A ciência começando a tatear nas fronteiras dos mistérios da alma, identidade e solidariedade

Se seguir nesta senda desvendará o mistério da morte em vida e das inconsciências coletivas que formam nossas egregoras. Descobrirá que essa síndrome é o grau mais extremo de um fenômeno que acomete mais ou menos a todos nós, a desconexão com a rede da vida. A perda do nexo ou sentido da vida não é apenas um fenômeno subjetivo, ou um mero desequilíbrio eletroquímico cerebral. Mas a consequência do desligamento do ente e sua essência tanto natural quanto original transcendente.

Quem se interessa pelo temo recomendo a leitura de Rupert Sheldrake e sua instigante teoria da morfogênese (muita coisa só em sebo):

X-Textos: Não recomendado para menores de idade e adultos com baixa tolerância a contrariedade, críticas e decepções de expectativas. Contém spoilers da vida.

X-Textos: Não recomendado para menores de idade e adultos com baixa tolerância a contrariedade, críticas e decepções de expectativas. Contém spoilers da vida.