A ditadura da Venezuela indo a merda… literalmente

Bem agora é fato Maduro e seus apoiadores (arrependidos ou nem tanto) foram mesmo literalmente mandada a merda…

Merda essa que nem se compara com a que cagaram na cabeça do povo. Aliás cagada uma ova: Crime. Muitos, crimes. Inclusive de violações de direitos humanos. Crimes que não vão vão contra nenhuma justiça burguesa, mas contra a humanidade.

Quem apoia esses regimes ditadores e regimes criminosos e ditatoriais apenas porque eles não eram de direita, emprestou sua imagem ou sua credibilidade para defendê-los, tem a responsabilidade no mínimo ética de reconhecer diante dos fatos seus erros e denunciar que não importa se é de esquerda ou direita não há no mundo o que possa justificar o que esses governos fazem com os povos. Reconhecer o erro e denunciar o que outrora defendiam. É o mínimo. Mas isso é um problema deles. Que chafurdem na merda que fizeram junto com seus mitos e ditadores de estimação.

Fora a reação de desespero revolta contra a humilhação e sobretudo a repressão física e policial do povo Venezuela para chegar a esse ponto, o gesto tem um simbolismo evidente: Já mandei antes mas faço coro: ditadores, pelegos e intelectuais vão a merda. Porque a esquerda que não respeita a ser humano nem o povo, que coloca sua ideologia acima dos direitos fundamentais é a mesma bosta que a direita que eles tanto criticam, só muda a embalagem e rótulo.

Enquanto isso o estatopata ao sul do equador…

Mais um gesto que carrega mais do que simbolismo. É mais um registro histórico de como funciona a mente de um estatopata… entre muitos outros.

Sigam o exemplo do seus grandes lideres e vão conversar com o coitado do gado preso. No fundo é isso que essas velhas esquerda e direitas autoritárias, para eles tudo, gente coisas, povo não disso “seu gado”.

E se você é de direita não vai rindo não porque o regime criminoso brasileiro dessa direita neo-escravagista não saria e espero que não saia mesmo dos seus crimes contra o povo brasileiro. Parte do grande agronegócio, o grande latifúndio de gado humano da América Latrina.

Guardem o que eu digo Simon Bolívar o latifundiário “revolucionário” liberal que virou ícone do socialismo latino-americano que leva seu nome, ainda vai ser objeto de “reapropriação” cultural das aristocracias latifundiárias de direita latinas quando as condições revolucionários que seus medidas desumanas não colocarem o Brasil e outros países latino-americanos no estado pré-revolucionário francês ou americano, mas no estado pré-revolucionário haitiano. Não se surpreendam de novo se burguesia de esquerda e direita se reunir de novo num centro de poder contra um haitismo no Brasil. Se esse centro de poder será chamado de bolivariano ou social-democrata ou sei lá o que isso é o que menso importa, porque o certo é que ele será uma contrarreação reacionária ao maior medo de Bolívar e seus pares, o qual ele denominou a época sem nenhum eufemismo de Pretocracia.

O custo Brasil não é meramente o dá corrupção. A corrupção é a graxa dessa máquina. O que a alimenta é carne, é o lombo principalmente o da sua gente. Mesmo o empresário que se acha urbano não consegue competir por um simples motivo, não acredita na liberdade nem em seu sentido mais conservador o liberal. Da padaria, passando pelo cartório, dos serviços públicos as empresas, os capitalistas brasileiros pensam como seus antepassados racistas e escravagistas. Preferem ter empresas, serviços públicos ineficientes burocráticos e custosos, mas que mantenham o povão na rédea curta. Morrem de medo da liberdade e de uma pretocracia mais do que Simon Bolívar. Nossos liberais são mais bolivarianos que os chavistas e tão burocráticos e hierarquistas quanto os mais bolcheviques dos comunistas. -

Mas o que é a “pretocracia”?

É o termo cunhado a época pela elite colonizadora branca para caracterizar para descrever o mesmo fenômeno que depois os historiadores chamariam de haitismo ou haitianismos. Que em termos gerais pode-se definir como: a revolução ou libertação de uma escravidão politico-econômica que não é conduzida pelos mestres e donos das terras e pessoas, mas realizada DIRETAMENTE por esses servos e escravos. Preconceitos fora, não é preciso nem dizer porque razões, precedentes e consequentes esse era, (e ainda é) o maior temor dos bem-nascidos: O povo livre não só para cuidar da sua vida como bem entender, mas o povo livre para tomar conta do poder. Ou simplesmente “essa gente mal-nascida e ignorante” a qual se amalgama na alcunha de povo no poder.

Aí que medo… o povo no poder. Melhor chamar o Lula ou o Bolsonaro então… fazer o quê… chama Dória e o Huck, chama qualquer blackface profissional da política mas o zé povinho no poder??? Melhor o capeta, ou na falta dele vai o Temer ().

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X-Textos: Não recomendado para menores de idade e adultos com baixa tolerância a contrariedade, críticas e decepções de expectativas. Contém spoilers da vida.

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