a sociedade e economia da nação. E na fase terminal contaminando e desintegrando o que é mais importante a própria “moral” ou sentido mais profundo a própria volição de não só de uma população dividida, mas de uma inteligencia em estado de desentendimento e desinteligência dos métodos e processos do governo das volições via diagnose do alheio mas de autognose. Essencial para a produção prognostica de uma verdadeira soberania autodeterminada e não de uma republica de bravataria dos bananas de pijamas ou já reino dos principezinhos ditadores de realismo fantásticos na base do porrete e chibata.

A neurose dessas pessoas tomou o controle do seu estado de vigília, como a insanidade que estamos vendo e sentido perigosamente crescer. Primeiro como um surto de dissonância cognitiva. Que rapidamente se propagou como alucinação histérica coletiva. E que agora já ameaça evoluir para num estagio ainda mais perigosamente violento e se disseminação como surtar surto psicopato-psicótico. Um estado insanidade geral onde as outrora normoses e neuroses que viraram surtos hist´érico esquizoide paranóide degeneram de vez em estado de psicose coletiva retroalimento pelo terrorismo não só piscologico, feito não de narrativas e projeções e propagandas de teorias conspiratórias, mas já da propaganda pelo ato, ou da pratica do terror como estado sociocultural, retroalimentado pela psicopatia de “mentes e corações” de estatopatas. Manipuladores sem empatia que atuam em camadas ou planos mais profundas não só da pisque mas das normas e normalidade tanto do campo formal e informacional da quanto da dos , no plano semântico e epistemológico da formação formal e informal da ciência da mente, mas da consciência do própria realidade. Porem incluso a sua própria, governada pura e exclusiva em função as da satisfação das taras e fantasias. E de tochas na mão, e não só para fins espetaculares de causar ou propagar o panico e terror, mas para tacar fogo mesmo no circo e quem estiver dentro, ou seja, para tacar fogo em gente, eles saem para caçar. uns inclusive como já faziam isso, porque tinham licença legal para fazê-lo em certas áreas reservas ou liberadas a caça para quem tinha autorização legal, ou autoridade, agora praticam isso também fora dos guetos para o horror de quem não acreditava nas lendas urbanas do que a muitas carrocinhas de gentes faziam com os vira-lata sem pedigree nem dono, dog.

Porque pela lógica doentia dessa gente, a revolução francesa e até americana foram atos de alta traição contra sagradas coroas George Washington um traidor da Rainha da Inglaterra. São nazi-fascistas, querem sociedades castas aristocráticas como arianos. Mais evidente impossível: privilégios divinos e hereditários. Essa é a meritocracia dessa idiocracia eugenista e escravocrata disposta a destruir todo o progresso para não largar o osso patética aos olhos dos grandes supremacias e supremacistas, porque nem pedigree aos olhos gringos, não passam de um gangue neonazistas de carecas do ABC, um bando de negros pálidos latinos com suástica, pretos de uma grande casa branca difusa num mundo globalizado que virou uma enorme senzala-mundi, na divisão internacional necrocapital-trabalho numa era que o capital flui livremente mas as pilhas de corpos e natureza queimam nos campos de concentração dos países periféricos, enquanto as criancinhas ricas e brancas choram pelo futuro que não terão. E as pretas e pobres vão para a vala perdidas filhos de pais ladrão ou policiais nesses campos de concentração onde todos são marginalizados pelo calculo marginal do valor da (SUA) vida humana sem sequer perceber, que não valem a riqueza que está debaixo da terra que hão de servir como mero adubo, enfim juntos e em paz como pó.

Não é só com exportando agrotóxicos ou armamentos proibidos e ultrapassados que se elimina uma população. Mas ideias, táticas e sobretudos paradigmas tão tóxicas, e caindo aos pedaços de velha quanto um lixo reciclado e maquiado que não passa de um refugo de velhas guerra Mundiais, impondo dividas, carregando riquezas naturais, cabeças pensantes, isto quando não levando ideias e tecnologias incluso sociais prontas, que só voltarão para a terra mãe, quando já estiverem completamente defasadas e ultrapassadas portanto tardias e inúteis competitivamente, mas tão fora de sincronia, e noção que só servem como loucura de um povo encarcerado numa cela que de é uma literalmente não só um atraso de vida, mas o corredor da morte por necro-descapitalização.

Vivemos no novo mundo, não no velho. E sabe o que qual foi a primeira lição revolucionária que Novo Mundo ensinou para o Velho? Que para quebrar os grilhões que matam um povo e sua Liberdade, tão importante quanto são Democracias são as Repúblicas.

Todo e qualquer sistema cognitivo trabalha com sinais, informações. Biomarcadores, bioindicadores. Animais, xamãs, inteligencias artificiais. Multidões. Investigadores e detectores, detetives, radares espectrometomes, telescopios, buscam tais rastros, pegadas, sinais, signos, padrões, impressões, códigos, para processar, interpretar. Ilusionistas, prestidigitares, demagogos, contistas, brincam de plantar tais pistas para ludibriar criar símbolos, espetáculos, fantasias, narrativas, projeções, ficções. Inventores por sua também trabalham no mesmo plano reorganizando a realidade mas de tal modo que no final sua obra embora completamente distinta de qual coisa jamais vista de concreto tem uma outra peculiaridade além da originalidade, essa obra também artificial também corresponde realidade porque simplesmente funciona, ou o que é a mesma coisa tem uma relação não apenas representativa mas funcional com a natureza.

Ou em outras palavras a verdade está na sua correspondencia logica meramente empírica, mas antes significional da ligação da função existencial semântico-epistêmica do signo com a sua aplicação experimental enquanto realização sensório-concreta incluso cientifico-tecnológica humana e social. A verdade da verdade, sua essência, não está na mera checagem ou comprovação empírica das formulações de razões hipotéticas, não é comprovação empírica de hipóteses axiológicas, mas o produto de uma investigação autognósticas de formulações conceituais nexos cônscio-noológicas. A investigação cientifica da razões de todas as formas de formulações das hipóteses, métodos e processos de formação não só da antevisão das teses mas pressuposição observacional teorética sujeito-objeto que forma semiótica da episteme tanto da metainformação da natureza cosmopolítica da physys quanto da psique, e sobretudo de ambas como uma campo tanto saber universal corresponde ao próprio estado não só de ciem cia, mas de consciência já em estado de ciência da autodeterminada da produção cientifica do seu estado de consciência, não por manipulação genética ou tecnológica, mas por uma arte milenar um tanto quanto esquecida: a ligação com a essência libertadora e criativa da existência: a LIBERDADE enquanto pura livre vontade. Neste sentido é sempre uma autocritica, porque nunca pode ser feita, por oposição, mas somente assumindo a visão de mundo do outro. Com o repertório da sua capacidade intelecção. O oposto de se meramente se colocar, analisar observar, ou testar suas teses no corpo do sujeito alheio sobretudo o objetificado seja qual for sua pressuposição discriminatória. Seja ele uma pessoa ou um pedra. O inverso portanto da abstração e pressuposição discriminatória por preconcepções, que só consegue transpor barreiras quando falha em suas previsões ou desmorona em suas discriminações. Evoluindo só quando a água bate na bunda, por livre e espontânea pressão e não mais livre e naturalmente por necessidade de ampliação do saber como desenvolvimento da sua liberdade de consciência. Desenvolvimento humano democrático e republicano libertário cosmopolita e panarquista. Porque sim um dia haveremos de viver em paz vivendo em um mesmo tempo e espaço e um mesmo território todos em paz, não só cada um o espaço público, mas os espaços particular e comunitários de cada grupo, mas suas fés, modos vida, e governos e administração próprios, cada um sua, desde que a ninguém seja negado o que pertence o único direito hereditário que não é invenção de canalhas, o direito a vida como liberdade, o direito de não morrer de fome e enriquecer o quanto quiser desde que ninguém esteja passando privações por conta disto. Porque o resto, empreguismo ou trabalhismo, catecismo, escolismo onde uma criança nasce sem ter o que comer, ou sem pais por perto, porque morreram como policia ou ladrão, é escravidão e escravagismo hereditária com novo nome, para filho playboy ficar mais rico, ou ter um emprego administrando a pobreza.

Então não vou mandar ninguém a merda, não mandar eu a merda. Vai a merda Marcus. Renda Básica é o caralho. É abolição do empreguismo, é abolição do trabalhismo. É democracia e republica de verdade. É todo sim uma nova constituição de uma nova republica e democracia que não deixe o Brasil de novo como o ultimo pais do mundo a abolir as velhas formas de exploração e trafico da gentes. É socialistas e neoliberais para o inferno. É o Brasil do Futuro no Futuro para as novas gerações. Com as termos e palavras corretas. ABOLIÇÃO DE TODAS AS FORMAS DE ESCRAVIDÃO VELADAS E MAL DISFARÇADAS. É abolição do racismo, pelo fim definitivo do escravagismo, da falta de espirito republicano, falta de democracia. Fim dos privilégios hereditários. Fidalguias. Aristocracias. Que os ricos gringos ou nativos encham os burras de dinheiro, mas não com essa industria de miséria e ignorância e capitanias hereditárias e tecno-burocráticas. Não com o escravidão e servidão disfarçada de trabalhado assalariado. Ou todo mundo tem um minimo vital para viver livre e em paz ou nunca vivermos todos em liberdade e pacificamente. É abolição da exploração da privação sistematizada ou oportunista da falta de viveres do alheio. Não. Ou abolimos essa ditadura onde uns dizem o que outros devem fazer da sua vida porque nasceram sem sequer ter como viver. Ou vamos cair sempre na armadilha de tiranos e bandidos populistas, os especialistas em dar como benesse o que a sociedade não prove como constitucionalmente para todos. Os demagogos que fazem dos excluídos e marginalizados seus militantes e fieis provendo as vezes só como promessas como migalhas e em troca de obediência cega a a garantia de liberdade e dignidade que sociedade nega e renega só para ter escravos mais baratos há séculos. A esperteza avarenta que come o esperto, que sempre paga mais caro, e não só financeiramente por sua falta de inteligencia solidaria, para não dizer de solidariedade em ato e não como facebostismo mesmo.

Eu não sei o que racismo na minha pele, mas já senti e tomei as dores pela minha esposa que não é branca nem para os padrões gringos, nem para os padrões na elite nacional que se acha gringa aqui mesmo em território macaquitos. Cago e ando, até porque não sou também nenhum primor de não-violência simbólica e verbal. E tanto aqui quanto lá fora militei com gente que pode ser um dinossauro com as palavras, ofendendo querendo e sem querer até a própria mãe, mas na prática em ato e solidariedade não só confio, mas pude confiar minha vida a essas pessoas, coisa que muita gente que incapazes de ferir uma mosca no simbólico não pensa duas vezes, para enfiar uma faca nas suas costas, jogar o corpo numa vala, e ainda fazer aquela carinha de vitima indefesa e civilizada de brutos selvagens.

De modo que a violência é sempre uma armadilha. Mas a não-violência contra a violência incluso a simbólica como bucha de canhão, assim como a recriminação da violência sobretudo a simbólica contra a violência de fato, quando são atos de legitima defesa são ataques de falsa bandeira e sabotagem contra a verdeira resistência ou vanguarda que visam não só dearticular ou se apropriar de um movimento organização ou sociedade mas induzir ao erro que não raro pode ser fatal. Táticas de guerra bem mais antigas que as tais guerras híbridas e que hoje não estão mais só no discurso ideológico de influencers mas na arquitetura das plataformas virtuais que fazem não só cabeça dos cyber-idiotizados quem assistem essas nova sociedade do espetáculo mas a cabeça desses cyber-idiocratas tão incônscios que estão sendo consumidos pela pseudo-esperteza quanto os consumidores alvo, os macacos de auditório, que esses vigaristas fazem de otário, enquanto eles mesmos são feitos. Devoram figados e almas sem perceber que a jurisdição sobre o seu e sua já não lhe pertence faz tempo. Otário de quem se acha muito esperto e não lê as letras miúdas dos cyber-contratos eles são os novos pactos de fausto na era da metainformação. E você ainda nem sucesso no Face, e no youtube fez? Sinto muito, vai se virando… quem sabe um dia você não se viraliza…

Pois é quem come prego sabe o cu que tem. E quem procura acha inclusive caralinhos voadores, fabricados na China com componentes extraídos de minas da Africa, todos por crianças escravas bancadas por fundos e empresas superdesenvolvidas com as melhores praticas ambientais. Pode comprar no Ebay, Amazon, meus livros estão lá a 1 dolar, ou Alibabá e enfiar no rabo pensando que ninguém está vendo nem sabendo, quando não todo mundo sabe que quem persegue e vigia o rabo alheio é porque papai não deixou não brincar com o amiguinho. Tem gente que tão fixada e alucinada e alienada tentando vigiar e controlar a vida o corpo, a fala e o pensamento alheio, que se esquece de checar o quanto sua boca, cu, e cabeça está fisgada e controlada por um anzol bem maior e ainda mais invisível. Estão mais nus e com o rabo mais expostos e vulneráveis que aqueles que tentam esmagar e manipular.

Não faltam exemplo históricos. Como o do rei da França que embarcando a lá Macron a revolução na colônia alheia perdeu não só sua própria coroa mas pescoço. Assim como o inverso também é verdadeiro, e agora mesmo na atualidade, superpotências atuais useira e vezeiras em implantaram ditadores de bananas vendidos a interesses estrangeiros via serviços secretos como pseudo-democracia,ou “ditabrandas” e que acabaram com sua democracia rendida pelo mesmo subterfúgio estratégico, mas “ironia”, utilizando as mesmas armas tecnológicas de teleinformática por eles desenvolvidas para praticar o roubar a chantagear e vigilância cibernética das lideranças globais. deles roubadas e usadas contra eles para vigiar e logo chantagear as suas lideranças.

Tiram as pessoas dos eixo, atacando não ideologias, dogmas e axiomas, dogmas, mas desintegrando nexos conexões e redes vivas e reais por representações falsas e artificiais. Rompem senso-noções naturais diretas entre pessoa-pessoa, entre a própria (cons)ciência e natureza, para introjetar e projetar a sua intermediação que não desintegra só neuro-conexões ambientais, mas mentais produzindo não só indivíduos indivíduos idio-ensimesmados apartados e dessimpatizados, mas coletivos que não conseguem produzir nenhuma empatia com a pessoa humana se não assistir por exemplo um filme ou propaganda dizendo que o outro ou ele mesmo também é gente. Gente que não consegue mais compadecer nem por si nem pelo outro se não passar por um intervenção de grupo agora intermediada pelo BigBrother, no melhor estilo do perfeito idiota americano ou chinês soviet-catequizado que não sente se não estiver sendo vigiado por toda a rede social? Não privada paragovernamental, onde o outro, nada mais que um drone virtual inconsciente, um tentáculo não só metasensorial a coletar informações, mas a imprintar a formar a cerca “da arquitetura morta-viva dessa urbes-virtual, dessa matrix bolha. Onde a desintegração o servo-diotia alimenta o sistema de idiocracia cada vez mais inteligente e proprietário intelectual da sua propriedades intelectuais e intelectualidade expropriadas na exata medida da perdas de conexões e sensibilidades semântico epistemológicos só competitivamente para a máquina mas em função da necrocapitalização do crescimento proprietário patrimonial e patriarcal dos donos dessa industria onde a máquina continua sendo mero meio-de-produção, mas a matéria prima agora é a essência da carne humana, é a episteme das formas informação e formação de todos os fenômenos, incluso o saber como poder: metainformação. Por ela (cons)cientes ou não estamos em uma nova fase de revolução industrial e logo entrando em uma nova guerra geopolítica internacional que vai redesenhar os mapa-mundi na corrida por matérias primas terras e portos, e rotas incluso para o espaço sideral, a custo da mais vidas e extinção de mais espécies e povos inteiros.

Porque para inteligencias artificiais ou naturais, o que A diz sobre B não diz nada sobre B e tudo sobre a posição, origem, trajetória, personalidade, mascaras e até práticas tanto as demagógicas que quanto as ocultas de A especialmente no que se refere sobre suas filias, afinidades intenções sobre B e afins. E até o que ele não diz quando deveria, é base desse calculo que não é feito de movimentos, não é tardio, de antecipação por pressuposição de animas, e animosidades as mais fáceis de se prever, principalmente quando estas não são reações meramente observadas mas provocadas e não por introdução de forças ou variáveis ao sistema, mas pela própria lógica e arquitetura do ambiente. A matriz ou plataforma que em geral passa desapercebida como a própria curvatura da terra ou do espaço-tempo. Uma reta para quem está trajetória retilínea uniforme.

Matrizes: esses vetores dos vetores, ou mais precisamente essas representação matemática (pre)determinante de funções existenciais dos objetos em funções existências de outras objetos, ou o que é a mesma coisa, em função de outras predeterminações existências como objeto, que também são vetores objetificados pela formulação alheia de forma sistematizada e calculo-computador automatizadamente desde que Von Neuman que dominava a teoria de Ergótica e logo processos estocásticos começou a brincar eletro-eletronicamente com matrizes boolenas. A revolução da computação e processar dados em massa ou industrial.

Ciência e tecnologia são armas poderosas. Mas a fé e vontades mesmo as inconscientes são forças libertárias ainda mais poderosas, e da qual não só temos pouquíssimo fé, mas menor consciência ainda. E ciência sobre tal consciência enquanto fenômeno metafisiológico ou epistemologia dos fenômenos nenhuma. Até porque a metafinformação é dentro do ponto vista do paradigma cientifico atual nada mais do que uma mera abstração, ou constructo mental. Muito embora, a física quântica já aponte para o contrário que não só muito do que se supõe de concreto são meras projeções ideológicos ou operadores mentais usados para lidar com a amostragem do espectro sensível da realidade, como sempre existem mais plano elementares para além e aquem desse espectro da senso-noção que compõe o espaço tempo da tanto do corpo do formal do conhecimento quanto do movimento da cognição como campo informacional da atualidade e formador da novidade como revolução da metainformação. Sempre há portanto não só um principio e finalidade que escapa do campo da realidade física experimentada ou observada. Como um nexos imanentes que emergem do estado autodeterminado de autovolição a autodeterminação instante a instante ou constante e instantaneamente, ou em tempo real a atualização do sistema. Ou o que é a mesma coisa, a indeterminal imprevisivelmente, salvo justamente por eliminação das comportamentos previsíveis porque predeterminados, ou erroneamente supostamente predeterminados, cujo único nexo é justamente do que ciência no sentido racional e iluminista da produção do métodos e processos empíricos tanto para a produção de conhecimento sobre tal campo do saber, quanto verificação de tal fenômeno enquanto processo de produção dos próprio processo de produção dos valores de verdade e falsidade dos juízos de valor do real e verdadeiro e normal.

Ciência e tecnologia assim como a fé podem influenciar o grito das ruas. Especialmente quando começam a manipular a boa ou má fé dos pregadores nativos, e desintegrar a natividade das fés locais, domesticando a população através dessa boa ou fé consciente ou não de que é um idiocracia que se comporta como idiota útil a clamar pelas ruas. Assim os grito pelas ruas nem sempre é legítimo. Mas o grito das ruas sempre o é. E será. Porque não respondem pela formalidade, informalidade, ou desinformação, mas pela carestia e necessidades.

Algo que até mesmo a forma e a norma, também são inteligentes para entender, mesmo as necro-parasitárias que vivem senão do fagocitar informação e as formações vivas, mas também do introjetar-se e replicar-se como artificio necro-parafilial dentro do que antes de ser livre. E se perdem essa senso-noção, não perdem só o domínio. São dominadas. Uma arte que antes de ser marcial é seminal. Antes de ser teckne é uma metis. A manifestação de uma (cons)ciência como pulsão orgânica. Um processo de corrução de movimentos incluso os populares de modo a criar não só copias simbólico-representativas ou tecno-corporativas que matam e desvirtuam o original, mas antes o que assistimos, e vivenciamos: atacar a vulnerabilidade preexistente da própria inocência e pureza de organismo que é por essência desprovido de sistema imunológico para esses cavalos de tróia que não operam só no plano da mera guerra da informação e desinformação, mas da propaganda e propagação da manipulação da normalidade, mas da manipulação da para-normalidade, não só da física, mas da meta-física. Não só fabricam banalmente noias, mas para-nóias, e ao cair da noite, mas em plena luz do dia. Porque operam não nos olhos e mentes e corações fisiológicos mas epistemológicos. E se perdem ou ficam para trás nesse processo de reprodução do seu capital social, se perdem a revolução da sua forma, formação e transformação do industrial, para financeiro, do financeiro, para o info-digital, e do info-digital para o paradigma quantum-metainformacional viram Brasil: pais como cultura de 1500, politica 1900, economia de 1950, infraestrutura 1980. E em algumas áreas de ciência e tecnologia tempo nenhum. E naquilo que estamos a frente desmonta, mata ou entrega.

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Prometeu foi punido cruelmente por seu amor à humanidade: todos os dias, uma águia descia dos céus e devorava seu fígado. (Adams Carvalho/Superinteressante)

Não sei e já não tenho mais tempo a perder analisando qual é o nível de sinceridade ou desonestidade intelectual de quem está vendendo e comprando esse debate alienígena e descarado do retorno das autocracias e desigualdades de privilégio de autoridade no plano da ditaduras e tiranias contra as democráticas, mas já das monarquias. E quando digo democracia e república (quem já leu algum dos meus escritos sabe) não estou me referido (só) as instituições, seus pilares de fato podres corrompidas e falidas. Mas as pedras fundamentais (e filosofais) de ambas.

Por isso me desfaço meus desafetos e discordâncias para denunciá-lo até porque nunca deixei e nunca vou deixar minhas ideias prevaler sobre o respeito a vida e liberdade da pessoa humana. Nunca vou colocar uma ideia antes da vida de qualquer pessoa,em função nem mesmo sonho pragmático-realista já testado de um mundo melhor para todos acima da vida de e liberdade e dignidade até dos meus inimigos que dirá em função do medo de um pesadelo ou do terrorismo de fanáticos por glória e poder. Porque sei que a vida, liberdade e dignidade até dos que me odeiam e me perseguem e querem a minhas mortas, enterradas e apagadas como luz da fé na razão da Liberdade que é a vida, também é vida e portanto a razão da preservação e progresso da minha dignidade e liberdade que evolui em saltos revolucionários das cavernas comendo carniças até dos seus semelhantes até a “conquista” não só espaço e tempo etéreo sideral mas da ruptura desse véu dos céus e paraísos que terminam em holocaustos e apocalipses para que os últimos nunca sejam primeiros e o filho do homem nunca herde a Terra do seu pai em mãe. Nem em corpo nem espirito. Nem em democracia nem em republica. Para que nunca conheça de novo, ou se lembre como era o que o paraíso do viver em paz em paz e fraternidade sem o apartheids dos senhores da discórdia e da guerra. E que não param de matar, a verdade em corpo e espirito para continuar fingindo que a verdade é o reino, o real, o rei. Quando a verdade que liberta não é a idolatria, não é o amor ao fanático ao ídolo, mas o respeito solidário ao próximo, ao estranho, e até ao inimigo como ato, como ética, não uma vez ao ano, feriados ou fins de semana, mas como usos e costumes no cotidiano, como cultura política, econômica: sociedade civil organizada em povos, civilizações e nações. Verdade milenar muito pregada, mas pratica que é bom, salvo para encher cofres, e não esvaziá-los para quem de fato precisa de abrigo, comida, conhecimento, sem julgar para não ser julgado, sem apartheids, guetos, nem extermínio lento e velado hipocrítico e inconsciente ou já explicito rápido e declarado e cientificamente metodologicamente processado como (meta)dados, incluso de fatos e verdades alternativas, de uma poder real constitui novamente para ser de fato um poder : o poder para ditar que a lua é de queijo, e amém (e aí do herege que disser que não). Um poder que não é o da mera desinformação para manipular o realidade virtual, mas um poder que quer voltar a ser poder de fato real, para manipular a concepção e autoridade para voltar a a renegar o espirito da coisa pública e do bem comum e com o poder para ditar quem são as gentes semelhantes e dissemelhantes: quem tem ou não anima e alma, não mais de foram velada nas sombras da marginalidade, mas novamente do monopólio judicial do poder legal. O poder da desigualdade de autoridade que pela apelando força de renega não só propriedades matérias, mas intelectuais, incluso as mais fundamentais não só da liberdade de manifestação e expressão, mas de propriocepção do própria fé incluso como liberdade de consciência, ciência da consciência, e ciência da consciência da liberdade de pensamento racional libertário como credo na liberdade como luz da razão e da vida e autodeterminação soberana do sentido existência não só de cada individuo mas deles em livre sociedade e comunhão de paz não fechados e insolidários mas abertos não para conquistar mas abraçar o mundo cosmpolitizado como irmãos, e não ditadores. Um novo mundo de paz, concórdia e consciência. Liberto enfim das cadeias e arcabouços do ódio. Impossível? Impossível é viver e sobreviver cavando mais fundo esse buraco sem fim da miséria e do ódio. Porque quando acabar os viveres e riquezas do Brasil, que são gigantes mas não infinitos. Vamos descobrir ou nossos filhos essa verdade universal: que o semeamos e legamos sobretudo no plano seminal não só como patrimônio memético, mas espiritual como espirito não da “coisa” pública, mas do bem comum. Não como espirito das coisas, mas como a alma e arvore da renovação da vida é a figueira da dependência e morte, ao da independência e liberdade e vida não só para todos, mas para todas as novas formas de vida o presente, o nosso presente como dádiva para a humanidade: futuro. O novo.

A autoridade não emana da desigualdade de liberdades entre autoridades sobre a coisa pública nem entre pessoas humanas, não emana de privilégios de eu-genenistas mas do mérito e dignidade sagrado que herdamos naturalmente e divinamente, não importa a linguagem dessa verdade, porque ela universal. Herdamos como direito a vida e liberdade do dia que nascemos ao dia que morremos. E uma sociedade que não se erga sobre essa pedra filosofal, que não se edifique não merece o nome de estado de paz, civilização nem sequer de humanidade. Qualquer sociedade de seres humanos, que não está consciente do caráter sagrado do direito a garantia e provisão de vida e liberdade, não entendeu ainda o que é, e o que ninguém pode roubar nem mesmo de si mesmo sendo um mostro caçador de almas ou cabeças: humanidade. Nem mesmo o homicida e genocidade consegue destruir essa verdade libertadora porque está além de qualquer onipresença, onipotência, onipresença, a dignidade do amor a vida, a humanidade, o espirito da Liberdade não habita o plano das prepotências de fé e ciências. Ele se autogera, regenera, e cria todos os planos não importa quanto vezes as criaturas, seres ou universos dotados da dádiva da livre vontade se autodestruam. A Liberdade reinventa a vida como novas formas de viver, é a eterna revolução existencial da vida, que nunca se adapta ao que era, mas sempre caminha em direção a luz não só desconhecido, mas do advento do novo, porque o desconhecido ou impossível não é senão matéria prima formal pela qual a alma matter informal se faz a nova forma do mesmo espirito criativo revolucionário e libertário renascido a cada nova geração da força de livre vontade herdada da sua gênese não como fim ou finalidade predestinação, mas milagre da espontaneidade do livre-arbítrio, da autodeterminação.

Você é a republica. Você é a democracia. Você é o povo. Você é o rei a começar da sua própria realidade. O dono da jurisdição absoluta sobre seu pensamento, sobre sua vontade sobre seu corpo, sobre seus amores, sobre sua comunhão de paz. Sobre sua fé, credo, ciência e consciência. Você é o soberano absoluta sobre sua pessoa humana. Mas se não reconhece a soberania, o direito a vida o direito a vida e liberdade, a autoderterminação soberania, ao livre arbítrio, se não reconhece que os outros também não só pensam, sentem e sobretudo tem uma anima própria, não são pedras, servos, empregados ou máquinas que vão para onde você chutar, guiar, programar ou guiar, que você pode não só prever os destinos, mas predeterminar sua predestinação. Se você não reconhece a direito ao livre-arbítrio e livre vontade do outro. Você não está só matando o espirito da democracia e republica para reinar como um tirano ou ditador monstruoso, ou mesmo um déspota esclarecido, se usas falacias para se enganar e enganar, transformar sua tirania, numa idiocracia para servo-idiocratizados, você está matando o espirito solidário de toda humanidade, está matando sua própria essência humana: a consciência. Uma delicada rede neural que não mora sua demago-ideológica, mas é rede espiritual mundial libertária-gregária sem a qual sua gênese da essência morre como principio elementar e universal, sua essência fraterno-existencial: humanidade. Você se torna nada mais que um tirânico ditador em ensimesmado nas suas taras e fantasias de poder absoluto e real, que de real não tem nada fora a matéria que do pó ao pó retorna junto com uma trajetória de vida, esta sim conseguiu a proeza de morrer em alma, se desfazendo como metainformação, literalmente se insignificando como mera pedra que ficou no meio do caminho de uma rede da vida, que não fica, nem passa, se re-evoluciona e atualiza não só como o corpo de uma nova geração, como o espirito da coisa, mas como alma desse bem dito comum, mas que em verdade é o fenômeno e mais brilhante extraordinário e do qual só perdemos a noção do quanto ele é vital e absolutamente elementar e necessário porque estando presente em tudo e todos os lugares é o próprio lugar comum. É chão e o céu não só da natureza mas da nossa próprio senso e concepção. O tipo de “coisa” tão profundamente essencial que quem já está cego para as coisas simples e essenciais da vida, só consegue perceber seu valor quando já é tarde demais e já perde isso, que é nada menos que a base e o principio de tudo.

A liberdade, a vida, a solidariedade, a fraternidade, como práxis é como a paz é como ar, a água, ou mais evidentemente para quem tem olhos para ver a própria luz do Sol como a luz do seus olhos e calor do seu corpo. O principio da formação termodinâmica e informacional do todo esse(s) pequeno(s) mundo(s), incluso o seu. Eis um dos bens mais comuns, banais ordinários, que não cobrado, mas dado como graça dádiva e em abundancia. E se tal providencia e disposição vier a falhar ou se comportar de forma errática na já era toda a rede planetária da vida, justos e injustos. Tal e qual o ar que respiramos. E assim como não ele conseguimos vê-lo porque sua visão não é dada pelos olhos ou lógica insensível da posse e poder apenas da materialidade. Mas pelos olhos que consegue ver e entender o principio e razão existencial das coisas que são ou se tornam invisíveis ao espetro da (in)sensibilidade natural ou artificial das coisas essências a vida, como condição, relação, bens, usufruto, acesso, princípios e direitos elementares universais e espíritos não só das coisas públicas, mas também particulares, incluso não só como meras propriedades, mas como liberdades ou essência das formas do viver e da própria vida: o espirito não das coisas, mas o espirito da vida. O espirito vivo tanto nas coisas que parecem invisíveis a quem não tem olhos semiótico para ver sentidos sem ver para crer. Um são Tomé, que só vai acreditar que a terra é redonda, quando virar um astronauta, porque é incapaz não só de crer, não no dogma, e aparenta inteligencia. Porque resiste a palavra alheia. Mas só aparenta. Porque em verdade fecha os olhos e os ouvidos seletivamente exatamente para esse ou aquela mensagem e constantemente para a natureza e sobretudo para sua própria consciência. E nisto continua sendo um servo-idiota voluntário porque ao invés de abrir os olhos, vai atrás de mais bobagens, e não consegue deduzir a natureza do mundo nem diretamente dela mesma dando voltas pelas redondezas, para além para das planícies. Nem tão pouco deduzi-lo pelo discernimento do real e irreal das narrativas seja elas falsas quanto verdadeiras ou duvidosas das advindas de perceptivas lucidas e honestas ou mesmo já paranoicamente alucinadas, porque até nelas através delas, é possível se rastrear a loucura, a falsidade e fantasia, é também possível, ou rigorosamente logicamente imprescindível deduzir no mesma investigação o oposto: a verdade, falsidade e sanidade tanto da visão quanto sua correspondência do real. Algo que não se faz se agarrando a pressuposições e preconcepções axiológicas ou imagéticas, mesmo as que derivadas ou a deriva do empiricismo cego, mas através de uma constante exame ou reflexão nexológico não só das posições do outro, ou do estado atual do mundo, mas da sua própria mente, não como uma rede desconexa, mas como conexão.

Na investigação cientifica da physis portanto o detetive ou detector inteligente a partir de uma série de pressupostos semântico-epistemológico não são deduz a realidade concreta, mas vê, prevê, altera, controla, produz e a reproduz na exata medida da correção ou precisão das formulações do seus sistema info-operacional de representação conceitual dos fenômenos.

Na investigação cientifica da metaphys ou da natureza metainformacional dos fenômenos, incluso necessariamente o saber, como parte do processamento intrínseca e inseparável dessa ciência da consciência que é método para aquisição e produção desse campo do conhecimento da essência da natureza que não pode ser observado nem pelo mais perfeito abrangente sensor ou detector de espectros ou rastros da materialidade ou movimento, isto é da informação que já era, ou já se manifestou. Cães farejadores. Detector de peidos, e não da vontade de peidar. O processo de investigação se inverte

Um cão domesticado fiel, que sem um mestre não consegue ser o mestre da suas própria razão se sente abandono, e não finalmente livre. Diferente de um rei ou pastor que não só vai dizer como é que a real, no reino dele, mas do é feita a realidade e que só respeita outros reis e reinos, que não conseguir submeter a liturgia e doutrina da sua vontade como ditadura do real seja ele teocrata escatológico ou não.

nem entender a natureza nem a essência do valor de tais as leis universais que regem o valor desses princípios elementares universais, sem os olhos do espirito da liber da vida. Porque aos olhos mortos cegados pela tara compulsiva por poder e posse, tais coisas não são tem nenhuma lógica nem princípios essências elementares, tudo que existe é sua vontade e projeções e projetos não raro insanos de realidade e poder. Não tem conseguem vê-los senão como meios e recursos para suas finalidades e satisfação de objetivos e desejos, de modo que aquilo que não podem se apoderar, destroem, e o que não podem destruir, negam e renegam. O direito a vida e liberdade.

Concodia como livre vontade e disposição gregária. Paz como estado de libertação e de garantia das liberdades fundamentais para todos. E fraternidade como a própria sociedade como contrato social que emana dessa relações institucionalizadas não pelo culto e idolatria à brutalidade e violência e servidão, mas a fraternidade como sentido das humanidades.

Nesse sentido pode me chamar de o mais reacionários e conservador entre todos os reacionários e conservadores dos princípios elementares e universais que fundam a maior advento lógico-espiritual da história da humanidade, a a paz e fraternidade ou o que é a mesma coisa, o advento ou descoberta da humanidade. Do fato ou verdade universal que todos os seres ou criaturas temos vem de uma mesma arvore da vida, chame-a de pai criador ou mãe natureza. E que esta arvore antes de ser meramente corpo genealógica é alma não só semântica, mas epistêmica de todos os fenômenos e sua fenomenologia seja como ciência exata ou humana. É estado de consciência humana da sua própria condição humana. Que é tanto a essência da sua alma, quanto a própria visão e relação, abordagem, tratamento que esse ser senciente, inteligente e agora consciente da humanidade tanto do que é ser um ser um ser humano.

A paz, a fraternidade e concórdia. Entre quem se comportava como bicho e inimigos e passa a se comportar como irmãos e amigos mesmo sem nenhum laço real ou tribal de sangue, terra ou culto ou credo. A paz e fraternidade universal ou o que é a mesma coisa a paz como sociedade ou espirito de do bem comum, mas pode chamar pelo nome próprio republica. A qual precisamos mais e não menos. Tanto como ideal e critica, e não como hipocrisia e traição.

Sai dessa vida meu irmão. E dá licença que eu vou ouvir um pouco mais de amor de verdade. Porque a putaria na cabeça das pessoas. Eu quando escuto essa música penso na Humanidade, e ela é a prece em forma e conteúdo mais linda que eu já vi de paz. Porque ela tem o que estamos perdendo para os puritanismo gringolóide russo-chines-americano: SOUL, mas pode chamar de brasilidade em qualquer língua porque ela é ou era cosmopolita ao menos onde eu sempre amei ser e estar com o povo, não importa de qual nação…

O segredo da diplomacia domestica e internacional brasileira, isto é quando acertou seja no império ou republica. Porque quem diria o Imperador Pedro II já foi patrono do anarquismo no Brasil e durma-se, ou melhor acorde-se com um barulho destes:

A propósito Afonso Schmidt eis ai outro que fez e contou a história do Brasil em tempo real e não royal.

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X-Textos: Não recomendado para menores de idade e adultos com baixa tolerância a contrariedade, críticas e decepções de expectativas. Contém spoilers da vida.

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