A delicada química da solidariedade social

E a doença da escravo contemporâneo : a Cefaleia em Salvas

É isso e muito mais…

Introdução

A doença da Ditadura do Relógio

Fisiológico:

Histórico:

Socioeconômico:

Clinico-Espiritualista:

Psico-Espiritualista:

Filosófico:

Exotérico:

E para variar… Ativista e Libertário

E como seria diferente?

Sei que a anarquia não é uma guerra de todos contra todos, nem a ditadura do caos imposto como Estado por aqueles que vencem esse tipo de guerra. Sei que a anarquia não é a ditadura da desordem que se impõem pelos fanáticos do caos e seus monarcas, nem muito menos é o período de guerra entre os muitos grupos anarquista lutando pela hegemonia para saber quem vai comandar a desordem.

Sei que a anarquia não é sequer a luta entre anarquistas tentando se livrar de hierarquistas para fazer o que puderem ou quiserem. Nem o regime da proibição das hierarquias ou exclusão dos adoradores de supremacias.

Sei que a anarquia não é a falta de nenhum poder patriarcal tutelar ou totalitário capaz de nos impedir de entrar em guerra bestial uns com os outros.

Sei que a anarquia não é a ditadura de nenhum regime absolutista ou totalitário nem muito menos é a ideia vulgarizada por aqueles que só enxeguam a vida regrada pela busca ou submissão ao poder e portanto que sem um poder totalitário contra todos cada pessoa se tornaria em si um estado, um supremacista violento em guerra permanente contra todos os demais.

Sei que a anarquia não é a ditadura de nenhum regime absolutista ou totalitário, sei que ela não é um regime que precisa da ideia vulgarizada que sem a vida submetida a um poder maior de autoridades mais sábias, a plebe, pobre bruta ignorante morreria de fome e sairia se matando.

Assim como sei que não mora em cada um de nós um ditador absolutista pronto a entrar em guerra com seus vizinhos, colonizar, grilar, expropriar e escravizar e estuprar seus vizinhos se não fosse desarmado e vigiado.

Anarquia não é a ditadura absolutista de ninguém contra os demais, não é estado de guerra entre todos os autoritários e suas arquias para impor seus cratos como os demais. A anarquia não é o caos da guerra de todos contra todos para fazer o que quiser com tudo e com todos chame isso de poder ou liberdade.

Estados podem até um dia se tornar a imagem e semelhança das pessoas livre mas pessoas livres jamais se tornaram a imagem e semelhança dos Estados, não sem vender a anima da sua liberdade e deixar portanto de serem pessoas livres.

Há dois tipos portanto de anarquia a que se impõe como a finalidade e foi tomada como ideal dialético permanentemente negado pelos comunistas totalitários. E a anarquia libertária que é um bem ou uma prática em si ou fenômenos e não ideologia ou promessa demagógica.

A anarquia como fenômeno e que portanto não é sequer é inteligível a concepção insensível do do mundo reduzido as relações de posse e poder da percepção materialista. De fato sequer é uma anarquia é uma panarquia um autogoverno não de potencias autônomas inimigas e beligerantes, mas de aliados celebrando constantemente seus acordos e negociações de paz e livre cooperação mutua e livre comércio cosmopolitas. A imagem e semelhança de toda entidade ou organismo dotada de direitos soberanos de autodeterminação desde que de paz e em consonância com o interesse da preservação natural ambiental e ecológica de todos.

Estados e pessoas dominadas pelo estadismo só vem a anarquia como a guerra de todos contra todos por de fato estão reduzidas a isto. Pessoas e sociedades religadas a sua naturalidade do mesmo modo não tem como reproduzir isto, mas sim os estados libertários feitos do mesmo modo a sua imagem e semelhança da sua vontade oposta que é de paz e liberdade.

De fato um bando de políticos e militantes jamais entenderia ou chegaria a anarquia, formariam o que eles de fato formam: partidos mais ou menos liberais ou comunistas para disputar o poder e impor a força a igualdade da liberdade reduzida a ideologia e ao privilégio de uma ou outra classe no poder como autoridade sobre o povo.

Não tem como porque na prática quando você emancipa o outro ele passa a ter liberdades iguais de participação politica e econômica, propriedade e renda sobre o que é comum e poder de decisão direto e igual sobre o que é público, inclusive para criar tantos governos não apenas simultâneos mas sobrepostos sobre o mesmo território todos com os mesmos direitos de participação portanto todos com os mesmo deveres de respeito a paz, as relações consensuais e as decisões negociadas.

Chame isso de democracia, anarquia, panarquia, multigoverno, chame isto do que quiser. Pratiquem sua arte da rotulação. Pouco me importa os nomes dos caminhos que vão dar na liberdade como prática e ativismo social, desde eu não cai nas suas armadilhas demagógicas de monopólio, violência propaganda e poder.

“¡Que se vayan todos!”

Mas que não me venham com Kirchners nem Berlusconis

É Diretas Já, por favor.

X-Textos: Não recomendado para menores de idade e adultos com baixa tolerância a contrariedade, críticas e decepções de expectativas. Contém spoilers da vida.

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