A já envelhecida “nova” democracia representativa brasileira (Parte 5)

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Do controle da mídia e do Financiamento Eleitoral

Veja Outro exemplo esquemático deste estelionato, o do financiamento de campanha:

As falsas escolhas:

· Financiamento público via fundo partidário

· ou financiamento privado via empresas?

A solução atual do poder judiciário: Financiamento Público.

Solução verdadeira e impossível: Nenhum financiamento.

Como assim? nenhum financiamento? Mas e as pessoas que não tem dinheiro para fazer financiar sua candidatura? E as pessoas desconhecidas? Aquelas que fazem alguma coisa que vai contra o interesse da grande mídia em desinformar e contrainformar? Como competir com como eles ? Como apresentar suas propostas alternativas?

Se a alternativa é verdadeiramente nova então com certeza o que ela não precisa é apelar para os métodos e subsídios das antigas. Esse é mais um dilema falacioso e os dilemas falaciosos sustentam outros dilemas falaciosos. Será que para apresentar propostas alternativas é preciso regular as grandes empresas de comunicação? Será que se corrige uma distorção privada derivada de protecionismo estatal com mais distorções estatais? Não o caminho é por justiça e agora por necessidade emergencial o inverso. A sim que se reduzir o estado, retirando todas as benesses e subsídios a de custos de manutenção de patrimônio e posses privadas e restituindo as posses e rendas tanto propriedades particulares quanto comuns. E protegendo sim todas as propriedades de paz sejam elas individuais particulares públicas e naturais contra a posse ou manutenção subsidia pela violência agressora ou privadora dos meios naturais e ambientais.

Não importa se pobre ou rico, se produtiva ou improdutiva corte os subsídios da violência (supostamente legais ou ilegais), corte todas as subsidio de ameaça ou privação contra as propriedades naturais e pacíficas e tanto as posses comuns e naturalmente necessárias serão restituídas quanto as posses adquiridas em paz e a riqueza e valores reconhecidas por mérito serão protegidas contra a competição injustas das impostas e protegidas por monopólio e violência.

Nem é preciso muito raciocínio para ver que se não houvessem os subsídios jurídicos e governamentais a corporações elas jamais seriam os oligopólios e na verdade muitas delas num verdadeiro livre mercado sem o protecionismo disfarçado da regulação iriam é sim a falência.

O paradigma para entender a falacia estatal sobre a economia é o processo e regulação da propriedade artificial (privada e estatal) e dos trabalho forçados por privação da necessidade. Diz que a propriedade e relações de trabalho sem regulação estatizada descambam em exploração, mas é a negação sistemáticas das propriedades e rendimentos naturais sustentadas pela violência estatal que sustenta todos os privilégios privados e claro governamentais. Escravidão e roubo institucionalizado são crimes que não cabem mitigação demandam abolição e compensação.

Não é possível fazer justiça tomando de todos, para garantir concessões iguais a todos. Privilégios não são direitos, e toda vez que o estado para compensar uma das distorções causas pela própria estatização e privatização das coisas naturais e publicas, se volta para subsidiar um grupo ele automaticamente prejudica todos os demais e descapitaliza a sociedade como um todo. E se não é um império, isto é, se não centraliza seus recursos para bombardear, destruir e pilhar outros povos além de suas fronteiras esse modelo politico-econômico só leva a um lugar: ao empobrecimento da sociedade e ruína do pais - aliás como o próprio modelo imperial quando se esgotar as terras para suas pilhagens.

Logo se em nosso pais o direto a livre informação e comunicação não estivesse reservado aos privilegiados pelas concessões e regulações governamentais, esse crime de estelionato do aumento de carga tributaria para garantir uma falsa “livre competição” não só ficaria permanentemente exposto, mas seria legalmente uma verdadeira apologia ao crime.

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